
- Órbita: 822 x 800 km, sol-síncrona;
- Inclinação: 98,6º, sol-síncrona;
- Período orbital: 101 minutos, fazendo uma média de 14 voltas por dia à Terra;
- Velocidade orbital: 7,3 km por segundo.
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.

Postado por Fernando Martins às 00:33 0 comentários
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A 19 de setembro de 1761, pela mão de Sebastião José de Carvalho e Melo, então conde de Oeiras e assinado por D. José, foi emitido um alvará libertando todos os escravos negros provenientes da América, África ou Ásia assim que chegassem à metrópole (Portugal continental), após desembarque.
Postado por Fernando Martins às 00:26 0 comentários
Marcadores: abolição da escravatura, D. José I, Marquês de Pombal, Portugal
Postado por Fernando Martins às 07:29 0 comentários
Marcadores: Castela, fronteiras, Olivença, Portugal, Riba-Côa, Tratado de Alcanizes
Postado por Pedro Luna às 03:09 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
Marcadores: Aurea, blues, Busy (for me), música, pop, Portugal, soul
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: cantautor, Com um brilhozinho nos olhos, folk, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, Portugal, Sérgio Godinho
Postado por Pedro Luna às 19:45 0 comentários
Marcadores: cantautor, folk, música, música de intervenção, Música popular portuguesa, O Primeiro Dia, Portugal, Sérgio Godinho
Em 2013, gravou o disco Caríssimas Canções que resultou de uma série de crónicas para o jornal Expresso e que também foi editado em livro. 2014 foi o ano de "Liberdade ao Vivo" e do livro de contos "Vidadupla" (Quetzal, 2014).
Juntou-se a Jorge Palma para uma digressão em conjunto que também deu origem a um disco.
"Coração Mais que Perfeito" (Quetzal, 2017) foi o nome do seu primeiro romance.[4]
"Eu o que faço é tentar contar coisas, falar de coisas, fazer interrogações à minha maneira e saber que há pessoas que são tocadas por isso", sublinhou o cantautor, aos 66 anos. Essas interrogações são "contos de um instante", como canta numa das canções do novo disco, e tanto podem falar de amor ("Intermitentemente"), como da situação do país e das incertezas do presente ("Acesso Bloqueado").
Em 2018, com 72 anos, regressou com o disco de originais "Nação Valente". As letras são todas da sua autoria, mas em apenas duas é também autor da música: as restantes composições resultam de colaborações com José Mário Branco, Hélder Gonçalves, Nuno Rafael, Pedro da Silva Martins e Filipe Raposo.
Em 2023, a Rádio Comercial homenageou Sérgio Godinho, ao convidar mais de 40 artistas para cantarem "O Primeiro Dia". Os Artistas convidados foram: Pedro Abrunhosa, Capicua, Mafalda Veiga, Samuel Úria, Bispo, António Zambujo, Tomás Wallenstein, Fernando Daniel, Ana Bacalhau, Syro, Carolina de Deus, Luis Represas, António Manuel Ribeiro, Rui Reininho, Bárbara Tinoco, Héber Marques, Carolina Deslandes, Aurea, Ivandro, Rui Veloso, Buba Espinho, Rita Redshoes, Diogo Piçarra, Marisa Liz, João Só, Claudia Pascoal, Miguel Araújo, Gabriel Pensador, Tiago Bettencourt, Nuno Ribeiro, David Fonseca, Carlão, Sara Correia, Tim, Irma, João Pedro Pais, Nena, Os Quatro E Meia, A Garota Não, Camané e Jorge Palma.
É distinguido duas vezes com o Prémio José Afonso, primeiro em 1990 pelo álbum Aos Amores e em 1994 por Tinta Permanente.
A 9 de junho de 1994, foi feito Oficial da Ordem da Liberdade.
É autor de Grão da Mesma Mó, uma das 150 canções, que constam na antologia As Palavras das Canções, organizada por João Calixto, editada com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
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| Alternativa | Votos | % |
|---|---|---|
| Aceitar | 94 388 | 21,50 |
| Rejeitar | 344 580 | 78,50 |
| Inválidos/brancos/nulos | – | |
| Total | 438 968 | 100 |
| Eleitores registados | 451 792 | 98,60 |
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
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Registo no geofone de Évora (com desfasamento de 1 hora, relativamente à hora UTC registada)
Sismo sentido de madrugada em Odemira, Almodóvar e Santiago do Cacém
Sismo foi registado pelas 03.08 e teve o epicentro a cerca de 18 quilóme
tros a Este de Odemira.
Um sismo de magnitude 3.5 na escala de Richter foi sentido esta madrugada nos concelhos de Ourique e Almodôvar (Beja), assim como em Santiago do Cacém (Setúbal), informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Este abalo não causou danos pessoais ou materiais.
O IPMA registou ainda um outro sismo, pelas 00:13, de magnitude 2,5 e com epicentro a cerca de seis quilómetros a Este-Sudeste do Cabo S. Vicente, mas não foi recebida qualquer indicação de que tenha sido sentido.
in CM
Sismo de magnitude 3.3 sentido no Bombarral, Alenquer e Cadaval
Não foram registados, até ao momento, quaisquer danos pessoais ou materiais.
Um sismo de magnitude 3.3 na escala de Richter foi registado, esta segunda-feira, nos concelhos Alenquer (Lisboa), Cadaval (Lisboa) e Bombarral (Leiria).
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o alerta foi dado pelas 12.31 e o epicentro localizou-se a cerca de 10 quilómetros no sudeste de Cadaval. À redação do Correio da Manhã chegaram vários relatos de cidadãos.
O sismo foi ainda sentido com menor intensidade nos concelhos de Arruda dos Vinhos, Lourinhã, Torres Vedras (Lisboa) e Rio Maior (Santarém). Não foram registados, até ao momento, quaisquer danos pessoais ou materiais.
in CM
Postado por Fernando Martins às 20:25 0 comentários
Rui Knopfli
Postado por Pedro Luna às 09:40 0 comentários
Marcadores: Moçambique, poesia, Portugal, Rui Knopfli
Rui Knopfli
Postado por Fernando Martins às 00:09 0 comentários
Marcadores: Moçambique, poesia, Portugal, Rui Knopfli

Rui Manuel Trindade Jordão (Benguela, 9 de agosto de 1952 - Cascais, 18 de outubro de 2019) foi um antigo futebolista português, de origem angolana.
Carreira
Jordão começou por destacar-se no Sporting Clube de Benguela já como avançado e despertou a cobiça dos rivais lisboetas pela sua contratação apesar de ter sofrido uma lesão com alguma gravidade numa prova de atletismo quando não tinha ainda idade sénior (também aí se destacava, tendo sido vice-campeão dos 80 metros). Ficou conhecido como a Gazela de Benguela.
Em 1970, estreou-se nos juniores do Benfica, um ano depois saltou para o plantel principal e justificou em pleno a aposta num período áureo pelos encarnados, onde ganhou quatro Campeonatos e uma Taça em cinco temporadas até 1976.
Em 1976, depois de uma época com Mário Wilson no comando em que as águias se sagraram campeãs nacionais e foram aos quartos da Taça dos Clubes Campeões Europeus, Jordão sagrou-se o melhor marcador nacional com 30 golos em 28 jogos no Campeonato Português de Futebol (mais um do que Nené, com quem formou uma dupla temível).
Os espanhóis do Saragoça investiram 9.000 contos na sua contratação em 1976/77 onde marcou 14 golos em 33 jogos.
Jogou no Sporting Clube de Portugal, de 1977/78 a 1986/87, e no Vitória de Setúbal, de 1987/88 a 1988/89.
Apesar das lesões graves que sofreu, em especial duas onde teve fratura de tíbia e perónio, Jordão marcou um total de 184 golos em 262 jogos, tendo conquistado dois Campeonatos (o primeiro em 1980, onde foi de novo o melhor marcador da prova com 31 golos), duas Taças de Portugal e uma Supertaça de Portugal. Entre alguns dos jogos mais marcantes estiveram um dérbi com o Benfica onde apontou um hat-trick ou os cinco golos na receção ao Rio Ave na festa do título, ambos no decorrer da Temporada de 1981/82. Deixou Alvalade em 1986, já com 34 anos, para terminar a carreira, algo que sofreu uma reviravolta depois do pedido do amigo Manuel Fernandes.
Terminou a carreira em Setúbal, em 1989.
Depois de se retirar, Rui Jordão afastou-se do mundo do futebol e tornou-se pintor e escultor. Rui Jordão morreu em 18 de outubro de 2019 aos 67 anos de idade, depois de ser hospitalizado por problemas cardíacos resultantes duma doença cardíaca, rara, mais frequente em pessoas de ascendência africana. Antes de morrer, despediu-se do antigo colega José Eduardo e pediu-lhe que tomasse conta dos filhos. Fernando Gomes, Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, disse em comunicado que estava "inigualável". Deixou quatro: filhos Paulo Jordão e Marlene Jordão, filhos do seu primeiro casamento, e Jordana e Diogo Jordão, filhos do segundo casamento.
Seleção
Foi internacional por 43 vezes, marcando 15 golos, de 1972 a 1989. Jogou na Taça Independência do Brasil, em 1972, e na fase final do Campeonato da Europa de 1984. Marcou os dois golos na meia-final com a França em que Portugal perdeu, após prolongamento, por 3-2.
Após a carreira como futebolista, Jordão tornou-se pintor.
Em 2001, concluiu Pintura e Desenho, Introdução à Historia da Arte, Historia da Arte do século XX, Temas de Estética e Teorias da Arte Contemporânea, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa.
Postado por Fernando Martins às 07:40 0 comentários
Marcadores: Angola, Benfica, futebol, Portugal, Rui Jordão, Sporting
Maria João Alexandre Barbosa Pires (Lisboa, Pena, 23 de julho de 1944) é uma pianista portuguesa com dupla nacionalidade (portuguesa e suíça), residente em Portugal.
(...)
Muito cedo aprendeu a tocar piano: aos cinco anos deu o seu primeiro recital e aos sete tocou publicamente concertos de Mozart. Com nove anos recebeu o prémio da Juventude Musical Portuguesa. Entre 1953 e 1960 estuda com o Professor Campos Coelho no Conservatório de Lisboa. Prossegue os estudos musicais na Alemanha, primeiro na Musikakademie em Munique com Rosl Schmid e depois em Hanôver com Karl Engel.
Maria João Pires torna-se reconhecida internacionalmente ao vencer o concurso internacional do bicentenário de Beethoven em 1970, que se realizou em Bruxelas.
Fez na sua carreira numerosas digressões, onde interpretou obras de Bach, Beethoven, Schumann, Schubert, Mozart, Brahms, Chopin e muitos outros compositores dos períodos clássico e romântico. Maria João Pires é convidada com regularidade pelas grandes orquestras mundiais para tocar nas melhores salas de concerto, apresentando-se regularmente na Europa, Canadá, Japão, Israel e nos Estados Unidos.
Postado por Fernando Martins às 08:20 0 comentários
Marcadores: Arabesque No. 1, Claude Debussy, Maria João Pires, música, piano, Portugal

(imagem daqui)
António Vieira
O céu estrela o azul e tem grandeza.
Este, que teve a fama e a gloria tem,
Imperador da língua portuguesa,
Foi-nos um céu também.
No imenso espaço seu de meditar,
Constelado de forma e de visão,
Surge, prenúncio claro do luar,
El-Rei D. Sebastião.
Mas não, não é luar: é luz do etéreo.
É um dia; e, no céu amplo de desejo,
A madrugada irreal do Quinto Império
Doira as margens do Tejo.
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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Postado por Fernando Martins às 03:29 0 comentários
Marcadores: barroco, Brasil, índios, Inquisição, jesuítas, literatura, Padre António Vieira, Portugal, Quinto Império, Restauração
Postado por Fernando Martins às 00:47 0 comentários
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