quinta-feira, abril 11, 2024

Zeca Baleiro - 58 anos

   
José Ribamar Coelho Santos, (Arari, Maranhão, 11 de abril de 1966),  mais conhecido como Zeca Baleiro, é um cantor, compositor, cronista e músico brasileiro de MPB. Mudou-se para São Paulo onde lançou a sua carreira. Zeca canta, toca violão e já teve suas composições interpretadas por Simone, Gal Costa, Elba Ramalho, Vange Milliet, Adriana Maciel, Luíza Possi, Rita Ribeiro, Renato Braz e Claudia Leitte. Em 2011 lançou um livro de crónicas intitulado Bala na agulha. Atualmente, além da carreira de músico, é colunista mensal da revista Isto É.
 
     
in Wikipédia

 

 

Telegrama - Zeca Baleiro

 

Eu tava triste, tristinho
Mais sem graça que a top-model magrela
Na passarela
Eu tava só, sozinho!
Mais solitário que um paulistano
Que um canastrão na hora que cai o pano
Tava mais bobo que banda de rock
Que um palhaço do circo Vostok

Mas ontem eu recebi um telegrama
Era você de Aracaju ou do Alabama
Dizendo: Nêgo, sinta-se feliz
Porque no mundo tem alguém que diz
Que muito te ama!
Que tanto te ama!
Que muito, muito te ama
Que tanto te ama!

Por isso hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria

Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria

Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!

Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!

Eu tava triste, tristinho!
Mais sem graça que a top-model magrela
Na passarela
Eu tava só, sozinho!
Mais solitário que um paulistano
Que um vilão de filme mexicano
Tava mais bobo que banda de rock
Que um palhaço do circo Vostok

Mas ontem eu recebi um telegrama
Era você de Aracaju ou do Alabama
Dizendo: Nego sinta-se feliz
Porque no mundo tem alguém que diz
Que muito te ama!
Que tanto te ama!
Que muito te ama!
Que tanto, tanto te ama!

Por isso hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria

Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria

Me dê a mão, vamos sair
Pra ver o sol!

Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!

Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria

Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria

Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!

Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!

Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!

Mama! Oh Mama! Oh Mama!
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu
Quero ser seu papá!

Me dê a mão, vamos sair
Pra ver o Sol

Oliver Riedel, baixista dos Rammstein, celebra hoje 53 anos

  
Oliver Riedel (Schwerin, 11 de abril de 1971) é um músico alemão, mais conhecido por tocar baixo no grupo Rammstein. Mede 2,02 metros, sendo, portanto, o mais alto membro da banda. O seu cabelo é preto, embora esteja quase sempre com a cabeça raspada, e tem olhos verdes.
Cresceu junto com o pai e irmão até que, aos 16 anos, encontrou a mãe. É então quando consegue um trabalho num restaurante desta. Dois dias depois de completar 17 anos, o pai e o irmão faleceram. Trabalhou como cesteiro e pertencia a um grupo folk, onde tocava violino. É baixista do Rammstein desde a fundação da banda. A letra da música "Seemann" foi escrita por ele. O seu primeiro grupo foi The Inchtabokatables.
   

 


Seemann


Komm in mein Boot!
Ein Sturm kommt auf, und es wird Nacht.
Wo willst du hin?
So ganz allein treibst du davon.
Wer hält deine Hand,
Wenn es dich nach unten zieht?

Wo willst du hin?
So uferlos die kalte See.
Komm in mein Boot!
Der Herbstwind hält die Segel straff.

Jetzt stehst du da an der Laterne,
Mit Tränen im Gesicht.
Das Tageslicht fällt auf die Seite,
Der Herbstwind fegt die Straße leer.

Jetzt stehst du da an der Laterne,
Hast Tränen im Gesicht.
Das Abendlicht verjagt die Schatten.
Die Zeit steht still, und es wird Herbst.

Komm in mein Boot!
Die Sehnsucht wird
Der Steuermann.

Komm in mein Boot!
Der beste Seemann
War doch ich.

Jetzt stehst du da an der Laterne,
Hast Tränen im Gesicht.
Das Feuer nimmst du von der Kerze.
Die Zeit steht still, und es wird Herbst.

Sie sprachen nur von deiner Mutter.
So gnadenlos ist nur die Nacht.
Am Ende bleib' ich doch alleine.
Die Zeit steht still
Und mir ist kalt.

Idi Amin foi expulso do Uganda há 45 anos...!

Uma caricatura de Idi Amin em 1977 - Edmund S. Valtman
  
Idi Amin Dada (~192016 de agosto de 2003) foi um ditador militar e o terceiro presidente de Uganda entre 1971 e 1979. Amin fez parte do King's African Rifles, um regimento colonial britânico, em 1946, servindo na Somália e no Quénia. Eventualmente, ele chegou à patente de Major-General no exército ugandense, e tornou-se Chefe Supremo do Exército, antes de liderar um golpe de estado em 1971, depondo o então presidente Milton Obote. Mais tarde, como chefe de estado, ele auto-promoveu-se a Marechal de Campo.
O governo de Amin foi caracterizado por violações dos direitos humanos, repressão política, perseguição étnica, assassinatos, nepotismo, corrupção e má gestão económica. O número de mortos durante o seu regime ditatorial é estimado por observadores internacionais e grupos de direitos humanos como estando entre cem mil e quinhentos mil. Durante os seus anos no poder, Amin deixou de ser um anticomunista com considerável apoio de Israel e passou a ser apoiado por Muammar al-Gaddafi, a União Soviética e a Alemanha Oriental. Entre 1975 e 1976, ele foi o presidente da Organização da Unidade Africana, um grupo criado para promover a solidariedade entre as nações no continente. Entre 1977 e 1979, Uganda foi membro da Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Em 1977, quando o Reino Unido rompeu relações diplomáticas com o país, Amin declarou que havia derrotado os britânicos, adicionando "CBE", de "Conquistador do Império Britânico", aos seus títulos. O seu título completo era "Sua Excelência o Presidente Vitalício, Marechal de Campo Alhaji Dr. Idi Amin Dada, VC, DSO, MC, CBE".
Após a Guerra Uganda-Tanzânia, em 1978, onde Idi Amin tentou anexar a região de Kagera, dissidentes conseguiram terminar com o seu regime de oito anos, forçando o seu exílio. Primeiro ele foi para a Líbia, depois para a Arábia Saudita, onde viveu até à sua morte, em 16 de agosto de 2003.
  
(...)
  
 
Em janeiro de 1979, o presidente tanzaniano Nyerere mobilizou o exército de seu país e contra atacou, com o apoio de grupos dissidentes ugandeses, como a Frente de Libertação Nacional de Uganda (UNLA). As forças de Amin recuaram frente à contra-ofensiva e, apesar do apoio militar vindo do ditador líbio, Muammar al-Gaddafi, ele foi obrigado a fugir do país, a 11 de abril de 1979, após a queda da capital, Kampala. Ele fugiu então para a Líbia, mas teve de procurar um novo refúgio, quando Gaddafi o expulsou do país. Recebeu então asilo da Arábia Saudita, em nome da caridade islâmica, onde passou a viver até ao fim de sua vida, acompanhado pelas suas quatro esposas e os seus mais de 50 filhos. Quando o seu estado de saúde se agravou, em julho, uma de suas quatro mulheres pediu para voltar ao Uganda para morrer, mas o governo negou-lhe o pedido, sob o argumento que se retornasse ao país seria julgado pelas suas atrocidades.
  
Em 2007, foi lançado o filme "The Last King of Scotland" ("O Último Rei da Escócia"), que retrata as atrocidades de Idi Amin. O ator Forest Whitaker fez o papel do ditador ugandês, pelo qual conquistou o Óscar da Academia para melhor ator principal.
     

Enver Hoxha, uma espécia de afonso-costa albanês que fingiu que tinha criado um estado ateu, morreu há 39 anos


Enver Halil Hoxha
(Gjirokastër, 16 de outubro de 1908  - Tirana, 11 de abril de 1985) foi o ditador da Albânia desde o fim da Segunda Guerra Mundial até à sua morte, em 1985, na função de primeiro secretário do Partido do Trabalho da Albânia - PPSH (Partido Comunista). Ele também atuou como primeiro-ministro da Albânia de 1944 a 1954, ministro da Defesa de 1944 a 1953, ministro das Relações Exteriores de 1946 a 1953, líder da Frente Democrática, de 1945 até à sua morte, e comandante-em-chefe das Forças Armadas albanesas desde 1944 até à sua morte.
A liderança de Hoxha foi caracterizada pelo isolacionismo e sua aderência firme e manifesta ao Marxismo-Leninismo antirrevisionista da metade da década de 70 em diante. Após sua rutura com o maoísmo, no final da década de 70 e início da década de 80, inúmeros partidos maoístas declararam-se hoxhaístas. A Conferência Internacional dos Partidos e Organizações Marxistas-Leninistas (Unidade e Luta) é a mais conhecida coligação de tais partidos hoje em dia.

Direitos humanos
Certas cláusulas na Constituição de 1976 restringiam efetivamente o exercício das liberdades políticas que o governo interpretava como sendo contrárias à ordem estabelecida. Além disso, o governo negava à população o acesso a qualquer informação que não fosse aquela disseminada pelos media controlados pelo governo. A Sigurimi (polícia secreta albanesa) rotineiramente violava a privacidade de pessoas, lares e meios de comunicação e efetuava prisões arbitrárias.
Internamente, a Sigurimi certificou-se de copiar os métodos repressivos do NKVD, MGB, KGB e da alemã oriental Stasi. “As suas atividades permeavam a sociedade albanesa ao ponto de que um a cada três cidadãos ou já havia cumprido pena em campos de trabalho forçado ou já havia sido interrogado por oficiais da Sigurimi”. Para eliminar a dissidência, o governo aprisionou milhares em campos de trabalhos forçados ou os executou por crimes como traição ou por sabotar a ditadura do proletariado. Viajar para o exterior foi proibido após 1968 para todas as pessoas, exceto aqueles que viajavam a negócios oficiais. A cultura da Europa Ocidental foi vista com profunda suspeita, resultando em prisões e na proibição de material estrangeiro não-autorizado. A arte foi remodelada para refletir o estilo do realismo socialista. O uso de barbas foi proibido por ser considerado anti-higiénico e para reduzir a influência do islão (muitos Imãs e Babas possuíam barbas) e da fé ortodoxa.
Todos os albaneses deveriam ter permissões para a aquisição de carros (que não eram considerados como propriedade privada), refrigeradores e máquinas de escrever, entre outras coisas. O sistema de justiça frequentemente se degenerava em farsas judiciárias. “…[o réu] não tinha a permissão de interrogar as testemunhas e, apesar de ter a permissão de fazer as suas objeções a certos aspetos do caso, suas objeções eram rejeitadas pelo promotor, que dizia “Sente-se e fique quieto, nós sabemos melhor do que você”. Com o objetivo de amenizar o perigo de dissidência política e mais exilados, os parentes do acusado muitas vezes eram presos, condenados ao ostracismo e acusados de serem “inimigos do povo”.
Tortura era frequentemente usada para obter confissões:
Um emigrante, por exemplo, testemunhou ter sido amarrado pelas suas mãos e pés por um mês e meio e agredido com um cinto, com os punhos ou botinas por períodos de duas ou três horas a cada dois ou três dias. Um outro foi detido em uma cela de um metro por oito metros em uma delegacia local e mantido em confinamento solitário por um período de cinco dias, marcado por duas sessões de espancamento até assinar sua confissão; ele foi levado ao quartel-general da “Sigurimi”, onde foi mais uma vez torturado e interrogado, apesar de sua prévia confissão, até seu julgamento de três dias de duração. Ainda uma outra testemunha foi confinada por mais de um ano em uma cela subterrânea de três metros quadrados. Durante este tempo, ele foi interrogado em intervalos irregulares e submetido a varias formas de tortura física e psicológica. Ele foi acorrentado a uma cadeira, espancado e submetido a choques elétricos. Mostraram a ele uma bala que supostamente era para ele e disseram-lhe que os motores de carros que ele ouvia levavam vítimas para a execução, a próxima das quais seria a dele.

"Existiam seis instituições para presos políticos e quatorze campos de trabalho forçado onde prisioneiros políticos e criminosos comuns trabalhavam juntos. Estima-se que havia aproximadamente 32.000 pessoas aprisionadas na Albânia em 1985."
O Artigo 47 do Código Criminal Albanês dizia que a “fuga para fora do Estado, assim como a recusa em retornar à pátria por uma pessoa que foi enviada para trabalhar ou teve permissão de viajar temporariamente para fora do Estado” constitui um crime de traição, punível com uma sentença mínima de dez anos ou até mesmo a morte.
Uma cerca eletrificada de metal fica de 600 metros a um quilometro da fronteira real. Qualquer pessoa que tocar a cerca, não só correrá o risco de eletrocussão, mas também acionará os alarmes e as sirenes que alertarão os guardas estacionados em intervalos de aproximadamente um quilometro ao longo da cerca. Dois metros de solo em cada lado da cerca estão limpos de vegetação, a fim de que se verifique as pegadas de fugitivos ou de infiltradores. A área entre a cerca e a fronteira real está fechada com armadilhas como anéis de arame, produtores de ruídos consistindo de finos pedaços de tiras de metal atados a duas ripas de madeira com pedras em um recipiente de lata que fazem ruídos caso pisados e faróis que são ativados com o contacto, iluminando os possíveis fugitivos durante a noite.
 
Religião e ateísmo
A Albânia, sendo o estado mais predominantemente muçulmano na Europa devido à influência turca, identificava, assim como o Império Otomano, religiões com etnias. No Império Otomano muçulmanos eram vistos como “turcos”, ortodoxos orientais eram vistos como “gregos” e católicos como “latinos.” Hoxha via isto como um sério problema, achando que isto inflamava tanto os separatistas gregos no Épiro Setentrional e também dividia a nação de um modo geral. A Lei de Reforma Agrária de 1945 confiscou grande parte da propriedade da igreja no país. Os católicos foram a primeira comunidade religiosa a ser alvo, já que o Vaticano foi visto como um agente do fascismo e do anticomunismo. Em 1946, a Ordem Jesuíta e em 1947 os Franciscanos foram banidos. O Decreto Nº. 743 (Sobre as Religiões) afetou uma igreja nacional e proibiu líderes religiosos de se associarem com potências estrangeiras.
O Partido focou-se na educação ateísta nas escolas. Esta tática foi eficaz, principalmente devido à política de aumento da taxa de natalidade encorajada após a guerra. Durante períodos sagrados como o Ramadão ou a Quaresma, muitos alimentos proibidos (laticínios, carne, etc.) foram distribuídos em escolas e fábricas e as pessoas que recusavam a comer tais comidas eram denunciadas. A partir de 6 de fevereiro de 1967, o Partido começou uma nova ofensiva contra as religiões. Hoxha, que havia declarado uma “Revolução Cultural e Ideológica” após ter sido parcialmente inspirado pela Revolução Cultural chinesa, encorajou estudantes e trabalhadores comunistas a usarem táticas mais enérgicas para promover o ateísmo, apesar do uso de violência ter sido inicialmente condenado.
De acordo com Hoxha, o surgimento de atividade antirreligiosa começou com a juventude. O resultado deste “movimento espontâneo, não provocado” foi o encerramento de 2.169 igrejas e mesquitas na Albânia. O ateísmo de estado se tornou a política oficial e a Albânia foi declarada o primeiro estado ateu do mundo. Nomes de vilas e cidades de inspiração religiosa foram mudados, tal como nomes pessoais. Durante este período, nomes de inspiração religiosa também foram declarados ilegais. O “Dicionário de Nomes do Povo”, publicado em 1982, continha 3.000 nomes seculares que eram permitidos. Em 1992, Monsenhor Dias, o Núncio Papal para a Albânia nomeado pelo Papa João Paulo II, disse que dos trezentos padres católicos presentes na Albânia antes dos comunistas chegarem ao poder, apenas trinta sobreviveram. Toda prática religiosa e clerical foi banida e aquelas figuras religiosas que se recusassem a abrir mão das suas posições eram presas ou forçadas a se esconderem.
    
        

Joss Stone faz hoje 37 anos

     
Joscelyn Eve Stoker (Dover, 11 de abril de 1987), mais conhecida pelo seu nome artístico, Joss Stone, é uma cantora e compositora inglesa de soul e R&B e atriz, vencedora de dois BRIT Awards e de um Grammy Award. Stone vendeu mais de 14 milhões de álbuns em todo o mundo, em especial com os seus três primeiros trabalhos, Mind, Body & Soul, The Soul Sessions e Introducing Joss Stone. Nos Estados Unidos, estes renderam-lhe 2,722,000 cópias, um disco de platina e dois discos de ouro, enquanto no Reino Unido os dois primeiros superaram 2 milhões de cópias e fizeram de Stone a cantora mais jovem a liderar o top de discos. 
     
  

 


Menez morreu há vinte e nove anos...

(imagem daqui)

 

Maria Inês da Silva Carmona Ribeiro da Fonseca, de seu nome artístico Menez (Lisboa, 6 de setembro de 1926 - Lisboa, 11 de abril de 1995), foi uma pintora portuguesa, pioneira da pintura abstrata em Portugal.  Foi mãe do pintor Ruy Leitão.

  

Biografia

Neta materna do general Óscar Carmona e de sua mulher Maria do Carmo Ferreira da Silva Carmona, teve uma infância cosmopolita, tendo vivido em Buenos Aires, Estocolmo, Paris, Suíça, Roma, Washington, DC e Lisboa, acompanhando as deambulações diplomáticas da família. Regressa a Portugal em 1951.

Menez nunca frequentou qualquer escola de arte. "Se o desenho fazia parte dos afazeres de uma menina prendada que nunca foi à escola («tive umas vagas lições de pintura»), é como autodidata que descobre e se dedica à pintura". Começa a pintar apenas aos 26 anos de idade, por iniciativa própria. Além de pintura, realizaria ainda trabalhos de cerâmica, gravura e serigrafia.

A sua primeira exposição, na Galeria de Março, Lisboa (1954), "constituiu uma autêntica revelação". Com uma carreira artística condicionada por questões de ordem familiar (infância dos filhos; morte prematura dos dois mais velhos em 1976 e 1977), "Menez foi […] apresentando sucessivas exposições individuais, com demorados intervalos, numa presença íntima e discreta". Expôs individualmente na Galeria Pórtico (1958); Galeria Diário de Notícias, Lisboa (1959, 61, 63); Galeria Divulgação, Lisboa (1964); Galeria 111, Lisboa (1966, 81, 85, 87, 90, 94); SNBA, Lisboa (1966); Galeria Judite Dacruz, Lisboa (1972); Galeria Quadrum, Lisboa (1977); Centro Cultural Português, FCG, Paris (1977); Galeria Zen, Porto (1981, 83, 89); Galeria Gilde, Guimarães (1988).

Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian no país (1960), e em Londres (1965-1969). Apresentou trabalhos em inúmeras exposições coletivas, nomeadamente na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian (1961), onde ganhou o segundo Prémio de Pintura.

Em 1990 o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian apresentou uma exposição antológica da sua obra. Nesse mesmo ano foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa.

A 9 de junho de 1995 foi feita Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, a título póstumo.

 

Henrique VIII, 1966, óleo sobre tela

 

 

A Paixão segundo São Mateus, de Bach, foi tocada pela primeira vez há 297 anos

   
A Paixão segundo Mateus BWV 244 (em latim: Passio Domini nostri Jesu Christi secundum Evangelistam Matthaeum; em alemão: Matthäus-Passion), mais conhecida nos países católicos como Paixão segundo São Mateus, é um oratório de Johann Sebastian Bach, que representa o sofrimento e a morte de Cristo segundo o Evangelho de Mateus, com libreto de Picander (Christian Friedrich Henrici). Com uma duração de mais de duas horas e meia e, em algumas interpretações, mais de três horas, é a obra mais extensa do compositor. Trata-se, sem dúvida alguma, de uma das obras mais importantes de Bach e uma das obras-primas da música ocidental. Esta e a Paixão segundo São João são as únicas Paixões autênticas do compositor conservadas na sua totalidade. A Paixão segundo Mateus consta de duas grandes partes constituídas de 68 números, em que se alternam coros (cinco), corais, recitativos, ariosos e árias.

(...)

A Paixão segundo Mateus foi escrita, provavelmente, em 1727. Apenas duas das quatro (ou cinco) composições sobre a Paixão de Cristo, que Bach escreveu, subsistiram integralmente; a outra é a Paixão segundo São João. A obra foi apresentada pela primeira vez na Sexta-feira da Paixão de 1727 (a 11 de abril de 1727)  ou na Sexta-feira da Paixão de 1729 na Thomaskirche (Igreja de São Tomás) em Leipzig, onde Bach era o Kantor. Ele a reviu-a em 1736, apresentando-a novamente em março desse mesmo ano, incluindo dessa vez dois órgãos nos instrumentos.

A Paixão segundo Mateus não foi ouvida fora de Leipzig até 1829, quando Felix Mendelssohn apresentou uma versão abreviada em Berlim e foi vivamente aclamado. A redescoberta da Paixão segundo Mateus, através de Mendelssohn, expôs a música de Bach - principalmente as suas grandes obras - a uma maior atenção pública e académica, que persiste até aos dias atuais.

 

Corín Tellado, escritora de romances cor-de-rosa, morreu há quinze anos...

  
María del Socorro Tellado López, conocida por el nombre artístico Corín Tellado (Viavélez, 25 de abril de 1927 - Gijón, 11 de abril de 2009),​ fue una escritora española de literatura romántica muy prolífica, con alrededor de 5000 novelas y relatos en su haber entre 1946 y 2009, que fue traducida a 27 idiomas. El haber vendido más de 400.000.000 de ejemplares de sus novelas la llevó a ser reconocida como la autora más vendida en idioma español según el Libro Guinness de los récords de 1994, y ya en 1962 la Unesco la había declarado la escritora española más leída después de Miguel de Cervantes.
    
(...)   
    
El 11 de abril de 2009 falleció en su domicilio de Gijón, a los 81 años de edad, tras sufrir un infarto cerebral. Dejó tres novelas inéditas sin publicar. Sus obras continúan reeditándose en formato digital, por lo que es posible encontrar incluso muchas de sus novelas más antiguas. 
    

El-Rei D. João I nasceu há 667 anos

    
D. João I de Portugal (Lisboa, 11 de abril de 1357 – Lisboa, 14 de agosto de 1433), foi o décimo Rei de Portugal e o primeiro da Dinastia de Avis, cognominado O de Boa Memória pelo legado que deixou.
Filho ilegítimo (bastardo) de El-Rei D. Pedro I e 3.º Mestre da Ordem de Avis (com sede em Avis), foi aclamado rei na sequência da Crise de 1383-1385 que ameaçava a independência de Portugal.
Com o apoio do condestável do reino, Nuno Álvares Pereira, e aliados ingleses travou a batalha de Aljubarrota contra o Reino de Castela, que invadira o país. A vitória foi decisiva: Castela retirou-se, acabando bastantes anos mais tarde por o reconhecer oficialmente como rei.
Para selar a aliança Luso-Britânica casou com D. Filipa de Lencastre, filha de João de Gaunt, dedicando-se desde então ao desenvolvimento do reino.
Em 1415 conquistou Ceuta, praça estratégica para a navegação no norte de África, o que iniciaria a expansão portuguesa. Aí foram armados cavaleiros os seus filhos D. Duarte, D. Pedro e o Infante D. Henrique, irmãos da chamada ínclita geração.
Escrito entre esse mesmo ano de 1415 e 1433, terá escrito um "notável" livro versado em montaria, uma das artes de caçar.
    
Bandeira pessoal de D. João I com a sua divisa: Pour bien
        
(...)
   
Cronistas contemporâneos descrevem D. João I como um homem arguto, cioso em conservar o poder junto de si, mas ao mesmo tempo benevolente e de personalidade agradável. Na juventude, a educação, que recebeu como Grão Mestre da Ordem de Avis, transformou-o num Rei invulgarmente culto para a época.
O seu amor ao conhecimento passou também para os filhos, designados por Luís Vaz de Camões, nos Lusíadas, por «Ínclita Geração»: o Rei D. Duarte de Portugal foi poeta e escritor, D. Pedro, Duque de Coimbra, o «Príncipe das Sete Partidas», foi um dos príncipes mais esclarecidos do seu tempo e muito viajado, e o Henrique, Duque de Viseu, o «Navegador», investiu toda a sua fortuna em investigação relacionada com navegação, náutica e cartografia, dando início à epopeia dos Descobrimentos.
A sua única filha, D. Isabel de Portugal, casou com o Duque da Borgonha e entreteve uma corte refinada e erudita nas suas terras.
No reinado de D. João I foram descobertas as ilhas de Porto Santo (1418), da ilha da Madeira (1419) e dos Açores (1427), além de se fazerem expedições às Canárias. Teve início, igualmente, o povoamento dos arquipélagos dos Açores e da Madeira.
D. João faleceu a 14 de agosto de 1433. Jaz na Capela do Fundador, no Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha.
Foi cognominado de O de Boa Memória, pela lembrança positiva do seu reinado na memória dos portugueses, também podendo ser chamado de O Bom ou O Grande.
  
Descendentes
Do seu casamento com Filipa de Lencastre (13591415) nasceram nove filhos. Destes, os seis que chegaram à idade adulta seriam lembrados como a Ínclita Geração:
D. João teve ainda dois filhos naturais, de Inês Pires, antes do seu casamento:
   

quarta-feira, abril 10, 2024

Porque hoje foi dia de recordar um Poeta...

(imagem daqui)

 

Pelo sonho é que vamos

Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.

Chegamos? Não chegamos?

Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria
ao que desconhecemos
e ao que é do dia-a-dia.

Chegamos? Não chegamos?

-Partimos. Vamos. Somos.


in
Pelo sonho é que vamos (1953) - Sebastião da Gama

Lagrange morreu há 211 anos...

  
Joseph Louis Lagrange (Turim, 25 de janeiro de 1736 - Paris, 10 de abril de 1813) foi um matemático italiano. O pai de Lagrange havia sido tesoureiro de guerra da Sardenha, tendo se casado com Marie-Thérèse Gros, filha de um rico físico. Foi o único de dez irmãos que sobreviveu à infância. Napoleão Bonaparte fez dele senador, conde do império e grande oficial da Legião de Honra.
Aos dezasseis anos tornou-se professor de matemática na Escola Real de Artilharia de Turim. Desde o começo foi um analista, nunca um geómetra, o que pode ser observado em Méchanique Analytique (Mecânica Analítica), sua obra prima, projetada aos 19 anos, mas só publicada em Paris em 1788, quando Lagrange tinha cinquenta e dois anos. “Nenhum diagrama (desenho) será visto neste trabalho”, diz ele na abertura de seu livro, e acrescenta que “a ciência da mecânica pode ser considerada como a geometria de um espaço com quatro dimensões – três coordenadas cartesianas e um tempo-coordenada, suficientes para localizar uma partícula móvel tanto no espaço quanto no tempo”.
Organizou as pesquisas desenvolvidas pelos associados da Academia de Ciências de Turim. O primeiro volume das memórias da academia foi publicado em 1759, quando Lagrange tinha vinte e três anos.
Aos vinte e três anos aplicou o cálculo diferencial à teoria da probabilidade, indo além de Isaac Newton com um novo começo na teoria matemática do som, trazendo aquela teoria para o domínio da mecânica do sistema de partículas elásticas (ao invés da mecânica dos fluidos), sendo também eleito como membro estrangeiro da Academia de Ciências de Berlim (2 de outubro de 1759).
Entre os grandes problemas que Lagrange resolveu encontra-se aquele da oscilação da Lua. Por que a Lua apresenta sempre a mesma face para a Terra? O problema é um exemplo do famoso “Problema dos Três Corpos” – a Terra o Sol e a Lua – atraindo-se uns aos outros, de acordo com a lei do inverso do quadrado da distância entre os seus centros de gravidade. Pela solução deste problema recebeu o Grande Prémio da Academia Francesa de Ciências, aos vinte e oito anos.
Tais sucessos levaram o Rei da Sardenha a oferecer a Lagrange todas as despesas pagas de uma viagem a Paris e Londres.
Ficou em Berlim vinte anos, onde se casou e enviuvou, tendo exercido a função de diretor da divisão físico-matemática da Academia de Berlim, onde fazia e refazia seus trabalhos, nunca se satisfazendo com o resultado, o que significou um desespero para os seus sucessores.
Em carta escrita para D’Alembert, em 1777, diz: “eu tenho sempre olhado a matemática como um objeto de diversão, mais do que de ambição, e posso afirmar para você que tenho mais prazer nos trabalhos de outros do que nos meus próprios, com os quais estou sempre insatisfeito”. E, em outra carta histórica de 15 de setembro de 1782, diz ter quase terminado seu tratado de Mécanique Analytique, acrescentando que, como ainda não sabia quando nem como seria o livro impresso, não estava se apressando com os retoques finais.
Com a morte de Frederico o Grande, em 17 de agosto de 1786, solicitou sua dispensa. Foi permitida sob a condição de que continuasse a remeter trabalhos para a academia pelo período de alguns anos.
Voltou a seus trabalhos matemáticos como membro da Academia Francesa a convite de Luís. Foi recebido em Paris, em 1787, com grande respeito pela família real e pela academia. Viveu no Louvre até à Revolução, tendo-se tornado o favorito de Maria Antonieta.
Aos cinquenta e um anos, Lagrange sentia-se acabado. Era um caso claro de exaustão nervosa, pelo longo período de trabalho excessivo. Falava pouco, parecia estar sempre distraído e melancólico. Era a triste figura da indiferença, tendo perdido, inclusive, o gosto pela matemática.
A Tomada da Bastilha quebrou a sua apatia. Recusou-se a deixar Paris. Quando o terror republicano chegou, arrependeu-se de ter ficado. Era tarde para escapar. As crueldades destruíram a pouca fé que ainda tinha na natureza humana.
Terminada a revolução, foi tratado com muita tolerância. Um decreto especial garantiu-lhe uma pensão, e quando a inflação reduziu a sua pensão a quase nada, foi indicado para professor da Escola Normal, que teve vida efémera. Foi então indicado para professor da Escola Politécnica, fundada em 1797, tendo planeado o curso de Matemática, sendo o seu primeiro professor.
Em 1796, quando a França anexou o Piemonte, Taillerand foi enviado como emissário para dizer a seu pai, ainda vivendo em Turim: “seu filho, orgulho de Piemonte que o produziu, e da França que o possui, honra toda a humanidade por seu génio”.
Referindo-se a Isaac Newton, disse: “foi certamente o génio por excelência mas temos que concordar que ele foi também o que mais sorte teve: só se pode encontrar uma única vez o sistema solar para ser estabelecido. Ele teve sorte de ter chegado quando o sistema do mundo permanecia ignorado”.
Notando-lhe a enlevação alheada, durante uma sessão musical, alguém perguntou o que ele achava da música. E ele respondeu: “a música me isola; eu ouço os três primeiros compassos; no quarto eu já não distingo mais nada; entrego-me aos meus pensamentos; nada me interrompe; e é assim que eu tenho resolvido mais de um problema difícil.”
O seu último trabalho científico foi a revisão e complemento da obra Mécanique Analytique para a segunda edição, quando descobriu que o seu corpo já não obedecia à sua mente. Morreu na manhã do dia 10 de abril de 1813, com setenta e seis anos.

 
  
NOTA: recordemos que este matemático e físico postulou a existência, nas órbitas dos planetas, de pontos de estabilidade, justamente chamados de pontos de Lagrange, onde pode haver asteroides, que hoje chamamos de asteroides troianos e que já foram localizados na órbita de diversos planetas gasosos, bem como foi usado para colocar, no ponto L2 da Terra, o Telescópio Espacial James Webb.

Notícia sobre o eclipse total na América

Escuridão total: o mundo (e uma região de Portugal) pararam para ver o histórico eclipse solar

 

O eclipse visto de Guadalajara, México 


“Foi uma verdadeira loucura” esta segunda-feira. Milhões de pessoas em euforia assistiram ao eclipse solar total em várias partes do mundo. Veja as imagens do fenómeno.

Um raro eclipse solar total começou esta segunda-feira na costa oeste do México, dando início a um evento celestial aguardado por milhões de pessoas.

A NASA transmitiu um vídeo ao vivo com imagens do telescópio e comentários de especialistas. Os principais canais norte-americanos de notícias, como a CNN ou Fox News, também transmitiram uma programação especial.

No início, a borda da Lua parecia estar apenas a tocar no Sol. Depois, “devorou-o” cada vez mais, até que se ouviram aplausos quando tudo finalmente ficou escuro - exceto o brilho prateado da coroa do Sol à volta do contorno da Lua.

“Não pensei que fosse assim”, disse à BBC uma menina de 11 anos no Texas. “Estava mesmo escuro lá fora. Pensei que seria como o anoitecer, mas estava quase escuro como breu”. A temperatura desceu subitamente e, tal como lhe tinham ensinado, os animais calaram-se.

“Quando começou a ficar mais claro, os grilos estavam lá e os pássaros começaram a cantar. Foi uma verdadeira loucura”, conta: “Estou triste por ter acabado”.

O eclipse também foi admirado do ar: algumas companhias aéreas planearam voos para o momento de escuridão, sendo que os bilhetes esgotaram.

A NASA planeou o lançamento de três pequenos foguetes de sondagem antes, durante e logo após o eclipse, desde Virgínia, no leste dos EUA. O objetivo foi medir as alterações causadas pela escuridão na parte superior da atmosfera terrestre.

A coroa solar, a camada externa da atmosfera do Sol, torna-se particularmente visível durante um eclipse. Foi observado com atenção, pois é aqui que ocorrem as erupções solares. A estrela da Terra está atualmente perto do seu pico de atividade (ao contrário de 2017).

 

Multidão em euforia

A “febre” do eclipse atingiu o México, EUA e Canadá, com a passagem da Lua na frente do Sol a bloquear a luz do dia. Para os lados de Portugal, só uma região foi capaz de assistir, parcialmente, ao fenómeno: os Açores.

Entre os locais emblemáticos onde o eclipse foi visível estão as Cataratas do Niágara, onde o espetáculo trouxe a maior afluência de sempre ao local turístico - mais de 1 milhão de pessoas.

 

 

Do lado canadiano, a região chegou a declarar “estado de emergência” para melhor lidar com o fluxo de visitantes.

Dallas, Indianápolis e Cleveland estão no caminho do eclipse total, com os hotéis nestas regiões a estarem lotados há meses. As escolas tiveram que fechar para a ocasião e até casamentos coletivos foram planeados para este evento.

Em Arkansas, 300 casais de todo o país inscreveram-se dar o nó, dizendo “sim” mesmo antes de o céu ficar negro.

 


 

Todos têm oportunidade

O Sol é cerca de 400 vezes maior que a Lua, mas também está 400 vezes mais distante, e ambos parecem, portanto, ter um tamanho semelhante.

Quase todas as pessoas na América do Norte têm pelo menos um eclipse parcial garantido, caso as condições meteorológicas permitam a sua visualização.

Só nos EUA, mais de 30 milhões de pessoas vivem na área onde o eclipse total foi visível, com duração máxima de alguns minutos, segundo a agência espacial norte-americana (NASA).

O evento representa uma oportunidade económica para muitas regiões que recebem uma afluência de turistas, mas também para os cientistas que estudam o Sol.

O próximo eclipse total visível nos EUA (excluindo o Alasca) ocorrerá em 2044. Antes disso, um eclipse total ocorrerá na Espanha, em 2026.

 

in ZAP

Há treze anos terminou um congresso fantástico - asinus asinum fricat...



O Titanic partiu, para a primeira e derradeira viagem, há 112 anos

 O Titanic deixando Southampton, a 10 de Abril de 1912
  
O RMS Titanic foi um navio transatlântico da Classe Olympic operado pela White Star Line e construído nos estaleiros da Harland and Wolff em Belfast, na Irlanda do Norte. Na noite de 14 de abril de 1912, durante sua viagem inaugural, entre Southampton, na Inglaterra, e Nova York, nos Estados Unidos, chocou-se com um iceberg no Oceano Atlântico e afundou duas horas e quarenta minutos depois, na madrugada do dia 15 de abril de 1912. Até o seu lançamento em 1912, ele foi o maior navio de passageiros do mundo.
Com 2.240 pessoas a bordo, o naufrágio resultou na morte de 1.523 pessoas, hierarquizando-o como uma das piores catástrofes marítimas de todos os tempos. O Titanic provinha de algumas das mais avançadas tecnologias disponíveis da época e foi popularmente referenciado como "inafundável" - na verdade, um folheto publicitário de 1910, da White Star Line, sobre o Titanic, alegava que ele fora "concebido para ser inafundável". Foi um grande choque para muitos o fato de que, apesar da tecnologia avançada e experiente tripulação, o Titanic não só tenha afundado como causado grande perda de vidas humanas. O frenesim dos meios de comunicação social sobre as vítimas famosas do Titanic, as lendas sobre o que aconteceu a bordo do navio, as mudanças resultantes no direito marítimo, bem como a descoberta do local do naufrágio em 1985 por uma equipa liderada pelo Dr. Robert Ballard fizeram a história do Titanic persistir famosa desde então.


Comparação de tamanho entre o Titanic, um Airbus A380, um autocarro, um carro e uma pessoa
  
Viagem inaugural
O navio iniciou a sua viagem inaugural de Southampton, na Inglaterra, com destino à cidade de Nova York, nos Estados Unidos, na quarta-feira, 10 de abril de 1912, com o Capitão Edward J. Smith no comando. Assim que o Titanic deixou o cais, sua esteira provocou a aproximação do SS New York, que estava ancorado nas proximidades, rompendo as suas amarras e quase chocando com o navio, antes que rebocadores levassem o New York para longe. O incidente atrasou a partida em meia hora. Depois de atravessar o Canal da Mancha, o Titanic parou em Cherbourg, França, para receber mais passageiros e parou novamente no dia seguinte em Queenstown (hoje conhecida como Cobh), na Irlanda. Já que as instalações do porto em Queenstown eram inadequadas para um navio de seu tamanho, o Titanic teve de ancorar ao largo (fora do porto), com pequenos botes levando os passageiros e bagagens até ele. Quando finalmente partiu, rumo a Nova Iorque, havia 2.240 pessoas a bordo.
   

Hoje é dia de recordar, cantando, Sebastião da Gama...


Cantilena

Cortaram as asas
ao rouxinol
Rouxinol sem asas
não pode voar.

Quebraram-te o bico,
rouxinol!
Rouxinol sem bico
não pode cantar.

Que ao menos a Noite
ninguém, rouxinol!,
ta queira roubar.
Rouxinol sem Noite
não pode viver.

  
   
Sebastião da Gama

¡Y viva Zapata!

 
 

O ator Omar Sharif nasceu há noventa e dois anos...

  
Omar Sharif (Alexandria, 10 de abril de 1932 - Cairo, 10 de julho de 2015) foi um ator egípcio. Nascido Michel Demitri Shalhoub, mudou o seu nome quando se converteu ao islamismo, para se casar. Trabalhou em muitos filmes produzidos em Hollywood e o seu papel mais conhecido é o de protagonista em "Doutor Jivago" (1965). Foi nomeado para o Óscar de melhor coadjuvante por "Lawrence da Arábia" (1962)
Morreu, aos 83 anos, num hospital no Cairo, em consequência de um ataque cardíaco.