domingo, junho 07, 2026
Maomé morreu há 1394 anos
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sexta-feira, junho 05, 2026
A Guerra dos Seis Dias começou há 59 anos...
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quarta-feira, junho 03, 2026
O Aiatolá Khomeini morreu há 37 anos...

O Grande Aiatolá Sayyid Ruhollah Musavi Khomeini (Khomein, 24 de setembro de 1902 - Teerão, 3 de junho de 1989) foi uma autoridade religiosa xiita iraniana, líder espiritual e político da Revolução Iraniana de 1979 que depôs Mohammad Reza Pahlevi, na altura o Xá do Irão. É considerado o fundador do moderno estado xiita, tendo governado o Irão desde a deposição do Xá até à sua morte, em 1989.
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terça-feira, maio 19, 2026
Malcolm X nasceu há 101 anos
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quinta-feira, abril 30, 2026
Os muçulmanos invadiram a península ibérica há mil trezentos e quinze anos...
Tárique ibn Ziade (circa 670 - 720) ou Táriq foi um comandante omíada que iniciou a conquista muçulmana da Hispânia visigótica (atual Espanha e Portugal) em 711-718 DC.
Ele liderou um exército e cruzou o Estreito de Gibraltar ,vindo da costa norte-africana, consolidando as suas tropas no que hoje é conhecido como o Rochedo de Gibraltar. O nome "Gibraltar" é a derivação espanhola do nome árabe Jabal Ṭāriq, que significa "montanha de Ṭāriq", que ficou com o seu nome.
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Biografia
É possível que Tárique tenha sido um escravo liberto de Muça ibne Noçáir, governador do norte de África (Magrebe). Muça incumbiu-o de defender a posição de um grupo de herdeiros do rei Vitiza, uma fação inimiga do Reino Visigótico, com altas posições na hierarquia visigótica. A 30 de abril de 711, o exército de Tárique desembarcou no rochedo a que, posteriormente, se chamou Jabal Tárique ("monte de Tárique"), que hoje é conhecido como Gibraltar.
Depois de ter todo o exército em terra, conta-se que mandou queimar os navios e teria dito aos seus soldados:
| “ | Oh, meus guerreiros, para onde podeis fugir? Atrás de vós está o mar, diante de vós, o inimigo. Só vos resta a esperança da vossa coragem e da vossa determinação. Lembrai-vos que aqui sois mais afortunados que o órfão sentado à mesa do patrão avaro. Vosso inimigo está diante de vós, protegido por um exército inumerável. Ele tem homens em abundância, mas vós, como único recurso, tendes vossas próprias espadas... Não acrediteis que eu pretenda incitar-vos a enfrentar perigos que eu próprio me recuse a partilhar convosco. Durante o ataque, estarei na frente, onde a chance de sobreviver é menor. | ” |
As tropas mouras, quase unicamente constituídas por berberes, invadiram o reino visigótico e obtiveram uma vitória decisiva a 19 de julho de 711, na Batalha de Guadalete (em Jerez de la Frontera), onde foi morto o rei Rodrigo. Seguiram-se as tomadas de Córdoba e de Toledo, em outubro do mesmo ano. Pouco depois receberia reforços de Muça ibne Noçáir. Com este, apoderou-se de quase toda a península. A tomada de Saragoça é o marco do final desta conquista. Tárique teria sido governador das terras conquistadas, mas por pouco tempo. Muça teve contratempos políticos e Tárique acompanhou-o de volta a Damasco, onde morreu em 720.
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Marcadores: El-Rei, Gibraltar, Islão, muçulmanos, reconquista, Rodrigo, Tárique, visigodos
sábado, abril 18, 2026
A embaixada norte-americana de Beirute foi alvo de ataque terrorista há 43 anos...
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Marcadores: ataque à embaixada dos Estados Unidos no Líbano, Guerra Civil Libanesa, Hezbollah, Islão, Líbano, terrorismo
sábado, abril 11, 2026
O Uganda expulsou o ditador genocida Idi Amin há 47 anos
Idi Amin Dada (~1920 – 16 de agosto de 2003) foi um ditador militar e o terceiro presidente de Uganda entre 1971 e 1979. Amin fez parte do King's African Rifles, um regimento colonial britânico, em 1946, servindo na Somália e no Quénia. Eventualmente, ele chegou à patente de Major-General no exército ugandense, e tornou-se Chefe Supremo do Exército, antes de liderar um golpe de estado em 1971, depondo o então presidente Milton Obote. Mais tarde, como chefe de estado, ele auto-promoveu-se a Marechal de Campo.
Em janeiro de 1979, o presidente tanzaniano Nyerere mobilizou o exército de seu país e contra atacou, com o apoio de grupos dissidentes ugandeses, como a Frente de Libertação Nacional de Uganda (UNLA). As forças de Amin recuaram frente à contra-ofensiva e, apesar do apoio militar vindo do ditador líbio, Muammar al-Gaddafi, ele foi obrigado a fugir do país, a 11 de abril de 1979, após a queda da capital, Kampala. Ele fugiu então para a Líbia, mas teve de procurar um novo refúgio, quando Gaddafi o expulsou do país. Recebeu então asilo da Arábia Saudita, em nome da caridade islâmica, onde passou a viver até ao fim de sua vida, acompanhado pelas suas quatro esposas e os seus mais de 50 filhos. Quando o seu estado de saúde se agravou, em julho, uma de suas quatro mulheres pediu para voltar ao Uganda para morrer, mas o governo negou-lhe o pedido, sob o argumento que se retornasse ao país seria julgado pelas suas atrocidades.
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sexta-feira, abril 03, 2026
Terroristas da Al Qaeda fizeram-se explodir em Madrid há vinte e dois anos
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Marcadores: 11 de março de 2004, acidentes, Al Qaeda, Atocha, comboios, Islão, Madrid, terrorismo
quarta-feira, março 11, 2026
A Al Qaeda atacou na Espanha há vinte e dois anos...
- um grupo próximo da Al Qaeda, as Brigadas de Abu Hafs Al Masri reivindicou o atentado em nome da Al Qaeda.
- os atentados têm características em comum com outros atentados da Al Qaeda.
- na tarde do dia 11 de março foi encontrada, na região de Madrid, uma cassete com orações em árabe numa carrinha com detonadores.
- na noite de 11 de março foi divulgada a suspeita de que um bombista suicida seguia a bordo de um dos comboios.
- minutos antes das 19.00 horas de 12 de março, num telefonema feito para a redação do diário GARA, a ETA negou a autoria dos atentados. A frase exata (em tradução) foi: "A organização ETA não tem nenhuma responsabilidade sobre os atentados de ontem."
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quarta-feira, março 04, 2026
Saladino morreu há 833 anos...
Túmulo de Saladino em Damasco
Nácer Salá Adim Iúçufe ibne Aiube (Tikrit, circa 1138 - Damasco, 4 de março de 1193), melhor conhecido como Saladino (em latim: Saladinus), foi um chefe militar curdo muçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. No auge de seu poder, o seu domínio estendia-se pelo Egito, Palestina, Síria, Iraque, Iémem e pelo Hejaz. Foi responsável pela reconquista de Jerusalém ao Reino de Jerusalém, após a sua vitória na Batalha de Hattin e, como tal, tornou-se uma figura emblemática na cultura curda, árabe, persa, turca e islâmica em geral. Saladino, adepto do islamismo sunita, tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época, pela sua conduta cavalheiresca, especialmente nos relatos sobre o cerco de Kerak em Moabe, e apesar de ser a némesis dos cruzados, conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão. Longe de se tornar uma figura odiada na Europa, tornou-se um exemplo célebre dos princípios da cavalaria medieval.
in Wikipédia
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quinta-feira, fevereiro 26, 2026
Mohammed V, primeiro Rei de Marrocos, morreu há 65 anos
Maomé era o terceiro filho de Iúçufe (r. 1912–1927). Com a morte deste, as autoridades francesas fizeram de Maomé o sucessor. Em 1934, exortou os franceses a abandonarem o Dahir Berber de 1930 que criou diferentes sistemas legais aos dois principais grupos étnicos do Marrocos, os berberes e árabes. Os marroquinos criaram o Dia do Trono, um festival anual para celebrar o aniversário da ascensão de Maomé. Neste dia, o sultão discursou, apesar de forma moderada, de modo a encorajar o sentimento nacionalista. Os franceses relutantemente transformaram o dia em feriado oficial e na década seguinte Maomé, embora não fizesse declaradamente parte dos movimentos nacionalistas, apoiou-os. Com a II Guerra Mundial (1939–1945), apoiou os Aliados e em 1943 reuniu-se com o presidente dos Estados Unidos Franklin D. Roosevelt, que o encorajou a declarar independência.
Em janeiro de 1944, o interesse de Maomé pela independência aumentou, dada a prisão, por ordem da França, de vários nacionalistas. Em 1947, visitou Tânger e discursou sobre as ligações dos marroquinos com o mundo árabe e omitiu a França. Além disso, recusou-se a assinar os decretos do general residente francês. Em 1951, os franceses encorajaram uma rebelião tribal, e sob pretexto de protegê-lo, cercaram o palácio com tropas. Nisso, foi obrigado a denunciar o movimento nacionalista. Em agosto de 1953, foi levado à Córsega e depois Madagáscar e o país foi dado a Maomé ibne Arafa (rei de 1953 a 1955).

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O primeiro atentado contra o World Trade Center foi há trinta e três anos
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terça-feira, fevereiro 17, 2026
Começou o Ramadão...
O Ramadão, também grafado Ramadan, é o nono mês do calendário islâmico, no qual a maioria dos muçulmanos pratica o seu jejum ritual, o quarto dos cinco pilares do Islão (arkan al-Islam).
A palavra Ramadão encontra-se relacionada com a palavra árabe ramida, “ser ardente”, possivelmente pelo facto de o Islão ter celebrado este jejum pela primeira vez no período mais quente do ano. É um tempo de renovação da fé, da prática mais intensa da caridade, e vivência profunda da fraternidade e dos valores da vida familiar. Neste período pede-se ao crente maior proximidade dos valores sagrados, leitura mais assídua do Alcorão, frequência da oração na mesquita, correção pessoal e autodomínio.
É o único mês mencionado pelo nome no Alcorão:
| “ | O mês do Ramadão foi o mês em que foi revelado o Corão, orientação para a humanidade e evidência de orientação e discernimento.[Alcorão 2:185] |
Período
É o nono mês do calendário islâmico. Uma vez que o calendário islâmico é lunar, o Ramadão não é celebrado todos os anos na mesma data, podendo passar por todos os meses e estações do ano, conforme a progressão dos anos, porém a sua duração é entre 29 e 30 dias.
O mês inicia-se com a aparição da lua no final do mês de Shaban (oitavo mês no calendário lunar islâmico).
O período correspondente ao início e fim deste mês no calendário gregoriano para o atual ano islâmico é:
| Ano (calendário islâmico) | Ano (calendário gregoriano) | Ramadão |
|---|---|---|
| 1447 | 2026 | 17 de fevereiro a 18 de março |
O jejum é obrigatório a todos os muçulmanos que chegam à puberdade. A primeira vez em que um jovem é autorizado a jejuar pelos pais constitui um momento importante na sua vida e uma marca simbólica de entrada na vida adulta, tendo em vista o que diz no Alcorão:
"... e aquele dentre vós que presenciou a Lua Nova deste mês [Ramadão], deverá jejuar, e aquele que se encontrar enfermo ou em viagem, jejuará depois o mesmo número de dias...". [Alcorão 2:185]
Há várias justificativas válidas para não jejuar como enfermidade, gravidez, lactante, menstruação, ser idoso ou ter uma doença incurável. Aqueles que porventura quebrarem o jejum sem justificativa válida, devem passar sessenta dias jejuando ou alimentar sessenta muçulmanos.
O jejum é observado durante todo o mês, da alvorada ao pôr-do-sol, o jejum também se aplica às relações sexuais. O crente deve não só abster-se dessas práticas como também não pensar nelas e manter-se concentrado em suas orações e recordações de Alá, sendo neste mês a frequência mais assídua à mesquita. Além das cinco orações diárias (salá), durante esse mês sagrado recita-se uma oração especial chamada Taraweeh (oração noturna).
O jejuador deve abster-se de tudo que vai contra a moral, pois o jejum é visto como uma grande prática de disciplina e da doutrina, tanto espiritual como moral. A ação não se limita somente à abstinência de comer ou beber, mas também de todas as coisas más, maus pensamentos ou maus atos. O jejuador deve ser indulgente se for insultado ou agredido por alguém, deve evitar todas as obscenidades, ser generoso, bem mais do que os outros meses e aumentar a leitura do Alcorão.
Os muçulmanos referem que o Ramadão é uma prática adotada por todas as classes sociais da comunidade, servindo, também, para que os ricos saibam como é viver como os pobres vivem, os quais, durante os 365 dias do ano, frequentemente possuem apenas uma refeição diária ou nenhuma.
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quarta-feira, fevereiro 04, 2026
O príncipe Aga Khan IV morreu há um ano....
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O príncipe Agacão IV, usualmente referido como Aga Khan IV (em árabe, سمو الأمیر شاہ کریم الحسیني آغا خان الرابع: Sua Alteza o Amir Shah Karim Al Hussaini Aga Khan IV; nascido Karim al-Husayni, Genebra, 13 de dezembro de 1936 - Lisboa, 4 de fevereiro de 2025), foi um imame líder dos muçulmanos ismailitas. Sucedeu ao seu avô Agacão III (1877–1957), como imame por expressas instruções daquele, segundo o qual os ismailitas e a Rede Aga Kah para o Desenvolvimento deviam ter à sua frente um líder jovem e educado na modernidade.
Faleceu no dia 4 de fevereiro de 2025, em Lisboa aos 88 anos.
Era filho do príncipe Ali Khan e da Princesa Taj-ud-dawlah (nascida Joan Barbara Yarde-Buller, filha do 3º Barão de Churston).
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quarta-feira, janeiro 07, 2026
O Massacre do Charlie Hebdo foi há onze anos...
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