O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Jorge Tuna, de nome completo Jorge Manuel Casqueiro Lopo Tuna, nascido
em 1 de julho de 1937, aqui numa foto a abrir uma interessante
entrevista dada a Baptista-Bastos, inserta no livro Fado Falado, da
coleção Um Século de Fado, da Ediclube, saído em 1999. A foto é de José
Santos. Jorge Tuna começou a tocar guitarra em Coimbra no ano de 1952.
Licenciou-se em Medicina.
Artur Paredes (Coimbra, 10 de maio de 1899 - Lisboa, 20 de dezembro de 1980) foi um compositor e intérprete de guitarra portuguesa.
É por muitos considerado o criador de uma sonoridade própria para a
guitarra de Coimbra, distinguindo-a assim da guitarra de Lisboa. Ele
nasceu numa família de músicos, o seu pai era o também guitarrista Gonçalo Paredes, que também era compositor. O seu filho foi Carlos Paredes, nascido em 1925, que também se tornou guitarrista. Artur Paredes revolucionou a afinação e o estilo de acompanhamento para o Fado de Coimbra, acrescentando o seu nome aos músicos mais progressistas e inovadores.
Foi um dos grandes guitarristas e é um símbolo ímpar da cultura portuguesa. É um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra portuguesa e grande compositor. Carlos Paredes é um guitarrista que para além das influências dos seus antepassados - pai, avô, e tio, tendo sido o pai, Artur Paredes, o grande mestre da guitarra de Coimbra - mantém um estilo coimbrão, a sua guitarra é de Coimbra, e própria afinação era a do Fado de Coimbra. A sua vida em Lisboa marcou-o e inspirou-lhe muitos dos seus temas e composições. Ficou conhecido como O mestre da guitarra portuguesa ou O homem dos mil dedos.
Biografia
Filho do famoso compositor e guitarrista, mestre Artur Paredes, neto e bisneto de guitarristas, Gonçalo Paredes e António Paredes, começou a estudar guitarra portuguesa
aos quatro anos com o seu pai, embora a mãe preferisse que o filho
se dedicasse ao piano; frequenta o Liceu Passos Manuel, começando
também a ter aulas de violino na Academia de Amadores de Música. Na sua última entrevista, recorda: "Em pequeno, a minha mãe, coitadita, arranjou-me duas professoras de violino e piano. Eram senhoras muito cultas, a quem devo a cultura musical que tenho".
Em 1934, a família muda-se para Lisboa, o pai era funcionário do BNU e
vem transferido para a capital. Abandona a aprendizagem do violino para se dedicar, sob a orientação do pai, completamente à guitarra. Carlos Paredes fala com saudades
desses tempos: "Neste anos, creio que inventei muita coisa. Criei
uma forma de tocar muito própria, que é diferente da do meu pai e do
meu avô".
Carlos Paredes inicia em 1949 uma colaboração regular num programa de Artur Paredes na Emissora Nacional
e termina os estudos secundários num colégio particular. Não chega a
concluir o curso liceal e inscreve-se nas aulas de canto da
Juventude Musical Portuguesa, tornando-se, em 1949, funcionário
administrativo do Hospital de São José.
Em 1958, é preso pela PIDE por fazer oposição a Salazar, é acusado de pertencer ao Partido Comunista Português,
do qual era de facto militante, sendo libertado no final de 1959 e
expulso da função pública, na sequência de julgamento. Durante este
tempo andava de um lado para o outro da cela fingindo tocar música, o
que levou os companheiros de prisão a pensar que estaria louco - de
facto, o que ele estava a fazer, era compor músicas, na sua cabeça.
Quando voltou para o local onde trabalhava no Hospital, uma das
ex-colegas, Rosa Semião, recorda-se da mágoa
do guitarrista devido à denúncia de que foi alvo: «Para ele foi uma
traição, ter sido denunciado por um colega de trabalho do hospital. E
contudo, mais tarde, ao cruzar-se com um dos homens que o denunciou,
não deixou de o cumprimentar, revelando uma enorme capacidade de
perdoar!»
Em 1962, é convidado pelo realizador Paulo Rocha, para compor a banda sonora do filme Os Verdes Anos:
«Muitos jovens vinham de outras terras para tentarem a sorte em
Lisboa. Isso tinha para mim um grande interesse humano e serviu de
inspiração a muitas das minhas músicas. Eram jovens completamente
marginalizados, empregadas domésticas, de lojas - Eram precisamente
essas pessoas com que eu simpatizava profundamente, pela sua
simplicidade». Recebeu um reconhecimento especial por “Os Verdes Anos”.
Tocou com muitos artistas, incluindo Charlie Haden, Adriano Correia de Oliveira e Carlos do Carmo. Escreveu muitas músicas para filmes e em 1967 gravou o seu primeiro LP "Guitarra Portuguesa".
Quando os presos políticos foram libertados depois do 25 de Abril de 1974,
eram vistos como heróis. No entanto, Carlos Paredes sempre recusou
esse estatuto, dado pelo povo. Sobre o tempo que foi preso nunca
gostou muito de comentar. Dizia «que havia pessoas, que sofreram mais
do que eu!». Ele é reintegrado no quadro do Hospital de São José e
percorre o país, atuando em sessões culturais, musicais e políticas
em simultâneo, mantendo sempre uma vida simples, e por incrível que
possa parecer, a sua profissão de arquivista de radiografias. Várias
compilações de gravações de Carlos Paredes são editadas, estando
desde 2003 a sua obra completa reunida numa caixa de oito CDs.
A sua paixão pela guitarra era tanta que, conta que certa vez, a sua guitarra se perdeu numa viagem de avião e ele confessou a um amigo que «pensou em se suicidar».
Uma doença do sistema nervoso central, (mielopatia), impediu-o de tocar durante os últimos 11 anos da sua vida. Morreu a 23 de julho de 2004 na Fundação Lar Nossa Senhora da Saúde, em Lisboa, sendo decretado Luto Nacional.
"Quando eu morrer, morre a guitarra também.
O meu pai dizia que, quando morresse, queria que lhe partissem a guitarra e a enterrassem com ele.
Eu desejaria fazer o mesmo. Se eu tiver de morrer.”
Artur Paredes (Coimbra, 10 de maio de 1899 - Lisboa, 20 de dezembro de 1980) foi um compositor e intérprete de guitarra portuguesa.
Considerado o criador de uma sonoridade própria para a guitarra de
Coimbra, distinguindo-a assim da guitarra de Lisboa, nasceu numa família
de músicos, pois o seu pai era o também guitarrista Gonçalo Paredes, também compositor. O seu filho foi Carlos Paredes, nascido em 1925, que também se tornou guitarrista. Artur Paredes revolucionou a afinação e o estilo de acompanhamento para a canção/fado de Coimbra, acrescentando o seu nome aos autores mais progressistas e inovadores.
Jorge Gomes nasceu em Coimbra em 19 de julho de 1941. Tendo começado por aprender viola aos 15 anos, o seu
contributo tem sido notável no ensino da Guitarra de Coimbra – cordofone
que toca desde 1957. Foi, porém, a partir de 1971, que a sua faceta de
professor de Guitarra se começou a impor: inicialmente em sua casa e
depois pelo FAOJ, ACM, Escola do Chiado (ligada à Câmara Municipal),
Tuna Académica e Secção de Fado da AAC. No fundo são 50 anos a ensinar
em 80 anos de vida!
Estudioso e
executante da obra de Artur Paredes, Jorge Gomes é um verdadeiro
pedagogo na transmissão aos mais novos da vivência humana e académica
que deve marcar a aprendizagem da Guitarra de Coimbra, valorizando o
espírito de fraternidade e de solidariedade que deve existir entre
todos.
Aos alunos, Gomes
deixa-os livres: «Dou o meu parecer crítico, até porque é inevitável,
senão não era bom transmissor. E aguço-lhes o ânimo para tentarem,
realmente, fazer as coisas com pés e cabeça, lembrando-lhes que não se
podem desligar nunca da referência cultural coimbrã. Podem andar às
voltas ou subir em espiral, mas têm que manter, pelo menos, o mínimo
cultural que liga aquilo que estão a fazer à obra cultural de Coimbra.
Aquilo que define tem que ficar, depois façam o que entenderem» (Jornal
de Coimbra, 21 Maio, 1997).
O
facto é que Mestre Jorge Gomes, nas suas aulas, limita-se a fornecer as
"ferramentas” que são a base da escola guitarrística de Coimbra e que,
para ele, estão em Artur Paredes. Quem quiser, mais tarde, executar
outros autores estará, segundo ele, habilitado a fazê-lo e bem. Segundo
Gomes, e em relação aos seus aprendizes, «o meu objetivo é dar-lhes
conhecimentos para que sejam auto-suficientes, (…) esforçá-los a dominar
a técnica, (…) orientá-los nesse caminho e depois deixá-los criar»
(Jornal de Coimbra, 25.07.1990).
Mestre
Jorge Gomes é o único e grande responsável pelo forte impulso e difusão
que a Guitarra de Coimbra sofreu a partir do último quartel do século
XX e Coimbra deve-lhe um reconhecimento pelo facto desta Guitarra ter
recomeçado a ser executada pelas novas gerações surgidas após o 25 de abril de 1974.
Jorge Tuna, de nome completo Jorge Manuel Casqueiro Lopo Tuna, nascido
em 1 de julho de 1937, aqui numa foto a abrir uma interessante
entrevista dada a Baptista-Bastos, inserta no livro Fado Falado, da
coleção Um Século de Fado, da Ediclube, saído em 1999. A foto é de José
Santos. Jorge Tuna começou a tocar guitarra em Coimbra no ano de 1952.
Licenciou-se em Medicina.
Artur Paredes (Coimbra, 10 de maio de 1899 - Lisboa, 20 de dezembro de 1980) foi um compositor e intérprete de guitarra portuguesa.
É por muitos considerado o criador de uma sonoridade própria para a
guitarra de Coimbra, distinguindo-a assim da guitarra de Lisboa. Ele
nasceu numa família de músicos, o seu pai era o também guitarrista Gonçalo Paredes, que também era compositor. O seu filho foi Carlos Paredes, nascido em 1925, que também se tornou guitarrista. Artur Paredes revolucionou a afinação e o estilo de acompanhamento para o Fado de Coimbra, acrescentando o seu nome aos músicos mais progressistas e inovadores.
Foi um dos grandes guitarristas e é um símbolo ímpar da cultura portuguesa. É um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra portuguesa e grande compositor. Carlos Paredes é um guitarrista que para além das influências dos seus antepassados - pai, avô, e tio, tendo sido o pai, Artur Paredes, o grande mestre da guitarra de Coimbra - mantém um estilo coimbrão, a sua guitarra é de Coimbra, e própria afinação era do Fado de Coimbra. A sua vida em Lisboa marcou-o e inspirou-lhe muitos dos seus temas e composições. Ficou conhecido como O mestre da guitarra portuguesa ou O homem dos mil dedos.
Biografia
Filho do famoso compositor e guitarrista, mestre Artur Paredes, neto e bisneto de guitarristas, Gonçalo Paredes e António Paredes, começou a estudar guitarra portuguesa
aos quatro anos com o seu pai, embora a mãe preferisse que o filho
se dedicasse ao piano; frequenta o Liceu Passos Manuel, começando
também a ter aulas de violino na Academia de Amadores de Música. Na sua última entrevista, recorda: "Em pequeno, a minha mãe, coitadita, arranjou-me duas professoras de violino e piano. Eram senhoras muito cultas, a quem devo a cultura musical que tenho".
Em 1934, a família muda-se para Lisboa, o pai era funcionário do BNU e
vem transferido para a capital. Abandona a aprendizagem do violino para se dedicar, sob a orientação do pai, completamente à guitarra. Carlos Paredes fala com saudades
desses tempos: "Neste anos, creio que inventei muita coisa. Criei
uma forma de tocar muito própria, que é diferente da do meu pai e do
meu avô".
Carlos Paredes inicia em 1949 uma colaboração regular num programa de Artur Paredes na Emissora Nacional
e termina os estudos secundários num colégio particular. Não chega a
concluir o curso liceal e inscreve-se nas aulas de canto da
Juventude Musical Portuguesa, tornando-se, em 1949, funcionário
administrativo do Hospital de São José.
Em 1958, é preso pela PIDE por fazer oposição a Salazar, é acusado de pertencer ao Partido Comunista Português,
do qual era de facto militante, sendo libertado no final de 1959 e
expulso da função pública, na sequência de julgamento. Durante este
tempo andava de um lado para o outro da cela fingindo tocar música, o
que levou os companheiros de prisão a pensar que estaria louco - de
facto, o que ele estava a fazer, era compor músicas, na sua cabeça.
Quando voltou para o local onde trabalhava no Hospital, uma das
ex-colegas, Rosa Semião, recorda-se da mágoa
do guitarrista devido à denúncia de que foi alvo: «Para ele foi uma
traição, ter sido denunciado por um colega de trabalho do hospital. E
contudo, mais tarde, ao cruzar-se com um dos homens que o denunciou,
não deixou de o cumprimentar, revelando uma enorme capacidade de
perdoar!»
Em 1962, é convidado pelo realizador Paulo Rocha, para compor a banda sonora do filme Os Verdes Anos:
«Muitos jovens vinham de outras terras para tentarem a sorte em
Lisboa. Isso tinha para mim um grande interesse humano e serviu de
inspiração a muitas das minhas músicas. Eram jovens completamente
marginalizados, empregadas domésticas, de lojas - Eram precisamente
essas pessoas com que eu simpatizava profundamente, pela sua
simplicidade». Recebeu um reconhecimento especial por “Os Verdes anos”.
Tocou com muitos artistas, incluindo Charlie Haden, Adriano Correia de Oliveira e Carlos do Carmo. Escreveu muitas músicas para filmes e em 1967 gravou o seu primeiro LP "Guitarra Portuguesa".
Quando os presos políticos foram libertados depois do 25 de Abril de 1974,
eram vistos como heróis. No entanto, Carlos Paredes sempre recusou
esse estatuto, dado pelo povo. Sobre o tempo que foi preso nunca
gostou muito de comentar. Dizia «que havia pessoas, que sofreram mais
do que eu!». Ele é reintegrado no quadro do Hospital de São José e
percorre o país, actuando em sessões culturais, musicais e políticas
em simultâneo, mantendo sempre uma vida simples, e por incrível que
possa parecer, a sua profissão de arquivista de radiografias. Várias
compilações de gravações de Carlos Paredes são editadas, estando
desde 2003 a sua obra completa reunida numa caixa de oito CDs.
A sua paixão pela guitarra era tanta que, conta que certa vez, a sua guitarra se perdeu numa viagem de avião e ele confessou a um amigo que «pensou em se suicidar».
Uma doença do sistema nervoso central, (mielopatia), impediu-o de tocar durante os últimos 11 anos da sua vida. Morreu a 23 de julho de 2004 na Fundação Lar Nossa Senhora da Saúde, em Lisboa, sendo decretado Luto Nacional.
"Quando eu morrer, morre a guitarra também.
O meu pai dizia que, quando morresse, queria que lhe partissem a guitarra e a enterrassem com ele.
Eu desejaria fazer o mesmo. Se eu tiver de morrer.”
Artur Paredes (Coimbra, 10 de maio de 1899 - Lisboa, 20 de dezembro de 1980) foi um compositor e intérprete de guitarra portuguesa.
Considerado o criador de uma sonoridade própria para a guitarra de
Coimbra, distinguindo-a assim da guitarra de Lisboa, nasceu numa família
de músicos, pois o seu pai era o também guitarrista Gonçalo Paredes, também compositor. O seu filho foi Carlos Paredes, nascido em 1925, que também se tornou guitarrista. Artur Paredes revolucionou a afinação e o estilo de acompanhamento para a canção/fado de Coimbra, acrescentando o seu nome aos autores mais progressistas e inovadores.
Jorge Gomes nasceu em Coimbra em 19 de julho de 1941. Tendo começado por aprender viola aos 15 anos, o seu
contributo tem sido notável no ensino da Guitarra de Coimbra – cordofone
que toca desde 1957. Foi, porém, a partir de 1971, que a sua faceta de
professor de Guitarra se começou a impor: inicialmente em sua casa e
depois pelo FAOJ, ACM, Escola do Chiado (ligada à Câmara Municipal),
Tuna Académica e Secção de Fado da AAC. No fundo são 50 anos a ensinar
em 80 anos de vida!
Estudioso e
executante da obra de Artur Paredes, Jorge Gomes é um verdadeiro
pedagogo na transmissão aos mais novos da vivência humana e académica
que deve marcar a aprendizagem da Guitarra de Coimbra, valorizando o
espírito de fraternidade e de solidariedade que deve existir entre
todos.
Aos alunos, Gomes
deixa-os livres: «Dou o meu parecer crítico, até porque é inevitável,
senão não era bom transmissor. E aguço-lhes o ânimo para tentarem,
realmente, fazer as coisas com pés e cabeça, lembrando-lhes que não se
podem desligar nunca da referência cultural coimbrã. Podem andar às
voltas ou subir em espiral, mas têm que manter, pelo menos, o mínimo
cultural que liga aquilo que estão a fazer à obra cultural de Coimbra.
Aquilo que define tem que ficar, depois façam o que entenderem» (Jornal
de Coimbra, 21 Maio, 1997).
O
facto é que Mestre Jorge Gomes, nas suas aulas, limita-se a fornecer as
"ferramentas” que são a base da escola guitarrística de Coimbra e que,
para ele, estão em Artur Paredes. Quem quiser, mais tarde, executar
outros autores estará, segundo ele, habilitado a fazê-lo e bem. Segundo
Gomes, e em relação aos seus aprendizes, «o meu objetivo é dar-lhes
conhecimentos para que sejam auto-suficientes, (…) esforçá-los a dominar
a técnica, (…) orientá-los nesse caminho e depois deixá-los criar»
(Jornal de Coimbra, 25.07.1990).
Mestre
Jorge Gomes é o único e grande responsável pelo forte impulso e difusão
que a Guitarra de Coimbra sofreu a partir do último quartel do século
XX e Coimbra deve-lhe um reconhecimento pelo facto desta Guitarra ter
recomeçado a ser executada pelas novas gerações surgidas após o 25 de abril de 1974.
Jorge Tuna, de nome completo Jorge Manuel Casqueiro Lopo Tuna, nascido
em 1 de julho de 1937, aqui numa foto a abrir uma interessante
entrevista dada a Baptista-Bastos, inserta no livro Fado Falado, da
coleção Um Século de Fado, da Ediclube, saído em 1999. A foto é de José
Santos. Jorge Tuna começou a tocar guitarra em Coimbra no ano de 1952.
Licenciou-se em Medicina.
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