
quinta-feira, março 05, 2026
A URSS e Estaline ordenaram o Massacre de Katyn há 86 anos...

Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
Marcadores: comunismo, Estaline, estalinismo, genocídio, Massacre de Katyn, pena de morte, Polónia, Putin
Rosa Luxemburgo nasceu há 155 anos...

Aqui jaz
Rosa Luxemburgo
Judia da Polónia
Vanguarda dos operários alemães
Morta por ordem
Dos opressores. Oprimidos
Enterrai as vossas desavenças!
Bertold Brecht
Postado por Fernando Martins às 01:55 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Bertold Brecht, comunismo, comunistas, judeus, KPD, Liga Espartaquista, mártir, poesia, Polónia, Revolução Espartaquista, Rosa Luxemburgo
terça-feira, março 03, 2026
O Tratado de Brest-Litovski foi assinado há 108 anos
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:08 0 comentários
Marcadores: Estónia, Finlândia, I Grande Guerra, I Guerra Mundial, Letónia, Lituânia, Polónia, Tratado de Brest-Litovski, URSS
domingo, março 01, 2026
Hoje é dia de ouvir Chopin...
Postado por Pedro Luna às 21:06 0 comentários
Marcadores: Chopin, Fantaisie-Impromptu, França, Frédéric Chopin, piano, Polónia, romantismo
Chopin nasceu há 216 anos ...
Postado por Fernando Martins às 02:16 0 comentários
Marcadores: Chopin, França, Frédéric Chopin, Nocturne, piano, Polónia, romantismo
quinta-feira, fevereiro 19, 2026
Nicolau Copérnico nasceu há 553 anos
(...)
Copérnico morreu em 24 de maio de 1543, em Frauenburgo, no mesmo dia da publicação da sua obra "Da revolução de esferas celestes".
Postado por Fernando Martins às 05:53 0 comentários
Marcadores: astronomia, Copérnico, Igreja Católica, Matemática, Nicolau Copérnico, Polónia, teoria heliocêntrica
domingo, fevereiro 15, 2026
Irena Sendlerowa, o anjo do Gueto de Varsóvia, nasceu há 116 anos...
Quando a Alemanha nazi invadiu o país em 1939, Irena era assistente social no Departamento de Bem Estar Social de Varsóvia, trabalhava com enfermeiras e organizava espaços de refeição comunitários da cidade com o objetivo de responder às necessidades das pessoas que mais necessitavam. Graças a ela, esses locais não só proporcionavam comida para órfãos, anciãos e pobres como lhes entregavam roupas, medicamentos e dinheiro. Ali trabalhou incansavelmente para aliviar o sofrimento de milhares de pessoas, tanto judias como católicas.
Em 1942, os nazis criaram um gueto em Varsóvia, e Irena, horrorizada pelas condições em que ali se sobrevivia, uniu-se ao Conselho para a Ajuda aos Judeus, Zegota. Ela mesma contou:
| “ | Consegui, para mim e minha companheira Irena Schultz, identificações do gabinete sanitário, entre cujas tarefas estava a luta contra as doenças contagiosas. Mais tarde tive êxito ao conseguir passes para outras colaboradoras. Como os alemães invasores tinham medo de que ocorresse uma epidemia de tifo, permitiam que os polacos controlassem o recinto. | ” |
Quando Irena caminhava pelas ruas do gueto, levava uma braçadeira com a estrela de David, como sinal de solidariedade e para não chamar a atenção sobre si própria. Pôs-se rapidamente em contacto com famílias, a quem propôs levar os seus filhos para fora do gueto, mas não lhes podia dar garantias de êxito. Eram momentos extremamente difíceis, quando devia convencer os pais a que lhe entregassem os seus filhos e eles lhe perguntavam:
"Podes prometer-me que o meu filho viverá?". Disse Irena, "O que poderia prometer, quando nem sequer sabia se conseguiriam sair do gueto." A única certeza era a de que as crianças morreriam se permanecessem lá. Muitas mães e avós eram reticentes na entrega das crianças, algo absolutamente compreensível, mas que viria a se tornar fatal para elas. Algumas vezes, quando Irena ou as suas companheiras voltavam a visitar as famílias para tentar fazê-las mudar de opinião, verificavam que todos tinham sido levados para os campos da morte.
Ao longo de um ano e meio, até à evacuação do gueto no Verão de 1942, conseguiu resgatar mais de 2 500 crianças por várias vias: começou a recolhê-las em ambulâncias como vítimas de tifo, mas logo se valia de todo o tipo de subterfúgios que servissem para os esconder: sacos, cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacos de batatas, caixões... nas suas mãos qualquer elemento transformava-se numa via de fuga.
Irena vivia os tempos da guerra pensando nos tempos de paz e por isso não fica satisfeita só por manter com vida as crianças. Queria que um dia pudessem recuperar os seus verdadeiros nomes, as suas identidades, as suas histórias pessoais e as suas famílias. Concebeu então um arquivo no qual registava os nomes e dados das crianças e as suas novas identidades.
Os nazis souberam dessas atividades e em 20 de Outubro de 1943; Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a prisão de Pawiak onde foi brutalmente torturada. Num colchão de palha encontrou uma pequena estampa de Jesus Misericordioso com a inscrição: "Jesus, em Vós confio", e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Papa João Paulo II.
Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou-se a trair seus colaboradores ou as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação. Foi condenada à morte. Enquanto esperava pela execução, um soldado alemão levou-a para um "interrogatório adicional".
Ao sair, gritou-lhe em polaco "Corra!". No dia seguinte Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados. Os membros da Żegota tinham conseguido deter a execução de Irena, subornando os alemães, e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.
Em 1944, durante o revolta de Varsóvia, colocou as suas listas em dois frascos de vidro e enterrou-os no jardim de uma vizinha, para se assegurar de que chegariam às mãos indicadas se ela morresse. Ao acabar a guerra, Irena desenterrou-os e entregou as notas ao doutor Adolfo Berman, o primeiro presidente do comité de salvação dos judeus sobreviventes. Lamentavelmente, a maior parte das famílias das crianças tinha sido morta nos campos de extermínio nazis.
De início, as crianças que não tinham família adotiva foram cuidadas em diferentes orfanatos e, pouco a pouco, foram enviadas para a Palestina.
As crianças só conheciam Irena pelo seu nome de código "Jolanta". Mas anos depois, quando a sua fotografia saiu num jornal depois de ser premiada pelas suas ações humanitárias durante a guerra, um homem chamou-a por telefone e disse-lhe:
| “ | Lembro-me de seu rosto. Foi você quem me tirou do gueto. | ” |
E assim começou a receber muitas chamadas e reconhecimentos públicos.
Em 1965, a organização Yad Vashem de Jerusalém outorgou-lhe o título de Justa entre as Nações e nomeou-a cidadã honorária de Israel.
Em novembro de 2003 o presidente da República Aleksander Kwaśniewski, concedeu-lhe a mais alta distinção civil da Polónia: a Ordem da Águia Branca. Irena foi acompanhada pelos seus familiares e por Elżbieta Ficowska, uma das crianças que salvou, que recordava como "a menina da colher de prata".
Postado por Fernando Martins às 01:16 0 comentários
Marcadores: anjo do Gueto de Varsóvia, direitos humanos, Gueto de Varsóvia, Holocausto, Irena Sendler, Justos entre as Nações, nazis, Polónia
domingo, fevereiro 08, 2026
Mieczyslaw Karlowicz morreu há 117 anos...
Mieczysław Karłowicz (Višneva, 11 de dezembro de 1876 – Montanhas Tatra, 8 de fevereiro de 1909) foi um compositor polaco do romantismo nascido em Wiszniew, hoje denominada Višnieva (Ві́шнева), pequena localidade na província de Minsk, na atual Bielorrússia. Herdou o talento musical de seu pai, Jan, historiador e músico.
Postado por Fernando Martins às 01:17 0 comentários
Marcadores: Mieczyslaw Karlowicz, música, Polónia, romantismo
sábado, fevereiro 07, 2026
Witold Lutoslawski morreu há trinta e dois anos...
Postado por Fernando Martins às 00:32 0 comentários
Marcadores: música, Musique funèbre à la mémoire de Béla Bartók, Polónia, Witold Lutoslawski
domingo, fevereiro 01, 2026
Wislawa Szymborska morreu há catorze anos...
Wisława Szymborska (nascida Maria Wisława Anna Szymborska; Kórnik, 2 de julho de 1923 - Cracóvia, 1 de fevereiro de 2012) foi uma escritora polaca vencedora do Prémio Nobel de Literatura em 1996. Poeta, crítica literária e tradutora, viveu em Cracóvia.
A sua extensa obra, traduzida em 36 línguas, foi caracterizada pela Academia de Estocolmo como "uma poesia que, com precisão irónica, permite que o contexto histórico e biológico se manifeste em fragmentos da realidade humana", tendo sido definida como "o Mozart da poesia". É a poeta polaca mais traduzida no exterior.
in Wikipédia
Discurso na secção de achados e perdidos
Perdi algumas deusas no caminho do sul ao norte,
e também muitos deuses no caminho do oriente ao ocidente.
Extinguiram-se para sempre umas estrelas, abra-se o céu.
Uma ilha, depois outra, mergulhou no mar.
Nem sei direito onde deixei minhas garras,
quem veste meu traje de pelo, quem habita minha casca.
Morreram meus irmãos quando rastejei para a terra,
e somente certo ossinho celebra em mim este aniversário.
Eu saía da minha pele, desbaratava vértebras e pernas,
perdia a cabeça muitas e muitas vezes.
Faz muito que fechei meu terceiro olho para isso tudo
Lavei as barbatanas, encolhi os galhos.
Dividiu-se, desapareceu, aos quatro ventos se espalhou.
Surpreende-me quão pouco de mim ficou:
uma pessoa singular, na espécie humana de passagem,
que ainda ontem perdeu somente a sombrinha no comboio.
Wislawa Szymborska
Postado por Fernando Martins às 14:00 0 comentários
Marcadores: literatura, poesia, Polónia, Prémio Nobel, Wislawa Szymborska
terça-feira, janeiro 27, 2026
Holocausto - nunca esqueceremos nem podemos perdoar...
ARBEIT MACHT FREI
Punham o comboio em marcha quando a hora
chegava. Carruagens fechadas, vagões atrelados,
o caminho era em frente. Olhavam a paisagem,
quando se distraíam ; mas logo voltavam
a atenção para os carris, gracejando ao trocarem
de lugar quando chegava a hora das refeições.
Nas paragens, bebiam pela garrafa; e nem
davam pelo que se passava atrás deles: estava
longe o destino, as paragens eram muitas, e
tinham de as compensar com horas extraordinárias
para cumprir o horário: regulamentos são ordens,
estavam à sua espera, e só depois de feita
a entrega podiam mudar o sentido da máquina
e fazer o caminho de volta, vagões vazios
e limpos, e tudo a andar mais depressa porque
já não havia peso a atrasar a marcha. São
assim os bons profissionais, cumpridores,
e não há notícia de greves, desvios,
perguntas sobre o que enchia os vagões.
in Fórmulas de uma luz inexplicável (2012) - Nuno Júdice
Postado por Fernando Martins às 19:45 0 comentários
Marcadores: Arbeit macht frei, Dia Mundial da Memória do Holocausto, Holocausto, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, judeus, nazis, Nuno Júdice, poesia, Polónia
O campo de concentração de Auschwitz-Birkenau foi libertado há oitenta e um anos...


Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: Arbeit macht frei, Dia Mundial da Memória do Holocausto, Holocausto, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, judeus, nazis, Polónia
domingo, janeiro 25, 2026
Witold Lutoslawski nasceu há 112 anos
Postado por Fernando Martins às 01:12 0 comentários
Marcadores: música, Polónia, Witold Lutoslawski
quinta-feira, janeiro 22, 2026
A Polónia revoltou-se contra o domínio russo há 163 anos
Postado por Fernando Martins às 16:30 0 comentários
Marcadores: Polónia, Revolta de Janeiro, Rússia
quinta-feira, janeiro 15, 2026
Hoje é dia de recordar Rosa Luxemburgo...

Aqui jaz
Rosa Luxemburgo
Judia da Polónia
Vanguarda dos operários alemães
Morta por ordem
Dos opressores. Oprimidos
Enterrai as vossas desavenças!
Bertold Brecht
Postado por Pedro Luna às 10:07 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Bertold Brecht, comunistas, judeus, Karl Liebknecht, KPD, Liga Espartaquista, poesia, Polónia, Revolução Espartaquista, Rosa Luxemburgo
Karl Liebknecht e Rosa Luxemburgo foram assassinados há 107 anos...
Karl Liebknecht (Leipzig, 13 de agosto de 1871 - Berlim, 15 de janeiro de 1919) foi um político e dirigente socialista alemão.
Postado por Fernando Martins às 01:07 0 comentários
Marcadores: Alemanha, comunistas, judeus, Karl Liebknecht, KPD, Liga Espartaquista, Polónia, Revolução Espartaquista, Rosa Luxemburgo
quinta-feira, janeiro 08, 2026
Maximiliano Maria Kolbe nasceu há 132 anos
Postado por Fernando Martins às 01:32 0 comentários
Marcadores: Auschwitz, franciscanos, Igreja Católica, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, mártires, Milícia da Imaculada, Polónia, Santos, São Maximiliano Maria Kolbe









