quarta-feira, abril 08, 2026
Hoje é dia de ouvir Dulce Pontes...
Postado por Pedro Luna às 05:07 0 comentários
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Dulce Pontes - 57 anos
Postado por Fernando Martins às 00:57 0 comentários
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quinta-feira, novembro 13, 2025
Música para recordar um Infante...
O INFANTE
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma.
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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terça-feira, abril 08, 2025
Hoje é dia de ouvir cantar Dulce Pontes...
Postado por Pedro Luna às 05:06 0 comentários
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Dulce Pontes - 56 anos
Postado por Fernando Martins às 00:56 0 comentários
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quarta-feira, novembro 13, 2024
Música para recordar um grande português...
O INFANTE
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma.
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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segunda-feira, abril 08, 2024
Aniversariante de hoje a cantar...
Postado por Pedro Luna às 05:50 0 comentários
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Dulce Pontes - 55 anos
Postado por Fernando Martins às 00:55 0 comentários
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segunda-feira, novembro 13, 2023
Música para recordar um Infante...
O INFANTE
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma.
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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sábado, abril 08, 2023
Dulce Pontes - 54 anos
Postado por Fernando Martins às 00:54 2 comentários
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quarta-feira, novembro 30, 2022
Porque é dia de celebrar grandes Portugueses...
O INFANTE
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma.
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!
Postado por Pedro Luna às 15:51 0 comentários
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sexta-feira, abril 08, 2022
Dulce Pontes - 53 anos
Postado por Fernando Martins às 00:53 0 comentários
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sábado, maio 29, 2021
Alfonsina y el mar...
Alfonsina y el mar - Mercedes Sosa
Música: Ariel Ramírez; letra: Félix Luna
Por la blanda arena que lame el mar
su pequeña huella no vuelve más,
un sendero solo de pena y silencio llegó
hasta el agua profunda.
Un sendero solo de penas mudas llegó
hasta la espuma.
Sabe Dios qué angustia te acompañó
qué dolores viejos, calló tu voz
para recostarte arrullada en el canto
de las caracolas marinas.
La canción que canta en el fondo oscuro del mar
la caracola.
Te vas Alfonsina con tu soledad,
¿qué poemas nuevos fuiste a buscar?
Una voz antigua de viento y de sal
te requiebra el alma y la está llevando
y te vas hacia allá como en sueños,
dormida, Alfonsina, vestida de mar.
Cinco sirenitas te llevarán
por caminos de algas y de coral
y fosforescentes caballos marinos harán
una ronda a tu lado.
Y los habitantes del agua van a jugar
pronto a tu lado.
Bájame la lámpara un poco más,
déjame que duerma nodriza en paz
y si llama él no le digas que estoy
dile que Alfonsina no vuelve.
Y si llama él no le digas nunca que estoy,
di que me he ido.
Postado por Pedro Luna às 12:09 0 comentários
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quinta-feira, abril 08, 2021
Música adequada à data...!
Postado por Pedro Luna às 05:20 0 comentários
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Dulce Pontes - 52 anos
Postado por Fernando Martins às 00:52 0 comentários
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sexta-feira, novembro 13, 2020
Música (e poesia...) adequada à data
O INFANTE
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma.
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!
Postado por Pedro Luna às 20:42 0 comentários
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quarta-feira, abril 08, 2020
Dulce Pontes - 51 anos
Postado por Fernando Martins às 05:10 1 comentários
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quarta-feira, abril 08, 2015
Dulce Pontes - 46 anos
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
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terça-feira, fevereiro 18, 2014
Música para geopedrados...
Letra e música: Zeca Afonso
Cidade
Sem muros nem ameias
Gente igual por dentro
Gente igual por fora
Onde a folha da palma
afaga a cantaria
Cidade do homem
Não do lobo, mas irmão
Capital da alegria
Braço que dormes
nos braços do rio
Toma o fruto da terra
É teu a ti o deves
lança o teu desafio
Homem que olhas nos olhos
que não negas
o sorriso, a palavra forte e justa
Homem para quem
o nada disto custa
Será que existe
lá para os lados do oriente
Este rio, este rumo, esta gaivota
Que outro fumo deverei seguir
na minha rota?
Postado por Fernando Martins às 11:11 0 comentários
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quarta-feira, dezembro 19, 2012
O'Neill e a Música
Fausto - Daqui desta Lisboa
Letra de Alexandre O'Neill e música de Fausto e António Pedro Braga
Daqui, desta Lisboa compassiva,O'Neill
Nápoles por Suíços habitada,
onde a tristeza vil, e apagada,
se disfarça de gente mais activa;
Daqui, deste pregão de voz antiga,
deste traquejo feroz de motoreta
ou do outro de gente mais selecta
que roda a quatro a nalga e a barriga;
Daqui, deste azulejo incandescente,
da soleira da vida e piaçaba,
da sacada suspensa no poente,
do ramudo tristôlho que se apaga;
Daqui, só paciência, amigos meus !
Peguem lá o soneto e vão com Deus...
Amália/Dulce Pontes - Gaivota
Letra de Alexandre O'Neill e música de Alain Oulman
Postado por Pedro Luna às 23:55 1 comentários
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