
terça-feira, julho 28, 2026
Há 84 anos Estaline emitiu a ordem n.º 227 - Nenhum passo para trás...

Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
Marcadores: comunismo, Estaline, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, Ordem Número 227
sexta-feira, julho 17, 2026
A Conferência de Potsdam começou a decidir as novas fronteiras europeias há 81 anos
União Soviética: representada por Estaline.
- Chegou à conferência com um dia de atraso, justificando-se com "assuntos oficiais" que requereram a sua atenção, embora seja possível que, na realidade, Estaline tenha tido alguns problemas cardiovasculares. Apesar disso, a iniciativa da aliança contra os nazis foi dele.
Reino Unido: representado por Winston Churchill e posteriormente Clement Attlee.
- Os resultados das eleições britânicas foram conhecidos durante a conferência. Como resultado da vitória do Partido Trabalhista sobre o Partido Conservador, o cargo de primeiro-ministro mudou de mãos.
Estados Unidos: representados por Harry Truman.
- Stalin sugeriu que Truman fosse o único chefe de estado presente na conferência, sugestão que foi aceita por Churchill.
- Estabelecimento dos objetivos da ocupação da Alemanha pelos aliados: desmilitarização, desnazificação, democratização e descartelização.
- O Acordo de Potsdam, que estabelecia a divisão da Alemanha e da Áustria em zonas de ocupação, como anteriormente decidido na Conferência de Ialta, e a similar divisão de Berlim e Viena em quatro zonas (americana, britânica, francesa e soviética). Posteriormente, em 1961, a zona aliada (americana, britânica, francesa) em Berlim seria isolada do resto da Alemanha Oriental pelo Muro de Berlim, que completou a fronteira interna alemã.
- Julgamento dos criminosos de guerra nazis em Nuremberga.
- O estabelecimento da fronteira da Alemanha com a Polónia nos rios Oder e Neisse (Linha Oder-Neisse).
- A expulsão das populações germânicas que ficaram fora das novas fronteiras da Alemanha.
- Acordo sobre as indemnizações de guerra. Os aliados estimaram as suas perdas em 200 mil milhões de dólares. Após insistências das forças ocidentais (excluindo assim a URSS), a Alemanha foi obrigada apenas ao pagamento de 20 mil milhões, em propriedades, produtos industriais e força de trabalho. No entanto, a Guerra Fria impediu que o pagamento se processasse na totalidade. Estaline propôs que a Polónia não tivesse direito a uma indemnização direta, mas sim que tivesse direito a 15% da compensação da União Soviética (esta situação nunca aconteceu).
- Os aliados editaram a Declaração de Potsdam que ultimou os termos de rendição do Japão.
- Todos os outros assuntos seriam tratados na conferência de paz final, que seria convocada assim que possível.
Postado por Fernando Martins às 01:57 0 comentários
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domingo, julho 05, 2026
A Batalha de Kursk começou há oitenta e três anos...
A Batalha de Kursk foi uma batalha significativa da II Guerra Mundial, entre as forças nazis alemãs e soviéticas na Frente Oriental, perto de Kursk (450 quilómetros a sudoeste de Moscovo) na União Soviética, entre 5 de julho e 23 de agosto de 1943. A ofensiva alemã teve o nome de código Operação Cidadela (alemão: Unternehmen Zitadelle) e levou a um dos maiores confrontos blindados da história, a batalha de Prokhorovka. Mantém-se, até hoje, como a maior batalha de blindados de todos tempos, e inclui o maior número de perdas aéreas num só dia na história da guerra. Embora os alemães tivessem planeado e iniciado uma ofensiva, a defesa soviética conseguiu com sucesso lançar uma contra-ofensiva e parar as suas ambições.
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: Batalha de Kursk, Estaline, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, nazis, URSS
quarta-feira, junho 24, 2026
O bloqueio da URSS a Berlim-Ocidental começou há 78 anos...
(imagem daqui)

Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
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segunda-feira, junho 22, 2026
Os nazis invadiram a União Soviética há 85 anos...
| Data | 22 de junho – 5 de dezembro de 1941 | ||
|---|---|---|---|
| Local | Europa Oriental e Setentrional | ||
| Desfecho | Ver Consequências | ||
| Mudanças territoriais | Eixo captura aproximadamente 1.600.000 km² de território soviético, mas falha em alcançar a linha A-A. | ||
| Beligerantes | |||
| Comandantes | |||
| Forças | |||
| |||
| Baixas | |||
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A Operação Barbarossa (em alemão: Unternehmen Barbarossa) foi o nome de código pelo qual ficou conhecida a operação militar alemã para invadir a União Soviética, iniciada a 22 de junho de 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, rompendo assim com o Pacto Ribbentrop-Molotov (ou tratado de não-agressão) acordado entre os dois Estados cerca de dois anos antes.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
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sexta-feira, junho 12, 2026
Estaline mandou executar o marechal Mikhail Tukhachevsky há 89 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
Marcadores: Estaline, estalinismo, NKVD, pena de morte, Processos de Moscovo, Tukhachevsky
segunda-feira, abril 13, 2026
A URSS reconheceu, finalmente, a autoria do Massacre de Katyn há 36 anos...
Entre os que morreram na floresta de Katyn, estavam um almirante, dois generais, 24 coronéis, 79 tenente-coronéis, 258 majores, 654 capitães, 17 capitães de marinha, 3.420 suboficiais, sete capelães, três proprietários rurais, um príncipe, 43 oficiais de forças diversas, 85 soldados, 131 refugiados, 20 professores universitários, 300 médicos, várias centenas de advogados, engenheiros e mais de 100 jornalistas e escritores, assim como 200 pilotos de combate da Força Aérea. No total, a NKVD executou mais da metade do corpo de oficiais das forças armadas polacas. Contando com os massacres nas outras áreas, foram executados catorze generais, entre eles Leon Billewicz. Nem todos os mortos eram de etnia polaca, uma vez que a Segunda República Polaca era um estado multiétnico e vários de seus oficiais eram ucranianos, bielorrussos e judeus. Estima-se que cerca de 8% dos militares assassinados em Katyn eram judeus polacos.
Mais de 99% dos prisioneiros restantes foram executados posteriormente. Prisioneiros do campo de Kozelsk foram executados no local dos assassinatos em massa, em Katyn, na área de Smolensk. Prisioneiros de Starobelsk foram assassinados dentro da prisão da NKVD em Kharkov e os corpos enterrados em Piatykhatky e oficiais de polícia de Ostashkov mortos na prisão da NKVD, em Kalinin, e enterrados em Mednoye.
Informações detalhadas sobre as execuções foram prestadas por Dmitrii Tokarev, ex-chefe da NKVD em Kalinin, durante uma audiência. De acordo com ele, os fuzilamentos começavam no início da noite e terminavam ao amanhecer. O primeiro transporte de prisioneiros trazia 390 pessoas e os executores tiveram um árduo trabalho para matar tantas pessoas durante uma noite. As levas seguintes de homens traziam no máximo 250 presos. As execuções eram normalmente feitas com uma arma automática alemã, a Walther PPK, calibre 7,65 mm, fornecidas por Moscovo, mas foram também usados revólveres Nagant M1895 russos. Os assassinos usaram armas alemães ao invés do revólver-padrão das forças soviéticas, em virtude do coice dessas armas ser muito forte, o que provocava dores no braço após as primeiras dúzias de tiros. Vasili Blokhin, um oficial soviético conhecido por ser o principal carrasco de Estaline, matou pessoalmente mais de 7.000 prisioneiros do campo de Ostashkov, alguns deles com apenas 18 anos, na prisão da NKVD em Kalinin, num período de 28 dias, em abril de 1940.
Os assassinatos eram metódicos. Após a verificação das suas informações pessoais, o prisioneiro era algemado e levado para uma cela isolada com pilhas de sacos de areia e encerrada por uma porta pesada. A vítima recebia ordens de se ajoelhar no meio da cela, o executor se aproximava por trás e lhe dava um tiro na nuca ou na parte de trás da cabeça. O corpo era então carregado por uma porta de saída, do outro lado da cela, e atirado para dentro de um dos camiões que esperavam para recolher os corpos, enquanto o próximo condenado era introduzido na cela pela porta de entrada. Além do amortecimento do barulho dos tiros causados pelo isolamento da cela, máquinas - talvez grandes ventiladores - passavam a noite toda operando fazendo grande barulho. Este procedimento foi seguido todas as noites, à exceção do feriado de Primeiro de Maio.
Foram enterrados em Bykivnia e Kurapaty, nos arredores de Minsk, entre 3 e 4 mil polacos mortos em prisões na Ucrânia e na Bielorrússia. A tenente Janina Lewandowska, filha do general Józef Dowbor-Muśnicki, comandante-militar da Revolta da Grande Polónia, no final da I Guerra Mundial, foi a única mulher assassinada nos massacres de Katyn.(...)
A União Soviética alegou que o genocídio havia sido praticado pelos
nazis e continuou a negar responsabilidade sobre os massacres até
13 de abril de 1990, quando o governo de Mikhail Gorbachev
reconheceu oficialmente o massacre e condenou os crimes levados a cabo
pela NKVD em 1940, assim como o seu subsequente encobrimento. No ano seguinte, Boris Yeltsin trouxe a público os documentos, datados de meio século antes, que autorizavam o genocídio.
(...)
Em 13 de abril de 1990, no 47º aniversário da descoberta das valas
comuns em Katyn, a União Soviética formalmente expressou o seu
"profundo pesar" e admitiu a responsabilidade da polícia secreta
soviética pelos crimes. O dia 13 de abril foi declarado mundialmente
como o Dia da Memória de Katyn.
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
Marcadores: comunismo, Dia da Memória de Katyn, Estaline, genocídio, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, Massacre de Katyn, Polónia, URSS
domingo, março 15, 2026
Bukharin foi executado, por ordem de Estaline, há 88 anos...
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
Marcadores: Bukharin, comunistas, Estaline, Grande Purga, PCUS, pena de morte, URSS
quinta-feira, março 05, 2026
A URSS e Estaline ordenaram o Massacre de Katyn há 86 anos...

Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
Marcadores: comunismo, Estaline, estalinismo, genocídio, Massacre de Katyn, pena de morte, Polónia, Putin
Estaline, o maior genocida do século XX, morreu há setenta e três anos
| Quantidade de pessoas | Razão da morte |
|---|---|
| 1,5 milhão | Execução |
| 5 milhões | Gulags |
| 1,7 milhão | Deportados¹ |
| 1 milhão | Países ocupados² |
Postado por Fernando Martins às 07:30 0 comentários
Marcadores: comunistas, ditadores, Estaline, gulag, Holodomor, purga, URSS

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