O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Antônio Carlos Moraes "Moreira" Pires (Ituaçu, 8 de julho de 1947 – Rio de Janeiro, 13 de abril de 2020) foi um músicobrasileiro. Durante a década de 70, ele foi membro do grupo Novos Baianos, entrando mais tarde numa carreira solo que rendeu 29 álbuns. Moraes esteve envolvido na gravação de 40 álbuns completos com os Novos Baianos e o trio elétrico Dodô e Osmar, além de mais dois álbuns com o guitarrista Pepeu Gomes.
Em 1985, Ribas participou no álbum Dirty Work da banda britânica Rolling Stones. Participou em vários filmes nacionais, entre eles, "Uma onda no ar" e "Batismo de Sangue" (como Carlos Marighella).
Markú inovou ao utilizar o próprio corpo como instrumento de
percussão. Em sua voz harmonias e melodias improvisadas em qualquer ritmo, o seu estilo de cantar e inventar palavras e frases com
diferentes sonoridades influenciou e continua a influenciar diferentes
gerações de músicos de diferentes estilos. Ativista político declarado,
na luta por direitos sociais e contra o racismo, no auge do sucesso
comercial da sua carreira, com o sucesso do samba rock e da soul music
brasileira, rompe com as gravadoras multinacionais e parte para uma
carreira independente. Afastado dos media nacional, em 2001 é redescoberto e apadrinhado pelo então rei do soul brasileiro, Ed Mota.
Marku Ribas faleceu na noite de sábado de 6 de abril de 2013, aos 65 anos, por causa de um cancro do pulmão.
Em 8 março de 1998, enquanto gravava um show para a televisão no Teatro Municipal de Niterói, Tim Maia se sentiu mal e foi internado com crise hipertensiva e edema pulmonar.
Um quadro grave de infeção desenvolveu-se nos dias seguintes e acabou
morrendo, com 55 anos, em 15 de março daquele ano, causando grande
comoção no Rio de Janeiro e em todo o Brasil.
Faleceu em 14 de dezembro de 2006, depois de dois dias internado, para tratamento de um cancro, que já o acometia desde 2004. Sivuca deixou a esposa, a cantora e compositora Glorinha Gadelha, uma filha, Flávia, que atualmente está levantando o acervo do pai, e três netos, Lirah, Lívia e Pedro.
Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso,
entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de
melodia e harmonias, ganhou notoriedade com as antológicas canções
"Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).
Nos três anos seguintes, lançou vários discos homónimos, fazendo sucesso com canções como "Não Quero Dinheiro" e "Gostava Tanto de Você". De 1975 a 1977, aderiu à doutrina filosófico-religiosa conhecida como Cultura Racional,
lançando, nesse período, as músicas "Que Beleza" e "Rodésia". Pela
decadência das suas músicas, influenciadas por essa escola filosófica,
desiludiu-se com a doutrina e voltou ao seu estilo de música anterior,
lançando sucessos como "Descobridor dos Sete Mares" e "Me Dê Motivo".
Muitas de suas músicas foram gravadas sob a editora Seroma e a gravadora
Vitória Régia Discos, sendo um dos primeiros artistas independentes do Brasil. Ganhou o cognome de "síndico do Brasil" do seu amigo Jorge Ben Jor na música W/Brasil. Na década de 90, diversos problemas assolaram a vida do cantor: problemas com as Organizações Globo e a sua saúde precária, devido ao uso constante de drogas e ao agravamento da sua obesidade. Sem condições para realizar uma apresentação no Teatro Municipal de Niterói, saiu em ambulância e, após duas paragens cardiorrespiratórias,
faleceu a 15 de março de 1998. É amplo o seu legado à história da
música brasileira, e a sua obra veio a influenciar diversos artistas,
como seu sobrinho Ed Motta. A revista Rolling Stone classificou Tim Maia como o maior cantor brasileiro de todos os tempos, e também como o 9º maior artista da música brasileira.
Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso,
entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de
melodia e harmonias, ganhou notoriedade com as antológicas canções
"Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).
No decorrer de um tratamento contra um cancro do pulmão, que já durava seis anos, Dominguinhos teve problemas com arritmia cardíaca e infeção respiratória e foi internado no Recife em dezembro de 2012. Um mês depois foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês em São Paulo.
No decorrer dos meses seguintes seu quadro se agravou, tendo sofrido
várias paragens cardíacas. Em março o seu filho Mauro declarou à
imprensa que o cantor não deveria mais sair do coma
em que se encontrava, informação não confirmada pelos médicos, que,
segundo os boletins divulgados, afirmavam que Dominguinhos estava
minimamente consciente e apresentava leve melhoria.
Em 13 de julho, o cantor deixou a UTI, mas ainda permaneceu internado, com quadro considerado estável.
Com um novo agravamento no seu quadro, voltou para a UTI, onde morreu ,
às dezoito horas do dia 23 de julho de 2013, após sofrer complicações
infecciosas e cardíacas.
Devido a uma disputa judicial entre os seus familiares, quanto ao local
do sepultamento, o corpo de Dominguinhos teve dois sepultamentos. O
primeiro foi no Cemitério Morada da Paz em Paulista, Região Metropolitana do Recife, no dia 25 de julho de 2013.
Dois meses depois, em 26 de setembro, o seu corpo foi transferido para Garanhuns, onde houve um novo sepultamento no mesmo dia, no Cemitério São Miguel. O desejo de Dominguinhos era ser sepultado na sua terra natal.
Em 1985, Ribas participou no álbum Dirty Work da banda britânica Rolling Stones. Participou em vários filmes nacionais, entre eles, "Uma onda no ar" e "Batismo de Sangue" (como Carlos Marighella).
Markú inovou ao utilizar o próprio corpo como instrumento de
percussão. Em sua voz harmonias e melodias improvisadas em qualquer
rítmo, o seu estilo de cantar e inventar palavras e frases com
diferentes sonoridades influenciou e continua a influenciar diferentes
gerações de músicos de diferentes estilos. Ativista político declarado,
na luta por direitos sociais e contra o racismo, no auge do sucesso
comercial da sua carreira, com o sucesso do samba rock e da soul music
brasileira, rompe com as gravadoras multinacionais e parte para uma
carreira independente. Afastado dos media nacional, em 2001 é redescoberto e apadrinhado pelo então rei do soul brasileiro, Ed Mota.
Marku Ribas faleceu na noite de sábado de 6 de abril de 2013, aos 65 anos, por causa de um cancro do pulmão.
Em 8 março de 1998, enquanto gravava um show para a televisão no Teatro Municipal de Niterói, Tim Maia se sentiu mal e foi internado com crise hipertensiva e edema pulmonar.
Um quadro grave de infeção desenvolveu-se nos dias seguintes e acabou
morrendo, com 55 anos, em 15 de março daquele ano, causando grande
comoção no Rio de Janeiro e em todo o Brasil.
Textos, músicas, fotos e outros materiais aqui publicados, parte sem prévia autorização, são propriedade de seus autores, que são, sempre que possível, identificados e creditados. O seu uso deve-se a razões culturais, científicas e didáticas, sem objetivo comercial ou usurpação de autoria. Pretendemos apenas expressar admiração pelos autores, contribuindo para a sua divulgação, respeitando inteiramente pedidos de retirar os seus materiais.