domingo, abril 10, 2011

Está comigo todo o Partido Socialista? Vocês estão comigo??

Canção de uma Girl em fim-de-festa (*)

Chegaste como um vencedor
E o ar de quem nos vai dar
muito mais a ganhar

Antes não era tão bom
A vida não tinha tom
Mas tu fizeste a vida apetecer

Mandaste a minha solidão embora
Nomeaste-me para administradora
Com o teu discurso seguro
E a aldrabice no teu olhar

Eu fiquei louca por ti
Logo rejuvenesci
E comecei a gastar
Dispondo a meu favor
do dinheiro sem cor
Ali mesmo à mão de semear

Aumentaste de um modo perverso
Todos os impostos do universo
Com o teu discurso seguro
E a aldrabice no teu olhar

Dá-me tacho, dá-me tacho
Deixa o meu conforto manter-se
Até o mandato acabar
Dá-me tacho, não deixes o FMI entrar
Atira as culpas para os outros e talvez
a gente consiga escapar

Bati recordes de despesa
Agora já estou tesa
não há mais pra gastar
Já não temos mais colchões
Caímos aos trambolhões
A situação está cada vez pior
.
Por ti o cofre está cada vez mais leve
E eu sei que essencialmente isso se deve
Ao teu discurso seguro
e à aldrabice no teu olhar

Dá-me tacho, dá-me tacho
Deixa o meu conforto manter-se
Até o mandato acabar
Dá-me tacho, não deixes o PSD entrar
Atira as culpas para os gajos e talvez
a gente consiga escapar

Se eu fosse compositora
compunha à bancarrota
um hino triunfal
se eu fosse uma tipa honesta
havia de declarar-te
incompetente à escala mundial

Mas eu não passo duma bem-falante
que teve a sorte de ser militante
com cargo bem remunerado,
com Mercedes e Visa dourado

Dá-me tacho, dá-me tacho
Deixa o meu conforto manter-se
Até o mandato acabar
Dá-me tacho, não deixes o FMI entrar
Atira as culpas para os outros e talvez
a gente consiga escapar

(*) para entoar com a música de Dá-me Lume, de Jorge Palma.

in Blasfémias - post de jcd

ADENDA: a música do Palma referida no post é esta e merecia uma versão com a nova letra:


ADENDA II: para perceber o título do texto, aconselha-se a leitura deste post d'O Cachimbo de Magrite:



Há qualquer coisa de insuportavelmente repugnante naquele esganiçamento histérico com que Sócrates se vira para os congressistas berrando: 'Está comigo todo o Partido Socialista? Vocês estão comigo??'

Livra, até o outro tarado, lá nos Parteitage de Nuremberga, berrava 'Hinter uns kommt Deutschland!' - e não hinter mich...

Bora lá apoiar o moço (e ficas melhor assim, a olhar prá frente)


NOTA: para os desentendidos, um outro vídeo:

A ética republicana e socialista - versão casinha de Armando Vara

Os gloriosos heróis do socialismo democrático



Continuando a saga para elencar heróis deste PS " de esquerda" e onde todos os militantes se revêem em congresso, apresenta-se agora outro notável.

Começou pobre atrás de um balcão de banco e ascendeu em alguns anos de poder do partido que o suporta, ao meritocrático cargo de administrador. Bancário. Quando saiu, em perda por motivos obscuros mas sob os holofotes dos media, ganhou quase um milhão de euros. Deu-lhos o BCP, uma instituição de esquerda onde o notável defendeu os pergaminhos ideológicos. E no banco anterior, onde também administrara os seus naturais recursos próprios de esquerda, tinha sido promovido depois de lá sair...

Foi apanhado em escutas com o Inenarrável que nos governa e de quem foi sócio em empresa capitalista, na área sensível dos combustíveis, de esquerda certamente, a combinar crimes plausíveis para diversos magistrados e irrelevantes para quem neles superintende, mas não se descoseu e as escutas foram proibidas porque a esquerda democrática é assim mesmo: solidária.

É por isso mesmo, um dos grandes empreendedores da esquerda democrática deste PS. Senão, veja-se o magnífico currículo que o Público, pela pena de um nefando direitista ultra-liberal em tempos deu à estampa:

"Armando Vara, quando era secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do MAI) e a engenheiros que dele dependiam para projectar a moradia que construiu perto de Montemor-o-Novo.
Para fazer as obras serviu-se de uma empresa e de um grupo ao qual o GEPI adjudicava muitos dos seus concursos públicos.
Com 3500 contos (17.500 euros) o actual administrador da Caixa Geral de Depósitos e licenciado pela Universidade Independente tornou-se dono, em 1998, de 13.700 m2 situados junto a Fazendas de Cortiços, a três quilómetros de Montemor-o-Novo. Em Março de 1999 requereu à câmara o licenciamento da ampliação e alteração da velha casa ali existente.
Onde a história perde a banalidade é quando se vê quem projectou e construiu a moradia. O projecto de arquitectura tem o nome de Ana Morais.
O alvará da empresa que fez a casa diz que a mesma dá pelo nome de Constrope. A arquitecta Ana Morais era à época casada com António José Morais, o então director do GEPI, que fora assessor de Armando Vara entre Novembro de 1995 e Março de 1996.
Nessa altura, recorde-se, foi nomeado director do GEPI por Armando Vara - cargo em que se manteve até Junho de 2002 - e era professor de quatro das cinco disciplinas que deram a José Sócrates o título de licenciado em Engenharia pela UnI.
A Constrope era uma firma de construção civil sediada em Belmonte, que também trabalhava para o GEPI e tinha entre os seus responsáveis um empresário da Covilhã, Carlos Manuel Santos Silva, então administrador da Conegil - uma empresa do grupo HLC que veio a falir e à qual o GEPI adjudicou dezenas de obras no tempo de Morais."
in portadaloja - post de José

Asinus asinum fricat



Steven Seagal - 59 anos


Ainda adolescente, partiu para o Japão para aprender artes marciais, tendo se tornado mestre em aikidô. Naquele país, abriu uma agência de segurança de autoridades e ministrava treinamento para órgãos como a polícia japonesa e agentes da CIA e militares americanos. Especializou-se também no uso e manuseio de armas de fogo de diversos calibres, tendo ministrado cursos na área para diversas forças de segurança. Em 1980, regressou aos Estados Unidos para exercer as mesmas actividades que realizava com sucesso no Japão, tendo rapidamente encontrado diversas oportunidades na área cinematográfica, colaborando em alguns filmes como Never Say Never Again, de 1983, onde foi o coordenador das cenas de acção. O seu primeiro filme como actor foi Above the Law, de 1988, que também produziu e escreveu. Logo se tornou uma das estrelas mais bem pagas de Hollywood em filmes tipificados onde regularmente surgia na figura de vingador ou policial.


A maior erupção vulcânica de toda a história moderna ocorreu há 196 anos


O Monte Tambora ou Vulcão Tambora é um estrato-vulcão ou vulcão composto, activo, na ilha de Sumbawa, Indonésia.
A ilha de Sumbawa é flanqueada tanto ao norte como ao sul por crosta oceânica, e Tambora foi formado pela activas zonas de subducção sob ele. Isto elevou o Monte Tambora a altura de 4300 metros, fazendo-o uma das mais altas formações do arquipélago da Indonésia e injectado uma grande câmara de magma dentro da montanha. Demorando séculos para abastecer a câmara de magma, sua actividade vulcânica atingindo o pico em Abril de 1815.
O Monte Tambora entrou em erupção entre 5 e 10 de Abril de 1815, atingindo o nível 7 no índice de explosividade vulcânica, realizando a maior erupção desde a erupção do Lago Taupo em 181 DC. Esta erupção é considerada a maior registrada na Terra, detendo o recorde do volume de matéria expelida: 180.000.000.000 m3 ou 180 Km3.

(...)
A erupção criou anomalias climáticas globais. Não houve verão no hemisfério norte em consequência da erupção, o que provocou a morte de milhares de pessoas devido a falta de alimento com registos estatísticos confiáveis especialmente na Europa, passando o ano de 1816 a ser conhecido como Ano Sem Verão. Culturas agrícolas colapsaram e gado morreu, resultando na pior fome do século XIX.

sábado, abril 09, 2011

Música adequada a um fim de congresso e a dois meses de campanha eleitoral

The Kills - Last Day of Magic

O Flautista

(imagem daqui)

Em exclusivo, imagem do congresso partidário deste fim-de-semana - o senhor que vai à frente tem nome de filósofo mas tem é uma licenciatura em engenharia da Universidade da Farinha Amparo, tirada por fax e a um domingo, e ainda uma pós-graduação em engenharia sanitária.

Ruptura ou compromisso!?!

(imagem daqui)

Os comprometidos com o sistema


O Expresso, dirigido agora por um cretino do jornalismo nacional, publica hoje um texto subscrito por 47 personalidades nacionais, onde se apela a um "compromisso nacional".

São estes, os comprometidos:

Adriano Moreira
Alexandre Soares dos Santos
Álvaro Siza Vieira
António Barreto
António Gomes de Pinho
António Lobo Antunes
António Lobo Xavier
António Nóvoa
António Ramalho Eanes
António Rendas
António Vitorino
Artur Santos Silva
Belmiro de Azevedo
Boaventura Sousa Santos
Daniel Proença de Carvalho
Diogo Freitas do Amaral
Eduardo Lourenço
Eduardo Souto Moura
Emílio Rui Vilar
Fernando Seabra Santos
Francisco Pinto Balsemão
Isabel Rodrigues Lopes
João Gabriel Silva
João Lobo Antunes
Joaquim Gomes Canotilho
Jorge Sampaio
José Carlos Marques dos Santos
José Carlos Vasconcelos
José Pacheco Pereira
José Pena do Amaral
José Silva Lopes
Júlio Pomar
Júlio Resende
Leonor Beleza
Luís Portel
Manoel de Oliveira
Manuel Braga da Cruz
D. Manuel Clemente
Manuel Sobrinho Simões
Maria de Sousa
Maria Fernanda Mota Pinto
Maria João Rodrigues
Mário Soares
Miguel Veiga
Rui Alarcão
Teresa de Sousa


Entendem os comprometidos que um dos compromissos é o que deverá existir "entre o presidente da República, o Governo e os principais partidos, para garantir a capacidade de execução de um plano de acção imediato".

Está-se mesmo a ver esse compromisso com o discurso beligerante e eleiçoeiro do PS em congresso, a "malhar na direita" que vai "acabar com o Estado social". E com o PSD como alvo e porta-bandeira dessa terrível direita que surge sempre em épocas pré-eleitorais para que o PS ganhe.

Andamos nisto há décadas. Nestas palhaçadas que não passam disso porque é notoriamente impossível um entendimento entre um professor Boaventura e um Marques dos Santos, da Jerónimo Martins, por exemplo. Mesmo que este tenha dito no outro dia na TV que um bom primeiro-ministro poderia ser o Vitorininho do PS. É que disse mesmo.

E uma palhaçada ainda porque a "terrível direita" não existe a não ser na retórica eleiçoeira deste PS que sabe usar essa arma, eficaz desde sempre porque somos um país pobre e com muitos pobres de espírito. O PSD é um partido social-democrata em muitas áreas à esquerda do próprio PS. Mas isso não conta nada porque o importante é passar o discurso dominante. E quem domina o discurso é o PS, neste momento. O PSD não tem ninguém que rebata estas aldrabices eleiçoeiras e desfaça a farsa que se prepara mais uma vez.

Ainda pode ser palhaçada porque o presidente da República já disse que não se mete " na negociação com a oposição do pacote de ajuda financeira a Portugal". Portanto, para compromisso não está nada mal. Aliás, o presidente parece que não se mete em nada. Ouve mentir e cala-se. Contemporiza com desmandos orçamentais e faz uns avisos esfíngicos à espera que o tempo lhe dê razão para depois vir dizer que a teve. Enfim.

Depois, o que isto significa é apenas uma coisa: estas pessoas têm interesses diversos na política e sociedade portuguesas. Vivem ligados ao Estado, quase todos, directa ou indirectamente. Mesmo, lamentavelmente, os artistas. Precisam de compromissos de Estado.

Alguns dos comprometidos são fautores directos e imediatos desta tragédia que nos atinge. Nenhum deles foi capaz de travar o percurso descendente para o abismo económico em que nos meteram estes inenarráveis que nos governam há meia dúzia de anos. Nenhum deles se incomodou minimamente com os episódios indignos que atingiram o primeiro-ministro Inenarrável que ainda temos. Nenhum deles se afirmou como voz activa de indignação nessas alturas. Alguns parece terem sido juntos à pressa para compor o ramalhete. Resta uma pergunta: quem terá sido o "agregador"? O jornal, naturalmente não diz. Deve ter sido obra o acaso. É um documento que surge do nada e para o nada se destina.

Mas querem compromissos. Compromissos!

Nós não precisamos de compromissos, mas de rupturas com esta merda em estado comatoso que nos tem governado.

in portadaloja - post de José

Trova do Amor Lusíada


Trova do Amor Lusíada - Adriano Correia de Oliveira

Meu amor é marinheiro
Meu amor mora no mar

Meu amor disse que eu tinha
Na boca um gosto a saudade
E uns cabelos onde nascem
Os ventos e a liberdade

Meu amor é marinheiro
Meu amor mora no mar

Seus braços são como o vento
Ninguém os pode amarrar

Meu amor é marinheiro
Meu amor mora no mar

Música de Adriano Correia de Oliveira e de António Portugal, letra de Manuel Alegre

A bancarrota sócrates explicada a totós - as PPP's

Eles são todos iguais mas há uns mais iguais do que outros

distribuição das PPPs pelos últimos governos



NOTA: PPP = Parceria Público-Privada = Roubalheira

Adriano Correia de Oliveira - Canção da Beira Baixa

A Guerra Civil Americana terminou há 146 anos

(imagem daqui)


Appomattox foi a localidade onde o General Robert Edward Lee, se rendeu ao General Grant, pondo fim à Guerra Civil Americana em 1865.

(...)

Segundo consta em documentos oficial os homens de Lee estavam cercados, fracos e esgotados, não tinham outra opção senão aceitar a rendição incondicional.Mandaram uma série de bilhetes, um para o outro até que os dois líderes, concordaram com uma reunião em 9 de Abril de 1865 na casa de Wilmer McLean, na vila do condado de Appomattox. A reunião durou aproximadamente duas horas e meia, culminando com o término do conflito.


A Batalha de La Lys começou há 93 anos

Trincheiras em La Lys

A Batalha de La Lys, deu-se entre 9 e 29 de Abril de 1918, no vale da ribeira da La Lys, sector de Ypres, na região da Flandres, na Bélgica.
Nesta batalha, que marcou a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, os exércitos alemães provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, constituindo a maior catástrofe militar portuguesa depois da batalha de Alcácer-Quibir, em 1578.

Sismo no Faial - mais informações

Segundo o IM teve os seguintes dados:

Data(TU)Lat.Lon.Prof.Mag.Ref.Grau
2011.04.08 23:16 38,64 -28,57 5 3,4 NE Ribeirinha IV

E, já agora, um mapa do CVARG:

Sismo nos Açores

O Instituto de Meteorologia informa que no dia 08-04-2011 pelas 23:16 (hora local) foi registado nas estações da Rede Sísmica do Arquipélago dos Açores, um sismo de magnitude 3.4 (Richter) e cujo epicentro se localizou a cerca de 6 km a Nordeste da Ribeirinha (Faial).


Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido. Em breve será emitido novo comunicado com informação actualizada.


Sugere-se o acompanhamento da evolução da situação através da página do IM na Internet (www.meteo.pt) e a obtenção de eventuais recomendações junto do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros (www.srpcba.pt).

Adriano Correia de Oliveira nasceu há 69 anos

(imagem daqui)

Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 - Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português.

(...)

Cresceu no seio de uma família tradicionalista católica. Concluído o ensino liceal no Porto foi para Coimbra em 1959, estudando Direito. Foi repúblico na Real Repúbica Ras-Teparta, solista no Orfeon Académico de Coimbra, fez parte do Grupo Universitário de Danças e Cantares e do Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra e tocou guitarra no Conjunto Ligeiro da Tuna Académica de Coimbra.

Militante do Partido Comunista Português, a partir da década de 1960, envolveu-se nas greves académicas de 1962 e concorreu à Direcção da Associação Académica de Coimbra, numa lista apoiada pelo Movimento de Unidade Democrática (MUD).

Em 1963 editava o primeiro EP, acompanhado por António Portugal e Rui Pato, "Fados de Coimbra", que continha "Trova do vento que passa", balada fundamental da sua carreira, com poema de Manuel Alegre, transformado numa espécie de hino do movimento estudantil de contestação ao regime.

Em 1967 gravou o álbum "Adriano Correia de Oliveira", que entre outras canções tinha Canção com lágrimas.

Quando lhe faltava uma disciplina para terminar o curso de Direito, trocou Coimbra por Lisboa, trabalhando no Gabinete de Imprensa da Feira Industrial de Lisboa e como produtor da Editora Orfeu. Em 1969 editou "O Canto e as Armas" tendo todas as canções poesia de Manuel Alegre. Nesse mesmo ano ganhou o Prémio Pozal Domingues.

Após o fim do serviço militar lança, em 1970, o álbum "Cantaremos".

Em 1971 é editado o disco "Gente d'Aqui e de Agora", que marca o primeiro arranjo, como maestro, do ainda jovem José Calvário, que tinha vinte anos. José Niza foi o principal compositor neste disco que precedeu um silêncio de quatro anos, recusando-se Adriano a enviar os textos à Censura.

Em 1973 é editado o disco "Fados de Coimbra". Com Carlos Vargas funda a editora Edicta.

Em 1975 lançou "Que Nunca Mais", com direcção musical de Fausto e textos de Manuel da Fonseca. Este álbum levou a revista inglesa Music Week a elegê-lo como Artista do Ano.

Foi um dos fundadores da Cooperativa Cantabril. Publicou o seu último álbum, "Cantigas Portuguesas", em 1980. No ano seguinte, numa altura em que a sua saúde já se encontrava degradada, rompeu com a direcção da CantAbril e ingressou na Cooperativa Era Nova.

Em 1982, com quarenta anos, num sábado, dia 16 de Outubro, morreu em Avintes, nos braços da mãe, vitimado por uma hemorragia esofágica.

sexta-feira, abril 08, 2011

Sismograma do Geofone de Manteigas

Com a curiosidade de no Geofone de Manteigas, para além do sismo do Japão, há mais dois sismos registados:

Mais um sismo no Japão

Abalo causou derrame de água radioactiva em central
Sismo no Japão fez três mortos e 132 feridos

A fuga de água radioactiva na central de Onagawa

Três pessoas morreram e 132 ficaram feridas ontem quando um sismo de magnitude 7,1 abalou o Japão. O abalo causou um derrame de água radioactiva numa central nuclear, Onagawa, na província de Miyagi.

Uma mulher de 63 anos foi encontrada morta em casa, esta manhã, na cidade de Obanazawa, na província de Yamagata, segundo informações da Agência para a gestão de desastres e incêndios, citada pela estação de televisão japonesa NHK.

Na cidade de Ishinomaki, na província de Miyagi, dois homens com 79 e 85 anos morreram num hospital. As autoridades acreditam que ambos morreram de paragem cardíaca, como consequência do sismo.

O sismo ocorreu às 23h32 locais (15h32 hora portuguesa) a uma profundidade de 49 quilómetros, segundo os Serviços geológicos norte-americanos (USGS, sigla em inglês). O seu epicentro foi localizado no oceano Pacífico, a 66 quilómetros da cidade de Sendai, na província de Miyagi.

Na região Nordeste, a mais afectada pelo sismo de magnitude 9 e pelo tsunami que se seguiu, a 11 de Março, cerca de 3,3 milhões de lares ficaram sem electricidade.

8 de Abril – Dia Mundial da Astronomia




(imagem daqui)


A Astronomia é provavelmente a ciência natural mais antiga, datando a épocas da antiguidade.

A Astronomia (que significa a lei das estrelas) é uma ciência que procura repostas aos fenómenos fí­sicos que ocorrem dentro e fora do planeta Terra, que estuda as origens, a evolução e as propriedades fí­sicas e quí­micas de todos os objectos (sol, lua, estrelas) que podem ser observados no céu (para além da Terra) a olho nu.

Um exemplo da astronomia antiga foi o estudo da mudança da posição do Sol ao longo do horizonte e as mudanças nos aparecimentos de estrelas no curso de um ano, que foi usado para estabelecer um calendário ritualí­stico ou agrí­cola como por exemplo o calendário gregoriano pelo qual nos regemos até hoje.

A astronomia complementa outras ciências como a fí­sica, a matemática e a biologia. A teoria da relatividade geral foi comprovada através da astronomia. A relatividade geral é a generalização da teoria da gravitação de Newton publicada em 1915 por Albert Einstein cuja base matemática foi desenvolvida por Henri Poincaré.

A União Astronómica Internacional (UAI), fundada em 1919, é a organização mundial que congrega quase dez mil astrónomos de todo o Mundo e tem como missão promover e assegurar a Astronomia em todas as suas vertentes através da cooperação internacional. O Dia Mundial da Astronomia é uma forma de manter bem presente a ciência que nos permite ver para além do nosso planeta.

roubado daqui

Jacques Brel nasceu há 82 anos


Dans le port d'Amsterdam


Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui chantent
Les rêves qui les hantent
Au large d'Amsterdam
Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui dorment
Comme des oriflammes
Le long des berges mornes
Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui meurent
Pleins de bière et de drames
Aux premières lueurs
Mais dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui naissent
Dans la chaleur épaisse
Des langueurs océanes


Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui mangent
Sur des nappes trop blanches
Des poissons ruisselants
Ils vous montrent des dents
A croquer la fortune
A décroisser la lune
A bouffer des haubans
Et ça sent la morue
Jusque dans le coeur des frites
Que leurs grosses mains invitent
A revenir en plus
Puis se lèvent en riant
Dans un bruit de tempête
Referment leur braguette
Et sortent en rotant


Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui dansent
En se frottant la panse
Sur la panse des femmes
Et ils tournent et ils dansent
Comme des soleils crachés
Dans le son déchiré
D'un accordéon rance
Ils se tordent le cou
Pour mieux s'entendre rire
Jusqu'à ce que tout à coup
L'accordéon expire
Alors le geste grave
Alors le regard fier
Ils ramènent leur batave
Jusqu'en pleine lumière


Dans le port d'Amsterdam
Y a des marins qui boivent
Et qui boivent et reboivent
Et qui reboivent encore
Ils boivent à la santé
Des putains d'Amsterdam
De Hambourg ou d'ailleurs
Enfin ils boivent aux dames
Qui leur donnent leur joli corps
Qui leur donnent leur vertu
Pour une pièce en or
Et quand ils ont bien bu
Se plantent le nez au ciel
Se mouchent dans les étoiles
Et ils pissent comme je pleure
Sur les femmes infidèles
Dans le port d'Amsterdam
Dans le port d'Amsterdam.

Fado velho em voz nova

Cuca Roseta, uma das mais brilhantes e talentosas fadistas da nova geração canta "Porque Voltas de que Lei", numa música de Mário Pacheco e letra de Amália Rodrigues.
Acompanham Mário Pacheco (guitarra portuguesa), Pedro Pinhal (viola de Fado) e Rodrigo Serrão (contrabaixo).


Por que voltas de que lei


Por que voltas de que lei
Vem este sentir profundo
Por te saber como sei
Me sinto dona do mundo


Por que espada de que rei
Meu amor é fogo posto
És tanto de quanto amei
Que és tudo de quanto gosto


Por este amor que te tenho
Por ser assim como sou
És inferno donde venho
És o céu para onde vou


Por que voltas de que lei
És tudo de quanto gosto
Me perdi e me encontrei
Nas voltas que tem teu rosto


Por que voltas de que rei
Em meu peito teu desenho
És tanto de quanto amei
Que és todo o mundo que tenho


E de tão rica que estou
Nunca tão pobre fiquei
Por ser assim como sou
E te saber como sei

Picasso morreu há 38 anos


Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso, ou simplesmente Pablo Picasso (Málaga, 25 de Outubro de 1881 - Mougins, 8 de Abril de 1973), foi um pintor, escultor e desenhador espanhol, tendo também desenvolvido a poesia.

El-Rei D. Pedro I nasceu há 691 anos

Túmulo de El-Rei D. Pedro I - Mosteiro de Alcobaça (daqui)


D. Pedro I de Portugal (Coimbra, 8 de Abril de 1320 - Estremoz, 18 de Janeiro de 1367) foi o oitavo Rei de Portugal. Mereceu os cognomes de O Justiceiro (também O Cruel, O Cru ou O Vingativo), pela energia posta em vingar o assassínio de Inês de Castro, ou de O-Até-ao-Fim-do-Mundo-Apaixonado, pela afeição que dedicou àquela dama galega. Era filho do rei Afonso IV e sua mulher, a princesa Beatriz de Castela. Pedro I sucedeu a seu pai em 1357.




D. Inês de Castro

Choram ainda a tua morte escura
Aquelas que chorando a memoraram;
As lágrimas choradas não secaram
Nos saudosos campos da ternura.

Santa entre as Santas pela má ventura,
Rainha, mais que todas que reinaram,
Amada, os teus amores não passaram
E és sempre bela e viva e loira e pura.

Ô linda, sonha aí, posta em sossego
No teu muymento de alva pedra tina,
Como outrora na Fonte do Mondego.

Dorme, sombra de graças e de saudade,
Colo de Graças, amor, moço menina,
Bem-amada por toda a eternidade!

Afonso Lopes Vieira 

Dulce Pontes - 42 anos!


Dulce José Silva Pontes (Montijo, 8 de Abril de 1969) é uma das cantoras portuguesas mais populares e reconhecidas internacionalmente. Canta canções pop, música tradicional portuguesa (fado e folclore incluído), bem como música clássica.

quinta-feira, abril 07, 2011

Música adequada à data

O Mundo é um Moinho...

Quem perde é a Escola Pública e os professores com a decisão à pilatos de Cavaco

(imagem daqui)

O envio do decreto 84/XI da Assembleia da República para o Tribunal Constitucional por Cavaco Silva é o dobre de finados de qualquer veleidade que existisse ou exista quanto a fazer travar este modelo de ADD, antes do final deste ciclo avaliativo.

Há que ser objectivo quanto a isso e não negar o evidente.

Cavaco Silva não teve a coragem necessária para vetar o diploma, assumindo a sua simpatia pelas políticas herdadas de MLR, e fez o que costuma fazer quando quer travar algo, mas lavando as mãos: enviou para o Tribunal Constitucional, sabendo que isso implica que os procedimentos da ADD tenham de continuar até final do ano lectivo, com todos os danos e prejuízos inerentes a tal. Mesmo que a suspensão seja declarada constitucional, será tarde.

Existem dúvidas formais quanto à aprovação da suspensão?

Curioso. Não houve dúvidas quanto em anteriores diplomas existiam desconformidades substantivas evidentes em relação á ordem constitucional. Cavaco Silva não enviou para o TC, por exemplo, o dl 75/2008 que tem óbvios atropelos à Lei de Bases do Sistema Educativo. Até hoje nunca se incomodou em mandar fiscalizar diplomas do Parlamento e do Governo com efeitos retroactivos, na área da Educação. E quanto aos cortes salariais, mandou os formalismos democráticos para o caixote do lixo.

Apenas a suspensão da ADD lhe levantou um eczema jurídico que justifica uma fiscalização preventiva da constitucionalidade.

Está no seu direito. Rejubilem os miguéissousatavares, os pachecopereiras e paulosrangéis (estes em rodopio sobre o assunto em relação ao próprio passado) os pedrosmarqueslopes e os nogueirasleites, os correias decampos e as helenasgarridos. Para não falar dos que permaneceram na sombra à espera do desfecho (e que agora aparecerão) e nos incomodados por ter sido uma proposta deste PSD, sem ser pela via política certa.

Ainda hoje e nos próximos dias assistiremos a alguns ataques de despudor.

Pela parte que me toca, tirando a análise da coisa, fecho o meu contributo para este peditório. Siga o circo, que menos um urso ou palhaço não fará grande diferença.

in A Educação do meu Umbigo - post de Paulo Guinote

Hoje é dia de recordar Almada Negreiros

Auto-retrato - daqui


Canção da Saudade

Se eu fosse cego amava toda a gente.

Não é por ti que dormes em meus braços que sinto amor. Eu amo a minha irmã gémea que nasceu sem vida, e amo-a a fantasiá-la viva na minha idade.

Tu, meu amor, que nome é o teu? Diz onde vives, diz onde moras, diz se vives ou se já nasceste.

Eu amo aquela mão branca dependurada da amurada da galé que partia em busca de outras galés perdidas em mares longissimos.

Eu amo um sorriso que julgo ter visto em luz do fim-do-dia por entre as gentes apressadas.

Eu amo aquelas mulheres formosas que indiferentes passaram a meu lado e nunca mais os meus olhos pararam nelas.

Eu amo os cemitérios - as lajes são espessas vidraças transparentes, e eu vejo deitadas em leitos florídos virgens nuas, mulheres belas rindo-se para mim.

Eu amo a noite, porque na luz fugida as silhuetas indecisas das mulheres são como as silhuetas indecisas das mulheres que vivem em meus sonhos. Eu amo a lua do lado que eu nunca vi.

Se eu fosse cego amava toda a gente.

in Frisos - Revista Orpheu nº1 - Almada Negreiros

Ravi Shankar - 91 anos!


Ravi Shankar (Ghazipur, 7 de Abril de 1920) é um famoso músico indiano.
Começou a sua carreira como bailarino na companhia do irmão Uday Shankar. Aos 18 anos iniciou os seus estudos de sitar. Famoso em todo o mundo, tocou no Woodstock junto de grandes mestres da música. É o pai de Norah Jones, artista contemporânea de jazz e de Anoushka Shankar, a quem ensinou a arte do sitar. Gravou um disco produzido por George Harrison, o "Chants of India". Ele foi chamado por George Harrison para tocar sitar no seu quarto enquanto morria.


Almada Negreiros nasceu há 118 anos


José Sobral de Almada Negreiros GOSE (Trindade, 7 de Abril de 1893 - Lisboa, 15 de Junho de 1970) foi um artista multidisciplinar, pintor, escritor, poeta, ensaísta, dramaturgo e romancista português ligado ao grupo modernista.
Também foi um dos principais colaboradores da Revista Orpheu.

Gabriela Mistral nasceu há 122 anos


Gabriela Mistral, pseudónimo escolhido de Lucila de María del Perpetuo Socorro Godoy Alcayaga (Vicuña, 7 de Abril de 1889 - Nova Iorque, 10 de Janeiro de 1957), foi uma poetisa, educadora, diplomata e feminista chilena.
Foi agraciada com o Nobel de Literatura de 1945.
Os temas centrais nos seus poemas são o amor, o amor de mãe, memórias pessoais dolorosas e mágoa e recuperação. Lucíla nasceu na cidade de Vicuña, Chile, em 7 de Abril de 1889. Seu pai abandonou a família quando Lucíla completou três anos de idade. A mãe de Lucila faleceu no ano de 1929 e a escritora lhe dedicou a primeira parte de seu livro Tala, a que chamou: Muerte de mi Madre. Educada em sua cidade natal, começou a trabalhar como professora primária (1904) e ganhou renome ao vencer os Juegos Florales de Santiago (1914) com Sonetos de la muerte, sob o pseudônimo de Gabriela Mistral,cuja escolha deu-se em homenagem aos seus poetas prediletos: o italiano Gabriele D'Annunzio e o provençal Frédéric Mistral.

(...)
A notoriedade a obrigou a abandonar o ensino para desempenhar diversos cargos diplomáticos na Europa. Tida como um exemplo de honestidade moral e intelectual e movida por um profundo sentimento religioso, a tragédia do suicídio do noivo (1907) marcou toda a sua poesia com um forte sentimento de carinho maternal, principalmente nos seus poemas em relação às crianças. Em sua obra aparecem como temas recorrentes: o amor pelos humildes, um interesse mais amplo por toda a humanidade.


Balada de mi nombre


El nombre mío que he perdido,
¿dónde vive, dónde prospera?
Nombre de infancia, gota de leche,
rama de mirto tan ligera.


De no llevarme iba dichoso
o de llevar mi adolescencia
y con él ya no camino
por campos y por praderas.


Llanto mío no conoce
y no la quemó mi salmuera;
cabellos blancos no me ha visto,
ni mi boca con acidia,
y no me habla si me encuentra.


Pero me cuentan que camina
por las quiebras de mi montaña
tarde a la tarde silencioso
y sin mi cuerpo y vuelto mi alma.

Porque hoje é o Dia Nacional dos Moinhos

quarta-feira, abril 06, 2011

A propósito de mentiras e de um desesperado pedido de ajuda de Sócrates

(imagem daqui)



É assim que o gabinete do primeiro-ministro desmente, também em declarações ao DN, a informação avançada hoje pelo britânico Financial Times de que já há contactos com Bruxelas para desencadear um pedido de ajuda externa a Portugal.

À medida que o país se afunda as mentiras de Sócrates ficam com a perna cada vez mais curta.
Esta última não durou sequer 10 horas.

in 31 da Armada - post de Carlos Nunes Lopes

A que ponto o desespero de Sócrates desbaratou os nossos recursos


É o chamado “ir ao pote”

Fundo da Segurança Social desfaz-se de investimentos para ajudar leilões de dívida
.
Sócrates a ir ao pote da Segurança Social por orgulho e táctica eleitoral. Sócrates derrete o dinheiro num instante e o Fundo de Estabilização da Segurança Social fica com lixo em carteira.
.
A ideia já tinha sido proposta pelo PCP. Mas os comunistas nunca entenderam muito bem as consequências de uma economia derreter capital. Foi assim que destruíram as empresas nacionalizadas a partir de 1975.

in Blasfémias - post de João Miranda

O Mestre de Avis foi coroado El-Rei de Portugal há 626 anos


D. João I de Portugal (Lisboa, 11 de Abril de 1358 - Lisboa, 14 de Agosto de 1433), foi o décimo Rei de Portugal e o primeiro da Dinastia de Avis, cognominado O de Boa Memória pelo legado que deixou. Filho ilegítimo do rei D. Pedro I e Mestre da Ordem de Avis, foi aclamado rei na sequência da crise de 1383-1385 que ameaçava a independência de Portugal. Com o apoio do condestável do reino Nuno Álvares Pereira e aliados ingleses travou a batalha de Aljubarrota contra o Reino de Castela, que invadira o país. A vitória foi decisiva: Castela retirou-se, acabando bastantes anos mais tarde por o reconhecer oficialmente como rei. Para selar a aliança Luso-Britânica casou com D. Filipa de Lencastre, filha de João de Gaunt, dedicando-se desde então ao desenvolvimento do reino. Em 1415 conquistou de Ceuta, praça estratégica para a navegação no norte de África, o que iniciaria a expansão portuguesa. Aí foram armados cavaleiros os seus filhos D. Duarte, D. Pedro e o Infante D. Henrique, irmãos da chamada ínclita geração.

(...)
Finalmente a 6 de Abril de 1385, as Cortes portuguesas reunidas em Coimbra elevam o Grão-Mestre de Aviz, como D. João I, a rei de Portugal. Esta tomada de posição significava na prática que a guerra com Castela prosseguiria sem quartel, visto que declarava nulo o estatuto de D. Beatriz de Portugal, rainha consorte de Castela, como herdeira de D. Fernando, e isto devido em especial à violação do tratado de Salvaterra tanto pelo seu marido como por ela (com 11 anos de idade tivera de jurar o tratado em Badajoz, aquando do casamento). «Venhamos a outra maior contradição», disse João das Regras, ao começar a falar da «quebra dos trautos» no seu discurso perante as Cortes de Coimbra (Crónica de el-rei D. João I, cap. CLXXXV). E como os quebrara, não podia suceder ao pai, o «postumeiro (último) possuidor» destes reinos. É por isso que na História de Portugal Beatriz não figura como Rainha, pois foram as próprias Cortes de 1385 a proclamar que ao rei D. Fernando I, postumeiro possuidor do reino de Portugal, quem sucedeu foi o rei D. João I.

O mineralogista Andrada e Silva morreu há 173 anos


José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos, 13 de Junho de 1763Niterói, 6 de Abril de 1838) foi um naturalista, estadista e poeta brasileiro.


Memória
  • Seu nome foi inserido no Livro dos Heróis da Pátria, em 21 de Abril de 2007, dentre as comemorações do quadragésimo sétimo aniversário de Brasília.
  • O Senado Federal instituiu a Medalha José Bonifácio, em sua homenagem.
  • A Universidade de Coimbra deu seu nome a uma das galerias do seu Museu Mineralógico e Geológico.
  • O presidente Itamar Franco e o ministro da Ciência e Tecnologia, José Israel Vargas, instituiram a Medalha Nacional do Mérito Científico que tem a efígie de José Bonifácio de Andrada e Silva através do decreto nº 772 de 16 de Março de 1993, depois revogado e alterado pelo decreto nº 4.115 de 6 de Fevereiro de 2002.
  • A Sociedade Brasileira de Geologia instituiu em 1958 a Medalha de Ouro "José Bonifácio de Andrada e Silva" com o objectivo de homenagear profissionais das Geociências, associados da Sociedade Brasileira de Geologia, que tenham contribuído para o desenvolvimento e avanço do conhecimento geológico.
  • O município de Santos instituiu a Medalha e o Diploma do Mérito José Bonifácio.
  • O município de José Bonifácio recebeu este nome em sua homenagem.
  • A Rua José Bonifácio no bairro de São Domingos na cidade de Niterói recebeu este nome em sua homenagem. É justamente a rua onde residiu nos seus últimos anos de vida.
  • O governo do Estado de São Paulo instituiu a "Semana do Patriarca da Independência" em sua homenagem.
  • A um mineral do grupo da granadas foi dado o nome de "andradita", em sua homenagem.

Isaac Asimov morreu há 19 anos

Concepção artística de Isaac Asimov por Rowena Morrill

Isaac Asimov (Petrovichi, 2 de Janeiro de 1920 - Nova Iorque, 6 de Abril de 1992), foi um escritor e bioquímico norte-americano, nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica.
A obra mais famosa de Asimov é a série da Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação, que faz parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com sua outra grande série dos Robots. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção. No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes, aproximadamente 90 000 cartas ou postais, e tem obras em cada categoria importante do sistema de classificação bibliográfica de Dewey, excepto em filosofia.
Asimov foi reconhecido como mestre da ficção científica e, juntamente com Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, foi considerado em vida como um dos "Três Grandes" escritores da ficção científica.