segunda-feira, agosto 17, 2026
José de San Martín morreu há 176 anos...
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sábado, agosto 15, 2026
A Índia tornou-se independente há 79 anos
Independence Day is celebrated annually on 15 August as a public holiday in India commemorating the nation's independence from the United Kingdom on 15 August 1947, the day when the provisions of the Indian Independence Act, which transferred legislative sovereignty to the Indian Constituent Assembly, came into effect. India retained King George VI as head of state until its transition to a republic, when the Constitution of India came into effect on 26 January 1950 (celebrated as Indian Republic Day) and replaced the dominion prefix, Dominion of India, with the enactment of the sovereign law Constitution of India. India attained independence following the independence movement noted for largely non-violent resistance and civil disobedience led by Indian National Congress under the leadership of Mahatma Gandhi.
Independence coincided with the partition of India, in which British India was divided into the Dominions of India and Pakistan; the partition was accompanied by violent riots and mass casualties, and the displacement of nearly 15 million people due to religious violence. On 15 August 1947, the first Prime Minister of India, Jawaharlal Nehru raised the Indian national flag above the Lahori Gate of the Red Fort in Delhi. On each subsequent Independence Day, the incumbent Prime Minister customarily raises the flag and gives an address to the nation. The entire event is broadcast by Doordarshan, India's national broadcaster, and usually begins with the shehnai music of Ustad Bismillah Khan. Independence Day is observed throughout India with flag-hoisting ceremonies, parades and cultural events. It is a national holiday.
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domingo, julho 05, 2026
A independência da Argélia foi há 64 anos
(...)
A crise social chegou ao seu limite, com índices de analfabetismo subindo cada vez mais enquanto que a tomada de terras desapropriou boa parte da população nativa. A Argélia foi obrigada a enfrentar uma guerra prolongada de libertação em virtude da resistência dos colonos franceses, que dominam as melhores terras. Em 1947, a França estende a cidadania francesa aos argelinos e permite o acesso dos muçulmanos aos postos governamentais, mas os franceses da Argélia resistem a qualquer concessão aos nativos. Nesse mesmo ano é fundada a Frente de Libertação Nacional (FLN), para organizar a luta pela independência. Uma campanha de atentados antiárabes (1950-1953) desencadeada por colonos direitistas, tem como reação da FLN uma onda de atentados nas cidades e guerra de guerrilha no campo. Em 1958, rebeldes exilados fundam no Cairo um governo provisório republicano. A intervenção de tropas de elite da metrópole (Legião Estrangeira e paraquedistas) amplia a guerra. Ações terroristas, tortura e deportações caracterizam a ação militar da França. Os nacionalistas e oficiais de ultradireita dão um golpe militar na Argélia em 1958.
No ano seguinte o presidente francês, Charles de Gaulle, concede autodeterminação aos argelinos. Mas a guerra intensifica-se em 1961, pela entrada em ação da organização terrorista de direita OAS (Organização do Exército Secreto), comandada pelo general Salan, um dos protagonistas do golpe de 1958. Ao terrorismo da OAS a FLN responde com mais terrorismo. Nesse mesmo ano fracassam as negociações franco-argelinas, por discordâncias em torno do aproveitamento do petróleo descoberto em 1945. Em 1962 é acertado o Armistício de Evian, com o reconhecimento da independência argelina pela França em troca de garantias aos franceses na Argélia. A República Popular Democrática da Argélia é proclamada em 5 de julho de 1962, após eleições em que a FLN se apresenta como partido único. Ben Bella torna-se o presidente.
A guerra de independência da Argélia fez 400 mil mortos, maioritariamente civis argelinos, para uma população de 10 milhões de habitantes. Entre um e dois milhões de pessoas foram detidas à força pelo exército francês em campos destinados a isolar a FLN da população.
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Música cabo-verdiana, para celebrar o dia da sua independência...
Postado por Pedro Luna às 05:10 0 comentários
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Cabo Verde tornou-se independente há cinquenta e um anos
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As origens históricas nacionais da independência de Cabo Verde podem ser localizadas no final do século XIX e no início do século XX. Foi um processo gradual. Surgiu como uma tentativa de solução para as reivindicações da elite crioula de então, que protestava contra o desleixo e a negligência da metrópole portuguesa em relação ao que se passava em Cabo Verde.
Com o processo de formação nacional, muito cedo a máquina administrativa foi sendo assegurada pelos nascidos em Cabo Verde, ou pelos que já tinham grande identificação com a colónia, com exceção aos cargos elevados como governadores, chefes militares etc., ainda reservados aos representantes da soberania de Portugal. Esta "autossuficiência" administrativa de Cabo Verde estava associada a uma escolarização relativamente desenvolvida e à existência de uma imprensa mais ou menos dinâmica introduzida por Portugal, que contribuíram para o surgimento de uma elite intelectual e burocrática. Esta começou, no século XX, a discutir cada vez mais a questão da independência, gerando um clima de atrito com os representantes da metrópole. Os leitores que acompanhavam a imprensa oficial entendiam que se devia lutar pela independência ou, pelo menos, por uma autonomia honrosa.
O processo de independência cabo-verdiana esteve sempre ligada a Guiné-Bissau, na altura também uma colónia Portuguesa. Em 1956, partidários pela independência de ambos os países formaram o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), estando entre os fundadores vários cabo-verdianos radicados em Guiné-Bissau, tais como Amílcar Cabral (líder do movimento até à sua morte em 1973) Aristides Pereira, e Luís Cabral. O PAIGC tinha como objetivo a lutar contra o que chamavam de "deplorável política ultramarina portuguesa", e eventualmente unir as duas colónias num único sistema político. Ao contrário do que aconteceu em Guiné-Bissau, nunca foram realizadas atividades de guerrilha no território de Cabo Verde. Apesar de o PAIGC ter organizado uma estrutura clandestina nas ilhas, problemas de logística, controlo apertado da PIDE, uma seca prolongada, e a falha do previsto apoio Cubano tornaram impossível uma maior presença do movimento em Cabo Verde.
Com o fim do regime político do Estado Novo em Portugal a 25 de Abril de 1974, foi criada em Cabo Verde a Frente Ampla Nacional e Anticolonial, tendo como objetivo unir os diferentes nacionalistas cabo-verdianos numa única organização. Ao mesmo tempo, ocorreram manifestações pela libertação de prisioneiros políticos encarcerados no campo de concentração do Tarrafal, e o PAIGC começou a enviar os primeiros guerrilheiros para as ilhas.
A 26 de agosto de 1974 foi assinado o Acordo de Argel, que reconheceu formalmente a independência de Guiné-Bissau e “o direito do povo de Cabo Verde à autodeterminação e independência”. A 14 de setembro desse mesmo ano o Presidente da República Portuguesa, António de Spínola, visitou Cabo Verde, tendo sido recebido por manifestações da população (incitada pelo PAIGC) a exigir uma resolução rápida para o problema da independência.
No entanto, Portugal ainda hesitava em entregar poder ao PAIGC devido a vários motivos: a perceção por Spínola e outros políticos (como Mário Soares, que preferia autonomia administrativa semelhante a Açores e Madeira, em vez de independência) de que Cabo Verde era culturalmente mais similar a Portugal do que a Guiné-Bissau, a falta de consenso sobre o PAIGC entre a população cabo-verdiana, e a viabilidade económica do novo estado que atravessava uma seca de 7 anos e era muito dependente de Portugal. Além disso, no contexto da Guerra Fria, a posição geoestratégica de Cabo Verde teria grande interesse para os Estados Unidos, que se poderia opor à independência, visto que o PAIGC era aliado à União Soviética. Em resposta o PAIGC tomou uma posição mais agressiva, tendo havido confrontos entre apoiantes do PAIGC e elementos das forças armadas portuguesas, a PSP, e a Polícia Militar, e tendo sido realizada uma greve da função pública com forte adesão. Ao mesmo tempo, o PAIGC começou a preparar uma possível ação armada no arquipélago (até à demissão de António de Spínola, que levou a uma alteração desses planos).
A 19 de dezembro de 1974 foi assinado um acordo entre o governo Português e o PAIGC que afirmava “o direito do Povo de Cabo Verde à autodeterminação e independência” (artigo 1º), e previa que um governo de transição seria nomeado até à efetivação de independência. Esse governo de transição, liderado por um Alto-Comissário, o almirante Vicente Almeida d’Eça, e composto por elementos apontados pelo PAIGC, tomou posse 12 dias mais tarde. Foi função deste governo começar a lidar com os muitos problemas do país, incluindo a seca, a falta de bens alimentares, o desemprego generalizado, as dificuldades de financiamento, e o regresso de emigrantes vindos de Angola.
A independência foi finalmente declarada, na cidade de Praia, a 5 de julho de 1975, tendo o PAIGC (e o seu sucessor, o PAICV) estabelecido um sistema de partido único que governou as ilhas até 1990, quando as primeiras eleições multipartidárias foram realizadas, e o artigo que considerada o PAICV como a única força política foi removido da Constituição.
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Pico do Fogo, o ponto mais elevado do arquipélago, com 2.829 m, na Ilha do Fogo
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in Wikipédia
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quinta-feira, junho 25, 2026
Moçambique tornou-se independente há cinquenta e um anos
Moçambique, oficialmente designado como República de Moçambique, é um país localizado no sudeste do continente Africano, banhado pelo oceano Índico a leste e que faz fronteira com a Tanzânia ao norte; Maláui e Zâmbia a noroeste; Zimbábue a oeste e Essuatíni e África do Sul a sudoeste. A capital e maior cidade do país é Maputo, anteriormente chamada de Lourenço Marques, durante o domínio português.
Entre o primeiro e o século V, povos bantos migraram de regiões do norte e oeste para essa região. Portos comerciais suaílis e, mais tarde, árabes, existiram no litoral moçambicano até a chegada dos europeus. A área foi reconhecida por Vasco da Gama em 1498 e em 1505 foi anexada pelo Império Português. Depois de mais de quatro séculos de domínio português, Moçambique tornou-se independente a 25 de junho de 1975, transformando-se na República Popular de Moçambique pouco tempo depois. Após apenas dois anos de independência, o país mergulhou numa guerra civil intensa e prolongada, que durou de 1977 a 1992. Em 1994, o país realizou as suas primeiras eleições multipartidárias e manteve-se como uma república presidencial relativamente estável desde então.
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quarta-feira, junho 24, 2026
A Batalha de São Mamede foi há 898 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
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sexta-feira, junho 19, 2026
O Kuwait é independente há 65 anos...!
O Estado do Kuwait é um emirado árabe soberano situado no nordeste da península Arábica na Ásia Ocidental. Faz fronteira com a Arábia Saudita ao sul e ao norte com o Iraque. Encontra-se na costa noroeste do Golfo Pérsico. O nome Kuwait é derivada do árabe "akwat", o plural de "Kout", que significa "fortaleza construída perto da água". O emirado tem uma área de 17.820 quilómetros quadrados e tem uma população de cerca de 2,7 milhões de habitantes.
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Marcadores: independência, Kuwait
domingo, maio 24, 2026
A independência da Eritreia foi há trinta e três anos

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sábado, maio 23, 2026
O Papa reconheceu a independência do Reino de Portugal há 847 anos...!
- Tornar independente o condado;
- Conquistar território aos sarracenos, que ocupavam ainda uma boa parte da península Ibérica.
- "Alexandre, Bispo, Servo dos Servos de Deus, ao Caríssimo filho em Cristo, Afonso, Ilustre Rei dos Portugueses, e a seus herdeiros, in 'perpetuum'. Está claramente demonstrado que, como bom filho e príncipe católico, prestaste inumeráveis serviços a tua mãe, a Santa Igreja, exterminando intrepidamente em porfiados trabalhos e proezas militares os inimigos do nome cristão e propagando diligentemente a fé cristã, assim deixaste aos vindouros nome digno de memória e exemplo merecedor de imitação. Deve a Sé Apostólica amar com sincero afeto e procurar atender eficazmente, em suas justas súplicas, os que a Providência divina escolheu para governo e salvação do povo. Por isso, Nós, atendemos às qualidades de prudência, justiça e idoneidade de governo que ilustram a tua pessoa, tomamo-la sob a proteção de São Pedro e nossa, e concedemos e confirmamos por autoridade apostólica ao teu excelso domínio o reino de Portugal com inteiras honras de reino e a dignidade que aos reis pertence, bem como todos os lugares que com o auxílio da graça celeste conquistaste das mãos dos Sarracenos e nos quais não podem reivindicar direitos os vizinhos príncipes cristãos. E para que mais te fervores em devoção e serviço ao príncipe dos apóstolos S. Pedro e à Santa Igreja de Roma, decidimos fazer a mesma concessão a teus herdeiros e, com a ajuda de Deus, prometemos defender-lha, quanto caiba em nosso apostólico magistério."
Postado por Fernando Martins às 08:47 0 comentários
Marcadores: Igreja Católica, independência, Manifestis probatum, Papa Alexandre III, Reino de Portugal, Tratado de Zamora
quinta-feira, maio 21, 2026
O referendo que levou à independência do Montenegro foi há vinte anos...!
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Montenegro (em montenegrino: Crna Gora / Црна Гора, literalmente "montanha negra") é uma pequena república montanhosa situada nos Balcãs, no sudeste da Europa, que faz fronteira com o mar Adriático a sudoeste, com a Albânia e o Kosovo a sudeste, com a Bósnia e Herzegovina e uma pequena fronteira com a Croácia a noroeste, e com a Sérvia a nordeste. A sua capital é a cidade de Podgoritza.
Entre 1945 e 1991, e desde então até 2003, foi uma das repúblicas constituintes da República Socialista da Jugoslávia e da República Federal da Jugoslávia, respetivamente; desde então e até junho de 2006, foi uma das duas repúblicas que integraram o Estado da Sérvia e Montenegro.
Em 21 de maio de 2006 realizou-se um referendo para determinar a vontade do povo de se tornar independente ou de manter a união com a Sérvia. Os resultados indicaram que 55,5% dos eleitores haviam escolhido a independência, poucas décimas acima dos 55% requeridos pelo referendo. Em 3 de junho de 2006 o parlamento montenegrino declarou oficialmente a independência do novo país, mas só obteve a aceitação da ONU no dia 28 de junho do mesmo ano.
Em 2018, o Montenegro estava em negociações para integrar a União Europeia, após a sua candidatura de adesão ter sido aceite em 2010.
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Marcadores: independência, Jugoslávia, Montenegro, Podgoritza, referendo, Sérvia e Montenegro
quarta-feira, maio 20, 2026
Timor-Leste foi finalmente independente há 24 anos!
Em abril de 2001, os timorenses foram novamente às urnas para a escolha do novo líder do país. As eleições consagraram Xanana Gusmão como o novo presidente timorense e, em 20 de maio de 2002, Timor-Leste tornou-se totalmente independente.
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Marcadores: independência, Timor-Leste, Xanana Gusmão
quinta-feira, abril 23, 2026
O referendo que deu a independência à Eritreia foi há 33 anos
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quarta-feira, março 25, 2026
A independência da Grécia começou há duzentos e cinco anos
Postado por Fernando Martins às 02:05 0 comentários
Marcadores: Grécia, Império Otomano, independência, Revolução Grega
sábado, março 21, 2026
A Namíbia tornou-se independente há 36 anos
As crescentes demandas levantadas por líderes africanos levaram a ONU a assumir a responsabilidade direta sobre o território do país. Assim, a Organização do Povo do Sudoeste Africano (SWAPO) foi reconhecida como representante oficial do povo da Namíbia em 1973. A Namíbia, no entanto, permaneceu sob a administração da África do Sul durante este tempo, sendo administrada como África do Sul-Oeste. Após guerrilhas e conflitos internos, com grande participação da SWAPO, a África do Sul instalou uma administração interina na Namíbia em 1985. Cinco anos depois, em 21 de março de 1990, a Namíbia obteve a independência total da África do Sul (com exceção de Walvis Bay e as Ilhas do Pinguim, que permaneceram sob controle sul-africano até 1994, quando foram entregues à Namíbia).
Com um população de 2,1 milhões de habitantes, o país é um dos menos povoados do mundo. O seu regime político consiste numa democracia parlamentarista multipartidária, tendo Hage Geingob, da SWAPO, como presidente desde 2015. A agricultura, o turismo e a indústria mineira (minas de diamantes, urânio, ouro, prata e metais comuns) formam a base da economia da Namíbia.
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
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quinta-feira, fevereiro 26, 2026
Mohammed V, primeiro Rei de Marrocos, morreu há 65 anos
Maomé era o terceiro filho de Iúçufe (r. 1912–1927). Com a morte deste, as autoridades francesas fizeram de Maomé o sucessor. Em 1934, exortou os franceses a abandonarem o Dahir Berber de 1930 que criou diferentes sistemas legais aos dois principais grupos étnicos do Marrocos, os berberes e árabes. Os marroquinos criaram o Dia do Trono, um festival anual para celebrar o aniversário da ascensão de Maomé. Neste dia, o sultão discursou, apesar de forma moderada, de modo a encorajar o sentimento nacionalista. Os franceses relutantemente transformaram o dia em feriado oficial e na década seguinte Maomé, embora não fizesse declaradamente parte dos movimentos nacionalistas, apoiou-os. Com a II Guerra Mundial (1939–1945), apoiou os Aliados e em 1943 reuniu-se com o presidente dos Estados Unidos Franklin D. Roosevelt, que o encorajou a declarar independência.
Em janeiro de 1944, o interesse de Maomé pela independência aumentou, dada a prisão, por ordem da França, de vários nacionalistas. Em 1947, visitou Tânger e discursou sobre as ligações dos marroquinos com o mundo árabe e omitiu a França. Além disso, recusou-se a assinar os decretos do general residente francês. Em 1951, os franceses encorajaram uma rebelião tribal, e sob pretexto de protegê-lo, cercaram o palácio com tropas. Nisso, foi obrigado a denunciar o movimento nacionalista. Em agosto de 1953, foi levado à Córsega e depois Madagáscar e o país foi dado a Maomé ibne Arafa (rei de 1953 a 1955).

Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
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