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segunda-feira, julho 06, 2026

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 542 anos...

(imagem daqui)

   
Diogo Cão

A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.

 

in Diário XII (1977) - Miguel Torga

domingo, julho 06, 2025

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 541 anos...

(imagem daqui)

   
Diogo Cão

A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.

 

in Diário XII (1977) - Miguel Torga

sábado, julho 06, 2024

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 540 anos...

(imagem daqui)

   
Diogo Cão

A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.

 

in Diário XII (1977) - Miguel Torga

quinta-feira, julho 06, 2023

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 539 anos...

(imagem daqui)

   
Diogo Cão

A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.

 

in Diário XII (1977) - Miguel Torga

quarta-feira, julho 06, 2022

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 538 anos...

(imagem daqui)

   
Diogo Cão

A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.

 

in Diário XII (1977) - Miguel Torga

terça-feira, julho 06, 2021

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 537 anos

(imagem daqui)

   
Diogo Cão

A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.

 

in Diário XII (1977) - Miguel Torga

segunda-feira, novembro 30, 2020

Porque é dia de recordar com música um grande Poeta...

 

PADRÃO

 

O esforço é grande e o homem é pequeno.

Eu, Diogo Cão, navegador, deixei

Este padrão ao pé do areal moreno

E para diante naveguei.

 

A alma é divina e a obra é imperfeita.

Este padrão sinala ao vento e aos céus

Que, da obra ousada, é minha a parte feita:

O por-fazer é só com Deus.

 

E ao imenso e possível oceano

Ensinam estas Quinas, que aqui vês,

Que o mar com fim será grego ou romano:

O mar sem fim é português.

 

E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma

E faz a febre em mim de navegar

Só encontrará de Deus na eterna calma

O porto sempre por achar.

    

 

in Mensagem (1934) - Fernando Pessoa

segunda-feira, julho 06, 2020

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 536 anos

(imagem daqui)
   
Diogo Cão

A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.

in Diário XII (1977) - Miguel Torga

   
(imagem daqui)

sábado, julho 06, 2019

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 535 anos

(imagem daqui)

Diogo Cão


A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.


in Diário XII (1977) - Miguel Torga

segunda-feira, julho 06, 2015

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 531 anos

(imagem daqui)

Diogo Cão

A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.

in Diário XII (1977) - Miguel Torga

domingo, julho 06, 2014

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 530 anos

(imagem daqui)

Diogo Cão


A pura glória tem
A humilde singeleza do teu nome.
E cresce eternamente,
como um caule imortal,
No fuste de um padrão
Que a tua inquietação
Ergueu
Neste confim de mundo onde chegou.
Limpo brasão de quem só descobriu
E nada conquistou.


in Diário XII (1977) - Miguel Torga

sábado, julho 06, 2013

Diogo Cão chegou à foz do Rio Congo há 529 anos

Óleo de Carlos Alberto Santos
(imagem daqui)

Padrão

O esforço é grande e o homem é pequeno.
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
Este padrão ao pé do areal moreno
E para diante naveguei.

A alma é divina e a obra é imperfeita.
Este padrão sinala ao vento e aos céus
Que, da obra ousada, é minha a parte feita:
O por-fazer é só com Deus.

E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é português.

E a cruz no alto diz que o que me há na alma
E faz a febre em mim de navegar
Só encontrará de Deus na eterna calma
O porto sempre por achar.

in
Mensagem (1934) - Fernando Pessoa

sexta-feira, julho 06, 2012

Diogo Cão descobriu a foz do Rio Congo há 528 anos

 Diogo Cão chegando ao Congo

Diogo Cão foi um navegador português do século XV que possivelmente nasceu na Freguesia de Sá, concelho de Monção, ou na região de Vila Real, ou até em Évora, em data desconhecida, pois somente a realeza fazia registos concretos da data de nascimento e falecimento.

Pedra de Ielala, com as inscrições de Diogo Cão

Família
Filho natural de Álvaro Fernandes/Gonçalves Cão, Fidalgo da Casa Real.

Biografia
Escudeiro e depois Cavaleiro da Casa do Infante D. Henrique, enviado por D. João II de Portugal, realizou duas viagens de descobrimento da costa sudoeste africana, entre 1482 e 1486. Chegou à foz do Zaire e avançou pelo interior do rio, tendo deixado uma inscrição comprovando a sua chegada às cataratas de Ielala, perto de Matadi. Ao chegar à foz do rio Zaire, Diogo Cão julgou ter alcançado o ponto mais a sul do continente africano (Cabo da Boa Esperança), que na verdade foi dobrado por Bartolomeu Dias pouco tempo depois, e ao qual inicialmente chamara Cabo das Tormentas.
Estabeleceu as primeiras relações com o Reino do Congo.
Em 1485 chegou ao Cabo da Cruz (actual Namíbia). Introduziu a utilização dos padrões de pedra, em lugar das cruzes de madeira, para assinalar a presença portuguesa nas zonas descobertas.

Brasão de armas concedido a Diogo Cão por D. João II - iluminura da obra seiscentista conhecida por Livro do Armeiro Mor, da autoria de João de Gross que se encontra no Arquivo Nacional da Torre do Tombo- Lisboa
(retirado daqui)

Teve mercê de Armas Novas por carta de 14 de abril de 1484. As Armas que lhe foram concedidas são: de verde, com duas colunas de prata, rematadas cada uma por uma cruz de azul e firmadas sobre dois montes, moventes de um terreiro, tudo de sua cor; timbre: as duas colunas do escudo passadas em aspa e atadas de verde.
Casamento e descendência
Ignora-se com quem casou, mas teve geração, hoje extinta na varonia.
Diogo Cão nas artes
Diogo Cão é citado em diversas obras artísticas, como n´Os Lusíadas, de Luís de Camões ou na música Padrão, de Caetano Veloso. O navegador é personagem também no romance As naus, de António Lobo Antunes.
Surgiu em vários selos e notas de Portugal e das suas antigas colónias.

Padrão de Santa Maria (Angola)

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Padrão




Padrão
13-9-1918

O esforço é grande e o homem é pequeno
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
este padrão ao pé do areal moreno
e para diante naveguei.

A alma é divina e a obra é imperfeita.
Este padrão sinala ao vento e aos céus
Que, da obra ousada, é minha a parte feita:
O por fazer é só com Deus.

E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é português.

E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma
E faz a febre em mim de navegar
Só encontrará de Deus na eterna calma
O porto sempre por achar.

in
Mensagem (1934) - Fernando Pessoa