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O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Help! is the fifth studio album by the English rock band the Beatles and the soundtrack to their film of the same name. It was released on 6 August 1965. Seven of the fourteen songs, including the singles "Help!" and "Ticket to Ride", appeared in the film and take up the first side of the vinyl album. The second side includes "Yesterday", the most-covered song ever written. The album was met with favourable critical reviews and topped the Australian, German, UK and US charts.
During the recording sessions for the album, the Beatles continued to explore the studio's multitracking capabilities to layer their sound. "Yesterday" features a string quartet, the band's first use of Baroque sensibilities, and "You've Got to Hide Your Love Away" includes a flute section. The North American release is a true soundtrack album, combining the first seven songs with instrumental music from the film. The omitted tracks are instead spread across the Capitol Records LPs Beatles VI, Rubber Soul and Yesterday and Today.
Postado por Fernando Martins às 06:10 0 comentários
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Revolver é o sétimo álbum de estúdio da banda britânica de rock The Beatles. Foi lançado a 5 de agosto de 1966, acompanhado pelo single de duplo lado A "Eleanor Rigby" / "Yellow Submarine". O álbum foi o último projeto de gravação dos Beatles antes de se retirarem das apresentações ao vivo e marca o uso mais evidente da tecnologia de estúdio pela banda até o momento, aproveitando os avanços de seu lançamento do final de 1965, Rubber Soul. Desde então, passou a ser considerado um dos maiores e mais inovadores álbuns da história da música popular, com reconhecimento centrado na sua variedade de estilos musicais, diversidade de sons e conteúdo lírico.
A banda gravou Revolver após fazer uma pausa de três meses, no início de 1966, e durante um período em que Londres foi festejada como a capital cultural da época. Considerada por alguns comentaristas como o início da fase psicadélica do grupo, as canções refletem o seu interesse no LSD, na filosofia oriental e no avant-garde ao abordar temas como a morte e a transcendência de preocupações materiais. Sem planos de reproduzir o seu novo material no palco, a banda fez uso abundante de técnicas de estúdio, tais quais a Automatic Double-Tracking (ADT), variação de pitch, reversão de fitas e o uso de instrumentos fora de sua configuração padrão ao vivo.
No Reino Unido, as catorze faixas do álbum foram gradualmente divulgadas nas estações de rádio, nas semanas anteriores ao seu lançamento. Na América do Norte, Revolver foi reduzido a onze canções pela Capitol Records, com as três omitidas aparecendo no LP de junho de 1966, Yesterday and Today. O lançamento lá coincidiu com a última apresentação paga dos Beatles e a polémica em torno do comentário de John Lennon de que a banda havia se tornado "mais popular que Jesus". O álbum liderou a parada britânica durante sete semanas e a lista da Billboard Top LPs por seis semanas. A reação crítica foi altamente favorável no Reino Unido porém menor nos Estados Unidos, por causa do desconforto da imprensa com a franqueza da banda sobre questões contemporâneas.
Revolver expandiu as fronteiras da música pop, revolucionou as práticas na gravação em estúdio, avançou os princípios adotados pela contracultura dos anos 1960, e inspirou o desenvolvimento de géneros como o rock psicadélico, música eletrónica, rock progressivo e world music. A capa do álbum, projetada por Klaus Voormann, combinou traços de desenho ao estilo de Aubrey Beardsley com colagem de fotos e ganhou o Grammy Award para Melhor Capa de Álbum em 1967. Foi classificado em primeiro lugar nas edições de 1998 e 2002 do livro All Time Top 1000 Albums de Colin Larkin e em terceiro lugar nas edições de 2003 e 2012 da lista da revista Rolling Stone dos "500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos". O álbum foi certificado em disco de platina duplo pela Indústria Fonográfica Britânica e seis vezes em platina pela Associação Americana da Indústria de Gravação. Uma edição expandida e remixada do álbum foi lançada em 2022.
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Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
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Françoise Madeleine Hardy (Paris, 17 de janeiro de 1944 – Paris, 11 de junho de 2024) foi uma cantora e compositora francesa, bastante popular principalmente durante os anos 1960, quando foi uma das maiores representantes do yé-yé francês. Uma das mais bem-sucedidas, elogiadas e influentes artistas francesas do século XX, o seu trabalho ao longo de décadas é marcado por fina sensibilidade e sofisticação musical.
(...)
Em janeiro de 2023 a revista norte-americana Rolling Stone inclui Françoise Hardy na sua lista dos "200 maiores cantores de todos os tempos". A cantora fica 162° lugar. Foi a única artista da França a aparecer na lista e o facto é destaque na imprensa do país.
Françoise morreu a 11 de junho de 2024, por causa de um cancro na laringe.
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Postado por Fernando Martins às 02:00 0 comentários
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Brian Douglas Wilson (Inglewood, California, June 20, 1942 – June 11, 2025) was an American musician, songwriter, singer and record producer who co-founded the Beach Boys. Often called a genius for his novel approaches to pop composition and mastery of recording techniques, he is widely acknowledged as one of the most innovative and significant songwriters of the 20th century. His best-known work is distinguished for its high production values, complex harmonies and orchestrations, vocal layering, and introspective or ingenuous themes. He was also known for his versatile head voice and falsetto, which degraded after the 1970s.
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Postado por Fernando Martins às 06:40 0 comentários
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Lágrima de preta
Encontrei uma preta
que estava a chorar
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhai-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
Postado por Pedro Luna às 02:09 0 comentários
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Rooftop Concert ("concerto do terraço", em tradução literal) foi a última apresentação pública da banda de rock inglesa The Beatles, com a participação do teclista Billy Preston. Iniciando-se ao meio-dia de 30 de janeiro de 1969, no terraço do edifício da Apple Corps (empresa fundada pela banda), terminou em confusão, ameaças e discussões com a Polícia Metropolitana de Londres, que pediu o encerramento do concerto devido à problemas de tráfego e ruído.
O áudio foi gravado em oito canais pelos engenheiros Glyn Johns e Alan Parsons, com microfones embrulhados, improvisadamente, em meias-calças. Michael Lindsay-Hogg ficou encarregado de dirigir as imagens do show. Ao fim, John Lennon, integrante dos Beatles, agradeceu o público e disse que esperava que tivessem "passado na audição". A última apresentação da banda até então havia sido no Candlestick Park, em 1966, e há controvérsias sobre quem decidiu o lugar do evento.
(...)
Em 42 minutos, o concerto consistiu em nove tomadas de cinco músicas dos Beatles: três tomadas de "Get Back"; duas tomadas de "Don't Let Me Down" e "I've Got a Feeling"; e uma tomada de "One After 909" e "Dig a Pony". O conjunto foi realizado na seguinte ordem:
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Yellow Submarine é o décimo primeiro álbum de estúdio da banda inglesa The Beatles, lançado em 13 de janeiro de 1969 nos Estados Unidos e em 17 de janeiro de 1969 no Reino Unido. Foi comercializado como banda sonora para o filme de animação de mesmo nome, que estreou em Londres em julho de 1968. O álbum contém seis músicas dos Beatles, incluindo quatro novas canções e "Yellow Submarine", lançado anteriormente, e "All You Need Is Love". As restantes músicas do álbum são uma regravação da banda sonora orquestral do filme pelo produtor da banda, George Martin.
O projeto foi considerado como uma obrigação contratual dos Beatles, que foram convidados a compor quatro novas canções para o filme. Algumas músicas foram escritas e gravadas especialmente para a banda sonora, enquanto outras eram faixas inéditas de outros projetos. O álbum foi publicado dois meses depois do disco duplo (também conhecido como "Álbum Branco") e, portanto, não foi visto pela banda como um trabalho significativo. Yellow Submarine tem recebido críticas distintas por parte dos críticos musicais, alguns dos quais consideram que ficou aquém do elevado padrão geralmente associado aos Beatles. Alcançou o Top 5 no Reino Unido e nos Estados Unidos, e foi relançado em CD por várias vezes.
Postado por Fernando Martins às 00:57 0 comentários
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Dennis era irmão de Brian e Carl Wilson, igualmente membros dos Beach Boys e diz-se que era o único verdadeiro surfista da banda.
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Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
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