sábado, julho 08, 2023
Amélia Rey Colaço morreu há 33 anos...
Postado por Fernando Martins às 03:30 0 comentários
Marcadores: Amélia Rey Colaço, teatro
Christiaan Huygens morreu há 328 anos
Postado por Fernando Martins às 03:28 0 comentários
Marcadores: anéis de Saturno, Christiaan Huygens, luz, Saturno, Titã
Louis Jordan nasceu há 115 anos
Postado por Fernando Martins às 01:15 0 comentários
Marcadores: Big Band, blues, Caldonia, clarinete, Comedy music, jazz, Jump Blues, Louis Jordan, música, piano, Rhythm and Blues, Rock, Rock and Roll, Saxofone
Billy Eckstine nasceu há 109 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:09 0 comentários
Marcadores: bebop, Billy Eckstine, I Apologise, jazz, música
Beck - 53 anos
Beck Hansen. nascido Bek David Campbell, (Los Angeles, Califórnia, 8 de julho de 1970) é um cantor, compositor e multi-instrumentista americano, simplesmente conhecido pelo nome artístico de Beck.
Postado por Fernando Martins às 00:53 0 comentários
Marcadores: Beck, blues, country, folk rock, hip hop, indie rock, música, Música electrónica, Post Grunge, Rock alternativo, rock experimental, Where It's At
Jamie Cook, guitarrista dos Arctic Monkeys, faz hoje 38 anos
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
Marcadores: Arctic Monkeys, guitarra, indie rock, música, post-punk revival, R U Mine?, Rock alternativo
Kim Il-sung morreu há 29 anos - e outro ditador, da Rússia, também não se anda a sentir bem...
Postado por Fernando Martins às 00:29 0 comentários
Marcadores: aldrabões, assassinos, comunismo, Coreia do Norte, direitos humanos, ditadores, genocida, Grande Líder, Guerra da Coreia, Kim Il-Sung, pena de morte
Ferdinand von Zeppelin nasceu há 185 anos
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
sexta-feira, julho 07, 2023
Poesia para Geopedrados...
Vivem ali uns tantos cujo sangue
Vivem ali uns tantos cujo sangue
é morno
mas esfria sem demora se vertido. Incubam as crias
por longos meses. Dão-lhes um nome,
agasalho, teta.
Desfilam, vestidos de petroquímica, encaroçados
em cubos metálicos que rolam no crude
fundido, deitado sobre a terra morta.
Uns quantos, desvairados escalam pináculos,
cavalgam ondas colossais.
Outros puxam alavancas, carregam em botões,
colectam coisas, transportam sacas,
enchem recipientes.
Confinam. Formigam. Unem margens apartadas,
passadiços sobre o vazio. Percorrem túneis, tubos,
escavam buracos, tocas; queimam sem descanso a podridão antiga,
milhões de anos acumulada – tiram dela a flama
do movimento.
Tiveram outrora uma alma, ínfimo desvio
do azul
para o vermelho.
in Firmamento (2022) - Rui Lage
Postado por Fernando Martins às 18:00 0 comentários
Marcadores: blog Geopedrados, blogosfera, Geopedrados, poesia, Rui Lage
Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 17:00 0 comentários
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Leite de Vasconcelos nasceu há 165 anos
José Leite de Vasconcellos Pereira de Melo, mais conhecido por Leite de Vasconcellos (Ucanha, 7 de julho de 1858 – Lisboa, 17 de maio de 1941), foi um linguista, filólogo, arqueólogo e etnógrafo português.
Biografia
José Leite de Vasconcellos Pereira de Melo nasceu no seio de uma família aristocrata na aldeia vinhateira de Ucanha do concelho de Tarouca, a 7 de julho de 1858. Era filho de José Leite Cardoso Pereira de Melo e de Maria Henriqueta Leite de Vasconcellos Pereira de Melo.
A infância e a adolescência foram passadas num meio rural rico em testemunhos históricos, que desde cedo despertaram o seu interesse pela observação das tradições e dos costumes locais, anotando as suas experiências em pequenos cadernos. Deixou a Beira aos 18 anos para trabalhar no Porto, num liceu e num colégio, assim ajudando ao sustento da família e assegurando os seus estudos no Colégio de São Carlos e, mais tarde, na Escola Médico-Cirúrgica do Porto.
Durante o curso de Medicina escreveu uma das suas primeiras obras - Tradições Populares Portuguesas - e editou o opúsculo Portugal Pré-Histórico (1885). Ao concluir o curso e após defesa da tese, A Evolução da Linguagem: Ensaio Antropológico (1886), recebeu o Prémio Macedo Pinto, destinado ao aluno mais brilhante. Assumiu, então, as funções de subdelegado de saúde do Cadaval, onde tinha família, durante seis meses. No entanto, dois anos mais tarde, depois de ter exercido funções de subdelegado de saúde, médico municipal e presidente da Junta Escolar do Cadaval, decide abandonar a carreira médica e dedicar-se ao estudo das suas ciências prediletas: Linguística, Arqueologia e Etnologia.
Prossegue os seus estudos em Paris, tirando um curso de Filologia na Universidade de Paris, no qual defendeu a tese Esquisse d'une dialectologie portugaise (1901), o primeiro importante compêndio diatópico do português (depois continuado e melhorado por Manuel de Paiva Boléo e Luís Lindley Cintra), que foi classificada com a menção de "très honorable". Por essa altura, encetou relações sólidas com figuras de prestígio e desenvolveu pesquisas em obras raras de bibliotecas estrangeiras. Na Biblioteca de Leiden descobriu A canção de Sancta Fides de Agen, manuscrito medieval que publicou em 1902. Na Biblioteca Palatina de Viena identificou o Livro de Esopo, que editou em 1906.
Fez inúmeras viagens em Portugal, visitou vários países europeus e deslocou-se ao Egito para participar no Congresso do Cairo de 1909, no qual presidiu à secção de Arqueologia Pré-Histórica. Estas digressões permitiram-lhe recolher material para o museu e criar laços de amizade com colegas portugueses e estrangeiros. Em 1911 é integrado no corpo docente da recém-criada Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde leciona Filologia Clássica, Filologia Românica, Arqueologia e Epigrafia. Em 1914 solicitou a Bernardino Machado que lhe fosse atribuída a categoria de professor titular de Arqueologia.
Em 1929 aposenta-se. Em sua homenagem, o Museu Etnológico passou a ter o seu nome, tendo Leite de Vasconcellos recebido o título de diretor honorário. A partir dessa altura dedica-se à escrita, na qual se salienta o projeto Etnografia Portuguesa publicado em vários volumes pela Imprensa Nacional. Foi agraciado com diversas distinções, como a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública (1930), a Comenda da Legião de Honra (1930) de França e a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (1937), a que se juntaram muitas outras, alcançadas ao longo da sua carreira, como a de correspondente do Instituto de França (1920). Foi autor, também, de poesia e do maior epistolário português (24.289 cartas de 3727 correspondentes, editadas em 1999), produto da imensa rede de contactos que estabeleceu ao longo da vida.
Além de fundador das revistas O Arqueólogo Português e Revista Lusitana, foi também um dos criadores da revista O Pantheon (1880-1881) e teve diversas colaborações em publicações periódicas, nomeadamente: A Mulher (1879), Era Nova (1880-1881), Revista de Estudos Livres (1883-1886), A Imprensa (1885-1891), Branco e Negro (1896-1898), Atlântida (1915-1920), Lusitânia (1924-1927), Ilustração (1926-1939), Feira da Ladra (1929-1943), Boletim cultural e estatístico (1937) e Revista de Arqueologia (1932-1938).
Faleceu a 17 de maio de 1941, na sua residência, o número 40 da Rua Dom Carlos de Mascarenhas, freguesia de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, aos 82 anos de idade, vítima de broncopneumonia, sem nunca ter casado ou ter tido filhos. Deixou em testamento ao Museu Nacional de Arqueologia parte do seu espólio científico e literário, incluindo uma biblioteca com cerca de oito mil títulos, para além de manuscritos, correspondência, gravuras e fotografias. Encontra-se sepultado em jazigo de família, no Cemitério dos Prazeres.
Postado por Fernando Martins às 16:50 0 comentários
Marcadores: Arqueologia, etnografia, filologia, Leite de Vasconcelos, Museu Nacional de Arqueologia
E viva o Dia do Chocolate!
A origem dessa comemoração não é muito clara, mas o que importa é que este é o dia do ano de comer chocolate sem peso na consciência. Seja uma barra de chocolate, uma bebida, um gelado, algumas bolachas ou bombons, neste dia é obrigatório ingerir uma boa dose de chocolate.
Apesar de tudo, recomenda-se alguma moderação: alguns estudos indicam que o chocolate é mais viciante do que drogas como a cocaína.
Origem do chocolate
É
curioso que o chocolate teria sido utilizado pelos Maias como moeda de
troca. Para eles, o cacau era uma dádiva dos deuses, daí o seu valor.
Enquanto isso, os maias serviam cacau aos guerreiros para dar-lhes
força.
Quem o trouxe para a Europa foi Cristóvão Colombo, em
1502. E foi na Espanha onde começou-se a adicionar açúcar ao cacau, até
ganhar popularidade na França, estendendo-se por tantos outros países.
Hoje,
a indústria do chocolate movimenta milhares de euros e, em Portugal, os
portugueses comem um quilo e meio de chocolate em média por ano.
Como tão adorado que é, existe também a celebração do Dia Internacional do Chocolate, a 13 de setembro.
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: chocolate, culinária, gastronomia
Mário Sacramento nasceu há 103 anos
Mário Emílio de Morais Sacramento (Ílhavo, 7 de julho de 1920 - Porto, 27 de março de 1969) foi um médico, escritor neorrealista, ensaísta e político antifascista revolucionário comunista português que se destacou como uma importante figura do movimento de oposição democrática ao regime do Estado Novo.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 10:30 0 comentários
Marcadores: comunistas, literatura, Mário Sacramento, neorrealismo
Conan Doyle morreu há 93 anos
Postado por Fernando Martins às 09:30 0 comentários
Marcadores: Conan Doyle, literatura, policiais, Sherlock Holmes
O Vilhena nasceu há 96 anos
José Alfredo de Vilhena Rodrigues (Figueira de Castelo Rodrigo, 7 de julho de 1927 - Lisboa, 3 de outubro de 2015) foi um escritor, pintor, cartoonista e humorista português. Marcou várias gerações de portugueses e criou centenas de títulos emblemáticos.
in Wikipédia
Uma capa da revista Gaiola Aberta
Postado por Fernando Martins às 09:06 0 comentários
Marcadores: cartoon, Gaiola Aberta, Humor, José Vilhena
Don't Pass Me By...
Postado por Pedro Luna às 08:30 0 comentários
Marcadores: bateria, Don't Pass Me By, folk rock, música, pop rock, Ringo Starr, Rock, rock psicadélico, The Beatles
O Incidente da Ponte Marco Polo foi há 86 anos
Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
Marcadores: China, Incidente da Ponte Marco Polo, Japão, Segunda Guerra Sino-Japonesa
Toto Cutugno faz hoje oitenta anos...!
Postado por Fernando Martins às 08:00 0 comentários
Marcadores: Eurofestival da Canção, Festival de Sanremo, Insieme 1992, Itália, música, pop, pop-rock, Toto Cutugno
Vonda Shepard faz hoje sessenta anos...!
Postado por Fernando Martins às 06:00 0 comentários
Marcadores: Ally McBeal, música, Rock, Searchin' My Soul, Vonda Shepard
Porque o tempo não para - saudades de Cazuza...
Postado por Pedro Luna às 03:30 0 comentários
Marcadores: Barão Vermelho, Brasil, Cazuza, homossexuais, MPB, música, O Tempo Não Para, punk, Rock, Rock brasileiro, SIDA
Mary Surratt foi enforcada há 158 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:58 0 comentários
Marcadores: Abraham Lincoln, forca, inocente, Mary Surratt, pena de morte
Marc Chagall nasceu há 136 anos
Postado por Fernando Martins às 01:36 0 comentários
Marcadores: cubismo, expressionismo, judeus, Marc Chagall, modernismo, pintura, vitral
Poesia adequada à data...
Morena
Não negues, confessa
Que tens certa pena
Que as mais raparigas
Te chamem morena.
Pois eu não gostava,
Parece-me a mim,
De ver o teu rosto
Da cor do jasmim.
Eu não... mas enfim
É fraca a razão,
Pois pouco te importa
Que eu goste ou que não.
Mas olha as violetas
Que, sendo umas pretas,
O cheiro que têm!
Vê lá que seria,
Se Deus as fizesse
Morenas também!
Tu és a mais rara
De todas as rosas;
E as coisas mais raras
São mais preciosas.
Há rosas dobradas
E há-as singelas;
Mas são todas elas
Azuis, amarelas,
De cor de açucenas,
De muita outra cor;
Mas rosas morenas,
Só tu, linda flor.
E olha que foram
Morenas e bem
As moças mais lindas
De Jerusalém.
E a Virgem Maria
Não sei... mas seria
Morena também.
Moreno era Cristo.
Vê lá depois disto
Se ainda tens pena
Que as mais raparigas
Te chamem morena!
in A Musa em Férias (1879) - Guerra Junqueiro
Postado por Pedro Luna às 01:00 0 comentários
Marcadores: Guerra Junqueiro, literatura, poesia
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