sexta-feira, setembro 11, 2026
Música adequada à data...!
Postado por Pedro Luna às 00:09 0 comentários
Marcadores: Arvo Pärt, Estónia, Fratres, Minimalista, música, tintinnabuli
Toots Hibbert, o vocalista dos Toots & the Maytals, morreu há seis anos...
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:06 0 comentários
Marcadores: 54-46 Was My Number, Jamaica, música, reggae, ska, Toots and the Maytals, Toots Hibbert
Hoje é dia de recordar um golpe de estado e a morte de Salvador Allende...
Postado por Fernando Martins às 00:05 0 comentários
Marcadores: Augusto Pinochet, Chile, Golpe de Estado de 11 de setembro, Pinochet, Salvador Allende
Ciência Viva no Verão - observação astronómica de 11.09.26 na Escola Correia Mateus (Leiria)

Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: 2026, astronomia, Ciência Viva no Verão, Escola Correia Mateus, Leiria, observação astronómica
quinta-feira, setembro 10, 2026
Hoje foi dia de recordar Henry Purcell...
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: barroco, Henry Purcell, Inglaterra, música, Once Twice Thrice I Julia Tried
Stephen Jay Gould nasceu há oitenta e cinco anos...
Stephen Jay Gould (Nova Iorque, 10 de setembro de 1941 - Nova Iorque, 20 de maio de 2002) foi um paleontólogo e biólogo evolucionista dos Estados Unidos. Foi também um autor importante no que diz respeito à história da ciência. É reconhecido como o mais lido e conhecido divulgador científico da sua geração.
Desde de 1973 Gould era o Curador da coleção de Paleontologia de Invertebrados do Museu de Zoologia Comparada de Harvard e membro adjunto do Departamento de História das Ciências em Harvard. Em 1983 tornou-se Professor de Zoologia da Cátedra Alexander Agassiz (também na Universidade de Harvard) e em 1996 Professor Convidado de Biologia da Cátedra Vicent Astor na Universidade de Nova York. Gould manteve todos estes cargos até 2002.
Em julho de 1982, Gould foi diagnosticado com mesotelioma peritoneal, um tipo letal de cancro que afeta o revestimento abdominal (o peritoneu). Esse cancro é frequentemente encontrado em pessoas que ingeriram ou inalaram fibras de amianto, um mineral que foi utilizado na construção do Museu de Zoologia Comparada de Harvard. Depois de uma recuperação difícil de dois anos, Gould publicou em 1985 uma coluna para a revista Discover, intitulada “The Median Isn't the Message”, discutindo sua reação ao ler que “o mesotelioma é incurável, com mortalidade mediana de apenas oito meses após a descoberta”. No seu ensaio, ele descreve o real significado desse fato e o alívio ao perceber que médias estatísticas são abstrações úteis, mas, sozinhas, não englobam “o nosso mundo real de variação, matizes e contínuos”.
Gould também foi um defensor do uso medicinal de canabis. Durante os seus tratamentos contra o cancro, fumou canabis para ajudar a aliviar os longos períodos de náusea intensa e incontrolável. De acordo com Gould, a droga teve um “efeito muito importante” na sua recuperação final. Posteriormente, ele questionou como “qualquer pessoa humana poderia negar tal substância benéfica a indivíduos em grande necessidade simplesmente porque outros a utilizam para propósitos diferentes”. Em 5 de agosto de 1998, o depoimento de Gould ajudou a obter êxito no processo movido pelo ativista portador de HIV Jim Wakeford contra o Governo do Canadá para ter o direito de cultivar, possuir e usar canabis para fins medicinais.
![]()
Doença final e morte
Em fevereiro de 2002, uma lesão de aproximadamente 3 centímetros foi encontrada na radiografia de tórax de Gould, e oncologistas diagnosticaram-no com cancro em estágio IV. Gould faleceu dez semanas depois, em 20 de maio de 2002, devido a um adenocarcinoma metastático de pulmão (uma forma agressiva de cancro que já se havia espalhado para o cérebro, fígado e baço). Esse cancro não estava relacionado ao enfrentado em 1982, embora também esteja associado à exposição ao amianto. Ele morreu na sua casa, “numa cama montada na biblioteca de seu loft no SoHo, rodeado pela sua esposa, Rhonda, por sua mãe, Eleanor, e pelos muitos livros que amava”.
Postado por Fernando Martins às 08:50 0 comentários
Marcadores: Biologia, divulgação científica, equilíbrio pontuado, Geologia, Paleontologia, Stephen Jay Gould
José Feliciano nasceu há oitenta e um anos

Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: Ain't No Sunshine, boleros, cegos, José Feliciano, música, Pop latino, Porto Rico, soft rock
Manuel Herminío Monteiro, o editor da Assírio & Alvim, nasceu há 74 anos...

Postado por Fernando Martins às 07:40 0 comentários
Marcadores: Assírio e Alvim, Manuel Herminío Monteiro, poesia
Joe Perry, guitarrista dos Aerosmith, celebra hoje 76 anos
Postado por Fernando Martins às 07:06 0 comentários
Marcadores: Aerosmith, blues rock, Dream On, guitarra, hard rock, heavy metal, Joe Perry, música
Moby celebra hoje sessenta e um anos
Postado por Fernando Martins às 06:10 0 comentários
Marcadores: dance music, Moby, música, música ambiente, música eletrónica, pop rock, Rock alternativo, Rock eletrónico, Why Does My Heart Feel So Bad?
Carol Decker, a vocalista dos T'Pau, faz hoje 69 anos
![]()
Carol Ann Decker (Liverpool, 10 September 1957) is an English singer. She is the lead vocalist of the pop band T'Pau, which had international success in the late 1980s and early 1990s. Although Decker is mainly associated with the group, she also released "One Heart", a solo single, in 1995, and sometimes performs solo at shows and festivals.
![]()
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
Marcadores: Carol Decker, China In Your Hand, música, new wave, pop, pop rock, T'Pau
Hoje é preciso ouvir My Chemical Romance...
Postado por Pedro Luna às 04:06 0 comentários
Marcadores: Mikey Way, música, My Chemical Romance, Na Na Na, punk rock, Rock alternativo
Saudades de António Reis...

(imagem daqui)
Mudamos esta noite
Mudamos esta noite
E como tu
eu penso no fogão a lenha
e nos colchões
onde levar as plantas
e como disfarçar os móveis velhos
Mudamos esta noite
e não sabíamos que os mortos ainda aqui viviam
e que os filhos dormem sempre
nos quartos onde nascem
Vai descendo tu
Eu só quero ouvir os meus passos
nas salas vazias
António Reis
Postado por Pedro Luna às 03:50 0 comentários
Marcadores: António Reis, cinema, escultura, Margarida Cordeiro, poesia
Niccolò Jommelli nasceu há 312 anos
Postado por Fernando Martins às 03:12 0 comentários
Marcadores: barroco, Itália, música, Niccolò Jommelli, Ópera, Simphonie novelle a quatro
A França executou com guilhotina, pela última vez, há 49 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:49 0 comentários
Marcadores: França, guilhotina, Hamida Djandoubi, pena de morte, Valéry Giscard d'Estaing
Agostinho Neto morreu há quarenta e sete anos...
Agostinho Neto dirigiu a partir de Argel e de Brazzaville as atividades políticas e de guerrilha do MPLA durante a Guerra de Independência de Angola, entre 1961 e 1974, e durante o processo de descolonização, 1974/75, que opôs o MPLA aos dois outros movimentos nacionalistas, a FNLA e a UNITA Tendo o MPLA saído deste último processo como vencedor, declarou a independência do país em 11 de novembro de 1975, assumindo as funções de Presidente da República, mantendo as de Presidente do MPLA, e estabelecendo um regime mono-partidário, inspirado no modelo então praticado nos países do leste europeu.
Durante este período, houve graves conflitos internos no MPLA que puseram em causa a liderança de Agostinho Neto. Entre estes, o mais grave consistiu no surgimento, no início dos anos 70, de duas tendências opostas à direção do movimento, a "Revolta Ativa" constituída no essencial por elementos intelectuais, e a "Revolta do Leste", formada pelas forças de guerrilha localizadas no Leste de Angola; estas divisões foram superadas num intrincado processo de discussão e negociação que terminou com a reafirmação da autoridade de Agostinho Neto. Já depois da independência, em 1977, houve um levantamento, visando a sua liderança e a linha ideológica por ele defendida; este movimento, oficialmente designado como fracionismo, foi reprimido de forma sangrenta, por suas ordens.
Agostinho Neto, que era casado com a portuguesa Eugénia Neto, morreu num hospital em Moscovo no decorrer de complicações ocorridas durante uma operação a um cancro hepático de que sofria, poucos dias antes de fazer 57 anos de idade. Foi substituído na presidência do país e do MPLA por José Eduardo dos Santos, presidente de Angola durante cerca de 38 anos.
Velho negro
e transportado nas galeras
vergastado pelos homens
linchado nas grandes cidades
esbulhado até ao último tostão
humilhado até ao pó
sempre sempre vencido
É forçado a obedecer
a Deus e aos homens
perdeu-se
Perdeu a pátria
e a noção de ser
Reduzido a farrapo
macaquearam seus gestos e a sua alma
diferente
Velho farrapo
negro
perdido no tempo
e dividido no espaço!
Ao passar de tanga
com o espírito bem escondido
no silêncio das frases côncanas
murmuram eles:
pobre negro!
E os poetas dizem que são seus irmãos.
Postado por Fernando Martins às 00:47 0 comentários
Marcadores: Agostinho Neto, Angola, comunismo, Guerra Civil de Angola, Guerra Colonial, MPLA, poesia, Presidente da República
Mikey Way, o baixo dos My Chemical Romance, nasceu há 46 anos
Michael James Way (Newark, New Jersey, September 10, 1980) is an American musician and actor. He is best known as the bassist of the rock band My Chemical Romance. He is also the multi-instrumentalist and backing vocalist of rock duo Electric Century. In 2024, Way cowrote Christmas 365 with Jonathan Rivera, published under Dark Horse Comics.
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
Marcadores: Famous Last Words, Mikey Way, música, My Chemical Romance, punk rock, Rock alternativo
O astrónomo Ernst Opik morreu há 41 anos
Postado por Fernando Martins às 00:41 0 comentários
Marcadores: astronomia, Estónia, nuvem de Oort, nuvem de Öpik-Oort, Opik, Reino Unido
Henry Purcell nasceu há 367 anos
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
Marcadores: barroco, Henry Purcell, Inglaterra, música, Trumpet Voluntary
António Reis, um cineasta, pintor e escultor e poeta, morreu há 35 anos...
(imagem daqui)
António Ferreira Gonçalves dos Reis (Valadares, Vila Nova de Gaia, 27 de agosto de 1927 - Lisboa, 10 de setembro de 1991) foi um cineasta e poeta português que se distingue pelo sentido poético da sua obra. É um dos representantes no filme documentário do movimento do Novo Cinema, que explora as técnicas do cinema direto. Com contemporâneos seus, usando esses meios, empenha-se na prática da etnografia de salvaguarda.
Trás-os-Montes (1976) é, com as longas-metragens Gente da Praia da Vieira, de António Campos, e Mau Tempo, Marés e Mudança, de Ricardo Costa (cineasta), uma das primeiras docuficções do cinema português. Obras do mesmo ano, tendo como precursoras o O Ato da Primavera (1962), realizado por Manoel de Oliveira e co-realizado por Reis, e Ala-Arriba! (filme) (1948), de Leitão de Barros, caracterizam-se ainda como sendo etnoficções, explorando de modo original os métodos do filme etnográfico.
Biografia
Tendo sido membro ativo do Cineclube do Porto, iniciou-se na atividade cinematográfica como assistente, nomeadamente no filme Ato da Primavera, de Manoel de Oliveira (1962). Um ano depois, em 1963, realizou o seu primeiro documentário, encomendado pela Câmara Municipal do Porto, Painéis do Porto. Manteve-se no documentário com Alto do Rabagão (1966), ano em que assinou o argumento de Mudar de Vida, filme de Paulo Rocha.
A curta-metragem Jaime (1974) viria a chamar a atenção para a sua atividade de realizador, ao ser premiada no Festival de Cinema de Locarno desse ano como o melhor filme de curtas-metragens (ver filmografia). Após a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, António Reis e a sua mulher, a psiquiatra Margarida Cordeiro, co-realizadora de uma parte importante dos seus filmes, enveredaram por um cinema não convencional, de vertente lírica, baseado em elementos da cultura popular de locais isolados do interior do país, como Trás-os-Montes. Trás-os-Montes (1976), que participou em catorze festivais internacionais, incluindo o de Roterdão e o de Veneza, foi a primeira dessas obras, a que se seguiu Ana (Veneza, 1982). António Reis e Margarida Cordeiro retratam nestes filmes locais em que o 25 de abril de 1974 não impediu o êxodo rural. Rosa de Areia (1989), estreado no Festival de Berlim, de carácter mais ficcional, foi o seu último trabalho.
Tal como António Campos, Manoel de Oliveira, João César Monteiro, Ricardo Costa ou Pedro Costa, é um dos cineastas portugueses que se inspiraram no conceito de antropologia visual para criar obras de forte expressão poética.
António Reis deu-se também a conhecer como poeta, pintor e escultor.
- Rosa de Areia (l.m.) - co-realização com Margarida Cordeiro (1989)
- Ana (l.m.) - co-realização com Margarida Cordeiro (1984)
- Trás-os-Montes (l.m.) - co-realização com Margarida Cordeiro (1976)
- Jaime (c.m.) - co-realização com Margarida Cordeiro (1974)
- Alto do Rabagão (c.m.) - co-realização com César Guerra Leal (1966)
- Mudar de Vida (l.m.) - realizado por Paulo Rocha. Autoria dos diálogos (1966)
- Do Céu ao Rio (c.m.) - co-realização com César Guerra Leal (1964)
- Painéis no Porto (c.m. - 1963)
- O Ato da Primavera (l.m.) - realizado por Manoel de Oliveira, co-realizado por António Reis, António Soares e Domingos Carneiro (1962)
- Auto de Floripes (c.m. - 1959)
- Poemas Quotidianos (1957)
- Novos Poemas Quotidianos (1959)
- Poemas Quotidianos - Coleção Poetas de Hoje (1967; reeditado em 2017 pela Tinta-da-China)
in Wikipédia
É domingo hoje
É domingo hoje
mas nós não saímos
é o único dia
que não repetimos
e que dura menos
Mas põe o teu rouge
que eu mudo a camisa
não como quem
de ilusão
precisa
Tomaremos chá
leremos um pouco
e iremos à varanda
absortos
Postado por Fernando Martins às 00:35 0 comentários
Marcadores: António Reis, cinema, escultura, Margarida Cordeiro, pintura, poesia
Nicolau Tolentino de Almeida nasceu há 286 anos
Pastar longas campinas livremente;
Não percas tempo, enquanto to consente
De magros cães faminto ajuntamento.
Esta sela, teu único ornamento,
Para sinal da minha dor veemente,
De torto prego ficará pendente,
Despojo inútil do inconstante vento.
Morre em paz, que, em havendo algum dinheiro,
Hei-de mandar, em honra de teu nome,
Abrir em negra pedra este letreiro:
«Aqui piedoso entulho os ossos come
Do mais fiel, mais rápido sendeiro,
Que fora eterno, a não morrer de fome».
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: arcadismo, caricatura, Humor, Nicolau Tolentino de Almeida, poesia, Universidade de Coimbra
A região demarcada de vinho do Porto faz hoje duzentos e setenta anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: D. José I, Douro, Marquês de Pombal, região demarcada, vinho, Vinho do Porto
quarta-feira, setembro 09, 2026
Leão Tolstói nasceu há 198 anos...

Lev Nikolaevitch Tolstoi, mais conhecido em português como Leão, Leon, Leo ou Liev Tolstói (Tula, 9 de setembro de 1828 – Astapovo, 20 de novembro de 1910), foi um escritor russo, amplamente reconhecido como um dos maiores de todos os tempos.
Nascido em 1828, numa família aristocrática, Tolstói é conhecido pelos romances Guerra e Paz (1869) e Anna Karenina (1877), muitas vezes citados como verdadeiros pináculos da ficção realista. Ele alcançou aclamação literária ainda jovem, primeiramente com sua trilogia semi-autobiográfica, Infância, Adolescência e Juventude (1852-1856) e por suas Crónicas de Sebastopol (1855), obra que teve como base as suas experiências na Guerra da Crimeia. A ficção de Tolstói inclui dezenas de histórias curtas e várias novelas como A Morte de Ivan Ilitch (1886), Felicidade Conjugal (1859) e Hadji Murad (1912). Ele também escreveu algumas peças e diversos ensaios filosóficos.
Durante a década de 1870, Tolstói experimentou uma profunda crise moral, seguida do que ele considerou um despertar espiritual igualmente profundo, conforme descrito em seu trabalho não-ficcional A Confissão (1882). A sua interpretação literal dos ensinamentos éticos de Jesus, centrada no Sermão da Montanha, fez com que ele se tornasse um fervoroso anarquista cristão e pacifista. As ideias de Tolstói sobre resistência não-violenta, expressadas em obras como O Reino de Deus está dentro de vós (1894), teriam um impacto profundo em figuras centrais do século XX como Ludwig Wittgenstein, William Jennings Bryan e Gandhi. Tolstói também se tornou um defensor dedicado do georgismo, filosofia económica de Henry George, incorporada em sua obra intelectual, sobretudo no seu último romance Ressurreição (1899).
Postado por Fernando Martins às 19:08 0 comentários
Marcadores: anarquismo, Leão Tolstói, literatura, Rússia, Tolstoi
Hughie Thomasson morreu há dezanove anos...
Postado por Fernando Martins às 19:00 0 comentários
Marcadores: Hughie Thomasson, Lynyrd Skynyrd, música, Outlaws, Southern Rock, The Ballad Of Curtis Lowe







.jpg)






