quarta-feira, fevereiro 25, 2026
Tennessee Williams morreu há 43 anos...
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Marcadores: literatura, teatro, Tennessee Williams
LoveFoxxx, a vocalista das Cansei de Ser Sexy, celebra hoje quarenta e dois anos
Postado por Fernando Martins às 00:42 0 comentários
Marcadores: Alala, Brasil, Cansei de Ser Sexy, CSS, indie rock, Luísa LoveFoxxx, música, New rave, new wave, Rock alternativo, Rock electrónico
O ditador Ferdinand Marcos fugiu das Filipinas há quarenta anos
Também é conhecida como Revolução Amarela devido à presença de fitas amarelas durante as manifestações após o assassínio do senador filipino Benigno Aquino. Foi amplamente vista como uma vitória do povo contra o regime autoritário repressivo de vinte anos do então presidente Ferdinand Marcos e fez manchetes como "a revolução que surpreendeu o mundo".
Postado por Fernando Martins às 00:40 0 comentários
Marcadores: Ferdinand Marcos, Filipinas, Revolução do Poder Popular, Revolução EDSA, Revolução Filipina de 1986
O Massacre do Túmulo dos Patriarcas, em Hebrom, foi há 32 anos...
O ataque deflagrou vários tumultos e protestos em toda a Cisjordânia e mais 19 palestinianos foram mortos pelas Forças de Defesa de Israel nas 48 horas seguintes após o massacre.
O então primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin, condenou o ataque, descrevendo Goldstein como um "assassino degenerado", "uma vergonha para o sionismo e um constrangimento para o judaísmo". Depois do massacre, Rabin impôs recolher obrigatório aos 120.000 residentes palestinianos da cidade, mas os 400 colonos judeus, em Hebron, continuaram livres para circular.
Postado por Fernando Martins às 00:32 0 comentários
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Armand-Louis Couperin nasceu há 299 anos...
Armand-Louis Couperin (Paris, 25 de fevereiro de 1727 - Paris, 2 de fevereiro 1789) foi um compositor e organista francês do final do barroco e início do período clássico. Ele era um membro da família dos músicos Couperin, dos quais o mais notório foi o seu tio-avô Louis e o seu primo François.
Postado por Fernando Martins às 00:29 0 comentários
Marcadores: Armand-Louis Couperin, barroco, cravo, L'Affligée, música, órgão
Alfredo Marceneiro nasceu há 135 anos...
Vida
Alfredo Marceneiro nasceu na freguesia de Santa Isabel em Lisboa, e foi-lhe posto o nome de baptismo de Alfredo Rodrigo Duarte.
Era filho de uma família oriunda do Cadaval. Com a morte do pai teve que deixar os estudos. Começou então a trabalhar como aprendiz de encadernador para ajudar o sustento da sua mãe e irmãos.
Desde pequeno, sentia grande atração para a arte de representar e para a música. Junto com amigos começou a dar os primeiros passos cantando o fado em locais populares começando a ser solicitado pela facilidade que cantava e improvisava a letra das canções.
Um dia, conheceu Júlio Janota, fadista improvisador, de profissão marceneiro que o convenceu a seguir esse ofício que lhe daria mais salário e mais tempo disponível para se dedicar à sua paixão.
Alfredo Marceneiro era um rapaz vaidoso. Andava sempre tão bem vestido que ganhou a alcunha de Alfredo Lulu. Era, também, muito namoradeiro. Apaixonou-se por várias raparigas, chegando a ter filhos com duas delas. As aventuras terminaram quando conheceu Judite, amor que durou até à sua morte e com a qual teve três filhos.
Em 1924, participa no Teatro São Luiz, em Lisboa, na sua primeira Festa do Fado e ganha a medalha de prata num concurso de fados.
Nos anos 30, Alfredo Marceneiro trabalhou nos estaleiros da CUF, onde fazia móveis para navios. Dividia o seu tempo entre as canções e o trabalho. A sua presença nas festas organizadas pelos operários era sempre motivo de alegria.
Em 3 de janeiro de 1948, foi consagrado o Rei do Fado no Café Luso.
Dos muitos temas que Alfredo Marceneiro cantou destaca-se A Casa da Mariquinhas, de autoria do jornalista e poeta Silva Tavares.
Faleceu no dia 26 de junho de 1982, com 91 anos, na mesma freguesia que o viu nascer.
No dia 30 de julho de 1984, foi condecorado, a título póstumo, com o grau de Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, pelo então Presidente da República Portuguesa, o General Ramalho Eanes.
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Paco de Lucía morreu há doze anos...
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Saudades de George Harrison...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
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Mark Hollis, vocalista dos Talk Talk, morreu há sete anos...
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
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Nikita Khrushchev desmascarou, há setenta anos, os crimes de Estaline...!
O XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) teve lugar entre 14 e 26 de fevereiro de 1956. Na ocasião, o secretário do Partido, Nikita Khrushchov, com o seu célebre discurso secreto, denunciou as violências, os expurgos e as limitações à liberdade impostas pelo regime de Estaline, seu predecessor.
...Estaline descartou o método leninista de convencer e educar, ele abandonou o método de luta ideológica para que a violência, repressões em massa e terror...
...É claro que Estaline mostrou em toda uma série de casos a sua intolerância, a sua brutalidade e o seu abuso de poder. Em vez de provar a sua correção política e mobilizar as massas, muitas vezes ele escolheu o caminho da repressão e aniquilação física, não só contra os inimigos reais, mas também contra as pessoas que não tinham cometido qualquer crime contra o partido e o governo soviético. Aqui vemos nenhuma sabedoria, mas apenas uma demonstração da força brutal que outrora tão alarmou Lenine.
O discurso chocou os delegados presentes, que depois de anos de propaganda estavam convencidos da grandeza de Estaline. Após um longo debate, o discurso veio a tornar-se público no mês seguinte mas o relatório completo, no qual se baseou, só foi publicado em 1989. Logo após o congresso quase todos os Gulag foram fechados e, somente em Moscovo, regressaram 200.000 presos políticos. Anastas Mikoyan, vice-primeiro ministro, criou comissões para reabilitar os presos acusados ou mortos injustamente.
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O ditador Hosni Mubarak morreu há seis anos...
A partir de sua ascensão na Força Aérea egípcia, tornou-se vice-presidente em 1975; sucedeu Anwar Al Sadat, depois de este ser assassinado, a 6 de outubro de 1981. Assumiu oficialmente o poder de seu país, em 14 de outubro de 1981. Era considerado um dos mais poderosos chefes de estado do Oriente Médio. Devido a sua posição neutra no conflito árabe-israelita, mediou diferentes negociações entre as duas partes.
Nos últimos dias de seu governo, foi alvo de críticas e de protestos por parte da população egípcia, que pedia a sua renúncia, que acabou ocorrendo a 11 de fevereiro de 2011.
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
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terça-feira, fevereiro 24, 2026
Hoje é dia de celebrar a língua irmã do português e Rosalia...
Negra sombra
Cando penso que te fuches,
Negra sombra que m'asombras,
Ô pe d'os meus cabezales
Tornas facéndome mofa.
Cando ma
ino qu'ês ida
N'o mesmo sol te m'amostras,
Y eres a estrela que brila,
Y eres o vento que zóa.
Si cantan, ês tí que cantas,
Si choran, ês tí que choras,
Y-ês o marmurio d'o rio
Y-ês a noite y ês a aurora.
En todo estás e ti ês todo,
Pra min y en min mesma moras,
Nin m'abandonarás nunca,
Sombra que sempre m'asombras.
Rosalia de Castro
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
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Bettino Craxi nasceu há noventa e dois anos...
Postado por Fernando Martins às 09:20 0 comentários
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David Mourão-Ferreira nasceu há 99 anos...
A tua morte, que me importa,
se o meu desejo não morreu?
Sonho contigo, virgem morta,
e assim consigo (mas que importa?)
possuir em sonho quem morreu.
Sonho contigo em sobressalto,
não vás fugir-me, como outrora.
E em cada encontro a que não falto
inda me turbo e sobressalto
à tua mínima demora.
Onde estiveste? Onde? Com quem?
— Acordo, lívido, em furor.
Súbito, sei: com mais ninguém,
ó meu amor!, com mais ninguém
repartirás o teu amor.
E se adormeço novamente
vou, tão feliz!, sem azedume
— agradecer-te, suavemente,
a tua morte que consente
tranquilidade ao meu ciúme.
in Tempestade de Verão (1954) - David Mourão-Ferreira
Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
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Pablo Milanés nasceu há oitenta e três anos...
Pablo Milanés (Bayamo, 24 de febrero de 1943 - Madrid; 22 de noviembre de 2022) fue un cantautor y músico cubano, uno de los fundadores - junto a Silvio Rodríguez y Noel Nicola - de la Nueva Trova Cubana.
Nació en Bayamo, provincia de Oriente, actual provincia de Granma, Cuba. Estudió música en el Conservatorio Municipal de La Habana.
En sus comienzos estuvo muy influido por la música tradicional cubana y por el feeling (‘sentimiento’, en inglés). El feeling es un estilo musical que se inició en Cuba en los años 1940 y suponía una nueva manera de afrontar la canción, donde el sentimiento definía la interpretación y estaba influido por las corrientes estadounidenses de la canción romántica y del jazz. El feeling se acompañaba de una guitarra, al estilo de los viejos trovadores pero enriquecido por armonizaciones jazzísticas. Así se establecía esta nueva forma de comunicación o "feeling" con el público.
En 1964 se incorporó como intérprete al cuarteto Los Bucaneros, con quienes colaboró en sus primeros trabajos. También probó suerte como solista ocasional, diversificando de esta manera sus experiencias que más tarde le llevarían a trabajar en solitario. En 1965 publicó Mis 22 años, considerada por muchos el nexo de unión entre el feeling y la Nueva Trova Cubana, incluyendo nuevos elementos musicales y vocales que serían precursores de la música cubana que vendría después.
Hacia 1966 fue enviado por las autoridades a un campo de trabajo forzoso de la Unidad Militar de Ayuda a la Producción (UMAP) en la zona de Camagüey, en el centro de la isla. Después de fugarse a La Habana para denunciar las injusticias cometidas en lo que en 2015 llamó “un campo de concentración estalinista” fue encarcelado por dos meses en La Cabaña y luego mandado a un campamento de castigo, donde permaneció hasta la disolución de la UMAP, a finales de 1967. En una entrevista en 2015, comentó que todavía espera que el gobierno cubano le pida perdón por lo sufrido en esa época.
Bajo el influjo del Primer Encuentro Internacional de la Canción de Protesta, celebrado en Varadero en 1967, empezó a crear canciones de contenido político. En 1968 ofreció su primer concierto con Silvio Rodríguez en la Casa de las Américas. Esta sería la primera muestra de lo que más tarde, en 1972, surgiría como el movimiento musical popular de la Nueva Trova. En ese mismo lugar conocería a los miembros de la élite cultural y musical de otros países americanos con los que compartía sus preocupaciones sociales. Violeta Parra, Mercedes Sosa, Daniel Viglietti, Chico Buarque, Simone, Vinícius de Moraes, Milton Nascimento, Víctor Jara entre otros muchos, pasaron por la Casa de las Américas en aquella época.
Como compositor, ha tocado diversos estilos, entre ellos el son cubano y la canción de protesta a finales de los 70. Perteneció al Grupo de Experimentación Sonora y ha compuesto temas para el cine. A través del GESICAIC, junto con otros destacados músicos cubanos, incluyendo a Silvio Rodríguez, participó en un taller creativo donde se formaba a jóvenes talentos cinematográficos cubanos enseñándoles lo mejor de la música cubana, que posteriormente quedaría plasmado en una generación de cineastas que fundían a la perfección música y cine. Esta etapa, que abarca desde finales de los sesenta hasta mediados de los setenta, y va repleta de temas del artista: Yo no te pido, Los años mozos, Cuba va, Hoy la vi, Yolanda, No me pidas, Los caminos, Pobre del cantor, Hombre que vas creciendo, Yo pisaré las calles nuevamente, y otras.
A principio de los años 80, formó su propio grupo, con la colaboración de varios amigos que estuvieron con él en el GESICAIC. Esta etapa se caracteriza por la riqueza de los recursos musicales utilizados y por la variedad de los géneros entremezclados, aunque sus contenidos siguen teniendo un fuerte trasfondo social.
Un álbum importante en su carrera fue el titulado Querido Pablo, un disco homenaje grabado con algunos de sus grandes amigos, y en el que participan gente de la talla de Víctor Manuel y Ana Belén, Luis Eduardo Aute y Mercedes Sosa, entre muchos otros. Este disco tuvo una secuela en 2002, que llevaba el título de Pablo Querido. Diecisiete años después, un buen puñado de artistas se vuelven a reunir para cantar al son de Pablo Milanés. En esta ocasión, además de sus amigos "clásicos", se unen artistas de la nueva música pop, como Fher (el cantante del grupo mexicano de rock Maná), Marco Antonio Muñiz o Armando Manzanero. Participó del documental Van Van, empezó la fiesta (2001).
En 2005 compone una parte de la banda sonora de la película Siempre Habana dirigida por Ángel Peláez. De entre sus muchas canciones, son especialmente famosas: Yolanda, Yo me quedo, Amo a esta isla y El breve espacio en que no estás, Para vivir y Cuánto gané, cuánto perdí.
Numerosos artistas han colaborado con él, entre los que destacan Silvio Rodríguez, Ana Belén, Fito Páez, Ricardo Arjona, Maná, Luís Represas, Joaquín Sabina, Caco Senante, Ismael Serrano, Joan Manuel Serrat, Los Van Van, Carlos Varela, Lilia Vera, Víctor Manuel o Javier Ruibal.
Durante los últimos años vivió entre La Habana, Madrid, Mazaricos, y Vigo.Como defensor de la Revolución cubana se caracterizó por mantener una posición de crítica pública a los errores que, a su juicio, se han cometido en la conducción del país.
En marzo de 2010, al preguntarle sobre la huelga de hambre de Guillermo Fariñas, respondió: «Hay que condenar desde el punto de vista humano. Esas cosas no se hacen. Las ideas se discuten y se combaten, no se encarcelan». En la misma entrevista, abogó por un cambio en Cuba, conservando a los Castro pero «con arreglos».
En los últimos años se convirtió en una de las figuras dentro del mundo de la música cubana que más criticó al régimen cubano y a su represión contra disidentes.
Fallecimiento
Falleció en la Clínica Universidad de Navarra en Madrid, en la madrugada del 22 de noviembre de 2022, debido al síndrome mielodisplásico, un tipo de cáncer que disminuye la respuesta inmunitaria.
Yolanda - Pablo Milanés
Quisiera fuera una declaracion de amor
Romantica sin reparar en formas tales
Que ponga freno a lo que siento ahora a raudales
Te amo
Te amo
Eternamente te amo
Si me faltaras no voy a morirme
Si he de morir quiero que sea contigo
Mi soledad se siente acompañada
Por eso a veces se que necesito
Tu mano
Tu mano
Eternamente tu mano
Cuando te vi sabia que era cierto
Este temor de hallarme descubierto
Tu me desnudas con siete razones
Me abres el pecho siempre que me colmas
De amores
De amores
Eternamente de amores
Si alguna vez me siento derrotado
Renuncio a ver el sol cada mañana
Rezando el credo que me has enseñado
Miro tu cara y digo en la ventana
Yolanda
Yolanda
Eternamente Yolanda
Yolanda
Eternamente Yolanda
Eternamente Yolanda
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O ator James Farentino nasceu há 88 anos...
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Marcadores: actor, James Farentino
Ibne Batuta nasceu há 722 anos

Gravura de Léon Benett publicada em 1878 mostrando Ibne Batuta e o seu guia no Egito
Xameçadim Abu Abedalá Maomé ibne Maomé ibne Ibraim Aluati Atanji (em árabe: شمس الدين أبو عبد الله محمد بن محمد بن إبراهيم اللواتي الطنجي; romaniz.: Shams ad-Din Abu Abd Allah Muhammad ibn Muhammad ibn Ibrahim al-Luwati at-Tanji; Tânger, 24 de fevereiro de 1304 – 1377), mais conhecido como Ibne Batuta (em árabe: ابن بطوطة; romaniz.: ibn Battuta), foi um viajante, estudioso e explorador berbere. No mundo islâmico ele é conhecido como o príncipe dos viajantes devido a sua famosa jornada realizada entre 1325 e 1353 que percorreu cerca de 120 mil quilómetros. As suas viagens atravessaram o norte da África, a península arábica, o extremo oriente, a Anatólia, a costa oriental africana e o Sael.
Partiu da sua cidade natal em 13 de junho de 1325 para a sua primeira viagem, cuja rota englobava o Egito, Meca e o Iraque. Mais tarde, correu o Iêmen, a África Oriental, as margens do rio Nilo, a Ásia Menor, a costa do mar Negro, a Crimeia, a Rússia, o Afeganistão, a Índia - onde visitou Calecute, por exemplo -, as ilhas da Sonda (Indonésia) e a região de Cantão, na China.
Nos últimos anos de vida, esteve em Granada, Espanha, quando esta era ainda a capital do Reino Nacérida (dinastia muçulmana ibérica). Realizou depois a travessia do deserto do Saara pelo famoso e mítico trilho das caravanas de Tombuctu e adentrou no Império do Mali. Por fim, acabou por se fixar no seu país de origem, Marrocos, onde acabaria por falecer em 1377, na importante cidade de Fez. Ao retornar das suas viagens em 1354, em terras Merínidas, Ibne Batuta ditou suas viagem a ibne Juzai. O seu relato foi intitulado de "Um presente para aqueles que contemplam as Maravilhas das Cidades e as Maravilhas da Viagem" : (em árabe: تحفة النظار في غرائب الأمصار وعجائب الأسفار; romaniz.: Tuḥfat an-Nuẓẓār fī Gharāʾib al-Amṣār wa ʿAjāʾib al-Asfār). Nele há várias epopeias e jornadas aventurosas da sua vida de viajante narrados pelo explorador. Escrito em língua árabe, esse documento é mais conhecido como Rihla.
in Wikipédia
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Marcadores: exploradores, Ibne Batuta
Tim Staffell nasceu há 78 anos
Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
Marcadores: Doin' Alright, música, Rock, Rock Progressivo, Smile
Marc-Antoine Charpentier morreu há 322 anos...
Postado por Fernando Martins às 03:22 0 comentários
Marcadores: barroco, França, Hino da Eurovisão, Marc-Antoine Charpentier, música, música barroca, Te Deum
D. José I morreu há 249 anos...
Postado por Fernando Martins às 02:49 0 comentários
Marcadores: D. José I, D. Maria I, dinastia de Bragança, El-Rei, Marquês de Pombal
Saudades de Roberta Flack...
Postado por Pedro Luna às 01:00 0 comentários
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Chris Fehn, antigo percussionista dos Slipknot, faz hoje 53 anos
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Marcadores: Before I Forget, Chris Fehn, heavy metal, Metal Alternativo, música, nu metal, percussão, Rap metal, Slipknot
D. João de Áustria, o vencedor da batalha de Lepanto, nasceu há 478 anos
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Marcadores: Batalha de Lepanto, D. João de Áustria
A fase final, terrestre, da I Guerra do Golfo começou há 35 anos
Por meses, unidades americanas estavam sendo alocadas na Arábia Saudita e, logo no começo da operação, começaram a ser atacadas pela artilharia iraquiana, além de mísseis Scud esporádicos. Em 24 de fevereiro de 1991, a 1ª e 2ª divisões de fuzileiros americanos, acompanhados pelo 1º batalhão de blindados do exército, cruzaram a fronteira kuwaitiana e moveram-se em direção à capital do país. Eles encontraram trincheiras, arame farpado e campos minados, mas estas posições estavam pouco defendidas e foram superadas rapidamente em questão de horas. Houve confrontos com tanques iraquianos, contudo não houve uma grande batalha em larga escala e a resistência imposta por soldados de infantaria do Iraque foi pequena, bem abaixo do esperado. Pelo contrário, centenas de milhares de militares iraquianos preferiram se render antes de dispararem um único tiro. Mesmo assim, as defesas antiaéreas iraquianas conseguiram abater nove aeronaves americanas. Enquanto isso, uma segunda força de invasão (formada principalmente por soldados árabes) vieram do leste, também encontrando pouca resistência e sofrendo poucas baixas.
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Postado por Fernando Martins às 00:35 0 comentários
Marcadores: Guerra do Golfo, Guerra Iraque-Kuwait, invasão, invasão do Kuwait, Saddam Hussein








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