
Bandeira da marinha confederada, reconhecida como bandeira dos Confederados
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.

Bandeira da marinha confederada, reconhecida como bandeira dos Confederados
Postado por Fernando Martins às 16:50 0 comentários
Marcadores: Confederados, escravatura, Estados Confederados da América, Guerra Civil Americana
Barca bela
Pescador da barca bela,
Onde vais pescar com ela.
Que é tão bela,
Oh pescador?
Não vês que a última estrela
No céu nublado se vela?
Colhe a vela,
Oh pescador!
Deita o lanço com cautela,
Que a sereia canta bela...
Mas cautela,
Oh pescador!
Não se enrede a rede nela,
Que perdido é remo e vela,
Só de vê-la,
Oh pescador.
Pescador da barca bela,
Inda é tempo, foge dela
Foge dela
Oh pescador!
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: Almeida Garrett, guerras liberais, literatura, Monarquia Constitucional, música, Pescador da barca bela, poesia, romantismo, Teresa Silva Carvalho

Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
Marcadores: Green Windows, José Cid, música, música popular, No Dia Em Que O Rei Fez Anos, pop, Quarteto 1111, Rock and Roll, Rock Progressivo
Foi presidente do Governo Regional da Madeira, entre 1978 e 2015.
(...)
A 10 de junho de 2014 bateu o recorde de longevidade no poder, recorde esse que pertencia a António de Oliveira Salazar (36 anos e 85 dias de governação).
Entre eleições Regionais, Autárquicas, Europeias, Presidenciais e Legislativas Nacionais averbou, para o PSD-Madeira, 46 vitórias eleitorais.Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: Alberto João Jardim, autonomia, Madeira, PSD

Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: Conferência de Ialta, Estaline, FDR, Franklin Delano Roosevelt, Guerra Fria, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, Winston Churchill
(imagem daqui)
Félix Grande Lara (Mérida, Badajoz, 4 de febrero de 1937 - Madrid, 30 de enero de 2014) fue un poeta, flamencólogo y crítico español, que se dio a conocer a partir de la década de los sesenta.
Biografía
Hijo de republicanos - su madre trabajó en un hospital durante la guerra civil mientras su padre combatía en el frente -, nació en Mérida, Badajoz, pero vivió su infancia y juventud - desde los dos hasta los 20 años - en Tomelloso (Ciudad Real), donde su abuelo era cabrero. Era guitarrista flamenco cuando, según contó él mismo, decidió cambiar ese instrumento por la literatura, que en su pluma posee mucha relación con la música. En Tomelloso fue jornalero y descubrió el amor.
En 1957 se muda a Madrid, donde "sigue empleado en menesteres alejados del ejercicio profesional de la literatura hasta que en 1961 comenzó a trabajar como redactor en Cuadernos Hispanoamericanos", revista de la que llegará a ser director (1983-1996; a la caída del Gobierno socialista fue destituido y pleiteó para ser restituido a su cargo, lo que consiguió). Dirigió asimismo la revista de arte Galería (1989) y la colección El Puente Literario de la editorial Edhasa (1969-1971).
Comenzó su carrera literaria con la poesía y obtuvo su primer premio, el Adonáis en 1963, por Las piedras, "libro de talante existencial en el que explora el tema de la soledad". Dos años después, en 1965, ganaría su primer galardón de narrativa, el Premio Eugenio d'Ors por su novela corta Las calles.
Destaca también su obra Persecución, cantada por Juan Peña “El Lebrijano” en su álbum homónimo. Su obra evolucionó desde la inspiración machadiana y el compromiso social del poemario Las piedras hasta una reflexión sobre el lenguaje y el erotismo.
En 1968 fue incluido en la Antología de la nueva poesía española. Se le concedió el premio Nacional de Poesía en 1978 por Las rubáiyatas de Horacio Martín, en que prolonga la tradición del heterónimo, a partir del Abel Martín de Machado y el Ricardo Reis horaciano de Fernando Pessoa.
Como narrador, destacan sus obras Por ejemplo, doscientos (1968), Parábolas (1975), Lugar siniestro este mundo, caballeros (1980), Fábula (1991), Decepción (1994), El marido de Alicia (1995), Sobre el amor y la separación (1996) y La balada del abuelo palancas (2003).
Aficionado a la música, letrista y guitarrista él mismo, como flamencólogo escribió García Lorca y el flamenco (1992), Agenda flamenca (1987), Memoria del flamenco (1995), que obtuvo el premio nacional de Flamencología, y Paco de Lucía y Camarón de la Isla (2000). Es miembro de número de la Cátedra de Flamencología y estudios folclóricos.
Félix Grande señalaba que los poetas que le marcaron fueron Antonio Machado, Luis Rosales - de quien fue discípulo y amigo y del que había prologado y seleccionado los poemas de la antología Porque la muerte no interrumpe nada -, y César Vallejo, entre otros.
Después de Las rubáiyatas de Horacio Martín no había vuelto a escribir poesía, pero ese silencio de más de 30 años terminó en 2010, cuando incorporó su nuevo poema La cabellera de la Shoá en la antología Biografía y a fines del año siguiente salió Libro de familia.
Estaba casado con la poeta Francisca Aguirre (como él Premio Nacional de Poesía) con la que tuvo una hija, la también poeta, Guadalupe Grande.
Falleció el 30 de enero de 2014 en Madrid de un cáncer de páncreas. Sus restos mortales reposan en el cementerio de Tomelloso.
in Wikipédia
PREMONICION
Al fondo del espejo
verás, cuando seas viejo,
no tu cara de anciano, no tus ojos
donde se te acumulan tus despojos,
no la ruina en que te hayas convertido,
no la misericordia del olvido,
sino la entera historia
que habita en tu memoria,
un borbotón de años
bajando los peldaños
de una horrenda escalera de alegría
que ya no es tuya, pero que fue mía.
Verás no la vejez, no la hora mustia
sino toda la angustia
del esplendor, la juventud, la vida
disfrutada y perdida.
Pero nunca olvidada.
Verás únicamente a tu mirada.
La verás con espanto.
Y todo por haber amado tanto.
No espelho hás-de ver,
quando fores velho,
não a cara de ancião, não teus olhos
onde se acumulam despojos,
não a ruína em que te converteste,
não a piedade do esquecimento,
mas a história toda
que te habita a memória,
um borbotão de anos
descendo os degraus
duma escada horrenda de alegria
que não é já tua, mas que foi minha.
Verás não a velhice ou a hora triste,
mas a angústia do esplendor,
a juventude, a vida
desfrutada e já perdida.
Mas nunca olvidada.
Verás apenas o teu olhar.
Com espanto.
E tudo por teres amado tanto.
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
Marcadores: Espanha, Félix Grande, poesia
Os primeiros europeus a visitarem o Sri Lanka foram os portugueses: D. Lourenço de Almeida chegou à ilha em 1505 e encontrou-a dividida em sete reinos, que guerreavam entre si e que seriam incapazes de derrotar um invasor. Os portugueses ocuparam, primeiro, a cidade de Cota, mas, devido à insegurança do local, fundaram a cidade de Colombo em 1517 e, gradualmente, estenderam o seu controle pelas áreas costeiras. Em 1592, os cingaleses mudaram a sua capital para a cidade interior de Kandy, local mais seguro contra o ataque de invasores. Guerras intermitentes prosseguiram durante o século XVI.
Muitos cingaleses converteram-se ao cristianismo, porém a maioria budista odiava os portugueses, apoiando qualquer um que os enfrentasse. Então, em 1602, quando o capitão holandês Joris Spilberg chegou à ilha, o rei de Kandy pediu-lhe auxílio. Porém, somente em 1638, os holandeses atacaram pela primeira vez e apenas em 1656 Colombo foi tomada. Por volta de 1660, os neerlandeses controlavam toda a ilha, exceto o reino de Kandy. Os neerlandeses perseguiram os católicos, porém deixaram os budistas, os hindus e os muçulmanos professarem suas religiões. No entanto, cobravam impostos mais pesados que os portugueses. Como resultado do domínio neerlandês, mestiços de neerlandeses e cingaleses, conhecidos como burghers, existem até hoje no país; também existem, ainda hoje, muitas famílias com nomes de família de origem portuguesa.
Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
Marcadores: Ceilão, independência, Sri Lanka, Taprobana

Vincent Damon Furnier, mais conhecido por seu nome artístico, Alice Cooper, é um cantor, compositor e ator americano, nascido na cidade de Detroit, em 4 de fevereiro de 1948, que ficou mundialmente conhecido nos anos 70
por seus shows de rock inovadores e feitos para chocar e provocar o
público, em conjunto com letras obscenas, obscuras e sangrentas que,
juntamente com o seu visual gótico, transformaram Alice num ícone do
rock que continua como fonte de inspirações para artistas de todos os
estilos até hoje.
Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
Marcadores: Alice Cooper, cinema, glam metal, hard rock, heavy metal, House Of Fire, música, shock rock, televisão, terror
Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
Marcadores: guitarra, hardcore punk, música, Noodles, pop punk, punk rock, Rock alternativo, Skate punk, The Kids Aren't Alright, The Offspring
Zeca Pagodinho, nome artístico de Jessé Gomes da Silva Filho, (Rio de Janeiro, 4 de fevereiro de 1959) é um cantor e compositor brasileiro.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 06:07 0 comentários
Marcadores: música, Quando A Gira Girou, samba, Sonho meu, Zeca Pagodinho
Postado por Pedro Luna às 04:30 0 comentários
Marcadores: easy listening, jazz, música, pop, Rainy Days And Mondays, Richard Carpenter, soft rock, The Carpenters
Postado por Pedro Luna às 04:08 0 comentários
Marcadores: Anna Júlia, Banda do Mar, Brasil, indie rock, Los Hermanos, Marcelo Camelo, MPB, música, Rock alternativo, samba
Postado por Pedro Luna às 03:50 0 comentários
Marcadores: Freddie Mercury, homossexuais, Innuendo, Queen, SIDA, These Are the Days Of Our Lives, tristeza
Postado por Fernando Martins às 02:27 0 comentários
Marcadores: Almeida Garrett, guerras liberais, literatura, Monarquia Constitucional, poesia, romantismo
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Nus dans la forêt - 1910
Postado por Fernando Martins às 01:45 0 comentários
Marcadores: cubismo, Fernand Léger, França, pintura
Postado por Fernando Martins às 01:33 0 comentários
Marcadores: África do Sul, Australopithecus africanus, Bebé de Taung, Paleontologia, Raymond Dart
Postado por Fernando Martins às 01:32 0 comentários
Marcadores: Adolphe Sax, música, música instrumental, Saxofone
Henrique Carlos da Mata Galvão (Barreiro, 4 de fevereiro de 1895 - São Paulo, 25 de junho de 1970) foi um capitão do exército, inspetor da administração colonial portuguesa e escritor português. Ficou mundialmente famoso, em 1961, por ter organizado e comandado o assalto ao paquete Santa Maria, numa tentativa de provocar uma crise política contra o regime de Salazar.
(...)
Postado por Fernando Martins às 01:31 0 comentários
Marcadores: estado novo, guerrilha, Henrique Galvão, Santa Liberdade, Santa Maria
Postado por Fernando Martins às 01:24 0 comentários
Marcadores: aviação, Charles Lindbergh, Spirit of Saint Louis, USA
| “ | Jesus Cristo, e não homem algum ou o Estado, é o nosso único Salvador. | ” |
| “ | A graça barata é inimiga mortal de nossa Igreja. A nossa luta trava-se hoje em torno da graça preciosa que é um tesouro oculto no campo, por amor do qual o homem sai e vende tudo que tem (...) o chamado de Jesus Cristo, ao ouvir do qual o discípulo larga suas redes e segue (...) o dom pelo qual se tem que orar, a porta a qual se tem que bater. | ” |
| “ | É melhor fazer um mal do que ser mau. | ” |
Postado por Fernando Martins às 01:20 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Dietrich Bonhoeffer, Igreja Confessante, Igreja Luterana, nazis, pena de morte, resistência

Postado por Fernando Martins às 01:13 0 comentários
Marcadores: Boicote aos Autocarros de Montgomery, direitos humanos, Martin Luther King, Rosa Parks, segregação racial
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O príncipe Agacão IV, usualmente referido como Aga Khan IV (em árabe, سمو الأمیر شاہ کریم الحسیني آغا خان الرابع: Sua Alteza o Amir Shah Karim Al Hussaini Aga Khan IV; nascido Karim al-Husayni, Genebra, 13 de dezembro de 1936 - Lisboa, 4 de fevereiro de 2025), foi um imame líder dos muçulmanos ismailitas. Sucedeu ao seu avô Agacão III (1877–1957), como imame por expressas instruções daquele, segundo o qual os ismailitas e a Rede Aga Kah para o Desenvolvimento deviam ter à sua frente um líder jovem e educado na modernidade.
Faleceu no dia 4 de fevereiro de 2025, em Lisboa aos 88 anos.
Era filho do príncipe Ali Khan e da Princesa Taj-ud-dawlah (nascida Joan Barbara Yarde-Buller, filha do 3º Barão de Churston).
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:00 0 comentários
Marcadores: Aga Khan, Islão, ismaelitas