terça-feira, julho 07, 2026
Toto Cutugno celebra hoje oitenta e três anos
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: Eurofestival da Canção, Festival de Sanremo, Itália, L'italiano, música, pop, pop-rock, Toto Cutugno
O incidente da Ponte Marco Polo foi há 89 anos
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
Marcadores: China, Incidente da Ponte Marco Polo, Japão, Segunda Guerra Sino-Japonesa
Ringo Starr nasceu há 86 anos

Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
Marcadores: Act Naturally, bateria, folk rock, música, pop rock, Ringo Starr, Rock, rock psicadélico, The Beatles
Vonda Shepard celebra hoje sessenta e três anos
Postado por Fernando Martins às 06:30 0 comentários
Marcadores: Ally McBeal, música, Rock, Searchin' My Soul, Vonda Shepard
Saudades de Cazuza...
Postado por Pedro Luna às 03:06 0 comentários
Marcadores: Barão Vermelho, Brasil, Cazuza, homossexuais, MPB, música, O Tempo Não Para, punk, Rock, Rock brasileiro, SIDA
O blog Geopedrados celebra hoje vinte e um anos...!
Vivem ali uns tantos cujo sangue
Vivem ali uns tantos cujo sangue
é morno
mas esfria sem demora se vertido. Incubam as crias
por longos meses. Dão-lhes um nome,
agasalho, teta.
Desfilam, vestidos de petroquímica, encaroçados
em cubos metálicos que rolam no crude
fundido, deitado sobre a terra morta.
Uns quantos, desvairados escalam pináculos,
cavalgam ondas colossais.
Outros puxam alavancas, carregam em botões,
colectam coisas, transportam sacas,
enchem recipientes.
Confinam. Formigam. Unem margens apartadas,
passadiços sobre o vazio. Percorrem túneis, tubos,
escavam buracos, tocas; queimam sem descanso a podridão antiga,
milhões de anos acumulada – tiram dela a flama
do movimento.
Tiveram outrora uma alma, ínfimo desvio
do azul
para o vermelho.
in Firmamento (2022) - Rui Lage
Postado por Fernando Martins às 02:10 0 comentários
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Marc Chagall nasceu há 139 anos
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Postado por Fernando Martins às 01:39 0 comentários
Marcadores: cubismo, expressionismo, judeus, Marc Chagall, modernismo, pintura, vitral
Mário Sacramento nasceu há 106 anos...
Mário Emílio de Morais Sacramento (Ílhavo, 7 de julho de 1920 - Porto, 27 de março de 1969) foi um médico, escritor neorrealista, ensaísta e político antifascista revolucionário comunista português, que se destacou como uma importante figura do movimento de oposição democrática ao regime do Estado Novo.
Postado por Fernando Martins às 01:06 0 comentários
Marcadores: literatura, Mário Sacramento, neorrealismo
Guerra Junqueiro morreu há cento e três anos...
Abílio Manuel Guerra Junqueiro (Freixo de Espada à Cinta, 17 de setembro de 1850 - Lisboa, 7 de julho de 1923) foi bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra, alto funcionário administrativo, político, deputado, jornalista, escritor e poeta. Foi o poeta mais popular da sua época e o mais típico representante da chamada "Escola Nova". Poeta panfletário, a sua poesia ajudou criar o ambiente revolucionário que conduziu à implantação da República. Foi entre 1911 e 1914 o embaixador de Portugal na Suíça (o título era "ministro de Portugal na Suíça"). Guerra Junqueiro formou-se em direito na Universidade de Coimbra.
Cronologia
- 1850: Nasce no lugar de Ligares, Freixo de Espada à Cinta;
- 1864: «Duas páginas dos quatorze anos»;
- 1866: Frequenta o curso de Teologia na Universidade de Coimbra;
- 1867: «Vozes Sem Eco»;
- 1868: «Baptismo de Amor». Matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra;
- 1873: «Espanha Livre». Colaboração de Guerra Junqueiro em «A Folha» de João Penha. É bacharel em Direito;
- 1874: «A Morte de D. João»;
- 1875: Primeiro número de «A Lanterna Mágica» em que colabora;
- 1878: É nomeado Secretário Geral do Governo Civil em Angra do Heroísmo;
- 1879: «A Musa em Férias» e «O Melro». Adere ao Partido Progressista. É transferido de Angra do Heroísmo para Viana do Castelo e eleito para a Câmara dos Deputados;
- 1880: Casa a 10 de fevereiro com Filomena Augusta da Silva Neves. A 11 de novembro nasce a filha Maria Isabel;
- 1881: Nasce a filha Júlia. Interditada por demência, vem a ser internada no Porto;
- 1885: «A Velhice do Padre Eterno». Criação do movimento «Vida Nova» do qual Guerra Junqueiro é simpatizante;
- 1887: Segunda viagem de Guerra Junqueiro a Paris;
- 1888: Constitui-se o grupo «Vencidos da Vida». «A Legítima»;
- 1889: Falece a sua esposa, Filomena Augusta Neves, facto que lamentará até ao fim dos seus dias;
- 1890: «Finis Patriae». Guerra Junqueiro é eleito deputado pelo círculo de Quelimane;
- 1895: Vende a maior parte das coleções artísticas que acumulara;
- 1896: «A Pátria». Parte para Paris;
- 1902: «Oração ao Pão»;
- 1903: Reside em Vila do Conde;
- 1904: «Oração à Luz»;
- 1905: Visita a Academia Politécnica do Porto e instala-se nesta cidade;
- 1908: É candidato do Partido Republicano pelo Porto;
- 1910: É nomeado Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário da república portuguesa junto da Confederação Suíça, em Berna;
- 1911: Homenagem a Guerra Junqueiro no Porto;
- 1914: Exonera-se das funções de Ministro Plenipotenciário;
- 1920: «Prosas Dispersas»;
- 1923: Morre a 7 de julho em Lisboa.
- 1966: O seu corpo é solenemente trasladado para o Panteão Nacional da Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, numa cerimónia ocorrida para homenagear também outras ilustres figuras portuguesas entre os dias 1 e 5 de dezembro. Antes disso, encontrava-se no Mosteiro dos Jerónimos.
A Moleirinha
Pela estrada plana, toque, toque, toque,
Guia o jumentinho uma velhinha errante.
Como vão ligeiros, ambos a reboque,
Antes que anoiteça, toque, toque, toque,
A velhinha atrás, o jumentito adiante!...
Toque, toque, a velha vai para o moinho,
Tem oitenta anos, bem bonito rol!...
E contudo alegre como um passarinho,
Toque, toque, e fresca como o branco linho,
De manhã nas relvas a corar ao sol.
Vai sem cabeçada, em liberdade franca,
O jerico ruço duma linda cor;
Nunca foi ferrado, nunca usou retranca,
Tange-o, toque, toque, a moleirinha branca
Com o galho verde duma giesta em flor.
Vendo esta velhita, encarquilhada e benta,
Toque, toque, toque, que recordação!
Minha avó ceguinha se me representa...
Tinha eu seis anos, tinha ela oitenta,
Quem me fez o berço fez-lhe o seu caixão!...
Toque, toque, toque, lindo burriquito,
Para as minhas filhas quem mo dera a mim!
Nada mais gracioso, nada mais bonito!
Quando a virgem pura foi para o Egipto,
Com certeza ia num burrico assim.
Toque, toque, é tarde, moleirinha santa!
Nascem as estrelas, vivas, em cardume...
Toque, toque, toque, e quando o galo canta,
Logo a moleirinha, toque, se levanta,
P’ra vestir os netos, p’ra acender o lume...
Toque, toque, toque, como se espaneja,
Lindo o jumentinho pela estrada chã!
Tão ingénuo e humilde, dá-me, salvo seja,
Dá-me até vontade de o levar à igreja,
Baptizar-lhe a alma, p’ra a fazer cristã!
Toque, toque, toque, e a moleirinha antiga,
Toda, toda branca, vai numa frescata...
Foi enfarinhada, sorridente amiga,
Pela mó da azenha com farinha triga,
Pelos anjos loiros com luar de prata!...
Toque, toque, como o burriquito avança!
Que prazer d’outrora para os olhos meus!
Minha avó contou-me quando fui criança,
Que era assim tal qual a jumentinha mansa
Que adorou nas palhas o menino Deus...
Toque, toque, é noite... ouvem-se ao longe os sinos,
Moleirinha branca, branca de luar!...
Toque, toque, e os astros abrem diamantinos,
Como estremunhados querubins divinos,
Os olhitos meigos para a ver passar...
Toque, toque, e vendo sideral tesoiro,
Entre os milhões d’astros o luar sem véu,
O burrico pensa: Quanto milho loiro!
Quem será que mói estas farinhas d’oiro
Com a mó de jaspe que anda além no Céu!
Guerra Junqueiro
Postado por Fernando Martins às 01:03 0 comentários
Marcadores: A Moleirinha, Guerra Junqueiro, I república, Maria de Lurdes Resende, Monarquia, poesia
Cazuza morreu há trinta e seis anos...
Postado por Fernando Martins às 00:36 0 comentários
Marcadores: Barão Vermelho, Bete Balanço, Brasil, Cazuza, homossexuais, MPB, música, punk, Rock, Rock brasileiro, SIDA
Giuseppe Piazzi nasceu há 280 anos

in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: asteróide, astronomia, Ceres, Giuseppe Piazzi, Igreja Católica, Itália, planeta anão
O primeiro post do blog Geopedrados foi publicado há 21 anos...!
Postado por Fernando Martins às 00:21 0 comentários
Marcadores: blog Geopedrados, blogosfera, Geopedrados
Hoje é preciso ouvir cantar um baterista...
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: bateria, folk rock, música, Octopus's Garden, pop rock, Ringo Starr, Rock, rock psicadélico, The Beatles
Hoje é o Dia do Chocolate...!
A origem dessa comemoração não é muito clara, mas o que importa é que este é o dia do ano de comer chocolate sem peso na consciência. Seja uma barra de chocolate, uma bebida, um gelado, algumas bolachas ou bombons, neste dia é obrigatório ingerir uma boa dose de chocolate.
Apesar de tudo, recomenda-se alguma moderação: alguns estudos indicam que o chocolate é mais viciante do que drogas como a cocaína.
Origem do chocolate
É
curioso que o chocolate teria sido utilizado pelos Maias como moeda de
troca. Para eles, o cacau era uma dádiva dos deuses, daí o seu valor.
Enquanto isso, os maias serviam cacau aos guerreiros para dar-lhes
força.
Quem o trouxe para a Europa foi Cristóvão Colombo, em
1502. E foi na Espanha onde começou-se a adicionar açúcar ao cacau, até
ganhar popularidade na França, estendendo-se por tantos outros países.
Hoje,
a indústria do chocolate movimenta milhares de euros e, em Portugal, os
portugueses comem um quilo e meio de chocolate em média por ano.
Como tão adorado que é, existe também a celebração do Dia Internacional do Chocolate, a 13 de setembro.
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: chocolate, culinária, gastronomia
segunda-feira, julho 06, 2026
A Terra chegou ao afélio - o ponto da sua órbita em que fica mais afastada do Sol...!
in Wikipédia

(imagem daqui)
NOTA: hoje, às 17.31 horas, a Terra chegou ao ponto mais afastado do Sol da sua órbita, girando em torno do Sol à mínima velocidade, de acordo com a Segunda Lei de Kepler. Aproveitamos tal facto para recordar que as estações não têm nada a ver com a distância da Terra ao Sol (de outro modo estaríamos agora no inverno...) e sim com com o facto do eixo de rotação da Terra ser inclinado em relação ao plano orbital; assim, em qualquer momento, uma parte do planeta estará mais diretamente exposta aos raios do Sol do que outra.
Postado por Fernando Martins às 17:31 0 comentários
Marcadores: afélio, astronomia, periélio, Sol
Leite de Vasconcelos nasceu há 168 anos...
José Leite de Vasconcellos Pereira de Melo, mais conhecido por Leite de Vasconcellos (Ucanha, 7 de julho de 1858 – Lisboa, 17 de maio de 1941), foi um linguista, filólogo, arqueólogo e etnógrafo português.
Biografia
José Leite de Vasconcellos Pereira de Melo nasceu no seio de uma família aristocrata na aldeia vinhateira de Ucanha do concelho de Tarouca, a 7 de julho de 1858. Era filho de José Leite Cardoso Pereira de Melo e de Maria Henriqueta Leite de Vasconcellos Pereira de Melo.
A infância e a adolescência foram passadas num meio rural rico em testemunhos históricos, que desde cedo despertaram o seu interesse pela observação das tradições e dos costumes locais, anotando as suas experiências em pequenos cadernos. Deixou a Beira aos 18 anos para trabalhar no Porto, num liceu e num colégio, assim ajudando ao sustento da família e assegurando os seus estudos no Colégio de São Carlos e, mais tarde, na Escola Médico-Cirúrgica do Porto.
Durante o curso de Medicina escreveu uma das suas primeiras obras - Tradições Populares Portuguesas - e editou o opúsculo Portugal Pré-Histórico (1885). Ao concluir o curso e após defesa da tese, A Evolução da Linguagem: Ensaio Antropológico (1886), recebeu o Prémio Macedo Pinto, destinado ao aluno mais brilhante. Assumiu, então, as funções de subdelegado de saúde do Cadaval, onde tinha família, durante seis meses. No entanto, dois anos mais tarde, depois de ter exercido funções de subdelegado de saúde, médico municipal e presidente da Junta Escolar do Cadaval, decide abandonar a carreira médica e dedicar-se ao estudo das suas ciências prediletas: Linguística, Arqueologia e Etnologia.
Prossegue os seus estudos em Paris, tirando um curso de Filologia na Universidade de Paris, no qual defendeu a tese Esquisse d'une dialectologie portugaise (1901), o primeiro importante compêndio diatópico do português (depois continuado e melhorado por Manuel de Paiva Boléo e Luís Lindley Cintra), que foi classificada com a menção de "très honorable". Por essa altura, encetou relações sólidas com figuras de prestígio e desenvolveu pesquisas em obras raras de bibliotecas estrangeiras. Na Biblioteca de Leiden descobriu A canção de Sancta Fides de Agen, manuscrito medieval que publicou em 1902. Na Biblioteca Palatina de Viena identificou o Livro de Esopo, que editou em 1906.
Fez inúmeras viagens em Portugal, visitou vários países europeus e deslocou-se ao Egito para participar no Congresso do Cairo de 1909, no qual presidiu à secção de Arqueologia Pré-Histórica. Estas digressões permitiram-lhe recolher material para o museu e criar laços de amizade com colegas portugueses e estrangeiros. Em 1911 é integrado no corpo docente da recém-criada Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde leciona Filologia Clássica, Filologia Românica, Arqueologia e Epigrafia. Em 1914 solicitou a Bernardino Machado que lhe fosse atribuída a categoria de professor titular de Arqueologia.
Em 1929 aposenta-se. Em sua homenagem, o Museu Etnológico passou a ter o seu nome, tendo Leite de Vasconcellos recebido o título de diretor honorário. A partir dessa altura dedica-se à escrita, na qual se salienta o projeto Etnografia Portuguesa publicado em vários volumes pela Imprensa Nacional. Foi agraciado com diversas distinções, como a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública (1930), a Comenda da Legião de Honra (1930) de França e a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (1937), a que se juntaram muitas outras, alcançadas ao longo da sua carreira, como a de correspondente do Instituto de França (1920). Foi autor, também, de poesia e do maior epistolário português (24.289 cartas de 3.727 correspondentes, editadas em 1999), produto da imensa rede de contactos que estabeleceu ao longo da vida.
Além de fundador das revistas O Arqueólogo Português e Revista Lusitana, foi também um dos criadores da revista O Pantheon (1880-1881) e teve diversas colaborações em publicações periódicas, nomeadamente: A Mulher (1879), Era Nova (1880-1881), Revista de Estudos Livres (1883-1886), A Imprensa (1885-1891), Branco e Negro (1896-1898), Atlântida (1915-1920), Lusitânia (1924-1927), Ilustração (1926-1939), Feira da Ladra (1929-1943), Boletim cultural e estatístico (1937) e Revista de Arqueologia (1932-1938).
Faleceu a 17 de maio de 1941, na sua residência, no número 40 da Rua D. Carlos de Mascarenhas, freguesia de São Sebastião da Pedreira, em Lisboa, aos 82 anos de idade, vítima de broncopneumonia, sem nunca ter casado ou ter tido filhos. Deixou em testamento ao Museu Nacional de Arqueologia parte do seu espólio científico e literário, incluindo uma biblioteca com cerca de oito mil títulos, para além de manuscritos, correspondência, gravuras e fotografias. Encontra-se sepultado em jazigo de família, no Cemitério dos Prazeres.
Postado por Fernando Martins às 16:08 0 comentários
Marcadores: Arqueologia, etnografia, filologia, Leite de Vasconcelos, Museu Nacional de Arqueologia
Música para matar as saudades de Matilde Rosa Araújo...
BALADA DAS VINTE MENINAS FRIORENTAS
Vinte meninas, não mais,
Eu via ali no beiral:
Tinham cabecinha preta
E branquinho o avental.
Vinte meninas, não mais,
Eu via naquele muro:
Tinham cabecinha preta,
Vestidinho azul escuro.
As minhas vinte meninas,
Capinhas dizendo adeus,
Chegaram na Primavera
E acenaram lá dos céus.
As minhas vinte meninas
Dormiam quentes num ninho
Feito de amor e de terra,
Feito de lama e carinho.
As minhas vinte meninas
Para o almoço e o jantar
Tinham coisas pequeninas,
Que apanhavam pelo ar.
Já passou a Primavera
Suas horas pequeninas:
E houve um milagre nos ninhos.
Pois foram mães, as meninas!
Eram ovos redondinhos
Que apetecia beijar:
Ovos que continham vidas
E asinhas para voar.
Já não são vinte meninas
Que a luz do Sol acalenta.
São muitas mais! muitas mais!
Não são vinte, são oitenta!
Depois oitenta meninas
Eu via ali no beiral:
Tinham cabecinha preta
E branquinho o avental.
Mas as oitenta meninas,
Capinhas dizendo adeus,
Em certo dia de Outono
Perderam-se pelos céus.
Matilde Rosa Araújo
Postado por Pedro Luna às 16:00 0 comentários
Marcadores: Balada das vinte meninas, literatura juvenil, Matilde Rosa Araújo, música, poesia, Vitorino
Hoje é dia de ouvir Bill Haley and Comets cantar See you later alligator...
Postado por Pedro Luna às 10:10 0 comentários
Marcadores: Bill Haley, Bill Haley and His Comets, country, música, Rock, Rock and Roll, rockabilly, See you later alligator
O 14º Dalai Lama faz hoje noventa e um anos
Jetsun Jamphel Ngawang Lobsang Yeshe Tenzin Gyatso (nascido Lhamo Döndrub, Taktser, 6 de julho de 1935) é um religioso tibetano, atual Dalai Lama (14º da linhagem), líder religioso do budismo tibetano. Considerado a reencarnação do bodisatva da compaixão, Tenzin Gyatso é monge e geshe (doutor) em filosofia budista, recebeu o Nobel da Paz e foi agraciado com mais de 100 títulos honoris causa. Nascido em 6 de julho de 1935, ou, no calendário tibetano, no ano do Porco-Madeira, 5.º mês, 5.º dia. Ele é considerado um Bodisatva vivo; especificamente, uma emanação de Avalokiteśvara em sânscrito e Chenrezig em tibetano. Ele também é o líder e um monge ordenado da escola Gelug, a mais nova escola do budismo tibetano, formalmente liderada pelo Ganden Tripa. O governo central do Tibete, o Ganden Phodrang, investiu o Dalai Lama com deveres temporais até ao seu exílio em 1959. Em 29 de abril de 1959, o Dalai Lama estabeleceu um governo tibetano independente, no exílio, na estação montanhosa de Mussoorie, no norte da Índia, que depois mudou, em maio de 1960, para Dharamshala, onde reside. Ele se aposentou como chefe político em 2011 para dar lugar a um governo democrático, a Administração Central Tibetana.
Postado por Fernando Martins às 09:10 0 comentários
Marcadores: budismo, China, Dalai Lama, direitos humanos, paz, Prémio Nobel, Tibete
A atriz Janet Leigh nasceu há 99 anos...
Janet Leigh, nome artístico de Jeanette Helen Morrison (Merced, 6 de julho de 1927 - Beverly Hills, 3 de outubro de 2004) foi uma atriz norte-americana. Ela é sobretudo lembrada pelo seu desempenho no filme Psico (1960) pelo o qual ela foi premiada com o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante e recebeu uma indicação para o Óscar.
Descoberta pela atriz Norma Shearer, Leigh garantiu um contrato com a Metro-Goldwyn-Mayer e fez sua estreia no cinema com um papel de protagonista em O Romance of Rosy Ridge em 1947. Nos anos seguintes, ela apareceu em vários filmes populares de uma ampla variedade de géneros, incluindo Ato de Violência (1948), Little Women (1949), Holiday affair (1949), Angels in the Outfield (1951), Scaramouche (1952), The Naked Spur (1953), Walking My Baby Back Home (1953) e Living It Up (1954).
Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
Marcadores: actriz, cinema, Jamie Lee Curtis, Janet Leigh
George Walker Bush faz hoje oitenta anos
Bush faz parte de uma proeminente família política dos Estados Unidos. É o filho mais velho de George H. W. Bush, o 41.º presidente dos Estados Unidos, e de Barbara Bush, fazendo-o um dos apenas dois presidentes norte-americanos a serem filhos de um presidente anterior. O seu irmão, Jeb Bush, foi Governador da Flórida e candidato à nomeação republicana para a eleição presidencial de 2016. Seu avô paterno, Prescott Bush, foi Senador dos Estados Unidos por Connecticut.
Depois de graduar-se pela Universidade de Yale em 1968 e pela Escola de Negócios de Harvard em 1975, Bush trabalhou na indústria do petróleo. Casou-se com Laura Welch em 1977 e concorreu, sem sucesso, para a Câmara dos Representantes pouco depois. Mais tarde, tornou-se sócio da equipe de baseball Texas Rangers e, em 1994, foi eleito governador do Texas após derrotar a governadora Ann Richards. Bush foi eleito Presidente em 2000 depois de uma eleição acirrada e controversa sobre o rival democrata Al Gore, tornando-se o quarto Presidente a ser eleito com menos votos populares do que seu oponente.
Os ataques terroristas de 11 de setembro ocorreram oito meses após o início de seu primeiro mandato. Bush respondeu ao ataque com o que se tornou conhecido como a Doutrina Bush: lançou uma "Guerra ao Terror", e uma campanha militar internacional que incluiu a Guerra no Afeganistão em 2001 e a Guerra do Iraque em 2003. Também promoveu políticas relacionadas a economia, saúde, educação, reforma da Previdência Social, uma alteração da Constituição para proibir o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e sancionou leis que resultaram em amplos cortes de impostos, além de promulgar o Ato Patriota.
Na eleição presidencial de 2004, Bush derrotou o senador democrata John Kerry em outra eleição relativamente acirrada. Em seu segundo mandato, recebeu críticas cada vez mais fervorosas de todo o espectro político devido a sua atuação na Guerra do Iraque, no Furacão Katrina, e em outros assuntos. Com isso, o Partido Democrata recuperou o controle do Congresso nas eleições de 2006. Em dezembro de 2007, o país entrou em sua maior recessão pós-II Guerra Mundial, muitas vezes referida como a "Grande Recessão", levando o governo Bush a obter a aprovação pelo Congresso de múltiplos programas económicos destinados a preservar o sistema financeiro do país. Em 2009, foi sucedido pelo democrata Barack Obama. Desde então, retornou ao Texas, onde comprou uma casa em Dallas. Em 2010, publicou seu livro de memórias, Decision Points. Sua presidência tem sido classificada como uma das piores da história dos Estados Unidos, mas, como muitos ex-presidentes, a sua popularidade entre o povo tem melhorado desde que deixou o cargo.
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Postado por Fernando Martins às 08:00 0 comentários
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What A Wonderful World, Louis Armstrong...
Postado por Pedro Luna às 05:50 0 comentários
Marcadores: jazz, Louis Armstrong, música, pop tradicional, swing, trompete, What A Wonderful World
Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 542 anos...
Diogo Cão
A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.
in Diário XII (1977) - Miguel Torga
Postado por Fernando Martins às 05:42 0 comentários
Marcadores: Angola, Congo, D. João II, descobrimentos, Diogo Cão, Miguel Torga, Padrão, poesia


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