| Cratera | Referência | Coordenadas |
|---|---|---|
| Clustril | Personagem de As Viagens de Gulliver | 60°N 91°W |
| D'Arrest | Heinrich Louis d'Arrest, astrónomo | 39°S 179°W |
| Drunlo | Personagem de As Viagens de Gulliver | 36.5°N 92°W |
| Flimnap | Personagem de As Viagens de Gulliver | 60°N 350°W |
| Grildrig | Personagem de As Viagens de Gulliver | 81°N 195°W |
| Gulliver | Personagem principal de As Viagens de Gulliver | 62°N 163°W |
| Hall | Asaph Hall, descobridor de Fobos | 80°S 210°W |
| Limtoc | Personagem de As Viagens de Gulliver | 11°S 54°W |
| Öpik | Ernst J. Öpik, astrónomo | 7°S 297°W |
| Reldresal | Personagem de As Viagens de Gulliver | 41°N 39°W |
| Roche | Édouard Roche, astrónomo | 53°N 183°W |
| Sharpless | Bevan Sharpless, astrónomo | 27.5°S 154°W |
| Shklovsky | Iosif Shklovsky, astrónomo | 24°N 248°W |
| Skyresh | Personagem de As Viagens de Gulliver | 52.5°N 320°W |
| Stickney | Angeline Stickney, esposa de Asaph Hall | 1°N 49°W |
| Todd | David Peck Todd, astrónomo | 9°S 153°W |
| Wendell | Oliver Wendell, astrónomo | 1°S 132°W |
segunda-feira, agosto 18, 2025
Fobos, o maior satélite de Marte, foi descoberto há 148 anos
Postado por Fernando Martins às 01:48 0 comentários
Marcadores: Angeline Stickney, As Viagens de Gulliver, Asaph Hall, asteróides, astronomia, Fobos, luas, Marte, satélites
Sousa Martins morreu há 128 anos...
Eminente homem que radiou amor, encanto, esperança, alegria e generosidade. Foi amigo, carinhoso e dedicado dos pobres e dos poetas. A sua mão guiou. O seu coração perdoou. A sua boca ensinou. Honrou a medicina portuguesa e todos os que nele procuraram cura para os seus males.
Postado por Fernando Martins às 01:28 0 comentários
Marcadores: Medicina, Sousa Martins, suicídio, tuberculose
Henrique Medina nasceu há 124 anos
Henrique Medina de Barros (Porto, 18 de agosto de 1901 - 30 de novembro de 1988) foi um pintor português, filho de mãe portuguesa e de pai espanhol.
É atualmente considerado o principal retratista português do século XX.
Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
Marcadores: Henrique Medina, pintura
Idea Vilariño nasceu há 105 anos...
Si muriera esta noche
Si muriera esta noche
si pudiera morir
si me muriera
si este coito feroz
interminable
peleado y sin clemencia
abrazo sin piedad
beso sin tregua
alcanzara su colmo y se aflojara
si ahora mismo
si ahora
entornando los ojos me muriera
sintiera que ya está
que ya el afán cesó
y la luz ya no fuera un haz de espadas
y el aire ya no fuera un haz de espadas
y el dolor de los otros y el amor y vivir
y todo ya no fuera un haz de espadas
y acabara conmigo
para mí
para siempre
y que ya no doliera
y que ya no doliera.
Idea Vilariño
Postado por Fernando Martins às 01:05 0 comentários
Marcadores: Idea Vilariño, poesia, Uruguai
Mika comemora hoje 42 anos
Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
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Antonio Salieri nasceu há 275 anos
Antonio Salieri (Legnago, 18 de agosto de 1750 – Viena, 7 de maio de 1825), foi um compositor de ópera italiano. Foi o compositor oficial da Corte de José II, Arquiduque da Áustria. A sua música foi bastante conhecida na sua época. As lendas a respeito do seu mau relacionamento com Wolfgang Amadeus Mozart, com quem conviveu em Viena até à morte deste, foram criadas pela peça de teatro de Peter Shaffer, adaptada para o cinema, sob direção de Milos Forman, com o título Amadeus. O filme, vencedor de oito Óscares, em 1984, retrata um Salieri invejoso do génio de Mozart, ao mesmo tempo admirador e que possui um bom talento musical. Tal imagem é resultante da liberdade ficcional dos realizadores, não correspondendo à figura histórica do compositor.
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: Áustria, Itália, Magnificat, Mozart, música, música clássica, Ópera, Salieri
domingo, agosto 17, 2025
Hoje é dia de recordar Carlos Drummond de Andrade...
Memória
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.
Carlos Drummond de Andrade
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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O Imperador Francisco José I nasceu há 195 anos
Francisco José I (em alemão: Franz Joseph I; Palácio de Schönbrunn, Viena, 18 de agosto de 1830 - Palácio de Schönbrunn, Viena, 21 de novembro de 1916) foi Imperador da Áustria (1848-1916), Rei da Hungria (1867-1916) e último governante influente da dinastia dos Habsburgos. Restabeleceu a ordem no Império e restaurou o domínio da Áustria na Confederação Germânica (1849-1850). O seu reinado, que durou 68 anos, é o quarto mais longo da história europeia, depois de Luís XIV de França, de Isabel II do Reino Unido e de João II de Liechtenstein - e o sexto entre os monarcas com reinados mais longos no mundo. É um dos mais famosos monarcas europeus do século XIX, atrás apenas do imperadoro Napoleão I da França.
Postado por Fernando Martins às 19:50 0 comentários
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José de San Martín morreu há 175 anos...
Postado por Fernando Martins às 17:50 0 comentários
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Hoje é um bom dia para ouvir Luiz Goes cantar António Botto...
O Meu Fado - Luiz Goes
Música: Armando do Carmo Goes
Letra: António Tomás Botto
Não me peças mais canções
Porque a cantar vou sofrendo,
Sou como as velas do altar
Que dão luz e vão morrendo.
Tem quatro letras apenas
A triste palavra amor,
Menos uma do que a morte,
Mas mais uma do que a dor.
Postado por Pedro Luna às 12:08 0 comentários
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Poema adequado à data...
Que um dia
Em San Lourenço da Montaria
Uma rã pediu a Deus para ser grande como um boi
A rã foi
Deus é que rebentou
E ficaram pedras e pedras nos montes à conta da fábula
Ficou aquele ar de coisa sossegada nas ruínas sensíveis
Ficou o desejo que se pega de deixar os dedos pelas arestas das fragas
Ficou a respiração ligeira do alívio do peso de cima
Ficou um admirável vazio azul para crescerem castanheiros
E ficou a capela como um inútil côncavo de virgem
Para dançar à roda o estrapassado e o vira
Na volta do San João d’Arga
Não sei se é bem assim em San Lourenço da Montaria
Sei que isto é mesmo assim em San Lourenço da Montaria
O resto não tem importância
O resto é que tem importância em San Lourenço da Montaria
O resto é a Deolinda
Dança os amores que não teve
Tem o fôlego do hálito alheio que lhe faltou a amolecer a carne
Seca como a da penedia
O resto é o verde que sangra nos beiços grossos de apetecerem ortigas
O resto são os machos as fêmeas e a paisagem é claro
Como não podia deixar de ser
As raízes das árvores à procura de merda na terra ressequida
Os bichos à procura dos bichos para fazerem mais bichos
Ou para comerem outros bichos
Os tira-olhos as moscas as ovelhas de não pintar
E o milho nos intervalos
Todas estas informações são muito mais poema do que parecem
Porque a poesia não está naquilo que se diz
Mas naquilo que fica depois de se dizer
Ora a poesia da Serra d’Arga não tem nada com as palavras
Nem com os montes nem com o lirismo fácil
De toda a poesia que por lá há
A poesia da Serra d’Arga está no desejo de poesia
Que fica depois da gente lá ter ido
Ver dançar a Deolinda
Depois da gente lá ter caçado rãs no rio
Depois da gente ter sacudido as varejeiras dos mendigos
Que também foram à romaria
As varejeiras põem as larvas nos buracos da pele dos mendigos
E da fermentação
Nascem odores azedos padre-nossos e membros mutilados
É assim na Serra d’Arga
Quando canta Deolinda
E vem gente de longe só para a ouvir cantar
Nesses dias
as larvas vêem-se menos
Pois o trabalho que têm é andar por debaixo das peles
A prepararem-se para voar
Quanto aos mendigos é diferente
A sua maneira de aparecer
Uns nascem já mendigos com aleijões e com as rezas sabidas
Do ventre mendigo materno
Outros é quando chupam o seio sujo das mães
Que apanham aquela voz rouca e as feridas
Outros então é em consequência das moscas e das chagas
Que vão à mendicidade
Não mo contou a Deolinda
Que só conta de amores
E só dança de cores
E só fala de flores
A Deolinda
Mas sabe-se na serra que há uma tribo especial de mendigos
Que para os criar bem
Lhes põem desde pequenos os pés na lama dos pauis
Regando-os com o esterco dos outros
Enquanto ali estão a criar as membranas que valem a pena
Vão os mais velhos ensinando-lhes as orações do agradecimento
Eles aprendem
Ao saberem tudo
Nasce de propósito um enxame de moscas para cada um
Todas as moscas que há no Minho
Se geraram nos mendigos ou para eles
E é por isso que têm as patinhas frias e peganhosas
Quando pousam em nós
E é por isso que aquele zumbido de vai-vem
Das moscas da Serra d’Arga
Ainda lembra a mastigação de lamúrias pelas alminhas do Purgatório
Em San Lourenço da Montaria
Este poema não tem nada que ver com os outros poemas
Nem eu quero tirar conclusões com os poetas nos artigos de fundo
Nem eu quero dizer que sofri muito ou gozei
Ou simplesmente achei uma maçada
Ou sim mas não talvez quem dera
Viva Deus-Nosso-Senhor
Este poema é como as moscas e a Deolinda
De San Lourenço da Montaria
E nem sequer lá foi escrito
Foi escrito conscienciosamente na minha secretária
Antes de eu o passar à máquina
Etc. que não tenho tempo para mais explicações
É que eu estava a falar dos mendigos e das moscas
E não disse
Contagiado pelo ar fino de San Lourenço da Montaria
Que tudo é assim em todos os dias do ano
Mas aos sábados e nos dias de romaria
Os mendigos e as moscas deles repartem-se melhor
São sempre mais
E creio de propósito
Ser na sexta-feira à noite
Que as mendigas parem aquela quantidade de mendigozinhos
Com que se apresentam sempre no dia da caridade
Elas parem-nos pelo corpo todo
Pois a carne
De tão amolecida pelos vermes
Não tem exigências especiais
E porque assim acontece
Todos os meninos nascidos deste modo têm aquele ar de coisa mole
Que nunca foi apertada
Os mendigos fazem parte de todas as paisagens verdadeiras
Em San Lourenço da Montaria
Além deles há a bosta dos bois
Os padres
O ar que é lindo
Os pássaros que comem as formigas
Algumas casas às vezes
Os homens e as mulheres
Por isso tudo ali parece ter sido feito de propósito
Exactamente de propósito
Exactamente para estar ali
E é por isso que se tiram as fotografias
Por isso tudo ali é naturalmente
Duma grande crueldade natural
Os meninos apertam os olhos das trutas
Que vêm da água do rio
Para elas estrebucharem com as dores e mostrarem que ainda estão vivas
Os homens beliscam o cu das mulheres para que elas se doam
E percebam assim que lhes agradam
Os animais comem-se uns aos outros
As pessoas comem muito devagar os animais e o pão
E as árvores essas
Sorvem monstruosamente pelas raízes tudo o que podem apanhar
Assim acaba este poema da Serra d’Arga
Onde ontem vi rachar uma árvore e me deu um certo gozo aquilo
Parecia a queda dum regímen
Tudo muito assim mesmo lá em cima
E cá em baixo dois suados à machadada
Ao cair o barulho parecia o duma coisa muito dolorosa
Mas no buraco do sítio da árvore
Na mata de pinheiral
O azul do céu emoldurado ainda era mais bonito
Em San Lourenço da Montaria
António Pedro
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: António Pedro, literatura, pintura, poesia, Surrealismo
João Donato nasceu há noventa e um anos...
Morreu em 17 de julho de 2023, aos 88 anos, no Rio de Janeiro. O artista enfrentava uma série de problemas de saúde e, recentemente, tratou uma infeção nos pulmões. Em junho, conforme publicado pelo filho Donatinho, ele esteve internado na Casa de Saúde São José no Rio.
Postado por Fernando Martins às 09:10 0 comentários
Marcadores: Bossa nova, Brasil, Flor de Maracujá, jazz fusion, João Donato, MPB, música
Robert De Niro nasceu há 82 anos
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: actor, cinema, Óscar, Robert De Niro
Eugénio de Castro morreu há oitenta e um anos...
Teu corpo de âmbar, gótico, afilado,
Sempre velado de cheirosos linhos,
Teu corpo, aprilino prado,
Por onde o meu desejo, pastor brando,
Risonho há-de viver, pastoreando
Meus beiços, desinquietos cordeirinhos,
Teu corpo é esbelto, ó zagaia esguia,
Como as harpas que o pai de Salomão tangia!
Teu corpo eléctrico, ogival,
Núbil, sequinho, perturbante,
É uma dispensa real:
Os teus olhos são duas cabacinhas
Cheias dum vinho estonteante
Os teus dentes são alvas camarinhas,
Os teus dedos, suavíssimos espargos,
E os teus seios, pêssegos verdes mas não amargos.
Lira de nervos, glória das trigueiras,
Como tu és graciosa! As laranjeiras,
Desde que viste o sol com esses sóis amados,
Só vinte vezes perfumaram noivados!
Nobre e graciosa és, morena das morenas,
Como as senhoras de olhos belos,
Que passeavam nos jardins de Atenas
Com uma cigarra de ouro nos cabelos!
Como tu, eu sou moço! e atrevido
Com Anceu, rei de Samos,
E jamais caçador me fez vencido,
Quando, caçando o javali, ando entre os ramos.
O meu peito é de jaspe, a minha voz macia,
Meus olhos ágeis e dourados como abelhas,
E, para que as colhas, minha boca sadia
E um orvalhado cabazinho de groselhas.
Novos e alegres somos! Ah! que em breve
Nossas bocas se colem voluptuosas;
Vamos sonhar e toucar-nos de rosas,
Enquanto há sol, enquanto não cai neve!
Não te demores,
Ó cheia de graça,
Que os dias correm voadores,
E a mocidade passa...
A mocidade passa... e, um dia, ó meus pecados,
A tua boca vermelha Será uma rosa velha,
E minhas mãos uns lírios fanados...
E então, velhinhos combalidos,
Como dois galhos ressequidos
Sem folhas e sem pomos,
Lembrar-nos-emos do que hoje somos,
Ó maravilha
De graciosidade!
Como dum filho e duma filha
Que nos morressem na flor da idade!
in Silva (1894) - Eugénio de Castro
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: Eugénio de Castro, poesia, Simbolismo
Kevin Rowland, vocalista dos Dexys Midnight Runners, celebra hoje 72 anos
Kevin Rowland (Wednesfield, Wolverhampton, 17 August 1953) is a British singer and musician best known as the frontman for the pop band Dexys Midnight Runners (currently called Dexys). The band had several hits in the early 1980s, the most notable being "Geno" and "Come On Eileen", both of which reached number one on the UK Singles Chart.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 07:20 0 comentários
Marcadores: anos 80, Come On Eileen, Dexys Midnight Runners, Kevin Rowland, música, new wave, pop, punk rock, soul
Peter Fechter, a mais famosa vítima do Muro de Berlim, foi assassinado há 63 anos...
Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
Marcadores: Alemanha, assassinato, Liberdade, Muro de Berlim, Peter Fechter, RDA
Belinda Carlisle celebra hoje 67 anos
Postado por Fernando Martins às 06:07 0 comentários
Marcadores: anos 80, Belinda Carlisle, Heaven Is a Place on Earth, música, new wave, pop, The Go-Go's
O pintor barroco Francesco Albani nasceu há 447 anos
Postado por Fernando Martins às 04:47 0 comentários
Marcadores: barroco, Francesco Albani, Itália, pintura
As tropas napoleónicas sofreram as primeira derrotas, na Guerra Peninsular, há 217 anos
Postado por Fernando Martins às 02:17 0 comentários
Marcadores: Cerco de Saragoça, combate da Roliça, Guerra Peninsular, Invasões Napoleónicas
Mae West nasceu há cento e trinta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 01:32 0 comentários




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