domingo, abril 26, 2026

Charles Richter, o sismólogo norte-americano, nasceu há 126 anos...


Charles Francis Richter (Hamilton, 26 de abril de 1900 - Pasadena, 20 de abril de 1985) foi um sismólogo norte-americano.
Richter ficou famoso ao criar, em colaboração com Beno Gutenberg, uma escala que quantifica a grandeza (energia libertada) pelos terremotos, que ele usou pela primeira vez em 1935. Richter e Gutenberg trabalhavam então no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech).

Nascido em Hamilton, Ohio, Richter estudou na Universidade Stanford e Instituto de Tecnologia da Califórnia, onde obteve seu PhD em física teórica em 1928. Trabalhou no Instituto Carnegie de Washington (1927-1936) antes de ser nomeado para o Instituto de Tecnologia da Califórnia, onde se tornou professor de sismologia em 1952.
Richter desenvolveu sua escala para medir a força dos terremotos em 1935. Escalas anteriores tinham sido desenvolvidas por De Rossi em 1880 e por Giuseppe Mercalli em 1902, mas ambos usavam uma escala descritiva, definida em termos de danos em edifícios bem como o comportamento e a resposta da população. Isso restringia o seu uso para a medição de terremotos em áreas povoadas, e fez escalas em relação ao tipo de técnicas de construção e materiais utilizados.
A escala de Richter é absoluta, com base na amplitude das ondas produzidas pelo terremoto. Ele definiu a magnitude de um terremoto como o logaritmo na base 10 da amplitude máxima das ondas, medido em microns. Isto significa que as ondas cujas amplitudes diferem por um fator de 100 diferem por 2 pontos na escala Richter. Com Beno Gutenberg tentou converter os pontos em sua escala em energia libertada. 
Em 1956, eles mostraram que a magnitude 0 corresponde a cerca de 1011 ergs (104 joules), enquanto a magnitude 9 é igual a 1024 ergs (1017 joules). Um aumento de uma unidade de energia significa cerca de 30 vezes mais do que está sendo libertada.
  

 

 

 

A Escala Richter, também conhecida como escala de magnitude local ou  , é uma escala logarítmica arbitrária, de base 10, foi utilizada para quantificar a magnitude de um sismo, desenvolvida nos anos 1930, a maioria das autoridades sismológicas agora usa outras escalas semelhantes, como a escala de magnitude do momento para relatar magnitudes de terremotos, mas grande parte da mídia ainda se refere a elas como magnitudes "Richter".

A escala Richter foi construída calculando o logaritmo da amplitude horizontal combinada (amplitude sísmica) do maior deslocamento a partir do zero num tipo particular de sismógrafo de torção, o sismógrafo de Wood-Anderson

Para acomodar a enorme variação na quantidade de energia que se liberta em sismos de magnitude diferente, a escala de Richter, tal como a escala de magnitude estelar usada em astronomia para descrever o brilho das estrelas e de outros objetos celestes, recorre a uma escala logarítmica, no caso de base 10.

O logaritmo incorporado na escala faz com que os valores atribuídos a cada nível aumentem de forma logarítmica, e não de forma linear, evitando os grandes valores que daí resultariam. Em consequência, um sismo a que seja atribuída magnitude 5,0 na escala de Richter tem uma amplitude sísmica 10 vezes maior do que um de magnitude 4,0. Como corolário, uma diferença de três pontos na escala corresponde a um aumento de 1 000 vezes na amplitude do sismo. 

  

Magnitude, efeitos e frequência de ocorrência dos eventos

Descrição Magnitude Efeitos Frequência
Microssismos < 2,0 Microssismos não percetíveis pelos humanos. ~8 000 por dia
Muito pequeno 2,0-2,9 Geralmente não sentido, apenas detetado/registado por sismógrafos. ~1 000 por dia
Pequeno 3,0-3,9 Frequentemente sentido, mas raramente causa danos. ~49 000 por ano
Ligeiro 4,0-4,9 Tremor notório de objetos no interior de habitações, ruídos de choque entre objetos. Sismo significativo, mas com danos importantes improváveis. ~6 200 por ano
Moderado 5,0-5,9 Pode causar danos importantes em edifícios mal concebidos e em zonas restritas. Provoca apenas danos ligeiros em edifícios bem construídos. 800 por ano
Forte 6,0-6,9 Pode ser destruidor em áreas habitadas num raio de até 160 quilómetros em torno do epicentro. 120 por ano
Grande 7,0-7,9 Pode provocar danos graves em zonas vastas. 18 por ano
Importante 8,0-8,9 Pode causar danos sérios num raio de várias centenas de quilómetros em torno do epicentro. 1 por ano
Excecional 9,0-9,9 Devasta zonas num raio de milhares de quilómetros em torno do epicentro. 1 em cada 20 anos
Extremo >10,0 Desconhecido. Na história conhecida nunca foi registado um sismo desta magnitude. Extremamente raro (desconhecido).

 

A escala de magnitude local foi desenvolvida em 1935 por Charles Francis Richter com a colaboração de Beno Gutenberg, ambos investigadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (California Institute of Technology ou Caltech), com o propósito inicial de separar os sismos pequenos, que ocorrem em grande número, dos sismos mais intensos, menos frequentes.

Richter reportou inicialmente valores com uma precisão de um quarto de unidade, mas mais tarde passou a utilizar uma escala decimal contínua, com a precisão de uma décima.

Sendo uma escala baseada no rácio entre um valor base e o valor medido, Richter escolheu arbitrariamente como tremor de magnitude 0,0 um sismo que produziria um deslocamento horizontal máximo de 1 μm num sismograma traçado por um sismógrafo de torção Wood-Anderson localizado a 100 km de distância do epicentro. Esta opção visava prevenir a atribuição de magnitudes negativas. Contudo, a escala de Richter não tinha limite máximo ou mínimo, e atualmente os sismógrafos modernos, mais sensíveis que os existente à época, com frequência detetam movimentos que naquela escala teriam magnitudes negativas.

 

in Wikipédia

Simonetta Vespucci morreu há 550 anos...

Retrato (póstumo) de Simonetta Vespucci - Sandro Botticelli

   
Simonetta Cattaneo Vespúcio ou Vespucci, em italiano (1453 - 26 de abril de 1476), foi uma nobre italiana que serviu de modelo para as obras O Nascimento de Vénus e A Primavera, ambas de Botticelli. Ficou conhecida como a mulher mais bela do Renascentismo. Viveu em Portovenere, uma cidadela italiana à beira-mar.

Era casada com Marco Vespucci, primo distante do navegador Américo Vespúcio e foi amante de Juliano de Médici, irmão mais novo de Lourenço de Médici.

Foi eleita a "Rainha da Beleza" de Florença. Morreu, de tuberculose, aos 23 anos. Depois de sua morte, Botticelli continuou a utilizar o seu rosto como modelo para pinturas. Antes de morrer, o pintor também pediu para ser enterrado aos pés de Simonetta.

 

Nascimento de Vénus - pintura de Sandro Botticelli, Galleria degli Uffizi


 

Assassinato de Simoneta Vespucci

 

Homens
No perfil agudo dos quartos
Nos ângulos mortais da sombra com a luz.

Vê como as espadas nascem evidentes
Sem que ninguém as erguesse - de repente.

Vê como os gestos se esculpem
Em geometrias exactas do destino.

Vê como os homens se tornam animais
E como os animais se tornam anjos
E um só irrompe e faz um lírio de si mesmo.

Vê como pairam longamente os olhos
Cheios de liquidez, cheios de mágoa
Duma mulher nos seus cabelos estrangulada.

E todo o quarto jaz abandonado
Cheio de horror e cheio de desordem.

E as portas ficam abertas,
Abertas para os caminhos
Por onde os homens fogem,
No silêncio agudo dos espaços,
Nos ângulos mortais da sombra com a luz.


 
  
  
in Coral (1950) - Sophia de Mello Breyner Andresen

Count Basie morreu há 42 anos...

    
William "Count" Basie (Red Bank, 21 de agosto de 1904 - Hollywood, 26 de abril de 1984) foi um pianista, compositor e bandleader de jazz (swing era) norte-americano.
Foi autor de temas, como "One O'clock Jump" e "Jumpin' at the Woodside" que foram executados, com primor, respetivamente, por Duke Ellington e Benny Goodman, com suas orquestras.
Foi chamado de "Count" (Conde em português), considerando sua importância entre os grandes mestres da swing era como Benny Goodman (Rei), Duke Ellington (Duque), Lester Young (Presidente) e Billie Holliday (Dama).
   
 

O desastre de Chernobil foi há quarenta anos...

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O acidente nuclear de Chernobil ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Central Nuclear de Chernobil (originalmente chamada Vladimir Ilyich Lenin) na Ucrânia (então parte da União Soviética). É considerado o pior acidente nuclear da história, produzindo uma nuvem de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia e Reino Unido, com a libertação de 400 vezes mais radioatividade do que a bomba que foi lançada sobre Hiroshima. Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia foram muito contaminadas, provocando a evacuação e migração de aproximadamente 200 mil pessoas.
Cerca de 60% de radioatividade caiu em território bielorrusso.
O acidente fez crescer preocupações sobre a segurança da indústria nuclear soviética, diminuindo a sua expansão durante muitos anos, e forçando o governo soviético a ter menos secretismo. Os agora separados países de Rússia, Ucrânia e Bielorrússia têm suportado um contínuo e substancial custo de descontaminação e cuidados de saúde devidos ao acidente de Chernobil. É difícil dizer com precisão o número de mortos causados pelos eventos de Chernobil, devido às mortes esperadas por cancro, que ainda não ocorreram e são difíceis de atribuir especificamente ao acidente. Um relatório da Organização das Nações Unidas de 2005 atribuiu 56 mortes até aquela data – 47 trabalhadores acidentados e nove crianças com cancro de tiróide – e estimou que cerca de 4.000 pessoas morrerão de doenças relacionadas com o acidente. O Greenpeace, entre outros, contesta as conclusões do estudo.
O governo soviético procurou esconder o ocorrido da comunidade mundial, até que a radiação em altos níveis foi detetada noutros países. Veja-se o início do comunicado do líder da União Soviética, na época do acidente, Mikhail Gorbachev, quando o governo admitiu a ocorrência:

 

Boa tarde, camaradas. Todos vocês sabem que houve um inacreditável erro – o acidente na central nuclear de Chernobil. Ele afetou duramente o povo soviético, e chocou a comunidade internacional. Pela primeira vez, nós nos confrontámos com a força real da energia nuclear, fora de controle.

Cidade fantasma de Pripyat com a central nuclear de Chernobil, ao fundo

 

A evacuação de Pripiat começou antes da União Soviética reconhecer formalmente o acidente. Na manhã de 28 de abril, os níveis de radiação ficaram tão altos que foram detetados na Central nuclear de Forsmark, na Suécia, a mais de mil quilómetros de distância de Chernobil. Os trabalhadores de Forsmark reportaram o caso à Autoridade Sueca de Segurança Radiológica, que determinou que a radiação fora originada noutro lugar. No mesmo dia, o governo sueco contactou a liderança política soviética em Moscovo, perguntando se houve algum acidente nuclear no território da União Soviética. Os soviéticos inicialmente negaram qualquer incidente, mas quando os suecos sugeriram que iriam registar um alerta oficial junto da Agência Internacional de Energia Atómica, o governo soviético admitiu ao mundo o acidente que aconteceu em Chernobil.

A princípio, os soviéticos afirmaram que o acidente tinha sido "pequeno", mas após eles terem evacuado cem mil pessoas da região, a comunidade internacional finalmente passou a tomar conhecimento da magnitude da situação. Às 21.02 de 28 de abril, o governo soviético emitiu, em rede nacional de televisão, o seu primeiro pronunciamento oficial sobre o desastre. O anúncio tardio durou aproximadamente 20 segundos e foi lido no programa de TV Vremya: "Houve um acidente na Central Nuclear de Chernobil. Um dos reatores nucleares foi danificado. Os efeitos do acidente estão sendo remediados. Tem sido dada assistência para as pessoas afetadas. Foi criada uma comissão de investigação." Esta foi toda a mensagem. A agência de notícias TASS então discutiu sobre o Acidente de Three Mile Island e outros desastres nucleares em solo americano, um exemplo comum da tática soviética conhecida como whataboutism (uma versão da falácia do Tu quoque). Contudo, o anúncio de que uma comissão de gestão de crise havia sido criada indicou, para observadores externos, a seriedade do acidente, e subsequentes mensagens foram substituídas por música clássica, um método comum para preparar o público para o anúncio de uma tragédia.

   

El-Rei D. Pedro II nasceu há 378 anos

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D. Pedro II de Portugal (Lisboa, 26 de abril de 1648 - Alcântara, 9 de dezembro de 1706). Foi Rei de Portugal, de 1683 até à sua morte, sucedendo ao irmão Afonso VI, vindo já exercendo as funções de regente do reino desde 1668, devido à instabilidade mental do irmão, D. Afonso VI. Está sepultado no Panteão dos Braganças em São Vicente de Fora. Morreu na Quinta de Alcântara, ou Palácio da Palhavã, de apoplexia. Tinha 58 anos e estava doente apenas há quatro dias.
 
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Bandeira pessoal de D. Pedro II

 

in Wikipédia

Mário de Sá-Carneiro morreu há 110 anos...

 

Mário de Sá-Carneiro (Lisboa, 19 de maio de 1890 - Paris, 26 de abril de 1916) foi um poeta, contista e ficcionista português, um dos grandes expoentes do modernismo em Portugal e um dos mais reputados membros da Geração d’Orpheu.
  
(...)
  
Uma vez que a vida que trazia não lhe agradava, e aquela que idealizava tardava em se concretizar, Sá-Carneiro entrou numa cada vez maior angústia, que viria a conduzi-lo ao seu suicídio prematuro, perpetrado no Hôtel de Nice, no bairro de Montmartre em Paris, com o recurso a cinco frascos de arseniato de estricnina. Embora tivesse adiado por alguns dias o dramático desfecho da sua vida, numa carta de despedida para Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro revela as suas razões para se suicidar:
  
Meu querido Amigo:

A menos de um milagre na próxima segunda-feira, 3 (ou mesmo na véspera), o seu Mário de Sá-Carneiro tomará uma forte dose de estricnina e desaparecerá deste mundo. É assim tal e qual – mas custa-me tanto a escrever esta carta pelo ridículo que sempre encontrei nas «cartas de despedida»... Não vale a pena lastimar-me, meu querido Fernando: afinal tenho o que quero: o que tanto sempre quis – e eu, em verdade, já não fazia nada por aqui... Já dera o que tinha a dar. Eu não me mato por coisa nenhuma: eu mato-me porque me coloquei pelas circunstâncias – ou melhor: fui colocado por elas, numa áurea temeridade – numa situação para a qual, a meus olhos, não há outra saída. Antes assim. É a única maneira de fazer o que devo fazer. Vivo há quinze dias uma vida como sempre sonhei: tive tudo durante eles: realizada a parte sexual, enfim, da minha obra – vivido o histerismo do seu ópio, as luas zebradas, os mosqueiros roxos da sua Ilusão. Podia ser feliz mais tempo, tudo me corre, psicologicamente, às mil maravilhas, mas não tenho dinheiro. [...]
Mário de Sá-Carneiro, carta para Fernando Pessoa, 31 de março de 1916
   
Contava tão-só vinte e cinco anos. Extravagante tanto na morte como em vida (de que o poema Fim é um dos mais belos exemplos), convidou para presenciar a sua agonia o seu amigo José de Araújo. E apesar de o grupo modernista português ter perdido um dos seus mais significativos colaboradores, nem por isso o entusiasmo dos restantes membros esmoreceu – no segundo número da revista Athena, Pessoa dedicou-lhe um belo texto, apelidando-o de «génio não só da arte como da inovação dela», e dizendo dele, retomando um aforismo das Báquides (IV, 7, 18), de Plauto, que «Morre jovem o que os Deuses amam» (tradução literal de Quem di diligunt adulescens moritur).
   

 

Quási

Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe d'asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num baixo mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho - ó dor! - quási vivido...

Quási o amor, quási o triunfo e a chama,
Quási o princípio e o fim - quási a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo... e tudo errou...
- Ai a dor de ser-quási, dor sem fim... -
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...

Momentos d'alma que desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ânsias que foram mas que não fixei...

Se me vagueio, encontro só indícios...
Ogivas para o sol - vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sobre os precipícios...

Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...

. . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . .

Um pouco mais de sol - e fora brasa,
Um pouco mais de azul - e fora além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...
   


in
Dispersão - Mário de Sá-Carneiro

Música adequada à data...

 

The Stone Roses - Guernica



Watch me at war really up
You wanna hurt me stop the row
We both are stitched up now
We're hard with fear hard speak up
You wanna hurt me stop the row
We both are stitched up now
We're whores sit down
We're whores that's us

He wanted us he swore and all we've got
You wanna hurt me stop the row
We both are stitched up now
We're hard with fear hard speak up
You wanna hurt me stop the row
We both are stitched up now
We're whores sit down
We're whores that's us

Simple lives yeah we don't have
We pack up in truth it seems this
See gargoyles can you see the wonder?
Yes I fear the carbine
What does never wrong mean?
That's right

Every one of us he swore so hurry up
You wanna hurt me stop the row
We both are stitched up now
We're hard with fear hard speak up
You wanna hurt me stop the row
Both of us are stitched up now
We're whores sit down
We're whores

That must mean sinful eyes that maim of fear
It's the look that stings I fear boy
Being distrusting I trust no one

They've been back down for nothing
It was never shared it's ours
We will know those names who follow
 

Música do grupo de aniversariante de hoje...

sábado, abril 25, 2026

Música adequada à data...

Hoje é dia de São Marcos - o evangelista canónico morreu há 1958 anos...

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São Marcos Evangelista -Frans Hals (1625)
 

São Marcos Evangelista (circa 10 a.c. - Alexandria, 25 de abril de 68) é o nome tradicional do autor de um dos Evangelhos. Ele é também um dos Setenta Discípulos e é considerado o fundador da Igreja de Alexandria, uma das principais sedes do cristianismo primitivo

   

Mark the Evangelist by Il Pordenone (c. 1484 – c. 1539)

São Marcos Evangelista - Il Pordenone (circa 1484–1539) 

   
A tradição cristã o identifica com o João Marcos mencionado como companheiro de São Paulo nos Atos dos Apóstolos, e que posteriormente se teria tornado um discípulo de Simão Pedro (São Pedro). Uma tradição anterior, relatada já no século II-III d.C. por Hipólito (obra espúria;"Sobre os Setenta Apóstolos") distingue os dois. De acordo com ele, Marcos, o evangelista, de 2 Timóteo 4:11 é diferente de João Marcos (de Atos 12:12-25, Atos 13:5-13 e Atos 15:37) e Marcos, primo de Barnabé (de Colossenses 4:10 e Filemon 24:1). Todos eles pertenceriam aos "Setenta Discípulos" que foram enviados por Jesus para converter a Judeia com o evangelho (veja-se Lucas 10:1-16).
 
De acordo com Eusébio de Cesareia (Hist. Ecl. II.9.1-4), Herodes Agripa I no seu primeiro de governo sob toda a Judeia (41 d.C.) matou Tiago, filho de Zebedeu, e prendeu Pedro, planeando matá-lo após a Páscoa judaica. Pedro foi salvo milagrosamente por anjos e escapou do reino de Herodes (Atos 12:1-19). Depois de muitas viagens pela Ásia Menor e pela Síria, ele chegou em Roma no segundo ano do imperador Cláudio (42 d.C.). Em algum ponto pelo caminho, Pedro encontrou Marcos, o evangelista, restaurou a sua fé (após ele ter deixado Jesus em João 6:44-66), e tomou-o como companheiro de viagem e intérprete. A pregação de Pedro na cidade teve tanto sucesso que ele foi presenteado pelos habitantes da cidade com uma estátua e, a pedidos da população, Marcos escreveu os sermões de Pedro, compondo assim o Evangelho segundo Marcos (Hist. Ecl. II 15 e 16) antes de partir para Alexandria no terceiro ano de Cláudio (43 d.C.).
Lá, ele fundou a Igreja de Alexandria, cuja sucessão até os dias de hoje é alegada por diversas diferentes denominações, mas principalmente pela Igreja Ortodoxa Copta. Aspetos da liturgia copta podem ser referenciados ao próprio São Marcos. Ele então se tornou o primeiro bispo de Alexandria e tem a honra de ser também o fundador do Cristianismo na África.
Ainda de acordo com Eusébio (Hist. Ecl. II 24.1), o sucessor de Marcos como bispo de Alexandria foi Aniano, no oitavo ano do imperador Nero (62-63 d.C.), provavelmente (mas não certamente) por conta da sua morte. Tradições coptas posteriores dizem que ele foi martirizado em 68 d.C.
A evidência de que o autor do Evangelho que tem o seu nome é Marcos vem de Pápias de Hierápolis, nos fragmentos de sua "Exposição dos oráculos do Senhor".
  
(...)
  
A Igreja Ortodoxa Copta mantém a tradição de que Marcos, o evangelista, foi um dos Setenta Discípulos enviados por Cristo, o que é confirmado pela lista de Hipólito. Porém, a Igreja Copta adotou a tradição que mistura as figuras de Marcos com João Marcos. Ela acredita que foi sim o evangelista que recebeu os discípulos em sua casa após a morte de Jesus, a mesma onde para onde foi o Jesus ressuscitado e onde também o Espírito Santo desceu nos discípulos no Pentecostes. Os coptas ainda defendem que Marcos era um dos servos nas Bodas de Caná, o que despejou a água que Jesus transformou em vinho (João 2:1-11).
Ainda de acordo com a Igreja Copta, São Marcos nasceu em Cirene, na Pentápolis, na antiga Líbia. Esta tradição acrescenta ainda que ele para lá regressou mais tarde, após ter sido enviado por São Paulo para Colossos (Colossenses 4:10 e Filemon 24:1 - passagens que tratam de Marcos, primo de Barnabé) e de ter servido com ele em Roma (2 Timóteo 4:11). Da Pentápolis seguiu para Alexandria e, quando Marcos regressou, os pagãos da cidade ficaram ressentidos com os seus esforços para tentar afastar os alexandrinos da religião tradicional helénica. Conta esta tradição que lhe colocaram uma corda à volta de seu pescoço e o arrastaram pelas ruas até estar morto.
   
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Carmen Costa morreu há dezanove anos...

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Carmelita Madriaga, conhecida como Carmen Costa, (Trajano de Moraes, 5 de julho de 1920 - Rio de Janeiro, 25 de abril de 2007) foi uma cantora e compositora brasileira.

 

(...)    

 

Morreu no Hospital Lourenço Jorge, no Rio de Janeiro, aos 86 anos, depois de alguns dias internada. Teve insuficiência renal e paragem cardíaca às 06.00 do dia 25 de abril de 2007.

 
 
 

Novidades sobre a subida de magma em São Jorge, em 2022

 Irrupção silenciosa de magma elevou ilha açoriana 6,35 cm e parou de súbito sob a superfície

 

Morro Grande, na ilha de São Jorge, nos Açores

    

Uma série de sismos na ilha de São Jorge, nos Açores, revelou magma acumulado a apenas 1,6 quilómetros de profundidade. Segundo um novo estudo, falhas subterrâneas impediram a erupção. Tratou-se de uma quase-erupção, que nunca chegou a concretizar-se.

Em março de 2022, a pequena ilha açoriana de São Jorge foi subitamente atingida por uma série de sismos, após quase 60 anos sem atividade sísmica significativa.

Os tremores prolongaram-se durante meses, com micro-sismos a persistirem ao longo de dois anos, mas o que se estava a passar nas profundezas do subsolo da ilha açoriana continuava a ser um mistério.

Num novo estudo, uma equipa internacional de investigadores acredita ter clarificado a cadeia de eventos que na altura teve lugar.

O estudo, publicado na quinta-feira na revista Nature Communications, descreve como o magma irrompeu em direção à superfície em apenas dois dias, num volume equivalente a aproximadamente 32.000 piscinas olímpicas.

Ao analisarem dados sísmicos recolhidos em terra e no fundo do mar, juntamente com imagens de satélite, os investigadores concluíram que o magma subiu a partir de mais de 19 km de profundidade, acabando por estancar a cerca de 1,6 km abaixo da superfície.

Resumindo, tratou-se de uma quase-erupção que nunca chegou a concretizar-se, dizem os autores do estudo.

“Esta foi uma intrusão furtiva”, afirmou Stephen Hicks, investigador da University College London e autor principal do estudo, num comunicado publicado no EurekAlert.

O magma deslocou-se rapidamente através da crosta, mas grande parte do seu percurso foi silenciosa, o que dificultou a previsão sobre se ocorreria ou não uma erupção”, acrescenta o investigador.

 

Acumulação subterrânea de magma fez a ilha crescer

Quando o magma empurra para cima através das camadas da crosta terrestre, frequentemente provoca erupções vulcânicas. Mas nem sempre. Por vezes, estanca a diversas profundidades, sem conseguir romper a superfície, explica a Discover Magazine.

Foi exatamente o que aconteceu sob São Jorge. Os Açores situam-se ao longo do Rift da Terceira, onde as placas tectónicas euroasiática e africana se afastam lentamente uma da outra, tornando a atividade sísmica relativamente comum.

A própria ilha, com apenas cerca de 56 km de comprimento e e cerca de 6,4 km de largura, tem um historial de sismos poderosos, incluindo um evento de magnitude 7,5 em 1757, um dos maiores sismos registados nos Açores.

Após o início dos sismos de 2022, os investigadores reconstituíram a atividade subterrânea recorrendo a uma combinação de registos sísmicos, medições por GPS e dados de satélite

Estes instrumentos revelaram que o solo se tinha elevado cerca de 6,35 cm - uma evidência forte de que o magma tinha penetrado na crosta superficial. Em escalas temporais longas, este tipo de soerguimento é, na verdade, uma das formas como as ilhas ganham altitude.

Os autores do estudo descobriram ainda que o magma se deslocou ao longo de um importante sistema de falhas que atravessa a ilha, conhecido como a Zona de Falha do Pico do Carvão.

   

As falhas podem guiar o magma e reduzir a pressão

As falhas e fraturas na crosta terrestre podem funcionar como vias de passagem para o magma ascendente, embora os cientistas continuem a trabalhar para compreender plenamente esta relação. No caso de São Jorge, o sistema de falhas parece ter desempenhado um papel surpreendentemente complexo.

Estudos anteriores já tinham demonstrado que esta zona de falha era capaz de produzir grandes sismos no passado. Durante a crise sísmica de 2022, em vez de um grande sismo, os investigadores observaram numerosos sismos de menor magnitude, agrupados ao longo da falha, desencadeados pelo movimento do magma em profundidade.

Segundo os investigadores, a falha funcionou como uma espécie de guia, facilitando a irrupção do magma. Ao mesmo tempo, poderá ter permitido que gases e fluidos escapassem lateralmente, reduzindo a pressão no interior do magma e impedindo, em última instância, a erupção.

“A falha funcionou simultaneamente como uma autoestrada e como uma fuga“, explica Pablo González, investigador do Conselho Superior de Investigações Científicas de Espanha e o coautor  do estudo, no comunicado. “Ajudou o magma a subir, mas pode também ter impedido uma erupção”.

Compreender como o magma se desloca abaixo da superfície é fundamental para interpretar a agitação vulcânica e prever o que poderá acontecer a seguir.

Os Açores são um raro laboratório natural, onde sistemas magmáticos ativos se cruzam com grandes falhas geradoras de sismos, o que facilita o estudo, por parte dos cientistas, da interação em tempo real entre estruturas tectónicas e rocha fundida.

As observações dos eventos de São Jorge sugerem que irrupções maciças de magma podem desenvolver-se rapidamente e sem aviso prévio, mas revelam também de que forma as falhas geológicas influenciam se esse magma atinge a superfície ou fica retido em profundidade.

Ambas as conclusões são cruciais para tornar a atividade vulcânica mais previsível.

“Este estudo apoiou as autoridades locais na avaliação de uma potencial ameaça vulcânica”, explica  Ricardo Ramalho, investigador da Universidade de Cardiff e também coautor do estudo, no comunicado.

“O estudo evidencia o valor de combinar dados geofísicos em terra e no mar para uma deteção e localização precisas de eventos sísmicos e de deformação do solo”, conclui o investigador português.

 

in ZAP 

Música para recordar um escritor...

Hojé dia de ouvir ABBA...!

Um terramoto afetou o Nepal há onze anos...

Hipocentro 15 km
Magnitude 7.8 MW
Data 25 de abril de 2015
Zonas atingidas  Nepal,  Índia,  Bangladesh,  Paquistão e  China
Vítimas 8.259 mortos
19.000 feridos

 

   
O Sismo do Nepal de 2015 foi um sismo de magnitude 7,8 na escala de Richter, ocorrido em 25 de abril de 2015, que resultou em milhares de feridos e mortos no Nepal, Índia, Bangladesh, Paquistão e China. O mais atingido foi o Nepal, sendo este o mais violento terremoto a atingir o país em 81 anos. O governo nepalês declarou estado de emergência e mais de 4,6 milhões de pessoas foram afetadas pela tragédia.
A duração do tremor variou entre 30 segundos e 2 minutos e ele foi sentido também na Índia, Bangladesh e no Tibete, além de ter provocado uma avalanche no Monte Everest, onde causou a morte de dezoito alpinistas.

Um segundo grande terremoto ocorreu a 12 de maio de 2015, com uma magnitude de momento de 7,3. Mw. O epicentro foi perto da fronteira com a China, entre a capital Katmandu e o Monte Everest. Mais de 65 pessoas foram mortas e mais de 1.200 ficaram feridas por conta deste novo tremor de terra.

  

 

Agostinho dos Santos nasceu há 94 anos...

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Agostinho dos Santos (São Paulo, 25 de abril de 1932 - Paris, 12 de julho de 1973) foi um cantor e compositor brasileiro. O seu maior sucesso foi cantando músicas da peça Orfeu da Conceição e depois do filme Orfeu Negro, como Manhã de Carnaval e Felicidade. Participou da apresentação de bossa nova no Carnegie Hall, em Nova Iorque (1962). Faleceu em 1973, num trágico desastre aéreo, nas imediações do Aeroporto de Orly, em Paris, no Voo Varig 820.
     

 

 

Felicidade - Agostinho dos Santos
Tom Jobim /Vinicius de Moraes

Tristeza não tem fim
Felicidade, sim...

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar...

A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento do sonho
P'ra fazer a fantasia de rei, ou de pirata, ou jardineira
E tudo se acabar na quarta-feira

Tristeza não tem fim
Felicidade, sim...

A felicidade é como a gota de orvalho
Numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor

A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite
Passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo por favor
P'ra que ela acorde alegre como o dia
Oferecendo beijos do amor

Tristeza não tem fim
Tristeza... 

Corín Tellado nasceu há 99 anos...

 

María del Socorro Tellado López (El Franco, 25 de abril de 1927 - Gijón, 11 de abril de 2009) foi uma escritora de romances e fotonovelas espanhola. As suas obras foram best-sellers em vários países de língua espanhola, vendendo mais de 400 milhões de cópias.

Em três ou quatro palavras, seus títulos apresentam os dois personagens principais (um homem e uma mulher, como em todos os melodramas) e os conflitos que se ligam por um verbo, sempre expressado como o desejo ou uma necessidade do protagonista.
   
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Uderzo nasceu há 99 anos...

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Albert Uderzo (Fismes, 25 de abril de 1927 - Neuilly-sur-Seine, 24 de março de 2020) foi um desenhador de histórias em quadradinhos francês, célebre por ter criado, em parceria com René Goscinny, o personagem Asterix, bem como outros personagens, como Humpá-Pá.

  

  

Manuel Freire comemora hoje oitenta e quatro anos

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(imagem daqui)
  
Manuel Augusto Coentro de Pinho Freire (Vagos, 25 de abril de 1942) é um cantor português.
   
(...)   
    

Obtém enorme projeção em 1969, ao aparecer no programa Zip-Zip, onde lança Pedra Filosofal, com poema de António Gedeão, que popularizou e cuja interpretação lhe valeu o Prémio da Imprensa desse ano, em conjunto com Fernando Tordo. Foi distinguido também com o Prémio Pozal Domingues.

No ano de 1971 foi editado o EP "Dulcineia" e o álbum "Manuel Freire" onde aparecem os temas dos primeiros EP's e onde musicou poemas de António Gedeão, José Gomes Ferreira, Fernando Assis Pacheco, Eduardo Olímpio, Sidónio Muralha e José Saramago.

Em 1972 colaborou na banda sonora da longa-metragem de Alfredo Tropa, "Pedro Só". Em 1973 lança o EP com os temas "Abaixo D. Quixote", "Pequenos deuses Caseiros", "Menina Bexigosa" e "ouvindo bethoven". Ainda em 1973 participou no LP "De Viva Voz" de José Jorge Letria, gravado ao vivo também com a participação de José Afonso.

A editora Zip-Zip lança em 1974 o LP "Manuel Freire" com os Ep's e singles gravados para aquela editora.

Em 1977 lança um single com os temas "Que Faço Aqui" e "Um Dia" da peça "Os Emigrantes" de Slawomir Mrozek para o Teatro Experimental do Porto. Contou com a colaboração de Luís Cília no LP "Devolta" de 1978 editado pela Lamiré. Em 26 de janeiro de 1979 revelava ao Diário de Lisboa que pretendia fazer um disco infantil.

Em 1986, o disco lançado pela CGTP-IN, "100 Anos de Maio", inclui a sua música "Cais das Tormentas".

O disco "Pedra Filosofal" é lançado pela Strauss em 1993. Em 1995 atuou na Festa do Avante, numa homenagem a Adriano Correia de Oliveira, onde foi acompanhado pela Brigada Victor Jara.

A 9 de junho de 1995 foi feito Oficial da Ordem da Liberdade. Em 1996 recebeu a Medalha de Prata do concelho de Ovar.

"Lágrima de Preta" foi incluído na compilação "Sons de Todas as Cores", de 1997. Colaborou ainda no disco "Florestas Em Movimento", com Carlos Alberto Moniz, patrocinado pela Direção Geral das Florestas, e na compilação "Pelo sonho é que fomos".

O disco As Canções Possíveis onde canta a poesia de José Saramago, de "Os Poemas Possíveis", foi editado em 1999 pela Editorial Caminho.

Em 2003, no seguimento da contestação a Luiz Francisco Rebello, tornou-se presidente da Direção da Sociedade Portuguesa de Autores, acumulando com as funções de administrador-delegado até 2007.

Colaborou com José Jorge Letria e Vitorino num CD para crianças acerca da Revolução dos Cravos, intitulado "Abril, Abrilzinho", que foi editado em 2006.

 
  
    

 

   

Livre (não há machado que corte) - Manuel Freire 

Poema de Carlos de Oliveira e música de Manuel Freire

 

Não há machado que corte 

a raiz ao pensamento

não há morte para o vento 

não há morte

 

Se ao morrer o coração 

morresse a luz que lhe é querida 

sem razão seria a vida 

sem razão 

 

Nada apaga a luz que vive 

num amor num pensamento 

porque é livre como o vento 

porque é livre

A festa da libertação (o 25 de abril italiano) foi há oitenta e um anos

     

  
La festa della Liberazione, o semplicemente 25 aprile, è una festa nazionale della Repubblica Italiana che ricorre il 25 aprile di ogni anno.
È un giorno fondamentale per la storia d'Italia e assume un particolare significato politico e militare, in quanto simbolo della vittoriosa lotta di resistenza militare e politica attuata dalle forze armate alleate, dall'Esercito Cobelligerante Italiano ed anche dalle forze partigiane durante la seconda guerra mondiale a partire dall'8 settembre 1943 contro il governo fascista della Repubblica Sociale Italiana e l'occupazione nazista
 
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