- After World War II, a statue of John III Sobieski was "repatriated" to Gdańsk from the Ukrainian city of Lviv (Polish: Lwów, formerly in the Second Polish Republic). The statue overlooks a little park at the old Gdańsk City Hall museum.
- After the battle of Vienna, the newly delineated constellation of Scutum (Latin for shield) was originally named Scutum Sobiescianum by the astronomer Johannes Hevelius, in honor of John III Sobieski. While there are a few stars named after non-astronomers, this is the only constellation named after a real non-astronomer, moreover, one who was still alive when the constellation was named.
- A legend of the origins of the bagel refers to John III Sobieski as the king to whom a Jewish baker gave the very first bagel in commemoration of his victory at Vienna in 1683. The round shape of the bagel was said to resemble the stirrups of Sobieski and his mounted warriors.
- The EuroCity rail lines running between Vienna and Warsaw (lines 104/105) are named after Sobieski.
- There is a modern proposition from non-Polish European newspapers to name the A2 highway in Poland after Sobieski.
- There is a vodka brand called Sobieski, after His Majesty John III
segunda-feira, agosto 17, 2026
João III Sobieski, o rei da República das Duas Nações, nasceu há 395 anos
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
Marcadores: astronomia, constelações, Escudo, Igreja Católica, Islão, João III Sobieski, Lituânia, Polónia, República das Duas Nações, Sobieski, Viena
terça-feira, julho 21, 2026
Cat Stevens nasceu há 78 anos
Yusuf Islam / Cat Stevens, novo nome e antigo nome artístico de Steven Demetre Georgiou (Londres, 21 de julho de 1948) é um cantor e compositor britânico.

Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
Marcadores: Cat Stevens, Chipre, Islão, música, Wild World, Yusuf Islam
Música de aniversariante de hoje...
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
Marcadores: Cat Stevens, Chipre, Islão, Lady D'Arbanville, música, Yusuf Islam
sábado, julho 11, 2026
O Massacre de Srebrenica começou há trinta e um anos

in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 01:31 0 comentários
Marcadores: Bósnia e Herzegovina, genocídio, Islão, Massacre de Srebrenica, Ratko Mladić, Sérvia, Srebrenica
domingo, junho 21, 2026
Benazir Bhutto nasceu há 73 anos...
O ataque ocorreu enquanto o carro da ex-primeira-ministra andava lentamente, seguido por simpatizantes, e Benazir acenava para a multidão, pelo teto aberto do veículo. Bhutto foi alvejada no pescoço e no peito, possivelmente por um homem bomba que, em seguida, se fez explodir próximo do veículo, provocando a morte de cerca de 20 pessoas. Um dirigente da Al-Qaeda no Afeganistão reivindicou a responsabilidade pelo ato.
Postado por Fernando Martins às 07:30 0 comentários
Marcadores: Al-Qaeda, assassinato, atentado, Benazir Bhutto, Islão, Muhammad Zia Ul-Haq, Paquistão, Partido Popular do Paquistão, PPP, primeiro-ministro, Zulfikar Ali Bhutto
domingo, junho 07, 2026
Maomé morreu há 1394 anos
Postado por Fernando Martins às 13:09 0 comentários
sexta-feira, junho 05, 2026
A Guerra dos Seis Dias começou há 59 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
Marcadores: Cisjordânia, Egipto, Faixa de Gaza, Guerra dos Seis Dias, Islão, Israel, Jerusalém, Jordânia, judeus, Montes Golã, Sinai, Síria
quarta-feira, junho 03, 2026
O Aiatolá Khomeini morreu há 37 anos...

O Grande Aiatolá Sayyid Ruhollah Musavi Khomeini (Khomein, 24 de setembro de 1902 - Teerão, 3 de junho de 1989) foi uma autoridade religiosa xiita iraniana, líder espiritual e político da Revolução Iraniana de 1979 que depôs Mohammad Reza Pahlevi, na altura o Xá do Irão. É considerado o fundador do moderno estado xiita, tendo governado o Irão desde a deposição do Xá até à sua morte, em 1989.
Postado por Fernando Martins às 00:37 0 comentários
Marcadores: Aiatolás, fundamentalismo, Irão, Islão, Khomeini, xiitas
terça-feira, maio 19, 2026
Malcolm X nasceu há 101 anos
Postado por Fernando Martins às 01:01 0 comentários
Marcadores: afro-americanos, assassinato, direitos humanos, Islão, Malcolm X, USA
quinta-feira, abril 30, 2026
Os muçulmanos invadiram a península ibérica há mil trezentos e quinze anos...
Tárique ibn Ziade (circa 670 - 720) ou Táriq foi um comandante omíada que iniciou a conquista muçulmana da Hispânia visigótica (atual Espanha e Portugal) em 711-718 DC.
Ele liderou um exército e cruzou o Estreito de Gibraltar ,vindo da costa norte-africana, consolidando as suas tropas no que hoje é conhecido como o Rochedo de Gibraltar. O nome "Gibraltar" é a derivação espanhola do nome árabe Jabal Ṭāriq, que significa "montanha de Ṭāriq", que ficou com o seu nome.
![]()
Biografia
É possível que Tárique tenha sido um escravo liberto de Muça ibne Noçáir, governador do norte de África (Magrebe). Muça incumbiu-o de defender a posição de um grupo de herdeiros do rei Vitiza, uma fação inimiga do Reino Visigótico, com altas posições na hierarquia visigótica. A 30 de abril de 711, o exército de Tárique desembarcou no rochedo a que, posteriormente, se chamou Jabal Tárique ("monte de Tárique"), que hoje é conhecido como Gibraltar.
Depois de ter todo o exército em terra, conta-se que mandou queimar os navios e teria dito aos seus soldados:
| “ | Oh, meus guerreiros, para onde podeis fugir? Atrás de vós está o mar, diante de vós, o inimigo. Só vos resta a esperança da vossa coragem e da vossa determinação. Lembrai-vos que aqui sois mais afortunados que o órfão sentado à mesa do patrão avaro. Vosso inimigo está diante de vós, protegido por um exército inumerável. Ele tem homens em abundância, mas vós, como único recurso, tendes vossas próprias espadas... Não acrediteis que eu pretenda incitar-vos a enfrentar perigos que eu próprio me recuse a partilhar convosco. Durante o ataque, estarei na frente, onde a chance de sobreviver é menor. | ” |
As tropas mouras, quase unicamente constituídas por berberes, invadiram o reino visigótico e obtiveram uma vitória decisiva a 19 de julho de 711, na Batalha de Guadalete (em Jerez de la Frontera), onde foi morto o rei Rodrigo. Seguiram-se as tomadas de Córdoba e de Toledo, em outubro do mesmo ano. Pouco depois receberia reforços de Muça ibne Noçáir. Com este, apoderou-se de quase toda a península. A tomada de Saragoça é o marco do final desta conquista. Tárique teria sido governador das terras conquistadas, mas por pouco tempo. Muça teve contratempos políticos e Tárique acompanhou-o de volta a Damasco, onde morreu em 720.
Postado por Fernando Martins às 13:15 0 comentários
Marcadores: El-Rei, Gibraltar, Islão, muçulmanos, reconquista, Rodrigo, Tárique, visigodos
sábado, abril 18, 2026
A embaixada norte-americana de Beirute foi alvo de ataque terrorista há 43 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:43 0 comentários
Marcadores: ataque à embaixada dos Estados Unidos no Líbano, Guerra Civil Libanesa, Hezbollah, Islão, Líbano, terrorismo
sábado, abril 11, 2026
O Uganda expulsou o ditador genocida Idi Amin há 47 anos
Idi Amin Dada (~1920 – 16 de agosto de 2003) foi um ditador militar e o terceiro presidente de Uganda entre 1971 e 1979. Amin fez parte do King's African Rifles, um regimento colonial britânico, em 1946, servindo na Somália e no Quénia. Eventualmente, ele chegou à patente de Major-General no exército ugandense, e tornou-se Chefe Supremo do Exército, antes de liderar um golpe de estado em 1971, depondo o então presidente Milton Obote. Mais tarde, como chefe de estado, ele auto-promoveu-se a Marechal de Campo.
Em janeiro de 1979, o presidente tanzaniano Nyerere mobilizou o exército de seu país e contra atacou, com o apoio de grupos dissidentes ugandeses, como a Frente de Libertação Nacional de Uganda (UNLA). As forças de Amin recuaram frente à contra-ofensiva e, apesar do apoio militar vindo do ditador líbio, Muammar al-Gaddafi, ele foi obrigado a fugir do país, a 11 de abril de 1979, após a queda da capital, Kampala. Ele fugiu então para a Líbia, mas teve de procurar um novo refúgio, quando Gaddafi o expulsou do país. Recebeu então asilo da Arábia Saudita, em nome da caridade islâmica, onde passou a viver até ao fim de sua vida, acompanhado pelas suas quatro esposas e os seus mais de 50 filhos. Quando o seu estado de saúde se agravou, em julho, uma de suas quatro mulheres pediu para voltar ao Uganda para morrer, mas o governo negou-lhe o pedido, sob o argumento que se retornasse ao país seria julgado pelas suas atrocidades.
Postado por Fernando Martins às 00:47 0 comentários
Marcadores: canibalismo, corrupção, direitos humanos, ditadores, Idi Amin, Islão, megalómanos, nepotismo, Uganda
sexta-feira, abril 03, 2026
Terroristas da Al Qaeda fizeram-se explodir em Madrid há vinte e dois anos
Postado por Fernando Martins às 00:22 0 comentários
Marcadores: 11 de março de 2004, acidentes, Al Qaeda, Atocha, comboios, Islão, Madrid, terrorismo
quarta-feira, março 11, 2026
A Al Qaeda atacou na Espanha há vinte e dois anos...
- um grupo próximo da Al Qaeda, as Brigadas de Abu Hafs Al Masri reivindicou o atentado em nome da Al Qaeda.
- os atentados têm características em comum com outros atentados da Al Qaeda.
- na tarde do dia 11 de março foi encontrada, na região de Madrid, uma cassete com orações em árabe numa carrinha com detonadores.
- na noite de 11 de março foi divulgada a suspeita de que um bombista suicida seguia a bordo de um dos comboios.
- minutos antes das 19.00 horas de 12 de março, num telefonema feito para a redação do diário GARA, a ETA negou a autoria dos atentados. A frase exata (em tradução) foi: "A organização ETA não tem nenhuma responsabilidade sobre os atentados de ontem."
Postado por Fernando Martins às 00:22 0 comentários
Marcadores: 11 de março de 2004, 11-M, Al Qaeda, bomba, comboio, Islão, Madrid, terrorismo
quarta-feira, março 04, 2026
Saladino morreu há 833 anos...
Túmulo de Saladino em Damasco
Nácer Salá Adim Iúçufe ibne Aiube (Tikrit, circa 1138 - Damasco, 4 de março de 1193), melhor conhecido como Saladino (em latim: Saladinus), foi um chefe militar curdo muçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. No auge de seu poder, o seu domínio estendia-se pelo Egito, Palestina, Síria, Iraque, Iémem e pelo Hejaz. Foi responsável pela reconquista de Jerusalém ao Reino de Jerusalém, após a sua vitória na Batalha de Hattin e, como tal, tornou-se uma figura emblemática na cultura curda, árabe, persa, turca e islâmica em geral. Saladino, adepto do islamismo sunita, tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época, pela sua conduta cavalheiresca, especialmente nos relatos sobre o cerco de Kerak em Moabe, e apesar de ser a némesis dos cruzados, conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão. Longe de se tornar uma figura odiada na Europa, tornou-se um exemplo célebre dos princípios da cavalaria medieval.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 08:33 0 comentários
Marcadores: cavaleiro, cruzadas, curdos, Islão, Jerusalém, muçulmanos, Saladino
quinta-feira, fevereiro 26, 2026
Mohammed V, primeiro Rei de Marrocos, morreu há 65 anos
Maomé era o terceiro filho de Iúçufe (r. 1912–1927). Com a morte deste, as autoridades francesas fizeram de Maomé o sucessor. Em 1934, exortou os franceses a abandonarem o Dahir Berber de 1930 que criou diferentes sistemas legais aos dois principais grupos étnicos do Marrocos, os berberes e árabes. Os marroquinos criaram o Dia do Trono, um festival anual para celebrar o aniversário da ascensão de Maomé. Neste dia, o sultão discursou, apesar de forma moderada, de modo a encorajar o sentimento nacionalista. Os franceses relutantemente transformaram o dia em feriado oficial e na década seguinte Maomé, embora não fizesse declaradamente parte dos movimentos nacionalistas, apoiou-os. Com a II Guerra Mundial (1939–1945), apoiou os Aliados e em 1943 reuniu-se com o presidente dos Estados Unidos Franklin D. Roosevelt, que o encorajou a declarar independência.
Em janeiro de 1944, o interesse de Maomé pela independência aumentou, dada a prisão, por ordem da França, de vários nacionalistas. Em 1947, visitou Tânger e discursou sobre as ligações dos marroquinos com o mundo árabe e omitiu a França. Além disso, recusou-se a assinar os decretos do general residente francês. Em 1951, os franceses encorajaram uma rebelião tribal, e sob pretexto de protegê-lo, cercaram o palácio com tropas. Nisso, foi obrigado a denunciar o movimento nacionalista. Em agosto de 1953, foi levado à Córsega e depois Madagáscar e o país foi dado a Maomé ibne Arafa (rei de 1953 a 1955).

Postado por Fernando Martins às 06:50 0 comentários
Marcadores: Dinastia Alaoui, França, Hassan II, independência, Islão, Marrocos, Mohammed V, Monarquia
.png)




