terça-feira, fevereiro 11, 2025

O Professor Moniz Pereira nasceu há 104 anos...

Ilustração de Pedro Ribeiro Ferreira (imagem daqui)
       
Mário Alberto Freire Moniz Pereira (Lisboa, 11 de fevereiro de 1921 - Lisboa, 31 de julho de 2016) foi um professor, desportista, atleta, treinador e autor de canções. Foi praticante de andebol, basquetebol, futebol, hóquei em patins, ténis de mesa, voleibol e atletismo. Ele era conhecido em Portugal como "Senhor Atletismo" e é considerado o principal responsável pelas conquistas na modalidade depois da chegada da democracia ao país.
  
Biografia
Moniz Pereira nasceu a 11 de fevereiro de 1921, em Lisboa.
No atletismo sagrou-se campeão universitário de Portugal de triplo salto e recordista nacional, campeão regional e nacional de salto em altura, triplo e salto em comprimento, em veteranos, e recordista ibérico de salto em comprimento na mesma categoria.
No voleibol é campeão de Lisboa pelo Ginásio Clube de Lisboa, de Portugal pelo Sporting e da I Divisão ao serviço do CDUL. Desempenha funções de técnico nesta modalidade, nomeadamente no Sporting Clube de Portugal, Ginásio Clube de Lisboa, Centro Desportivo Universitário de Lisboa e do Ginásio Clube Português. Ganhou a medalha de bronze na prova de salto em comprimento e triplo salto, no Campeonato Mundial de Veteranos em 1977 (Gotemburgo) e também no triplo salto do Campeonato Europeu de 1982, em Estrasburgo.
Era licenciado em Educação Física pelo Instituto Nacional de Educação Física de Lisboa, onde foi professor durante 27 anos. Como técnico de atletismo esteve presente em 12 Jogos Olímpicos, em 13 Campeonatos da Europa e em 21 Campeonatos do Mundo de Crosse.
Mário Moniz Pereira foi um "fazedor de campeões" que projetaram Portugal no desporto mundial, como Carlos Lopes, Fernando Mamede, Domingos Castro e Dionísio Castro.
De 1976 a 1983 foi diretor do Estádio Nacional e em 1982 presidiu à Comissão de Apoio à Alta Competição. Foi diretor técnico da Federação Portuguesa de Atletismo, Selecionador Nacional de Atletismo e de Voleibol, Presidente da Comissão Central de Árbitros de Voleibol e Árbitro Internacional no Campeonato do Mundo de Paris, em 1956.
Era sócio honorário da Associação Internacional de Treinadores de Atletismo e foi nomeado Conselheiro da Universidade Técnica de Lisboa em 1985.
Em 2001 recebeu o Emblema de Ouro da Associação Europeia de Atletismo, a mais alta condecoração individual na modalidade. A pista de atletismo do antigo Estádio José Alvalade recebeu o seu nome, em homenagem ao homem que mais contribuiu para o desenvolvimento do atletismo "leonino". Foi vice-presidente do Conselho Diretivo do Sporting para as modalidades Amadoras até 2011. Foi, até à sua morte, o sócio n.º 2 do Sporting Clube de Portugal.
Moniz Pereira foi ainda o autor dos livros Manual de Atletismo do Conselho Providencial de Educação Física de Angola (1961) e Carlos Lopes e a Escola Portuguesa do Meio-Fundo (1980).
Recebeu o Globo de Ouro 2013 na categoria de Mérito e Excelência.
Faleceu no dia 31 de julho de 2016, vítima de pneumonia, aos 95 anos de idade.
A 6 de março de 2018 foi homenageado no Museu Nacional do Desporto com a reconstituição fiel da sua sala de trabalho. 

Compositor musical
Compôs mais de 120 sucessos entre fados e canções, assim como algumas algumas letras, que têm sido interpretados por nomes grandes da panorama musical português, desde Amália Rodrigues, Lucília e Carlos do Carmo, passando por Carlos Ramos, Tony de Matos, Fernando Tordo, João Braga, Camané, Paulo de Carvalho, Maria da Fé, Rodrigo e Maria Armanda.
Em 2002 foi editada uma compilação denominada Moniz Pereira: 40 Anos de Música, onde assina a música na totalidade dos 22 temas e algumas letras, sendo as restantes da autoria de Rosa Lobato Faria, José Carlos Ary dos Santos, Júlio de Sousa, Vasco Lima Couto, João Dias, Emílio Vasco ou Fernando Tordo.
  
 
Prémios e condecorações
   

Mike Shinoda, músico dos Linkin Park, nasceu há 48 anos

        
Michael Kenji "Mike" Shinoda (Agoura Hills, Califórnia, 11 de fevereiro de 1977) é um músico, produtor musical e artista norte-americano, conhecido como rapper, cantor, guitarrista e compositor da banda californiana Linkin Park.
 
 

Frank Herbert morreu há 39 anos...

 
Frank Patrick Herbert
(Tacoma, Washington, 8 de outubro de 1920 - Madison, Wisconsin, 11 de fevereiro de 1986) foi um escritor de ficção científica e jornalista americano de grande sucesso comercial e de crítica. Ele é mais conhecido pela obra Duna, e os cinco livros subsequentes da série. A saga de Duna trata de temas como sobrevivência humana, evolução, ecologia, e a interação entre religião, política e poder. Arthur C. Clarke disse que Duna foi "uma obra única de ficção... Não conheço nada comparável a ela, exceto O Senhor dos Anéis." O livro Duna teve o prémio Nebula em 1965 e dividiu o prémio Hugo em 1966.

   

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Em 1986 Herbert publicou As Herdeiras de Duna, que deixou em aberto várias possíveis sequências para a saga. Esse foi o trabalho final de Herbert, que morreu de cancro do pâncreas, em 11 de fevereiro de 1986, na cidade de Madison, Wisconsin, com 65 anos.

Nelson Mandela foi libertado há 35 anos...!

(imagem daqui)
      
Nelson Rolihlahla Mandela (Mvezo, 18 de julho de 1918 - Joanesburgo, 5 de dezembro de 2013) foi um advogado, líder rebelde e presidente da África do Sul de 1994 a 1999, considerado como o mais importante líder da África Negra,  vencedor do Prémio Nobel da Paz de 1993 e Pai da Pátria da moderna nação sul-africana.
    
      
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Mandela e de Klerk: os adversários cumprimentam-se
     
Em 11 de fevereiro de 1990 Mandela finalmente é solto. Uma multidão aclama-o, respondendo quando no gesto de luta ergue o punho fechado. Tem fim o longo cárcere, e ele iria depois registar o momento: "Quando me vi no meio da multidão, alcei o punho direito e estalou um clamor. Não havia podido fazer isso desde há vinte e sete anos, e me invadiu uma sensação de alegria e de força."
Os passos de Mandela ao sair da prisão de Victor Vester, atualmente renomeada para Drakenstein, foram perpetuados na sua entrada, com uma estátua em bronze de 3 metros de altura em que o líder aparece com o braço direito erguido e o punho fechado, inaugurada em 2008.
Nos encontros públicos que então realizaram mais tarde Mandela gritava "Amandla!" ("Poder!), ao que a multidão respondia - "Awethu!" ("Para o povo!"); mas os seus discursos não eram tão inflamados, e sim conciliadores, para a deceção dos setores mais radicais.
As inovações que encontrou fora da prisão foram-lhe um choque; ao ter sido preso, em 1958, não havia sequer televisão no país; ficou surpreso por ser possível usar o telefone dentro de um avião - tinha que enfrentar um ritmo de vida que não conhecia.
A 22 de abril de 1991 foi agraciado, por Portugal, com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.
Em julho de 1991 é eleito presidente do ANC, e passa a empreender viagens a vários países (inclusive ao Brasil), mostrando-se desde então um verdadeiro estadista.
Em julho de 1992 um referendo entre os brancos dá ao governo, com mais de 68% de votos, o aval para as reformas e permitem a realização de uma futura constituinte.
    

Robert Holley, bioquímico norte-americano, morreu há 32 anos

        
Foi agraciado, juntamente com o indiano, naturalizado norte-americano, Har Gobind Khorana e o seu conterrâneo Marshall Warren Nirenberg, com o Nobel de Fisiologia (ou Medicina) de 1968, por decifrar quimicamente o código genético e explicar a informação genética armazenada no ADN.
    

Roger Vadim morreu há 25 anos...

  
Roger Vadim, nome artístico de Roger Vladimir Plemiannikov (Paris, 26 de janeiro de 1928 - Paris, 11 de fevereiro de 2000) foi um cineasta, produtor e roteirista cinematográfico francês.
O seu primeiro filme de expressão, E Deus Criou a Mulher (1956), causou grande repercussão internacional devido ao modo como tratou a sexualidade, o que ajudou a mudar a cara da indústria cinematográfica. Entre outros filmes da sua autoria estão Ao Cair da Noite (1958) e Barbarella (1968).
Além de ser conhecido pelo seu trabalho no cinema, também tornou-se famoso por ter sido marido das belas atrizes como Brigitte Bardot, Catherine Deneuve (com quem tem um filho: Christian Vadim) e Jane Fonda (com quem teve uma filha, Vanessa Vadim), casamentos sobre os quais escreveu um livro autobiográfico. Roger foi ainda casado com Annette Vadim, com quem teve uma filha, Nathalie Vadim.
        
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Whitney Houston deixou-nos há treze anos...

   

Whitney Elizabeth Houston (Newark, 9 de agosto de 1963 - Los Angeles, 11 de fevereiro de 2012) foi uma consagrada cantora norte-americana de R&B, pop, gospel, além de atriz e modelo. Whitney Houston foi a artista mais premiada de todos os tempos, segundo o Guinness World Records, e a sua lista de prémios incluem dois Emmy Awards, sete Grammy Awards, trinta e um Billboard Music Awards, 22 American Music Awards, num um total de 425 prémios conquistados na sua carreira até 2013. Houston também foi uma das artistas mais bem sucedidas do mundo da música, tendo vendido mais de 200 milhões de cópias em todo o mundo. Inspirada por vários cantores de soul de destaque da sua família, incluindo a mãe, Cissy Houston, as primas Dionne Warwick e Dee Dee Warwick, bem como sua madrinha, Aretha Franklin, Houston começou a cantar no coro júnior de gospel da sua igreja, em Nova Jersey, aos 11 anos de idade. Depois que ela começou a atuar ao lado da sua mãe em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records. Até à sua morte, Houston lançou seis álbuns de estúdio e três álbuns de bandas sonoras, todos eles certificados com diamante, multiplatina, platina e ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA).

O seu álbum de estreia autointitulado, lançado em 1985, tornou-se o álbum de estreia mais vendido de uma artista feminina, com 25 milhões de cópias comercializadas. O seu segundo álbum, Whitney (1987), tornou-se o primeiro álbum de uma artista feminina a estrear em primeiro lugar na Billboard 200. Whitney alcançou grandes sucessos nas paradas de música popular, bem com a sua proeminência na MTV, começando com o seu vídeo de How Will I Know, que permitiu que várias artistas femininas afro-americanas seguissem o seu sucesso. O primeiro papel de Houston no cinema foi no filme O Guarda-Costas (1992), no qual fez um enorme sucesso como protagonista. A banda sonora original do filme ganhou o Grammy de 1994 de Álbum do Ano. O seu primeiro single, I Will Always Love You, tornou-se o mais vendido por uma artista feminina na história da música. O álbum é o único de uma artista feminina entre os cinco mais vendidos de todos os tempos, ocupando o quarto lugar. Houston continuou como estrela de filmes e contribuiu com a banda sonora dos mesmos, inclusive com os filmes Waiting to Exhale (1995) e The Preacher's Wife (1996). Três anos após o lançamento do seu quarto álbum, My Love Is Your Love (1998), Whitney renovou seu contrato com a gravadora Arista Records. Ela lançou o seu quinto álbum de estúdio, Just Whitney, em 2002, e o álbum de Natal com o título One Wish: The Holiday Album em 2003. No meio à ampla cobertura dos media da sua turbulência pessoal e profissional, Houston terminou o seu casamento de 14 anos com o cantor Bobby Brown, em 2006. Em 2009, Houston lançou o seu sétimo e último álbum de estúdio, I Look to You.
Whitney foi reconhecida internacionalmente como uma das maiores artistas de todos os tempos, devido ao seu talento, legado e, principalmente, à sua voz marcante e lendária. Graças a esse talento vocal marcante, Whitney foi frequentemente chamada de The Voice (A Voz). Whitney é frequentemente comparada a grandes artistas do passado, como Frank Sinatra, Aretha Franklin e Elvis Presley e também está entre os 500 Maiores artistas de todos os tempos da Revista Rolling Stone. Whitney faleceu a 11 de fevereiro de 2012. O relatório do Instituto de Medicina Legal de Los Angeles disse que a morte de Whitney Houston foi acidental: a cantora afogou-se na banheira, mas, segundo os peritos, outros dois fatores contribuíram para a morte dela - uma doença nas artérias do coração e consumo de cocaína, encontrados durante a autópsia.

  
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Em 9 de fevereiro de 2012, Whitney visitou as cantoras Brandy e Monica, juntamente com Clive Davis, nos seus ensaios para a festa anual do pré-Grammy, no Beverly Hilton Hotel, em Beverly Hills. No mesmo dia, Whitney fez a sua última apresentação pública, juntamente com Kelly Price, numa casa noturna em Hollywood, Califórnia, com uma performance da música Jesus Loves Me.
A 11 de fevereiro de 2012, Whitney foi encontrada morta no hotel Beverly Hilton. Os paramédicos tentaram reanimá-la, sem sucesso. Foi declarada morta cerca das 15.55 horas UTC−8, hora local de Los Angeles. O Departamento de Medicina Legal de Los Angeles anunciou a 22 de março de 2012 que a causa oficial da morte da artista norte-americana foi afogamento acidental, apesar de revelar que existiam indícios de doença coronária e vestígios de cocaína, que teriam contribuído para o óbito.
Whitney teve o seu memorial realizado a 18 de fevereiro de 2012, na New Hope Baptist Church, em Newark, Nova Jersey, cidade natal da cantora. Inicialmente, o memorial foi programado para duas horas, mas durou quatro horas. Entre aqueles que homenagearam Whitney no funeral estavam Stevie Wonder, que cantou uma versão reescrita de Ribbon in the Sky e Love’s in Need of Love Today, CeCe Winans com Don’t Cry for Me e Jesus Loves Me, Alicia Keys com Send Me an Angel, Kim Burrell com uma versão reescrita de A Change Is Gonna Come e R. Kelly com I Look to You, intercalada com hinos do coral da igreja e depoimentos de Clive Davis, produtor de Whitney, Kevin Costner, Ricky Minor, o seu diretor musical;, a sua prima Dionne Warwick e Ray Watson, o seu guarda-costas durante os últimos onze anos.
Whitney foi enterrada no domingo, dia 19 de fevereiro, no cemitério Fairview, em Westfield, Nova Jersey, ao lado do seu pai, John Russell Houston, que morreu em 2003.
  
 

O Papa Bento XVI surpreendeu o Mundo, anunciando a abdicação, há doze anos...

    
A renúncia do papa Bento XVI foi anunciada na manhã do dia 11 de fevereiro de 2013, quando o Vaticano confirmou que renunciaria ao papado em 28 de fevereiro, às 20.00 horas. A decisão de Bento XVI em renunciar ao cargo de líder da Igreja Católica tornou-o o primeiro papa a abdicar desde o papa Gregório XII, em 1415, que o fizera durante a Grande Cisma do Ocidente, e o primeiro a renunciar, sem pressão externa, desde o papa Celestino V, em 1294. Foi um gesto inesperado, já que na história moderna os papas se mantiveram no cargo até à morte, para que só então fosse escolhido um sucessor. O papa comunicou que a sua saúde frágil era a razão de sua renúncia. O Conclave de 2013 elegeu o seu sucessor, o Papa Francisco.
         
    
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Gene Vincent, pioneiro do rock e do rockabilly precocemente desaparecido, nasceu há noventa anos...

   

Vincent Eugene Craddock (Norfolk, Virginia, February 11, 1935 – Newhall, California, October 12, 1971), known as Gene Vincent, was an American musician who pioneered the styles of rock and roll and rockabilly. His 1956 top ten hit with his Blue Caps, "Be-Bop-a-Lula", is considered a significant early example of rockabilly. He was inducted into the Rock and Roll Hall of Fame and the Rockabilly Hall of Fame. He is sometimes referred to by his somewhat unusual nickname/moniker The Screaming End.
   
     
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Vincent died at the age of 36 on October 12, 1971, from a combination of a ruptured ulcer, internal haemorrhage and heart failure, while visiting his father in Saugus, California. He is interred at Eternal Valley Memorial Park, in Newhall, California.

Ian Dury paid tribute with the 1976 song "Sweet Gene Vincent".

Robert Gordon paid tribute with the song "The Catman" on his Rock Billy Boogie album.

French rock n' roller Eddy Mitchell paid homage with the 1979 song "Good Bye Gene Vincent".

The rockabilly band Stray Cats also paid homage to Vincent, alongside Eddie Cochran, in their single "Gene and Eddie".

 

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Al Jarreau morreu há oito anos...

  
Alwyn Lopez Jarreau (Milwaukee, 12 de março de 1940 - Los Angeles, 12 de fevereiro de 2017), conhecido popularmente como Al Jarreau, foi um cantor  norte-americano. Versátil no seu estilo de cantar, foi premiado sete vezes com o Grammy, sendo o único a vencer o prémio em três categorias distintas: jazz, pop e R&B.
Filho de um pastor, Al Jarreau começou a cantar no coro da sua igreja aos quatro anos de idade, ao mesmo tempo em que se apresentava numa variedade de eventos em Milwaukee, a sua cidade natal, ao lado dos irmãos ou sozinho. Mas a música não foi a única atividade a qual se dedicou nessa época: sobressaiu-se, também, nos desportos e nos estudos, onde, por suas notas, foi considerado um aluno acima da média. Na juventude, já estudando no respeitado Ripon College, em Wisconsin, Jarreau continuou a cantar nos finais de semana e feriados para se divertir, associando-se nessa época a um grupo local chamado The Indigos.
Em 1975, após uma pequena temporada estendida no Bla Bla Cafe, ainda em Los Angeles, ele foi descoberto por pessoal da Warner Bros Records e assinou um contrato de gravação. O seu primeiro álbum lançado, We Got By, foi aclamado, por unanimidade, pelos críticos e deu-lhe fama internacional, chegando a receber um Grammy na Alemanha, facto que se repetiu com o lançamento de seu segundo álbum, Glow. O seu quarto álbum, All Fly Home, foi lançado em 1978 com muitos elogios na media, o que lhe rendeu um segundo Grammy nos EUA como melhor vocalista de Jazz. Nos anos 80, o seu álbum Breakin 'Away (1981), que inclui seu hit We're in This Love Together, foi campeão de vendas e lhe rendeu mais dois Grammy como o de Melhor Vocalista Pop Masculino e Melhor Vocalista Masculino de Jazz.
Em 1985, esteve no Rock in Rio e cantou na mesma noite que James Taylor e George Benson, para um público recorde naquela edição do show.
Em 1992, com o álbum Heaven and Earth, ele recebeu o seu quinto Grammy como Melhor Performance Vocal de R&B.
O ano de 1996 trouxe um novo desafio para sua carreira: Jarreau aceitou permanecer três meses na Broadway, protagonizando o musical Grease com muito sucesso.
Pela sua carreira, Al foi distinguido com uma estrela no Hollywood Walk of Fame, eternizando-o como um dos melhores cantores da sua geração.
Jarreau morreu em 12 de fevereiro de 2017.
   
 

A Conferência de Ialta, que dividiu a Europa em dois blocos, terminou há oitenta anos

          
A Conferência de Ialta, também chamada de Conferência da Crimeia, foi um conjunto de reuniões, ocorridas entre 4 e 11 de fevereiro de 1945, no Palácio Livadia, na estação balnear de Yalta, nas margens do Mar Negro, na Crimeia. Foi a segunda das três conferências em tempo de guerra entre os líderes das principais nações aliadas (a anterior ocorreu em Teerão, e a posterior seria em Potsdam).
Os chefes de governo dos Estados Unidos (Franklin D. Roosevelt) e da União Soviética (Estaline), e o primeiro-ministro do Reino Unido (Winston Churchill) reuniram-se, em segredo, em Ialta, para decidir o fim da Segunda Guerra Mundial e a repartição das zonas de influência entre o Oeste e o Leste.
Em 11 de fevereiro de 1945, eles assinam os acordos, cujos objetivos eram os de assegurar um fim rápido da guerra e a estabilidade do mundo após a vitória final.
Estes acordos são essenciais para a compreensão do mundo pós-guerra. Mesmo se as suas interpretações pelos historiadores são diversas e variadas, vários deles estão de acordo sobre diversos pontos dos acordos. As diretrizes afirmadas nesta reunião determinaram boa parte da ordem durante a Guerra Fria, precisando as zonas de influência e ação dos blocos antagónicos, capitalista e socialista. Contudo, em 1991, após a queda da União Soviética, o ambiente internacional entrou em um período de transição, abandonando estes preceitos.
   

segunda-feira, fevereiro 10, 2025

Música adequada à data...

 

Dave Van Ronk - Green, Green Rocky Road

 

When I go by Baltimore
Needin' no carpet on my floor
Come along and follow me
We'll go down to Galilee

Green green rocky road
Promenade in green
Tell me who ya'll love
Tell me who ya'll love


Little miss jane run to wall
Don't you stumble, don't you fall
Don't you sing, no don't you shout
When I sing come runnin' out

Green green rocky road
Promenade in green
Tell me who ya'll love
Tell me who ya'll love


See that crow up in the sky
He don't walk no he just fly
He don't walk no he don't run
Keep on flapping til' the sun

Green green rocky road
Promenade in green
Tell me who ya'll love
Tell me who ya'll love


When I go by Baltimore
Needin' no carpet on my floor
Come along and follow me
There's a man in Galilee

José Lewgoy morreu há 22 anos...

  
De origem judaica, era filho de uma norte-americana e de um russo que se conheceram em Nova Iorque.
Começou a sua carreira artística no teatro e, graças a uma bolsa de estudos, conseguida com a influência do escritor Érico Veríssimo, cursou artes cénicas na Universidade de Yale.
José Lewgoy é referência quando se fala de cinema brasileiro, pois participou de mais de cem filmes. Era presença constante nas telas desde o final da década de 40 e sempre disputado pelos melhores diretores. Ao lado de Oscarito, Grande Otelo, Eliana Macedo, Cyll Farney e Anselmo Duarte brilhou nas chanchadas produzidas pela Atlântida, na década de 50. Ator com prestígio internacional, Lewgoy participou de várias produções estrangeiras e morou na França durante alguns anos.
Começou a participar em telenovelas apenas em 1973, com Cavalo de Aço, na Rede Globo e, a partir daí, participou de mais de 30 produções na televisão, sendo a última delas, Esperança, em 2002, também na Globo.
Ganhou vários prémios como ator de cinema e televisão e consagrou-se com o personagem Edgar Dumont, da telenovela Louco Amor, de Gilberto Braga. Destaque também para as suas atuações em Nina, de Walter George Durst, Dancin' Days e Água Viva, ambas também de Gilberto Braga, O Rebu e Feijão Maravilha, de Bráulio Pedroso e nas minisséries O Tempo e o Vento, inspirada na obra de Érico Veríssimo e Anos Dourados, de Gilberto Braga.
   
 
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Roy Scheider morreu há dezassete anos...

       
Roy Richard Scheider (Orange, 10 de novembro de 1932 - Little Rock, 10 de fevereiro de 2008) foi um ator norte-americano.
Estudou no Franklin & Marshall College, em Lancaster, na Pensilvânia. A sua carreira no cinema começou em 1964, no filme The Curse of the Living Corpse. A seguir fez Star! (1968), Paper Lion (1968), Stiletto (1969) e Puzzle of a Downfall Child (1970).
Foi casado com Cynthia Scheider, de 1962 a 1989, e com teve uma filha. Desde 1989 que era casado com Brenda King, com quem teve um casal de filhos.

(...)
 
Em 2004, foi-lhe diagnosticado mieloma múltiplo, um cancro de células sanguíneas. Em junho de 2005 fez um transplante de medula óssea para tratar do cancro, que foi classificado como estando em recuo parcial. Scheider morreu a 10 de fevereiro de 2008, em Little Rock, no Arkansas, no Hospital de Ciências Médicas da Universidade de Arkansas, aos 75 anos de idade. Apesar de a causa da morte não ter sido divulgada imediatamente, a esposa de Scheider atribuiu a morte do marido a uma infeção de estafilococos.

A princesa Alice do Mónaco nasceu há 167 anos

  
Maria Alice Heine (Nova Orleães, 10 de fevereiro de 1858Paris, 22 de dezembro de 1925), por vezes referida simplesmente como Alice Heine, foi a segunda esposa de Alberto I, Príncipe de Mónaco, o trisavô do atual Príncipe de Mónaco, Alberto II.
Tendo usado os títulos de Princesa de Mónaco e de Duquesa de Richelieu, foi um influente membro da alta sociedade no final do século XIX e no início do século XX. Marcel Proust usou-a como inspiração para a figura da princesa de Luxemburgo, na sua obra Em Busca do Tempo Perdido.
 
Biografia
Maria Alice Heine nasceu no nº 900 da Rue Royale, no Bairro Francês (French Quarter em inglês, Vieux Carré em francês) de Nova Orleães, Louisiana, nos Estados Unidos. Era filha de pais judeus, de origem alemã. O pai, Michael Heine, era o líder de uma proeminente família de banqueiros de Berlim e Paris, e sobrinho do poeta Heinrich Heine. Tinha emigrado da Alemanha para Paris em 1840, e partido para Nova Orleães em 1843, onde tinha casado e instalado como banqueiro e construtor civil de sucesso. A sua mãe, Amelie Miltenberger, era filha de um arquiteto cuja família tinha construído três grandes mansões interligadas na Rue Royale.
Devido à Guerra Civil Americana, a família Heine resolveu regressar a França, onde a beleza e riqueza da jovem herdeira a transformaram num dos pontos de interesse da alta sociedade parisiense. A&M Heine, a firma da sua família, ajudou a financiar o imperador Napoleão III no esforço de guerra contra a Prússia, na Guerra Franco-Prussiana de 1870-1871.
Depois de se converter ao catolicismo, Alice casou-se, a 27 de fevereiro de 1875, com Jean-Marie Odet Armand Chapelle, marquês de Jumilhac e 7º duque de Richelieu. Este casamento gerou um filho, Armand Chapelle, que, com a morte do seu pai (a 28 de junho de 1880), foi o 8º e último duque de Richelieu. Com apenas vinte e um anos, Alice passou a ser a duquesa viúva de Richelieu.
A 30 de outubro de 1889, Alice Heine casou-se com Alberto I, Príncipe do Mónaco, que teve o seu primeiro casamento, com Maria Vitória Hamilton, anulado alguns anos antes, em 1880. O casamento foi, a princípio, aparentemente feliz, com Alice, devido à sua experiência e aptidão natural para os negócios, assumindo um importante papel na gestão do Principado. O seu papel foi determinante para transformar o Mónaco num dos grandes centros culturais da época e para aumentar substancialmente a afluência de turistas.
O príncipe batizou dois dos seus navios de investigação em honra da princesa (o Princesse Alice e o Princesse Alice II). Descoberto durante uma das expedições de Albert I aos Açores, a bordo do Princesse Alice II, o grande banco existente ao sul da ilha do Pico foi batizado de Banco Princesa Alice.
Albert I era um devotado oceanógrafo, passando grande parte do seu tempo no mar. Durante as ausências do marido, Alice mostrou grande interesse pela cultura, em especial pela ópera. Conheceu e acabou por se enamorar por Isidore de Lara, um compositor e galã de origem britânica, então muito em voga na ópera monegasca. Em 1902 o romance foi descoberto pelo príncipe, que, à vista do público e em plena Salle Garnier, esbofeteou a princesa quando, na noite de 18 de fevereiro, se dirigiam para o camarote real, para assistir à estreia de Le Jongleur de Notre-Dame.
Albert I e a Pricesa Alice separaram-se, judicialmente, a 30 de maio de 1902, no Mónaco, e a 3 de junho de 1902, na França, mas nunca se divorciaram formalmente. Após o falecimento do príncipe, vinte anos mais tarde, Alice passou a usar o título de princesa viúva de Mónaco. Nunca mais voltou a casar.
  
    

(imagem daqui)

Hoje é dia recordar um Poeta...

 

 

A emigração dos poetas

 

Homero não tinha morada
E Dante teve que deixar a sua.
Li-Po e Tu-Fu andaram por guerras civis
Que tragaram 30 milhões de pessoas
Eurípedes foi ameaçado com processos
E Shakespeare, moribundo, foi impedido de falar.
Não apenas a Musa, também a polícia
Visitou François Villon.
Conhecido como “o Amado”
Lucrécio foi para o exílio
Também Heine, e assim também
Brecht, que buscou refúgio
Sob o teto de palha dinamarquês.

 

 

Bertolt Brecht

Cauby Peixoto nasceu há 94 anos...

  
Cauby Peixoto Barros (Niterói, 10 de fevereiro de 1931 - São Paulo, 15 de maio de 2016) foi um cantor brasileiro, considerado um dos maiores intérpretes da música brasileira.
Iniciou a sua carreira artística no final da década de 40. Estudou num Colégio de Padres Salesianos em Niterói, onde chegou a cantar no coro da escola e também no coro da igreja que frequentava. Também trabalhou num comércio até que resolver participar em programas de novatos no rádio, no final da década de 40, no Rio de Janeiro.
A sua voz era caracterizada pelo timbre grave e aveludado, mas principalmente pelo estilo próprio de cantar e interpretar, além da extravagância e penteados excêntricos. Proveniente duma família de músicos, o pai (conhecido como Cadete) tocava viola, a mãe bandolim, os irmãos eram instrumentistas, as irmãs cantoras e o tio pianista. Sobrinho do músico Nonô, pianista que popularizou o samba naquele instrumento, Cauby também era primo do cantor Ciro Monteiro.
    
Morte
Cauby Peixoto morreu na noite do dia 15 de maio de 2016, aos 85 anos, em São Paulo. O cantor morreu por volta das 23.50. Ele estava internado, devido a uma pneumonia, desde o dia nove de maio no Hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo.
A última apresentação do artista ocorreu no dia 3 de maio de 2016, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Cauby cantou ao lado de cantora Ângela Maria, com quem estava em turnê de comemoração dos sessenta anos de carreira.
O velório de Cauby Peixoto aconteceu no hall da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, sendo o seu corpo sepultado no Cemitério de Congonhas.
    
 

O Estado do Vaticano faz hoje 96 anos


 

O Tratado de Latrão, "tratado de Santa Sé", "tratado de Roma-Santa Sé" é um dos pactos letaranenses de 1929 feito entre o Reino da Itália e a Santa Sé, ratificado em 7 de junho de 1929, dando fim à "Fronteira Ferroviaria".

Os pactos consistiam em três documentos:
  1. Um tratado político reconhecendo a total soberania da Santa Sé no estado da Cidade do Vaticano, doravante estabelecida.
  2. Uma concordata regulando a posição da Igreja Católica e a religião católica no Estado italiano.
  3. Uma convenção financeira acordando a liquidação definitiva das reivindicações da Santa Sé por suas perdas territoriais e de propriedade.
Em 756, Pepino, o Breve, rei dos francos, deu ao Papa um grande território no centro de Itália. A existência destes Estados Pontifícios terminou quando, em 1870, as tropas do rei Vítor Emanuel II entraram em Roma e incorporaram no Reino de Itália esta parte do território. Em 13 de março de 1871, Vítor Emanuel II ofereceu como compensação ao Papa Pio IX uma indemnização e o compromisso de mantê-lo como chefe do Estado do Vaticano, um bairro de Roma onde ficava a sede da Igreja. O papa porém, recusa-se a reconhecer a nova situação e considera-se prisioneiro do poder laico, dando início assim à Questão Romana.
Embora tenha negado inicialmente a proposta do governo italiano, a Igreja aceita estas condições em 11 de fevereiro de 1929, por meio do Tratado de São João de Latrão ou simplesmente Tratado de Latrão, que criou um novo estado, assinado por Benito Mussolini, então chefe do Governo italiano, e o cardeal Pietro Gasparri, secretário de Estado da Santa Sé. Este Tratado formalizou a existência do Estado do Vaticano (cidade do Vaticano), Estado soberano, neutro e inviolável, sob a autoridade do papa, e os privilégios de extraterritorialidade do palácio de Castelgandolfo e das três basílicas de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Por outro lado, a Santa Sé renunciou aos territórios que havia possuído desde a Idade Média e reconheceu Roma como capital da Itália.