terça-feira, agosto 03, 2021

Alexander Soljenítsin morreu há treze anos

      
Alexander Issaiévich Soljenítsin (Kislovodsk, 11 de dezembro de 1918 - Moscovo, 3 de agosto de 2008) foi um romancista, dramaturgo e historiador russo cujas obras consciencializaram o mundo quanto aos gulags, sistema de campos de trabalhos forçados existente na antiga União Soviética. Recebeu, sem poder ir a cerimónia, o Nobel de Literatura de 1970. A sua postura crítica sobre o que considerava o esmagamento da liberdade individual pelo estado omnipresente e totalitário implicou a expulsão do autor do país natal e a retirada da respectiva nacionalidade, em 1974.
Alexander Soljenítsin nasceu em Kislovodsk, pequena cidade do sul da Rússia, numa região localizada entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, filho póstumo de Isaac Soljenítsin, um oficial do exército imperial, e da sua jovem viúva, Taisia Soljenítsina. O seu avô materno havia superado as suas origens humildes e adquirido uma grande propriedade na região de Kuban, no sopé da grande cadeia de montanhas do Cáucaso. Durante a Primeira Guerra Mundial, Taisia fora estudar em Moscovo, onde conhecera o seu futuro marido. (Soljenítsin relataria vividamente a história de sua família nas suas obras "Agosto de 1914" e "A Roda Vermelha".)
Em 1918 Taisia encontrou-se grávida, mas pouco depois receberia a notícia da morte do seu marido num acidente de caça. Esse facto, o confisco da propriedade do seu avô pelas novas autoridades comunistas, e a Guerra Civil Russa disputada ao redor, levaram às circunstâncias bastante modestas da infância de Aleksandr. Mais tarde ele diria que a sua mãe lutava pela mera sobrevivência, e que os elos do seu pai com o antigo regime tinham que ser mantidos em segredo. O menino exibia conspícuas tendências literárias e científicas, que a sua mãe incentivava como bem podia. Esta viria a falecer no final de 1939.
Soljenítsin estudou Matemática na Universidade Estatal de Rostov, ao mesmo tempo cursando por correspondência o Instituto de Filosofia, Literatura e História de Moscovo. Durante a Segunda Guerra Mundial participou de acções importantes como comandante de uma companhia de artilharia do Exército Soviético, obtendo a patente de capitão e sendo condecorado em duas ocasiões.
Algumas semanas antes do fim do conflito, já havendo alcançado território alemão na Prússia Oriental, foi preso por agentes da NKVD por fazer alusões críticas a Estaline em correspondência a um amigo. Foi condenado a oito anos num campo de trabalhos forçados, a serem seguidos por exílio interno  perpétuo.
A primeira parte da pena de Soljenítsin foi cumprida em vários campos de trabalhos forçados; a "fase intermédia", como ele viria a referir-se a esta época, passou-a em uma sharashka, um instituto de pesquisas onde os cientistas e outros colaboradores eram prisioneiros. Dessas experiências surgiria o livro "O Primeiro Círculo", publicado no exterior em 1968. Em 1950 foi enviado a um "campo especial" para prisioneiros políticos em Ekibastuz, Cazaquistão onde trabalharia como pedreiro, mineiro e metalúrgico. Esta época inspiraria o livro "Um Dia na Vida de Ivan Denisovich". Neste campo retiraram-lhe um tumor, mas o seu cancro não chegou a ser diagnosticado.
A partir de março de 1953, iniciou a pena de exílio perpétuo em Kol-Terek, no sul do Cazaquistão. O seu cancro, ainda não detectado, continuou a espalhar-se, e no fim do ano, Soljenítsin encontrava-se próximo da morte. Porém, em 1954 finalmente recebeu tratamento adequado em Tashkent, Uzbequistão, e curou-se. Estes eventos formaram a base de " O Pavilhão dos Cancerosos".
Durante os seus anos de exílio, e após a sua libertação e retorno à Rússia europeia, Soljenítsin, enquanto leccionava em escolas secundárias durante o dia, passava as noites a escrever em segredo. Mais tarde, na breve autobiografia que escreveria ao receber o Nobel de Literatura, relataria que "durante todos os anos, até 1961, eu não estava apenas convencido que sequer uma linha por mim escrita jamais seria publicada durante a minha vida, mas também raramente ousava permitir que os meus íntimos lessem o que eu havia escrito por medo de que o facto se tornasse conhecido".
Publicou ainda nos EUA uma obra sobre um gigantesco tabu que é a proeminência dos judeus russos no Partido Comunista e na polícia secreta soviética, sendo apelidado de antissemita e desmoralizado no seu exílio.
Soljenítsin regressou à Rússia a 27 de maio de 1994, depois de vinte anos de exílio e morreu em Moscovo a 3 de agosto de 2008, segundo o seu filho, em consequência de uma insuficiência cardíaca aguda.
Encontra-se sepultado no Cemitério do Mosteiro de Donskoi, em Moscovo, na Rússia.
       
         

Tony Bennett - 95 anos...!

  
Tony Bennett, nome artístico de Anthony Dominick Benedetto, (Queens, Nova Iorque, 3 de agosto de 1926) é um cantor norte-americano, considerado um dos maiores artistas da música popular do século XX. É tido pela crítica e pelo público como uma lenda do jazz e do pop tradicional, tendo ultrapassado a marca de 50 anos de carreira musical.  Até 2009, já tinha atingido a marca de 50 milhões de discos vendidos, em todo o mundo.

Criado em Nova Iorque, Bennett começou a cantar em tenra idade. Ele lutou na fase final de Segunda Guerra Mundial como um atirador infantaria do Exército dos EUA. Mais tarde, ele desenvolveu a sua técnica de canto, assinando com a Columbia Records, e teve sua primeira canção número um com “Because of You” em 1951. Seguiram-se então vários top hits como “Rags to Riches”, no início dos anos 1950. Bennett, em seguida, refinou ainda mais a sua técnica vocal para abranger jazz singing. Ele chegou a um apogeu artístico no final dos anos 50 com álbuns como “The Beat of My Heart“ e “Basie Swings, Bennett Sings". Em 1962, Bennett gravou a sua canção assinatura, “I Left My Heart in San Francisco”. A sua carreira e sua vida pessoal sofreram, em seguida, uma desaceleração prolongada, durante o auge da era do rock.

Bennett encenou um retorno no final dos anos 80 e 90, voltando a conseguir certificações de disco de ouro no mundo e ampliando seu público para a geração MTV, mantendo o seu estilo musical intacto. Ele continua a ser um artista de gravação e concertista popular e elogiado pela crítica na década de 2010. Bennett ganhou 18 Grammy Awards (incluindo um Lifetime Achievement Award, em 2001) e dois Emmy Awards, e foi nomeado um NEA Jazz Master e um Kennedy Center Honoree. Ele já vendeu mais de 50 milhões de discos em todo o mundo.

   

 


Poema alusivo à data...

(imagem daqui)

À Memória de Políbio Gomes dos Santos

O poeta que morreu entrou agora,
Não se sabe bem onde, mas entrou,
Todo coberto de demora,
No bocado de noite em que ficou.

As ervas lhe desenham
Seu espaço devido:
Depressa, venham
Lê-lo no chão os que o não tenham lido.

Que o sorriso que o veste
Já galga como um potro
As coisas tenebrosas,
E esquecido – só outro:
Este
Nem precisa de rosas.


in Eu, Comovido a Oeste (1940) - Vitorino Nemésio

segunda-feira, agosto 02, 2021

Una furtiva lagrima...

Saudades do Zeca...

Shimon Peres nasceu há 98 anos

 
Shimon Peres (Wiszniew, 2 de agosto de 1923Ramat Gan, 28 de setembro de 2016) foi um político israelita. Recebeu o Nobel da Paz de 1994, juntamente com Yitzhak Rabin e Yasser Arafat. Foi Presidente de Israel entre 2007 e 2014.
Peres foi primeiro-ministro de Israel nos períodos de 1984 a 1986 e de 1995 a 1996, e co-fundador do Partido Trabalhista israelita (1968).
Foi eleito a 13 de junho de 2007 para exercer o cargo de presidente de Israel, tomando posse a 15 de julho de 2007 para um mandato de sete anos.

Peter O'Toole nasceu há 89 anos

 
Peter James O’Toole (Connemara, 2 de agosto de 1932 - Londres, 14 de dezembrode 2013) foi um premiado ator irlandês. Era pai da atriz Kate O'Toole e do ator Lorcan O'Toole. Na sua carreira teve nomeações para oito Óscares, e deteve o recorde de mais indicações sem nenhuma vitória. Ganhou quatro Globos de Ouro, um BAFTA e um Emmy e foi agraciado com um Óscar honorário em 2002, pela notabilidade das personagens que interpretou.
  

Paul von Hindenburg morreu há 87 anos

   
Paul Ludwig Hans Anton von Beneckendorff und von Hindenburg, mais conhecido como Paul von Hindenburg, (Posen, 2 de outubro de 1847 - Neudeck, 2 de agosto de 1934) foi um político e marechal alemão, importante figura durante a Primeira Guerra Mundial. Foi também presidente da Alemanha, de 12 de maio de 1925 a 2 de agosto de 1934.
Hindenburg é comummente lembrado como o homem que, como presidente alemão, nomeou o líder nazista Adolf Hitler como Chanceler da Alemanha. Hitler e Hindenburg pessoalmente detestavam-se, ele se referia a Hitler como um "cabo boémio". Hitler, de forma repetida e forçada, pressionou Hindenburg para o nomear como Chanceler, mas este, continuamente, recusou o pedido de Hitler.
Embora com 84 anos e a saúde precária, Hindenburg foi convencido a candidatar-se a Presidente para as eleições de 1932, pois era considerado como o único candidato que podia derrotar Adolf Hitler. Hindenburg foi reeleito na segunda volta. Embora se opusesse a Hitler, a deterioração da estabilidade política da República de Weimar permitiu-lhe ter um papel importante na ascensão ao poder do Partido Nazi. Hindenburg dissolveu o parlamento, por duas vezes, em 1932, e acabou por nomear Hitler como Chanceler da Alemanha em janeiro de 1933. Em fevereiro, emitiu o Decreto de Fogo do Reichstag que suspendia várias liberdades civis e, em março, assinou a Lei de Concessão de Plenos Poderes de 1933 na qual o parlamento dava à administração de Hitler poderes legislativos. Hindenburg morreu no ano seguinte, após o qual Hitler declarou que o lugar de Presidente ficava vazio e, como "Führer und Reichskanzler", ele próprio era o Chefe de Estado.
O famoso Zeppelin Hindenburg que foi destruído pelo fogo em 1937, recebeu o nome em sua homenagem, tal como o Hindenburgdamm, um causeway que liga a ilha de Sylt ao continente Schleswig-Holstein, que foi construído durante ainda em vida. A antiga cidade de Zabrze da Província da Alta Silésia (em alemão: Hindenburg O.S.), também foi renomeada em sua homenagem em 1915. O SMS Hindenburg, um cruzador ao serviço da Marinha Imperial Alemã, em 1917, e o último navio a entrar ao serviço na Marinha Imperial, também receberam o seu nome.
   
Biografia
Nasceu em Posen, no dia 2 de outubro de 1847. Era o primogénito de Robert von Beneckendorff und von Hindenburg, um conde e médico, e Louise Schwickart, de uma família aristocrática da Saxónia, descendente de Karl, o Grande. Foi casado com Gertrud von Sperling (prima de Araci von Sperling), de quem teve: Oskar von Hindenburg, major do Exército, Irmgard Pauline, solteira e Annemarie von Hindenburg, casada com Christian von Pentz.
Educado na escola de cadetes de Berlim, Hindenburg entrou no exército prussiano em 1866, onde esteve cerca de 40 anos, servindo na Guerra das Sete Semanas e na Guerra Franco-Prussiana.
No início da Primeira Guerra Mundial, em agosto de 1914, já retirado da vida militar, aceitou comandar o 8º Exército Alemão na fronteira russa. Ele e o general Erich Ludendorff conseguiram uma estrondosa vitória sobre os russos na batalha de Tannenberg; nomeado marechal de campo em 1916, torna-se, com Ludendorff, responsável pela direcção de todas as forças alemãs. Em Março de 1917, Hindenburg estabeleceu um sistema de trincheiras através do Norte de França, conhecido pelo nome de "Linha de Hindenburg", só ultrapassado pelos Aliados em outubro de 1918.
Depois da guerra, retirou-se do exército pela segunda vez. Em 1920, nas suas memórias (Mein Leben, "A minha vida") explica que a derrota alemã na guerra teve origem numa revolução interna que pôs fim ao Império Alemão e estabeleceu a república em 1919.
Em 1925 foi eleito presidente da República e, apesar de pretender a unidade da Alemanha, promoveu os interesses dos junkers prussianos, isto é, a aristocracia terratenente. Em 1932 voltou a concorrer às eleições presidenciais como o único candidato capaz de derrotar o partido nazi de Adolf Hitler, o que veio a acontecer.
    
Curiosidades
  • Paul von Hindenburg era descendente direto de Martinho Lutero e de Catarina von Bora, através da filha destes, Margaretha, seguindo também o protestantismo.
  • O famoso dirigível Hindenburg teve este nome em sua homenagem.
  • Em 1938 a Alemanha lança moeda comemorativa in memoriam de Paul von Hindenburg.
    

Felix Nussbaum foi assassinado há 77 anos

Auto Retrato com Cartão de Identidade Judaico (1943)
    
Felix Nussbaum (nascido em 11 de dezembro de 1904 em Osnabrück, falecido a 2 de agosto de 1944 em Auschwitz) foi um pintor alemão de religião judaica, com várias obras que ilustram os horrores do Holocausto, do qual ele foi vítima. Estudou em Hamburgo e Berlim, arte, livre e aplicada (freie und angewandte Kunst). Nos anos 20 e 30 as suas exposições em Berlim tiveram grande sucesso. Com a chegada ao poder dos nazis em 1933, foi obrigado a viver no exílio, em Itália, França e finalmente na Bélgica (Bruxelas) com a sua mulher, a polaca Felka Platek, com quem casou em 1937. Com a ocupação pelos alemães e o regime de Vichy, foi internado num campo de concentração em França. Conseguiu no entanto fugir, com a sua mulher, e esconder-se na casa de um amigo, também um artista, em Bruxelas. Foi traído e denunciado, em junho de 1944 e imediatamente preso, juntamente com a sua mulher. Foi levado para campo de concentração de Malines (ou Mechelen) de onde foi levado, para Auschwitz, onde foi assassinado, a 2 de agosto de 1944, presumivelmente com a sua mulher.
  
Em 1998 foi inaugurado em Osnabrueck o Museu Felix-Nussbaum (Felix-Nussbaum-Haus), no qual está exposta a totalidade das suas obras, mais de 160 quadros. Os planos do edifício couberam ao famoso arquitecto Daniel Libeskind.
   
 
O refugiado, 1939
   

O mapa da Europa foi melhorado há 76 anos

 

  
A Conferência de Potsdam - ocorreu em Potsdam, Alemanha (perto de Berlim), entre 17 de julho e 2 de agosto de 1945. Os participantes foram os vitoriosos aliados da Segunda Guerra Mundial, que se juntaram para decidir como administrar a Alemanha, que tinha se rendido incondicionalmente nove semanas antes, no dia 8 de maio, Dia da Vitória na Europa. Os objectivos da conferência incluíram igualmente o estabelecimento da ordem pós-guerra, assuntos relacionados com tratados de paz e contornar os efeitos da guerra.
  
Participantes

 Primeiros resultados da Conferência
  • Acordo sobre as indemnizações de guerra. Os aliados estimaram as suas perdas em  200 mil milhões de dólares. Após insistências das forças ocidentais (excluíndo assim a URSS), a Alemanha foi obrigada apenas ao pagamento de 20 mil milhões, em propriedades, produtos industriais e força de trabalho. No entanto, a Guerra Fria impediu que o pagamento se processasse na totalidade. Estaline propôs que a Polónia não tivesse direito a uma indemnização directa, mas sim que tivesse direito a 15% da compensação da União Soviética (esta situação nunca aconteceu).
  • Todos os outros assuntos seriam tratados na conferência de paz final, que seria convocada assim que possível.
Enquanto que a fronteira entre a Alemanha e a Polónia foi praticamente determinada e tornada irreversível através da transferência forçada de populações, facto acordado em Potsdam, o ocidente queria que na conferência final de paz se confirmasse a linha Oder-Neisse como marco permanente.
Dado que a Segunda Guerra Mundial nunca foi terminada com uma Conferência de Paz formal, a fronteira Germano-Polaca foi sendo confirmada com base em acordos mútuos: 1950 pela República Democrática Alemã, 1970 pela República Federal Alemã e, em 1990, pela Alemanha já reunificada. Este estado de incerteza levou a uma grande influência da União Soviética sobre a Polónia e Alemanha.
Os aliados ocidentais, especialmente Churchill, mostraram-se desconfiados das jogadas de Estaline, o qual já tinha instalado governos comunistas em países da Europa Central sob a sua influência; a conferência de Potsdam acabou por ser a última conferência entre os Aliados.
Durante a conferência, Truman mencionou a Estaline uma "nova arma potente" não especificando detalhes. Estaline, que ironicamente já sabia da existência desta arma muito antes que Truman soubesse da mesma, encorajou o uso de uma qualquer arma que proporcionasse o final da guerra. Perto do final da conferência foi apresentado um ultimato ao império do Japão, ameaçando uma "rápida e total destruição", sem mencionar a nova bomba.
Após a recusa do Japão, ocorreram os bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki, com o lançamento de bombas atómicas sobre Hiroshima (6 de agosto) e Nagasaki (9 de agosto). O dia 15 de agosto de 1945 foi o dia V-J (dia da vitória sobre o Japão). Representantes japoneses assinaram a rendição oficial do país a 2 de setembro.
Truman tomou a decisão de usar armamento atómico para acabar com a guerra enquanto esteve na conferência. Ainda que, hodiernamente, a historiografia recente admita que as bombas foram utilizadas com o intuito de apenas abreviar a guerra para que a URSS não avançasse mais na frente oriental.
  
Alemanha em 1947
   
 

António Manuel Ribeiro, o lider dos UHF, faz hoje 67 anos

 

    
António Manuel Ribeiro Alves nasceu em Almada no dia 2 de agosto de 1954. É um poeta, músico, cantor e líder da banda de rock português UHF. Compositor da grande maioria dos temas editados quer a solo quer com a banda, abraçou os livros e as canções com a sua poesia.
    

 


Música para recordar um grande músico...

Stephen Carpenter, guitarrista dos Deftones, faz hoje 51 anos

   
Stephen (Stef) Carpenter (born August 3, 1970 in Sacramento, California) is an American musician known as the co-founder and lead guitarist of the rock band Deftones.
His guitar technique makes use of both ringing open strings and dissonant chord voicings, as well as stock power chords in poly-rhythms. Carpenter began his musical career with Deftones playing the traditional 6 string guitar. After becoming influenced by such bands as Fear Factory and Meshuggah, he began playing seven-string guitar in the late 90's. After Deftones' third album White Pony, subsequent releases would be written with seven strings; up until 2010's Diamond Eyes and 2012's Koi No Yokan, which were written with an eight-string guitar.
    

 

O cardeal Cerejeira morreu há 44 anos


Manuel Gonçalves Cerejeira (Vila Nova de Famalicão, Lousado, Santa Marinha, 29 de novembro de 1888Amadora, Buraca, 2 de agosto de 1977), cardeal da Igreja Católica, foi o décimo-quarto Patriarca de Lisboa com o nome de D. Manuel II (nomeado em 18 de novembro de 1929).
Eleito arcebispo de Mitilene em 1928, tradicional título do principal prelado auxiliar do Patriarcado de Lisboa, foi nomeado Patriarca de Lisboa em 18 de novembro de 1929 e elevado ao cardinalato em 16 de dezembro de 1929, pelo Papa Pio XI, com o título de Santos Marcelino e Pedro.

Um de quatro filhos e quatro filhas de Avelino Gonçalves Cerejeira (Vila Nova de Famalicão, Lousado, 14 de abril de 1857 - Vila Nova de Famalicão, Lousado, 13 de junho de 1927), negociante que viveu no lugar da Serra, freguesia de Lousado, concelho de Vila Nova de Famalicão, e de sua primeira mulher (Vila Nova de Famalicão, Lousado, 25 de janeiro de 1888) Joaquina Gonçalves Rebelo (Fafe, Vila Cova, 30 de maio de 1864 - Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Famalicão, 30 de setembro de 1918), que residiu desde criança na freguesia do Lousado e quando casou era "lavradeira", ou seja, camponesa, foi baptizado na freguesia do seu nascimento a 3 de dezembro de 1888, na Igreja Paroquial de Santa Marinha do Lousado, sendo seu Padrinho o Avô Paterno, de quem herdou o nome.
Diplomado em Teologia e em Ciências Histórico-Geográficas pela Universidade de Coimbra, na respectiva Faculdade de Letras obteve em 1919 o grau de doutor em Ciências Históricas, com a tese «Clenardo e a Sociedade Portuguesa do seu tempo». Desse ano a 1928 foi professor da Escola onde se graduara.
A 5 de março de 1932 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo e a 14 de maio de 1936 com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
Foi o Patriarca que dirigiu a Igreja Católica Portuguesa durante o Estado Novo; íntimo de Salazar (conheceram-se no Centro Académico de Democracia Cristã e viveram juntos cerca de 11 anos), procurou salvaguardar e restaurar a condição que o Catolicismo perdera durante o regime republicano (I República). Como tal, e a fim de apaziguar as tensas relações entre o Estado e a Igreja, foi um dos principais concorrentes e apoiantes para a assinatura da Concordata com a Santa Sé em 1940 (Concordata entre a Santa Sé e Portugal de 1940).
Era apoiante do Estado Novo, fundado pelo seu amigo universitário Oliveira Salazar. Apesar dessa ligação houve grandes tensões na defesa de cada uma das suas posições: os interesses do Estado, por parte de Salazar e os da Igreja, por Cerejeira.
Participou nos conclaves que elegeram os Papas Pio XII (1939), João XXIII (1958) e Paulo VI (1963), bem como no Concílio Vaticano II (19621965).
Outro importante dado do governo deste Patriarca foi a criação do Seminário dos Olivais e da Universidade Católica Portuguesa. A 27 de dezembro de 1960 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
  
  

Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, morreu há 32 anos

    
Luiz Gonzaga do Nascimento, conhecido como o Rei do Baião, (Exu, 13 de dezembro de 1912 - Recife, 2 de agosto de 1989) foi um importante compositor e cantor popular brasileiro. Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o Sertão Nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o baião, o xote e o xaxado.
Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias, ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).
    

 


Saddam Hussein invadiu o Kuwait há 31 anos

Mapa do Iraque em 1990, com o Kuwait como província
    
A Invasão do Kuwait, também conhecida como a Guerra Iraque-Kuwait, foi um grande conflito entre a República do Iraque e o Estado do Kuwait, o que resultou em sete meses de uma longa ocupação do Kuwait pelo Iraque, que posteriormente levou à intervenção militar direta, por forças lideradas pelos Estados Unidos, na Guerra do Golfo.
Em 1990, o Iraque acusou o Kuwait de roubar petróleo iraquiano por perfuração inclinada, embora algumas fontes iraquianas indicavam que a decisão de Saddam Hussein de atacar o Kuwait foi tomada poucos meses antes da invasão real. Alguns sentiam que havia várias razões para o movimento do Iraque, incluindo a incapacidade iraquiana de pagar mais de US$ 80 mil milhões, que haviam sido emprestados para financiar a Guerra Irão-Iraque e a superprodução de petróleo do Kuwait, que manteve os rendimentos abaixo para o Iraque. A invasão começou a 2 de agosto de 1990, e após dois dias de intenso combate, a maior parte das Forças Armadas do Kuwait foi destruída pela Guarda Republicana Iraquiana, ou escapou para a vizinha Arábia Saudita e o Bahrain. O estado do Kuwait foi anexado, e Saddam Hussein anunciou em poucos dias que este era a 19ª província do Iraque.
   
Causas
O Kuwait foi um forte aliado do Iraque durante a Guerra Irão-Iraque e funcionou como um importante porto do país, uma vez que Bassorá foi fechada pelos combates. No entanto, após o fim da guerra, as relações de amizade entre os dois países árabes vizinhos azedaram, devido a razões económicas e diplomáticas, que finalmente culminaram com a invasão iraquiana do Kuwait.
   

Zeca Afonso nasceu há 92 anos

    
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de agosto de 1929 - Setúbal, 23 de fevereiro de 1987), foi um cantor e compositor português. É também conhecido pelo diminutivo familiar de Zeca Afonso, apesar de nunca ter utilizado este nome artístico.
      

 


Enrico Caruso morreu há um século...

      
Enrico Caruso (Nápoles, 25 de fevereiro de 1873 - Nápoles, 2 de agosto de 1921) foi um tenor italiano, considerado, inclusive pelo ilustre Luciano Pavarotti, o maior intérprete da música erudita de todos os tempos. Com vasto reportório, Caruso foi o primeiro cantor clássico a atrair grandes plateias em todo o mundo e ainda hoje figura entre os maiores intérpretes clássicos da história. A sua interpretação de Vesti la giubba, da ópera Pagliacci, foi a primeira gravação a vender 1 milhão de cópias.
   
Vida

Começou a carreira em 1894, aos 21 anos de idade, na cidade natal. Recebeu as primeiras aulas de canto de Guglielmo Vergine. Atuou, entre outras óperas, na estreia de Fedora e La Fanciulla del West, do compositor italiano Giacomo Puccini. As mais famosas interpretações foram como Canio na ópera I Pagliacci, de Leoncavallo e como Radamés, em Aida, de Giuseppe Verdi. Na metade da década de 1910 já era conhecido internacionalmente. Era constantemente contratado pela Metropolitan Opera de Nova Iorque, relação que persistiu até 1920. Caruso foi eternizado pelo agudo mais potente já conhecido, e por muitos considerado o melhor cantor de ópera de todos os tempos.

O compositor lírico Giacomo Puccini e o compositor de canções populares Paolo Tosti foram seus amigos e compuseram obras especialmente para ele.

Caruso apostou na nova tecnologia de gravação de som em discos de cera e fez as primeiras 20 gravações em Milão, em 1895. Em 1903, foi para Nova Iorque e, no mesmo ano, deu início a gravações fonográficas pela Victor Talking Machine Company, antecessora da RCA-Victor. Caruso foi um dos primeiros cantores a gravar discos em grande escala. A indústria fonográfica e o cantor tiveram uma estreita relação, que ajudou a promover comercialmente a ambos, nas duas primeiras décadas do século XX. As suas gravações foram recuperadas e, remasterizadas, encontraram o meio moderno e duradouro de divulgação de sua arte no disco compacto, CD.

O repertório de Caruso incluía cerca de sessenta óperas, a maioria delas em italiano, embora ele tenha cantado também em francês, inglês, espanhol e latim, além do dialeto napolitano, das canções populares de sua terra natal. Cantou perto de 500 canções, que variaram das tradicionais italianas até as canções populares do momento.

A sua vida foi tema de um filme norte-americano, permeado de ficção, intitulado O Grande Caruso (The Great Caruso), de 1951, com o cantor lírico Mario Lanza interpretando Caruso. Devido ao seu conteúdo altamente ficcional, o filme foi proibido na Itália.

No filme Fitzcarraldo de Werner Herzog, com Klaus Kinski no papel de Fitzcarraldo, aparece, no início da projeção, uma entrada de Caruso na Ópera de Manaus, no Brasil, onde Caruso de facto nunca se apresentou.

Os últimos dias da sua vida são narrados de forma romantizada na canção Caruso, de Lucio Dalla (1986).

 
   

 

 


domingo, agosto 01, 2021

António Maria Lisboa nasceu há 93 anos

(imagem daqui)
António Maria Lisboa (Lisboa, 1 de agosto de 1928 - Lisboa, 11 de novembro de 1953) foi um poeta português.
Apesar da sua evidente preferência pelas artes e letras, foi obrigado pelo pai a frequentar o Ensino Técnico, que detestava. A partir de 1947 forma, com Pedro Oom e Henrique Risques Pereira, um pequeno grupo à parte das actividades dos surrealistas, adoptando uma postura inconformista diante da transformação do surrealismo numa escola, no que acabaria por conduzir ao abjeccionismo, termo em que convergem os princípios da estética surrealista e uma postura poética de «insubmissão permanente ante os conceitos, regras e princípios estabelecidos». Em março de 1949 parte para Paris, onde permanece por dois meses. Datam provavelmente dessa curta estada os seus primeiros contactos com o Hinduísmo, a Egiptologia, e o Ocultismo em geral. Escreveu Erro Próprio (1950), o principal manifesto do surrealismo português. Colaborou na revista Pirâmide publicada entre 1959 e 1960 e foi redactor de Afixação Proibida, em colaboração com Mário Cesariny , amigo que o acompanhou até aos últimos dias de vida. Atormentado por dificuldades existenciais, morreu de tuberculose, com apenas vinte e cinco anos.
Ainda que inserida no surrealismo, a obra de António Maria Lisboa (em parte publicada postumamente por Luiz Pacheco na editora Contraponto) caracteriza-se por uma faceta ocultista e esotérica que a torna muito particular. Lisboa prefere intitular-se «metacientista», e não surrealista, porque, como argumenta numa carta a Mário Cesariny, a «Surrealidade não é só do Surrealismo, o Surreal é do Poeta de todos os tempos, de todos os grandes poetas». Em 1977 foi publicado um volume com a sua obra completa organizado por Cesariny. Na introdução, este salientou não só o facto de a destruição dos manuscritos, operada por familiares do poeta, constituir uma perda irreparável para a história do surrealismo português, como o facto de a sua morte prematura parecer encimar um itinerário fulgurante ao longo do qual poesia e vida constituíram uma unidade indissolúvel. Escreveu ainda acerca de António Maria o seguinte: 
Preocupado com uma verdadeira aproximação às culturas exteriores à tão celebrada civilização ocidental, há na sua poesia uma busca incessante de um futuro tão antigo como o passado. Pode, e decerto deve, ser considerado o mais importante poeta surrealista português, pela densidade da sua afirmação e na direcção desconhecida para que aponta.
   
  
  
Vírgula 
  
Eu menino às onze horas e trinta minutos
a procurar o dia em que não te fale
feito de resistências e ameaças — Este mundo
compreende tanto no meio em que vive
tanto no que devemos pensar.
  
 
A experiência o contrário da raiz originária aliás
demasiado formal para que se possa acreditar
no mais rigoroso sentido da palavra.
  
 
Tanta metafísica eu e tu
que já não acreditamos como antes
diferentes daquilo que entendem os filósofos
— constitui uma realidade
que não consegue dominar (nem ele próprio)
as forças primitivas
quando já se tem pretendido ordens à vida humana
em conflito com outras surge agora
a necessidade dos Oásis Perdidos.
  
 
E vistas assim as coisas fragmentariamente é certo
e a custo na imensidão da desordem
a que terão de ser constantemente arrancadas
— são da máxima importância as Velhas Concepções pois
a cada momento corremos grandes riscos
desconcertantes e de sinistra estranheza.
  
 
Resulta isto dum olhar rápido sobre a cidade desconhecida.
E abstraindo dos versos que neste poema se referem ao mundo humano
vemos que ninguém até hoje se apossou do homem
como o frágil véu que nos separa vedados e proibidos.
  
 
in Ossóptico e Outros Poemas - António Maria Lisboa

O poeta António Osório faz hoje 88 anos

(imagem daqui)

António Osório, nascido António Osório de Castro (Setúbal, 1 de agosto de 1933), é um escritor e poeta português, com antepassados galegos e italianos. É o poeta do amor e da fulguração, dos afectos e dos silêncios. Embora tivesse começado a escrever nos anos 50, apenas na década de 70 começa a publicar a sua poesia em livros. Poeta e advogado em Lisboa, foi bastonário da Ordem dos Advogados entre 1984 e 1986, administrador da Comissão Portuguesa da Fundação Europeia da Cultura e presidente da Associação Portuguesa para o Direito do Ambiente. É desde 1999, sócio correspondente nacional, na Classe de Letras, da Academia das Ciências de Lisboa.
  

 

 

Não é uma coisa só


Não é uma coisa só,

São muitas coisas nuas.

Não é o desabar de uma casa.

É percorrer os seus escombros.

Não é aguardar por um filho.

É voltar a sê-lo.

Não é penetrar em ti.

É sair de mim.

Não é pedir-te que faças.

É fazer-te.

Não é dormir lado a lado.

É estar jacente de mãos dadas.

Não é ouvir vento e chuva.

É franquear-lhes a cama.

E relâmpago que pela terra se funde.

Ney Matogrosso faz hoje oitenta anos...!


Ney de Souza Pereira (Bela Vista, 1 de agosto de 1941), mais conhecido como Ney Matogrosso, é um cantor, diretor e ator brasileiro. Ex-integrante dos Secos & Molhados (1973-1974), foi o artista que mais se sobressaiu do grupo após iniciara sua carreira a solo com o disco Água do Céu - Pássaro (1975) e com as suas apresentações subsequentes. É considerado pela revista Rolling Stone como a terceira maior voz brasileira de todos os tempos e, pela mesma revista, trigésimo primeiro maior artista brasileiro de todos os tempos. Embora tenha começado relativamente tarde, das canções poéticas e de géneros híbridos dos Secos e Molhados, passou a interpretar outros compositores do país, como Chico Buarque, Cartola, Rita Lee, Tom Jobim, construindo um reportório que prima pela qualidade e versatilidade. Em 1983, completava dez anos de estreia no cenário artístico e já possuía dois Discos de Platina e dois Discos de Ouro, inclusive pela enorme repercussão da canção "Homem com H" de 1981.
Como iluminador de espetáculos, tem supervisionado toda a produção da área em suas próprias apresentações e também merece destaque seu trabalho de iluminação e seleção de reportório no show Ideologia (1988) de Cazuza e no show Paratodos de Chico Buarque em 1993, ao que afirma: "quero que as luzes provoquem sensações nas pessoas". Matogrosso também tem atuado recentemente no cinema: estreou em 2008 no curta-metragem Depois de Tudo, dirigido por Rafael Saar, e no filme Luz das Trevas de 2009, dirigido por Helena Ignez.
Distinguido por sua rara voz de contratenor, Ney Matogrosso também é conhecido por suas performances ao vivo. Atribuem a sua maquilhagem cénica e o seu vestuário exótico desde os anos 70 uma certa mudança de conceitos sobre o comportamento masculino apropriado no Brasil. Segundo Violeta Weinschelbaum, "o magnetismo de sua figura, a atração decididamente sexual que Ney Matogrosso produz sobre o palco é algo inimaginável." A biógrafa Denise Pires Vaz também escreve: "Dos cantores brasileiros, Ney Matogrosso é um dos poucos, senão o único, que pode merecer o título de showman."
 
 

Jerry Garcia nasceu há 79 anos

    
Jerome John "Jerry" Garcia (San Francisco, 1 de agosto de 1942 - 9 de agosto de 1995) foi guitarrista, vocalista e letrista da lendária banda de rock psicadélico Grateful Dead. Foi considerado o 46º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.
  
Biografia
Um dos fundadores e principal integrante da banda, Jerry Garcia dedicou-se ao Grateful Dead durante seus 35 anos de carreira (1960-1995). Ele também participou em diversos outros projetos paralelos, incluindo Saunders-Garcia Band (com o amigo de longa data Merl Saunders) e Jerry Garcia Band. Lançou alguns discos a solo durante esse período, além de participar de diversos discos de outros artistas como músico de sessão. Ele era bastante conhecido por sua forma singular de tocar guitarra.
Contudo, Garcia começou por tocar banjo e piano, passou para a posteriormente guitarra e eventualmente tornou-se mestre em instrumentos de corda, apesar do seu dedo médio da mão direita ter sido amputado enquando criança. Garcia perdeu dois terços de seu dedo durante uma viagem de férias com sua família. Jerry estava ajudando seu irmão a cortar madeira, segurando as toras enquanto seu irmão cortava-as com um machado. Em um momento de descuido ele colocou o dedo no caminho do machado e o acidente aconteceu.
Jerry Garcia por vezes teve a saúde ameaçada por causa de seu peso instável, e, em 1986, entrou em coma diabético que quase lhe custou a vida. Apesar de sua saúde ter melhorado após esses incidentes, ele também teve que lutar contra o vício em heroína e cocaína. Morreu em 1995 quando estava internado num centro de reabilitação para toxicodependentes na Califórnia, vítima de um ataque cardíaco. O seu corpo foi cremado e parte das suas cinzas espalhadas no Rio Ganges, na Índia, e a outra parte junto da Ponte Golden Gate, Califórnia, nos Estados Unidos. Desde então tornou-se uma figura muito respeitada na cultura musical americana.
     

 

 


Herman Melville nasceu há 202 anos

    
Herman Melville (Nova York, 1 de agosto de 1819  - Nova York, 28 de setembro de 1891) foi um escritor, poeta e ensaísta norte-americano. Embora tenha obtido grande sucesso no início de sua carreira, a sua popularidade foi decaindo ao longo dos anos. Faleceu quase completamente esquecido, sem conhecer o sucesso que a sua mais importante obra, o romance Moby Dick, alcançaria no século XX. O livro, dividido em três volumes, foi publicado em 1851 com o título de A baleia e não obteve sucesso de crítica, tendo sido considerado o principal motivo para o declínio da carreira do autor.