O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
O atentado de la Ghriba de 11 de abril de 2002 foi um ataque suicida, levado a cabo por um terrorista islâmico, na entrada da sinagoga de la Ghriba, em Djerba, sul da Tunísia. O atentado provocou 21 mortos e 30 feridos e foi levado a cabo por Nizar Naoua, um franco-tunisino de 25 anos, com ligações à organização terrorista al-Qaeda, que reivindicou a autoria do ataque.
A sinagoga de la Ghriba é o principal centro espiritual dos judeus de Djerba, uma das mais antigas comunidades judaicas do Norte de África e uma das últimas ainda existente no mundo árabe. Além disso, é um dos mais importantes santuáriosjudaicos do Norte de África e, segundo a lenda, é uma das mais antigas, senão a mais antiga sinagoga do mundo.
O ataque consistiu na explosão dum camião cisterna de gás natural, carregado de explosivos, diante da sinagoga. Entre os mortos encontravam-se 14 turistas alemães, cinco tunisinos e duas pessoas de nacionalidade francesa.
Inicialmente as autoridades tunisinas apresentaram a explosão
como um acidente, contudo um inquérito levado a cabo conjuntamente pelas
autoridades da Tunísia, França e Alemanha rapidamente conclui que se tratou dum ataque deliberado organizado por agentes da rede terrorista al-Qaeda, de Osama bin Laden, o que, depois de várias reclamações do atentado, de credibilidade duvidosa, viria a ser confirmado por uma gravação sonora de Sulaiman Abu Ghaith, emitida pela cadeia de televisão árabe do CatarAl Jazira
a 23 de junho. Nessa gravação, Abu Ghaith, conhecido como um dos
porta-vozes da al-Qaeda, declarou que o atentado foi uma vingança pelas
mortes de palestinianos — «[.. o ataque] foi levado a cabo pela rede da al-Qaeda. Um jovem não tolerava ver os seus irmãos mortos na Palestina [... ao mesmo tempo que] via judeus a divertindo-se em Djerba».
Nizar Naouar, um franco-tunisino de 25 anos, morto na explosão,
foi identificado como o autor suicida do ataque, para o qual teve a
ajuda do seu tio Belgacem Naouar. Durante o inquérito apurou-se que ele fez crer aos seus familiares, originários de Ben Gardane, que tinha estado a estudar Turismo no Canadá entre 1999 e 2001, quando na realidade frequentava campos de treino da al-Qaeda no Afeganistão. No seu testamento, descoberto no esconderijo dum membro da al-Qaeda, em Karachi, em setembro de 2002, refere o «seu ódio aos judeus, americanos e aos regimes árabes ímpios que impedem os seus cidadãos de participar na jihad contra Israel» e indicava ter agido sozinho.
Estudando inicialmente sob a orientação de seu pai, posteriormente ingressou no Royal College of Music em Londres, onde foi aluno de Sullivan e Pauer. Seguiu os seus estudos de piano com Liszt em Weimar, onde o seu imenso talento se tornou evidente. Posteriormente d'Albert seria admirado por Liszt, que o chamava de Albertus Magnus. Nascido na Escócia, d'Albert, que pouco falava inglês, adotaria a Alemanha como a sua pátria.
A sua ópera Tiefland (Terra-Baixa), representada pela primeira vez em 1903, foi, na época, reconhecida como de mérito indiscutível. Prosseguiu escrevendo óperas: Flauto solo, Die toten Augen, e muitas outras, sendo que a de nº 21, Mister Wu (1932), ficou incompleta.
É autor de uma Sinfonia, dois Quartetos, dois Concertos para piano, um
Concerto para violoncelo, 58 canções e várias obras para piano, entre
elas uma Sonata.
D'Albert era concertista de renome e no seu reportório figuravam composições de Beethoven, Chopin, Liszt e Brahms.
Interpretou várias vezes a Sonata em Fá menor de Brahms, além de ter
sido o solista em apresentações dos dois concertos para piano do
mestre de Hamburgo.
Casou-se seis vezes, tendo sido um destes matrimónios com a pianista venezuelana Teresa Carreño.
Às 10.56 horas locais (06.56 UTC) o Tupolev Tu-154, que levava o presidente polaco Lech Kaczynski e muitas figuras de estado, caiu perto de Smolensk, na Rússia. O presidente Kaczynski e comitiva dirigiam-se para a cerimónia de comemoração do 70.º aniversário do massacre de Katyn. O avião transportava 85 passageiros, mais a tripulação.
O acidente aconteceu a 1,5 quilómetros do aeroporto, devido a condições de nebulosidade na zona. O governador do Óblast de Smolensk, Sergei Antufiev, confirmou à cadeia noticiosa Rossiya 24 que não havia sobreviventes do acidente. O avião atingiu as copas de árvores, bateu no solo e caiu em múltiplos pedaços. A bordo também se encontrava o governador do Banco Nacional da Polónia, Sławomir Skrzypek, o chefe do exército polaco Franciszek Gągor e o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Andrzej Kremer.
Causas
O
relatório das autoridades polacas sobre a queda do avião aponta culpas
aos pilotos polacos e também aos controladores aéreos russos.
O acidente aéreo deveu-se a uma mistura de ordens erradas do controlador de tráfego aéreo
russo e a falta de preparação da tripulação. O piloto teria demorado
bastante tempo a abortar uma primeira tentativa de aterragem de
emergência. A escassa visibilidade no aeroporto de Smolensk também
contribuiu para a tragédia.
Foi professor em Lisboa, na Escola Industrial e Comercial Veiga Beirão, em Setúbal, na Escola Industrial e Comercial (atual Escola Secundária Sebastião da Gama) e, em Estremoz, na Escola Industrial e Comercial local.
Colaborou nas revistas Árvore e Távola Redonda.
A sua obra encontra-se ligada à Serra da Arrábida, onde vivia e que tomou por motivo poético de primeiro plano (desde logo no seu livro de estreia, Serra-Mãe, de 1945), e à sua tragédia pessoal, motivada pela doença que o vitimou precocemente, a tuberculose.
Uma carta sua, enviada em agosto de 1947, para várias personalidades, a pedir a defesa da Serra da Arrábida, constituiu a motivação para a criação da LPN, Liga para a Protecção da Natureza, em 1948, a primeira associação ecologista portuguesa.
O seu Diário, editado postumamente, em 1958, é um interessantíssimo testemunho da sua experiência como docente e uma valiosa reflexão sobre o ensino.
Pequeno poema Quando eu nasci, ficou tudo como estava, Nem homens cortaram veias, nem o Sol escureceu, nem houve Estrelas a mais... Somente, esquecida das dores, a minha Mãe sorriu e agradeceu. Quando eu nasci, não houve nada de novo senão eu. As nuvens não se espantaram, não enlouqueceu ninguém... P'ra que o dia fosse enorme, bastava toda a ternura que olhava nos olhos de minha Mãe...
O Estado Livre do Congo incluiu o terotório hoje conhecido como República Democrática do Congo. Amigo de Henry Morton Stanley,
o rei pediu a ele que o ajudasse a dar entrada à petição do território.
Ele administrou-o como sua possessão privada, considerando-se um empresário astuto, tendo passado uma semana em Sevilha para estudar os registos espanhóis de seu comércio com as suas colónias da América Latina.
Leopoldo II deu ênfase à defesa militar como base da neutralidade da Bélgica, mas não foi capaz de obter a lei de conscrição. Apesar de ter sido impopular, Leopoldo II é lembrado pelo povo belga como "o rei construtor" (Koning-Bouwer em neerlandês e le Roi-Bâtisseur em francês), porque mandou construir um grande número de prédios e projetos públicos, principalmente em Bruxelas, Oostende e Antuérpia.
Rover da NASA encontra possíveis sinais de fósseis em Marte
Ao assinalar o seu milésimo dia marciano no Planeta Vermelho,
o rover Perseverance da NASA completou recentemente a sua exploração do
antigo delta de um rio que contém evidências de um lago que encheu a
cratera Jezero há milhares de milhões de anos.
Até à data, o cientista de seis rodas recolheu um total de 23 amostras, revelando a história geológica desta região de Marte.
Uma amostra chamada “Lefroy Bay” contém uma grande quantidade de grãos finos de sílica, um material conhecido por preservar fósseis antigos na Terra.
Outra, “Otis Peak“, contém uma quantidade significativa de fosfato, que está frequentemente associado à vida tal como a conhecemos.
Ambas as amostras são também ricas em carbonato, que pode preservar um registo das condições ambientais de quando a rocha se formou.
As descobertas foram partilhadas na terça-feira, 12 de dezembro, na
reunião de outono da União Geofísica Americana, em São Francisco.
“Escolhemos a cratera Jezero como local de aterragem porque as
imagens de órbita mostravam um delta – uma evidência clara de que um
grande lago encheu a cratera”, disse Ken Farley investigador do Caltech e cientista do projeto Perseverance.
“Um lago é um ambiente potencialmente habitável e as rochas do delta são um ótimo ambiente para enterrar sinais de vida antiga como fósseis
no registo geológico. Depois de uma exploração minuciosa, reunimos a
história geológica da cratera, traçando a sua fase de lago e rio do
princípio ao fim”, acrescenta Farley.
Jezero formou-se a partir do impacto de um asteroide há quase 4 mil milhões de anos. Após o pouso do Perseverance em fevereiro de 2021, a equipa da missão descobriu que o chão da cratera é feito de rocha ígnea formada a partir de magma subterrâneo ou de atividade vulcânica à superfície.
Desde então, encontraram arenito e lamito, sinalizando a chegada do primeiro rio à cratera centenas de milhões de anos mais tarde.
Por cima destas rochas encontram-se lamitos ricos em sal, indicando a
presença de um lago pouco profundo que sofreu evaporação. A equipa
pensa que o lago acabou por crescer até 35 quilómetros de diâmetro e 30 metros de profundidade.
Mais tarde, a água de fluxo rápido transportou pedras do exterior de Jezero, distribuindo-as no topo do delta e noutros pontos da cratera.
“Conseguimos ver um esboço geral destes capítulos da história de
Jezero em imagens de órbita, mas foi necessário aproximarmo-nos com o
Perseverance para compreender realmente a linha temporal em pormenor”,
disse Libby Ives, pós-doutoranda no JPL da NASA no sul da Califórnia, que gere a missão.
Esta
imagem da cratera Jezero de Marte é sobreposta com dados de minerais
detetados a partir de órbita. A cor verde representa carbonatos –
minerais que se formam em ambientes aquosos com condições que podem ser
favoráveis à preservação de sinais de vida antiga. O Perseverance da
NASA está atualmente a explorar a área verde acima do leque de Jezero
(centro).
Amostras sedutoras
As amostras recolhidas pelo Perseverance têm o tamanho de um pedaço de giz
de sala de aula e são armazenadas em tubos metálicos especiais como
parte da campanha MSR (Mars Sample Return), um esforço conjunto da NASA e
da ESA.
Trazer os tubos para a Terra permitiria aos cientistas estudar as
amostras com equipamento de laboratório potente, demasiado grande para
ser levado para Marte.
Para decidir quais as amostras a recolher, o
Perseverance começa por usar uma ferramenta de abrasão para desgastar um
pedaço de uma prospetiva rocha e depois estuda a química da rocha
usando instrumentos científicos de precisão, incluindo o PIXL (Planetary
Instrument for X-ray Lithochemistry), construído pelo JPL.
Num alvo a que a equipa chama “Bills Bay“, o PIXL
detetou carbonatos – minerais que se formam em ambientes aquosos com
condições que podem ser favoráveis à preservação de moléculas orgânicas
(as moléculas orgânicas formam-se tanto por processos geológicos como
por processos biológicos).
Estas rochas também tinham sílica em abundância, um material que é excelente para preservar moléculas orgânicas, incluindo as relacionadas com a vida.
“Na Terra, esta sílica de grão fino é o que se encontra frequentemente num local que já foi arenoso“, disse Morgan Cable,
investigador do JPL e investigador principal adjunto do PIXL. “É o tipo
de ambiente onde, na Terra, os restos de vida antiga podem ser
preservados e encontrados mais tarde”.
Os instrumentos do Perseverance são capazes de detetar tanto
estruturas microscópicas, semelhantes a fósseis, como alterações
químicas que podem ter sido deixadas por micróbios antigos, mas ainda
não viram evidências de nenhuma delas.
Num outro alvo que o PIXL examinou, chamado “Ouzel Falls“,
o instrumento detetou a presença de ferro associado a fosfato. O
fosfato é um componente do ADN e das membranas celulares de toda a vida
terrestre conhecida e faz parte de uma molécula que ajuda as células a
transportar energia.
Depois de avaliar as descobertas do PIXL em cada uma destas manchas
de abrasão, a equipa enviou comandos para o rover recolher amostras de
rocha nas proximidades: “Lefroy Bay” foi recolhida junto a Bills Bay e “Otis Peak” em Ouzel Falls.
“Temos condições ideais para encontrar sinais de vida antiga,
onde encontramos carbonatos e fosfatos, que apontam para um ambiente
aquoso e habitável, bem como sílica, que é ótima para a preservação”,
disse Cable.
O trabalho do Perseverance está, naturalmente, longe de estar
terminado. A quarta campanha científica da missão vai explorar a margem
da cratera Jezero, perto da entrada do desfiladeiro onde um rio inundou o
fundo da cratera.
Foram detetados ricos depósitos de carbonato ao longo da margem, que
se destaca nas imagens orbitais como um anel dentro de uma banheira.
Alternant dans les premières années de sa carrière les films populaires et d'Art et Essai
avant de pencher nettement pour la première catégorie, il est
rapidement devenu l'une des plus grandes vedettes du cinéma français,
champion incontesté du box-office au même titre que Louis de Funès et Alain Delon à la même époque. En cinquante ans de carrière, il a attiré dans les salles près de 130 millions de spectateurs : entre 1969 et 1982, il a joué à quatre reprises dans le film le plus vu de l'année en France (Le Cerveau, Peur sur la ville, L'Animal, L'As des as), égalant le record de Fernandel et n'étant dépassé sur ce point que par Louis de Funès.
Às 04.15 horas da madrugada, na hora local, a "hora Weser", de 9 de abril de 1940, o "dia Weser", a Alemanha invadiu a Dinamarca e a Noruega, supostamente para protegê-las de um possível ataque da França e Inglaterra.
Bonhoeffer envolveu-se na trama da Abwehr para assassinar Hitler. Em março de 1943 foi preso e acabou sendo enforcado, pouco tempo antes do próprio Hitler cometer suicídio.
(...)
Quando já estava sendo perseguido pelos nazis, Bonhoeffer escreveu um tratado considerado por muitos uma das maiores obras primas do protestantismo, que denominou simplesmente "Ética". É nesta obra que ele justifica, em parte, o seu empenhamento na resistência alemã anti-nazi e o seu envolvimento na luta contra Adolf Hitler, dizendo que:
O massacre de Deir Yassin refere-se ao assassinato de entre 107 e 120 civis palestinianos desarmados(estimativa geralmente aceite pelos estudiosos, durante e possivelmente após a batalha), ocorrida na vila de Deir Yassin (também grafada Dayr Yasin ou Dir Yassin), nas proximidades de Jerusalém, no que então era o Mandato Britânico da Palestina, cometida pelas forças de guerrilhajudaico-sionistas (Irgun e Stern Gang) entre 9 de abril e 11 de abril de 1948. Ocorreu quando as forças judaicas do Yishuv conseguiram romper o cerco a Jerusalém, durante a guerra civil que antecedeu o fim do Mandato Britânico, em maio.
Relatos contemporâneos, aparentemente originários de um dos oficiais que comandaram desde Jerusalém uma das forças irregulares envolvidas (o Irgun), Mordechai Ra'anan, davam uma estimativa inicial de 254 mortos.
O número elevado de vítimas teve um impacto considerável no conflito,
que já ocorria na região, ao criar pânico e se tornar uma das
principais causas do êxodo palestiniano de 1948.
O massacre foi condenado universalmente na época, inclusive pelo comando do Haganá e pela Agência Judaica.
Nascido numa aldeia do concelho de Bragança, onde nasceram também os seus pais, Francisco Alves Barnabé e a sua mulher, Francisca Vicente, foi ordenado sacerdote em 13 de junho de 1889 e, desde então, até à sua morte, tornou-se pároco da sua aldeia natal.
Dedicou a sua vida a recolher testemunhos arqueológicos, etnológicos e históricos respeitantes à região de Trás-os-Montes
e, especialmente ao distrito de Bragança. Autodidata erudito,
rústico e pitoresco, os críticos apontam-lhe, contudo, a sua falta de
sistematização e poder interpretativo.
A sua obra principal são as Memórias arqueológicas-históricas do distrito de Bragança (1909-1947), em onze volumes.
Em 1925 foi nomeado diretor-conservador do Museu Regional de Bragança, que desde 1935 é designado por Museu do Abade de Baçal em sua homenagem.
No quinto volume da sua obra-prima, dedicado aos Judeus, constam os seus títulos:
Reitor de Baçal, Antigo Vereador da Câmara Municipal de Bragança,
Antigo Vogal à Junta Geral do Distrito do mesmo nome, Sócio da
Associação dos Arqueólogos Portugueses, da Sociedade Portuguesa de
Estudos Históricos, do Instituto de Coimbra, da Academia das Ciências
de Lisboa, do Instituto Etnológico da Beira, do Instituto Histórico do
Minho, Presidente Honorário do Instituto Científico-Literário de Trás
os Montes, Comendador da Antiga, Nobilíssima e Esclarecida Ordem de S.
Tiago do Mérito Científico, Literário e Artístico, em atenção às suas
qualidades de escritor reveladas na obra "Memórias
Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança", distinguido pelo Clero
Bragançano com a oferta dum cálix de valor artístico, com uma pena de
ouro e um tinteiro no mesmo metal de alto valor artístico por oferta
do Distrito de Bragança em reconhecimento dos seus trabalhos de
investigação histórica em prol do mesmo, pedaço de asno se acredita que estas honrarias douram a sua muita ignorância, e ainda, ultimamente, Diretor-Conservador do Museu Regional de Bragança.
A Guerra Civil Americana, também conhecida como Guerra de Secessão ou Guerra Civil dos Estados Unidos (ver os nomes atribuídos ao evento), foi uma guerra civil travada entre 1861 e 1865 nos Estados Unidos depois de vários estados esclavagistas do sul declararem a sua secessão e formarem os Estados Confederados da América (conhecidos como "Confederação" ou "Sul"). Os estados que não se rebelaram ficaram conhecidos como "União" ou simplesmente "Norte". A guerra teve sua origem na controversa questão da escravatura,
especialmente nos territórios ocidentais. As potências estrangeiras
não intervieram na época. Após quatro anos de sangrentos combates que
deixaram mais de 600 mil soldados mortos e destruíram grande parte da
infraestrutura do sul do país, a Confederação entrou em colapso, a
escravatura foi abolida, um complexo processo de reconstrução começou, a unidade nacional foi efetivada e a garantia de direitos civis aos escravos libertos começou.
Estados Unidos em 1861
Estados que se separaram da União antes de 15 de abril de 1861
O seu fim ocorreu em 9 de abril de 1865, quando o general confederado Robert E. Lee se rendeu ao general da União, Ulysses S. Grant, na Batalha de Appomattox Court House. Generais confederados dos estados do Sul seguiram o seu exemplo, com a última rendição em terra a ocorrer em 23 de junho.
Utzon tornou-se conhecido pelo projeto da Ópera de Sydney, na Austrália.
Na ocasião da sua morte, a Ópera de Sydney, além de lhe publicar um
tributo, reduziu a iluminação externa do edifício durante uma hora. Além
disso, a ponte do porto de Sydney teve as suas bandeiras hasteadas a
meia haste na segunda-feira seguinte à sua morte.
A frente de combate distribuía-se numa extensa linha de 55 quilómetros, entre as localidades de Gravelle e de Armentières, guarnecida pelo 11° Corpo Britânico, com cerca de 84 000 homens, entre os quais se compreendia a 2ª divisão do Corpo Expedicionário Português
(CEP), constituída por cerca de 20.000 homens, dos quais somente pouco
mais de 15.000 estavam nas primeiras linhas, comandados pelo general Gomes da Costa.
Esta linha viu-se impotente para sustentar o embate de oito divisões
do 6º Exército Alemão, com cerca de 55 000 homens comandados pelo
general Ferdinand von Quast (1850-1934). Essa ofensiva alemã, montada por Erich Ludendorff, ficou conhecida como ofensiva "Georgette" e visava à tomada de Calais e Boulogne-sur-Mer.
As tropas portuguesas, em apenas quatro horas de batalha, perderam
cerca de 7500 homens entre mortos, feridos, desaparecidos e
prisioneiros, ou seja, mais de um terço dos efetivos, entre os quais
327 oficiais.
Entre as diversas razões para esta derrota tão evidente têm sido citadas, por diversos historiadores, as seguintes:
A revolução havida no mês de dezembro de 1917, em Lisboa, que colocou na Presidência da República o Major Doutor Sidónio Pais, o qual alterou profundamente a política de beligerância prosseguida antes pelo Partido Democrático.
A chamada a Lisboa, por ordem de
Sidónio Pais, de muitos oficiais com experiência de guerra ou por
razões de perseguição política ou de favor político.
Devido à falta de barcos, as tropas
portuguesas não foram rendidas pelas britânicas, o que provocou um
grande desânimo nos soldados. Além disso, alguns oficiais, com maior
poder económico e influência, conseguiram regressar a Portugal, mas não
voltaram para ocupar os seus postos.
O armamento alemão era muito melhor em
qualidade e quantidade do que o usado pelas tropas portuguesas o qual,
no entanto, era igual ao das tropas britânicas.
O ataque alemão deu-se no dia em que as
tropas lusas tinham recebido ordens para, finalmente, serem deslocadas
para posições mais à retaguarda.
As tropas britânicas recuaram em suas
posições, deixando expostos os flancos do CEP, facilitando o seu
envolvimento e aniquilação.
O resultado da batalha já era esperado por oficiais responsáveis dentro do CEP, Gomes da Costa e Sinel de Cordes, que por diversas vezes tinham comunicado ao governo português o estado calamitoso das tropas.
No entanto, é de realçar o facto de a ofensiva "Georgette"
se tratar duma ofensiva já próxima do desespero, planeada pelo Alto
Comando da Alemanha Imperial para causar a desorganização em
profundidade da frente aliada antes da chegada das tropas
norte-americanas, que nessa altura se encontravam prestes a embarcar ou
já em trânsito para a Europa.
O objetivo do general Ludendorff
no sector português consistia em atacar fortemente nos flancos do CEP,
consciente que nesse caso os flancos das linhas portuguesa e britânica
vizinha recuariam para o interior das suas zonas defensivas
respetivas em vez de manterem uma frente coerente, abrindo assim uma
larga passagem por onde a infantaria alemã se pudesse lançar. Coerente
com essa tática e para assegurar que os flancos do movimento alemão
não ficassem desprotegidos, os estrategas alemães decidiram-se a
simplesmente arrasar o sector português com a sua esmagadora
superioridade em capacidade de fogo artilheiro (uma especialidade
alemã), e deslocando para a ofensiva um grande número de efetivos como
se explica acima, (nas palavras dos próprios: "Vamos abrir aqui um
buraco e depois logo se vê!", o que também indicia o estado de espírito
já desesperado do planeamento da ofensiva). Nestas condições, não
surpreende a derrocada do CEP, que apesar de tudo resistiu como pôde,
atrasando o movimento alemão o suficiente para as reservas aliadas
serem mobilizadas para tapar a brecha.
Esta resistência é geralmente pouco valorizada em face da derrota, mas
caso esta não se tivesse verificado a frente aliada na zona poderia ter
sido envolvida por um movimento de cerco em ambos os flancos pelo
exército alemão, o que levaria ao seu colapso. Trata-se de uma batalha
com muitos mitos em volta a distorcerem a perceção do realmente passado
nesse dia 9 de abril de 1916.
Uma situação análoga à da batalha de La Lys foi a da contra-ofensiva
alemã nas Ardenas na parte final da Segunda Guerra Mundial, a (Batalha do Bulge),
que merece comparação pelas semelhanças entre ambas. Novamente um
exército aliado escasso para defender o sector atribuído (o I Exército
dos Estados Unidos da América), sujeito a uma ofensiva desesperada por
parte do Alto Comando Alemão (OKW - Oberkommando der Wehrmacht),
para desorganizar a frente aliada arrombando-a em profundidade, usando
para o efeito quatro exércitos completos (dois blindados) para atacar
no sector do I exército norte-americano. A consequência foi o colapso
local da frente, com retirada desorganizada dos americanos e com
milhares a serem feitos prisioneiros pelos alemães, contido depois com
as reservas aliadas (incluindo forças sobreviventes da Batalha de Arnhem
ainda em recuperação como a 101ª e a 82ª divisões aerotransportadas) e
com o desvio de recursos de outros exércitos aliados nas regiões
vizinhas (com destaque para o III Exército do general Patton), obrigando a passar duma situação de ofensiva geral aliada à defesa do sector das Ardenas a todo o custo. Os aliados só retomariam a iniciativa na frente ocidental passado mais de um mês.
Comparando-se ambas compreende-se melhor a derrocada das forças do CEP em La Lys.
A experiência do Corpo Expedicionário Português no campo de batalha ficou registada na publicação João Ninguém, soldado da Grande Guerra, com ilustrações e texto do capitão Menezes Ferreira.
Soldado Milhões
Nesta batalha a 2ª Divisão do CEP foi completamente desbaratada,
sacrificando-se nela muitas vidas, entre os mortos, feridos,
desaparecidos e capturados como prisioneiros de guerra. No meio do caos,
distinguiram-se vários homens, anónimos na sua maior parte. Porém, um
nome ficou para a História, deturpado, mas sempiterno: o soldado Milhões.
De seu verdadeiro nome Aníbal Milhais, natural de Valongo, em Murça, viu-se sozinho na sua trincheira, apenas munido da sua menina, uma metralhadora Lewis, conhecida entre os combatentes lusos como a Luísa.
Munido da coragem que só no campo de batalha é possível, enfrentou
sozinho as colunas alemãs que se atravessaram no seu caminho, o que em
último caso permitiu a retirada de vários soldados portugueses e
britânicos para as posições defensivas da retaguarda. Vagueando pelas
trincheiras e campos, ora de ninguém ora ocupados pelos alemães, o
soldado Milhões continuou ainda a fazer fogo esporádico, para o
qual se valeu de cunhetes de balas que foi encontrando pelo caminho.
Quatro dias depois do início da batalha, encontrou um major escocês,
salvando-o de morrer afogado num pântano. Foi este médico, para sempre
agradecido, que deu conta ao exército aliado dos feitos do soldado
transmontano.
Regressado a um acampamento português, um comandante saudou-o, dizendo o que ficaria para a História de Portugal, "Tu és Milhais, mas vales Milhões!". Foi o único soldado raso português da Primeira Grande Guerra a ser condecorado com o Colar da Ordem da Torre e Espada, a mais alta condecoração existente no país.
Philip David "Phil" Ochs (El Paso, Texas, December 19, 1940 – Far Rockaway, New York City, April 9, 1976) was an Americanprotest singer (or, as he preferred, a topical singer)
and songwriter who was known for his sharp wit, sardonic humor,
earnest humanism, political activism, insightful and alliterative
lyrics, and distinctive voice. He wrote hundreds of songs in the 60s
and '70s and released eight albums.
(...)
After years of prolific writing in the 1960s, Ochs's mental stability
declined in the 1970s. He eventually succumbed to a number of problems
including bipolar disorder and alcoholism, and took his own life in 1976.