domingo, janeiro 19, 2025
A ópera de Verdi Il Trovatore teve a sua estreia há 172 anos
Postado por Fernando Martins às 17:20 0 comentários
Marcadores: Giuseppe Verdi, Il Trovatore, música, Ópera, Stride la vampa, Verdi
Atividade "Os Anfíbios no Polje" - 02.02.2025
No dia 2 de fevereiro vamos comemorar o Dia Mundial das Zonas Húmidas e descobrir a biodiversidade do Polje de Mira-Minde.
Sabia que o Polje de Mira-Minde e as nascentes associadas (Sítio Ramsar 1616) são Zonas Húmidas de importância internacional? Em 2025, a comemoração do Dia Mundial das Zonas Húmidas tem como tema “Proteger as Zonas Húmidas para o Nosso Futuro Comum”. Convidámos o biólogo André Catarino de Oliveira, da Universidade de Évora, para nos acompanhar num passeio no Polje de Mira-Minde. Vamos descobrir a importância deste local para diferentes formas de vidas que aqui ocorrem. Como? Com galochas e camaroeiros! Que anfíbios habitam no Polje?
No dia 2 de fevereiro, não fique em casa: há saída de campo, no Polje de Mira-Minde...!
Participe!
As inscrições são obrigatórias e deverão ser feitas até dia 30 de janeiro através do e-mail info@alviela.cienciaviva.pt ou pelo telefone 249 881 805
Inscrições: até 30 de janeiro de 2025 (limite mínimo de 10 participantes)
Público-alvo: Público em geral (crianças a partir dos 6 anos)
Horário: 10.00 às 13.00
Ponto de encontro: parque de estacionamento do Intermarché de Minde
Custo: 2,5€ / participante (não inclui seguro)
Nota: aconselhamos o uso de roupa confortável e calçado próprio para terreno acidentado
Postado por Fernando Martins às 13:52 0 comentários
Marcadores: anfíbios, Dia Mundial das Zonas Húmidas, Ecologia, PNSAC, polje, Polje de Mira-Minde
Porque é urgente o Amor...
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
Postado por Pedro Luna às 10:20 0 comentários
Marcadores: Eugénio de Andrade, poesia
Saudade de Nara Leão...
Postado por Pedro Luna às 08:30 0 comentários
Marcadores: Bossa-nova, Brasil, Manhã de carnaval, MPB, música, Nara Leão, O barquinho, O pato, Roberto Menescal
Hoje é dia de recordar Janis Joplin...
Postado por Pedro Luna às 08:20 0 comentários
Marcadores: blues, clube dos 27, country, folk, Janis Joplin, jazz, Me and Bobby McGee, música, Rock, rock psicadélico, soul
Loalwa Braz foi assassinada há oito anos...
(...)
Postado por Fernando Martins às 08:00 0 comentários
Marcadores: Brasil, Chorando Se Foi, França, Kaoma, lambada, Loalwa Braz, música, world music
Miguel José Ferrer morreu há oito anos...
Miguel José Ferrer (Santa Mónica, 7 de fevereiro de 1955 - Santa Mónica, 19 de janeiro de 2017) foi um ator norte-americano, frequentemente escolhido para fazer papéis de vilões. Morreu aos 61 anos, vítima de cancro na garganta.
Postado por Fernando Martins às 08:00 0 comentários
Marcadores: actor, Miguel José Ferrer
Dewey Bunnell, fundador da banda America, faz hoje setenta e três anos
Bunnell conheceu Gerry Beckley e Dan Peek ainda na escola, na Inglaterra. Os três formaram os America e gravaram o primeiro disco da banda em 1971.
Assim como os outros membros, Bunnell compunha, cantava e tocava viola. As suas composições mais famosas são "A Horse With No Name" e "Ventura Highway".
Bunnell ainda é membro dos America, juntamente com o outro membro fundador, Gerry Beckley.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 07:30 0 comentários
Marcadores: A Horse With No Name, America, Dewey Bunnell, folk rock, música, Rock
Dolly Parton - 79 anos
Família
Mudou-se com a sua família de sua cidade natal, Sevierville, para viver em Nashville, no mesmo estado do Tennessee, aos 18 anos de idade. No primeiro dia na cidade ela conheceu o jovem de 21 anos, músico e administrador, Carl Thomas Dean: ela saía da lavandaria com as suas roupas já lavadas e ele estacionava a sua camionete branca no local.
Postado por Fernando Martins às 07:09 0 comentários
Marcadores: bluegrass, country, Dolly Parton, gospel, Jolene, música, pop, USA
Saudades de Robert Palmer...
Postado por Pedro Luna às 07:06 0 comentários
Marcadores: Addicted To Love, anos 80, música, Robert Palmer
Saudades de Elis...
Postado por Pedro Luna às 04:30 0 comentários
Marcadores: Bossa nova, Brasil, Elis Regina, Fascinação, jazz, MPB, música, overdose, Rock, samba, world music
Edgar Allan Poe nasceu há 216 anos...
Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais
«Uma visita», eu me disse, «está batendo a meus umbrais.
.............. É só isso e nada mais.»
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão) a amada, hoje entre hostes celestiais —
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
.............. Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundindo força, eu ia repetindo,
«É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
.............. É só isso e nada mais».
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
«Senhor», eu disse, «ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi...» E abri largos, franquendo-os, meus umbrais.
.............. Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais —
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
.............. Isto só e nada mais.
Para dentro estão volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
«Por certo», disse eu, «aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais.»
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
.............. «É o vento, e nada mais.»
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais.
.............. Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
«Tens o aspecto tosquiado», disse eu, «mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais.»
.............. Disse-me o corvo, «Nunca mais».
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos seus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
.............. Com o nome «Nunca mais».
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, «Amigo, sonhos — mortais
Todos — todos lá se foram. Amanhã também te vais».
.............. Disse o corvo, «Nunca mais».
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
«Por certo», disse eu, «são estas vozes usuais.
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
.............. Era este «Nunca mais».
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureira dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
.............. Com aquele «Nunca mais».
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sombras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sombras desiguais,
.............. Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-me então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
«Maldito!», a mim disse, «deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!»
.............. Disse o corvo, «Nunca mais».
«Profeta», disse eu, «profeta — ou demónio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais,
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!»
.............. Disse o corvo, «Nunca mais».
«Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!, eu disse. «Parte!
Torna à noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!»
.............. Disse o corvo, «Nunca mais».
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha dor de um demónio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão mais e mais,
E a minh'alma dessa sombra, que no chão há mais e mais,
.............. Libertar-se-á... nunca mais!
Postado por Fernando Martins às 02:16 0 comentários
Marcadores: contos, Edgar Allan Poe, ficção científica, literatura policial, poesia, romantismo
O marquês Josep Tarradellas, presidente da Generalitat catalã, nasceu há 126 anos
Foi conselheiro da Generalitat republicana, exila-se em fevereiro de 1939, voltando a Barcelona em 23 de outubro de 1977, sendo o único político de relevo da Segunda República Espanhola que regressará ao país durante a transição democrática.
Restabelecimento da Generalitat
Em 1977, 2 anos após o falecimento de Franco, encontrou-se com o presidente da Governação espanhola, Adolfo Suárez, para negociar o restabelecimento da Generalidade da Catalunha.
A 29 de setembro de 1977 o presidente do governo de Espanha abole a lei franquista de 1938 que eliminava as instituições catalãs e restabelece a Generalitat provisoriamente. No dia 17 de outubro de 1977 nomeia-se Tarradellas presidente da Generalitat provisória e Frederic Rahola i Espona, Conselheiro da Presidência. Estes factos foram recolhidos no primeiro Jornal Oficial da Generalitat de Catalunya relançado por Tarradellas em 5 de dezembro de 1977.
in Wikipédia
Brasão do Marquês de Tarradellas (daqui)
Postado por Fernando Martins às 01:26 0 comentários
Marcadores: Catalunha, Espanha, Generalitat, Josep Tarradellas, transição democrática
Um revolta chamada Monarquia do Norte começou há 106 anos
Postado por Fernando Martins às 01:06 0 comentários
Marcadores: I república, Monarquia, Monarquia do Norte, Paiva Couceiro, Porto
Patricia Highsmith nasceu há 104 anos
Biografia
Highsmith nasceu com o nome de Mary Patricia Plangman em Fort Worth, Texas. Foi a única filha dos artistas Jay Bernard Plangman (1889 – 1975), que tinha ascendência alemã, e Mary Plangman (nascida Coates; 3 de setembro de 1895 – 12 de março de 1991). O casal divorciou-se 10 dias antes do nascimento da sua filha.
Patricia Highsmith morreu aos 74 anos, no dia 4 de fevereiro de 1995, de complicações resultantes de uma anemia aplástica e cancro pulmonar, no Hospital Carita, em Locarno, Suíça, próximo da localidade onde viveu desde 1982.
Postado por Fernando Martins às 01:04 0 comentários
Marcadores: literatura, Patricia Highsmith, policiais
Eugénio de Andrade nasceu há cento e dois anos...
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
Eugénio de Andrade
Postado por Fernando Martins às 01:02 0 comentários
Marcadores: Eugénio de Andrade, poesia
Elis Regina morreu há quarenta e três anos...
Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 - São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma cantora brasileira, conhecida por sua presença de palco, sua voz e sua personalidade. Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.
Postado por Fernando Martins às 00:43 0 comentários
Marcadores: Bossa nova, Brasil, Elis Regina, jazz, MPB, música, overdose, Rock, Romaria, samba, world music
Carl Perkins morreu há vinte e sete anos...
Carl Lee Perkins (Tiptonville, 9 de abril de 1932 - Jackson, 19 de janeiro de 1998) foi um cantor norte-americano de rockabilly, uma mistura de rhythm and blues e country music que se desenvolveu na Sun Records, em Memphis, Tennessee, no começo dos anos 50. Foi considerado o 88º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: Blue Suede Shoes, Carl Perkins, guitarra, música, rockabilly
Hedy Lamarr morreu há vinte e cinco anos...
Postado por Fernando Martins às 00:25 0 comentários
Marcadores: actriz, cinema, Hedy Lamarr, judeus, telemóvel
A sonda New Horizons foi lançada há dezanove anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:19 0 comentários
Marcadores: astronomia, Caronte, Cérbero, Cintura de Kuiper, Estige, Hydra, NASA, New Horizons, Nix, Plutão, sonda espacial, sondas
Fiama Hasse Pais Brandão deixou-nos há 18 anos...
Que a neofiguração se torne ní-
tida. Do objecto sedutor. Incrus-
tado nas vozes. Quanto resul-
taria, iluminado pelo silêncio.
O painel de onde se despren-
de a linha. Um modelo clássico
que revele. As palavras eter-
nas da fábula de Hero.
Proximidade incompreensível
como a de alguns poemas. Sen-
timentos que são indecifráveis.
Uma dedução para o fim. Tal-
vez o amor jubiloso dentro
da quarta parte da pupi-
la do olhar divisível pela
cruz axial. Encontrado na pai-
sagística do rosto. Expecta-
tiva de um sentido propício. A
revelação verso por verso.
Fiama Hasse Pais Brandão
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: Fiama Hasse Pais Brandão, poesia, Poesia 61, teatro
Denny Doherty, dos The Mamas & The Papas, morreu há dezoito anos...
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: anos 60, California Dreamin', Canadá, Denny Doherty, folk, música, pop, The Mamas and The Papas
Etta James morreu há treze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:13 0 comentários
Marcadores: At Last, blues, Etta James, gospel, jazz, música, Rhythm and Blues, Rock and Roll, soul
Janis Joplin nasceu há oitenta e dois anos...
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
Marcadores: blues, clube dos 27, country, folk, Janis Joplin, jazz, música, Rock, rock psicadélico, soul, To Love Somebody

_-_TopPop_1972_3.png)


_Adolfo_Su%C3%A1rez_junto_al_presidente_de_la_Generalitat_de_Catalu%C3%B1a_a_su_llegada_a_Barcelona._Pool_Moncloa._24_de_febrero_de_1979_(cropped).jpeg)









