| Election results | ||||
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| Yes or no | Votes | Percentage | ||
| 1,924,186 | 68.73% | |||
| 875,619 | 31.27% | |||
| Valid votes | 2,799,805 | 99.82% | ||
| Invalid or blank votes | 5,142 | 0.18% | ||
| Total votes | 2,804,947 | 100.00% | ||
| Voter turnout | 85.08% | |||
| Electorate | 3,296,800 | |||
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
| Election results | ||||
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| Yes or no | Votes | Percentage | ||
| 1,924,186 | 68.73% | |||
| 875,619 | 31.27% | |||
| Valid votes | 2,799,805 | 99.82% | ||
| Invalid or blank votes | 5,142 | 0.18% | ||
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| Voter turnout | 85.08% | |||
| Electorate | 3,296,800 | |||
Postado por Fernando Martins às 00:34 0 comentários
Marcadores: África do Sul, ANC, apartheid, F.W. de Klerk, Liberdade, Nelson Mandela, referendo, referendo de 12 de março de 1992 da África do Sul

Nabucco é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Verdi, com libreto de Temistocle Solera, escrita em 1842. A ação da ópera conta a história do rei Nabucodonosor da Babilónia. Foi escrita durante a época da ocupação austríaca do norte da Itália e, por meio da várias analogias, suscitou um sentimento nacionalista italiano. O Coro dos Escravos Hebreus, no terceiro ato da ópera (Va, pensiero, sull'ali dorate, "Vai, pensamento, sobre asas douradas") tornou-se uma música-símbolo do nacionalismo italiano da época. Foi estreada a 9 de março de 1842, no Teatro alla Scala de Milão.
| Va, pensiero, sull'ali dorate | Vá, pensamento, sobre asas douradas |
| Va, ti posa sui clivi, sui colli | Vá, pouse sobre as encostas e as colinas |
| Ove olezzano tepide e molli | Onde perfumam tépidos e suaves |
| L'aure dolci, del suolo natal! | Os ares doces do solo natal! |
| Del giordano le rive saluta | Saúda as margens do Jordão |
| Di sionne le torri atterrate | E as torres derrubadas de Sião. |
| Oh, mia patria si bella e perduta | Oh, minha pátria tão bela e perdida! |
| Oh, membranza si cara e fatal! | Oh, lembrança tão cara e fatal! |
| Arpa d'or dei fatidici vati | Harpa dourada dos profetas fatídicos, |
| Perche muta dal salice pendi? | Por que estás muda pendurada no salgueiro? |
| Le memorie nel petto raccendi | Reacende as memórias no peito, |
| Ci favella del tempo che fu! | Que nos falem do tempo que passou! |
| O simile di solima ai fati | Semelhante ao destino de Jerusalém |
| Traggi un suono di crudo lamento | Traga-nos um som de cru lamento, |
| O t'ispiri il signore un concento | Ou que o senhor te inspire uma melodia |
| Che ne infonda al patire virtu! | Que preencha o sofrer com virtude! |
| Che ne infonda al patire virtu! | Que preencha o sofrer com virtude! |
| Al patire virtu! | O sofrer com virtude! |
Postado por Fernando Martins às 18:40 0 comentários
Marcadores: Coro dos Escravos, Itália, Liberdade, Nabucco, Ópera, Va pensiero, Verdi
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
Marcadores: África do Sul, direitos humanos, Liberdade, Nelson Mandela
Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
Marcadores: assassinos, Chris Gueffroy, Liberdade, Muro de Berlim
Postado por Fernando Martins às 01:04 0 comentários
Marcadores: Alexander Dubcek, Checoslováquia, comunistas, direitos humanos, Eslováquia, Liberdade, Primavera de Praga
Há 87 anos, os nossos pais deram origem neste continente a uma nova Nação, concebida na Liberdade e consagrada ao princípio de que todos os homens nascem iguais.Encontramo-nos atualmente empenhados numa grande guerra civil, pondo à prova se essa Nação, ou qualquer outra Nação assim concebida e consagrada, poderá perdurar. Eis-nos num grande campo de batalha dessa guerra. Eis-nos reunidos para dedicar uma parte desse campo ao derradeiro repouso daqueles que, aqui, deram a sua vida para que essa Nação possa sobreviver. É perfeitamente conveniente e justo que o façamos.
Mas, numa visão mais ampla, não podemos dedicar, não podemos consagrar, não podemos santificar este local. Os valentes homens, vivos e mortos, que aqui combateram já o consagraram, muito além do que nós jamais poderíamos acrescentar ou diminuir com os nossos fracos poderes.
O mundo muito pouco atentará, e muito pouco recordará o que aqui dissermos, mas não poderá jamais esquecer o que eles aqui fizeram.
Cumpre-nos, antes, a nós os vivos, dedicarmo-nos hoje à obra inacabada até este ponto tão insignemente adiantada pelos que aqui combateram. Antes, cumpre-nos a nós os presentes, dedicarmo-nos à importante tarefa que temos pela frente – que estes mortos veneráveis nos inspirem maior devoção à causa pela qual deram a última medida transbordante de devoção – que todos nós aqui presentes solenemente admitamos que esses homens não morreram em vão, que esta Nação com a graça de Deus venha gerar uma nova Liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da terra.
Postado por Fernando Martins às 16:20 0 comentários
Marcadores: Abraham Lincoln, Discurso de Gettysburg, Guerra Civil Americana, Liberdade
Postado por Fernando Martins às 01:34 0 comentários
Marcadores: Afrika Korps, Atentado de 20 de julho, Hitler, Liberdade, nazis, Raposa do Deserto, Rommel
Claus Philipp Schenk Graf von Stauffenberg (Jettingen-Scheppach, 15 de novembro de 1907 - Berlim, 21 de julho de 1944) foi um coronel alemão da II Guerra Mundial, autor de um dos atentados da resistência alemã contra Adolf Hitler em 1944, ato conhecido como atentado de 20 de julho.
Pertencia a uma família nobre da Baviera, detentores do título nobiliárquico de graf, que na nobreza latina equivale-se ao conde.
Stauffenberg junto com outros militares alemães que já não suportavam
as ordens de Hitler e organizaram um atentado a bomba contra o mesmo.
Tinham em mente levar duas pastas com explosivos
a uma reunião militar onde ele estaria presente. Todo o projeto foi
coordenado com ajuda de cúmplices que aguardariam que Stauffenberg colocasse
os dispositivos próximos a Hitler. Antes da explosão, ele forjaria uma
saída inesperada da sala, alegando querer dar um telefonema.
Foi um dos principais articuladores deste mal sucedido atentado que tentou remover o líder nazi do poder. A tentativa de matar Hitler aconteceu no seu quartel-general, conhecido como a "Toca do Lobo" (em alemão, "Wolfsschanze") situado nas proximidades de Rastenburg (atualmente Kętrzyn, junto à aldeia à época chamada Görlitz hoje Gierłoż na Prússia Oriental, atual território da Polónia).
Stauffenberg carregou consigo as duas pastas com 1 quilo de explosivos cada
uma, sendo que só conseguiu levar a sala de reunião onde ocorreu o
atentado apenas uma das bombas. Os explosivos foram preparados para
simularem o efeito de uma bomba britânica. Isto foi feito para encobrir a ação dos conspiradores. Uma grande e pesada mesa de madeira protegeu o Führer da explosão.
Entre 11 feridos e 4 mortos, Hitler teve apenas ferimentos leves. Enquanto recebia socorro médico, Hitler disse: "eu sou imortal."
Horas mais tarde, Hitler recebeu Benito Mussolini no local. O Duce fica impressionado com os estragos causados pela explosão. Mas o líder italiano vê um bom presságio no facto de Hitler ter sobrevivido.
Se eu conseguir, serei chamado pelo povo alemão de traidor, mas se eu não conseguir, estarei traindo minha consciência.
–Es lebe das heilige Deutschland! (Longa vida para a sagrada Alemanha!)
Postado por Fernando Martins às 01:18 0 comentários
Marcadores: Atentado de 20 de julho, Hitler, Liberdade, nazis, von Stauffenberg
Postado por Fernando Martins às 00:33 0 comentários
Marcadores: Alexander Dubcek, Checoslováquia, comunistas, direitos humanos, Eslováquia, Liberdade, Primavera de Praga
Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
Marcadores: Alemanha, assassinato, Liberdade, Muro de Berlim, Peter Fechter, RDA
NOTA: não perdoamos nem esquecemos os crimes cometidos pelos que defendiam o muro da vergonha e a ideologia por detrás dele... E ainda há quem aprecie cubas, venezuelas, coreias do norte, vietnames ou a rússia putinesca...
Postado por Fernando Martins às 06:40 0 comentários
Marcadores: assassinos, Liberdade, Muro de Berlim, queda do muro de Berlim, RDA, reunificação alemã, RFA, vergonha
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
Marcadores: AAC, Associação Académica de Coimbra, deputado, Fado de Coimbra, Guerra Colonial, Liberdade, Manuel Alegre, Partido Socialista, poesia
| Eleições gerais de 1994 400 membros da Assembleia Nacional | |||||||||||
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| 26-29 de abril de 1994 | |||||||||||
| Tipo de eleição: | Eleição geral | ||||||||||
| Cargos a eleger: | Presidente da África do Sul (1994-1999) | ||||||||||
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| Nelson Mandela - ANC | |||||||||||
| Votos: | 12 237 655 | ||||||||||
| Assentos obtidos: | 252 | ||||||||||
| 62.65% | |||||||||||
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| |||||||||||
| FW de Klerk - NP | |||||||||||
| Votos: | 3 983 690 | ||||||||||
| Assentos obtidos: | 82 | ||||||||||
| 20.39% | |||||||||||
|
| |||||||||||
| Constand Viljoen - VF Plus | |||||||||||
| Votos: | 424 555 | ||||||||||
| Assentos obtidos: | 9 | ||||||||||
| 2.17% | |||||||||||
| Partido | Votos | % | Deputados | |
|---|---|---|---|---|
|
|
Congresso Nacional Africano | 12 237 655 | 62,65 / 100,00 |
252 / 400 |
|
|
Partido Nacional | 3 983 690 | 20,39 / 100,00 |
82 / 400 |
|
|
Partido da Liberdade Inkatha | 2 058 294 | 10,54 / 100,00 |
43 / 400 |
|
|
Frente da Liberdade | 424 555 | 2,17 / 100,00 |
9 / 400 |
|
|
Partido Democrático | 338 426 | 1,73 / 100,00 |
7 / 400 |
|
|
Congresso Pan-Africano | 243 478 | 1,25 / 100,00 |
5 / 400 |
|
|
Partido Democrata Cristão Africano | 88 104 | 0,45 / 100,00 |
2 / 400 |
|
|
Outros | 159 296 | 0,81 / 100,00 |
0 / 400 |
| Votos Inválidos | 193 112 | 0,98 / 100,00 |
| |
| Total | 19 726 610 | 100,00 / 100,00 |
400 / 400 | |
| Eleitorado/Participação | 22 709 152 | 86,87 / 100,00 |
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Postado por Pedro Luna às 00:31 0 comentários
Marcadores: 27 de abril de 1994, África do Sul, apartheid, Congresso Nacional Africano, democracia, eleições, Liberdade, Nelson Mandela
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