domingo, março 29, 2026
O asteroide Vesta foi descoberto há 219 anos
Postado por Fernando Martins às 02:19 0 comentários
Marcadores: asteróides, asteroides V, astronomia, Olbers, planetologia, Sistema Solar, Vesta
O Desastre da Ponte das Barcas foi há 217 anos...
As "Alminhas da Ponte" lembram a tragédia de 29 de março de 1809, no Rio Douro
A chamada Ponte das Barcas foi uma ponte sobre o Rio Douro que existiu na cidade do Porto no início do século XIX, construída sobre barcaças.
A necessidade de haver uma travessia para a margem Sul do Douro para circulação de pessoas e mercadorias do Porto, constituiu uma preocupação permanente ao longo dos séculos. Ao longo dos tempos houve várias "pontes das barcas" construídas para determinados propósitos, como a rápida deslocação de contingentes militares. No entanto, por regra a travessia do Douro fazia-se com recursos a barcos, jangadas, barcaças ou batelões.
A Ponte das Barcas, construída com objetivos mais duradouros, foi projetada por Carlos Amarante e inaugurada a 15 de agosto de 1806. Era constituída por vinte barcas ligadas por cabos de aço e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial.
Foi nessa ponte que se deu o famoso desastre da Ponte das Barcas, em que milhares de legionários franceses pereceram, perseguindo portugueses civis e militares através da ponte e à carga de baionetas das tropas da segunda invasão francesa, comandada pelo marechal Soult, em 29 de março de 1809. Mais de quatro mil pessoas morreram. Mas os Portugueses conseguiram alcançar o posto militar da Serra do Pilar, em Vila Nova de Gaia, contribuindo para o fracasso da 2ª invasão Francesa.
Anos mais tarde, a cidade do Porto recebeu o famoso título de "Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto".
Reconstruida depois do desastre, a Ponte das Barcas acabaria por ser substituída definitivamente pela Ponte D.ª Maria II, em 1843.
Desenho do Barão de Forrester
Postado por Fernando Martins às 02:17 0 comentários
Marcadores: desastre da Ponte das Barcas, guerras napoleónicas, Porto, Soult
A Batalha de Towton foi há 565 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:56 0 comentários
Marcadores: Batalha de Towton, guerra das rosas, Inglaterra, Iorque, Lencastre
Um espetáculo, no Coliseu dos Recreios, há 51 anos, mostrou que o estava para vir...
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: 25 de Abril, 29 de março de 1974, Coliseu dos Recreios, Grândola Vila Morena, Zeca Afonso
A Mariner 10 chegou a Mercúrio há 52 anos
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
Marcadores: astronomia, Mariner 10, Mercúrio, NASA, sonda espacial, Vénus
Carl Orff morreu há quarenta e quatro anos...
Contudo, a sua maior contribuição se situa na área da pedagogia musical, com o Método Orff de ensino musical, baseado na percussão e no canto. Orff criou um centro de educação musical para crianças e leigos em 1925, no qual trabalhou até à morte.
Postado por Fernando Martins às 00:44 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Carl Orff, Carmina Burana, Método Orff, música
Alain Oulman morreu há 36 anos...
Alain Robert Oulman (Oeiras, Cruz Quebrada - Dafundo, 15 de junho de 1928 - Paris, 29 de março de 1990) foi o grande responsável por alguns dos maiores sucessos de Amália. Foi também o editor do livro "Le Portugal Baillonné - témoignage" ("Portugal Amordaçado") de Mário Soares.
"Cantei porque para mim era fado. A nobreza que está lá dentro é que conta. Se não tem fado para os outros, para mim tem"
"Alain Oulman, que em sucessivos discos publicados nos anos 50 e 60 soube transformar a fadista Amália Rodrigues - cuja popularidade era incontestada desde o final da Segunda Guerra - na «Amalia», sem acento, que se tornou diva internacional. Oulman divulgou a voz, mas soube renovar-lhe a cada passo os atributos com desafios ousados: primeiro, já não apenas a guitarra e a viola, mas também os acompanhamentos orquestrais, depois as variações sobre estes, conduzindo-a ao extremo de um «jazz combo»."
Jorge P. Pires, Expresso, 1998
"Eu tenho uma proximidade muito maior com a Amália dos anos 60, do período do Oulman. Cabe tudo ali - e é isso que lhe dá dimensão. Nós não podemos reduzi-la - como ela nunca se quis reduzir - a um qualquer sub-género do seu reportório."
Rui Vieira Nery, DN, 2002
Amália Rodrigues - Gaivota
Poema: Alexandre O'Neill
Música: Alain Oulman
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
Marcadores: Alain Oulman, Alexandre O´Neill, Amália Rodrigues, Fado, Gaivota, judeus, música
A Ponte Vasco da Gama foi inaugurada há vinte e oito anos
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: Expo 98, feijoada, Lisboa, Mania das Grandezas, ponte Vasco da Gama, rio Tejo, Vasco da Gama
Maurice Jarre morreu há dezassete anos...

Maurice-Alexis Jarre (Lyon, 13 de setembro de 1924 - Los Angeles, 29 de março de 2009) foi um compositor francês.
Famoso por compor a banda sonora de grandes sucessos de bilheteira, foi vencedor de três Óscares, quatro Globos de Ouros, dois BAFTA e um GRAMMY. Possui uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood Boulevard. Além de suas composições para cinema e teatro, também compôs música para ballets, concertos, óperas e cantatas. Era o pai do famoso compositor de música eletrónica Jean Michel Jarre.
Biografia
Maurice Jarre demonstrou seu interesse por música na sua adolescência, e contra a vontade de seu pai, matriculou-se no Conservatório de Paris, onde estudou percussão, composição musical e harmonia.
A sua carreira musical ganhou impulso quando, em 1961, o produtor Sam Spiegel o indicou para trabalhar com David Lean no seu filme Lawrence da Arabia. Inicialmente a música deste filme seria composta por três compositores, sendo que por vários motivos o trabalho ficou totalmente nas mãos de Jarre, o que lhe rendeu o Óscar de melhor banda sonora. Depois deste filme, veio a colaborar em mais três filmes de David Lean: Doutor Jivago, A filha de Ryan e Passagem para a Índia. Dois destes filmes também lhe renderam o Óscar e popularidade, tanto que já estava proposto para compor a banda sonora de outro filme do diretor, intitulado Nostromo, porém Lean morreu antes de chegar a produzi-lo.
Maurice Jarre costumava utilizar muita percussão nas suas bandas sonoras, chegando a incluir instrumentos étnicos como a cítara em Lawrence of Arabia, ou a fujara em A Tin Tambor. Nos anos 80 incluiu arranjos eletrónicos em sua música, e chegou compor uma banda sonora totalmente eletrónica, para o filme The Year of Living Dangerously (O ano em que vivemos em perigo).
Vida pessoal
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:17 0 comentários
Marcadores: banda sonora, cinema, Lawrence of Arabia, Maurice Jarre, música, Óscar
Saudades de Astrud Gilberto...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: Água de beber, Astrud Gilberto, Bossa nova, Brasil, jazz, jazz latino, música
Música de aniversariante de hoje...!
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
Marcadores: Adeus tristeza, Fernando Tordo, Festival da Canção, MPP, música
sábado, março 28, 2026
Notícia sobre origem e evolução das plantas terrestres..
Como é que as plantas vieram do mar para a terra e mudaram a nossa vida para sempre?

Uma geocientista explica como surgiram as primeiras plantas na Terra, muito antes dos dinossauros, e como o seu crescimento moldou a vida no planeta tal como a conhecemos. Afinal, qual foi a primeira planta do mundo?
Muito antes de os dinossauros, a Terra parecia muito diferente do planeta que conhecemos hoje. Há cerca de 500 milhões de anos, a maior parte da superfície da Terra era rocha nua e solo seco. Não havia árvores, nem relva, nem flores. A vida existia quase inteiramente nos oceanos.
Depois aconteceu algo extraordinário: as plantas começaram a crescer em terra.
Antepassados das plantas viviam na água
A história das plantas começa na água. Os primeiros organismos semelhantes a plantas eram formas de vida verdes simples e minúsculas, como as algas. Ainda hoje pode ver algas como algas marinhas ao longo das praias ou como lodo verde nas rochas em lagoas.
As algas vivem nos oceanos e lagos da Terra há mais de mil milhões de anos. Conseguem produzir o seu próprio alimento, utilizando luz solar, água e dióxido de carbono para criar açúcares. Este processo chama-se fotossíntese; liberta oxigénio – o gás de que precisamos para respirar – como subproduto.
No início, a atmosfera da Terra tinha muito pouco oxigénio. Ao longo de milhões de anos, organismos que realizam fotossíntese, como as algas e algumas bactérias, libertaram lentamente oxigénio para o ar.
Esta mudança, também chamada Grande Evento de Oxigenação, tornou possível que formas de vida maiores e mais complexas evoluíssem. Sem organismos produtores de oxigénio, os animais, incluindo os seres humanos, nunca poderiam ter existido.
Os cientistas acreditam que as primeiras plantas verdadeiras evoluíram a partir de algas verdes há cerca de 470 milhões de anos.
Estas plantas primitivas viviam em águas pouco profundas perto das linhas de costa, onde as condições mudavam frequentemente. Por vezes estavam submersas e, por vezes, expostas ao ar. Este habitat ajudou-as a adaptar-se lentamente à vida em terra.
Conseguir estabelecer-se em terra firme
Passar para a terra não foi fácil. As plantas aquáticas são sustentadas pela água e conseguem absorver nutrientes facilmente, mas as plantas terrestres enfrentaram novos desafios. Como evitariam secar? Como poderiam manter-se de pé sem flutuar? Como obteriam água e nutrientes do solo seco?
Para sobreviver, as primeiras plantas desenvolveram novas características importantes. Uma adaptação fundamental foi um revestimento ceroso, chamado cutícula, que ajudava a manter a água dentro da planta.
As plantas também desenvolveram paredes celulares mais fortes que lhes permitiam manter-se de pé contra a gravidade. Estruturas simples semelhantes a raízes, chamadas rizoides, ajudavam a fixar as plantas ao solo e a absorver água e minerais do solo.
As primeiras plantas terrestres eram muito pequenas e simples. Pareciam-se com musgos modernos, hepáticas e antóceros, que ainda hoje crescem em locais húmidos como o chão das florestas e as margens de cursos de água.
Estas plantas não tinham raízes ou caules verdadeiros e mantinham-se próximas do solo. Fósseis de plantas terrestres primitivas, como Cooksonia, datam de há cerca de 430 milhões de anos e mostram pequenos caules ramificados com apenas dois ou três centímetros de altura.
Mesmo sendo minúsculas, estas plantas tiveram um enorme impacto na Terra. À medida que as plantas se espalharam pela terra, as suas raízes ajudaram a decompor rochas em solo, um processo chamado meteorização.
Há cerca de 420 milhões de anos, as plantas desenvolveram tecido vascular: pequenos tubos que transportam água e nutrientes por toda a planta.
Isto criou solos mais ricos que podiam sustentar mais vida.
Complexidade crescente ao longo de milhões de anos
Depois de as plantas se estabelecerem em terra, a evolução continuou.
Há cerca de 420 milhões de anos, as plantas desenvolveram tecido vascular: pequenos tubos que transportam água e nutrientes por toda a planta.
Esta adaptação permitiu que as plantas crescessem mais altas e mais fortes, porque a água podia ser transportada para cima desde as raízes até às folhas. Estas plantas vasculares incluíam parentes primitivos dos fetos e dos licopódios.
Com o tecido vascular, a vida vegetal começou realmente a florescer.
Por volta de 360 milhões de anos atrás, vastas florestas cobriam grande parte da Terra. Fetos gigantes e plantas semelhantes a árvores, algumas com mais de 30 metros de altura, dominavam a paisagem.
Com o tempo, material vegetal morto dessas florestas foi enterrado e comprimido, formando eventualmente carvão, que as pessoas ainda utilizam hoje como fonte de energia.
Outro grande passo na evolução das plantas foi o desenvolvimento das sementes, há cerca de 380 milhões de anos, encontradas nos fetos com semente.
Outras plantas com sementes, como as primeiras coníferas – um grupo que inclui os pinheiros modernos – podiam reproduzir-se sem precisar de água para a fertilização. As sementes protegiam os embriões das plantas e permitiam que sobrevivessem a condições difíceis como seca ou frio.
A evolução vegetal mais recente ocorreu há cerca de 140 milhões de anos, quando surgiram as plantas com flor, aquilo a que os cientistas chamam angiospérmicas.
As flores ajudaram as plantas a atrair animais como insetos e aves, que espalham pólen e sementes. Os frutos desenvolveram-se para proteger as sementes e ajudá-las a dispersar-se. Hoje, as plantas com flor constituem a maioria das plantas que vemos, incluindo árvores, relvas, frutos e vegetais.
As primeiras plantas não se limitaram a sobreviver; transformaram a Terra. Mudaram a atmosfera, criaram solo e formaram ecossistemas que permitiram que os animais prosperassem em terra. Graças à evolução das plantas, a Terra tornou-se um planeta verde e vivo, cheio de vida diversa.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 22:33 0 comentários
Marcadores: evolução, Paleontologia, plantas
Porque hoje foi dia de recordar Miguel Hernández...
Aceituneros
Andaluces de Jaén,
aceituneros altivos,
decidme en el alma, ¿quién,
quién levantó los olivos?
No los levantó la nada,
ni el dinero, ni el señor,
sino la tierra callada,
el trabajo y el sudor.
Unidos al agua pura
y a los planetas unidos,
los tres dieron la hermosura
de los troncos retorcidos.
Levántate, olivo cano,
dijeron al pie del viento.
Y el olivo alzó una mano
poderosa de cimiento.
Andaluces de Jaén,
aceituneros altivos, decidme en el alma ¿quién
quién amamantó los olivos?
Vuestra sangre, vuestra vida,
no la del explotador
que se enriqueció en la herida
generosa del sudor.
No la del terrateniente
que os sepultó en la pobreza,
que os pisoteó la frente,
que os redujo la cabeza.
Árboles que vuestro afán
consagró al centro del día
eran principio de un pan
que sólo el otro comía.
¡Cuántos siglos de aceituna,
los pies y las manos presos,
sol a sol y luna a luna,
pesan sobre vuestros huesos!
Andaluces de Jaén,
aceituneros altivos,
pregunta mi alma: ¿de quién,
de quién son estos olivos?
Jaén, levántate brava
sobre tus piedras lunares,
no vayas a ser esclava
con todos tus olivares.
Dentro de la claridad
del aceite y sus aromas,
indican tu libertad
la libertad de tus lomas.
Miguel Hernández
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: Aceituneros, Andaluces de Jaén, Espanha, Miguel Hernández, música, Paco Ibañez, poesia
Notícia interessante sobre recuperação ambiental de rios...
“Restauradores de rios” estão a criar Édens na Terra. Parece milagre, mas é ciência

Em Somerset, a equipa recuperou o curso de um rio e atraiu inúmeras espécies para o local.
Equipa do Reino Unido está a reconectar canais fluviais perdidos com o tempo. Já criaram um zona húmida equivalente a dez campos de futebol.
Em Somerset, Inglaterra, uma equipa de investigadores está a estudar um novo projeto apelidado de “Stage Zero” (Fase 0), uma técnica de recuperação de rios desenvolvida no estado do Oregon, nos EUA.
De acordo com a Discover Wildlife, o local está “irreconhecível” e “a quantidade de vida selvagem e o crescimento de vegetação exuberante que se tem visto é uma loucura”. Quem o conta é Jack Siviter, guarda-florestal de Holnicote, em Somerset.
As zonas húmidas são habitats fundamentais, não só pela sua biodiversidade, mas também pela capacidade de armazenar água, reduzir o risco de inundações e capturar carbono. Apesar disso, no Reino Unido 90% das zonas húmidas inglesas perderam-se no último século.
Os últimos 18 meses foram os mais húmidos de que há registos em Inglaterra, “em termos de número de tempestades e de volume de chuva”, segundo conta à Discover Wildlife Ben Eardley, o gestor de projetos do National Trust, que financiou o estudo.
Ainda assim, foram exatamente essas condições atmosféricas que comprovaram o sucesso do projeto, explica Eardley: “O local reagiu muito bem… demonstrando o valor da restauração na resistência a extremos hidrológicos”.
Foram sete hectares de um novo percurso de água. O objetivo da equipa era voltar a ligar um troço de 1,2 km do rio Aller — o principal curso de água do local — à sua planície de inundação natural. Procedeu-se, então, ao enchimento de um troço endireitado e artificialmente aprofundado do rio.
O resultado? “Graças ao aumento da área húmida, temos visto muitas criaturas amantes de água, como aves aquáticas selvagens, ratazanas aquáticas, enguias, lampreias, cobras-das-gramíneas, trutas e aves como o milhafre-vermelho, o urubu, o peneireiro, o gavião, a andorinha, o andorinhão e o andorinhão-das-areias”, explica o guarda-florestal.
Para além disso, o lugar encheu-se de vegetação e conta agora com várias espécie de flores silvestres, como a cenoura selvagem, que fornece alimento para os polinizadores.
“Uma das espécies mais interessantes que vimos foi um maçarico-verde, que é uma excelente espécie indicadora de um habitat saudável em zonas húmidas de baixa altitude“, aponta Siviter. Também as ratazanas aquáticas, uma espécie em risco de extinção no país, estão a voltar.
Os níveis das águas subterrâneas subiram mais de um metro em algumas zonas, o que transformou a planície aluvial numa vasta “esponja natural” que armazena água durante as cheias e a vai libertando gradualmente nos períodos de seca. Esta técnica não só ajuda a mitigar as secas como também filtra sedimentos e poluentes, o que traz melhorias para a qualidade da água.
O “Stage Zero” é um dos pioneiros na restituição do curso de rios no Reino Unido, o que pode resolver a falta de zonas húmidas no pais e criar paisagens repletas de fauna e flora.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 18:43 0 comentários
Marcadores: Ecologia, Hidrogeologia, restauração ecológica
Bernardino Machado nasceu há 175 anos...
Bernardino Machado enquanto Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano Unido
Bernardino Luís Machado Guimarães (Rio de Janeiro, 28 de março de 1851 – Santo Ildefonso, Porto, 29 de abril de 1944) foi o terceiro e o oitavo presidente eleito da República Portuguesa. Foi presidente da república portuguesa por duas vezes: primeiro, de 6 de agosto de 1915 até 5 de dezembro de 1917, quando Sidónio Pais, à frente de uma junta militar, dissolve o Congresso e o destitui, obrigando-o a abandonar o país; mais tarde, em 1925, volta à presidência da república para, um ano depois, voltar a ser destituído, pela revolução militar de 28 de maio de 1926, que instituirá a Ditadura Militar e abrirá caminho à instauração do Estado Novo.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 17:50 0 comentários
Marcadores: Bernardino Machado, I república, maçon, Presidente da República, Universidade de Coimbra
Hoje é dia de ouvir música russa...
Postado por Pedro Luna às 14:50 0 comentários
Marcadores: Grupo dos Cinco, música, Mussorgsky, Pictures at an Exhibition, romantismo, Rússia
Terminus das atividades do XX Mês do Fado em Coimbra

Praticamente termina hoje, dia 28.03.26, o XX Mês do Fado, uma iniciativa promovida pela Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra, com duas atividades no Convento de São Francisco, em Coimbra.
Assim às 16.00 horas, o Café-Concerto (junto às bilheteiras) acolhe as “Conversas de Café”, subordinadas ao tema
“Influências da música tradicional portuguesa na Canção de Coimbra –
Coimbra como caldeirão de culturas”, com a participação de Manuel
Marques Inácio, Jorge Cravo e Rui Pato (e com entrada gratuita).
A penúltima atividade será um espetáculo, pelas 21.00 horas na Antiga Igreja, que assinala o lançamento do novo CD da
Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra, reunindo temas
originais interpretados por grupos atualmente ativos e por grupos que
marcaram a história da Secção, seguido de um convívio nos Jardins da AAC. Amanhã haverá, para terminar uma tertúlia na República dos Galifões...
Postado por Fernando Martins às 14:11 0 comentários
Marcadores: Canções do Nosso Tempo, XX Mês do Fado
Hojé dia de cantar poesia de Santa Teresa de Ávila...
NADA TE TURBE
Jacques Berthier - Teresa de Ávila
Nada te turbe,
nada te espante;
quien a Dios tiene,
nada le falta.
Nada te turbe,
nada te espante;
solo Dios basta.
Todo se pasa,
Dios no se muda,
la paciencia todo lo alcanza.
En Cristo mi confianza
y de Él solo, mi asimiento.
En Sus cansancios, mi aliento
y en Su imitación, mi holganza.
Aquí estriba mi firmeza,
aquí mi seguridad.
La prueba de mi verdad,
la muestra de mi firmeza.
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: Comunidade de Taizé, Igreja Católica, Jacques Berthier, música, Nada te turbe, poesia, Santa Teresa de Ávila, Santos, Taizé
O poeta Miguel Hernández morreu há 84 anos...
Miguel Hernández Gilabert (Orihuela, 30 de octubre de 1910 - Alicante, 28 de marzo de 1942) fue un poeta y dramaturgo de especial relevancia en la literatura española del siglo XX. Aunque tradicionalmente se le ha encuadrado en la generación del 36, Miguel Hernández mantuvo una mayor proximidad con la generación anterior hasta el punto de ser considerado por Dámaso Alonso como «genial epígono» de la generación del 27. Actualmente - y tras las interesantes aportaciones de A. Sánchez Vidal - se le asocia a la Escuela de Vallecas.
Busto de Miguel Hernández en el Paseo de los Poetas, El Rosedal, Buenos Aires
in Wikipédia
23
Como el toro he nacido para el luto
y el dolor, como el toro estoy marcado
por un hierro infernal en el costado
y por varón en la ingle con un fruto.
Como el toro lo encuentro diminuto
todo mi corazón desmesurado,
y del rostro del beso enamorado,
como el toro a tu amor se lo disputo.
Como el toro me crezco en el castigo,
la lengua en corazón tengo bañada
y llevo al cuello un vendaval sonoro.
Como el toro te sigo y te persigo
y dejas mi deseo en una espada,
como el toro burlado, como el toro.
Miguel Hernández
Postado por Fernando Martins às 08:40 0 comentários
Marcadores: Espanha, Miguel Hernández, poesia
Rachmaninoff morreu há 83 anos...
Rachmaninoff é tido como um dos pianistas mais influentes do século XX. Os seus trejeitos técnicos e rítmicos são lendários e as suas mãos largas eram capazes de cobrir um intervalo de uma 13ª no teclado (um palmo esticado de cerca de 30 centímetros). Especula-se se ele era ou não portador da Síndrome de Marfan, já que se pode dizer que o tamanho de suas mãos correspondia à sua estatura, algo entre 1,91 e 1,98 m. Ele também possuía a habilidade de executar composições complexas à primeira audição. Muitas gravações foram feitas pela Victor Talking Machine Company, com Rachmaninoff executando composições próprias ou de reportórios populares.
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: música, piano, Rachmaninoff, romantismo, Rússia
Armando da Silva Carvalho nasceu há 89 anos...
(imagem daqui)
Armando da Silva Carvalho (Olho Marinho, Óbidos, 28 de março de 1938 – Caldas da Rainha, 1 de junho de 2017) foi um poeta e tradutor português.
Licenciado em Direito, na Universidade de Lisboa, foi advogado, jornalista, professor do ensino secundário e publicitário. Colaborou na Antologia de Poesia Universitária, em 1959, juntamente com Ruy Belo, Fiama Hasse Pais Brandão, Luiza Neto Jorge, Gastão Cruz, entre outros, e também na Quadrante revista da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, iniciada em 1958. Publicou Lírica Consumível em 1965, que marcou o início da sua obra poética e que lhe valeu o Prémio Revelação da Sociedade Portuguesa de Autores. A sua escrita é marcada por um timbre de mordacidade, sarcasmo e figurações da pulsão sexual. Das obras de ficção salienta Portuguex, publicada em 1977. Desde a década de 60 colaborou em inúmeros jornais e revistas (Diário de Lisboa, Jornal de Letras, O Diário, Poemas Livres, Colóquio-Letras, Hífen, As Escadas Não Têm Degraus, Sílex, Nova, Via Latina, Loreto 13, entre outras). Foi incluído na IV Líricas Portuguesas, em 1969, antologia poética organizada por António Ramos Rosa e desde então tem estado representado na generalidade das antologias de poesia portuguesa.
in Wikipédia
Cinzas de Sísifo
Eu vi o sobressalto.
Nesse bosque de lâminas e luvas
tocaste cada coisa como
um grito.
E amaste a minha boca
como quem corta
os pulsos ao silêncio.
Se o vento te derrama
entre folhas e cinza
é sempre a mesma voz que não perdoa
a mesma lei
o mesmo labirinto.
Armando da Silva Carvalho
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
Marcadores: Armando da Silva Carvalho, poesia
John Evan, o teclista dos Jethro Tull, nasceu há 78 anos
Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
Marcadores: blues-rock, folk rock, hard rock, Jethro Tull, John Evan, música, Rock Progressivo, rock psicadélico, Too Old To Rock'n' Roll
W. C. Handy morreu há 68 anos...
Postado por Fernando Martins às 06:08 0 comentários
Marcadores: blues, folk, música, St. Louis Blues, USA, W. C. Handy
Música de aniversariante de hoje...!
Postado por Pedro Luna às 04:10 0 comentários
Marcadores: A Nossa Guerra, Fábia Rebordão, Fado, música, Ney Matogrosso, world music
Música de aniversariante de hoje...!
Postado por Pedro Luna às 04:00 0 comentários
Marcadores: actriz, dance, electrónica, Just Dance, Lady Gaga, música, pop, USA



_-_Ant%C3%B3nio_Carneiro.png)




