quinta-feira, julho 02, 2026
Jean-Jacques Rousseau morreu há 248 anos..
Postado por Fernando Martins às 02:48 0 comentários
Marcadores: Filosofia, Jean-Jacques Rousseau, Revolução Francesa
Wislawa Szymborska nasceu há 103 anos...

Wisława Szymborska (nascida Maria Wisława Anna Szymborska; Kórnik, 2 de julho de 1923 - Cracóvia, 1 de fevereiro de 2012) foi uma escritora polaca, vencedora do Prémio Nobel de Literatura em 1996. Poeta, crítica literária e tradutora, viveu em Cracóvia.
A sua extensa obra, traduzida em 36 línguas, foi caracterizada pela Academia de Estocolmo como "uma poesia que, com precisão irónica, permite que o contexto histórico e biológico se manifeste em fragmentos da realidade humana", tendo sido definida como "o Mozart da poesia". É a poeta polaca mais traduzida no exterior.
Szymborska nasceu em 1923, em Kórnik, na Polónia. Era filha de Vincent Szymborski, feitor da propriedade do conde Władysław Zamoyski, e de Anna Maria Rottermund. Os pais dela mudaram-se para Zakopane em janeiro de 1923, por causa da organização dos bens locais do conde Zamoyski. Depois da morte do conde, em 1924, a família Szymborski mudou-se para Toruń, onde Wisława frequentou a escola.
Quando a II Guerra Mundial eclodiu, Wisława continuou a estudar com aulas clandestinas e começou a trabalhar em uma ferrovia de modo a impedir sua deportação para o território do Terceiro Reich. Ao mesmo tempo, começou também a criar as primeiras ilustrações para livros (um manual para estudar inglês) e deu os primeiros passos na literatura (escrevia contos e, às vezes, poemas). Com o fim da guerra, a partir de 1945, começou a constituir uma parte importante na vida literária de Cracóvia e pertenceu ao grupo literário "Ao contrário". Neste mesmo ano começou a sua formação em Filologia Polaca na Universidade Jaguelónica, mas, a seguir, mudou para Sociologia.
Devido à sua situação financeira, não terminou os estudos. Três anos depois casou-se com o poeta Adam Włodek, com quem continuou a sua vida em Cracóvia. Viria a divorciar-se em 1954. Diz-se que o clima desta cidade e o ambiente único tiveram uma grande influência na produção literária. Desde 1957, passou a colaborar com a revista "Kultura" (revista literária e política publicada em Paris por emigrantes polacos) e estabeleceu contacto com Jerzy Giedroyc. Até 1966 foi membro do Partido Comunista. Em 1975 assinou uma carta de protesto, a Carta dos 59 (carta assinada por 66 intelectuais polacos, no início 59, e daí o nome) em que os principais intelectuais da Polónia protestaram contra uma mudança na Constituição (sobre uma aliança com a União Soviética).
in Wikipédia
Poça de água
Recordo bem este medo da infância.
Evitava as poças,
sobretudo as novas, após a chuva.
Afinal, uma delas poderia não ter fundo,
ainda que parecesse igual às outras.
Ponho o pé e, de súbito, afundar-me-ei,
voando para baixo,
cada vez mais baixo,
rumo às nuvens refletidas
ou talvez mais além.
Depois a poça secar-se-á,
fechar-se-á por cima de mim,
e eu para sempre trancada – onde –
ficarei com um grito não repercutido à superfície.
Só mais tarde compreendi que
nem todas as más aventuras
cabem nas regras do mundo
e mesmo que o quisessem,
não poderiam acontecer.
Wislawa Szymborska
Postado por Fernando Martins às 01:03 0 comentários
Marcadores: literatura, poesia, Polónia, Prémio Nobel, Wislawa Szymborska
Nabokov morreu há 49 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:49 0 comentários
Marcadores: entomologia, inglês, literatura, Lolita, Nabokov, Rússia, russo, Xadrez
Nostradamus morreu há 460 anos...

A família de Nostradamus era originalmente judia, mas havia se convertido ao catolicismo antes de ele nascer. Ele estudou na Universidade de Avignon, mas foi forçado a sair após pouco mais de um ano, quando a universidade foi fechada, devido a um surto de peste. Ele trabalhou como farmacêutico por vários anos antes de entrar na Universidade de Montpellier, na esperança de obter um doutoramento, mas foi quase imediatamente expulso depois que o seu trabalho como farmacêutico (um comércio manual proibido pelos estatutos da universidade) foi descoberto.
Nostradamus casou em 1531, mas a sua esposa e dois filhos morreram em 1534, durante outro surto de peste. Ele lutou ao lado dos médicos contra a praga antes de se casar com Anne Ponsarde, com quem teve seis filhos. Ele escreveu um almanaque para 1550 e, como resultado de seu sucesso, continuou a escrevê-los nos próximos anos, quando começou a trabalhar como astrólogo para vários patronos ricos. Catarina de Médici tornou-se um dos seus principais apoiantes. O livro Les Prophéties, publicado em 1555, baseava-se fortemente em precedentes históricos e literários e inicialmente receberam uma receção mista. Ele sofria de gota severa no final de sua vida, que acabou evoluindo para edema. Ele morreu em 2 de julho de 1566. Muitos autores populares recontaram lendas apócrifas sobre a sua vida.
Nos anos desde a publicação das suas Les Prophéties, Nostradamus atraiu muitos apoiantes, que, juntamente com grande parte da imprensa popular, o creditam por ter previsto com precisão muitos grandes eventos mundiais. A maioria das fontes académicas rejeita a noção de que Nostradamus possuía habilidades proféticas sobrenaturais genuínas e sustenta que as associações feitas entre eventos mundiais e as quadras de Nostradamus são o resultado de más interpretações ou traduções incorretas (às vezes deliberadas). Esses académicos argumentam que as previsões de Nostradamus são caracteristicamente vagas, o que significa que poderiam ser aplicadas a praticamente qualquer coisa e são inúteis para determinar se o autor tinha algum poder profético real. Eles também apontam que as traduções das suas quadras são quase sempre de qualidade extremamente baixa, baseadas em manuscritos posteriores.
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
Marcadores: alquimia, futuro, Nostradamus, vidência
Michelle Branch nasceu há 43 anos
Postado por Fernando Martins às 00:43 0 comentários
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António Quadros (pintor) morreu há trinta e dois anos...
Auto-retrato
António Augusto de Melo Lucena e Quadros (Viseu, 9 de julho de 1933 - Santiago de Besteiros, 2 de julho de 1994), também referido pelos heterónimos João Pedro Grabato Dias, Frey Ioannes Garabatus e Mutimati Barnabé João, foi um pintor e poeta português. Viveu em Moçambique, entre 1964 e 1984.
Percurso
Diplomou-se em pintura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto. Entre 1958 e 1959 esteve em Paris (Ecole des Beax-Arts de Paris), como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, onde fez os cursos de gravura e pintura a fresco.
Participou em diversas exposições coletivas, podendo destacar-se: I Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 1957); Art Portugais: Peinture et Sculpture du Naturalisme à nos Jours (Paris, 1968). Foi galardoado com o Prémio Marques de Oliveira e o Prémio Armando Basto (S.N.I.).
Parte para Moçambique em 1964. Em 1968 revela-se como poeta ao obter um prémio para "40 Sonetos de Amor e Circunstância e Uma Canção Desesperada" assinado por João Pedro Grabato Dias, negando durante vários anos ser o seu autor.
Nesse período colaborou com grupos de teatro em Lourenço Marques, como o TALM (Teatro Amador de Lourenço Marques), em que foi autor do cenário da peça "Jardim Zoológico" de Eduardo Albee, encenada e interpretada por Mário Barradas, e o TEUM (Teatro dos Estudantes da Universidade de Moçambique), sendo autor dos cenários e o guarda roupa de "O Velho da Horta" e "Quem tem Farelos?" de Gil Vicente, ambas encenadas por Matos Godinho.
Colaborou no Núcleo de Arte de Lourenço Marques, como professor, onde contactou, entre outros, com Malangatana Valente. Ganhou o 1º Prémio no concurso da Sociedade de Estudos de Moçambique que, na cerimónia oficial, não foi entregue, dado que o Secretário Provincial de Educação considerou a obra indecorosa.
Em 1971, lançou as odes O Morto e A Arca e ainda as Laurentinas. Grabato Dias e Rui Knopfli, criam nesse ano a revista Caliban.
Em 1972, por ocasião dos 400 anos da morte de Camões, lançou o poema épico Quybyrycas, assinadas por Frey Ioannes Garabatus, com prefácio de Jorge de Sena, onde glosava e parodiava "Os Lusíadas".
Depois do 25 de abril, inventou o livrinho Eu, o povo, supostamente deixado por Mutimati Barnabé João, guerrilheiro moçambicano morto em combate, não assumindo inicialmente a sua autoria. Escreveu o novo livro de poemas didático O Povo e nós, já de autoria de João Pedro Grabato Dias.
Publicou um livro de divulgação da biotecnologia, para aplicação nas zonas rurais moçambicanas.
Publicou o poema pseudobibliográfico "Facto/Fado", considerado pelo crítico literário Eugénio Lisboa um dos melhores livros em português.
Em Moçambique, foi ainda o co-autor do monumento aos heróis, na Praça dos Heróis Moçambicanos, em Maputo.
No regresso a Portugal e a Santiago de Besteiros, em 1984, dedicou-se ao ensino, à escrita e pintura.
Publicou em 1992 Sete Contos para um Carnaval.
Foi cantado por cantores como José Afonso e Amélia Muge.
Como pintor, atividade principal da sua criação, tem extensa e rica obra, de extrema beleza, realizada em Portugal e Moçambique. Dedicou-se ainda a outras artes plásticas, como cerâmica, pintura em cerâmica, esculturas metálicas, cartazes, ilustração de livros e desenhos criados por computador.
Obteve a Grã-Cruz da Ordem do Infante D.Henrique, atribuída, a título póstumo, pelo presidente Jorge Sampaio, em 1998, pela obra plástica e literária, particularmente pela autoria de As Quybyrycas.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:32 0 comentários
Marcadores: António Quadros (pintor), pintura, poesia
James Fossett circum-navegou o planeta, em balão, há vinte e quatro anos
Fez fortuna nos mercados financeiros norte-americanos, mas tornou-se mundialmente conhecido pelas várias aventuras em que participou ao longo da sua vida.
(...)
A 2 de julho de 2002, Steve Fossett tornou-se, finalmente, a primeira pessoa a dar a volta ao mundo sozinha a bordo de um balão. Tratou-se da sua sexta tentativa e foi concretizada depois de ter percorrido mais de 31 mil quilómetros e ter cruzado a linha dos 117 graus de longitude, sobre a Austrália. Fossett foi ajudado pelo bom tempo que se manteve durante toda a viagem. O aventureiro tinha partido a 19 de junho de Northam, também na Austrália, a bordo do balão Bud Light Spirit of Freedom. Ao todo, a viagem durou 13 dias, 12 horas, 16 minutos e 13 segundos.
(...)
Às 08.45 de 3 de setembro de 2007, Fossett levantou voo sozinho num avião monomotor de um aeródromo privado, o Flying-M Ranch (38° 36′ 13″ N, 119° 00′ 11″ O), perto de Smith Valley, próximo de Carson City e da Califórnia. Não terá voltado a aterrar e nenhum pedido de socorro foi recebido via rádio na região nesse dia. A Google
ajudou na procura pedindo aos seus contactos a disponibilização de
imagens de satélite de alta resolução e aos voluntários para analisar
essas imagens. O seu cartão de identidade e notas de 100 dólares foram
encontradas por um montanhista que andava por áreas remotas da
Califórnia, mais precisamente no condado de Madera, na parte leste de
Serra Nevada, entre o Parque Nacional Yosemite e a fronteira com o
estado de Nevada. Os destroços foram achados a 3.200 metros de
altitude, nas montanhas de Serra Nevada, perto dos lagos Mammoth, na
Califórnia.
Apesar das intensas buscas na época do acidente, não foi encontrado nenhum vestígio de Steve Fossett até um ano após sua morte. Ele foi declarado oficialmente morto em fevereiro de 2008. Mas as buscas por seu corpo foram retomadas em novembro de 2008, depois que um alpinista encontrou o seu cartão de identidade num lugar remoto, nas montanhas de Serra Nevada. Uma equipa de buscas depois encontrou os sapatos de Fossett e a sua carta de motorista, junto com dois grandes ossos que, depois de exames de ADN, foi confirmado que eram do milionário.
Postado por Fernando Martins às 00:24 0 comentários
Marcadores: aviação, balão, Steve Fossett
Sophia de Mello Breyner Andresen morreu há 22 anos...
(imagem daqui)
"Havia em minha casa uma criada, chamada Laura, de quem eu gostava muito. Era uma mulher jovem, loira, muito bonita. A Laura ensinou-me a "Nau Catrineta" porque havia um primo meu mais velho a quem tinham feito aprender um poema para dizer no Natal e ela não quis que eu ficasse atrás… Fui um fenómeno, a recitar a "Nau Catrineta", toda. Mas há mais encontros, encontros fundamentais com a poesia: a recitação da "Magnífica", nas noites de trovoada, por exemplo. Quando éramos um pouco mais velhos, tínhamos uma governanta que nessas noites queimava alecrim, acendia uma vela e rezava. Era um ambiente misto de religião e magia… E de certa forma nessas noites de temporal nasceram muitas coisas. Inclusivamente, uma certa preocupação social e humana ou a minha primeira consciência da dureza da vida dos outros, porque essa governanta dizia: «Agora andam os pescadores no mar, vamos rezar para que eles cheguem a terra» (…)."
"Esses poemas têm a ver com as manhãs da Granja, com as manhãs da praia. E também com um quadro de Picasso. Há um quadro de Picasso chamado Mulheres à beira-mar. Ninguém dirá que a pintura do Picasso e a poesia de Lorca tenham tido uma enorme influência na minha poesia, sobretudo na época do Coral… E uma das influências do Picasso em mim foi levar-me a deslocar as imagens."
- A busca da justiça, do equilíbrio, da harmonia e a exigência do moral
- Tomada de consciência do tempo em que vivemos
- A Natureza e o Mar – espaços eufóricos e referenciais para qualquer ser humano
- O tema da casa
- Amor
- Vida em oposição à morte
- Memória da infância
- Valores da antiguidade clássica, naturalismo helénico
- Idealismo e individualismo ao nível psicológico
- O poeta como pastor do absoluto
- O humanismo cristão
- A crença em valores messiânicos e sebastianistas
- Separação
"A sua sensibilidade de poeta oscila entre o modernismo de expressão e um classicismo de tom, caracterizado por uma sobriedade extremamente dominada e por uma lucidez dialética que coloca muitas das suas composições na linha dos nossos melhores clássicos."
Álvaro Manuel Machado, Quem é Quem na Literatura Portuguesa
"Sophia de Mello Breyner Andresen é, quanto a nós, um caso ímpar na poesia portuguesa, não só pela difusa sedução dos temas ou pelos rigores da expressão, mas sobretudo por qualquer coisa, anterior a isso tudo, em que tudo isso se reflete: uma rara exigência de essencial-idade".
David Mourão-Ferreira, Vinte Poetas Contemporâneos
"A poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen é (…) uma das vozes mais nobres da poesia portuguesa do nosso tempo. Entendamos, por sob a música dos seus versos, um apelo generoso, uma comunhão humana, um calor de vida, uma franqueza rude no amor, um clamor irredutível de liberdade – aos quais, como o poeta ensina, devemos erguer-nos sem compromissos nem vacilações."
Jorge de Sena, "Alguns Poetas de 1938" in Colóquio: Revista de Artes e Letras, nº 1, 01.01.59
POEMA
A minha vida é o mar o abril a rua
O meu interior é uma atenção voltada para fora
O meu viver escuta
A frase que de coisa em coisa silabada
Grava no espaço e no tempo a sua escrita
Não trago Deus em mim mas no mundo o procuro
Sabendo que o real o mostrará
Não tenho explicações
Olho e confronto
E por método é nu meu pensamento
A terra o sol o vento o mar
São a minha biografia e são meu rosto
Por isso não me peçam cartão de identidade
Pois nenhum outro senão o mundo tenho
Não me peçam opiniões nem entrevistas
Não me perguntem datas nem moradas
De tudo quanto vejo me acrescento
E a hora da minha morte aflora lentamente
Cada dia preparada
Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Fernando Martins às 00:22 0 comentários
Marcadores: monárquicos, poesia, Sophia de Mello Breyner Andresen
Íngrid Betancourt foi libertada há dezoito anos
A operação foi a conclusão de uma vasta preparação de infiltração no mais alto nível das FARC. Os reféns só souberam que estavam a caminho da liberdade no helicóptero, pois toda a operação decorreu sem um único tiro e sem qualquer violência.
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: Colômbia, direitos humanos, FARC, guerrilha, Íngrid Betancourt, senador, sequestro
Camilo de Oliveira morreu há dez anos...
Postado por Fernando Martins às 00:10 0 comentários
Marcadores: actor, Agostinho e Agostinha, Camilo de Oliveira, música, televisão
Música adequada à data, para recordar um poeta-pintor...
Ronda das Mafarricas
LETRA António Quadros (pintor)
MÚSICA José Afonso
Estavam todas juntas
Quatrocentas bruxas
À espera À espera
À espera da lua cheia
Estavam todas juntas
Veio um chibo velho
Dançar no adro
Alguém morreu
Arlindo coveiro
Com a tua marreca
Leva-me primeiro
Para a cova aberta
Arlindo Arlindo
Bailador das fadas
Vai ao pé coxinho
Cava-me a morada
Arlindo coveiro
Cava-me a morada
Fecha-me o jazigo
Quero campa rasa
Arlindo Arlindo
Bailador das fadas
Vai ao pé coxinho
Cava-me a morada
Postado por Pedro Luna às 00:03 0 comentários
Marcadores: António Quadros (pintor), Estudantina, música, pintura, poesia, Ronda das Mafarricas, Zeca Afonso
Não te esquecemos...
EL-REI
Longe da luz
A que sonhou na infância
Em vez de predomínio e de conquista
Sonhos de amor
Entre visões de artista
Morreu de desconsolo e de distância.
Caminho aberto
À morte por essa ânsia
Que mais se exalta
Quanto mais contrista
De quem recorda o lar que nunca avista
E se consome em lúcida constância.
Porque acima do trono e da realeza
Havia o céu azul, a claridade
Da sua amada Terra Portuguesa
Havia a Pátria, e dizem, que impiedade
Dizem que não se morre de tristeza
Dizem que não se morre de saudade.
Branca Gonta Colaço
Postado por Pedro Luna às 00:00 0 comentários
Marcadores: Branca de Gonta Colaço, D. Manuel II, El-Rei, José Campos e Sousa, Monarquia, música, poesia, Saudade, tristeza
quarta-feira, julho 01, 2026
Música de aniversariante de hoje...
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: Brasil, Marisa Monte, MPB, música, Música contemporânea, pop, samba, Tribalistas, Velha Infância
Saudades de Fausto (III)...
Postado por Pedro Luna às 20:00 0 comentários
Marcadores: canção de intervenção, cantautor, Fausto, Fausto Bordalo Dias, MPP, música, Namoro
One Way Or Another...!
Postado por Pedro Luna às 19:45 0 comentários
Marcadores: Blondie, Debbie Harry, disco, música, new wave, One Way Or Another, pop, punk rock, Rock
Porque hoje é preciso cantar a poesia de Carlos de Oliveira...
Livre (não há machado que corte) - Manuel Freire
Poema de Carlos de Oliveira e música de Manuel Freire
Não há machado que corte
a raiz ao pensamento
não há morte para o vento
não há morte
Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe é querida
sem razão seria a vida
sem razão
Nada apaga a luz que vive
num amor num pensamento
porque é livre como o vento
porque é livrePostado por Pedro Luna às 19:08 0 comentários
Marcadores: Carlos de Oliveira, Livre, Livre (não há machado que corte), Manuel Freire, música
Música adequada à data...
Postado por Fernando Martins às 12:00 0 comentários
Marcadores: Caetano Veloso, O Leãozinho, SCP, Sporting
Música de aniversariante de hoje...
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: alternative metal, avant garde, Faith No More, Imperial Teen, Indie pop, indie rock, música, Rock alternativo, Roddy Bottum, teclas, Yoo Hoo
Hoje é dia de ouvir Amália cantar fado...
Postado por Pedro Luna às 10:06 0 comentários
Marcadores: Amália, Amália Rodrigues, Erros meus, Fado, música
Salgueiro Maia nasceu há oitenta e dois anos...
Fernando José Salgueiro Maia (Castelo de Vide, 1 de julho de 1944 - Lisboa, 4 de abril de 1992), foi um militar português.
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"Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!"
A Salgueiro Maia
Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido
... Aquele que deu tudo e não pediu a paga
Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite
Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício
Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
Sophia de Mello Breyner Andresen
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: 25 de Abril, heróis, poesia, Salgueiro Maia, Sophia de Mello Breyner Andresen
Debbie Harry faz hoje oitenta e um anos
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Jorge Tuna, ilustre guitarrista de fado e canção de Coimbra, celebra hoje 88 anos

Jorge Tuna, de nome completo Jorge Manuel Casqueiro Lopo Tuna, nascido em 1 de julho de 1937, aqui numa foto a abrir uma interessante entrevista dada a Baptista-Bastos, inserta no livro Fado Falado, da coleção Um Século de Fado, da Ediclube, saído em 1999. A foto é de José Santos. Jorge Tuna começou a tocar guitarra em Coimbra no ano de 1952. Licenciou-se em Medicina.
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
Marcadores: Durval Moreirinhas, Fado de Coimbra, Guitarra de Coimbra, Jorge Tuna, Variações em mi menor II
Dan Aykroyd faz hoje 74 anos
Postado por Fernando Martins às 07:40 0 comentários
Marcadores: actor, Blues Brothers, Canadá, cinema, Dan Aykroyd, música








