quarta-feira, julho 01, 2026

Porque hoje é preciso cantar a poesia de Carlos de Oliveira...

 

Livre (não há machado que corte) - Manuel Freire 

Poema de Carlos de Oliveira e música de Manuel Freire

 

Não há machado que corte 

a raiz ao pensamento

não há morte para o vento 

não há morte

 

Se ao morrer o coração 

morresse a luz que lhe é querida 

sem razão seria a vida 

sem razão 

 

Nada apaga a luz que vive 

num amor num pensamento 

porque é livre como o vento 

porque é livre

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