quarta-feira, janeiro 07, 2026
A sonda Surveyor 7 partiu, rumo à Lua, há 58 anos
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Marcadores: Lua, NASA, programa Apollo, sonda espacial, Surveyor 7
A sonda Lunar Prospector foi lançada há 28 anos
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Lunar Prospector
| Mission type | Lunar orbiter |
|---|---|
| Operator | NASA |
| COSPAR ID | 1998-001A |
| SATCAT no. | 25131 |
| Mission duration | 570 days |
| Spacecraft properties | |
| Bus | LM-100 |
| Manufacturer | Lockheed Martin |
| Launch mass | 295 kilograms (650 lb) |
| Dry mass | 126 kilograms (278 lb) |
| Power | 202.0 W |
| Start of mission | |
| Launch date | January 7, 1998, 02:28:44 UTC |
| Rocket | Athena II |
| Launch site | Cape Canaveral SLC-46 |
| Contractor | Lockheed Martin Space Systems |
| End of mission | |
| Decay date | July 31, 1999, 09:52:02 UTC |
| Orbital parameters | |
| Reference system | Selenocentric |
| Eccentricity | 0.00046 |
| Periselene altitude | 99.45 kilometers (61.80 mi) |
| Aposelene altitude | 101.2 kilometers (62.9 mi) |
| Inclination | 90.55 degrees |
| Period | 117.9 minutes |
| Epoch | January 16, 1998[1] |
| Lunar orbiter | |
| Orbital insertion | January 11, 1998, 10:28 UTC |
| Impact site | |
| Orbits | ~7060 |
| Instruments | |
| Gamma ray spectrometer (GRS) Lunar Prospector neutron spectrometer (NS) Alpha particle spectrometer (APS) Doppler gravity experiment (DGE) Magnetometer (MAG) Electron reflectometer (ER) | |
Official insignia of the Lunar Prospector mission
| |
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sexta-feira, janeiro 02, 2026
A Luna 1 foi lançada há 67 anos
A sonda Stardust visitou um cometa há vinte e dois anos
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Marcadores: asteróides, astronomia, cometa, sonda espacial, Stardust, Wild 2
quarta-feira, dezembro 24, 2025
Há um ano a Parker Solar Probe bateu dois recordes...
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A Parker Solar Probe (inicialmente denominada Solar Probe', Solar Probe Plus, ou Solar Probe+) é uma sonda espacial desenvolvida pela NASA cujo objetivo é orbitar o Sol, passando através de sua corona.
Os resultados das pesquisas empreendidas pela Parker possibilitarão aquisição de novos conhecimentos e melhoria do entendimento sobre aspetos importantes relacionados à dinâmica das atividades solares. A missão tem como objetivo principal descobrir o motivo da corona ser muito mais quente que a fotosfera solar e entender de que forma o vento solar se forma e como suas partículas são aceleradas.
Dentre as principais motivações para a execução das pesquisas baseadas nos dados coletados pelos instrumentos colocados na sonda, a NASA faz as seguintes considerações:
- O Sol é a única estrela que pode ser investigada de perto. Estudando essa estrela podemos ampliar nosso entendimento sobre os demais astros do universo;
- O Sol é fonte de energia para a vida na Terra. Quanto mais sabermos sobre seus mecanismos, melhor entenderemos sobre como a vida se desenvolveu;
- O Sol afeta a Terra de diversas maneiras e é a fonte do vento solar, um fluxo de partículas ionizadas que se deslocam pelo sistema solar, atingindo nosso planeta a velocidades superiores a 500 km/s (1,8 milhões de km/h);
- Variações no vento solar afetam o campo magnético terrestre;
- Tempestades solares podem alterar a órbita de satélites artificiais, inutilizar equipamentos eletrónicos e até mesmo causar apagões elétricos na Terra;
- Para segurança de missões espaciais envolvendo o envio de astronautas a pontos mais distantes no espaço é necessário melhor entendimento do comportamento do vento solar.
Para atingir seus objetivos, a missão irá empreender 5 grandes investigações:
- Investigação de campos magnéticos (FIELDS) — Experimento que fará medições diretas nos campos elétricos, magnetismo, ondas de rádio, plasma, além de coletar informações sobre densidade e temperatura da corona;
- Integrated Science Investigation of the Sun (IS☉IS) — Investigação que envolve a medição de elétrons, prótons e íons pesados presentes no Sol;
- Wide-field Imager for Solar PRobe (WISPR)— Telescópios óticos que irão adquirir imagens da corona e heliosfera;
- Solar Wind Electrons Alphas and Protons (SWEAP) — Instrumentos que executarão a contagem do número de partículas presentes e medição de grandezas físicas, como velocidade, densidade e temperatura;
- Heliospheric origins with Solar Probe Plus (HeliOSPP) — Investigação executada pelo Jet Propulsion Laboratory para determinar diversos aspectos relacionados às partículas emitidas pelo Sol.
Trajetória
A trajetória da sonda envolverá sete passagens por Vénus, durante as quais ocorrerá redução na velocidade da sonda, alterando sua órbita de modo que ela se aproxime mais da superfície solar. Ao todo, serão executadas 24 translações ao redor do sol, sendo que nas passagens finais ocorrerão as maiores aproximações em relação à estrela.
Os experimentos estão ocorrendo ao longo dos sete anos de duração da missão, sendo mais concentradas nos períodos em que a sonda executa passagens próximas ao sol. Para minimizar a possibilidade de que os intensos níveis de radiação solar possam danificar os equipamentos eletrónicos, a NASA optou por adotar uma órbita altamente elíptica, de forma a reduzir o tempo em que a Parker ficará próxima ao Sol.
Da mesma forma que quaisquer outros objetos em órbita, devido à ação da força da gravidade, a sonda irá acelerar conforme ruma em direção ao periélio e reduzir a velocidade quando se deslocar em sentido a seu afélio. No momento em que atingir sua aproximação máxima ao Sol, esta sonda superará a velocidade de 700 mil quilómetros horários, passando a ser a detentora do recorde do objeto mais rápido já lançado pelo homem.
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A Parker Solar Probe bateu dois recordes há um ano...
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A Parker Solar Probe (inicialmente denominada Solar Probe', Solar Probe Plus, ou Solar Probe+) é uma sonda espacial desenvolvida pela NASA cujo objetivo é orbitar o Sol, passando através de sua corona.
Os resultados das pesquisas empreendidas pela Parker possibilitarão aquisição de novos conhecimentos e melhoria do entendimento sobre aspetos importantes relacionados à dinâmica das atividades solares. A missão tem como objetivo principal descobrir o motivo da corona ser muito mais quente que a fotosfera solar e entender de que forma o vento solar se forma e como suas partículas são aceleradas.
Dentre as principais motivações para a execução das pesquisas baseadas nos dados coletados pelos instrumentos colocados na sonda, a NASA faz as seguintes considerações:
- O Sol é a única estrela que pode ser investigada de perto. Estudando essa estrela podemos ampliar nosso entendimento sobre os demais astros do universo;
- O Sol é fonte de energia para a vida na Terra. Quanto mais sabermos sobre seus mecanismos, melhor entenderemos sobre como a vida se desenvolveu;
- O Sol afeta a Terra de diversas maneiras e é a fonte do vento solar, um fluxo de partículas ionizadas que se deslocam pelo sistema solar, atingindo nosso planeta a velocidades superiores a 500 km/s (1,8 milhões de km/h);
- Variações no vento solar afetam o campo magnético terrestre;
- Tempestades solares podem alterar a órbita de satélites artificiais, inutilizar equipamentos eletrónicos e até mesmo causar apagões elétricos na Terra;
- Para segurança de missões espaciais envolvendo o envio de astronautas a pontos mais distantes no espaço é necessário melhor entendimento do comportamento do vento solar.
Para atingir seus objetivos, a missão irá empreender 5 grandes investigações:
- Investigação de campos magnéticos (FIELDS) — Experimento que fará medições diretas nos campos elétricos, magnetismo, ondas de rádio, plasma, além de coletar informações sobre densidade e temperatura da corona;
- Integrated Science Investigation of the Sun (IS☉IS) — Investigação que envolve a medição de elétrons, prótons e íons pesados presentes no Sol;
- Wide-field Imager for Solar PRobe (WISPR)— Telescópios óticos que irão adquirir imagens da corona e heliosfera;
- Solar Wind Electrons Alphas and Protons (SWEAP) — Instrumentos que executarão a contagem do número de partículas presentes e medição de grandezas físicas, como velocidade, densidade e temperatura;
- Heliospheric origins with Solar Probe Plus (HeliOSPP) — Investigação executada pelo Jet Propulsion Laboratory para determinar diversos aspectos relacionados às partículas emitidas pelo Sol.
Trajetória
A trajetória da sonda envolverá sete passagens por Vénus, durante as quais ocorrerá redução na velocidade da sonda, alterando sua órbita de modo que ela se aproxime mais da superfície solar. Ao todo, serão executadas 24 translações ao redor do sol, sendo que nas passagens finais ocorrerão as maiores aproximações em relação à estrela.
Os experimentos estão ocorrendo ao longo dos sete anos de duração da missão, sendo mais concentradas nos períodos em que a sonda executa passagens próximas ao sol. Para minimizar a possibilidade de que os intensos níveis de radiação solar possam danificar os equipamentos eletrónicos, a NASA optou por adotar uma órbita altamente elíptica, de forma a reduzir o tempo em que a Parker ficará próxima ao Sol.
Da mesma forma que quaisquer outros objetos em órbita, devido à ação da força da gravidade, a sonda irá acelerar conforme ruma em direção ao periélio e reduzir a velocidade quando se deslocar em sentido a seu afélio. No momento em que atingir sua aproximação máxima ao Sol, esta sonda superará a velocidade de 700 mil quilómetros horários, passando a ser a detentora do recorde do objeto mais rápido já lançado pelo homem.
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quarta-feira, novembro 12, 2025
A sonda Philae pousou num cometa há onze anos
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Marcadores: astronomia, Cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko ESA, Philae, Rosetta, sonda espacial
domingo, outubro 19, 2025
A sonda Mariner 5 chegou a Vénus há 58 anos
sábado, outubro 18, 2025
A sonda Venera 4 poisou em Vénus há 58 anos
quarta-feira, setembro 03, 2025
A sonda Viking 2 chegou a Marte há 49 anos
segunda-feira, agosto 04, 2025
A sonda Phoenix partiu, rumo a Marte, há 18 anos
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terça-feira, julho 22, 2025
Giuseppe Piazzi, astrónomo que descobriu Ceres, o asteroide que hoje é planeta anão, morreu há 199 anos
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segunda-feira, julho 14, 2025
A sonda New Horizons chegou a Plutão há dez anos...!
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sexta-feira, julho 04, 2025
A sonda Mars Pathfinder (levando a mini-sonda Sojourner...) poisou em Marte há 28 anos
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Marcadores: astronomia, Carl Sagan, JPL, Mars Pathfinder, NASA, planetologia, Sojourner, sonda espacial, sondas
sábado, junho 14, 2025
A sonda Mariner 5 foi lançada há 58 anos
domingo, abril 06, 2025
A sonda Pioneer 11 foi lançada há 52 anos...
- Explorar o meio interplanetário para além da órbita de Marte.
- Investigar a natureza da cintura de asteroides do ponto de vista científico e avaliar eventuais perigos a correr em missões para os planetas exteriores.
- Explorar o ambiente de Júpiter.
- Mapear o campo magnético de Saturno, sua intensidade, direção e estrutura.
- Determinar como muitos eletrões e protões de várias energias são distribuídas ao longo da trajetória da nave através do sistema de Saturno.
- Mapear a interação do vento solar com o sistema de Saturno.
- Medir a temperatura da atmosfera de Saturno e Titã, a grande lua de Saturno.
- Mapear a estrutura térmica da atmosfera de Saturno através de observações no infravermelho acoplada com rádio de ocultação de dados.
- Obter e digitalizar as imagens do sistema de Saturno em duas cores e durante a sequência de medidas de polarimetria no encontro com o planeta.
- Sondar o sistema de anéis e atmosfera de Saturno com ondas de rádio na banda S.
- Determinar com maior precisão a massa de Saturno e seus satélites maiores por observações precisas dos efeitos de seus campos gravitacionais sobre o movimento da nave espacial.
- Como um precursor para a missão Marineer Júpiter/Saturno, verificar o ambiente do plano do anel para descobrir onde ele pode ser seguramente cruzado pela sonda Marineer sem graves danos.
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Marcadores: anéis de Saturno, NASA, Pioneer 11, Saturno, sonda espacial
sexta-feira, abril 04, 2025
O espaço vai tornar-nos a todos ricos...!
A Psyche ligou o seu motor revolucionário — e apontou ao asteroide que nos faria ricos
A nave espacial Psyche encontra-se a mais de 300 milhões de quilómetros de distância e move-se a uma velocidade de 37 quilómetros por segundo, em relação à Terra.
Em outubro de 2023, a NASA lançou a missão Psyche, a 14ª do seu Discovery Program, para uma viagem de 450 milhões de quilómetros até ao louco asteroide metálico Psyche 16.
Este asteroide peculiar com mais e mais de 250 quilómetros de diâmetro é composto por metais pesados cujo valor se estima em 700 triliões de dólares, o equivalente a 615 triliões de euros, o que significa que poderia converter todos os habitantes da Terra em multimilionários.
Em maio do ano passado, sete meses após o lançamento, a nave da agência espacial norte-americana ligou finalmente o seu motor de iões, o revolucionário e incrivelmente eficiente sistema de propulsão elétrica alimentado a energia solar que vai levar a sonda para além da órbita de Marte.
A nave dispõe de um espetrómetro de raios gama e de neutrões, de um imageador multiespectral, de um magnetómetro, de um sistema de telecomunicações por rádio de banda X e de um instrumento de comunicação por laser denominado “Deep Space Optical Communications System” (DSOCS).
A nave espacial vai chegar ao asteroide metálico em 2029 com o objetivo de fazer observações e recolher dados científicos para compreender a formação de planetas rochosos com núcleos metálicos.
Por sua vez, antes de alcançar esta meta, a Psyche vai entrar em modo de voo cruzeiro, para que os seus propulsores elétricos assumam o controlo e impulsionem a sonda para a cintura de asteroides.
Desta forma, a nave espacial irá conseguir atingir velocidades até 200.000 quilómetros por hora para se mover através do Sistema Solar.
Além disso, recorda o Ciencia Plus, vai desligar os propulsores à medida que se aproxima de Marte, utilizando a gravidade do planeta para se lançar para o exterior.
No final de abril do ano passado, a NASA conseguiu estabelecer uma comunicação ótica, via laser, com a missão Psyche a 226 milhões de quilómetros, uma vez e meia a distância entre a Terra e o Sol.
Esta proeza significa que DSOCS interagiu pela primeira vez com o sistema de comunicações da nave Psyche, emitindo dados para a Terra.
Além disto, permitiu também perceber como é que as naves espaciais poderão utilizar esta tecnologia no futuro de modo a permitir comunicações com maior recolha de dados de informação científica.
“Até agora, temos estado a ligar e a verificar os equipamentos necessários para completar a missão, e podemos afirmar que estão a funcionar perfeitamente”, afirma o gestor do projeto Psyche, Henry Stone em comunicado.
“Agora estamos ansiosos pelo próximo sobrevoo de Marte”, conclui Stone.
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