quarta-feira, janeiro 21, 2026
Um grave acidente nuclear ocorreu na Gronelândia há 58 anos
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terça-feira, abril 15, 2025
Às vezes a Geologia acaba com impérios...
O colapso do Império Romano terá começado na Gronelândia

Representação de soldados do exército romano
Rochas invulgares encontradas numa praia da Islândia reforçam a teoria de que uma mini-era glaciar precedeu a queda do Império Romano.
São vários os estudos que afirmam que a Europa e o Mundo se tornaram muito mais frios durante um ou dois séculos a partir de 536 d.C. – “o pior ano do mundo”.
Agora, um conjunto de rochas invulgares encontradas na Islândia, que foram transportadas da Gronelândia por icebergues, contribuem para atestar essa teoria de uma “mini idade do gelo” que terá contribuído para a queda do Império Romano.
A investigação ocorreu numa praia na costa ocidental da Islândia, depois de um grupo de cientistas da Queen’s University em Kingston, no Canadá, ter reparado que aquela zona específica tinha uma cor clara em vez do suposto preto basáltico – comum em quase todas as outras praias da Islândia.
Essa cor mais clara devia-se essencialmente à presença de muitas conchas, mas não só… quando caminhava na zona, o líder da investigação Christopher Spencer avistou pedras de granito do tamanho de paralelepípedos.
“Ficou imediatamente claro que estas pedras não eram da Islândia (…) e é um pouco embaraçoso o facto de ter sido tão fácil fazer a descoberta”, confessou, em declarações à New Scientist.

A coleção de rochas encontradas
A análise final das rochas, publicada esta terça-feira na GeoScienceWorld, confirmou que provinham de muitos locais diferentes da Gronelândia, que fica a cerca de 300 quilómetros de distância da Islândia nos pontos mais próximos.
Isto significa que as rochas encontradas pela equipa provavelmente foram transportadas por icebergues que se desprenderam dos glaciares da Gronelândia e deram à costa.
Como refere a New Scientist, a camada da praia em que se encontram as rochas da Gronelândia foi anteriormente datada de cerca de 500 a 700 d.C..
Esta descoberta mostrou que um grande número de icebergues da Gronelândia estava a chegar a esta praia durante o período em que esta camada se formou.
Isto sugere que, devido às condições mais frias, os glaciares da Gronelândia aumentaram de tamanho e fizeram nascer muitos mais icebergues durante este período.
Este facto está em perfeita sintonia com as provas de um período mais frio, por vezes designado por Pequena Idade do Gelo da Antiguidade Tardia. Contudo, a causa deste acontecimento ainda não é 100% consensual – alguns pensam que foi desencadeada por vulcões, outros por fragmentos de um cometa que atingiu a Terra.
O que é certo é que este período mais frio no hemisfério norte, além da queda do Império Romano, tem sido associado a uma série de acontecimentos históricos em todo o mundo, desde o colapso da dinastia Wei do Norte, na China, até ao declínio da cidade-estado de Teotihuacan, no México.
in ZAP
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Pedro Luna
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terça-feira, janeiro 21, 2025
Ocorreu na Gronelândia um grave acidente nuclear há 57 anos
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quinta-feira, setembro 26, 2024
Há um ano houve um mega-tsunami na Gronelândia que quase passava despercebido
Mega tsunami provocou onda que durou mais de uma semana na Gronelândia

Fenómeno inédito, acompanhado de ondas de mais de 200 metros de altura, foi desencadeado por uma queda de rochas. Onda estacionária oscilou para a frente e para trás durante mais de uma semana.
Um tsunami catastrófico, desencadeado por um enorme deslizamento de terras no desabitado fiorde de Dickson, na Gronelândia, gerou uma queda de rochas que, por sua vez, levou à formação de uma onda gigante que deixou marcas de inundação até 200 metros de altura em certas zonas.
Os dados sísmicos, registados pelo Centro Alemão de Investigação em Geociências (GFZ), revelaram que o fenómeno da costa leste da Gronelândia, que teve lugar a 16 de setembro de 2023, durou mais de uma semana.
O deslizamento de terras, que ocorreu numa região remota, criou uma onda colossal que atravessou o fiorde, afetando regiões até 50 quilómetros de distância. Perto da origem do deslizamento de terras, as alturas das ondas excederam os 200 metros, com alturas médias de ondas costeiras de 60 metros.
Estações sísmicas localizadas a até 5.000 quilómetros de distância detetaram os tremores iniciais da queda de rochas, indicando a escala do evento. No entanto, o que surpreendeu os investigadores foi um sinal sísmico de período muito longo (VLP) invulgarmente persistente que continuou durante mais de sete dias, uma duração altamente invulgar neste tipo de eventos.
O sinal VLP foi gerado por uma onda estacionária, com aproximadamente um metro de altura, que oscilou para a frente e para trás no fiorde durante mais de uma semana. As ondas estacionárias e os seus correspondentes sinais de longo período são conhecidos dos sismólogos, tipicamente associados a grandes eventos em glaciares. No entanto, a duração alargada do sinal neste caso não tem precedentes.
“O simples facto de o sinal VLP de uma onda que se desloca para trás e para a frente, desencadeada por um deslizamento de terras numa zona remota da Gronelândia, poder ser observado em todo o mundo e durante mais de uma semana é empolgante”, observou Angela Carrillo Ponce, estudante de doutoramento no GFZ e principal autora do estudo, citada pelo Science Blog.
A equipa de investigação corroborou as suas descobertas com imagens de satélite, confirmando que os sinais sísmicos iniciais correspondiam à força e à direção da queda de rochas.
O estudo sublinha a importância de compreender estes fenómenos à medida que as alterações climáticas aceleram o recuo dos glaciares e o degelo do permafrost, aumentando potencialmente o risco de deslizamentos de terras e megatsunamis semelhantes.
in ZAP
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sexta-feira, setembro 13, 2024
Foi há um ano...
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segunda-feira, julho 15, 2024
A crosta continental primitiva pode ser mais antiga do que se pensava...
Descobertos vestígios de uma parte antiga da crosta terrestre com 3,75 mil milhões de anos

A pesquisa também desafia as crenças científicas atuais e aponta que a crosta continental pode ter-se formado mais de mil milhões de anos depois da formação da própria Terra.
Uma descoberta pioneira da Universidade de Copenhaga revela que o mais antigo leito rochoso escandinavo tem origem na Gronelândia, lançando luz sobre a formação dos continentes e a vida na Terra.
Este estudo, publicado por cientistas do Departamento de Geociências e Gestão de Recursos Naturais na Geology, baseia-se em análises químicas de minerais de zircão encontrados em afloramentos finlandeses, apontando para uma origem comum com rochas da Gronelândia de há cerca de 3,75 mil milhões de anos.
Estas análises, incluindo três testes isotópicos independentes, sugerem que o leito rochoso da Escandinávia é significativamente mais antigo do que se pensava anteriormente, remontando a sua origem a um “fragmento” da Gronelândia.
Este fragmento, ao longo de centenas de milhões de anos, deslocou-se e eventualmente “enraizou-se” onde hoje se encontra a Finlândia.
O período em questão, quando a crosta da Terra se separou da Gronelândia, apresentava um planeta muito diferente, possivelmente coberto por água, mas sem oxigénio na atmosfera.
Esta fase primitiva da Terra é crucial para entendermos a singularidade do nosso planeta, especialmente no que diz respeito à presença de água líquida e crosta continental de granito, fatores considerados essenciais na busca por exoplanetas habitáveis e vida fora da Terra.
Os continentes, segundo os investigadores, desempenham um papel fundamental na sustentação da vida, influenciando as correntes oceânicas e o clima.
Além disso, este estudo desafia os modelos frequentemente utilizados para calcular o crescimento dos continentes, sugerindo que a crosta continental pode ter começado a formar-se cerca mil milhões de anos após a formação do planeta, e não simultaneamente, como previamente assumido, aponta o SciTech Daily.
Este trabalho também abre caminho para futuras investigações sobre se os “fragmentos” antigos da crosta encontrados noutras partes do mundo, como Austrália, África do Sul e Índia, partilham uma origem comum ou se se formaram independentemente.
in ZAP
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domingo, abril 28, 2024
Notícia interessante sobre o magnetismo terrestre...
El cielo protector de la Tierra tiene al menos 3.700 millones de años
Un grupo de científicos halla en rocas de Groenlandia la señal más antigua del campo magnético terrestre
En el suroeste de Groenlandia, rodeado de hielo milenario, se encuentra el cinturón de rocas verdes de Isua. Es la formación litológica más antigua y mejor conservada del planeta. En estas piedras, según algunos estudios cuestionados, quedaron grabadas las primeras muestras de vida hace 3.700 millones de años. Ahora, un grupo de científicos asegura haber encontrado en el mismo lugar y de la misma época, la señal más primitiva del campo magnético terrestre, una especie de cúpula que protege la Tierra y toda la vida que alberga de la radiación exterior.
Aunque la ciencia va algo a tientas en esto, se ha teorizado que la dinámica de la parte exterior del núcleo terrestre, compuesto esencialmente de hierro y níquel fundidos, girando en torno a una bola férrica más interna genera campos eléctricos que en su giro sostienen un campo magnético como si el planeta fuera la dinamo de una bicicleta. Su alcance se extiende centenares de kilómetros más allá de la atmósfera. Esta magnetosfera sale al encuentro de la radiación cósmica y, en particular, del viento solar, una lluvia de partículas que, de llegar a la superficie terrestre, podría romper las cadenas de ADN que sostienen a todos los seres vivos, por ejemplo. Pero este cielo protector no siempre estuvo ahí, y datar su aparición es relevante para terminar de escribir los primeros capítulos de la vida en la Tierra. También para entender su ausencia en otros planetas sin magnetismo, como Venus.
Por eso el descubrimiento recién anunciado por una decena de científicos de otras tantas universidades es tan significativo. Después de años de búsqueda han encontrado en aquel cinturón de rocas verdes de Isua un mineral de hierro, magnetita, que conserva la señal de un evento producido hace unos 3.700 millones de años que les permite detectar el campo magnético existente entonces. De confirmarse por nuevos análisis, se trataría el primer rastro del magnetismo terrestre.
En aquel entonces, un proceso geológico - probablemente tectónico - con temperatura superior a los 580º modificó la forma y composición de las rocas. En una de esas modificaciones, las partículas de hierro de la magnetita, el mineral con mayor magnetismo que se conoce, se reorientaron y capturaron la intensidad del campo magnético. “Las rocas se magnetizaron durante un evento metamórfico temprano de alta temperatura que provocó que se formara la magnetita, adquiriendo un registro del campo magnético hace 3.700 millones de años”, dice la profesora de Ciencias de la Tierra de la Universidad de Oxford (Reino Unido) y primera autora del trabajo, Claire Nichols. Esta datación supone adelantar la presencia de este campo en varios centenares de años. Hasta ahora, la marcas de paleomagnetismo más antiguas se habían encontrado en formaciones rocosas de Sudáfrica y Australia.
Según los resultados de esta investigación, publicada en la revista científica Journal of Geophysical Research, la intensidad del campo magnético entonces era de 15 microteslas. En la actualidad, aunque variable, tiene un valor medio aproximado de 30 microteslas. El viento solar ha sido significativamente más fuerte en el pasado, lo que sugiere que la protección de la superficie de la Tierra contra la radiación exterior ha aumentado con el tiempo. Esto invita a fantasear sobre la conexión entre la protección del campo con la evolución de la vida sobre el planeta, primero permitiéndola y, después, facilitando el paso desde el ambiente marino al terrestre. Pero Nichols recuerda que su trabajo “no ofrece pruebas ni a favor ni en contra de la presencia de vida hace, o antes, de los 3.700 millones, años, solo las condiciones que experimentaría cualquier vida presente”.
Las fechas no concuerdan: ya antes de la formación de estas rocas de Groenlandia, la vida bacteriana marina ya existía. Habría que esperar varios cientos de millones de años para que se produjera la llamada Gran Oxidación. Y deberían pasar muchísimos años más para que la vida saliera del agua y conquistara la tierra seca. Pero nada de esto podría haber pasado sin el campo magnético terrestre y la magnetosfera.
El campo magnético de la Tierra se genera mediante la mezcla del hierro fundido en el núcleo externo fluido, impulsado por fuerzas de convección a medida que el núcleo interno se solidifica. Durante la fase inicial de la formación planeta, la parte sólida aún no se había formado, lo que deja abiertas preguntas sobre cómo se sostenía entonces el campo magnético. La investigadora británica cree muy probable que la Tierra “siempre ha generado un campo magnético, particularmente en su historia más temprana, cuando el planeta estaba muy caliente y la convección térmica en el núcleo habría sido vigorosa”.
Para las autoras, comprender cómo la intensidad del campo magnético de la Tierra ha variado con el tiempo también es clave para determinar cuándo comenzó a formarse el núcleo sólido interno del planeta. Esto ayudaría a comprender la rapidez con la que el calor se escapa del interior profundo de la Tierra, esencial para comprender procesos como la tectónica de placas. Y clave para el futuro. Aún queda mucho para que el núcleo terrestre se enfríe y solidifique del todo, pero este proceso debió suceder (o está sucediendo) en otros planetas que tuvieron y ya no tienen campo magnético y que tuvieron y ya no tienen atmósfera.
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sexta-feira, abril 26, 2024
Foi descoberto mais um fóssil interessante câmbrico...
“Besta do terror” com 500 milhões de anos descoberta na Gronelândia

Ilustração do predador gigante que viveu há cerca de 518 milhões de anos no que é hoje a Gronelândia
A criatura só tinha até 30 centímetros, mas era um dos maiores predadores da sua época, sendo comparável a tubarões e focas modernas na cadeia alimentar marinha.
Há cerca de 518 milhões de anos, um longo, um artrópode assombrou as águas do Câmbrico.
Conhecido como a “besta do terror” (Timorebestia koprii), o fóssil do animal marinho pré-histórico foi descoberto no norte da Gronelândia, mais especificamente na formação Sirius Passet. Foi encontrado excecionalmente bem preservado, o que permitiu uma análise detalhada da sua anatomia e dieta.
O predador, dominante no seu ecossistema, media até 30 centímetros de comprimento. Parece pouco, mas na época, lembra o Live Science, estas dimensões fariam da “besta” um dos maiores animais nadadores do mundo pré-histórico. Aliás, era comparável a tubarões e focas modernas na cadeia alimentar marinha, sublinha o estudo publicado na Science Advances.
“Eram gigantes do seu tempo e estariam perto do topo da cadeia alimentar”, disse Jakob Vinther, paleontólogo da Universidade de Bristol, em comunicado. “Isso torna-os equivalentes em importância a alguns dos principais carnívoros dos oceanos modernos, como tubarões e focas, no período Câmbrico.”
Com uma fileira de barbatanas e antenas longas, adaptava-se facilmente ao estilo de vida predatório. A sua dieta consistia principalmente em Isoxys, artrópode marinho já extinto, mas muito comum nos mares do período Câmbrico.
A descoberta de um espécime de Isoxys ainda alojado na região da mandíbula de um fóssil deu as provas necessárias aos investigadores dos hábitos alimentares da Timorebestia. Apesar das espinhas defensivas destes pequenos organismos, eram uma presa comum para os antigos vermes dominantes.
Outro aspeto notável da “besta de terror” é o seu gânglio ventral, um centro nervoso revelado através da análise por feixe de eletrões realizada pela equipa. Este gânglio sugere uma relação evolutiva próxima com os quetognatas modernos (ou vermes-flecha), pequenos animais marinhos, conhecidos pelos seus dois “pentes” de espinhos quitinosos e retráteis na cabeça, que usam para capturar as suas presas.
Mas o que distingue, sem margem para dúvidas, a velha besta é a localização das suas mandíbulas: eram internas, ao contrário das cerdas externas vistas nos quetognatas atuais.
“Hoje em dia, os vermes-flecha têm cerdas ameaçadoras no exterior das suas cabeças para capturar presas, enquanto a Timorebestia tinha mandíbulas dentro da cabeça”, explica o coautor do estudo, Luke Parry, paleobiólogo da Universidade de Oxford.
A descoberta, fascinante por si só, pode também vir a oferecer novos conhecimentos e perspetivas sobre as conexões evolutivas entre organismos marinhos antigos - especialmente aqueles que remetem ao período Câmbrico - e modernos.
“A Timorebestia e outros fósseis semelhantes fornecem ligações entre organismos estreitamente relacionados que hoje parecem muito diferentes”, sublinha Parry.
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Fernando Martins
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domingo, janeiro 21, 2024
Há 56 anos ocorreu na Gronelândia um grave acidente nuclear
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sábado, janeiro 21, 2023
Um grave acidente nuclear ocorreu há 55 anos na Gronelândia
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sexta-feira, janeiro 21, 2022
Há 54 anos ocorreu um grave acidente nuclear na Base Aérea de Thule, na Gronelândia
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quinta-feira, janeiro 21, 2021
O acidente nuclear na Base Aérea de Thule, na Gronelândia, foi há 53 anos
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domingo, janeiro 21, 2018
Há cinquenta anos ocorreu um acidente nuclear na Base Aérea de Thule
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segunda-feira, janeiro 02, 2017
Notícia sobre paleontologia no Público
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Pedro Luna
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