Poema 15
in Veinte poemas de amor y una canción desesperada (1924) - Pablo Neruda
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Poema 15
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Poema 14 (Juegas todos los días)
Juegas todos los días con la luz del universo.
Sutil visitadora, llegas en la flor y en el agua.
Eres más que esta blanca cabecita que aprieto
como un racimo entre mis manos cada día.
A nadie te pareces desde que yo te amo.
Déjame tenderte entre guirnaldas amarillas.
Quién escribe tu nombre con letras de humo entre las estrellas del sur?
Ah déjame recordarte como eras entonces cuando aún no existías.
De pronto el viento aúlla y golpea mi ventana cerrada.
El cielo es una red cuajada de peces sombríos.
Aquí vienen a dar todos los vientos, todos.
Se desviste la lluvia.
Pasan huyendo los pájaros.
El viento. El viento.
Yo solo puedo luchar contra la fuerza de los hombres.
El temporal arremolina hojas oscuras
y suelta todas las barcas que anoche amarraron al cielo.
Tú estás aquí. Ah tú no huyes
Tú me responderás hasta el último grito.
Ovíllate a mi lado como si tuvieras miedo.
Sin embargo alguna vez corrió una sombra extraña por tus ojos.
Ahora, ahora también, pequeña, me traes madreselvas,
y tienes hasta los senos perfumados.
Mientras el viento triste galopa matando mariposas
yo te amo, y mi alegría muerde tu boca de ciruela.
Cuanto te habrá dolido acostumbrarte a mí,
a mi alma sola y salvaje, a mi nombre que todos ahuyentan.
Hemos visto arder tantas veces el lucero besándonos los ojos
y sobre nuestras cabezas destorcerse los crepúsculos en abanicos girantes.
Mis palabras llovieron sobre ti acariciándote.
Amé desde hace tiempo tu cuerpo de nácar soleado.
Hasta te creo dueña del universo.
Te traeré de las montañas flores alegres, copihues,
avellanas oscuras, y cestas silvestres de besos.
Quiero hacer contigo
lo que la primavera hace con los cerezos.
in Veinte poemas de amor y una canción desesperada (1924) - Pablo Neruda
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O sismo foi sentido em diferentes partes da Terra e produziu um tsunami que afetou diversas localidades ao largo do Oceano Pacífico, como o Havaí e o Japão, e a erupção do vulcão Puyehue. Cerca de 5.700 pessoas perderam a vida e mais de 2 milhões ficaram feridas por causa desta catástrofe. Tsunamis produzidos pelo tremor causaram 62 mortes no Havai e 31 nas Filipinas nas horas seguintes, e réplicas do primeiro abalo puderam ser sentidas durante mais de um ano. Os estragos chegaram a ameaçar seriamente a realização do Campeonato do Mundo FIFA de 1962, já programada para ocorrer no país.
O número de vítimas e os prejuízos deste desastre nunca foram conhecidos com precisão. Diversas estimativas quanto ao número total de mortes diretamente associadas ao sismo e tsunamis foram publicadas, com a USGS a citar estudos e números de 2.231, 3.000 ou 5.700 mortes, enquanto outras fontes usam estimativas de 6.000 mortes. Várias fontes estimam o custo monetário entre 400 milhões e 800 milhões de dólares norte-americanos (equivalentes a 2,9 e 5,8 mil milhões de dólares, aos custos de 2010, corrigidos pelo efeito da inflação).

A área mais afetada foi Valdivia e seus arredores. Nesta cidade do sismo atingiu uma intensidade entre XI e XII na graus na escala de Mercalli. Grande parte dos edifícios desabou imediatamente, enquanto o Rio Calle-Calle inundou as ruas do centro da cidade. Os sistemas de eletricidade e água foram totalmente destruídos. Testemunhas relataram liquefação do solo. Apesar das fortes chuvas de 21 de maio, a cidade estava sem água. O rio ficou castanho com sedimentos de deslizamentos de terra e estava cheio de detritos flutuantes, incluindo casas inteiras. A falta de água potável tornou-se um problema sério em uma das regiões mais chuvosas do Chile.
Um tsunami provocado pela rutura tectónica foi devastador, afetando a costa chilena entre Concepción e Chiloé. Aldeias costeiras, como Toltén, foram atingidas. Em Corral, principal porto de Valdivia, o nível da água subiu 4 metros antes de recuar (às 16.10), arrastando barcos localizados na Baía —principalmente os navios Santiago, San Carlos e Canelos. Às 16h20, uma onda de 8 metros de altura atingiu a costa entre Concepción e Chiloé a mais de 150 Km/h, matando centenas de pessoas de várias localidades. Dez minutos depois o mar recuou, arrastando ruínas de cidades costeiras, uma outra onda de 10 metros foi relatada dez minutos depois. Vários navios foram completamente destruídos, com exceção do Canelos, que encalhou depois de ser arrastado por mais de 1,5 km para o interior de Valdivia.
Dois dias após o terramoto, o vulcão Cordón Caulle, que se localiza perto do vulcão Puyehue, entrou em erupção.
Outros vulcões também podem ter entrado em erupção, mas nenhum foi
registado devido à pouca comunicação no Chile na época. O número
relativamente baixo de vítimas no Chile (5.700 mortos) é explicado em parte pela
baixa densidade populacional na região.
O terramoto provocou inúmeros deslizamentos de terra, principalmente nos íngremes vales glaciais do sul dos Andes.
Nos Andes, a maioria dos deslizamentos ocorreram nas encostas de
montanhas cobertas por florestas em torno da Falha Liquiñe-Ofqui.
Estes deslizamentos de terra não causaram muitas fatalidades nem perdas
económicas significativas porque a maioria das áreas estavam
desabitadas, com apenas algumas estradas.
Um deslizamento de terra causou destruição e alerta após o bloqueio do Lago Riñihue. Aproximadamente 100 quilómetros ao sul do lago, os deslizamentos nas montanhas em torno do rio de Golgol causaram um bloqueio que fez o rio represar muita água; algum tempo depois a "represa" rebentou e criou uma inundação que desceu em direção ao lago de Puyehue. Os deslizamentos em torno do rio de Golgol destruíram parte da Ruta CH-215, que se liga a Bariloche, na Argentina, através do Passo Cardenal Antonio Samoré.
Tsunami
Após os eventos ocorridos em Valdivia, uma onda cruzou o Oceano Pacífico. Quase 15 horas depois, um tsunami de 10 metros de altura atingiu a cidade de Hilo no Havaí, mais de 10 000 km de distância do epicentro, matando 61 pessoas. Eventos semelhantes foram registrados no Japão, Filipinas, Ilha de Páscoa, no oeste dos Estados Unidos, Nova Zelândia, Samoa e Ilhas Marquesas.
A costa chilena foi devastada por um tsunami desde a Ilha Mocha até a região de Aisén.
Em todo o sul do Chile, o tsunami causou uma enorme perda de vidas,
danos à infra-estrutura portuária e a perda de um grande número de
embarcações menores. Mais ao norte, o porto de Talcahuano não sofreu nenhum dano maior, apenas algumas inundações. Alguns rebocadores e pequenos veleiros encalharam em Rocuant Island perto de Talcahuano.
Após o terramoto de 21 de maio em Concepción, pessoas em Ancud buscaram refúgio em barcos. Um barco carabinero, Gloria, estava rebocando alguns desses barcos (que estavam abrigando as pessoas) quando o segundo terremoto ocorreu no dia 22 de maio. Como o mar recuou Gloria encalhou entre Cerro Guaiguén e Cochinos Island. Minutos depois uma onda do tsunami fê-lo naufragar.
No Rio Valdivia e na Baía do Corral vários navios naufragaram devido ao terramoto, entre eles Argentina, Canelos, Carlos Haverbeck, Melita e os restos recuperados de Penco. Canelos que havia ancorado em Corral,
estava cheio de carga de madeira e outros produtos destinados ao norte
do Chile quando o terramoto o atingiu. Após horas de ronda ao redor na
baía do Corral e do rio de Valdivia o navio foi destruído e
subsequentemente abandonado por sua equipe às 18.00. Dois homens a bordo
de Canelos morreram no incidente. Até 2000, os restos de Canelos ainda estavam visíveis. Santiago,
outro navio ancorado em Corral no momento do terramoto, conseguiu
deixar Corral em mau estado, mas naufragou na costa da ilha de Mocha, no
dia 24 de maio.
Na cidade costeira de Queule, um carabinero informou que centenas de pessoas estavam mortas ou desaparecidas alguns dias depois do tsunami. Os historiadores Yoselin Jaramillo e Ismael Basso relatam que as pessoas em Queule décadas mais tarde conheciam cerca de 50 pessoas que morreram por causa do terramoto e tsunami.

Hilo no Havaí, após o tsunami
Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
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Roberto Bolaño Ávalos (Santiago do Chile, 28 de abril de 1953 - Barcelona, 15 de julho de 2003) foi um escritor chileno, vencedor do Prémio Rómulo Gallegos por seu romance Os Detetives Selvagens, que ele descreveu como uma carta de despedida à sua geração. Bolaño foi considerado por seus pares o mais importante autor latino-americano de sua geração.
O romance póstumo do autor, 2666, lançado originalmente em 2004, é considerado a sua magnum opus, tendo sido altamente aclamado pela crítica especializada desde então.
in Wikipédia
RESURRECCIÓN
La poesía entra en el sueño
como un buzo en un lago.
La poesía, más valiente que nadie,
entra y cae
a plomo
en un lago infinito como Loch Ness
o turbio e infausto como el lago Balatón.
Contempladla desde el fondo:
un buzo
inocente
envuelto en las plumas
de la voluntad.
La poesía entra en el sueño
como un buzo muerto
en el ojo de Dios.
Roberto Bolaño
Ressurreição
A poesia entra no sonho
como no lago um mergulhador.
A poesia, valente como ninguém,
entra e cai
a prumo
num lago infinito como Loch Ness
ou turvo e infausto como o lago Balatón.
Contemplai-a lá do fundo,
um mergulhador
inocente
envolto nas penas
da vontade.
A poesia entra no sonho
como no olho de Deus
um mergulhador morto.
Roberto Bolaño - tradução Albino M.
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
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De regresso ao Chile é expulso da Juventude Comunista, adere ao Partido Socialista Chileno e tornou-se membro da guarda pessoal do presidente Salvador Allende. No golpe militar do dia 11 de Setembro de 1973, que levou ao poder o ditador general Augusto Pinochet, Luís Sepúlveda encontrava-se no Palácio de La Moneda a fazer guarda ao Presidente Allende.
Membro ativo da Unidade Popular chilena nos anos 70, teve de abandonar o país após o golpe militar de Augusto Pinochet. Viajou e trabalhou no Brasil, Uruguai, Paraguai e Peru. Viveu no Equador entre os índios Shuar, participando numa missão de estudo da UNESCO. Sepúlveda era, na altura, amigo de Chico Mendes, herói da defesa da Amazónia. Dedicou a Chico Mendes O Velho Que Lia Romances de Amor, o seu maior sucesso. Na Nicarágua integrou as brigadas sandinistas. Emigrou, por fim, para a Alemanha, onde viveu por 14 anos e casou pela segunda vez, com Margarita Seven. Depois de separar-se, mudou-se para Paris e depois para Gijón, onde reencontrou a sua primeira mulher, a poetisa chilena Carmen Yáñez, e viveu o resto de sua vida.
A 29 de fevereiro de 2020, foi diagnosticado com COVID-19, tornando-se o primeiro caso diagnosticado com a doença na região das Astúrias. O caso foi notado de forma particular em Portugal, pois o escritor havia participado, poucos dias antes, no festival literário "Correntes d' Escritas", na Póvoa de Varzim, que teve lugar entre 18 e 23 de fevereiro. A 16 de abril de 2020 o escritor morreu, vitima da doença.
Obras
Prémios e distinções
Luis Sepúlveda recebeu, entre outros, os seguintes prémios literários:
PALABRAS PARA EL VIAJERO INCONCLUSO
Perdón.
En silencio te digo
perdón por estos días.
Perdón.
Pero no he sido yo quien los marcó
a fuego sobre los calendarios,
ni fui yo, te lo juro,
quien degolló el canto de los gallos
sobre los relojes. Viajero,
te digo adiós antes de que llegues,
antes de que me pidas un miserable sitio
para dejar tu sombra, una baldosa limpia
para dejar tus lágrimas y escupos.
Te digo adiós antes de que llegues,
antes de que me acusen estas manos
y veas por mis ojos el inmenso dolor de tu presencia.
Te digo adiós, es cierto, y ya no puedo
despedir el amargo sabor de otra derrota,
de este nuevo fracaso tan armónicamente rutinario.
Te digo adiós antes de que llegues,
pero no soy culpable de este mundo
tan lleno de cadenas y de cruces.
Yo no tuve la culpa de llegar
a conocerte aquí, en donde mis zapatos
aún no tienen rumbo
y ya son el estiércol de la melancolía.
Te digo adiós antes de que llegues.
En medio de la noche solo mi voz se escucha,
aullando como un lobo por esta perra suerte.
Te digo adiós,
y te pido perdón por mi vergüenza,
perdón por renegar de mi estirpe en tu nombre,
mi estirpe de hombre austral,
mi destino salado,
mi infinita esperanza empobrecida.
Perdón porque he soñado con un nombre,
por pensar que tal vez era posible
ser un par de buenos camaradas.
Perdón,
ya no habrá para ti funeral ni responso,
ni lápida, ni lágrimas, ni cirios,
ni flor ensombrecida.
Apenas si te quedas enterrado,
aquí, único rincón limpio de mi pecho.
Perdón
por haber decidido tu futuro,
y haberlo transformado en un emplasto
de chorros de luz roja al fondo del abismo.
Te digo adiós antes de que llegues,
pero tus pasos suenan como potros salvajes,
pisan,
braman,
estremecen la tierra
igual que un cataclismo.
No quiero huir.
Quiero seguir oyendo tu reclamo silente.
Te digo adiós antes de que llegues,
viajero que te aferras a mi boca,
desesperadamente me muerdes las palabras
y sé que nunca, nunca, me darás tu adiós.
(Quito, exilio, junio de 1978)
Luis Sepúlveda
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
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A oração da mestra
Senhor! Tu que ensinaste, perdoa que eu ensine; que leve o
nome de mestra, que Tu levaste pela Terra.
Dá-me o amor único de minha escola; que nem a queimadura da
beleza seja capaz de roubar-lhe minha ternura de todos os instantes.
Mestre, faz-me perdurável o fervor e passageiro o desencanto.
Arranca de mim este impuro desejo de justiça que ainda me perturba, a
mesquinha insinuação de protesto que sobe de mim quando me ferem.
Não me doa a incompreensão nem me entristeça o esquecimento das que ensine.
Dá-me o ser mais mãe que as mães, para poder amar e defender
como elas o que não é carne de minha carne. Dá-me que alcance
a fazer de uma de minhas crianças meu verso perfeito e a deixar-lhe
cravada minha mais penetrante melodia, para quando meus lábios não cantem mais.
Mostra-me possível teu Evangelho em meu tempo, para que não
renuncie à batalha de cada dia e de cada hora por ele.
Põe em minha escola democrática o resplendor que se discernia sobre
tua roda de meninos descalços.
Faz-me forte, ainda em meu desvalimento de mulher, e de mulher pobre;
faz-me desprezadora de todo poder que não seja puro, de toda pressão
que não seja a de tua vontade ardente sobre minha vida.
Gabriela Mistral
Postado por Pedro Luna às 13:07 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 00:16 0 comentários
Marcadores: Chile, sismo, sismo do Chile de 2010, tsunami
Postado por Fernando Martins às 02:48 0 comentários
Marcadores: América Latina, Argentina, Chile, José de San Martín, libertador, maçonaria, Peru
Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
Marcadores: Chile, Gabriela Mistral, literatura, poesia, Prémio Nobel
Postado por Fernando Martins às 00:19 0 comentários
Marcadores: assassinos, Augusto Pinochet, Chile, ditadores, Golpe de Estado de 11 de setembro, Pinochet
Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
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Em 1966, viajou para a Bolívia, onde realizou apresentações em conjunto com Gilbert Favré e gravou seu último disco: "Ultimas composiciones", considerado como o seu melhor disco, que contém canções como: "Maldigo del alto cielo", "Gracias a la vida", "El albertío", "Run Run se fue pa’l norte" e "Volver a los 17".
Cometeu suicídio em 5 de fevereiro de 1967, na tenda de La Reina.
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Postado por Fernando Martins às 01:08 0 comentários
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Postado por Pedro Luna às 09:30 0 comentários
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Somos cinco mil
en esta pequeña parte de la ciudad.
Somos cinco mil
¿Cuántos seremos en total
en las ciudades y en todo el país?
Solo aquí
diez mil manos siembran
y hacen andar las fábricas.
¡Cuánta humanidad
con hambre, frío, pánico, dolor,
presión moral, terror y locura!
Víctor Jara, «Somos cinco mil»
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
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Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
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