terça-feira, fevereiro 11, 2025

Gene Vincent, pioneiro do rock e do rockabilly precocemente desaparecido, nasceu há noventa anos...

   

Vincent Eugene Craddock (Norfolk, Virginia, February 11, 1935 – Newhall, California, October 12, 1971), known as Gene Vincent, was an American musician who pioneered the styles of rock and roll and rockabilly. His 1956 top ten hit with his Blue Caps, "Be-Bop-a-Lula", is considered a significant early example of rockabilly. He was inducted into the Rock and Roll Hall of Fame and the Rockabilly Hall of Fame. He is sometimes referred to by his somewhat unusual nickname/moniker The Screaming End.
   
     
(...)  
   
Vincent died at the age of 36 on October 12, 1971, from a combination of a ruptured ulcer, internal haemorrhage and heart failure, while visiting his father in Saugus, California. He is interred at Eternal Valley Memorial Park, in Newhall, California.

Ian Dury paid tribute with the 1976 song "Sweet Gene Vincent".

Robert Gordon paid tribute with the song "The Catman" on his Rock Billy Boogie album.

French rock n' roller Eddy Mitchell paid homage with the 1979 song "Good Bye Gene Vincent".

The rockabilly band Stray Cats also paid homage to Vincent, alongside Eddie Cochran, in their single "Gene and Eddie".

 

in Wikipédia

 

Al Jarreau morreu há oito anos...

  
Alwyn Lopez Jarreau (Milwaukee, 12 de março de 1940 - Los Angeles, 12 de fevereiro de 2017), conhecido popularmente como Al Jarreau, foi um cantor  norte-americano. Versátil no seu estilo de cantar, foi premiado sete vezes com o Grammy, sendo o único a vencer o prémio em três categorias distintas: jazz, pop e R&B.
Filho de um pastor, Al Jarreau começou a cantar no coro da sua igreja aos quatro anos de idade, ao mesmo tempo em que se apresentava numa variedade de eventos em Milwaukee, a sua cidade natal, ao lado dos irmãos ou sozinho. Mas a música não foi a única atividade a qual se dedicou nessa época: sobressaiu-se, também, nos desportos e nos estudos, onde, por suas notas, foi considerado um aluno acima da média. Na juventude, já estudando no respeitado Ripon College, em Wisconsin, Jarreau continuou a cantar nos finais de semana e feriados para se divertir, associando-se nessa época a um grupo local chamado The Indigos.
Em 1975, após uma pequena temporada estendida no Bla Bla Cafe, ainda em Los Angeles, ele foi descoberto por pessoal da Warner Bros Records e assinou um contrato de gravação. O seu primeiro álbum lançado, We Got By, foi aclamado, por unanimidade, pelos críticos e deu-lhe fama internacional, chegando a receber um Grammy na Alemanha, facto que se repetiu com o lançamento de seu segundo álbum, Glow. O seu quarto álbum, All Fly Home, foi lançado em 1978 com muitos elogios na media, o que lhe rendeu um segundo Grammy nos EUA como melhor vocalista de Jazz. Nos anos 80, o seu álbum Breakin 'Away (1981), que inclui seu hit We're in This Love Together, foi campeão de vendas e lhe rendeu mais dois Grammy como o de Melhor Vocalista Pop Masculino e Melhor Vocalista Masculino de Jazz.
Em 1985, esteve no Rock in Rio e cantou na mesma noite que James Taylor e George Benson, para um público recorde naquela edição do show.
Em 1992, com o álbum Heaven and Earth, ele recebeu o seu quinto Grammy como Melhor Performance Vocal de R&B.
O ano de 1996 trouxe um novo desafio para sua carreira: Jarreau aceitou permanecer três meses na Broadway, protagonizando o musical Grease com muito sucesso.
Pela sua carreira, Al foi distinguido com uma estrela no Hollywood Walk of Fame, eternizando-o como um dos melhores cantores da sua geração.
Jarreau morreu em 12 de fevereiro de 2017.
   
 

A Conferência de Ialta, que dividiu a Europa em dois blocos, terminou há oitenta anos

          
A Conferência de Ialta, também chamada de Conferência da Crimeia, foi um conjunto de reuniões, ocorridas entre 4 e 11 de fevereiro de 1945, no Palácio Livadia, na estação balnear de Yalta, nas margens do Mar Negro, na Crimeia. Foi a segunda das três conferências em tempo de guerra entre os líderes das principais nações aliadas (a anterior ocorreu em Teerão, e a posterior seria em Potsdam).
Os chefes de governo dos Estados Unidos (Franklin D. Roosevelt) e da União Soviética (Estaline), e o primeiro-ministro do Reino Unido (Winston Churchill) reuniram-se, em segredo, em Ialta, para decidir o fim da Segunda Guerra Mundial e a repartição das zonas de influência entre o Oeste e o Leste.
Em 11 de fevereiro de 1945, eles assinam os acordos, cujos objetivos eram os de assegurar um fim rápido da guerra e a estabilidade do mundo após a vitória final.
Estes acordos são essenciais para a compreensão do mundo pós-guerra. Mesmo se as suas interpretações pelos historiadores são diversas e variadas, vários deles estão de acordo sobre diversos pontos dos acordos. As diretrizes afirmadas nesta reunião determinaram boa parte da ordem durante a Guerra Fria, precisando as zonas de influência e ação dos blocos antagónicos, capitalista e socialista. Contudo, em 1991, após a queda da União Soviética, o ambiente internacional entrou em um período de transição, abandonando estes preceitos.
   

segunda-feira, fevereiro 10, 2025

Música adequada à data...

 

Dave Van Ronk - Green, Green Rocky Road

 

When I go by Baltimore
Needin' no carpet on my floor
Come along and follow me
We'll go down to Galilee

Green green rocky road
Promenade in green
Tell me who ya'll love
Tell me who ya'll love


Little miss jane run to wall
Don't you stumble, don't you fall
Don't you sing, no don't you shout
When I sing come runnin' out

Green green rocky road
Promenade in green
Tell me who ya'll love
Tell me who ya'll love


See that crow up in the sky
He don't walk no he just fly
He don't walk no he don't run
Keep on flapping til' the sun

Green green rocky road
Promenade in green
Tell me who ya'll love
Tell me who ya'll love


When I go by Baltimore
Needin' no carpet on my floor
Come along and follow me
There's a man in Galilee

José Lewgoy morreu há 22 anos...

  
De origem judaica, era filho de uma norte-americana e de um russo que se conheceram em Nova Iorque.
Começou a sua carreira artística no teatro e, graças a uma bolsa de estudos, conseguida com a influência do escritor Érico Veríssimo, cursou artes cénicas na Universidade de Yale.
José Lewgoy é referência quando se fala de cinema brasileiro, pois participou de mais de cem filmes. Era presença constante nas telas desde o final da década de 40 e sempre disputado pelos melhores diretores. Ao lado de Oscarito, Grande Otelo, Eliana Macedo, Cyll Farney e Anselmo Duarte brilhou nas chanchadas produzidas pela Atlântida, na década de 50. Ator com prestígio internacional, Lewgoy participou de várias produções estrangeiras e morou na França durante alguns anos.
Começou a participar em telenovelas apenas em 1973, com Cavalo de Aço, na Rede Globo e, a partir daí, participou de mais de 30 produções na televisão, sendo a última delas, Esperança, em 2002, também na Globo.
Ganhou vários prémios como ator de cinema e televisão e consagrou-se com o personagem Edgar Dumont, da telenovela Louco Amor, de Gilberto Braga. Destaque também para as suas atuações em Nina, de Walter George Durst, Dancin' Days e Água Viva, ambas também de Gilberto Braga, O Rebu e Feijão Maravilha, de Bráulio Pedroso e nas minisséries O Tempo e o Vento, inspirada na obra de Érico Veríssimo e Anos Dourados, de Gilberto Braga.
   
 
in Wikipédia

Roy Scheider morreu há dezassete anos...

       
Roy Richard Scheider (Orange, 10 de novembro de 1932 - Little Rock, 10 de fevereiro de 2008) foi um ator norte-americano.
Estudou no Franklin & Marshall College, em Lancaster, na Pensilvânia. A sua carreira no cinema começou em 1964, no filme The Curse of the Living Corpse. A seguir fez Star! (1968), Paper Lion (1968), Stiletto (1969) e Puzzle of a Downfall Child (1970).
Foi casado com Cynthia Scheider, de 1962 a 1989, e com teve uma filha. Desde 1989 que era casado com Brenda King, com quem teve um casal de filhos.

(...)
 
Em 2004, foi-lhe diagnosticado mieloma múltiplo, um cancro de células sanguíneas. Em junho de 2005 fez um transplante de medula óssea para tratar do cancro, que foi classificado como estando em recuo parcial. Scheider morreu a 10 de fevereiro de 2008, em Little Rock, no Arkansas, no Hospital de Ciências Médicas da Universidade de Arkansas, aos 75 anos de idade. Apesar de a causa da morte não ter sido divulgada imediatamente, a esposa de Scheider atribuiu a morte do marido a uma infeção de estafilococos.

A princesa Alice do Mónaco nasceu há 167 anos

  
Maria Alice Heine (Nova Orleães, 10 de fevereiro de 1858Paris, 22 de dezembro de 1925), por vezes referida simplesmente como Alice Heine, foi a segunda esposa de Alberto I, Príncipe de Mónaco, o trisavô do atual Príncipe de Mónaco, Alberto II.
Tendo usado os títulos de Princesa de Mónaco e de Duquesa de Richelieu, foi um influente membro da alta sociedade no final do século XIX e no início do século XX. Marcel Proust usou-a como inspiração para a figura da princesa de Luxemburgo, na sua obra Em Busca do Tempo Perdido.
 
Biografia
Maria Alice Heine nasceu no nº 900 da Rue Royale, no Bairro Francês (French Quarter em inglês, Vieux Carré em francês) de Nova Orleães, Louisiana, nos Estados Unidos. Era filha de pais judeus, de origem alemã. O pai, Michael Heine, era o líder de uma proeminente família de banqueiros de Berlim e Paris, e sobrinho do poeta Heinrich Heine. Tinha emigrado da Alemanha para Paris em 1840, e partido para Nova Orleães em 1843, onde tinha casado e instalado como banqueiro e construtor civil de sucesso. A sua mãe, Amelie Miltenberger, era filha de um arquiteto cuja família tinha construído três grandes mansões interligadas na Rue Royale.
Devido à Guerra Civil Americana, a família Heine resolveu regressar a França, onde a beleza e riqueza da jovem herdeira a transformaram num dos pontos de interesse da alta sociedade parisiense. A&M Heine, a firma da sua família, ajudou a financiar o imperador Napoleão III no esforço de guerra contra a Prússia, na Guerra Franco-Prussiana de 1870-1871.
Depois de se converter ao catolicismo, Alice casou-se, a 27 de fevereiro de 1875, com Jean-Marie Odet Armand Chapelle, marquês de Jumilhac e 7º duque de Richelieu. Este casamento gerou um filho, Armand Chapelle, que, com a morte do seu pai (a 28 de junho de 1880), foi o 8º e último duque de Richelieu. Com apenas vinte e um anos, Alice passou a ser a duquesa viúva de Richelieu.
A 30 de outubro de 1889, Alice Heine casou-se com Alberto I, Príncipe do Mónaco, que teve o seu primeiro casamento, com Maria Vitória Hamilton, anulado alguns anos antes, em 1880. O casamento foi, a princípio, aparentemente feliz, com Alice, devido à sua experiência e aptidão natural para os negócios, assumindo um importante papel na gestão do Principado. O seu papel foi determinante para transformar o Mónaco num dos grandes centros culturais da época e para aumentar substancialmente a afluência de turistas.
O príncipe batizou dois dos seus navios de investigação em honra da princesa (o Princesse Alice e o Princesse Alice II). Descoberto durante uma das expedições de Albert I aos Açores, a bordo do Princesse Alice II, o grande banco existente ao sul da ilha do Pico foi batizado de Banco Princesa Alice.
Albert I era um devotado oceanógrafo, passando grande parte do seu tempo no mar. Durante as ausências do marido, Alice mostrou grande interesse pela cultura, em especial pela ópera. Conheceu e acabou por se enamorar por Isidore de Lara, um compositor e galã de origem britânica, então muito em voga na ópera monegasca. Em 1902 o romance foi descoberto pelo príncipe, que, à vista do público e em plena Salle Garnier, esbofeteou a princesa quando, na noite de 18 de fevereiro, se dirigiam para o camarote real, para assistir à estreia de Le Jongleur de Notre-Dame.
Albert I e a Pricesa Alice separaram-se, judicialmente, a 30 de maio de 1902, no Mónaco, e a 3 de junho de 1902, na França, mas nunca se divorciaram formalmente. Após o falecimento do príncipe, vinte anos mais tarde, Alice passou a usar o título de princesa viúva de Mónaco. Nunca mais voltou a casar.
  
    

(imagem daqui)

Hoje é dia recordar um Poeta...

 

 

A emigração dos poetas

 

Homero não tinha morada
E Dante teve que deixar a sua.
Li-Po e Tu-Fu andaram por guerras civis
Que tragaram 30 milhões de pessoas
Eurípedes foi ameaçado com processos
E Shakespeare, moribundo, foi impedido de falar.
Não apenas a Musa, também a polícia
Visitou François Villon.
Conhecido como “o Amado”
Lucrécio foi para o exílio
Também Heine, e assim também
Brecht, que buscou refúgio
Sob o teto de palha dinamarquês.

 

 

Bertolt Brecht

Cauby Peixoto nasceu há 94 anos...

  
Cauby Peixoto Barros (Niterói, 10 de fevereiro de 1931 - São Paulo, 15 de maio de 2016) foi um cantor brasileiro, considerado um dos maiores intérpretes da música brasileira.
Iniciou a sua carreira artística no final da década de 40. Estudou num Colégio de Padres Salesianos em Niterói, onde chegou a cantar no coro da escola e também no coro da igreja que frequentava. Também trabalhou num comércio até que resolver participar em programas de novatos no rádio, no final da década de 40, no Rio de Janeiro.
A sua voz era caracterizada pelo timbre grave e aveludado, mas principalmente pelo estilo próprio de cantar e interpretar, além da extravagância e penteados excêntricos. Proveniente duma família de músicos, o pai (conhecido como Cadete) tocava viola, a mãe bandolim, os irmãos eram instrumentistas, as irmãs cantoras e o tio pianista. Sobrinho do músico Nonô, pianista que popularizou o samba naquele instrumento, Cauby também era primo do cantor Ciro Monteiro.
    
Morte
Cauby Peixoto morreu na noite do dia 15 de maio de 2016, aos 85 anos, em São Paulo. O cantor morreu por volta das 23.50. Ele estava internado, devido a uma pneumonia, desde o dia nove de maio no Hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo.
A última apresentação do artista ocorreu no dia 3 de maio de 2016, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Cauby cantou ao lado de cantora Ângela Maria, com quem estava em turnê de comemoração dos sessenta anos de carreira.
O velório de Cauby Peixoto aconteceu no hall da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, sendo o seu corpo sepultado no Cemitério de Congonhas.
    
 

O Estado do Vaticano faz hoje 96 anos


 

O Tratado de Latrão, "tratado de Santa Sé", "tratado de Roma-Santa Sé" é um dos pactos letaranenses de 1929 feito entre o Reino da Itália e a Santa Sé, ratificado em 7 de junho de 1929, dando fim à "Fronteira Ferroviaria".

Os pactos consistiam em três documentos:
  1. Um tratado político reconhecendo a total soberania da Santa Sé no estado da Cidade do Vaticano, doravante estabelecida.
  2. Uma concordata regulando a posição da Igreja Católica e a religião católica no Estado italiano.
  3. Uma convenção financeira acordando a liquidação definitiva das reivindicações da Santa Sé por suas perdas territoriais e de propriedade.
Em 756, Pepino, o Breve, rei dos francos, deu ao Papa um grande território no centro de Itália. A existência destes Estados Pontifícios terminou quando, em 1870, as tropas do rei Vítor Emanuel II entraram em Roma e incorporaram no Reino de Itália esta parte do território. Em 13 de março de 1871, Vítor Emanuel II ofereceu como compensação ao Papa Pio IX uma indemnização e o compromisso de mantê-lo como chefe do Estado do Vaticano, um bairro de Roma onde ficava a sede da Igreja. O papa porém, recusa-se a reconhecer a nova situação e considera-se prisioneiro do poder laico, dando início assim à Questão Romana.
Embora tenha negado inicialmente a proposta do governo italiano, a Igreja aceita estas condições em 11 de fevereiro de 1929, por meio do Tratado de São João de Latrão ou simplesmente Tratado de Latrão, que criou um novo estado, assinado por Benito Mussolini, então chefe do Governo italiano, e o cardeal Pietro Gasparri, secretário de Estado da Santa Sé. Este Tratado formalizou a existência do Estado do Vaticano (cidade do Vaticano), Estado soberano, neutro e inviolável, sob a autoridade do papa, e os privilégios de extraterritorialidade do palácio de Castelgandolfo e das três basílicas de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Por outro lado, a Santa Sé renunciou aos territórios que havia possuído desde a Idade Média e reconheceu Roma como capital da Itália.
    

Roberta Flack comemora hoje oitenta e oito anos

       
Roberta Flack (Asheville, Carolina do Norte, 10 de fevereiro de 1937) é uma cantora, pianista e compositora dos Estados Unidos.
Roberta Flack, uma das vozes mais afinadas da década de 70, nasceu na Carolina do Norte em 1937, numa família de músicos. Começou a estudar piano desde cedo, assim como a desenvolver sua voz.
Formada em música pela Universidade de Howard, cantava nos "pubs" de Washington quando foi contratada pela Atlantic Records, em 1969. O seu primeiro LP, First Take, teve uma certa repercussão, mas o sucesso veio com os compactos "First Time Ever I Saw Your Face" e "Killing Me Softly With His Song". Em 1977, gravou ao lado de Donny Hathaway o sucesso "The Closer I Get To You". Considerada uma cantora soul, Roberta Flack revela influências jazzísticas e até clássicas no seu estilo pianístico. 
     
 

Cliff Burton, baixista dos Metallica precocemente falecido, nasceu há 63 anos...

 
Clifford Lee "Cliff" Burton (Castro Valley, 10 de fevereiro de 1962 - Ljungby, 27 de setembro de 1986) foi um baixista americano que ficou conhecido pelo seu trabalho na banda de thrash metal Metallica, de 1982 a 1986. Como instrumentista ele era conhecido pelo seu estilo, que fazia uso de distorção e outros efeitos, muitos dos quais de uso na guitarra, como na sua canção mais característica, "(Anesthesia) Pulling Teeth".
   
(...)
   
Cliff estava a dormir quando, de acordo com o motorista, o autocarro da banda derrapou no gelo acumulado na estrada e capotou, na comuna de Ljungby, perto de Dörarp, numa região rural do sul da Suécia. Cliff, no beliche de cima, foi atirado para fora do autocarro, que, ao capotar, caiu em cima dele, matando-o.
    
undefined
  
 

Saudades de Dave Van Ronk...

 

He Was a Friend of Mine - Dave Van Ronk



He was a friend of mine
He was a friend of mine
Never had no money
Pay for his fines
He was a friend of mine

He died on the road
He died on the road
Never had no money
Pay for his board
He was a friend of mine

He never done no wrong
He never done no wrong
He was just a poor boy
A long way from home
He was a friend of mine

I stole away and cried
I stole away and cried
Never had no money
And I can't be satisfied
He was a friend of mine

He was a friend of mine
He was a friend of mine
When I hear his name
You know, I just can't keep from crying
He was a friend of mine

Jimmy Durante nasceu há 132 anos...

   
James Francis Durante (Nova York, 10 de fevereiro de 1893 - Santa Mónica, Califórnia, 29 de janeiro de 1980), mais conhecido como Jimmy Durante, foi um cantor, pianista, comediante e ator norte-americano que, durante mais de sessenta anos, foi um dos mais populares artistas norte-americanos.
   
 

A Mãe Menininha do Gantois nasceu há 131 anos

   
Maria Escolástica da Conceição Nazaré (Salvador, Bahia, 10 de fevereiro de 1894Salvador, 13 de agosto de 1986), conhecida como Mãe Menininha do Gantois, foi uma Iyálorixá (mãe-de-santo) brasileira, filha de Oxum.

 

in Wikipédia

 

Bertholt Brecht nasceu há 127 anos...

   
Eugen Bertholt Friedrich Brecht (Augsburg, 10 de fevereiro de 1898 - Berlim Leste, 15 de agosto de 1956) foi um destacado dramaturgo, poeta e encenador alemão do século XX.Os seus trabalhos artísticos e teóricos influenciaram profundamente o teatro contemporâneo, tornando-o mundialmente conhecido a partir das apresentações de sua companhia, Berliner Ensemble, realizadas em Paris durante os anos de 1954 e 1955.
Ao final dos anos 1920 Brecht torna-se marxista, vivendo o intenso período das mobilizações da República de Weimar, desenvolvendo o seu teatro épico. A sua praxis é uma síntese do experimentalismo teatral de Erwin Piscator e Vsevolod Emilevitch Meyerhold, do conceito de estranhamento do formalista russo Viktor Chklovski, do teatro chinês e do teatro experimental da Rússia soviética, entre os anos de 1917-1926. O seu trabalho como artista concentrou-se na crítica artística ao desenvolvimento das relações humanas no sistema capitalista.

 

Perguntas de um Operário Letrado



Quem construiu Tebas, a das sete portas?
Nos livros vem o nome dos reis,
Mas foram os reis que transportaram as pedras?
Babilónia, tantas vezes destruída,
Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas
Da Lima Dourada moravam seus obreiros?
No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde
Foram os seus pedreiros? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem
Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio
Só tinha palácios
Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida
Na noite em que o mar a engoliu
Viu afogados gritar por seus escravos.

O jovem Alexandre conquistou as Índias
Sozinho?
César venceu os gauleses.
Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?
Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha
Chorou. E ninguém mais?
Frederico II ganhou a guerra dos sete anos
Quem mais a ganhou?

Em cada página uma vitória.
Quem cozinhava os festins?
Em cada década um grande homem.
Quem pagava as despesas?

Tantas histórias
Quantas perguntas

 

Bertolt Brecht

John William Waterhouse morreu há 108 anos

     
John William Waterhouse (Roma, entre janeiro e abril de 1849 - Londres, 10 de fevereiro de 1917) foi um pintor inglês, conhecido pelas suas obras no estilo pré-rafaelita. Trabalhou diversas décadas após o fim da Irmandade Pré-Rafaelita, que viu o seu apogeu em meados do século XIX, o que fez com que ele fosse apelidado de “o pré-rafaelita moderno”. Recebendo influência não só do início do pré-rafaelismo como também dos seus contemporâneos, os impressionistas, as suas obras eram conhecidas por suas representações de mulheres tanto da mitologia grega como da lenda do Rei Artur.
Nascido na Itália, de pais ingleses pintores, mais tarde mudou-se para Londres, onde ingressou na Academia Real Inglesa. Logo começou a expor as suas obras nas exposições anuais de verão da academia, focando na criação de telas grandes retratando cenas da vida quotidiana e da mitologia grega. Mais tarde aliou-se declaradamente ao estilo pré-rafaelita de pintura, mesmo que na arte britânica este fosse um estilo fora de moda há décadas.
Apesar de não ser tão conhecido como artistas do início do pré-rafaelismo como Dante Gabriel Rossetti, John Everett Millais e William Holman Hunt, a obra de Waterhouse atualmente é exposta em grandes galerias britânicas de arte, e a Academia Real Inglesa organizou uma grande retrospetiva de sua obra em 2009.
 
Diógenes (1882)


A Dama de Shallot observando Lancelot (1894)


in Wikipédia

Wilhelm Conrad Rontgen morreu há cento e dois anos

    
Wilhelm Conrad Röntgen (Lennep, 27 de março de 1845 - Munique, 10 de fevereiro de 1923) foi um físico alemão que, em 8 de novembro de 1895, produziu radiação eletromagnética nos comprimentos de onda correspondentes aos atualmente chamados raios X. Por essa descoberta recebeu o primeiro Nobel de Física, em 1901. Em 2004, em reconhecido dos seus feitos científicos, a União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC) nomeou o elemento químico 111 de roentgénio. O  roentgénio, inicialmente chamado de ununúnio (do latim um, um, um) e eka-ouro (semelhante ao ouro), é um elemento químico, símbolo Rg (anteriormente Uuu), número atómico 111 (111 protões e 111 eletrões), com massa atómica [272] u, sendo um dos átomos mais pesados.
  

Laura Dern celebra hoje 58 anos

     

Laura Elizabeth Dern (Los Angeles, 10 de fevereiro de 1967) é uma atriz, cineasta e produtora de cinema norte-americana vencedora do Oscar e Emmy.

Laura trabalhou em filmes como Smooth Talk (1985), Veludo Azul (1986), Fat Man e Little Boy (1988), Wild at Heart (1990), Jurassic Park (1993) e October Sky (1999). Pelos seus desempenhos em Rambling Rose (1991) e Wild (2014), foi indicada ao Óscar de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante, respetivamente. Já por seus trabalhos na televisão, recebeu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme por Big Little Lies e quatro Golden Globes, dois de Melhor Atriz Coadjuvante em série, minissérie e telefilme por Recount (2008) e Big Little Lies (2017), um de Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme, por Afterburn (1993) e um de Melhor Atriz em Série de Comédia, por Enlightened (2012).

Pela sua performance em Marriage Story (2020), ganhou o seu quinto Globo de Ouro, o seu segundo Critics' Choice, e os SAG Awards, BAFTA e Óscar na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante

  

undefined
   

Vanessa da Mata - 49 anos

       
Vanessa Sigiane da Mata Ferreira (Alto Garças, Mato Grosso, 10 de fevereiro de 1976) é uma cantora e compositora brasileira. Lançou sete álbuns e dois CD'S/DVDs ao Vivo, este último gravado em Paraty (RJ). Entre os grandes sucessos de sua discografia estão "Não me deixe só", "Ainda Bem", "Ai, Ai, Ai", "Boa Sorte/Good Luck", "Baú", "Amado", "O Tal Casal", "As Palavras" e mais recentemente "Segue o Som". O seu primeiro romance - A Filha das Flores - foi lançado em 2013 e já teve reedições em Portugal, México e Alemanha. 
    
 

Maluda morreu há vinte e seis anos...

Autorretrato de 1968

 

Maria de Lourdes Ribeiro, conhecida por Maluda (Pangim, 15 de novembro de 1934 - Lisboa, 10 de fevereiro de 1999) foi uma pintora portuguesa que recebeu a Ordem do Infante Henrique .

A sua obra se baseava principalmente em retratos, visões das cidades, nomeadamente na pintura de paisagens urbanas, janelas e vários outros elementos arquitetónicos.

 

Vida

Maluda nasceu na cidade de Pangim, no estado de Goa, no então Estado Português da Índia. Começou na pintura como retratista autodidata ainda em Lourenço Marques (atual Maputo), onde viveu a partir de 1948. Foi lá que formou, com Garizo do Carmo, João Paulo e João Aires o grupo de pintura "Os Independentes", que expôs coletivamente em 1961, 1962 e 1963. Em 1963 obteve uma bolsa de estudos da Fundação Calouste Gulbenkian e viajou para Portugal, onde trabalhou com o mestre Roberto de Araújo em Lisboa.

Entre 1964 e 1967 viveu em Paris, como bolseira da Gulbenkian. Aí trabalhou na Academia de la Grande Chaumière com os mestres Jean Aujame e Michel Rodde. Durante a sua estadia em Paris conviveu com outros artistas, entre eles Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Seznes. Foi nessa altura que se interessou pelo retrato e por composições que fazem a síntese da paisagem urbana, com uma paleta de cores muito característica e uma utilização brilhante da luz, que conferem às suas obras uma identidade muito própria e inconfundível. Pintou os retratos de Ana Zanatti, Amália Rodrigues, Aquilino Ribeiro, Mário Soares e Álvaro Cunhal, entre outros. 

Em 1969 realizou a sua primeira exposição individual na galeria do Diário de Notícias, em Lisboa. Em 1973 realizou uma grande exposição individual na Fundação Gulbenkian, que obteve grande sucesso, registando cerca de 15.000 visitantes e lhe deu grande notoriedade a partir de então. Entre os anos de 1976 e 1978 foi novamente bolseira da Fundação Gulbenkian, estudando em Londres e na Suíça. A partir de 1978 dedicou-se também à temática das janelas, procurando utilizá-las como metáfora da composição público-privado. Em 1979 recebeu o "Prémio de Pintura" da Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa. Nesse ano realizou ainda uma exposição na Fundação Gulbenkian em Paris.

O seu livro “Maluda” com prefácio de Maria Helena Vieira da Silva é publicado em 1981

A partir de 1985, Maluda foi convidada para fazer várias séries de selos para os CTT. Dois selos da sua autoria ganharam, na World Government Stamp Printers Conference, em Washington, D.C., em 1987 e em Périgueux (França), em 1989, o "Prémio mundial" para o melhor selo. 

Em 1994 recebeu o prestigiado "Prémio Bordalo Pinheiro", atribuído pela Casa da Imprensa. No âmbito da "Lisboa Capital da Cultura", realizou uma exposição individual no Centro Cultural de Belém em Lisboa.

A 13 de outubro de 1998 foi agraciada pelo Presidente da República Jorge Sampaio com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, ao mesmo tempo que realizou a sua última exposição individual, "Os selos de Maluda", patrocinada pelos CTT. 

Maluda morreu em Lisboa a 10 de fevereiro de 1999, aos 64 anos, vítima de cancro do pâncreas. O seu corpo foi enterrado no Talhão dos Artistas do Cemitério dos Prazeres, em Lisboa. 

Em testamento, a artista instituiu o "Prémio Maluda de Pintura" que, durante alguns anos, foi atribuído pela Sociedade Nacional de Belas-Artes.  Receberam este prémio as pintoras Ana Vidigal (1999), Cristina Valadas (2000), Fátima Mendonça (2001). 

Em 2001, o crítico de arte português, José-Augusto França elegeu seu quadro "Portel" (de 1986) como um dos "100 Quadros Portugueses do Século XX".

Em 2007, a Rua 1 do bairro da Quinta do Grafanil, em Lisboa, passou a se chamar Rua Maluda, em sua homenagem.

Em 2009 foi publicado um livro que assinala a passagem do décimo aniversário da sua morte, reunindo a quase totalidade da sua vasta obra e que contou com o Alto Patrocínio do Presidente da República portuguesa. No mesmo ano, a Assembleia da República, em Lisboa, homenageou-a com uma grande exposição retrospetiva.

 

 Prémios

 

Obra

Embora experimentando vários géneros, incluindo retratos, serigrafias, tapeçarias, cartazes, painéis murais, ilustrações e selos de correio.  O cerne principal da pintura de Maluda está muito voltado para a síntese da paisagem urbana, no que a sua arte, segundo Pamplona, segue, conceptualmente, Paul Cézanne (1839-1906), o mestre do Impressionismo. Ou, como escreveu Fernando Pernes, a sua arte representa «um sistemático decantamento da experiência cezanneana». 

Os quadros que pintava eram baseados principalmente nas cidades, nomeadamente na pintura de paisagens urbanas, janelas e vários outros elementos arquitetónicos. A notoriedade das suas obras pictóricas aparentemente mais simples (algumas utilizadas em selos oficiais por encomenda dos Correios portugueses), ao mesmo tempo que a promovia a uma das mais populares pintoras portuguesas das últimas décadas do século XX artístico português, também teve o efeito negativo de encobrir uma vasta obra de criação gráfica mais complexa. Na sua carreira, Maluda efetuou 24 exposições individuais e está representada em vários museus, entre os quais os da Fundação Calouste Gulbenkian e do Centro Cultural de Belém mas também em várias coleções particulares em Portugal e noutros países.

 

in Wikipédia

 


Janelas de Maluda (daqui)