terça-feira, janeiro 21, 2025

Cecil B. DeMille morreu há 66 anos...

      
Cecil Blount DeMille, mais conhecido como Cecil B. DeMille (Ashfield, 12 de agosto de 1881 - Hollywood, 21 de janeiro de 1959) foi um cineasta americano, um dos 36 fundadores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.
    

Prémios e nomeações
  • Recebeu uma nomeação para o Óscar, na categoria de Melhor Diretor, por "O Maior Espetáculo da Terra" (1952).
  • Recebeu 2 nomeações para o Óscar, na categoria de Melhor Filme, por "O Maior Espetáculo da Terra" (1952) e "Os Dez Mandamentos" (1956). Venceu em 1952.
  • Ganhou um Óscar honorário em 1950, concedido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, como reconhecimento pelos seus 37 anos de carreira.
  • Ganhou o Prémio Irving G. Thalberg, em 1953, concedido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.
  • Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Diretor, por "O Maior Espetáculo da Terra" (1952).
  • Ganhou a Palma de Ouro, no Festival de Cannes, por "Aliança de Aço" (1939).
     

Paulo Miklos, vocalista dos Titãs, faz hoje 66 anos

  
Paulo Roberto de Sousa Miklos (São Paulo, 21 de janeiro de 1959) é músico e ator brasileiro, ex-vocalista da banda de rock Titãs. Em 2001 iniciou uma carreira de ator e, em 2011, iniciou uma carreira de apresentador de televisão, apresentando o "Paulo Miklos Show" na Mix TV, entre 2012 e 2013. 
   

 


A república assassinou Luís XVI, Rei da França, há 232 anos...

A Execução de Luís XVI de França, a partir de uma gravura alemã
     
A Execução de Luís XVI na guilhotina é um dos acontecimentos mais importantes da Revolução Francesa. Ela teve lugar no dia 21 de janeiro de 1793, aproximadamente às 10.20 horas, em Paris, na Praça da Revolução (a antiga Praça Luís XV, renomeada, em 1795, como Praça da Concórdia), nome que hoje ainda mantém.
  
Contexto
Na sequência dos acontecimentos da jornada de 10 de agosto de 1792 e do ataque ao Palácio das Tulherias, residência da família real, pelo povo parisiense, Luís XVI é preso na Prisão do Templo com a sua família, por alta traição. No final de seu processo, Luís XVI é condenado à morte por curta maioria (apenas um voto de diferença), a 15 de janeiro de 1793.
    
Trajeto
Luís XVI foi acordado às 05.00 horas da manhã. Cléry, o seu camareiro, assiste o rei na sua toalete matinal. Luís XVI encontra-se, em seguida, com o abade Henri Essex Edgeworth de Firmont, confessa-se, assiste à sua última missa e recebe a comunhão.
Aconselhado pelo abade, Luís XVI evita um último encontro de despedida com a sua família. Os guardas, temendo um rapto do rei, entram e saem incessantemente. Às 07.00 horas, Luís XVI confia as suas últimas vontades ao abade, o seu selo para o Delfim e a sua aliança de casamente para a Rainha. Após receber a bênção do abade, Luís XVI junta-se a Antoine Joseph Santerre, que comanda a guarda.
Um nevoeiro espesso envolve o dia, glacial. Dentro do primeiro pátio, Luís XVI volta-se para a Torre do Templo, onde foram colocados os demais membros da família real, mas estes não aparecem às janelas. No segundo pátio, uma carruagem verde espera. Luís XVI toma o seu lugar nela, com o abade, e mais duas pessoas da milícia instalam-se à sua frente. A carruagem deixa o Templo por volta das 09.00 horas. Ela vira à direita, pela Rua do Templo, para atingir os grandes Boulevards.
Um cortejo é formado com a carruagem, precedido por tambores e escoltado por uma tropa de cavaleiros com sabres desfraldados. O cortejo avança entre diversas fileiras de guardas nacionais e de sans-culottes.
     
Placa na Rua de Beauregard, recordando a tentativa de evasão do Rei
     
A multidão é numerosa e está dividida. Uma maioria opõe-se à execução, mas os homens armados e guardas nacionais estão preparados. Nas proximidades da Rua de Cléry, o Barão de Batz, apoio da família real que havia financiado a Fuga de Varennes, convocou 300 monárquicos para fazer evadir o Rei. Este deveria ser escondido numa casa pertencente ao conde de Marsan, na Rua de Cléry. O barão de Batz avança, aos gritos de: "Comigo, meus amigos, para salvar o Rei!". Porém, os seus companheiros haviam sido denunciados e apenas alguns puderam comparecer. Três foram mortos, mas o barão de Batz pode escapar. Dentro da carruagem, o Rei Luís XVI não se percebeu nada. No breviário do abade, ele lia a prece dos agonizantes. O cortejo, conduzido por Santerre, prosseguiu o seu caminho pelos boulevards e pela Rua da Revolução. Ele entra às 10.00 horas na Praça da Concórdia e para aos pés do cadafalso, instalado em frente ao Palácio das Tulherias, última residência real, entre o pedestal da estátua, removida, de Luís XV e a parte baixa dos Champs-Élysées. O local é rodeado por canhões em bateria e uma profusão de espadas e baionetas.
    
Testemunhos
Imprensa contemporânea
O jornal "Thermomètre du Jour" ("Termômetro do Dia") de 13 de fevereiro, jornal republicano moderado, descreve o Rei gritando: "Estou perdido!", citando como testemunha o carrasco, Charles-Henri Sanson.
  
Sanson
Sanson, o carrasco do rei, reage à versão do jornal "Thermomètre du Jour", dando o seu próprio testemunho sobre a execução, em carta datada de 20 de fevereiro de 1793:
Chegado ao pé da guilhotina, Luís XVI considerou um instante os instrumentos de seu suplício e perguntou a Sanson se os tambores cessariam de bater. Ele se aproximou para falar. Foi dito aos carrascos que fizessem seu dever. Enquanto lhe colocavam as cilhas, ele gritou : "Povo, eu morro inocente!". De seguida, virando-se para os carrascos, Luís XVI declara: "Senhores, sou inocente de tudo o que me inculpam. Espero que meu sangue possa cimentar a felicidade dos Franceses". O cutelo caiu. Eram 10 horas e 22 minutos. Um dos assistentes de Sanson apresentou a cabeça de Luís XVI ao povo, enquanto se elevava um grande grito de: "Viva a Nação! Viva a República!" e que ressoava uma salva de artilharia, que chegou até aos ouvidos da família real encarcerada..
Por fim, Sanson sublinha numa carta que o rei "suportou tudo aquilo com um sangue frio e uma firmeza que nos espantou a todos. Fico quase convencido que ele retirou esta firmeza dos princípios da sua religião, dos quais ninguém mais do que ele parecia compenetrado ou persuadido".
     

Lola Flores nasceu há cento e dois anos...

Monumento a Lola Flores em Jerez de la Frontera
     
Maria de Los Dolores Flores Ruiz
(Jerez de la Frontera, Espanha, 21 de janeiro de 1923 - Madrid, 16 de maio de 1995), foi atriz, bailarina de flamenco e cantora espanhola, conhecida por Lola Flores, La Faraona.
Nascida em 21 de janeiro de 1923, em San Miguel, província de Cádiz, em Jerez de la Frontera, Lola Flores (ou La Faraona, como era conhecida no meio artístico) foi uma das figuras mais queridas da Espanha no século XX, famosa cantora folclórica, bailarina e atriz. A sua mãe tinha ascendência cigana por parte do pai.
Em 1939, com 16 anos, estreou no Teatro Villamarta com o espetáculo Luces de España. Um de seus maiores êxitos foi como parceira artística de Manolo Caracol, com quem trabalhou até 1951.
Casou-se com o guitarrista Antonio González Batista (El Pescaílla), em 1958, com quem teve três filhos: Dolores Flores (conhecida como Lolita Flores), Antonio Flores e Rosário Flores, todos eles também cantores.
Faleceu aos 72 anos, de cancro da mama, diagnosticado em 1972. Foi sepultada no Cemitério de la Almudena, em Madrid. Catorze dias após a sua morte, o seu filho Antonio, de 34 anos, foi encontrado em casa, morto supostamente por overdose de narcóticos. Foi enterrado junto da mãe.
   

 


Benny Hill nasceu há 101 anos


Alfred Hawthorne "Benny" Hill (Southampton, 21 January 1924 – Teddington, Greater London, 20 April 1992) was an English actor, comedian, singer and writer. He is remembered for his television programme The Benny Hill Show, an amalgam of slapstick, burlesque and double entendre in a format that included live comedy and filmed segments, with Hill at the focus of almost every segment.
 

 


Lenine morreu há cento e um anos...

     
Vladimir Ilitch Lenine (nascido Vladimir Ilyitch Uliánov, Simbirsk, 22 de abril de 1870 – Gorki, 21 de janeiro de 1924) foi um revolucionário e chefe de Estado russo, responsável em grande parte pela execução da Revolução Russa de 1917, líder do Partido Comunista, e primeiro presidente do Conselho dos Comissários do Povo da União Soviética. Influenciou teoricamente os partidos comunistas de todo o mundo e as suas contribuições resultaram na criação de uma corrente teórica denominada leninismo (Ética de Estado). Diversos pensadores e estudiosos escreveram sobre a sua importância para a história recente e o desenvolvimento da Rússia, entre eles o historiador Eric Hobsbawm, para quem Lenine teria sido "o personagem mais influente do século XX".
    
(...)   
    
Lenine estava seriamente doente na segunda metade de 1921, sofrendo de hiperacusia, insónia e dores de cabeça regulares. Por insistência do Politburo, deixou Moscovo em julho para um mês de licença na sua mansão em Gorki, onde foi apoiado pela sua esposa e irmã. Começou a contemplar a possibilidade de suicídio, pedindo a Krupskaya e Stalin que adquirissem cianeto de potássio para ele. Vinte e seis médicos seriam contratados para ajudar Lenine durante seus últimos anos; muitos eram estrangeiros e foram contratados a grandes custos. Alguns sugeriram que a doença dele poderia ter sido causada pela oxidação do metal das balas que foram alojadas em seu corpo da tentativa de assassinato de 1918; em abril de 1922 ele foi submetido a uma operação cirúrgica para removê-las. Os sintomas continuaram depois disso, com os médicos inseguros da causa; alguns sugeriram que estava sofrendo de neurastenia ou arteriosclerose cerebral, embora outros acreditassem que ele tivesse sífilis, uma ideia endossada num relatório de 2004 de uma equipe de neurocientistas que sugeriram que isso foi mais tarde deliberadamente ocultado pelo governo. Em maio de 1922, Lenine sofreu o seu primeiro acidente vascular cerebral, perdendo temporariamente a sua capacidade de falar e ficando com seu lado direito paralisado. Convalesceu em Gorki, e recuperou ao longo de julho. Em outubro retornou a Moscovo, embora em dezembro tenha sofrido um segundo derrame e retornado à mansão.
Apesar de sua doença, permaneceu profundamente interessado na política. Quando a liderança do Partido Socialista Revolucionário foi considerada culpada de conspirar contra o governo, num julgamento realizado entre junho e agosto de 1922, Lenine pediu a sua execução; eles foram presos indefinidamente, sendo executados apenas durante a Grande Purga sob a liderança de Estaline. Com seu apoio, o governo também conseguiu erradicar virtualmente o menchevismo na Rússia, expulsando todos os membros da fação rival de instituições e empresas estatais em março de 1923 e, em seguida, aprisionando a adesão do partido nos campos de concentração. Lenine mostrava-se preocupado com a sobrevivência do sistema burocrático czarista na Rússia Soviética, e ficou cada vez mais preocupado com isso em seus últimos anos de vida. Condenando a postura burocrática, sugeriu uma revisão total da burocracia para lidar com tais problemas, em uma carta queixando-se de que "estamos sendo sugados para um pântano burocrático".
Durante dezembro de 1922 e janeiro de 1923, ditou o seu "Testamento", no qual discutia as qualidades pessoais de seus camaradas, particularmente Trótski e Estaline. Recomendou que o último fosse removido do cargo de Secretário-Geral do Partido Comunista, julgando-o inapto para o cargo. Em vez disso, recomendou Trótski para o trabalho, descrevendo-o como "o homem mais capaz no atual Comité Central"; destacando seu intelecto superior, mas ao mesmo tempo criticando sua autoconfiança e inclinação para o excesso administrativo. Durante este período, ditou uma crítica à natureza burocrática da Inspeção Operária e Camponesa, apelando para o recrutamento de novo pessoal da classe trabalhadora como antídoto para este problema, enquanto em outro artigo pedia que o estado combatesse o analfabetismo, promovesse a pontualidade e a consciencialização dentro da população e encorajasse os camponeses a se unirem às cooperativas.

Na ausência de Lenine, Estaline consolidava o seu poder, nomeando os seus partidários para posições proeminentes e cultivando uma imagem de si mesmo como o sucessor mais íntimo e meritório de Lenine. Em dezembro de 1922, assumiu a responsabilidade pelo regime de Lenine, sendo incumbido pelo Politburo de controlar quem tinha acesso a ele. No entanto, Lenine tornava-se cada vez mais crítico de Estaline; enquanto insistia que o Estado deveria manter o seu monopólio no comércio internacional durante o verão de 1922, Estaline estava levando vários outros bolcheviques a se oporem sem êxito a isso. Também havia argumentos pessoais entre os dois; ele chateou Krupskaya gritando com ela durante uma conversa telefónica, o que por sua vez irritou muito Lenine, que o enviou uma carta expressando o seu aborrecimento.

A divisão política mais significativa entre os dois surgiu durante o caso georgiano. Estaline havia sugerido que tanto a Geórgia como os países vizinhos, como o Azerbaijão e a Arménia deveriam ser fundidos no Estado russo, apesar dos protestos de seus governos nacionais. Lenine via isso como uma expressão do chauvinismo étnico da Grande Rússia por parte de Estaline e seus partidários. Em vez disso, pediu que esses estados-nação se unissem à Rússia como partes semi-independentes de uma união maior, que sugeriu ser chamada União das Repúblicas Soviéticas da Europa e Ásia. Estaline inicialmente resistiu à proposta, mas finalmente a aceitou, embora tenha mudado o nome do estado recém-proposto para União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Lenine enviou Trótski para falar em seu nome no plenário do Comité Central em dezembro, onde os planos para a URSS foram sancionados; esses planos foram então ratificados em 30 de dezembro pelo Congresso dos Sovietes, resultando na formação da União Soviética. Apesar de sua falta de saúde, foi eleito presidente do novo governo do país. 

Morte e funeral: 1923–24

Em março de 1923, Lenine sofreu um terceiro acidente vascular cerebral e perdeu a capacidade de falar; naquele mês, teve paralisia parcial no seu lado direito e começou a exibir afasia sensorial. Em maio, parecia estar fazendo uma recuperação lenta, quando começou a recuperar a sua mobilidade, fala e habilidades de escrita. Em outubro, fez uma visita final a Moscovo e ao Kremlin. Nas suas últimas semanas, foi visitado por Zinoviev, Kamenev e Bukharin, com este último visitando-o em sua mansão em Gorki no dia de sua morte. Lenine morreu na sua mansão em 21 de janeiro de 1924, após entrar em coma no início do dia. A causa oficial de sua morte foi registada como uma doença incurável dos vasos sanguíneos.

O governo anunciou publicamente seu falecimento no dia seguinte. No dia 23 de janeiro, os deputados do Partido Comunista, sindicatos e sovietes visitaram Gorki para inspecionar o corpo, que foi levado em um caixão vermelho por líderes bolcheviques. Transportado em um comboio para Moscovo, o caixão foi levado à Casa dos Sindicatos, onde o corpo teve um velório público. Nos próximos três dias, cerca de um milhão de pessoas vieram ver o corpo, gerando muitas filas por horas num frio congelante. Em 26 de janeiro, o XI Congresso dos Sovietes reuniu-se para prestar homenagem ao líder falecido, com os discursos de Kalinin, Zinoviev e Estaline, mas notavelmente não Trótski, que convalescera no Cáucaso. O seu funeral ocorreu no dia seguinte, quando seu corpo foi levado à Praça Vermelha, acompanhado de música marcial, onde multidões reunidas ouviam uma série de discursos antes que o cadáver fosse colocado no cofre de um mausoléu especialmente erguido. Apesar das temperaturas congelantes, dezenas de milhares de pessoas compareceram.
 
 
   
(imagem daqui)
       

Wendy James, vocalista dos Transvision Vamp, faz hoje 59 anos

 
Wendy James (London, 21 January 1966) is an English singer-songwriter most notable for her work with the pop band Transvision Vamp.
 

 


Ocorreu na Gronelândia um grave acidente nuclear há 57 anos

Boeing B-52G similar ao avião destruído
    
O Acidente da Base Aérea de Thule de 1968 ocorreu no dia 21 de janeiro de 1968, envolvendo um B-52 Stratofortress da Força Aérea dos Estados Unidos. Nessa data, o avião caiu no gelo a alguns quilómetros da Base Aérea de Thule e os investigadores só conseguiram recuperar três das quatro bombas nucleares.
Segundo documentos que eram confidenciais, obtidos graças à Freedom of Information Act (lei americana que permite que as agências federais revelem os seus documentos), os americanos nunca conseguiram localizar a bomba, apesar das buscas realizadas perto da base aérea de Thule, onde em 1968 um caça estratégico B-52 caiu com quatro bombas nucleares a bordo.
A base de Thule, a mais setentrional da Força Aérea dos Estados Unidos e de grande importância estratégica, foi construída em plena guerra fria, no início da década de 50. Era um elo importante na cadeia de radares do Norad (sistema de vigilância do espaço aéreo americano), previsto para detetar qualquer lançamento de mísseis soviéticos.
  

As primeiras viagens comerciais de um Concorde foram há 49 anos

  
O Concorde era um avião comercial supersónico de passageiros, que foi produzido entre abril de 1965 (fabricação da primeira peça) e o final de 1978, pelo consórcio formado pela britânica British Aircraft Corporation (BAC) e a francesa Aérospatiale. Os seus voos comerciais começaram em 21 de janeiro de 1976 e terminaram em 24 de outubro de 2003, tendo sido operado apenas pelas companhias British Airways e Air France.

     

(...) 

    

Em 21 de janeiro de 1976 o Concorde iniciou voos comerciais, ligando Paris ao Rio de Janeiro, com uma escala em Dacar, e Londres ao Barém. Voar no Concorde era uma experiência única. Tendo uma velocidade de cruzeiro 2,5 vezes superior à de qualquer aeronave de passageiros - 1.150 nós contra 450 nós, sendo 1.292 nós o recorde, em 19 de dezembro de 1985 - ele foi capaz de um feito memorável: um Concorde e um Boeing 747 da Air France descolaram, ao mesmo tempo, o Concorde de Boston e o Boeing 747 de Paris. O Concorde chegou a Paris, ficou uma hora no solo e retornou a Boston, pousando 11 minutos antes do Boeing 747. 

   

Emma Bunton - 49 anos

 

Emma Bunton (Londres, 21 de janeiro de 1976) é uma cantora, apresentadora de televisão e atriz britânica. Ficou conhecida mundialmente ao integrar o grupo pop Spice Girls de 1995 a 2001, lançando-se posteriormente numa carreira a solo.

     


Peggy Lee morreu há 23 anos...

 

Peggy Lee (Jamestown, 26 de maio de 1920 - Bel Air, Los Angeles, 21 de janeiro de 2002), nome artístico de Norma Deloris Egstrom, foi uma cantora de jazz tradicional dos Estados Unidos conhecida por interpretar as canções "Is That All There Is?" e "Fever". Ao longo de uma carreira de mais de cinco décadas, Peggy gravou mais de 600 canções e chegou a ser comparada às mais importantes cantoras americanas da sua época, como Billie Holiday e Bessie Smith.
     
    
Biografia
Nascida Norma Deloris Egstrom em Jamestown, Dacota do Norte, era conhecida como uma das mais importantes influências musicais do século XX. Lee é citada como inspiração para vários artistas, como Bobby Darin, Paul McCartney, Anni-Frid "Frida" Lyngstad (dos ABBA), Bette Midler, Madonna, k. d. lang, Elvis Costello, Dusty Springfield, Dr. John e Christina Aguilera, entre outros.
Como escritora, colaborou com seu ex-marido, Dave Barbour, e ainda Sonny Burke, Victor Young, Francis Lai, Dave Grusin, John Chiodini, e Duque Ellington, que dizia "If I'm the Duke, then Peggy's the Queen" ("Se eu sou o Duque, então Peggy é a Rainha").
Como atriz, foi indicada para um Óscar pelo seu papel em Pete Kelly's Blues.
Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Judy Garland, Dean Martin, Bing Crosby e Louis Armstrong todos citaram Lee como uma de suas cantoras favoritas.
   
 
 

Barros Madeira morreu há quatro anos...

  

Chega-nos a notícia do falecimento do Dr. JOÃO BARROS MADEIRA (Loulé, 03.08.1934 - 21.01.2021), filho de David Mendes Madeira e de Joana d'Aragão Barros, associado que foi do Orfeon Académico e da TAUC, dirigente associativo em Coimbra e reputado cantor-serenateiro na década de 50 e nos inícios dos anos sessenta. Deixou discos gravados com os grupos de Jorge Tuna e António Portugal.

Frequentou a FM da UC entre 1953-1962, com passagem prévia pelo Liceu João de Deus (Faro). Concluído curso, exerceu medicina no Algarve, teve militância política e dedicou-se à criação, treino e venda de pombos correios. 

Foi autor de pelo menos duas composições coimbrãs famosas e teve uma gravação censurada pela moral da época por conta de um verso onde se dizia que Nossa Senhora tivera inveja de uma moça sortuda. 

Tem uma pequena biografia em Niza (1999: I, 94), com erros na datação dos registos fonográficos.

Barros Madeira foi, no vulto e na voz, uma espécie de Luciano Pavarotti da Academia de Coimbra, tenor dotado de pontentíssimo registo que em 1962 fez um sucesso estrondoso na digressão do Orfeon Académico aos USA com o tema Fado de Santa Clara (em cuja gravação faz umas lentificações curiosas).

Deixa amigos, admiradores e muitas saudades.

Divulgação de uma fotografia tirada em 1959 junto da República Boa-Bay-Ela, onde também figura o popular "Teixeira" que vendia o Poney:


in Guitarra de Coimbra V (Cithara Conimbrigensis)



segunda-feira, janeiro 20, 2025

Novidades sobre Paleontologia portuguesa...!

Investigadores descobrem fóssil de planta com 310 milhões de anos em Gondomar

 

A descoberta permitiu saber “como estas plantas primitivas evoluíram e se reproduziram durante o período Carbonífero, no final da era Paleozóica” (entre há cerca de 538,8 e 252 milhões de anos).


O local onde o fóssil de uma nova espécie de planta com 310 milhões de anos foi encontrado, em Fânzeres, Gondomar



Investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e da Universidade da Madeira descobriram um fóssil de uma nova espécie de planta com 310 milhões de anos, em Fânzeres, Gondomar, no distrito do Porto.

A investigação, liderada pelo investigador do Centro de Geociências da FCTUC Pedro Correia, em colaboração com o paleobotânico da Universidade da Madeira Carlos Góis-Marques, descobriu uma nova espécie de uma gimnospérmica primitiva, com 310 milhões de anos, nas formações geológicas de Fânzeres.

O fóssil, denominado Palaeopteridium andrenelii, corresponde a uma nova espécie da extinta ordem Noeggerathiales, um grupo primitivo de plantas vasculares denominadas de progimnospérmicas da divisão Progymnospermophyta, revelou a FCTUC, em nota enviada à agência Lusa.

De acordo com Pedro Correia, a descoberta permitiu saber "como estas plantas primitivas evoluíram e se reproduziram durante o período Carbonífero, no final da era Paleozóica" (entre há cerca de 538,8 e 252 milhões de anos).

https://imagens.publico.pt/imagens.aspx/1971436?tp=UH&db=IMAGENS&type=JPG

Palaeopteridium andrenelii


"É um grupo de plantas ainda pouco compreendido e mal representado no registo fóssil da Península Ibérica, do qual são conhecidas apenas dez espécies noeggerathialeanas, número que pode ser reduzido para quase metade se tivermos em conta algumas considerações taxonómicas", explicou.

Palaeopteridium andrenelii é o segundo representante de Noeggerathiales descoberto no Carbonífero português, depois de o geólogo Carlos Teixeira ter descrito a noeggerathialeana Rhacopteris gomesiana, na década de 1940, na Bacia Carbonífera do Douro.

As Noeggerathiales eram, até há pouco tempo, consideradas um grupo de plantas com uma classificação taxonómica incerta que existiu nos períodos Carbonífero e Pérmico, há cerca de 359 a 252 milhões de anos.

Descobertas recentes permitiram classificar este grupo primitivo como progimnospérmicas heterosporosas, um grupo-irmão das pteridospérmicas – plantas produtoras de sementes que coexistiram com as Noeggerathiales.

Apesar da descoberta recente de espécimes completos encontrados nas formações do Pérmico da China, o grupo ainda permanece altamente artificial, uma vez que os seus órgãos reprodutores raramente são preservados em conexão orgânica com as partes frondosas da planta-mãe.

A nova espécie de progimnospérmica apresenta macroesporângios (estruturas reprodutoras) em associação, um dos quais ainda preserva um gametófito multicelular.

"Esta descoberta sugere que as Noeggerathiales possivelmente eram mais diversas do que pensávamos e a sua associação paleontológica a megaesporângios traz um novo conhecimento sobre a evolução destas plantas tão enigmáticas, bem como da sua paleoecologia", evidenciou o paleontólogo.

Carlos Góis-Marques afirmou tratar-se de "um achado singular", já que "fósseis de plantas pertencentes às extintas Noeggerathiales são raros na Europa e América, sobretudo devido aos seus requisitos ecológicos distintos".

"Esta nova espécie reforça o que já se conhecia: o registo paleobotânico do Carbonífero português apresenta um alto grau de endemismo de relevância internacional", concluiu o co-autor do artigo científico.



in Público

Um Poeta nunca morre - enquanto é recordado...

(imagem daqui)

 

La dulzura de ciertas palabras

   
La dulzura de ciertas palabras como
'nosotros dos'.
........Deambulo solitario entre los besos.
..........................De mis soledades vengo
..........................no vuelva a mis soledades.
Sentí que la eternidad
será esstar juntos los dos.
Dios que me quiere como si yo fuera Dios.
Alguna vez yo seré experto en amores
en tu cama, entre las sábanas.
..................Sexo de Dios.

 

Ernesto Cardenal

Heberto Padilla nasceu há 93 anos...

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Heberto Padilla (Puerta de Golpe, 20 de enero de 1932 - Auburn, 25 de septiembre de 2000) fue un poeta y catedrático cubano

 

Biografía

Estudió en la provincia de Pinar del Río y, después de terminar la secundaria, ingresó en la facultad de periodismo de la Universidad de La Habana.

Padilla se desempeñó como comentarista radial en Miami, ciudad en la que enseñó también inglés (1956-1959), idioma que había estudiado junto con el francés. Luego viajó a Nueva York para trabajar como profesor y traductor de las Escuelas Berlitz y ese mismo año de 1959 se convirtió en corresponsal de Prensa Latina. En Artemisa (Pinar del Río) terminó la enseñanza elemental y estudió el bachillerato. Dirigió dos revistas estudiantiles, Paladín Colegial (1945) y Repórter (1946). Cursó tres años de la carrera de Derecho en la Universidad de La Habana, también estudió periodismo, Humanidades y Lenguas en el extranjero. Además del castellano, sabía francés, inglés, alemán, ruso, italiano y griego.

Regresó a Cuba en 1959 para formar parte del periódico Revolución y fue corresponsal de Prensa Latina en la Unión Soviética (1962-1964). Colaboró en la revista Unión, fue director de Cubartimpex (1964), organismo encargado de seleccionar libros extranjeros, y representó al Ministerio de Comercio Exterior en los países socialistas y escandinavos.

En sus inicios, Padilla fue un entusiasta de la revolución cubana, pero ya a su regreso a la isla en 1966, después de haber trabajado en el bloque soviético, llegó con serias dudas y con una visión crítica, que pronto se tornaron en desencanto, que expresaba en privado, con el Gobierno de Fidel Castro

 

Fuera del juego

El mismo año de su regreso, se convirtió en centro de una polémica cultural en las páginas de la revista Juventud Rebelde. Sus críticas afloraron en Fuera del juego, poemario que obtuvo en 1968 el Premio Julián del Casal, de la Unión de Escritores y Artistas de Cuba (UNEAC), con un jurado compuesto por los cubanos José Lezama Lima, Manuel Díaz Martínez, José Zacarías Tallet, el peruano César Calvo y el británico J. M. Cohen.1

El comité director de esta institución, sin embargo, no estuvo de acuerdo con el galardón otorgado a Padilla en poesía y a Antón Arrufat en teatro, por lo que el 28 de octubre de ese año se reunió con los miembros del jurado para discutir las obras premiadas de los citados escritores. «Luego de un amplísimo debate, que duró varias horas», se acordó publicar ambas obras, pero acompañadas de una nota en la que el comité director de la UNEAC expresaba su desacuerdo por considerar que «son ideológicamente contrarios» a la Revolución cubana.

 

Encarcelamiento y emigración

Padilla, que desde 1967 trabajaba en la Universidad de La Habana, fue detenido el 20 de marzo de 1971 a raíz del recital dado en la Unión de Escritores, donde leyó Provocaciones. Arrestado junto con la poetisa Belkis Cuza Malé - su pareja desde fines de 1967; se casaron el 25 de enero de 1971 y la hija del primer matrimonio de esta, María Josefina, vivía con ellos -, fueron acusados de «actividades subversivas» contra el Gobierno. Su encarcelamiento provocó una reacción en todo el mundo, con las consiguientes protestas de conocidísimos intelectuales entre los que figuraban Julio Cortázar, Simone de Beauvoir, Marguerite Duras, Carlos Fuentes, Juan Goytisolo, Alberto Moravia, Octavio Paz, Juan Rulfo, Jean-Paul Sartre, Susan Sontag, Mario Vargas Llosa y muchos otros. Después de 38 días de reclusión en Villa Marista, Padilla expuso, sin leer, una larga y feroz autocrítica, reconociendo la superioridad de la lucha revolucionaria común sobre los intereses individuales, suyos o de otros.

Sin embargo, varios intelectuales han señalado que la «autocrítica» de Padilla era en realidad un discurso sin fundamento alguno, una especie de parodia de los célebres «procesos de Moscú», que en Cuba no tenían asidero ninguno en la realidad. Señalan incluso opiniones y expresiones posteriores del propio Padilla al respecto. Otros intelectuales señalaron como el «Caso Padilla» fue utilizado contra la Revolución cubana, incluso asociando este caso a las presuntas «torturas» que el poeta pudo haber sufrido.

Para algunos, especialmente los adversarios de la Revolución cubana, el incidente con Padilla «representó un antes y un después en la tirante relación entre la intelectualidad mundial y la Revolución cubana», que marcó «el fin del idilio» entre ambos.

Sin embargo, otros como Mario Benedetti, señalaron:

En este momento yo solo conozco la síntesis. Me imagino cuál será ahora la arremetida de toda la gran prensa del pudoroso Mundo Libre: que es una muestra más de estalinismo, que la carta es una confesión del tipo de los procesos de Praga, etc., etc., etc. No podrán decir que «fue salvajemente torturado», porque me imagino que el Bebo estará tan rubicundo y lozano como cuando se instalaba en el Hotel Nacional, a la caza de karoles y cortázares.

Es de destacar que firmantes de la primera carta en solidaridad con Heberto Padilla, luego se retractaron. Fue el caso de Julio Cortázar, en su texto «Policrítica en la hora de los chacales», fechado en mayo de 1971, donde escribió: «así yo sé que un día volveremos a vernos, / buenos días, Fidel, buenos días, Haydee, buenos días, mi Casa, / mi sitio en los amigos y en las calles, mi buchito, mi amor, / mi caimancito herido y más vivo que nunca».

Otros que supuestamente «rompían» con la Revolución Cubana, como el propio Juan Goytisolo, visitarían luego la isla y tomarían parte en eventos de instituciones culturales del estado cubano.

Después de ser puesto en libertad, Padilla, desempleado, se entregó al alcohol, según Cabrera Infante. Su esposa -  cuyos padres habían abandonado Cuba en agosto de 1966 y vivían en Miami - logró salir con el hijo pequeño de ambos (Ernesto, de 6 años), hacia Estados Unidos en 1979, mientras él sobrevivía con traducciones que hacía para el Instituto del Libro (entre ellas, destaca una antología de la poesía romántica inglesa). Al año siguiente, gracias a la presión internacional y particularmente a las gestiones del senador Edward Kennedy,​ Padilla pudo seguirla. Llegó a Nueva York, vía Montreal, el 16 de marzo de 1980, pero, como testimonian Cuza Malé y Cabrera Infante, esta experiencia y el exilio cambiaron a Padilla, que enfermó espiritualmente y nunca pudo reponerse del todo.
 
 
El exilio

Padilla pasó de Nueva York a Washington D. C. y, después, a Madrid, para finalmente instalarse en Estados Unidos, primero en Princeton (en el estado de Nueva Jersey) - donde ayudó a su esposa a fundar la revista Linden Lane Magazine, especializada en la literatura y el arte de los cubanos en el exilio - y después en otras ciudades, en las que se dedicó principalmente a la docencia.

En Estados Unidos no tuvo una vida fácil: fue muy criticado por parte de la emigración cubana debido a su participación, junto con otros escritores exiliados y de la isla, en el Encuentro de Estocolmo (mayo de 1994). Algunos sectores, especialmente de los cubanos de Miami, consideraron que esa conferencia - convocada por el Centro Internacional Olof Palme -, era una manipulación del Gobierno castrista, por lo que la condenaron a priori y a ella no asistieron la prensa de esa ciudad ni la Radio y Televisión Martí. Los ataques arreciaron después de que los participantes se pronunciaran contra el embargo a Cuba.14​ El encuentro, según la poetisa y ensayista Lourdes Gil, le costó su trabajo en el Dade College de Miami, ciudad donde residía (también su hermana Marta vivía allí) y que finalmente tuvo que abandonar.

Padilla tenía, además, serios problemas cardiacos y de diabetes. En febrero de 1997 sufrió dos infartos seguidos y tuvo que dejar su trabajo, pero, en la medida de sus posibilidades, continuó dando clases en universidades.

Padilla y Cuza Malé terminaron separándose en 1995, a iniciativa de ella, según la poetisa. Con su primera esposa, Bertha Hernández, había tenido tres hijos.​ Su última pareja fue Lourdes Gil​,  a la que conoció al día siguiente de llegar a Nueva York y con quien entabló una relación sentimental a partir del Encuentro de Estocolmo, en 1994. Entre 1999 y 2000 dio clases en las universidades de Columbus (Georgia), y también fue profesor en las universidades de Nueva York y de Miami.

A mediados de agosto de 2000 comenzó a enseñar en la Universidad de Auburn de Alabama.​ Murió cinco semanas después, el 25 de septiembre de 2000, a los 68 años, en su apartamento en Auburn, de un ataque al corazón.

 

Trayectoria literaria y publicaciones póstumas

Padilla había debutado en 1949 con su poemario Las rosas audaces, al que siguió, en 1962, El justo tiempo humano, que recibió una mención en el Premio Casa de las Américas. Al año siguiente (1963), publicaría su primera novela, El buscavidas. En 1964 volvería a la poesía con el cuadernillo La hora.

Fuera del juego, «un poemario muy crítico del curso político en la isla en manos de Fidel Castro»,10​ marcó el quiebre con el Gobierno, que se convierte en definitivo con Provocaciones, su última producción en Cuba. Ya fuera de la isla reeditó algunos poemarios y publicó otros, sacó una segunda novela -En mi jardín pastan los héroes, escrita en realidad a fines de los años 1960 y recuperada una década más tarde-,  una policiaca y unas memorias. Algunas de sus obras han sido traducidas al inglés y a otros idiomas.

Un primer regreso de la obra de Padilla a Cuba se produjo en 2012, cuando la revista Cauce le dedicó 50 páginas de las 74 que tenía el número 2 de 2011 (que salió con gran atraso), «un conjunto revelador de disímiles impresiones y acercamientos a la vida y obra del poeta», que incluía una decena de poemas y dos fragmentos del libro La mala memoria.

En 2013 Padilla es reeditado en Cuba: con ocasión de la Feria Internacional del Libro de Cuba, celebrada en febrero, la editorial Luminarias junto con Letras Cubanas publican Una época para hablar, libro «no vendible» que reúne los poemarios escritos desde 1948 hasta 1981. El volumen, que además de los 6 poemarios contiene una sección titulada Otros poemas, más artículos sobre su obra y opiniones de algunos escritores de su generación,​ ha sido denunciado por su exesposa Belkis Cuza Malé como «un acto infame de piratería y de maquiavelismo». «Quieren usar su nombre y su obra para presentarlo en esa bochornosa feria del libro y aparentar que ya hay libertad de expresión en la isla», comentó la escritora, quien aseguró que nadie pidió permiso a los herederos para editar los poemas de Padilla. La misma Cuza Malé publicó a principios de febrero de 2013 una antología personal del poeta con el título de Puerta de Golpe.

 

 

(III)


A vida cresce, arde para ti.
A fonte soa neste instante só para ti.
Tudo é chegar
(as portas foram abertas com o alvorecer
e um vento leve anima-nos),
tudo é pôr no seu lugar as coisas.
Os homens levantam-se
e constroem, a vida para ti.
Todas essas mulheres
estão a parir, a gritar, a animar seus filhos
na tua frente.
Todas essas crianças
estão a plantar rosas enormes
para o momento em que seus pais
caiam de bruços no pó que conheceste já.
Matas,
mas teu ventre treme como o deles
na hora do amor.
No trapézio salta essa rapariga,
um corpo tenso e belo, só para ti.
Teu coração desenha o salto.
Ela gostaria de cair, às vezes, quando não há ninguém
e tudo se fechou,
mas encontra o teu ombro.
Dormem,
mas na noite o que existe é teu sonho.
Abrem a porta
no silêncio e perturba-os tua solidão.
Pela janela sem que te debruças
alegram-te as folhas
da árvore que, de algum modo, tu plantaste.



Heberto Padilla

Jorge V do Reino Unido morreu há 89 anos...


Jorge Frederico Ernesto Alberto (em inglês: George Frederick Ernest Albert; Londres, 3 de junho de 1865 – Sandringham, 20 de janeiro de 1936) foi Rei do Reino Unido e dos domínios britânicos e Imperador da Índia, como Jorge V, de 1910 até à sua morte.

Jorge era neto da rainha Vitória e do príncipe Alberto e primo-irmão dos Imperadores Nicolau II da Rússia e Guilherme II da Alemanha. De 1877 a 1891, ele serviu na Marinha Real. Com a morte da sua avó, em 1901, o seu pai tornou-se rei, como Eduardo VII e Jorge recebeu a investidura de príncipe de Gales. Em 1910, com a morte do pai, tornou-se Rei-Imperador do Império Britânico, sendo o único Imperador da Índia a estar presente no seu Delhi Durbar.

Em 1917, Jorge tornou-se o primeiro monarca da Casa de Windsor, renomeada por ele em lugar da anterior Casa de Saxe-Coburgo-Gota, em virtude do sentimento anti-germânico que dominava o Reino Unido. O seu reinado foi testemunha de mudanças radicais no cenário político mundial, como a ascensão do socialismo, o comunismo, o fascismo, o republicanismo irlandês e o movimento de independência da Índia. A Lei Parlamentar de 1911 estabeleceu a supremacia da elegível Câmara dos Comuns sobre a Câmara dos Lordes. Em 1924, ele nomeou o primeiro gabinete trabalhista e, em 1931, o Estatuto de Westminster reconheceu os domínios do Império como reinos separados, independentes dentro da Commonwealth. Ele foi atormentado pela doença em grande parte do seu reinado e, após a sua morte, foi brevemente sucedido pelo seu filho mais velho, Eduardo VIII  

Chandra Wickramasinghe faz hoje 86 anos

  
Nalin Chandra Wickramasinghe (Colombo, 20 de janeiro de 1939) é professor na Universidade de Cardiff e professor honorário na Universidade de Buckingham. É o Diretor do Buckingham Centre for Astrobiology. Nascido e educado em Sri Lanka, atualmente vive em Cardiff, País de Gales, Reino Unido.

Foi aluno e colaborador de Sir Fred Hoyle. O seu trabalho conjunto sobre o espectro infravermelho da poeira interestelar levou ao desenvolvimento da moderna teoria da panspermia. Esta teoria propõe que a poeira cósmica no meio interestelar e em cometas é parcialmente orgânica, e que a vida na Terra foi "semeada" a partir do espaço, em vez de surgir através de abiogénese.

Ele atualmente trabalha na ampliação da teoria Hoyle-Wickramasinghe de panspermia cometária a um contexto cosmológico, em colaboração com Carl H. Gibson e R.E. Schild. Ele também está fazendo identificações adicionais de características espectrais em cometas e no meio interestelar com biomaterial degradado, para tentar corroborar a teoria da panspermia.

"A minha contribuição astronómica mais significativa foi desenvolver a teoria de grãos orgânicos em cometas e no meio interestelar. Isso foi feito durante a década de 70 e 80, e é agora aceita por quase todos sem se lembrarem de suas origens! Eu sinto que eu também desempenhei um papel no nascimento da ciência da astrobiologia."

Ele é um membro da Royal Society of Arts, da Royal Astronomical Society e do Institute of Mathematics and its Applications, e também ganhou prémios pela sua poesia.

   

in Wikipédia

Paul Stanley, o vocalista dos Kiss, celebra hoje setenta e três anos

 

Stanley Harvey Eisen (Nova Iorque, 20 de janeiro de 1952), mais conhecido como Paul Stanley, é o guitarrista e vocalista da banda Kiss. De entre suas melhores composições estão Detroit Rock City, Strutter, Black Diamond, Hard Luck Woman, Love Gun, Rock and Roll All Nite, I Was Made For Lovin' You, Creatures Of The Night, Lick It Up, Heaven's On Fire, Tears are Falling, Reason To Live (parceria com Desmond Child), Forever, Psycho Circus, Modern Day Delilah, entre outros hits.