sábado, fevereiro 21, 2026
Saudades de quando Nina Simone comemorava aniversários...
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
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Alan Rickman nasceu há oitenta anos...
Alan Sidney Patrick Rickman (Hammersmith, 21 de fevereiro de 1946 - Londres, 14 de janeiro de 2016) foi um conhecido ator britânico, mais conhecido pelos papéis nos filmes Die Hard - Assalto ao Arranha-Céus e Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões e pela personagem Severus Snape na saga Harry Potter.
(...)
Em agosto de 2015, sofreu um pequeno AVC que levou ao diagnóstico de um cancro no pâncreas. Alan dividiu a notícia e o tratamento apenas com os amigos e familiares mais próximos. Morreu num hospital de Londres, em 14 de janeiro de 2016, aos 69 anos.O seu corpo foi cremado em 3 de fevereiro de 2016 no Crematório de West
London e as suas cinzas entregues à sua esposa, Rima Horton, ex-vereadora
inglesa do Partido Trabalhista no Conselho Distrital de Kensington e Chelsea, em Londres.
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
Marcadores: actor, Alan Rickman
Hoje é o Dia Internacional da Língua Materna...!
O Dia Internacional da Língua Materna é uma comemoração mundial anual realizada em 21 de fevereiro para promover a consciencialização sobre a diversidade linguística e cultural e para promover o multilinguismo. Anunciado pela primeira vez pela UNESCO em 17 de novembro de 1999, foi formalmente reconhecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas com a adoção da resolução 56/262 da ONU em 2002. O Dia da Língua Materna faz parte de uma iniciativa mais ampla "para promover o preservação e proteção de todas as línguas usadas pelos povos do mundo", conforme adotado pela Assembleia Geral da ONU em 16 de maio de 2007 na resolução 61/266 da ONU, que também estabeleceu 2008 como o Ano Internacional das Línguas. A ideia de comemorar o Dia Internacional da Língua Materna foi iniciativa do Bangladesh. No Bangladesh, o 21 de fevereiro é o aniversário do dia em que o povo do Bangladesh (então Paquistão Oriental) lutou pelo reconhecimento da língua bengali.
Língua Portuguesa
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela…
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O génio sem ventura e o amor sem brilho!
Olavo Bilac
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
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sexta-feira, fevereiro 20, 2026
Charles Darwin viu os Andes crescer há 191 anos
Yo estaba en tierra firme descansando en un césped. (El terremoto) vino de repente y duró dos minutos (aunque pareció mucho más). El sismo era muy notable; a mí y a mi sirviente nos pareció que la ondulación venía del este (…) Un terremoto como este destruye las asociaciones más antiguas, el mundo, el emblema de todo aquello que es sólido.
El maremoto fue advertido por la población al percatarse que se había retirado el mar, estando fresco el recuerdo del terremoto de 1751, la gente huyó de la costa. El maremoto dejó muchas embarcaciones al interior del territorio y miles de peces como es usual. Aunque es interesante la descripción que las aguas marinas se pusieron negras con un olor sulfuroso. Además de producirse un chorro vertical de agua similar a la columna que levanta una ballena en el centro de la bahía de San Vicente.
Postado por Fernando Martins às 19:10 0 comentários
Marcadores: Andes, Charles Darwin, sismo, sismologia, Tectónica, tsunami
Ludwig Boltzmann nasceu há cento e oitenta e dois anos
Ludwig Eduard Boltzmann (Viena, 20 de fevereiro de 1844 - Duino-Aurisina, 5 de setembro de 1906) foi um físico austríaco, conhecido pelo seu trabalho no campo da termodinâmica estatística. É considerado junto com Josiah Willard Gibbs e James Clerk Maxwell como o fundador da mecânica estatística. Foi defensor da teoria atómica, numa época em que esta ainda era bem controversa.
Postado por Fernando Martins às 18:20 0 comentários
Marcadores: Física, Ludwig Boltzmann
Poema para recordar uma catástrofe...
Descida aos Infernos
I
Desço
pelo cascalho interno da terra,
onde o esqueleto da vida
se petrifica protestando.
Como um rio ao contrário, de águas povoadas
por alucinações mortas boiando levadas
para a alma da terra,
procuro os úberes do fogo.
Carlos de Oliveira
Postado por Pedro Luna às 16:00 0 comentários
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Sidney Poitier nasceu há 99 anos...
Poitier cresceu em Cat Island, nas Bahamas. Em 1963 fez história ao se tornar o primeiro ator negro da história a receber o Óscar de melhor ator principal, pela sua performance no drama Uma Voz nas Sombras (Lilies of the Field) em 1963. Em 2002 tornou-se o primeiro artista negro a receber um Óscar honorário pelo conjunto da obra. É pai da também atriz Sydney Tamiia Poitier.
O seu visual serviu de inspiração para o personagem John Stewart da DC Comics. Poitier morreu em 6 de janeiro de 2022, aos 94 anos de idade, em Los Angeles.
Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
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Hoje é dia de recordar um poeta...

Amizade
Uma criança muito suja atira pedras a um cão. O cão
não foge. Esquiva-se e vem até junto da criança
para lhe lamber o rosto.
Há, depois, um abraço apertado, de compreensão e
de amizade. E lado a lado, com a mãozinha muito
suja no pescoço felpudo, lá vão, pela rua estreita,
em direcção ao sol.
António Salvado
Postado por Pedro Luna às 09:00 0 comentários
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O vulcão Paricutín nasceu há oitenta e três anos...!
O primeiro ano do vulcão
Diminuição de atividade

Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: México, Paricutín, Vulcanologia, Vulcão
Ian Brown faz hoje sessenta e três anos
Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
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António Correia de Oliveira faleceu há 66 anos...

António Correia de Oliveira nasceu em São Pedro do Sul, no distrito de Viseu, a 30 de julho de 1879.
Estudou no Seminário de Viseu, indo depois para Lisboa, onde trabalhou brevemente como jornalista no Diário Ilustrado. Publicou a sua primeira obra aos 16 anos, Ladainha em 1897, foi companheiro de Raul Brandão e mostrou influências de Antero de Quental e de Guerra Junqueiro. Em 1912, tendo casado com uma rica proprietária minhota, fixa-se na freguesia de Antas, concelho de Esposende, indo viver para a Quinta do Belinho.
Poeta neogarrettista, foi um dos cantores do saudosismo, juntamente com Teixeira de Pascoaes e outros. Ligado aos movimentos culturais do Integralismo Lusitano e das revistas Águia, Atlântida (1915-1920), Ave Azul (1899-1900) e Seara Nova. Dele também se encontram colaborações nas revistas O Occidente (1877-1915), Serões (1901-1911), Contemporânea (1915-1926), Revista de turismo iniciada em 1916, no periódico O Azeitonense (1919-1920) e ainda nas revistas Mocidade Portuguesa Feminina: boletim mensal (1939-1947) e Prisma (1936-1941).
Convictamente monárquico, transforma-se num dos poetas oficiosos do Estado Novo, com inúmeros textos escolhidos para os livros únicos de língua portuguesa do sistema de ensino primário e secundário.
Correia de Oliveira foi indicado para o Prémio Nobel da Literatura, pela primeira vez em 1933, sendo-o depois de também desse ano a 1940 e em 1942. A vencedora de 1945, a chilena Gabriela Mistral, que desempenhara as funções de Adida Cultural em Lisboa, declarou publicamente, no ato solene, que não merecia o prémio, estando presente o autor do Verbo Ser e Verbo Amar. Foi o terceiro português a ser indicado para o Nobel da Literatura, depois de João da Câmara em 1901 e de João Bonança em 1907, mas é o português a quem se conhece o maior número de nomeações, ultrapassado neste valor Maria Madalena de Martel Patrício que tem catorze.
Foi pai de José Gonçalo Correia de Oliveira (1921 - 1976), Ministro da Economia entre 1965 e 1968.
António Correia de Oliveira faleceu na sua casa da freguesia de Antas, Esposende, no distrito de Braga, em dezembro de 1960.
Três modos de despedida
Tem o meu bem para mim:
- «Até logo»; «até à vista»:
Ou «adeus» – É sempre assim.
«Adeus», é lindo, mas triste;
«Adeus» … A Deus entregamos
Nossos destinos: partimos,
Mal sabendo se voltamos.
«Até logo», é já mais doce;
Tem distancia e ausência, é certo;
Mas não é nem ano e dia,
Nem tão-pouco algum deserto.
Vale mais «até à vista»,
Do que «até logo» ou «adeus»;
«À vista», lembra, voltando,
Meus olhos fitos nos teus.
Três modos de despedida
Tem, assim, o meu Amor;
Antes não tivesse tantos!
Nem um só… Fora melhor.
António Correia de Oliveira
Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
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Smells Like Teen Spirit...
Postado por Pedro Luna às 05:09 0 comentários
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Hoje é dia de recordar Vitorino Nemésio...
A tempo entrei no tempo,
Sem tempo dele sairei:
Homem moderno,
Antigo serei.
Evito o inferno
Contra tempo, eterno
À paz que visei.
Com mais tempo
Terei tempo:
No fim dos tempos serei
Como quem se salva a tempo.
E, entretanto, durei.
in O Verbo e a Morte (1959) - Vitorino Nemésio
Postado por Pedro Luna às 04:08 0 comentários
Marcadores: Açores, literatura, poesia, Vitorino Nemésio
Música de aniversariante de hoje...
Postado por Pedro Luna às 03:08 0 comentários
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Ernest Meissonier nasceu há 211 anos
Auto-retrato, 1889
Jean-Louis Ernest Meissonier (Lyon, 21 de fevereiro de 1815 – Paris, 21 de janeiro de 1891) foi um escultor e pintor clássico francês, famoso pelas suas representações de Napoleão, dos seus exércitos e de temas militares.
Postado por Fernando Martins às 02:11 0 comentários
Marcadores: Ernest Meissonier, França, Napoleão, pintura
Paul Kane morreu há 155 anos...
Paul Kane, auto-retrato, circa 1845
Paul Kane (Mallow, Cork, 3 de setembro de 1810 - Toronto, 20 de fevereiro de 1871) foi um pintor irlando-canadiano, famoso por seus quadros que retratam a população das primeiras nações do Canadá Ocidental e de outros nativos americanos de Oregon Country.
Kane, artista autodidata, cresceu em Toronto (na altura conhecida como York) e treinou-se copiando os mestres europeus quando fez uma viagem de estudos pela Europa. Realizou duas viagens pelo noroeste selvagem canadiano em 1845 e de 1846 a 1848. Na sua primeira viagem de ida e volta de Toronto a Sault Ste. Marie, conseguiu o apoio da Companhia da Baía de Hudson para a segunda viagem, muito mais longa que a primeira, iniciando em Toronto, atravessando as Montanhas Rochosas até Fort Vancouver e Fort Victoria na Colúmbia Britânica, como os canadianos designavam Oregon Country.
Em ambas as viagens, Kane fez esboços, pintou os povos indígenas e documentou os seus modos de vida. Quando regressou a Toronto, produziu mais de uma centena de pinturas a óleo baseadas nos esboços. Os trabalhos de Kane, em especial os seus esboços, são ainda um recurso valioso para os etnólogos. As pinturas a óleo completadas no seu estúdio são consideradas uma parte do património cultural canadiano, embora, frequentemente ele as tenha embelezado consideravelmente, baseado na exatidão dos seus esboços, em favor de cenas mais dramáticas.

Scene in the Northwest
Assiniboine hunting buffalo, 1851–56
O Manifesto Futurista foi publicado há 117 anos
O Manifesto Futurista foi escrito pelo poeta italiano Filippo Tommaso Marinetti e publicado no jornal francês Le Figaro, a 20 de fevereiro de 1909. Este manifesto marcou a fundação do futurismo, um dos primeiros movimentos da arte moderna. Consistia num texto com 11 pontos que proclamavam a rutura com o passado e a identificação do homem com a máquina, a velocidade e o dinamismo do novo século.
- Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e do destemor.
- A coragem, a audácia, a rebelião serão elementos essenciais de nossa poesia.
- A literatura exaltou até hoje a imobilidade pensativa, o êxtase, o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insónia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.
- Nós afirmamos que a magnificência do mundo enriqueceu-se de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que correr sobre a metralha, é mais bonito que a Vitória de Samotrácia.
- Nós queremos entoar hinos ao homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada também numa corrida sobre o circuito da sua órbita.
- É preciso que o poeta prodigalize com ardor, fausto e munificência para aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.
- Não há mais beleza, a não ser na luta. Nenhuma obra que não tenha um caráter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças desconhecidas, para obrigá-las a prostrar-se diante do homem.
- Nós estamos no promontório extremo dos séculos!... Por que haveríamos de olhar para trás, se queremos arrombar as misteriosas portas do Impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Nós já estamos vivendo no absoluto, pois já criamos a eterna velocidade omnipresente.
- Nós queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo - o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas ideias pelas quais se morre e o desprezo pela mulher.
- Nós queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de toda natureza, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilitária.
- Nós cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela sublevação; cantaremos as marés multicores e polifónicas das revoluções nas capitais modernas; cantaremos o vibrante fervor noturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas elétricas; as estações esganadas, devoradoras de serpentes que fumam; as oficinas penduradas às nuvens pelos fios contorcidos de suas fumaças; as pontes, semelhantes a ginastas gigantes que cavalgam os rios, faiscantes ao sol com um luzir de facas; os piróscafos aventurosos que farejam o horizonte, as locomotivas de largo peito, que pateiam sobre os trilhos, como enormes cavalos de aço enleados de carros; e o voo rasante dos aviões, cuja hélice freme ao vento, como uma bandeira, e parece aplaudir como uma multidão entusiasta.
É da Itália, que nós lançamos pelo mundo este nosso manifesto de violência arrebatadora e incendiária, com o qual fundamos hoje o "futurismo", porque queremos libertar este país de sua fétida gangrena de professores, de arqueólogos, de cicerones e de antiquários. Já é tempo de a Itália deixar de ser um mercado de belchiores. Nós queremos libertá-la dos inúmeros museus que a cobrem toda de inúmeros cemitérios.
Postado por Fernando Martins às 01:17 0 comentários
Marcadores: França, futurismo, Itália, Manifesto Futurista, Marinetti
Santa Jacinta Marto morreu há 106 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:06 0 comentários
Marcadores: Fátima, Igreja Católica, Jacinta Marto, pastorinhos de Fátima, Santos
Kurt Cobain nasceu há 59 anos...

(imagem daqui)
Kurt Donald Cobain, conhecido internacionalmente por Kurt Cobain (Aberdeen, 20 de fevereiro de 1967 - Seattle, 5 de abril de 1994), foi um cantor, compositor e músico dos Estados Unidos, famoso por ter sido o fundador, vocalista e guitarrista da banda Nirvana.
Postado por Fernando Martins às 00:59 0 comentários
Marcadores: anos 90, grunge, Kurt Cobain, música, Nirvana, punk rock, Rock alternativo, You Know You're Right
Nixon iniciou a sua histórica visita à China há 54 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:54 0 comentários
Marcadores: China, Presidente dos EUA, Richard Nixon
Vitorino Nemésio morreu há 48 anos...
Tenho uma saudade tão braba
Da ilha onde já não moro,
Que em velho só bebo a baba
Do pouco pranto que choro.
Os meus parentes, com dó,
Bem que me querem levar,
Mas talvez que nem meu pó
Mereça a Deus lá ficar.
Enfim, só Nosso Senhor
Há-de decidir se posso
Morrer lá com esta dor,
A meio de um Padre Nosso.
Quando se diz «Seja feita»
Eu sentirei na garganta
A mão da Morte, direita
A este peito, que ainda canta.
in Caderno de Caligraphia e outros Poemas a Marga (2003) - Vitorino Nemésio
Postado por Fernando Martins às 00:48 0 comentários
Marcadores: Açores, jornalismo, literatura, poesia, Se bem me lembro, televisão, Terceira, Universidade de Coimbra, Vitorino Nemésio
O primeiro módulo da estação espacial Mir foi lançado há 39 anos
A Mir (em russo: Мир, Paz ou Mundo) foi uma estação espacial que operou na órbita baixa da Terra entre 1986 e 2001, de propriedade da União Soviética e depois da Rússia. A Mir foi a primeira estação espacial modular e foi montada em órbita entre 1986 e 1996, tinha uma massa maior do que a de qualquer estação espacial anterior. Até 21 de março de 2001 foi o maior satélite em órbita, sucedida pela Estação Espacial Internacional (EEI) depois que a sua órbita declinou. A estação serviu como um laboratório de pesquisa de microgravidade em que as equipas realizaram experiências de biologia, biologia humana, física, astronomia, meteorologia e sistemas da naves espaciais, com o objetivo de desenvolver tecnologias necessárias para a ocupação humana permanente do espaço.
| Estatísticas | |
|---|---|
| Tripulação: | 3 |
| Lançamento | 20 de fevereiro de 1986 a 23 de abril de 1996 |
| Data de ocupação (EO-1 / Mir-1) |
12 de março de 1986 |
| Período Orbital: | 91,9 min |
| Inclinação: | 51,6 graus |
| Órbitas por dia: | 15,70 |
| Órbitas | 86.331 |
| Reentrada | 23 de março de 2001 05:59 UTC |
| Países | |
| Velocidade média: | 7.700 m/s (27.700 km/h) |
| Massa : | 129.700 kg |
| Pressão | c. 101,3 kPa (29,91 inHg, 1 atm) |
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
Marcadores: astronautas, cosmonautas, Estação Espacial, Mir, Rússia, URSS
Rihanna - 38 anos
Robyn Rihanna Fenty (Saint Michael, 20 de fevereiro de 1988) é uma cantora, compositora, atriz, empresária e estilista barbadense. Considerada como uma das maiores artistas musicais da história, acumulando recordes e músicas que ganharam as primeiras posições nas paradas no mundo, quebrando recordes mundiais, Rihanna ganhou destaque na indústria musical após o lançamento de seus dois primeiros álbum de estúdio, Music of the Sun (2005) e A Girl like Me (2006). Apesar disso, foi apenas com o terceiro, Good Girl Gone Bad (2007), que ela consagrou-se como um ícone pop. O primeiro single do projeto, "Umbrella", liderou a Billboard Hot 100 por por sete semanas consecutivas.
Ela seguiu mantendo o sucesso com os seus quatro álbuns seguintes; Rated R (2009), Loud (2010) e Talk That Talk (2011). Todos os quais extraíram canções que foram primeiro lugar nos Estados Unidos e no mundo, como "Rude Boy", "Only Girl (In the World)", "What's My Name?" e "We Found Love". Os seus dois últimos discos, Unapologetic (2012) e Anti (2016), foram os primeiros de sua carreira a liderar a Billboard 200. Ambos foram apoiados, respetivamente, pelos sucessos número um nas paradas; "Diamonds" e "Work".
Além de seus trabalho musical, Rihanna é reconhecida por seu envolvimento em causas sociais, empreendedorismo e influência na indústria da moda. Ela fundou a Fundação Clara Lionel, a marca de cosméticos Fenty Beauty e a marca Fenty sob a LVMH, tornando-se a primeira mulher negra a comandar uma marca de luxo para a empresa. A artista atuou em produções cinematográficas como Battleship (2012), Home (2015), Valerian and the City of a Thousand Planets (2017), e Ocean's 8 (2018). Em 2018, ela foi nomeada embaixadora pelo Governo de Barbados e declarada Heroína Nacional da nação em 2021.
Rihanna se tornou a artista que mais vendeu gravações digitalmente da história, um feito reconhecido pelo livro de recordes mundiais Guinness. O seu trabalho musical foi agraciado com várias condecorações, incluindo nove Grammys, treze American Music Awards, doze Billboard Music Awards e seis recordes mundiais do Guinness. Ela já comercializou mais de 200 milhões de gravações em todo o mundo, se tornando um dos artistas musicais mais bem sucedidos em vendas de todos os tempos. Rihanna também conseguiu colocar quatorze singles número um na Billboard Hot 100, a segunda maior quantidade por uma artista feminina. A revista Billboard a elegeu a terceira maior estrela pop do período 2000-2024 e a segunda mais bem sucedida do século XXI em suas paradas musicais.












