O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
O papel de engenheiro-chefe da nave estelarEnterprise coube-lhe na série original e em seis longa-metragens para o cinema. Apresentou-se para disputar um papel na série em 1966
e um dos principais motivos por ter sido escolhido para interpretar o
engenheiro-chefe Scotty, foi a sua capacidade de imitar diversos
sotaques.
Era um veterano do Dia D, em que foi atingido por seis tiros de metralhadora no desembarque dos aliados na Normandia, durante a Segunda Guerra Mundial.
Casou-se três vezes, teve sete filhos e atuou em 80 filmes ao longo dos seus 50 anos de carreira.
Muitos apreciadores de Star Trek disseram a Doohan que os havia inspirado a escolher a engenharia como profissão. O astronautaNeil Armstrong, um engenheiro que participou do Projeto Apollo da NASA,
também mencionou este facto, ao dizer a Doohan, na sua última aparição
pública, "de um velho engenheiro para outro, obrigado, colega".
A sua autobiografia foi intitulada de Beam Me Up, Scotty ("Leve-me para cima, Scotty") - a ordem que o engenheiro mais ouviu do capitão James T. Kirk ao longo de todo a série.
Doohan morreu, de pneumonia e Alzheimer, na sua casa na cidade de Redmond, no estado de Washington. Uma pequena porção das suas cinzas foram lançadas no espaço em 2007.
Norman Jeffrey "Jeff" Healey (Toronto, 25 de março de 1966 - Toronto, 2 de março de 2008) foi um guitarristacanadiano. Cego desde o primeiro ano de vida, devido à um retinoblastoma, Healey destacou-se pelo seu trabalho na área dos blues rock, em conjunto com a The Jeff Healey Band e, posteriormente, no jazz.
Conhecido pelo sua forma pouco habitual de tocar guitarra - com ela
sobre as suas pernas, como um piano - e pela sua participação no filme Road House. Jeff colecionou, ao longo da sua curta carreira, colaborações com grandes nomes dos blues, como Albert Collins, Stevie Ray Vaughan, B.B. King e George Harrison.
Jeff morreu, a 2 de março de 2008, vítima de cancro no pulmão.
Ryan Anthony Peake (Brooks, Alberta, March 1, 1973) is a canadian rhythm guitarist, keyboardist, songwriter, and backing vocalist of the Canadian rock band Nickelback.
He has been with the band since their inception and is best known for his prominent vocals on the Nickelback songs "Savin' Me", "Hollywood", and "Gotta Be Somebody". He has performed lead vocals on a range of different cover songs at live Nickelback concerts such as "Saturday Night's Alright for Fighting", "Use Somebody", "I Ran", "Everlong" and "Super Bon Bon". When Nickelback performs Chad Kroeger's solo hit "Hero" live, Ryan sings the vocal parts originally performed by Josey Scott.
Peake has writing credits for several Nickelback songs such as
"Someday", "Savin' Me", "Miss You", and "Edge of a Revolution". Peake's
instruments have included Gibson Flying Vs, Gibson Explorers, and Gibson Les Pauls. When Nickelback performs their song "Photograph", he uses an acoustic guitar once owned by his father.
Em ambas as viagens, Kane fez esboços, pintou os povos indígenas e documentou os seus modos de vida. Quando regressou a Toronto, produziu mais de uma centena de pinturas a óleo baseadas nos esboços. Os trabalhos de Kane, em especial os seus esboços, são ainda um recurso valioso para os etnólogos. As pinturas a óleo completadas no seu estúdio são consideradas uma parte do património cultural
canadiano, embora, frequentemente ele as tenha embelezado
consideravelmente, baseado na exatidão dos seus esboços, em favor de
cenas mais dramáticas.
A Bandeira Nacional do Canadá, também conhecida como a Folha de Bordo ou a Folheada, é uma bandeira formada por uma tribanda vermelha nas pontas e branca no centro, no meio da qual está uma folha de bordo estilizada com onze pontas. Ela é a primeira bandeira nacional canadiana de branco e vermelho.
O primeiro-ministro Lester B. Pearson
formou um comité em 1964 para resolver a questão da bandeira do país,
iniciando um debate para substituir o Estandarte Vermelho Canadiano. De
duas opções, foi escolhido o desenho da folha de bordo por George
Stanley, que tinha se inspirado na bandeira do Real Colégio Militar do
Canadá. A bandeira fez a sua primeira aparição pública oficial em 15 de fevereiro de 1965; a data é atualmente celebrada como o Dia da Bandeira Nacional.
O Estandarte Vermelho havia sido a bandeira não-oficial do país
desde a década de 1890 e foi aprovada em 1945 para ser usada em
"qualquer lugar ou ocasião que pode ser desejável desfraldar uma
distinta bandeira canadiana". A Bandeira da União
continua oficial. Não há leis ditando como a Folha de Bordo deve ser
tratada. Entretanto, há convenções e protocolos para guiar como é
exibida e seu lugar na ordem de precedência, que lhe dá primazia sobre a
maioria das outras bandeiras.
Várias outras bandeiras criadas para o uso de oficiais
canadianos, órgãos governamentais e forças militares ainda contam com a
Bandeira da União ou também com tema da folha de bordo de alguma
maneira, seja com a bandeira colocada no cantão ou pela inclusão de
folhas de alguma forma no desenho.
O atentado à mesquita de Quebec foi um ataque terrorista ocorrido em 29 de janeiro de 2017, contra o Centro Cultural Islâmico de Quebec, uma mesquita localizada em Sainte-Foy, na cidade de Quebec, no Canadá. Seis pessoas foram mortas e outras dezanove ficaram feridas. O ataque foi perpetrado às 20.00 horas locais, por um atirador solitário. Havia pelo menos 53 pessoas presentes na mesquita à hora do atentado.
O suspeito de ser responsável pelo ataque foi identificado como Alexandre Bissonnette. Logo após o ataque, Bissonnette ligou para as autoridades e entregou-se. Estudante da Universidade de Laval, ele é nativo da cidade e, segundo relatos de amigos e parentes, era vítima de bullying
na universidade, mas não tinha sinais de problemas mentais. Pessoas
próximas a ele, dizem que constantemente expressava ideias de extrema-direita, islamofóbicas e de nacionalismo branco. Ele também dizia apoiar políticos, como Marine Le Pen e Donald Trump e frequentemente deixava mensagens contra refugiados e feministas no Facebook.
The perpetrator, 27-year-old Alexandre Bissonnette, pleaded guilty to six counts of first-degree murder
and five counts of attempted murder. On February 8, 2019, Bissonnette
was sentenced to life in prison, with no possibility of parole for 40
years. Upon appeal, the Court of Appeal of Quebec found 40 years without parole to be unconstitutionally cruel and unusual punishment,
adjusting the sentence to life in prison with no possibility of parole
for 25 years. Quebec prosecutors sought to reinstate the original
sentence with an appeal to the Supreme Court of Canada. The decision was upheld on May 27, 2022, meaning Bissonnette will be eligible for parole in 2042.
Peart recebeu inúmeros prémios pelas suas performances musicais e era conhecido pela sua agilidade, proficiência e energia.
Peart cresceu em Port Dalhousie, Ontário no Canadá (agora parte de St. Catharines)
trabalhando em serviços ocasionais. Com 13 anos, Neil recebeu um par
de baquetas, algumas almofadas de aprendizagem e lições de bateria, com
a promessa de que se estudasse durante um ano com afinco, os seus pais
lhe comprariam uma bateria. Como prometido, recebeu a sua primeira
bateria aos 14 anos e passou a praticar rigorosamente.
Durante a adolescência, ele tocou em bandas regionais e eventualmente
acabou por desistir dos estudos para dedicar-se a tempo integral à sua
carreira de baterista. Após uma temporada desencorajadora na Inglaterra, Peart retornou a casa, onde ingressou numa banda regional de Toronto, Rush, no verão de 1974.
No começo da carreira, o estilo de tocar de Peart foi desenvolvido com base no hard rock. Assim tirou a maioria da sua inspiração de bateristas como Keith Moon e John Bonham,
que estavam no destaque nesta área musical no Reino Unido. Entretanto,
conforme o tempo foi passando, começou a absorver a influência de
músicos de jazz e das big bands como Gene Krupa e Buddy Rich.
Em 1994, Peart tornou-se amigo e pupilo do instrutor de jazz Freddie
Gruber. Foi durante esse tempo que decidiu renovar o seu estilo de
tocar, incorporando componentes do swing e do próprio jazz. Gruber foi também responsável por lhe mostrar produtos da Drum Workshop, a companhia que fornecia os produtos da bateria do músico.
Além de ser músico, Peart também foi um escritor prolífico,
havendo produzido diversas memórias e anotações sobre suas viagens.
Peart também era o letrista
principal dos Rush. Ao escrever letras para a banda, Peart utilizava
temas universais como ficção científica, fantasia e filosofia, assim
como temas seculares, humanitários e libertaristas.
Todos os seus cinco livros são relatos de viagens não-ficcionais, nos
quais recorria a temas da sua vida também. Peart morava em Santa Mónica, na Califórnia, com a sua esposa, Carrie Nuttall, e sua filha, Olivia Louise. Também possuía uma casa no Quebec e passava tempo em Toronto por causa das gravações.
Em termos musicais, Peart recebeu vários prémios pelas suas performances e gravações e foi extensivamente considerado pela
sua resistência, força, habilidade e virtude.
Em termos de influência, ele foi um dos mais importantes bateristas da
história, e constantemente classificado como um dos maiores bateristas
de todos os tempos. Morreu a 7 de janeiro de 2020, vítima de um cancro no cérebro, com o qual lutava há três anos.
Em 1982, Russell criou o experimento de pensamento "dinossauroide", que especulou um caminho evolutivo para o Troodonte
se não tivesse sido extinto no evento de extinção do
Cretácico-Paleogénico
há 66 milhões de anos e, em vez disso, evoluiu para um ser
inteligente. Russell encomendou um modelo de seu dinossauro ao artista
Ron Sequin, e
o conceito tornou-se popular. Vários antropólogos posteriores
continuaram as especulações de Russell sobre dinossauros inteligentes,
semelhantes ao Troodonte, embora muitas vezes achem a sua ideia original
muito antropomórfica.
Em 1982, Russell criou o experimento de pensamento "dinossauroide", que especulou um caminho evolutivo para o Troodonte
se não tivesse sido extinto no evento de extinção do Cretácico-Paleogénico
há 66 milhões de anos e, em vez disso, evoluiu para um ser inteligente. Russell encomendou um modelo de seu dinossauro ao artista Ron Sequin, e
o conceito tornou-se popular. Vários antropólogos posteriores
continuaram as especulações de Russell sobre dinossauros inteligentes, semelhantes ao Troodonte, embora muitas vezes achem a sua ideia original
muito antropomórfica.
Anteriormente ao tratado, o papel do Ministério do Exterior dos três
países era desempenhado pelo Reino Unido, motivo pela qual os três
países entraram automaticamente na Primeira Guerra Mundial.
O Massacre da Escola Politécnica de Montreal, também conhecido como Massacre de Montreal, foi um evento ocorrido em 6 de dezembro de 1989 na Escola Politécnica de Montreal, em Quebec, no Canadá. Armado com uma espingarda Ruger Mini-14 e uma faca de caça, Marc Lépine, de 25 anos, atacou 28 pessoas, matando 14 mulheres, antes de cometer suicídio. O ataque começou numa sala de aula no segundo andar da faculdade, onde ele separou os alunos por sexo. Afirmando estar "lutando contra o feminismo",
ele atirou em todas as nove alunas que se encontravam no local, matando
seis delas. Ele então andou pelos corredores, pelo refeitório e entrou
noutra sala de aula, alvejando principalmente mulheres. Ao todo matou 14
mulheres e feriu dez outras e quatro homens, no decorrer de 20
minutos antes de dar um tiro na própria cabeça. A sua carta de suicídio
afirmava que o ataque tinha motivações políticas e que as feministas
destruíram sua vida. A nota incluía uma lista de 19 mulheres que Lépine
considerava ser feministas e que desejava matar.
Desde o ataque, os canadianos têm debatido sobre os eventos, sua
importância e a motivação de Lépine. Muitos políticos e grupos
feministas caracterizaram o evento como um caso de feminicídio representativo da violência contra a mulher presente de forma mais extensa na sociedade canadiana. Seguindo essa linha de raciocínio, em 1991 o Parlamento do Canadá estabeleceu o aniversário do massacre como Dia Nacional de Memória e Combate à Violência contra a Mulher.
Há quem afirme, no entanto, que o massacre foi a ação isolada de um
louco, desconexa de maiores questões sociais. Estes argumentam que o abuso
sofrido por Lépine na infância levou-o a desenvolver um distúrbio
mental. Outros culpam os media (por glamourizar a violência) e o governo
pelo massacre (por sujeitar as comunidades de imigrantes à pobreza, à
segregação à alienação social).