sábado, setembro 27, 2025
A Batalha do Buçaco foi há 215 anos...!
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Marcadores: Batalha do Buçaco, Buçaco, Duque de Wellington, guerras napoleónicas
Edgar Degas morreu há 108 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:08 0 comentários
Marcadores: Degas, Edgar Degas, França, impressionismo, Museu de Orsay, pintura
Bud Powell nasceu há cento e um anos...
Postado por Fernando Martins às 01:01 0 comentários
Marcadores: bebop, Bud Powell, Cleopatra's Dream, jazz, música, piano, tuberculose
Lhasa de Sela nasceu há cinquenta e três anos...
El Desierto - Lhasa de Sela
He venido al desierto pa' reirme de tu amor
Que el desierto es más tierno y la espina besa mejor
He venido a este centro de la nada pa' gritar
Que tú nunca mereciste lo que tanto quise dar
He venido yo corriendo, olvidándome de ti
Dame un beso pajarillo, no te asustes colibrí
He venido encendida al desierto pa' quemar
Porque el alma prende fuego cuando deja de amar
Postado por Fernando Martins às 00:53 0 comentários
Marcadores: El Desierto, klezmer, Lhasa de Sela, música, Rock, saudades
Gwyneth Paltrow faz hoje 53 anos
Postado por Fernando Martins às 00:53 0 comentários
Marcadores: actriz, cinema, Gwyneth Paltrow
As 5 derradeiras vítimas da escumalha franquista foram executadas há cinquenta anos...
Las ejecuciones
Además de los policías y guardias civiles que participaron en los piquetes, había otros que llegaron en autobuses para jalear las ejecuciones. Muchos estaban borrachos. Cuando fui a dar la extremaunción a uno de los fusilados, aún respiraba. Se acercó el teniente que mandaba el pelotón y le dio el tiro de gracia, sin darme tiempo a separarme del cuerpo caído. La sangre me salpicó.
Jamás el abajo firmante, desde que sigue los procesos políticos en España, ha tenido una impresión tan clara de asistir a un tal simulacro de proceso, en definitiva a una siniestra farsa, si pensamos un momento en el provenir que les aguarda a los acusados.
Todo lo que en España y Europa se ha armado obedece a una conspiración masónico-izquierdista, en contubernio con la subversión comunista-terrorista en lo social, que si a nosotros nos honra, a ellos les envilece.Esta fue la última aparición pública del dictador.
in Wikipédia
(imagem daqui)
Postado por Fernando Martins às 00:50 0 comentários
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Avril Lavigne comemora hoje 41 anos
Postado por Fernando Martins às 00:41 0 comentários
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Cliff Burton, baixo dos Metallica, morreu há 39 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
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Miguel Madeira foi assassinado há vinte anos...
Postado por Fernando Martins às 00:20 0 comentários
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Ramalho Ortigão morreu há 110 anos...
Quinta de S. José, em Linda-a Pastora, 16 de outubro de 1910
Meu caro Teófilo Braga:
O carácter inalteravelmente afetuoso das nossas relações, através de uma íntima convivência de mais de quarenta anos, me anima a dirigir esta carta ao chefe do atual governo da Nação. Sabe muito bem V., conhecendo a minha orientação mental, que, indiferente às formas de governo, nada em política me é mais profundamente antipático do que o votismo e o parlamentarismo, que eu considero os mais destrutivos agentes da capacidade administrativa em democracias insuficientemente educadas para a liberdade. O governo a que V. preside provém da intervenção fortuita de uma elite que distribuiu o exercício das funções pela especialização das capacidades. Esta génese torna para mim particularmente interessante e atraente o seu governo. Não vá porém julgar, meu caro Teófilo, que por meio desta sincera confissão eu venho formular a minha adesão à República, engrossando assim o abjeto número de percevejos que de um buraco estou vendo nojosamente cobrir o leito da governação. Não; pela minha parte eu não presto esse tributo à República. Nunca também o prestei aos políticos monárquicos, de cujos partidos nunca fiz parte, a cujo funcionalismo nunca pertenci, aos quais nunca absolutamente pedinchei o que quer que fosse.
Sabe V. que o meu tão modesto lugar na Academia foi Tomás de Carvalho quem numa noite, no Grémio, há 42 anos, mo ofereceu, indo eu três dias depois ocupá-lo sem nenhuma outra espécie de intrometimento da minha parte. As minhas relações com a família real datam da minha entrada na Academia. Latino Coelho, secretário, não querendo pessoalmente levar à assinatura do Rei D. Fernando e mais tarde do Rei D. Luís os diplomas académicos, delegou em mim, chefe da secretaria, esse serviço, e assim tiveram princípios os contactos de recíproco afeto que certamente determinaram o Rei D. Carlos a nomear-me seu bibliotecário. Seria monstruoso que a essa família, à qual na prosperidade eu devi as mais expressivas demonstrações de estima, eu regateasse na desgraça o preito da minha mais saudosa e mais profunda gratidão.
Pode pois V., Teófilo, continuar a olhar direito para mim, porque eu continuo orgulhosamente a ser tão coerente com os meus princípios como V. o tem sido sempre com os seus. O fim desta minha carta é simplesmente felicitá-lo primeiro que tudo, e dar-lhe em seguida daquilo que me diz respeito algumas notícias e informações que — julgo eu — o interessarão talvez.
Domingo passado — faz hoje oito dias — encontrando-me eu e a minha mulher nesta quinta de uma das minhas filhas, a força pública invadiu a nossa casa, que V. conhece, nos Caetanos. As nossas vizinhas de prédio, vendo sentinelas na escada e dizendo-lhe os agentes da autoridade que iam arrombar a minha porta, deram-lhes a chave de que eram depositárias, o que obstou ao arrombamento. Depois de rebuscados todos os apartamentos e telhados do meu domicílio esses senhores fizeram-me o favor de constatar que eu nem tinha padres escondidos nem munições de guerra depositadas entre os móveis, livros e objetos de arte que no meu lar representam a economia de 50 anos da mais correta existência e do mais imaculado trabalho. Parece que essa busca tivera por causa a denúncia de que de cima do meu telhado se haviam disparado tiros sobre as tropas da República! Note, meu querido Teófilo, que eu nem peço explicações da caluniosa delação de que fui objeto nem requeiro satisfação do agravo que se me fez. Desejo apenas informá-lo deste episódio familiar.
Passarei agora a um ponto de mais importância. Refiro-me à Biblioteca de que fui diretor no Paço da Ajuda. É claro que, bibliotecário do Rei, pelo seu bolso remunerado como o haviam sido os meus antecessores Alexandre Herculano e Magalhães Coutinho, eu nenhum compromisso tenho com o governo, qualquer que ele seja, sendo à administração da Fazenda da Casa Real que legalmente cabe intervir na negociação das bibliotecas encorporadas nos bens da Coroa. Eu nem sequer tenho a quem entregar a demissão do meu cargo, o qual de facto cessou de existir desde que não há Rei.
A consideração que todavia me merecem os interesses da civilização e o enternecido amor de velho que me prendia ao tesouro de que fui guarda levam-me a prestar-lhe a V., chefe do governo vigente, toda a informação que possa esclarecê-lo acerca da história, do estado e do destino daquela livraria. Ao ministro do Interior foram já entregues pelos meus empregados as chaves da casa. Em meu poder ficou a chave de meu uso assim como das gavetas da minha secretária, que entregarei a quem me for indicado mediante as formalidades que se considerem oportunas. Regressei da Suiça, onde passei mês e meio de férias, no dia 2 do corrente mês; no dia 3 fui convidado a almoçar em Belém com o presidente eleito da República do Brasil; a seguir rebentou a revolução, intercetando-me a entrada na Ajuda. De modo que nunca mais ali voltei depois do meu regresso. A coleção da Ajuda acha-se porém ordenada de maneira que dispensa preparos de exposição para qualquer efeito que seja. Todas as estantes, todas as prateleiras e todos os volumes estão integralmente etiquetados. Há em cada estante, na divisória mais ao alcance da mão, ao lado direito, um cartão in-fólio, de debrum verde, contendo a relação numérica dos livros dispostos em cada estante. O catálogo, quase completo, e todo ele feito sob a minha direcção, distingue os livros que pertencem à Coroa e os que são propriedade individual do Rei por virem das livrarias particulares dos Reis D. Luís e D. Pedro V e haverem sido adquiridos pelo Rei D. Carlos por meio de tornas aos co-herdeiros por ocasião do inventário feito por morte de D. Luís.
O catálogo dos manuscritos não está ainda completamente redigido, mas todos eles se encontram inventariados, correspondendo a cada peça um correlativo verbete. O inventário, assaz desenvolvido, dos incunábulos acha-se igualmente redigido e em via de impressão na tipografia da Academia. Está igualmente impresso (à minha custa) o catálogo dos manuscritos que figuraram na Exposição da Guerra Peninsular. Nos quartos de El- Rei D Manuel deve achar-se uma cópia da correspondência de Junot feita em grande parte por minha própria mão. A aplicação da modesta receita da Biblioteca — 10$00 rs. mensais — consta de um livro de caixa, encontrando-se numa das gavetas de que tenho a chave o saldo do último balanço feito no mês de agosto passado, e na mão do oficial Jordão de Freitas a importância e o saldo das duas últimas mensalidades recebidas, agosto e setembro. Situada em lugar tão distante dos centros de estudo, parece naturalmente destinada esta biblioteca a vir a ser encorporada, como de fundo especial, na Biblioteca Nacional, enquanto se não proceda à indispensável e urgente reforma das bibliotecas e dos arquivos da Nação, com especialização dos depósitos e sistematização geral por um regime comum de catalogação e de compras. Como quer porém que seja permita-me, caro amigo, que muito vivamente eu recomende à sua proteção os meus empregados. Jordão é seu conhecido. O praticante Guilherme de Almeida é mais do que simples praticante, é um excelente amanuense. O contínuo Ferreira tem preciosas habilitações para empregado de qualquer grande livraria: é cumulativamente um tanto tipógrafo um tanto encadernador e um tanto desenhador e calígrafo. A reprodução linear das filigranas do papel dos nossos manuscritos, que o incumbi de fazer, é de grande valor, está executada com muito esmero e constitui uma coleção única na bibliografia portuguesa. Encarecidamente Ihe rogo que patrocine o destino destes meus antigos colaboradores, todos eles com família e sem outros recursos além dos provenientes do seu emprego na Biblioteca Real. Pela parte que pessoalmente me toca nada solicito e nada aceitaria se alguma coisa me oferecesse. Emigro sem armas e quase que sem bagagens para o interior da minha velhice, sendo minha única ambição acabar recolhidamente no meu canto sem empachar o caminho nem estorvar ninguém. Afetuoso abraço do seu velho camarada e amigo,
Ramalho Ortigão
Postado por Fernando Martins às 00:11 0 comentários
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Saudades da música de Lhasa de Sela...
La marée haute - Lhasa de Sela
La route chante
Quand je m'en vais
Je fais trois pas
La route se tait
La route est noire
À perte de vue
Je fais trois pas
La route n'est plus
Sur la marée haute
Je suis monté
La tete est pleine
Mais le coeur n'a pas assez
Sur la marée haute
Je suis monté
La tete est pleine
Mais le coeur n'a pas assez
Mains de dentelle
Figure de bois
Le corps en brique
Les yeux qui piquent
Mains de dentelle
Figure de bois
Je fais trois pas
Et tu es là
Sur la marée haute
Je suis monté
La tete est pleine
Mais le coeur n'a pas assez
Sur la marée haute
Je suis monté
La tete est pleine
Mais le coeur n'a pas assez
Postado por Pedro Luna às 00:05 0 comentários
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A atriz Maggie Smith faleceu há um ano...
Margaret Natalie "Maggie" Smith (Ilford, 28 de dezembro de 1934 – Londres, 27 de setembro de 2024) foi uma atriz britânica. Com uma extensa carreira no teatro, cinema e televisão, Smith participou em mais de 60 filmes e de 70 peças, e era uma das atrizes mais reconhecidas da Grã-Bretanha. Ela recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico em 1990, e em 2014 recebeu a Ordem dos Companheiros de Honra, por serviços prestados ao teatro.
Smith começou a sua carreira no teatro, atuando no Oxford Playhouse em 1952, e fez sua estreia profissional na Broadway, na peça New Faces of '56. Ela recebeu nomeações para o Tony Award por Private Lives (1975) e Night and Day (1979), antes de ganhar o prémio em 1990 por Lettice and Lovage. Ela também apareceu nas produções de A Tragédia de António e Cleopatra (1976) e Macbeth (1978), e em A Delicate Balance (1997) e The Breath of Life (2002) de West End. Em 2010, recebeu o Prémio Especial de Teatro da Sociedade de Londres.
No cinema, Smith recebeu elogios pelo filme Sem Saida (1958), pelo qual recebeu a sua primeira nomeação para o prémio da Academia Britânica de Cinema e Televisão (BAFTA). Ela ganhou dois Óscares, como melhor atriz por Primavera de uma Solteirona (1969) e de melhor atriz coadjuvante por Califórnia Suite (1978). Ela é uma das sete atrizes vencedoras nas duas categorias. Smith detém um recorde de quatro prémios BAFTA de melhor atriz, incluindo por Meu Reino Por um Leitão (1984) e Paixão Solitária (1988), o BAFTA de melhor atriz coadjuvante por Chá com Mussolini (1999) e três Globos de Ouro. Ela recebeu outras quatro nomeações para o Óscar por Othello (1965), Viagens com Minha Tia (1972), Uma Janela para o Amor (1985) e Assassinato em Gosford Park (2001).
Ela também é conhecida por interpretar a professora Minerva McGonagall na série de filmes Harry Potter (2001–2011). Seus outros papéis de destaque no cinema incluem Amor e Dor (1973), Morte Sobre o Nilo (1978), Fúria de Titãs (1981), Assassinato num Dia de Sol (1982), Hook - A Volta do Capitão Gancho (1991), Mudança de Hábito (1992), e a sua sequela, Jardim Secreto (1993), O Exótico Hotel Marigold (2012) e A Senhora da Van (2015).
Na televisão, ela ganhou um Prémio Emmy em 2003 por Minha Casa na Úmbria, tornando-se uma das poucas atrizes a ter alcançado a Tríplice Coroa de Atuação e estrelou como Lady Violet Crawley, condessa viúva de Grantham, em Downton Abbey (2010-2015), pelo qual ela ganhou três Emmys, um SAG de melhor atriz em série de drama e seu terceiro Globo de Ouro.
(...)
Em janeiro de 1988, Maggie foi diagnosticada com a doença de Graves, pela qual passou por radioterapia e cirurgia. Em 2007, o Sunday Telegraph descobriu que Maggie tinha sido diagnosticada com cancro de mama. Maggie gravou o filme Harry Potter e o Enigma do Príncipe, ainda em tratamento, e em 2009, foi noticiado que ela teve total recuperação.
Smith morreu no dia 27 de setembro de 2024, aos 89 anos. Estava internada no Chelsea and Westminster Hospital, em Londres. A causa da sua morte não foi revelada.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:01 0 comentários
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sexta-feira, setembro 26, 2025
Música para recordar que hoje é o Dia Mundial do Mar...
História do Azul do Mar - Petrus Castrus
Certo dia, ao adormecer da claridade
O azul veio perto do litoral
Sentou-se sobre as arribas e pensou
Mesmo se morrer no mar
Serei uma aguarela
Serei uma aguarela
Uma aguarela
E o azul partiu sobre as ondas
Sobre as ondas
E não voltou
Diz-se que o único vestígio do seu
Desaparecimento é a cor do mar
É a cor do mar
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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Saudades de Robert Palmer...
Postado por Pedro Luna às 22:00 0 comentários
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Affonso Ávila morreu há treze anos...
Affonso Ávila (Belo Horizonte, 19 de janeiro de 1928 - Belo Horizonte, 26 de setembro de 2012) foi um pesquisador, ensaísta e poeta brasileiro.
Foi leitor assíduo durante a adolescência, costume que o acompanharia pelo resto da vida, como a leitura da Coleção Brasiliana e dos cadernos literários dos jornais do Rio e de São Paulo, e também o tornaria escritor.
Trabalhou como auxiliar de gabinete de Juscelino Kubitschek de Oliveira, então governador.
Em 2006, recebeu uma homenagem concedida pela Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais com a publicação da Fortuna crítica de Affonso Ávila.
Em junho de 2010, foi homenageado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a mais prestigiada universidade do estado, com a exposição exposição constructopoético – affonso80anosávila, realizada no Palácio das Artes, formada por livros, cartas, documentos, acervo pessoal do poeta, desenhos de outros artistas sobre a obra do escritor e pelo vídeo de Eder Santos, baseado num poema de Affonso Ávila.
Após um mês internado no Hospital Felício Rocho, faleceu, aos 84 anos, por causa de uma paragem cardíaca, na sua casa, na Rua Cristina, Bairro Santo Antônio, em Belo Horizonte.
A carreira de Affonso Ávila acumula trabalhos de levantamento e conservação do património artístico e arquitetónico das cidades históricas mineiras, sendo um dos marcos desse percurso a criação do Iepha.
Em 1956, passou a ser colunista do jornal O Estado de S.Paulo em assuntos sobre o estado de Minas Gerais.
Em 1957, funda a revista Tendência.
Em 1967, teve publicado o livro Resíduos seiscentistas em Minas que se tornaria um clássico nos estudos sobre a história de Minas Gerais.
Em 1969, foi lançado O poeta e a consciência crítica e Código de Minas & poesia anterior, dois livros que marcaram para sempre a sua trajetória.
Em 1969, foi diretor do Centro de Estudos Mineiros (CEM) da UFMG.
Entre 1969 e 1996, dirigiu a revista Barroco, publicada pelo CEM/UFMG, que se tornou uma leitura obrigatória sobre o assunto.
Foi autor de diversos livros, alguns deles premiados, editor de revistas e colaborador de diversas publicações, como da revista Tendência, da qual fez parte da direção, e da Fundação Gulbenkian, de Portugal.
gaia ciência
sábio círculo em torno do nada
do além do aquém
de que é que de quem é quem
lição de cor do ardor do amor
signo perseguido em guia de dor
manifesta confusa desvairada
desvario ou alegria de trâmite curtido
palavra de real gozo de conceituai
léxico anverso controverso
capturado mel da defensiva abelha em sua colmeia
dispersivo pescar na convulsão da ideia
rio de acima de abaixo confluência de águas
e quem mais o quis menos o teve
breve perene sempiterno
nascente de prazer ou de frágua
o que ficou desse riso siso
retórico ressaibo
Affonso Ávila
Postado por Fernando Martins às 13:00 0 comentários
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Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 12:07 0 comentários
Marcadores: George Gershwin, jazz, judeus, música, Rhapsody in Blue, USA
Música de aniversariante de hoje...
Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
Marcadores: art rock, Bryan Ferry, Glam Rock, More Than This, música, pop, Rock, Roxy Music
Porque hoje é dia de recordar Gal Costa...
Postado por Pedro Luna às 08:00 0 comentários
Marcadores: Bossa nova, Brasil, Desafinado, Gal Costa, MPB, música, samba
Olivia Newton-John nasceu há 77 anos...
Newton-John revelou que lutou três vezes contra o cancro da mama, em segredo em 2013, além do diagnóstico inicial em 1992. Com a recorrência em 2017, o cancro espalhou-se para os ossos e progrediu para o estágio IV. Newton-John sentiu muita dor devido às lesões ósseas metastáticas e falou abertamente sobre o uso de óleo de canabis para aliviar a dor. Ela era uma defensora do uso de canabis medicinal e a sua filha Chloe possuía uma quinta de canabis no estado de Oregon.
Sucumbiu das complicações da patologia, a 8 de agosto de 2022, no sul da Califórnia aos 73 anos de idade.Postado por Fernando Martins às 07:07 0 comentários
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Saudades da guitarra de Baden Powell de Aquino...
Postado por Pedro Luna às 02:50 0 comentários
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Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 02:20 0 comentários
Marcadores: anos 80, Johnny and Mary, música, pop, Robert Palmer, Rock
Mobius morreu há 157 anos...
Postado por Fernando Martins às 01:57 0 comentários
Marcadores: astronomia, faixa de Möbius, Matemática, Mobius



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