D. João IV - Peter Paul Rubens (circa 1628)
D. João IV (Vila Viçosa, 19 de março de 1604 - 6 de novembro de 1656) foi o vigésimo primeiro Rei de Portugal e o primeiro da quarta dinastia, fundador da dinastia de Bragança.
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
D. João IV - Peter Paul Rubens (circa 1628)
D. João IV (Vila Viçosa, 19 de março de 1604 - 6 de novembro de 1656) foi o vigésimo primeiro Rei de Portugal e o primeiro da quarta dinastia, fundador da dinastia de Bragança.
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Cruz e Sousa
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Manuel Ribeiro de Pavia (Pavia, Mora, 19 de março de 1907 - Lisboa, 19 de março de 1957) foi um pintor e ilustrador português, neo-realista.
Morreu no seu aniversário, aos 50 anos.
A broncopneumonia e o corpo debilitado pela fome crónica e pelo orgulho sorbebo cortaram a meio a obra do mais estimado ilustrador português.
No quarto da pensão onde vivia, na Rua Bernardim Ribeiro, em Lisboa, acompanharam o seu último alento alguns escritores para quem generosamente desenhava os livros que vieram a constituir o coração do Neorrealismo português dos anos 40 e 50 do século passado.
Avesso à pintura de cavalete e aos circuitos de validação do mundo das artes plásticas, criou algumas das mais belas capas daqueles anos para o escol da intelectualidade da época, de Alves Redol a Namora, de Antunes da Silva a Domingos Monteiro, de Tolstoi a Dostoievski, e para emblemáticas editoras como a Portugália, a Guimarães, a Inquérito e a Sociedade de Expansão de Cultura. O feitio esquivo e a obsessão pelo Alentejo natal fizeram dele, sobretudo a partir da sua morte, um ícone para os oposicionistas do Estado Novo, que grafaram na revista Vértice uma rara homenagem, criando uma linda imortal à volta do artista a quem José Gomes Ferreira apelidava carinhosamente de " Príncipe Sem Vintém".

in Wikipédia
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Nora Ney com Ciro Monteiro e Clementina de Jesus, em 1968
Nora Ney, nome artístico de Iracema de Sousa Ferreira, (Rio de Janeiro, 20 de março de 1922 - Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2003) foi uma cantora brasileira.
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Foi o primeiro dramaturgo, o primeiro gramático e o primeiro poeta nascido nas Ilhas Canárias. Foi o autor da primeira gramática da língua tupi e um dos primeiros autores da literatura brasileira, para a qual compôs inúmeras peças teatrais e poemas de teor religioso e uma epopeia.
Considerado santo pela Igreja Católica, foi beatificado em 1980 pelo papa São João Paulo II e canonizado em 2014 pelo papa Francisco. É conhecido como o Apóstolo do Brasil, por ter sido um dos pioneiros na introdução do cristianismo no país. Em abril de 2015 foi declarado co-padroeiro do Brasil na 53ª Assembleia Geral da CNBB.
É o patrono da cadeira de número um da Academia Brasileira de Música.
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Restam-nos os Loucos
Aproveito o tempo que me concedem
- como sendo um prisioneiro indesejado,
a quem por vezes se entrega uma benesse
quando se porta bem -
e caminho por uma parte velha da Cidade.
Há ainda pequenas lojas,
bastiões em decadência
que nos recordam dos passos à frente
que agora damos para trás.
Há portas sem cor, há um cheiro a dor podre,
um odor a tristeza, a suor sem fruto,
a morte...
...
Quem noutros tempos viveu ilusões de grandeza
e se sentiu grande senhor de si próprio
(mesmo sendo do povo)
- que era desde então possível sê-lo e ser do povo! -
colocou nas suas mãos um presente envenenado
e serão agora espoliados...
de novo.
Mas ninguém vê...
Restam-nos os Loucos!
Restam-nos os Loucos...
Ai... a Cidade.
O campo de concentração já sem idade.
A prisão punitiva dos pecados ancestrais,
aplicada no consentimento.
Alguns olham para o matadouro que os espera
e baixam a cabeça.
Alguns vociferam e são loucos,
condenados pelos muitos que são,
no entanto, é moucos!
Restam-nos os Loucos!
Restam-nos os Loucos...
A tenaz aperta-se cada vez mais,
cada dia mais forte empurrada pelos músculos
dos que por ela são trucidados!
Passam por mim sem qualquer face própria;
há os que caminham cabisbaixos
sem ver fuga do seu fado
e há depois os empinados,
olhando-me do topo dos seus cavalos,
sorrindo já enforcados pelo nó da gravata
que os faz vassalos
e que os mata!
Mas ninguém os acorda...
Restam-nos os Loucos!
Restam-nos os Loucos...
Caminhando por esta parte velha da Cidade,
recordo as minhas palavras
e canto-as na minha mente
para quem as quiser ouvir:
"Entre o Céu e o Inferno
há um espaço indefinido,
uma História recontada
e um sorriso materno
comprimido
contra a Espada"...
Mas ninguém me presta atenção...
Restam-nos os Loucos!
Restam-nos os Loucos...
Lê os livros, bebe as palavras
daqueles como eu,
que destroem a ilusão da beleza!
Manténs-te sobrevivente na tristeza
da ausência do nosso Inverno,
que te traria na Primavera
um apogeu!
Escondes-te da verdade...
Restam-nos os Loucos!
Restam-nos os Loucos...
No fundo tu sabes
que a bota cairá sobre a tua face,
que as correntes cobrirão o teu corpo,
que a pestilência inundará as tuas veias...
porque quando eu te avisei
e te dei a ler os meus versos...
tu riste de mim e fugiste,
ligaste a televisão e adormeceste,
tomaste um analgésico e te perdeste,
mataste mais alguém e morreste...
No fundo tu sabes:
Restam-nos os Loucos!
Restam-nos os Loucos...
e no mundo
somos poucos!
Rui Diniz
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Willis também é tocador de harmónica e cantor, tendo lançado dois álbuns: The Return of Bruce em 1987 e If It Don't Kill You, It Just Makes You Stronger em 1989.
Willis é vencedor de dois Prémios Emmy e um Globo de Ouro. Os filmes feitos por ele arrecadaram sete mil milhões de dólares nas bilheteiras mundiais, tornando-o o oitavo ator com maior valor de bilheteira na história do cinema.
Vida
Em 1945, terminava uma das guerras mais sangrentas e marcantes da história, a Segunda Guerra Mundial. Para manter a ordem na Alemanha, os Estados Unidos enviaram tropas para o território. Dentre os muitos soldados enviados, encontrava-se David Willis. Bruce nasce em Idar-Oberstein.
Durante o tempo que esteve lá conheceu Marlene, uma cidadã alemã que trabalhava como empregada de bar. Casaram-se e tiveram quatro filhos: Walter Bruce Willis, o único nascido em solo alemão, David Jr., Florence e Robert (falecido em 2001 devido a um cancro no pâncreas). Como a vida em um pós-guerra não era fácil, a família Willis resolve então retornar aos Estados Unidos alguns anos após o nascimento de Bruce. Eles foram morar na pequena cidade de Penns Grove, e lá ele cresceu, num gueto italiano.
Em outubro de 2006 Bruce ganhou uma estrela na Calçada da Fama, "Costumava vir aqui e olhava para estas estrelas, mas nunca consegui imaginar completamente o que se deveria fazer para consegui-la", disse ele durante a cerimónia em que estavam presentes a sua ex-mulher Demi Moore, que apareceu ao lado do ex-marido Ashton Kutcher, tal como os atores Kevin Costner, Ben Affleck e Sylvester Stallone.
Foi casado por 13 anos com a atriz Demi Moore com quem teve três filhas: Rumer, Scout e Tallulah. As três já se aventuraram no cinema. A primeira foi Rumer, que participou, ao lado da mãe, no filme Striptease. Já com o pai elas fizeram filmes como Refém, Meu vizinho mafioso 2 e Vida Bandida. Em 2009, Bruce se casou com a modelo Emma Heming, em uma cerimônia discreta que aconteceu na ilha Turks e Caicos. O casal teve duas filhas: Mabel Ray Willis, que nasceu em 1 de abril de 2012 e Evelyn Penn, que nasceu em 5 de maio de 2014.
Em fevereiro de 2018 Willis sofreu um pré-enfarte no set de filmagens do longa Motherless Brooklyn.
Em março de 2022, a família de Bruce Willis anunciou que o ator iria se retirar da atuação, após ter sido diagnosticado com afasia (distúrbio de linguagem). Em 16 de fevereiro de 2023, a família de Willis anunciou que ele havia sido diagnosticado com demência frontotemporal
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(imagem daqui)
Nasceu-te um Filho
Nasceu-te um filho. Não conhecerás,
jamais, a extrema solidão da vida.
Se a não chegaste a conhecer, se a vida
ta não mostrou - já não conhecerás
a dor terrível de a saber escondida
até no puro amor. E esquecerás,
se alguma vez adivinhaste a paz
traiçoeira de estar só, a pressentida,
leve e distante imagem que ilumina
uma paisagem mais distante ainda.
Já nenhum astro te será fatal.
E quando a Sorte julgue que domina,
ou mesmo a Morte, se a alegria finda
- ri-te de ambas, que um filho é imortal.
in Visão Perpétua (1982) - Jorge de Sena
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Postado por Pedro Luna às 12:50 0 comentários
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