Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de fevereiro de 1809 - Downe, Kent, 19 de abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual. Esta teoria culminou no que é, agora, considerado o paradigma central para explicação de diversos fenómenos na biologia. Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.
domingo, abril 19, 2026
Charles Darwin morreu há 144 anos...
Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de fevereiro de 1809 - Downe, Kent, 19 de abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual. Esta teoria culminou no que é, agora, considerado o paradigma central para explicação de diversos fenómenos na biologia. Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.
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sábado, março 14, 2026
Félix Rodríguez de la Fuente morreu há 46 anos - e nasceu há 98 anos...
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quinta-feira, março 05, 2026
Lynn Margulis nasceu há 88 anos...
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Marcadores: Biologia, Carl Sagan, endossimbiose, hipótese de Gaia, judeus, Lynn Margulis, mitocôndria
terça-feira, março 03, 2026
Mário Ruivo nasceu há 99 anos...
Mário João de Oliveira Ruivo (Campo Maior, 3 de março de 1927 – Lisboa, 25 de janeiro de 2017), mais conhecido por Mário Ruivo, foi um cientista e político português, pioneiro na defesa do oceano e no lançamento das temáticas ambientais em Portugal. Deixou como legado o compromisso com uma relação mais harmoniosa entre a sociedade e o oceano, através das ciências oceânicas.
Vida
Mário Ruivo foi um cientista e humanista português, precursor na defesa dos oceanos, das questões ambientais e de cidadania.
Foi dirigente da Direção Universitária de Lisboa, do MUD Juvenil, na década de 40, tendo estado preso em 1947 por atividades contra a ditadura. Formado em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa no ano de 1950, especializou-se em oceanografia biológica e gestão de recursos vivos na Universidade Paris-Sorbonne (1951-54), tendo desenvolvido a sua investigação em Portugal e em diversos países europeus. Regressado a Portugal, integrou o conselho editorial da Revista Seara Nova.
Foi diretor da Divisão de Recursos Aquáticos e do Ambiente do Departamento de Pescas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (1961-74), sediado em Roma.
Foi Ministro dos Negócios Estrangeiros no V Governo Provisório (1975) e Secretário de Estado das Pescas nos II, III e IV Governos Provisórios (1974-75).
Entre 1975 e 1979 foi Diretor-Geral dos Recursos Aquáticos e Ambiente do Ministério da Agricultura e Pescas e Chefe da Delegação Portuguesa à Conferência das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (1974-78). Foi Secretário da Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO (1980-88), membro do Conselho Consultivo da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica - SFCT (1986-95) e presidente da Comissão de Avaliação e Controle Independente - Projeto COMBO, MEPAT (1996-97). Foi também coordenador da Comissão Mundial Independente para os Oceanos (1995-98) e membro da Comissão Estratégica dos Oceanos (2003-2004), bem como conselheiro científico da Expo 98, dedicada ao tema “Os Oceanos, um Património para o Futuro”.
Foi membro do Board of Trustees do International Ocean Institute e vice-presidente da Associação Europeia da Ciência e Tecnologia do Mar.
Esteve na criação e presidiu à Eurocean – European Centre for information on Marine Science and Technology, em 2002, organização que procura promover a troca de informação na área das ciências e tecnologias do mar, com sede em Lisboa.
Foi membro da Direção do Centro Nacional de Cultura, membro da Sociedade de Geografia de Lisboa e membro vitalício do Conselho Geral da Fundação Mário Soares, entre outros cargos relevantes.
Foi, até ao seu falecimento, em 2017, presidente da Comissão Oceanográfica Intersetorial do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável e presidente do Fórum Permanente para os Assuntos do Mar.
Morreu a 25 de janeiro de 2017, em Lisboa, aos 89 anos de idade.
Em 2012, a Eurocean lançou o Prémio Mário Ruivo, com o objetivo de chamar a atenção para a importância do oceano e dos serviços que presta à humanidade.
Em 2018, o Ministério do Mar lançou o prémio “Mário Ruivo – Gerações Oceânicas”, para promover o conhecimento sobre o oceano entre os jovens, alertando para a sua importância no quotidiano e no futuro da humanidade.
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segunda-feira, fevereiro 16, 2026
Hugo de Vries nasceu há 178 anos
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quinta-feira, fevereiro 12, 2026
Lazzaro Spallanzani, padre jesuíta e importante fisiologista, morreu há 227 anos
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Marcadores: Biologia, fisiologia, geração espontânea, Igreja Católica, Itália, jesuítas, Spallanzani
Charles Darwin nasceu há 217 anos
Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de fevereiro de 1809 - Downe, Kent, 19 de abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual. Esta teoria culminou no que é, agora, considerado o paradigma central para explicação de diversos fenómenos na biologia. Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.

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sábado, janeiro 24, 2026
O biólogo Desmond Morris celebra hoje 98 anos
Morris ficou em Oxford, pesquisando o comportamento reprodutivo dos pássaros. Em 1956, mudou-se para Londres como chefe da Unidade de Cinema e TV Granada da Sociedade Zoológica de Londres e estudou as habilidades dos macacos para fazer filmes. O trabalho incluiu a criação de programas para cinema e televisão sobre comportamento animal e outros tópicos de zoologia. Ele apresentou o programa semanal Zoo Time da Granada TV até 1959, roteirizando e hospedando 500 programas e 100 episódios do programa Life in the Animal World para a BBC2. Em 1957 ele organizou uma exposição no Institute of Contemporary Arts de Londres, mostrando pinturas e desenhos compostos por chimpanzés comuns. Em 1958, ele co-organizou uma exposição, The Lost Image, que comparava fotos de bebés, humanos adultos e macacos, no Royal Festival Hall em Londres. Em 1959, ele deixou o Zoo Time para se tornar o Curador de Mamíferos da Zoological Society. Em 1964, ele proferiu a Palestra de Natal da Royal Institution sobre comportamento animal. Em 1967, ele passou um ano como diretor executivo do London Institute of Contemporary Arts.
Os livros de Morris incluem The Naked Ape: A Zoologist's Study of the Human Animal,
publicado em 1967. O livro vendeu bem o suficiente para Morris se mudar
para Malta em 1968 para escrever uma sequência e outros livros. Em
1973, ele voltou a Oxford para trabalhar para o etologista Niko Tinbergen. De
1973 a 1981, Morris foi Pesquisador no Wolfson College, Oxford. Em
1979, ele realizou uma série de televisão para a Thames TV, The Human Race, seguida em 1982 por Man Watching no Japão, The Animals Road Show
em 1986 e depois várias outras séries.
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sábado, janeiro 17, 2026
Morreu Pedro Sarmento - o biólogo que ajudou no regresso dos linces ao nosso país...
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segunda-feira, janeiro 12, 2026
Spallanzani nasceu há 297 anos
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sábado, dezembro 27, 2025
Robert Whittaker nasceu há 105 anos
- Monera: inclui os organismos procarióticos bactérias e algas azuis:
- Protista: os protozoários (seres eucarióticos, unicelulares e heterotróficos) e as algas (eucarióticos, unicelulares e autótrofos fotossintetizantes com pouca diferenciação das células);
- Fungi: os fungos, uni ou pluricelulares, heterótrofos e não possuem tecido organizado;
- Plantae (ou Metaphyta): os vegetais, eucarióticos, multicelulares, que possuem clorofila e tecidos organizados (algas, briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas);
- Animalia (ou Metazoa): todos os animais, multicelulares, heterótrofos, de células eucarióticas.

quinta-feira, dezembro 18, 2025
Richard Owen morreu há 133 anos...

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terça-feira, dezembro 09, 2025
A bióloga Clara Pinto Correia faleceu...

Maria Clara Amado Pinto Correia (Lisboa, 30 de janeiro de 1960 - Estremoz, 9 de dezembro de 2025) foi uma professora universitária, bióloga, escritora e historiadora da ciência portuguesa.
Biografia
Filha de José Manuel Pinto Correia, Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada a título póstumo, a 10 de junho de 1991, e de sua mulher Maria Adelaide da Cunha e Vasconcelos de Carvalho Amado. Era irmã da jornalista Margarida Pinto Correia.
Viveu vários anos da sua infância em Angola, onde o pai, o professor de Medicina José Pinto Correia, foi obrigado a cumprir serviço militar como médico durante a Guerra colonial (Guerra do Ultramar). Aí lhe nasceu a paixão pela Biologia. Foi uma excelente aluna, primeiro frequentou o Liceu Francês Charles Lepierre, depois o Liceu Rainha D. Leonor.
Como escritora, foi autora de uma vasta obra, que iniciou em 1983. O seu mais conhecido romance é Adeus, princesa, que publicou aos 25 anos de idade, no qual retrata a alma da juventude do Alentejo no final da tentativa de Reforma agrária. Tem meia centena de títulos publicados, incluindo ficção, literatura infantil, ensaios, biografia, crónicas de opinião, divulgação científica e estudos de História da ciência.
Formação e atividade académica
Motivada pelo sonho de um dia vir a ser Park Ranger numa reserva africana (nas revistas que o pai assinava, nomeadamente a National Geographic, fascinavam-na (particularmente as fotos de Jane Goodall com os chimpanzés), Clara Pinto Correia vai estudar biologia para a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Aí termina a licenciatura em 1984. No ano seguinte integra o corpo docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa como assistente estagiária de biologia celular e histologia e embriologia e, simultaneamente, como doutoranda no Laboratório de Biologia Celular do Instituto Gulbenkian de Ciência, em ambos os casos sob orientação do professor J. David-Ferreira. Deixa-se ficar aí até 1989, ano em que vai para o Estados Unidos como visiting scientist do laboratório de Sabina Sobel, na Universidade de Nova Iorque em Buffalo, para execução do projeto de doutoramento.
Em outubro de 1992, foi-lhe conferido, com distinção e louvor por unanimidade, o grau de Doutor em Biologia Celular pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto. Regressa aos EUA, agora como postdoctoral fellow no laboratório de James Robl, no Department of Veterinary and Animal Sciences da University of Massachusetts at Amherst, para desenvolver um projecto de investigação relacionado com as interacções nucleo-citoplasmáticas na clonagem de embriões de mamíferos. Em 1994 trocou o trabalho de bancada por um contrato de dois anos para fazer uma especialização em História das Ciências no Department of History of Science da Harvard University, e escrever um livro sobre História das Teorias da Reprodução, em ambos os casos sob orientação de Stephen Jay Gould e supervisão de Everett Mendelshon. Publicado o livro "The Ovary of Eve - Egg & Sperm & Preformation", em 1996 regressou a Portugal para criar na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias a licenciatura em Biologia e o mestrado em Biologia do Desenvolvimento. Paralelamente foi contratada como «research associate» de Stephen Jay Gould no Museum of Comparative Zoology da Harvard University, cargo que manteve até 2002, e como «adjunt professor» no Department of Veterinary and Animal Sciences da University of Massachusetts at Amherst, que manteve até 2001. Em 2004 prestou provas de agregação em História e Filosofia das Ciências na Universidade de Lisboa.
Foi professora catedrática da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, onde dirigiu a licenciatura em Biologia e o mestrado em Biologia do Desenvolvimento. Lecionou em ambos os cursos os módulos associados à história do pensamento biológico e à história das teorias da reprodução. Foi também «research associate» de John Murdoch no Department of History of Science da Harvard University e investigadora do Centro de Estudos de História das Ciências Naturais e da Saúde do Instituto Rocha Cabral.
Investigação
Biologia
No laboratório do Prof. James Robl na University of Massachusetts, que trabalhava com o objetivo de clonar bovinos transgénicos em grande número, Clara Pinto Correia introduziu novas técnicas de localização de estruturas intra-celulares por imunofluorescência que tinha aprendido durante os seus trabalhos de doutoramento. Era consensual entre todos os cientistas, pois era isso que ensinavam os livros de biologia celular e do desenvolvimento, que o centrossoma que preside à organização do primeiro ciclo celular era de origem materna. Até então o modelo usado era única e exclusivamente o rato e a extrapolação parecia natural. Acontece que Clara Pinto Correia, depois de usar como modelo o coelho, descobriu que o centrossoma que preside à organização do primeiro ciclo celular era de origem paterna. Usando como modelo o bovino obteve os mesmos resultados. Entretanto outros grupos de investigação internacionais à medida que ensaiavam outros modelos chegavam à mesma conclusão. Os livros foram mesmo reescritos.
História das ciências
O interesse de Clara Pinto Correia pela História da Biologia vem dos tempos de estudante. Porém, terá sido Stephen Jay Gould o seu guru intelectual, que a levou pelos caminhos da história das ciências. Foi com ele que Clara Pinto Correia fez a sua primeira grande investigação sobre história das teorias da reprodução, na Harvard University que viria a culminar na edição do livro "The Ovary of Eve - Egg & Sperm & Preformation". Esta investigação levou-a a fazer a sua segunda grande descoberta, sobre a história da preformação. Tudo começou com o pressuposto de que os preformacionistas do século XVII tinham desenhado pessoas pequeninas enroscadas dentro do núcleo do espermatozoide. E estas pessoas tinham até um nome. Eram os "homúnculos". Porém, quando Clara Pinto Correia começou a investigar as fontes, nomeadamente o precioso Traité de Dioptrique de Nicholas Hartsoeker (1694), não encontrou o termo em lado algum. A investigadora acabaria por concluir que o termo "homúnculo" nunca foi usado pelos preformacionista dos séculos XVII e XVIII mas trata-se antes de uma invenção da literatura secundária dos anos 30. Esta descoberta, modesta na sua grandiosidade pois não salvou vidas nem deu a paz ao mundo, acabaria por obrigar a uma revisão dos livros de texto. Um deles foi o conhecido Developmental Biology de Scott Gilbert que na sua 4ª edição apresentava o famoso espermatozóide de Hartsoeker com o seu "homúnculo" em posição fetal, mas que na edição seguinte já tinha segregado o termo "homúnculo".
Clara Pinto Correia foi investigadora responsável pelo projeto MAPA MUNDI - O impacto das viagens imaginárias na organização do pensamento ocidental (sécs. XIV-XVIII), a decorrer no Centro de Estudos de História das Ciências Naturais e da Saúde do Instituto Rocha Cabral. Este projeto visava proceder a uma análise inter-disciplinar (Ciências Naturais/Estudos do Género/Psicologia/Tradição Oral Portuguesa/Cartografia) de quatro grandes clássicos europeus da narrativa de viagens, como "As viagens de John Mandeville", "O Livro do Infante D.Pedro" de Gil de Santisteban, a Terra Austral Conhecida, de Gabriel de Foigny, e o Suplemento à viagem de Bougainville, de Denis Diderot.
in Wikipédia
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segunda-feira, novembro 24, 2025
Darwin publicou o livro A Origem das Espécies há 166 anos...!
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sexta-feira, novembro 07, 2025
Alfred Russel Wallace morreu há cento e doze anos
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Marcadores: Alfred Russel Wallace, biogeografia, Biologia, Charles Darwin, darwinismo, Ecologia, Linha de Wallace
quarta-feira, novembro 05, 2025
J. B. S. Haldane nasceu há 133 anos
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Marcadores: Biologia, enzimas, genética, J. B. S. Haldane, Oparin
segunda-feira, outubro 20, 2025
Whittaker morreu há quarenta e cinco anos...
- Monera: inclui os organismos procarióticos bactérias e algas azuis:
- Protista: os protozoários (seres eucarióticos, unicelulares e heterotróficos) e as algas (eucarióticos, unicelulares e autróficos fotossintetizantes com pouca diferenciação das células);
- Fungi: os fungos, uni ou pluricelulares, heterotróficos e não possuem tecido organizado;
- Plantae (ou Metaphyta): os vegetais, eucarióticos, multicelulares, que possuem clorofila e tecidos organizados (algas, briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas);
- Animalia (ou Metazoa): todos os animais, multicelulares, heterotróficos, de células eucarióticas.
quarta-feira, outubro 08, 2025
Luís Archer, um padre jesuíta pioneiro no estudo da genética, faleceu há treze anos...
Luís Jorge Peixoto Archer, S.J. (Porto, Nevogilde, 5 de maio de 1926 - Lisboa, 8 de outubro de 2011) foi um padre jesuíta e cientista português
Luís Archer concluiu os estudos liceais no "Liceu Rodrigues de Freitas" e estudou piano no Conservatório de Música do Porto entre 1936 e 1945. Terminou a licenciatura em Ciências Biológicas na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto no ano de 1947 com a média final de 18 valores, pelo que ganhou o prémio, atribuído pelo Rotary Club, de melhor estudante dessa Faculdade.
No dia 7 de dezembro de 1947, e depois de já ter sido contratado como Assistente Extraordinário por Américo Pires de Lima, entrou no noviciado da Companhia de Jesus, em Guimarães (onde estudou humanidades durante dois anos). Nos anos seguintes estudou filosofia (1951-1954) na Faculdade Pontifícia de Braga (atualmente Universidade Católica Portuguesa) e teologia (1956-1959) na Alemanha, em Frankfurt am Main, onde foi ordenado sacerdote, no dia 31 de julho de 1959.
No ano de 1964 começou a estudar bioquímica e genética na Universidade de Georgetown nos Estados Unidos, onde fez o doutoramento em genética molecular em 1967. A partir de 1968 Archer introduziu em Portugal a investigação em genética molecular, tendo fundado os laboratórios de Genética Molecular do Instituto Gulbenkian de Ciência e do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto. Durante vinte anos trabalhou no Instituto Gulbenkian de Ciência e foi professor catedrático de Genética Molecular na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa de 1979 a 1996.
Foi diretor da série de Ciências Naturais da revista Brotéria entre 1962 e 1979. Entre 1980 e 2002 dirigiu a Brotéria-Genética, instituída em 1980 como órgão oficial da Sociedade Portuguesa de Genética, de que foi presidente entre 1978 e 1981.
No final dos anos setenta, e sem que abandonasse a sua atividade científica, Luís Archer começou a dirigir os seus interesses intelectuais para a bioética, área em que desempenharia um papel pioneiro em Portugal. A sua obra concentrou-se em três grandes áreas: a reprodução humana artificial; a terapia génica; e o conhecimento do genoma humano e suas implicações éticas.
A 26 de abril de 1991 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
Em homenagem a Luís Archer, a Sociedade Portuguesa de Genética criou o Prémio Prof. Doutor Luís Archer.
Morreu aos 85 anos, após ter sido transportado para o Hospital de Santa Maria em Lisboa, devido a uma indisposição.
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quarta-feira, setembro 17, 2025
O botânico Jorge Paiva celebra hoje 92 anos...!
Jorge Américo Rodrigues de Paiva, nascido em Cambondo (Angola), a 17 de setembro de 1933, licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade de Coimbra e doutorado em Biologia pelo Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo (Espanha), aposentado, tendo sido investigador principal no Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra, onde lecionou algumas disciplinas, tendo também lecionado, como professor convidado, na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, nos Departamentos de Biologia das Universidades de Aveiro e da Madeira, na licenciatura de Arquitetura Paisagista da Universidade Vasco da Gama de Coimbra, no Departamento de Engenharia do Ambiente do Instituto Superior de Tecnologia de Viseu e no Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo (Espanha).
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Marcadores: Biologia, botânica, divulgação científica, Ecologia, Jorge Paiva, naturalista, Universidade de Coimbra
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