domingo, maio 24, 2026

Bob Dylan nasceu há oitenta e cinco anos...!

  
Bob Dylan, nome artístico de Robert Allen Zimmerman (Duluth, 24 de maio de 1941) é um cantor-compositor, escritor, ator, pintor e artista visual norte-americano e uma importante figura na cultura popular há mais de cinquenta anos. Grande parte do seu trabalho mais célebre data da década de 60, quando canções como "Blowin' in the Wind" (1963) e "The Times They Are a Changin'" (1964) se tornaram hinos dos movimentos pelos direitos civis e de oposição à Guerra do Vietname. As suas letras durante esse período incorporaram uma ampla gama de influências políticas, sociais, filosóficas e literárias, desafiaram as convenções da música pop e apelaram à crescente contracultura. Por conta disso, a música folk, na cultura norte-americana, atingiu o auge de popularidade nas década de 50 e 60 e Bob Dylan incorporou as tensões dessa época da melhor forma, com foco nos detalhes e humor.
Nascido no estado de Minnesota, neto de imigrantes judeus russos, aos dez anos de idade Dylan escreveu os seus primeiros poemas e, ainda adolescente, aprendeu piano e guitarra sozinho. Começou cantando em grupos de rock, imitando Little Richard e Buddy Holly, mas quando foi para a Universidade de Minnesota em 1959, voltou-se para a folk music, impressionado com a obra musical do lendário cantor folk Woody Guthrie, a quem foi visitar em Nova Iorque em 1961.
Em 2004 foi eleito pela revista Rolling Stone o 7º maior cantor de todos os tempos e, pela mesma revista, o 2º melhor artista da música de todos os tempos, ficando atrás somente dos Beatles, e uma de suas principais canções, "Like a Rolling Stone", foi escolhida como a melhor de todos os tempos. Influenciou diretamente grandes nomes do rock americano e britânico dos anos de 60 e 70. Em 2012, Dylan foi condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo presidente dos Estados Unidos Barack Obama.
Foi laureado com o Nobel da Literatura de 2016, por "ter criado novos modos de expressão poética no quadro da tradição da música americana". E, assim, tornou-se o primeiro e único artista na História a ganhar, além do Prémio Nobel, o Pulitzer, o Óscar, o Grammy e o Globo de Ouro.
    
      
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Patti LaBelle faz hoje oitenta e dois anos

       
Patricia Louise Holte (Filadélfia, 24 de maio de 1944), mais conhecida pelo seu nome artístico Patti LaBelle, é uma premiada cantora, compositora e atriz dos Estados Unidos com mais de 50 anos de carreira.
     
 

Joseph Brodsky nasceu há 86 anos...

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Joseph Brodsky, pseudónimo de Iosif Aleksandrovich Brodsky (em russo: Ио́сиф Алекса́ндрович Бро́дский; Leningrado, 24 de maio de 1940 - Nova Iorque, 28 de janeiro de 1996) foi um poeta russo naturalizado norte-americano.

Brodsky entrou em conflito com as autoridades soviéticas e foi expulso da União Soviética em 1972, estabelecendo-se nos Estados Unidos, com a ajuda de W. H. Auden e de outros escritores. Ele ensinou, posteriormente, em diversas universidades, incluindo as de Yale, Cambridge e Michigan.

 

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M.B.


Querida, hoje saí de casa já muito ao fim da tarde
para respirar o ar fresco que vinha do oceano.
O sol fundia-se como um leque vermelho no teatro
e uma nuvem erguia a cauda enorme como um piano.

Há um quarto de século adoravas tâmaras e carne no braseiro,
tentavas o canto, fazias desenhos num bloco-notas,
divertias-te comigo, mas depois encontraste um engenheiro
e, a julgar pelas cartas, tomaste-te aflitivamente idiota.

Ultimamente têm-te visto em igrejas da capital e da província,
em missas de defuntos pelos nossos comuns amigos; agora
não param (as missas). E alegra-me que no mundo existam ainda
distâncias mais inconcebíveis que a que nos separa.

Não me interpretes mal: a tua voz, o teu corpo, o teu nome
já não mexem com nada cá dentro. Não que alguém os destruísse,
só que um homem, para esquecer uma vida, precisa pelo menos
de viver outra ainda. E eu há muito que gastei tudo isso.

Tu tiveste sorte: onde estarias para sempre – salvo talvez
numa fotografia - de sorriso trocista, sem uma ruga, jovem, alegre?
Pois o tempo, ao dar de caras com a memória, reconhece a invalidez
dos seus direitos. Fumo no escuro e respiro as algas podres.

 

Joseph Brodsky

Guy Fletcher, antigo teclista dos Dire Straits, celebra hoje 66 anos

 
Guy Edward Fletcher (Maidstone, Kent, 24 May 1960) is an English multi-instrumentalist, best known for his position as one of the two keyboard players in the rock band Dire Straits from 1984 until the group's dissolution, and his subsequent work with Dire Straits frontman Mark Knopfler. Fletcher was inducted into the Rock and Roll Hall of Fame as a member of Dire Straits in 2018.      
   

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Saudades de Tina Turner (II)...

William Whewell, polímata com gosto pela Geologia, nasceu há 232 anos...

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William Whewell (Lancaster, 24 de maio de 1794 - Cambridge, 6 de março de 1866) foi um inglês polímata, cientista, sacerdote anglicano, filósofo, teólogo e historiador da ciência. Ele foi mestre do Trinity College, Cambridge. No seu tempo como estudante lá, alcançou distinção tanto em poesia quanto em matemática.

O que é mais frequentemente observado sobre Whewell é a amplitude de seus esforços. Numa época de crescente especialização, Whewell parece um retrocesso a uma era anterior, quando os filósofos naturais se envolviam num pouco de tudo. Ele publicou trabalhos nas disciplinas de mecânica, física, geologia, astronomia e economia, enquanto também encontrava tempo para compor poesia, escrever um Tratado de Bridgewater, traduzir as obras de Goethe e escrever sermões e tratados teológicos. Na matemática, Whewell introduziu o que agora é chamado de equação de Whewell, uma equação que define a forma de uma curva sem referência a um sistema de coordenadas escolhido arbitrariamente. Ele também organizou milhares de voluntários internacionalmente para estudar as marés oceânicas, no que hoje é considerado um dos primeiros projetos de ciência cidadã. Ele recebeu a Medalha Real por este trabalho em 1837.

Um dos maiores dons de Whewell para a ciência foi a arte de escrever. Ele frequentemente se correspondia com muitos em seu campo e os ajudava a encontrar novos termos para suas descobertas. Whewell cunhou os termos cientistafísico, linguística, consiliência, catastrofismo, uniformitarismo e astigmatismo entre outros; Whewell sugeriu os termos eletrodo, ião, dielétrico, ânodo e cátodo para Michael Faraday.

Whewell morreu em Cambridge em 1866 como resultado de uma queda de seu cavalo. 

 

(...)

 

Whewell foi um dos mestres de Cambridge que Charles Darwin conheceu durante a sua aprendizagem lá, e quando Darwin voltou da viagem do Beagle, foi diretamente influenciado por Whewell, que persuadiu Darwin a se tornar secretário da Sociedade Geológica de Londres. As páginas de título de A Origem das Espécies abrem com uma citação do Bridgewater Treatise de Whewell sobre ciência fundada em uma teologia natural de um criador que estabelece leis:

Mas com respeito ao mundo material, podemos pelo menos ir tão longe quanto isto - podemos perceber que os eventos são provocados não por interposições isoladas do poder Divino, exercido em cada caso particular, mas pelo estabelecimento de leis gerais.

 

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A Rainha Vitória nasceu há 207 anos

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Vitória do Reino Unido (Londres, 24 de maio de 1819East Cowes, 22 de janeiro de 1901), oriunda da Casa de Hanôver, foi rainha do Reino Unido de 1837 até à morte, sucedendo ao tio, o rei Guilherme IV. A incorporação da Índia ao Império Britânico, em 1877, conferiu a Vitória o título de Imperatriz da Índia.
Vitória era filha do príncipe Eduardo, duque de Kent e Strathearn, o quarto filho do rei Jorge III. Tanto o duque de Kent como o rei morreram em 1820, fazendo com que Vitória fosse criada sob a supervisão da sua mãe alemã, a princesa Vitória de Saxe-Coburgo-Saalfeld. Herdou o trono aos dezoito anos, depois dos seus três tios paternos terem morrido sem descendência legítima. O Reino Unido era já uma monarquia constitucional estabelecida, na qual o soberano tinha relativamente poucos poderes políticos diretos. Em privado, Vitória tentou influenciar o governo e a nomeação de ministros. Em público tornou-se um ícone nacional e a figura que encarnava o modelo de valores rigorosos e moral pessoal.

Casou-se com o seu primo direto, o príncipe Alberto de Saxe-Coburgo-Gota, em 1840. Os seus nove filhos, e vinte e seis dos seus quarenta e dois netos, casaram-se com outros membros da realeza e famílias nobres por todo o continente europeu, unindo-as entre si, o que lhe valeu o apelido de "avó da Europa". Após a morte de Alberto, em 1861, Vitória entrou num período de luto profundo durante o qual evitou aparecer em público. Como resultado do seu isolamento, o republicanismo ganhou força durante algum tempo, mas na segunda metade do seu reinado, a popularidade da rainha voltou a aumentar. Os seus jubileus de ouro e diamante foram muito celebrados pelo público.

O seu reinado de 63 anos e sete meses é o segundo mais longo da história do Reino Unido e ficou conhecido como a era vitoriana. Foi um período de mudança industrial, cultural, política, científica e militar no Reino Unido e ficou marcado pela expansão do Império Britânico. Como a última monarca da casa de Hanôver, o seu filho e sucessor, o rei Eduardo VII, pertencia à nova casa de Saxe-Coburgo-Gota, oriunda do seu pai, o príncipe Alberto. 

   

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Ferreira de Castro nasceu há 128 anos...


José Maria Ferreira de Castro (Ossela, Oliveira de Azeméis, 24 de maio de 1898 - Porto, 29 de junho de 1974) foi um escritor português.

Com o seu nome existem uma biblioteca e uma escola secundária, em Oliveira de Azeméis, e uma escola secundária e um museu, em Sintra.

 

Relevância da obra

Emigrante, homem do jornalismo, mas sobretudo ficcionista, é hoje em dia, ainda, um dos autores com maior obra traduzida em todo o mundo, podendo-se incluir a sua obra na categoria de literatura universal moderna, precursora do neorrealismo, de escrita caracteristicamente identificada com a intervenção social e ideológica.

A exemplo da sua ainda grande atualidade pode referir-se uma recente adaptação ao cinema, com muito sucesso, da sua obra A Selva.

 

Duke Ellington morreu há cinquenta e dois anos...

    
Edward Kennedy "Duke" Ellington (Washington, 29 de abril de 1899 - Nova Iorque, 24 de maio de 1974) foi um compositor de jazz, pianista e líder de orquestra norte-americano, eternizado com a alcunha de "The Duke" e distinguido com a Presidential Medal of Freedom (condecoração americana) em 1969 e com a Legião de Honra (condecoração francesa) em 1973, sendo ambas as distinções as mais elevadas que um civil pode receber. Foi ainda o primeiro músico de jazz a entrar para a Academia Real de Música de Estocolmo, e foi doutor honoris causa nas mais importantes universidades do mundo.
A música de Duke Ellington foi uma das maiores influências no jazz desde a década de 20 até à de 60. Ainda hoje as suas obras têm influência apreciável e é, por isso, considerado o maior compositor de jazz americano de todos os tempos. Entre os seus muitos êxitos encontram-se "Take the A Train" (letra e música por Billy Strayhorn), "Satin Doll", "Rockin' in Rhythm", "Mood Indigo", "Caravan", "Sophisticated Lady", e "It Don't Mean a Thing (If It Ain't Got that Swing)". Durante os anos 20 e 30, Ellington partilhava frequentemente os seus créditos de compositor com o seu manager Irving Mills, até que, no final dos anos 30, se desentenderam. Billy Strayhorn passou a ser o colaborador de Ellington (nem sempre creditado como tal) desde 1940 até à sua morte, nos anos 70.
Ellington tinha a preocupação de adaptar as suas composições ao talento dos músicos que compunham a sua orquestra, entre eles estiveram Johnny Hodges, Bubber Miley, Joe "Tricky Sam" Nanton, Barney Bigard, Ben Webster, Harry Carney, Sonny Greer, Otto Hardwick, e Wellman Braud. Muitos destes músicos permaneceram ao lado de Ellington durante décadas.
   
 

Copérnico morreu há 483 anos...

    
Nicolau Copérnico (Toruń, 19 de fevereiro de 1473 - Frauenburgo, 24 de maio de 1543) foi um astrónomo e matemático polaco que desenvolveu a teoria heliocêntrica do Sistema Solar. Foi também cónego da Igreja Católica, governador e administrador, jurista, astrólogo e médico.
A sua teoria do heliocentrismo, que colocou o Sol como o centro do Sistema Solar, contrariando a então vigente teoria geocêntrica (que considerava a Terra como o centro do Universo), é considerada como uma das mais importantes hipóteses científicas de todos os tempos, tendo constituído o ponto de partida da astronomia moderna.
    

Gabriel Fahrenheit nasceu há 340 anos

  

Daniel Gabriel Fahrenheit (Danzigue, 24 de maio de 1686 - Haia, 16 de setembro de 1736) foi um físico, engenheiro e soprador de vidro alemão-polaco, mais conhecido por ter inventado o termómetro de mercúrio (em 1714) e pelo desenvolvimento de uma escala de temperatura com o seu nome.

 

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Fahrenheit é uma escala de temperatura proposta por Daniel Gabriel Fahrenheit em 1724. A sua unidade é o grau Fahrenheit (símbolo: °F). Nesta escala, o ponto de fusão da água é de 32 °F e o ponto de ebulição é de 212 °F. Uma diferença de 1,8 °F é igual a uma diferença de 1 °C.

Esta escala foi utilizada principalmente pelos países que foram colonizados pelos britânicos, mas o seu uso atualmente restringe-se a uns poucos países de língua inglesa, como os Estados Unidos e Belize, e também é muito utilizada pelos gregos, para medir a temperatura de um corpo. 

 

A independência da Eritreia foi há trinta e três anos

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A Eritreia, oficialmente Estado da Eritreia, é um país localizado no corno da África. A Eritreia faz fronteira com o Sudão a oeste, a Etiópia ao sul, e Djibouti ao sudeste. O leste e nordeste do país têm um litoral banhado pelo Mar Vermelho, tendo contacto direto com a Arábia Saudita e o Iémen. O arquipélago Dahlak e as ilhas Hanish são parte da Eritreia. O seu tamanho é de cerca de 118.000 km², com uma população estimada em cerca de 5 milhões de habitantes e a capital é Asmara.
A história da terra onde, hoje em dia, se localiza a Eritreia, é associada aos seus quase 1.000 km de litoral pelo Mar Vermelho. Do outro lado do mar, vieram vários invasores (e colonizadores), como os árabes sauditas, vindos da área que hoje em dia corresponde ao Iémen, os turco-otomanos, os Portugueses de Goa (Índia), os egípcios, os britânicos e, no século XIX, os italianos. Ao longo dos séculos, invasores também vieram dos países vizinhos da África, como os etíopes do sul e os sudaneses pelo oeste. No entanto, o local foi altamente afetado pelos invasores italianos no século XIX.
Na era da corrida das potências europeias para a África e as tentativas de estabelecer uma base de reabastecimento para seus navios após a abertura do canal de Suez (1869), a Itália invadiu a Eritreia e a ocupou. Em 1 de janeiro de 1890, a Eritreia tornou-se oficialmente uma colónia da Itália. Em 1936, ela tornou-se uma província da África Oriental Italiana, juntamente com a Etiópia e a Somália Italiana. As forças armadas britânicas repeliram as forças armadas italianas em 1941 e tomaram a administração do pais, que havia sido criado pelos italianos, para si. Os britânicos continuaram a administrar o território sob um mandato da ONU até 1951, quando a Eritreia foi unida à Etiópia pela resolução da ONU 390(A), sob o impulso dos Estados Unidos, adotado em dezembro de 1950; a resolução foi aprovada após um referendo para consultar a população da Eritreia.
A importância estratégica da Eritreia, que existe devido ao seu litoral banhado pelo Mar Vermelho e aos seus recursos minerais, foram a principal causa para a união com a Etiópia, o que foi o primeiro passo da anexação da Eritreia como sua 14ª província em 1962, apesar de muitas outras nações optarem pela independência da Eritreia. Este foi o culminar de um processo gradual de aquisição por parte das autoridades etíopes, um processo que incluiu, em edital de 1959, o estabelecimento do ensino obrigatório da língua amárica, a principal língua da Etiópia, em todas as escolas eritreias. A falta de respeito para com a população da Eritreia levou a um movimento de independência do país, formado no início dos anos 60, que eclodiu numa guerra de 30 longos anos contra os governos sucessivos da Etiópia, terminando em 1991. Após um referendo, supervisionado pela ONU, na Eritreia, apelidado de UNOVER, no qual a população da Eritreia votou pela independência da Etiópia, vencendo por uma grande maioria, fez com que a Eritreia declarasse oficialmente a sua independência e ganhasse reconhecimento internacional em 24 de maio de 1993.
As línguas predominantes, de facto, são o tigrínia e o árabe, ambos pertencentes ao ramo afro-asiático da família de línguas semitas. O italiano é utilizado por extensão, em conjunto com as duas principais línguas, nos negócios públicos e comerciais. O inglês é usado na comunicação internacional e é a língua de instrução em toda a educação formal a partir do 6° ano.
A Eritreia é um estado de partido único no qual eleições legislativas nacionais nunca foram realizadas desde a independência - embora a sua Constituição, adotada em 1997, estabeleça que o estado é uma república presidencialista com uma democracia parlamentar, isto ainda está para ser implementado. De acordo com o governo, isto ocorre devido ao conflito fronteiriço com a Etiópia, que teve início em maio de 1998 e permanece até os dias de hoje. Desde sua independência, em 1993, o país nunca teve eleições. De acordo com a Human Rights Watch, o registo de direitos humanos do governo da Eritreia é considerado um dos piores do mundo. O governo da Eritreia rejeitou essas alegações como motivadas politicamente. Juntamente com os Estados Unidos, a Eritreia é um dos dois únicos países do mundo que cobra impostos de seus cidadãos independentemente de onde residam no mundo. O serviço militar obrigatório requer longos e indefinidos períodos de conscrição, que alguns eritreus deixam o país para evitar. Uma vez que todas os media locais são de propriedade estatal, a Eritreia também foi classificada como tendo a segunda menor liberdade de imprensa no Índice de Liberdade de Imprensa, atrás da Coreia do Norte.

 

 

Saudades de Tina Turner...

Harry Hammond Hess nasceu há cento e vinte anos...

 

Harry Hammond Hess (Nova York, 24 de maio de 1906 - Woods Hole, 25 de agosto de 1969) foi um geólogo norte-americano e um oficial da Marinha dos Estados Unidos durante a II Guerra Mundial. A sua principal contribuição foi a formulação da teoria da tectónica das placas a partir de seus estudos sobre a expansão do fundo oceânico.

 

A expedição gravitacional da Marinha-Princeton às Índias Ocidentais em 1932

Hess acompanhou o Dr. Felix Vening Meinesz, da Universidade de Utrecht, a bordo do submarino USS S-48 da Marinha dos EUA para ajudar na segunda expedição dos EUA para obter medições de gravidade no mar. A expedição usou um gravímetro, projetado por Meinesz. O submarino percorreu uma rota de Guantánamo, Cuba, a Key West, Flórida, e retornou a Guantánamo através das Bahamas e da região de Turks e Caicos de 5 de fevereiro a 25 de março de 1932. A descrição das operações e os resultados da expedição foram publicados pelo Escritório Hidrográfico da Marinha dos EUA em A expedição por gravidade da Marinha-Princeton às Índias Ocidentais em 1932.
 
Carreira militar e de guerra
Hess ingressou na Marinha dos Estados Unidos durante a II Guerra Mundial, tornando-se capitão do USS Cape Johnson, um navio de transporte de ataque equipado com uma nova tecnologia: o sonar. Esse comando mais tarde provaria ser a chave no desenvolvimento de Hess de sua teoria da expansão do fundo do mar. Hess rastreou cuidadosamente suas rotas de viagem para desembarques no Oceano Pacífico nas Marianas, Filipinas e Iwo Jima, usando continuamente o ecobatímetro do seu navio. Este levantamento científico não planeado durante a guerra permitiu que Hess coletasse perfis do fundo do oceano em todo o  norte do Oceano Pacífico, resultando na descoberta de vulcões submarinos de topo plano, que ele chamou de guyots, em homenagem ao geógrafo do século XIX Arnold Henry Guyot . Após a guerra, ele permaneceu na reserva naval, ascendendo ao posto de contra-almirante

 

Descobertas científicas

Em 1960, Hess deu sua contribuição mais importante, considerada parte do grande avanço da ciência geológica do século XX. Num relatório amplamente divulgado para o Office of Naval Research, ele propôs a teoria, agora geralmente aceite, de que a crosta terrestre se moveu lateralmente para longe das longas cristas oceânicas vulcanicamente ativas. Ele só entendeu os seus perfis do fundo do oceano através do Oceano Pacífico Norte depois que Marie Tharp e Bruce Heezen (1953, Grupo Lamont) descobriram a Grande Fenda Global, correndo ao longo da cadeia do Atlântico Médio. Propagação do fundo do mar, como o processo foi nomeado mais tarde, ajudou a estabelecer o conceito anterior (mas geralmente rejeitado na época) de Alfred Wegener de deriva dos continentes como cientificamente respeitável. Isso desencadeou uma revolução nas ciências da terra. O relatório de Hess foi formalmente publicado em seu History of Ocean Basins (1962), que por um tempo foi o trabalho mais referenciado em geofísica de terra sólida. Hess também esteve envolvido em muitos outros empreendimentos científicos, incluindo o projeto Mohole (1957–1966), uma investigação sobre a viabilidade e técnicas de perfuração em alto mar. 

 

Morte

Hess morreu de ataque cardíaco em Woods Hole, Massachusetts, a 25 de agosto de 1969, enquanto presidia uma reunião do Conselho de Ciência Espacial da Academia Nacional de Ciências. Foi enterrado no Cemitério Nacional de Arlington e foi condecorado, postumamente, com o Prémio de Serviço Público Distinto da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço. 
 

Like a Rolling Stone...

Tina Turner morreu há três anos...

   

Tina Turner (nascida Anna Mae Bullock; Brownsville, 26 de novembro de 1939 - Küsnacht, 24 de maio de 2023) foi uma cantora, dançarina e atriz suíça nascida nos Estados Unidos. Amplamente referida como a "Rainha do Rock 'n' Roll", ela ganhou destaque como vocalista da Ike & Tina Turner antes de lançar uma carreira de sucesso como artista a solo. Turner renunciou à cidadania americana em 2013. Ela morou na Suíça desde 1995 até à sua morte, no ano de 2023.

Turner começou a sua carreira com os Kings of Rhythm de Ike Turner, em 1957. Sob o nome de Little Ann, ela apareceu no seu primeiro disco, "Boxtop", em 1958. Em 1960, ela foi apresentada como Tina Turner com o dueto do single "A Fool in Love". A dupla Ike & Tina Turner se tornou "um dos mais formidáveis ​​shows ao vivo da história". Eles lançaram sucessos como "It's Gonna Work Out Fine", "River Deep - Mountain High", "Proud Mary" e "Nutbush City Limits" antes de se separarem em 1976. Na década de 1980, Turner teve "um dos maiores retornos da história da música". O seu álbum multi-platina de 1984 Private Dancer continha o hit "What's Love Got to Do with It", que ganhou o Grammy de Gravação do Ano e se tornou o seu primeiro e único número 1 na Billboard Hot 100. Aos 44 anos, ela foi a artista a solo feminina mais velha a liderar o Hot 100. O seu sucesso nas paradas continuou com "Better Be Good to Me", "Private Dancer", "We Don't Need Another Hero (Thunderdome)", "Typical Male", "The Best", "I Don't Wanna Fight", e "Golden Eye".

Em 1988 o seu nome entrou para o Guiness Book, o livro dos recordes, como o maior show já feito por uma cantora a solo. A artista reuniu 182 mil pessoas no Maracanã, no Rio de Janeiro para ver sua apresentação. O show foi transmitido para todo o mundo. Nesta época estava fazendo a Break Every Rule World Tour. Turner também atuou nos filmes Tommy (1975), Mad Max Beyond Thunderdome (1985) e Last Action Hero (1993). Em 1993, What's Love Got to Do with It, um filme biográfico adaptado de sua autobiografia I, Tina: My Life Story, foi lançado. Em 2009, Turner retirou-se depois de completar a sua Tina!: 50th Anniversary Tour.

Tendo vendido mais de 100 milhões de discos em todo o mundo, Turner foi um dos artistas mais vendidos de todos os tempos. Ela recebeu 12 prémios Grammy, que incluem oito prémios competitivos, três prémios Grammy Hall of Fame e um Prémio Grammy de Contribuição em Vida. Foi a primeira artista negra e primeira mulher a estar na capa da Rolling Stone. A Rolling Stone a classificou entre os 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos e os 100 Maiores Cantores de Todos os Tempos. Ela tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e na Calçada da Fama de St. Louis, e foi duas vezes indicada para o Rock and Roll Hall of Fame, com Ike Turner em 1991 e como artista a solo em 2021. Tina Turner faleceu a 24 de maio de 2023, aos 83 anos de idade.

       
 

sábado, maio 23, 2026

Penedo da Saudade e Almoço - o encontro dos Geopedrados em fotos

 


Foi hoje que colocámos (imortalizámos) os Geopedrados, descerrando a nossa placa, com poema do Ricardo Pimental (e imenso trabalho do Manel Caveira...!), ouvindo fado de Coimbra e almoçando de seguida.

Que saudades que tinha da nossa malta - para a mitigar, algumas fotos:

 
 


   

NOTA: para memória futura, LINK do meu álbum digital: AQUI

Hoje é preciso recordar Georges Moustaki...

Bonnie e Clyde foram mortos há noventa e dois anos...

  
Bonnie Elizabeth Parker (Rowena, 1 de outubro de 1910 - Bienville Parish, 23 de maio de 1934) foi uma famosa criminosa norte-americana que, com o namorado Clyde Barrow e a sua quadrilha de assaltantes, cometeu assaltos pelo interior dos Estados Unidos no começo da década de 30, até ser morta pela polícia, em 1934. Ela e o seu companheiro ficaram conhecidos na história criminal americana como Bonnie e Clyde.
Bonnie teve uma infância pobre e difícil com a mãe e os dois irmãos, depois que o seu pai morreu, quando ela tinha quatro anos, provocando a mudança da família da sua cidade natal de Rowena para Dallas, no mesmo estado do Texas.
Apesar da infância na mais absoluta pobreza, ela era uma ótima aluna de inglês e redação, escrevia poemas de qualidade, inclusive vencendo na sua escola um concurso da liga de ensino do condado em literatura. Na adolescência, a sua facilidade com a escrita fez com que chegasse a trabalhar escrevendo introduções de discursos para políticos locais. Descrita como uma jovem inteligente, de personalidade e força de vontade pelos que a conheceram, Bonnie era uma pequena loira atraente de 1,50 m e 41 kg.
O seu talento para a poesia e a literatura ficou expresso em dois poemas que se tornaram famosos após sua morte, Suicide Sal e The Story of Bonnie and Clyde.
Bonnie casou-se em setembro de 1926, aos quinze anos, com Roy Thornton, um rapaz da área, mas o casamento durou pouco e eles separaram-se em janeiro de 1929 e Roy foi condenado a cinco anos de cadeia por roubo, pouco tempo depois. Em 1930, trabalhando como empregada de bar, conheceu o homem que mudaria a sua vida, a levaria para uma vida aventureira e de fora-da-lei e a tornaria famosa no mundo inteiro, Clyde Barrow.
Clyde tinha a mesma idade de Bonnie e, quando se conheceram, apaixonaram-se imediatamente e Bonnie largou tudo para seguir-lo. Dali em diante mostrar-se-ia uma leal companheira de Clyde e com a ajuda de outros bandidos e do irmão de Barrow, os dois formaram uma quadrilha que aterrorizaria por quase quatro anos o centro dos Estados Unidos, assassinando civis e policiais e assaltando bancos, lojas e postos de gasolina, sendo mitificados pelos media americana, até serem mortos numa emboscada, depois de uma longa caçada humana, numa estrada deserta perto de Bienville Parishem, no estado da Louisiana, em 23 de maio de 1934.
   

 

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Clyde Champion Barrow (Condado de Ellis, 24 de março de 1909Bienville Parish, 23 de maio de 1934) foi um ladrão e assassino que aterrorizou o meio-oeste dos Estados Unidos no começo da década de 30, chefiando uma quadrilha de assalto a bancos e postos de gasolina integrada por seu irmão Buck, por sua namorada Bonnie Parker e por outros bandidos. Os seus feitos tornaram o casal conhecido na história criminal americana como Bonnie e Clyde.
Nascido numa família pobre de pequenos fazendeiros, desde cedo Clyde começou seu envolvimento com a polícia e o crime. Aos 16 anos foi preso pela primeira vez ao fugir de um polícia quando foi interpelado sobre um carro alugado em seu poder, que ele não havia devolvido à locadora no prazo certo. A segunda prisão, desta vez junto com seu irmão Buck, foi por roubar perus de uma propriedade.
Mesmo conseguindo pequenos trabalhos entre 1927 e 1929, Clyde continuou praticando pequenos furtos em lojas de conveniência e roubando carros. Apesar de ser principalmente reconhecido como assaltante de bancos, a preferência de Clyde era por pequenos roubos em postos de gasolina e lojas.
De acordo com o historiador John Neal Phillips, e ao contrario da errónea imagem fria de Clyde Barrow passada no clássico filme Bonnie & Clyde: Uma Rajada de Balas de Warren Beatty, o objetivo de vida de Clyde não era ficar famoso e rico assaltando bancos, mas se vingar do sistema carcerário americano pelos abusos que havia sofrido nas suas prisões. Segundo Phillips, ele na verdade se sentia culpado pelas pessoas que assassinava.
Depois de conhecer Bonnie Parker em 1930, Clyde, Bonnie, Buck e Blanche montaram a quadrilha conhecida como Barrow Gang e nos anos seguintes levaram o terror à população dos estados centrais dos EUA, assaltando e matando civis e polícias que se colocavam no seu caminho, até ser finalmente morto a tiro com Bonnie, dentro do carro que dirigiam, numa emboscada montada pela polícia numa estrada deserta da Louisiana, em 23 de maio de 1934.

     

O Papa reconheceu a independência do Reino de Portugal há 847 anos...!

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A bula papal Manifestis Probatum 
    
Manifestis probatum foi uma bula emitida pelo Papa Alexandre III, a 23 de maio de 1179, que declarou o Condado Portucalense independente do Reino de Leão e D. Afonso Henriques o seu soberano. Esta bula reconheceu a validade do Tratado de Zamora, assinado a 5 de outubro de 1143, em Zamora, pelo rei de Leão, e por D. Afonso Henriques.
     
História
O Condado Portucalense era um pequeno território pertencente ao Reino de Leão, que o rei deste cedera, juntamente com a mão da sua filha, D. Teresa, a D. Henrique de Borgonha, um cavaleiro francês que veio ajudar o monarca leonês na luta contra os muçulmanos.
Juntos, Teresa e Henrique tiveram um filho, D. Afonso Henriques. Quando D. Henrique faleceu, a viúva, D. Teresa, herdou o Condado.
Já desde 1128 que D. Afonso Henriques acreditava que o Condado Portucalense devia ser independente. No entanto, a sua mãe, aconselhada pela nobreza galega e pelo seu amante, também galego, não acreditava nesta possibilidade, sendo contra ela.
Incitado e encorajado pela nobreza e pelo clero portucalenses, D. Afonso Henriques travou contra a mãe a batalha de São Mamede (1128), vencendo-a. Tornou-se então conde e estabeleceu duas prioridades:
  1. Tornar independente o condado;
  2. Conquistar território aos sarracenos, que ocupavam ainda uma boa parte da península Ibérica.
Em 5 de outubro de 1143, foi assinado pelo próprio Afonso Henriques e pelo primo, o rei de Leão, o Tratado de Zamora, segundo o qual o rei de Leão reconheceu a independência do Condado Portucalense, que passou a denominar-se Portugal. No entanto, só em 23 de maio de 1179 é que o Papa Alexandre III aceitou e reconheceu, pela primeira vez, o reino de Portugal e D. Afonso I como seu primeiro monarca.
   
A Bula
A Bula reza (em português atual):
"Alexandre, Bispo, Servo dos Servos de Deus, ao Caríssimo filho em Cristo, Afonso, Ilustre Rei dos Portugueses, e a seus herdeiros, in 'perpetuum'. Está claramente demonstrado que, como bom filho e príncipe católico, prestaste inumeráveis serviços a tua mãe, a Santa Igreja, exterminando intrepidamente em porfiados trabalhos e proezas militares os inimigos do nome cristão e propagando diligentemente a fé cristã, assim deixaste aos vindouros nome digno de memória e exemplo merecedor de imitação. Deve a Sé Apostólica amar com sincero afeto e procurar atender eficazmente, em suas justas súplicas, os que a Providência divina escolheu para governo e salvação do povo. Por isso, Nós, atendemos às qualidades de prudência, justiça e idoneidade de governo que ilustram a tua pessoa, tomamo-la sob a proteção de São Pedro e nossa, e concedemos e confirmamos por autoridade apostólica ao teu excelso domínio o reino de Portugal com inteiras honras de reino e a dignidade que aos reis pertence, bem como todos os lugares que com o auxílio da graça celeste conquistaste das mãos dos Sarracenos e nos quais não podem reivindicar direitos os vizinhos príncipes cristãos. E para que mais te fervores em devoção e serviço ao príncipe dos apóstolos S. Pedro e à Santa Igreja de Roma, decidimos fazer a mesma concessão a teus herdeiros e, com a ajuda de Deus, prometemos defender-lha, quanto caiba em nosso apostólico magistério."
                   

O músico e médico Ricardo Camacho nasceu há 72 anos...

Morreu o músico Ricardo Camacho da banda Sétima Legião

(imagem daqui)

 

Ricardo Camacho (Funchal, 23 de maio de 1954 - Bélgica , 4 de julho de 2018) foi um médico, especialista em imunohemoterapia, e músico português, nascido na ilha da Madeira, fundador da banda Sétima Legião. Por volta dos sete anos de idade entrou para a Academia de Música da Madeira onde fez a iniciação musical, solfejo e violino. Com 14 anos começou a tocar guitarra elétrica e formou a sua primeira banda. 

 

Carreira

Tinha 17 anos quando veio para Lisboa estudar Medicina na Universidade de Lisboa. Considera que o meio musical no continente era muito mais retrógrado do que o que da ilha.

Trabalhou na Rádio Comercial onde foi realizador radiofónico de programas como "Rock Em Stock", de Luís Filipe Barros, ou "Mão na Música".

Foi um dos fundadores da editora Fundação Atlântica com Pedro Ayres Magalhães e Miguel Esteves Cardoso, entre outros.

Lançou os Sétima Legião, com quem colaborou, como produtor e teclista, no disco A Um Deus Desconhecido. Depois passou a membro efetivo do grupo.

Produziu discos como "Foram Cardos, Foram Prosas", de Manuela Moura Guedes, "Estou Além", de António Variações, ou "Remar Remar", dos Xutos & Pontapés. Produziu ainda outros grupos como GNR, UHF ou Diva.

Depois do fim, não concretizado definitivamente, da Sétima Legião, em 1995, falou-se do seu projeto Condor, com Amândio Bastos, que não chegou a estrear-se em disco.

Passou por vários hospitais, como o IPO, na unidade de transplantes de medula, na oncologia pediátrica. Depois entrou para o Hospital Egas Moniz onde se dedicou à investigação da SIDA.

Morreu a 4 de julho de 2018. Estava internado na Bélgica e sofria de cancro do pulmão.

"Houve uma altura em que odiei Medicina e desisti. Depois regressei ao curso. A partir do momento em que comecei a especializar-me, acabei por me entusiasmar imenso e hoje representa uma parte importante da minha vida."
— Entrevista a Sandra Nobre no DNA / 21-04-2001

 

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