segunda-feira, janeiro 05, 2026
Hoje é dia de ouvir fado de Coimbra...
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Luiz Goes nasceu há noventa e três anos...
(imagem daqui)
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Saudades de Luiz Goes...
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quinta-feira, novembro 27, 2025
O Fado tornou-se Património Cultural Imaterial da Humanidade há catorze anos...!
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quinta-feira, setembro 18, 2025
Saudades de Luiz Goes...
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Porque um Cantor nunca morre, enquanto for recordado...
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Saudade de Luiz Goes...
Cantiga de um Vagabundo - Luiz Goes
pergunta a um velho marinheiro
se uma aventura em cada cais
lhe faz perder o rumo verdadeiro.
a razão de ser da sua cor,
às vezes verde, às vezes cinza…
mas é o céu o seu primeiro amor.
pergunta a um velho vagabundo
se tanta estrada, tanta mulher,
matou de vez o seu primeiro mundo.
se quer abrir em nova madrugada,
se o quase nada que a vida lhe deu
a faz morrer na minha mão fechada.
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Hoje é dia de recordar a melhor voz de Coimbra...
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Luiz Goes partiu há treze anos...
(imagem daqui)
Balada para ninguém - Luiz Goes
Letra - Leonel Neves
Música - João Bagão
Chuva dize-me o que sentes
quando as tuas gotas
caem só no mar
Chuva disse-me o que sentes
se às cisternas rotas
é que vais parar
Pobre chuva sem sementes
Noite dize-me o que sentes
quando em sonhos falas
sem achar ninguém
Noite diz-me o que sentes
quando alguém embalas
mas o dia vem
Triste noite sem correntes
Vento diz-me o que sentes
se é em vão que pedes
velas para inchar
Vento dize-me o que que sentes
se a buscar paredes
só encontras ar
Vento inútil sem batente
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domingo, agosto 17, 2025
Hoje é um bom dia para ouvir Luiz Goes cantar António Botto...
O Meu Fado - Luiz Goes
Música: Armando do Carmo Goes
Letra: António Tomás Botto
Não me peças mais canções
Porque a cantar vou sofrendo,
Sou como as velas do altar
Que dão luz e vão morrendo.
Tem quatro letras apenas
A triste palavra amor,
Menos uma do que a morte,
Mas mais uma do que a dor.
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sábado, agosto 16, 2025
Música para recordar um Poeta...
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sexta-feira, abril 18, 2025
Fado de Coimbra para aliviar uma hora triste...
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segunda-feira, março 24, 2025
Música para celebrar o Dia Nacional do Estudante...
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sexta-feira, março 21, 2025
Andam pela terra os poetas...
Andam pela terra os poetas
Andam p'la terra os poetas,
Dizem que são de ficar
Dizem que são de ficar
São como filhos das ervas.
Andam p'la terra os poetas,
Vivem da luz do luar
Crescem ao som das estrelas
Vivem da luz do luar.
Crescem ao som das estrelas
Vivem da luz do luar.
.
Andam p'la terra os poetas,
Numa canção de embalar
Numa canção de embalar
Moram na brisa das velas.
Andam p'la terra os poetas,
Nas ondas altas do mar
Andam p'la terra os poetas
Nas ondas altas do mar.
Andam p'la terra os poetas
Nas ondas altas do mar.
Voz: Luiz Goes
Compositores:
Letra, Carlos Carranca; Música, João Moura
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terça-feira, março 18, 2025
Hoje é dia de recordar o Patrono de uma Torre de Coimbra...
Esta torre celebrizou-se por ter sido a residência do poeta António Pereira Nobre (1867-1900), quando estudante, no final do século XIX. Daí deriva o nome pelo qual é melhor conhecida hoje, conforme o verso, em uma placa epigráfica, na sua fachada:
- "O poeta aqui viveu no oiro do seu Sonho
- Por isso a Torre esguia o nome veio d'Anto
- Legenda d'Alma Só e coração tristonho
- Que poetas ungiu na graça do seu pranto"
- "Esta Torre de Anto foi assim chamada por António Nobre, o grande poeta do Só, que nela morou e a cantou nos seus versos. E habitou-a mais tarde Alberto d'Oliveira, ilustre escritor e diplomata, o grande amigo de António Nobre e da Coimbra amada."
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terça-feira, fevereiro 04, 2025
Hoje é dia de celebrar umas certas asas...
As Minhas Asas
Eu tinha umas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Que, em me eu cansando da terra,
Batia-as, voava ao céu.
- Eram brancas, brancas, brancas,
Como as do anjo que mas deu:
Eu inocente como elas,
Por isso voava ao céu.
Veio a cobiça da terra,
Vinha para me tentar;
Por seus montes de tesouros
Minhas asas não quis dar.
- Veio a ambição, coas grandezas,
Vinham para mas cortar,
Davam-me poder e glória;
Por nenhum preço as quis dar.
Porque as minhas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Em me eu cansando da terra,
Batia-as, voava ao céu.
Mas uma noite sem lua
Que eu contemplava as estrelas,
E já suspenso da terra,
Ia voar para elas,
— Deixei descair os olhos
Do céu alto e das estrelas...
Vi entre a névoa da terra,
Outra luz mais bela que elas.
E as minhas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Para a terra me pesavam,
Já não se erguiam ao céu.
Cegou-me essas luz funesta
De enfeitiçados amores...
Fatal amor, negra hora
Foi aquela hora de dores!
- Tudo perdi nessa hora
Que provei nos seus amores
O doce fel do deleite,
O acre prazer das dores.
E as minhas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Pena a pena me caíram...
Nunca mais voei ao céu.
Almeida Garrett
Com base no poema do imortal Almeida Garrett, são essas mesmas asas que Coimbra (e a sua música e academia) glosou e cantou, a sua e nossa alma mater, na voz, também imortal, de outro ex-aluno da nossa Universidade, Luiz Goes:
Trazia-me saudoso e triste o rosto,
Assim como quem sofre algum desgosto,
Assim como quem chora de amargura.
Um anjo de asas brancas muito finas,
Sabendo-me infeliz mas inocente,
Cedeu-me as suas asas pequeninas,
Para me ver voar e ser contente.
E as asas de criança, meu tesoiro,
Ao ver-me assim tão triste, iam ao céu...
Tão brandas, tão macias - penas de oiro -
Tão leves como a aragem... como eu!
Cresci. Cresceram culpas juntamente,
Já grandes são as mágoas mais pequenas!
As asas brancas vão-se... e ficam penas!
Não mais voei ao céu nem fui contente
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domingo, janeiro 05, 2025
Hoje é dia de ouvir fado de Coimbra...
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Saudades de Luiz Goes...
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Luiz Goes nasceu há noventa e dois anos...
(imagem daqui)
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quarta-feira, novembro 27, 2024
O Fado tornou-se Património Cultural Imaterial da Humanidade há treze anos...!
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Fernando Martins
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