O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
A Cassini-Huygens é uma sonda espacial dupla, enviada em missão ao planetaSaturno e ao seu sistema planetário, sendo um projeto conjunto da NASA (Agência Espacial dos estados Unidos), ESA (Agência Espacial Europeia) e ASI (Agência Espacial Italiana), ela consiste em dois elementos principais, o orbitador/sondaCassini e a sondaHuygens. Lançada para o espaço a 15 de outubro de 1997, ela entrou em órbita de Saturno a 1 de julho de 2004 e continua em operação, estudando o planeta, os seus satélites naturais, a heliosfera e testando a Teoria da Relatividade.
Um projeto que levou duas décadas de planeamento e desenvolvimento até
ao seu lançamento, após uma viagem interplanetária de quase sete anos,
na qual sobrevoou Vénus e Júpiter, a nave entrou em órbita de Saturno a meio do ano de 2004; em dezembro daquele ano a sonda Huygens separou-se do orbitador Cassini e, em 14 de janeiro de 2005, entrou na atmosfera e pousou na superfície do maior satélite de Saturno, Titã, transmitindo imagens e dados para a Terra, na primeira vez em que um objeto construído pelo Homem pousou num corpo celeste do Sistema Solar exterior.
A Cassini-Huygens integra o Programa Flagship
para os planetas exteriores, o maior e mais caro programa espacial
não-tripulado da NASA. As outras missões deste programa incluem as Viking, as Voyager e a Galileu. A nave/sonda espacial, de duas partes, foi batizada em homenagem aos astrónomosGiovanni Cassini e Christiaan Huygens.
Vista da superfície de Titã a partir da sonda Huygens
Objetivos
Os principais objetivos da missão Cassini-Huygens eram:
determinar a estrutura tridimensional e comportamento dinâmico dos anéis;
determinar a composição das superfícies e a história geológica dos satélites;
determinar a natureza e origem do material escuro do hemisfério dianteiro de Jápeto.
medir a estrutura tridimensional e comportamento dinâmico da magnetosfera.
estudar o comportamento dinâmico das nuvens de Saturno;
estudar a vulnerabilidade temporal das nuvens e a meteorologia de Titã;
caracterizar a superfície de Titã a uma escala regional.
Vista da superfície de Titã a partir da sonda Huygens, depois de processada
A sonda Huygens
A sonda-pousador Huygens foi criada e desenvolvida pela Agência Espacial Europeia (ESA), e batizada com o nome do astrónomo descobridor de Titã, Christiaan Huygens. Desacoplada da Cassini e lançada sobre Titã no dia de Natal
de 2004, depois de uma viagem de 22 dias no espaço, entrou na
atmosfera do satélite, fazendo um exame minucioso das nuvens e pousando
na superfície cerca de 11:30 UTC de 14 de janeiro de 2005, no oeste da região escura conhecida como Shangri-La, próximo da área brilhante de Xanadu.
A sonda foi criada para descer de para-quedas na atmosfera do maior satélite
natural de Saturno (e o 2º maior do Sistema Solar, o único com
atmosfera) e abrir um laboratório robótico completo à superfície. O seu
sistema consistia na sonda em si e num equipamento de suporte, que
permaneceu acoplado ao orbitador Cassini. Este equipamento
incluía equipamento eletrónico para rastrear a sonda, receber os dados
enviados durante a descida e aterragem e ainda processar e passar estes
dados para o computador do orbitador, que os enviou para a Terra. Com
318 kg de peso e 1,3 m de diâmetro, a sua bateria era suficiente para
153 minutos de transmissão, mais 2 horas e 27 minutos gastas na descida.
Foi o suficiente para enviar dados atmosféricos e a primeira imagem da
superfície de um satélite do Sistema Solar exterior. É até hoje a
aterragem mais distante da Terra já feito por um objeto construído pelo
Homem.
À mesma escala, um lago de Titã (à esquerda) comparado com o Lago Superior (entre Canadá e Estados Unidos) na Terra
Lagos líquidos em Titã
Em 21 de julho de 2006, os radares da Cassini obtiveram imagens que pareciam mostrar lagos de hidrocarboneto líquido – como metano e etano - nas latitudes
norte do satélite Titã. Esta foi a primeira descoberta da existência
de lagos em qualquer corpo celeste fora da Terra. Estes lagos mediriam
entre 1 e 100 quilómetros de comprimento. A 13 de março de 2007,
anunciou-se que havia fortes evidências da existência de mares de etano
e metano no hemisfério norte do satélite. Um destes lagos teria o
tamanho dos Grandes Lagos na América do Norte.
Em 30 de julho de 2008 foi anunciada a descoberta de um grande lago
líquido próximo da região do polo sul de Titã, com quinze mil km². O
lago foi batizado como Ontario Lacus. Em 2012, novos estudos da NASA levantaram a hipótese de que este lago seja mais parecido com um grande deserto de sal ou um grande lamaçal de hidrocarbonetos do que exatamente um lago, tal como nós os conhecemos na Terra.
Comenzó su carrera en México en la década de 40, participando al menos en doce películas antes de hacerse conocido en Estados Unidos con el filme de tema taurinoFiesta (1947), donde formó elenco con Esther Williams y Cyd Charisse. Repitió colaboración con Esther Williams en otros dos filmes: En una isla contigo y Neptune's Daughter (La hija de Neptuno). En 1949 tuvo un papel en Battleground (Fuego en la nieve) junto a Van Johnson y Denise Darcel.
Durante los años 60 actuó en diferentes programas y series de
televisión, como actor invitado, siendo un rostro familiar en la
pantalla chica. En el mundo del cine, siguió activo con roles
secundarios, si bien colaborando con grandes estrellas y directores.
Entre sus filmes de estos años destacan Cheyenne Autumn (1964), del ya legendario John Ford (donde Montalbán compartió elenco con James Stewart, Richard Widmark, Dolores del Río y Carroll Baker), Madame X (con Lana Turner y John Forsythe) y The Singing Nun (Dominique) con Debbie Reynolds y Katharine Ross.
Una de sus grandes apariciones en el celuloide fue en 1969, cuando actuó junto a Shirley MacLaine en la adaptación al cine del famoso musical de Broadway Sweet Charity, de Bob Fosse;
aquí hizo el papel del seductor playboy y actor "Vittorio". Este papel
lo afianzó más en la industria de Hollywood e incrementó su fama.
Entre los años 1975-1986 realizó varios comerciales para la firma
de automóviles Chrysler entre los que destacan el Chrysler "Córdoba"
(1975), la presentación de la línea Chrysler "E-CLASS" (1984) y Chrysler
"New Yorker" (¿1984?; no se sabe con exactitud el año de realización
del comercial del New Yorker pero se cree que fue realizado entre 1983 y
1985), al igual que el comercial del Chrysler New Yorker, en 1984
realizó el comercial del Chrysler "LeBaron" (1984) y "LeBaron GTS"
(1985).
Tal vez su actuación más celebre fue la del entrañable personaje del "Sr. Roarke" en la serie de tv La isla de la fantasía (1978-1984) (al lado del actor francés Hervé Villechaize, quien hizo el personaje de Tattoo).
Gracias a esta serie televisiva se hizo famoso en el mundo entero
cuando su actividad en el cine ya era menor. Según los fanáticos de la
saga Star Trek, fue el mejor villano en esta serie de películas: Khan Noonien Singh en el filme Star Trek II: La ira de Khan. Recibió un Emmy por mejor actor secundario en la serie How the West Was Won (La conquista del Oeste) en 1978.
As manifestações começaram logo depois do suicídio de Mohamed Bouazizi, de 26 anos, vendedor ambulante de frutas e verduras, em Sidi Bouzid.
Sem conseguir uma licença para trabalhar na rua, Bouazizi fora, por
anos, assediado pelas autoridades tunisinas: impossibilitado de
continuar a pagar dinheiro aos fiscais, acabou por ter a sua mercadoria e
a sua balança confiscadas. Desesperado, o rapaz ateou fogo ao próprio
corpo.
Esta tragédia pessoal desencadeou os protestos que acabaram
por provocar uma onda revolucionária que envolveu toda a Tunísia e
espalhou-se pelo Mundo Árabe, do Norte da África ao Oriente Médio, atingindo países que, durante décadas, viveram sob ditaduras – muitas das quais apoiadas pelo Ocidente, embora acusadas de violações constantes dos direitos humanos e de impor severas restrições da liberdade de expressão. Além disso, as populações desses países têm convivido com altos índices de desemprego e pobreza, apesar de as elites dirigentes acumularem fortunas.
Os protestos na Tunísia prosseguiram, ao longo de janeiro de 2011, estimulados por um excessivo aumento dos preços dos alimentos básicos, que veio a aumentar a insatisfação popular diante elevado desemprego, das más condições de vida da maior parte da população tunisina e da corrupção do governo. Dado que na Tunísia não há registo de muitas manifestações populares, estas foram as mais importantes dos últimos 30 anos.
Quatro semanas de manifestações contínuas por todo o país, apesar da repressão, provocaram a fuga de Ben Ali para a Arábia Saudita, em 14 de janeiro de 2011. O Conselho Constitucional tunisino designou o presidente do Parlamento, Fouad Mebazaâ,
como Presidente da República interino, com base no artigo 57 da
Constituição do país. Essa nomeação e a constituição de um novo governo
dirigido pelo primeiro ministro demissionário Mohamed Ghannouchi não resolvem a crise. O controle de oito ministérios pelo partido de Ben Ali, o Rassemblement Constitutionnel Démocratique, é contestado pela oposição e pelos manifestantes.
Em 27 de janeiro, sob a pressão popular e sindical, um novo governo, sem caciques
do antigo regime, é anunciado pelo primeiro-ministro Ghannouchi,
mantido na função. As manifestações e a violência continuam após essa
data. O povo tunisiano pressiona por mudanças políticas e sociais mais
amplas. O premier Ghannouchi anuncia a sua demissão em 27 de fevereiro
de 2011. Um tribunal de Túnis proibiu a atuação do antigo partido
governante e confiscou todos os seus recursos. Um decreto do Ministro do
Interior proibiu também a "polícia política", que eram forças especiais
que eram usadas para intimidar e perseguir ativistas políticos durante o
regime de Ben Ali.
Escritor modernista norte-americano, John Roderigo Dos Passos nasceu em 1896, em Chicago.
Oriundo de uma família de origem portuguesa, era fruto de uma relação
ilegítima entre o seu pai, o advogado John Randolph Dos Passos, e Lucy
Sprigg.
Estudou na Choate School (atualmente Choate Rosemary Hall) em Wallingford, Connecticut
em 1907, tendo viajado posteriormente com um professor particular numa
viagem de 6 meses pela França, Inglaterra, Itália, Grécia e Médio
Oriente para estudar arte clássica, arquitetura e literatura.
Licenciou-se em Harvard em 1916,
partindo depois para Espanha para estudar arte e arquitetura. Em 1917
voluntariou-se para se juntar às tropas americanas durante a Primeira Guerra Mundial, ao lado dos amigos E. E. Cummings e Robert Hillyer, como condutor de ambulâncias. Regressando aos Estados Unidos, publicou a sua primeira obra, One Man's Initiation, em 1919.
Com Manhattan Transfer (1925), romance que retrata em episódios a vida na cidade de Nova Iorque, obteve o reconhecimento da crítica. Publicou ainda a trilogia U.S.A., incluindo The 42nd Parallel (1930), 1919 (1932) e The Big Money (1936).
John Dos Passos e Hemingway
tornaram-se amigos em Paris em 1923 (tendo-se conhecido brevemente
quando conduziram ambulâncias em Itália em junho de 1918). Tinham muitos
amigos em comum, tendo Dos Passos casado com uma paixoneta de escola
secundária de Hemingway, Katy Smith. Em maio de 1937, em Espanha,
zangaram-se devido a desentendimentos políticos: Hemingway era um
apoiante da causa anti-fascista espanhola, enquanto Dos Passos tinha-se
tornado desconfiado do comunismo e com a esquerda em geral.
No domínio da poesia, publicou, entre outras obras, A Pushcard at The Curb (1922). Também cultivou a narrativa de viagens, como, por exemplo, em Orient Express (1927).
Nota-se neste autor uma evolução temática e filosófica, que começa por
ser de carácter social, cheia de esperança, e passa por um ceticismo
político, terminando nos últimos anos num conservadorismo ultradireitista.
Dos Passos trabalhou como correspondente durante a Segunda Guerra Mundial.
Escreveu na revista Life em 7 de janeiro de 1946 citando que
"o estupro brutal e álcool é o salário de um soldado", sobre os estupros
e atrocidades cometidos pelos aliados na Alemanha pós guerra - o
exército de assassinos e estupradores."
Morreu em 1970, aos 74 anos, sendo enterrado no Yeocomico Episcopal Churchyard, Kinsale, Westmoreland County, Virgínia.
There was a king in China.
He sat in a garden under a moon of gold
while a black slave scratched his back
with a backscratcher of emerald.
Before him beyond the tulipbed
where the tulips were stiff goblets of fiery wine
stood the poets in a row.
One sang of the intricate patterns of snowflakes.
One sang of the hennatipped breasts of girls dancing
and of yellow limbs rubbed with attar.
One sang of the red bows of Tartar horsemen
and the whine of arrows, and bloodclots on new spearshafts.
Others sang of wine and dragons coiled in purple bowls,
and one, in a droning voice
recited the maxims of Lao T'se.
(Far off at the walls of the city
a groaning of drums and a clank of massed spearmen.
Gongs in the temples.)
The king sat under a moon of gold
while a black slave scratched his back
with a backscratcher of emerald.
The long gold nails of his left hand
twined about a red tulip blotched with black,
a tulip shaped like a dragon's mouth
or the flames bellying about a pagoda of sandalwood.
The long gold nails of his right hand
were held together at the tips
in an attitude of discernment: --
to award the tulip to the poet
of the poets that stood in a row.
(Gongs in the temples,
Men with hairy arms
climbing on the walls of the city.
They have red bows slung on their backs,
their hands grip new spearshafts.)
The guard of the tomb of the king's great grandfather
stood with two swords under the moon of gold.
With one sword he very carefully
slit the base of his large belly
and inserted the other and fell upon it
and sprawled beside the king's footstool;
his blood sprinkled the tulips
and the poets in a row.
(The gongs are quiet in the temples.
Men with hairy arms
scatter with taut bows through the city.
There is blood on new spearshafts.)
The long gold nails of the king's right hand
were held together at the tips
in an attitude of discernment:
the geometric glitter of snowflakes,
the pointed breasts of yellow girls
crimson with henna,
the swirl of river-eddies about a barge
where men sit drinking,
the eternal dragon of magnificence . . .
Beyond the tulipbed
stood the poets in a row.
The garden full of spearshafts and shouting
and the whine of arrows and the red bows of Tartars
and trampling of the sharp hoofs of warhorses.
Under the golden moon
the men with hairy arms
struck off the heads of the tulips in the tulipbed
and of the poets in a row.
The king lifted the hand that held the flaming dragonflower:
To him of the snowflakes, he said.
On a new white spearshaft
the men with hairy arms
spitted the king and the black slave
who scratched his back with a backscratcher of emerald.
There was a king in China.
Em agosto de 2015, sofreu um pequeno AVC, que levou ao diagnóstico de um cancro no pâncreas. Alan dividiu a notícia e o tratamento apenas com os amigos e familiares mais próximos. Morreu num hospital de Londres, em 14 de janeiro de 2016, aos 69 anos.O seu corpo foi cremado em 3 de fevereiro de 2016 no Crematório de West
London e as suas cinzas entregues à sua esposa, Rima Horton, ex-vereadora
inglesa do Partido Trabalhista no Conselho Distrital de Kensington e Chelsea, em Londres.
Era a cara que tinha e foi-se embora
mas nunca foi tão visto como agora
O seu olhar é água pura água
devassa-nos dá nome mesmo à mágoa
Ganhámo-lo ao perdê-lo. Não se perde um olhar
não é verdade meu irmão humphrey bogart?
Martim Ramiro Portugal Vasconcelos Ferreira, professor catedrático de
Geologia na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de
Coimbra (FCTUC), faleceu quinta-feira com 85 anos, vítima de doença
prolongada. Casado com Maria Avelina Moreira e Silva Vasconcelos
Ferreira, era natural de Oliveira de Frades e residia em Coimbra. Era
pai de Diogo Ferreira, Luísa Ferreira, Cláudia Ferreira, Benedita
Ferreira, Manuel Ferreira, Teresa Ferreira e Mariana Ferreira. Doutorado
em Geologia em 1966, com 19 valores, foi docente na FCTUC de inúmeras
cadeiras, orientou mestrados e doutoramentos, fez investigação e
publicou mais de uma centena de livros e artigos científicos.
Desenvolveu consultoria, e participou em vários órgãos de gestão,
pedagógicos e científicos da UC. Foi ainda presidente do Conselho
Diretivo, Pedagógico e Científico da FCTUC e deputado municipal, tendo
sido presidente na Assembleia Municipal de Coimbra durante vários anos.
Embora Joyce tenha vivido fora de sua ilha irlandesa natal
a maior parte da vida adulta, a sua identidade irlandesa foram
essenciais para a sua obra e fornecem-lhe toda a ambientação e muito da
temática de sua obra. O seu universo ficcional enraíza-se fortemente em
Dublin e reflete a sua vida familiar e eventos, amizades e inimizades dos
tempos de escola e faculdade. Desta forma, ele é ao mesmo tempo um dos
mais cosmopolitas e um dos mais particulares dos autores modernistas de língua inglesa.
Again!
Come, give, yield all your strength to me!
From far a low word breathes on the breaking brain
Its cruel calm, submission's misery,
Gentling her awe as to a soul predestined.
Cease, silent love! My doom!
Blind me with your dark nearness, O have mercy, beloved enemy of my will!
I dare not withstand the cold touch that I dread.
Draw from me still
My slow life! Bend deeper on me, threatening head,
Proud by my downfall, remembering, pitying
Him who is, him who was!
Again!
Together, folded by the night, they lay on earth. I hear
From far her low word breathe on my breaking brain.
Come! I yield. Bend deeper upon me! I am here.
Subduer, do not leave me! Only joy, only anguish,
Take me, save me, soothe me, O spare me!
O complot dos médicosjudeus foi, segundo a versão oficial do Estado Soviético,
uma conspiração dos médicos judeus, sob ordens da inteligência
norte-americana, que teriam como objetivo assassinar os principais
quadros do Partido Comunista da União Soviética, inclusive o próprio Estaline.
"Prendam os Médicos Assassinos" - alardeava a manchete do Pravda, a 13 de janeiro de 1953. "Os médicos do Kremlim, judeus na sua maioria, assassinaram os maiores líderes soviéticos, e tramaram contra outros, talvez até contra o próprio Estaline".
Depois da morte de Estaline, em março de 1953, os líderes da União Soviética
assumiram que o caso foi fabricado, com o objetivo de prender e
executar líderes comunistas que se opunham a Estaline. Em abril do
mesmo ano, o mesmo Pravda
dizia que "os médicos tinham sido presos sem nenhuma base legal" e
acrescentava que os "investigadores super zelosos haviam-se esquecido de
que estavam ao serviço do povo e que a sua missão era salvaguardar a
lei soviética".
Todos os médicos acusados foram inocentados (com exceção de dois, que
morreramna prisão...) e reconduzidos aos seus antigos cargos.
Nascido no seio de uma família de pintores flamengos, Jan teve, desde cedo, um grande contacto com a arte, tendo aprendido, por exemplo, com a sua avó, a pintar com aguarelas. Tinha diversos cognomes, como "veludo" e "flor", para assim se poder distinguir dos outros membros da família.
Estudou na escola de Antuérpia, onde foi aluno de Pieter Goctkind e, provavelmente, de Gillis van Coninxloo, durante oito anos. Esteve em Itália alguns anos, porém, retornou à sua cidade de Antuérpia em 1598. Lá se casou, um ano depois, com Isabella de Jode, de quem teve dois filhos, incluindo Jan Brueghel o jovem. Porém, a sua mulher morreu em 1603.
Em 1605, Jan casou-se de novo, desta vez com Catherinne van Marienberghe, de quem teve oito filhos.
Durante toda a sua vida foi-lhe assegurada fama e fortuna, em parte, devido ao enorme reconhecimento do seu pai entre a aristocracia e artistas flamengos. Todavia, nem a fama nem a fortuna lhe valeram muito quando contraiu cólera e morreu, em 1625.
Era filho de um capitão do Exército dos Estados Unidos da América que comandou um grupo de escuteiros.
Mais tarde, o seu pai foi transferido e a família mudou-se para o leste
do país. Aos 20 anos de idade, Melvin Jones mudou-se para Chicago, Illinois,
onde se associou a uma companhia de seguros e, em 1913, fundou a sua
própria agência. Foi ainda nesta cidade que se tornou membro da Maçonaria, em 1906, na Loja nº 141 (Garden City).
Como membro do Círculo de Negócios de Chicago, um grupo de
empresários que reunia-se na hora do almoço e Melvin Jones rapidamente foi eleito o seu secretário.
Este era um dos muitos grupos da época que se dedicava totalmente a
promover os interesses financeiros dos seus membros. Devido ao seu apelo
limitado, estes grupos estavam destinados a desaparecer. Melvin Jones,
contudo, tinha outros planos. "Que tal se os homens", ele perguntou,
"que têm sucesso devido à sua energia, inteligência e ambição, usassem os
seus talentos para melhorar as suas comunidades?"
Em 1914,
como secretário do Círculo de Negócios de Chicago, manteve contactos com
vários clubes independentes e associações de clubes dos Estados Unidos
da América, interessando-os na unificação para formar uma associação de
clubes de serviço. Entretanto, somente a 7 de julho de 1917, e depois de
numerosa correspondência, é que conseguiu reunir os delegados dos
clubes, na Sala Leste do Hotel La Salle de Chicago, a fim de preparar os
fundamentos para a formação da Associação, a qual começou a existir
alguns meses após, na Convenção reunida em Dallas, estado do Texas, de 8 a 10 de outubro de 1917.
Nessa Convenção, Melvin Jones foi eleito secretário. Foi estipulado que
os clubes não teriam caráter social e que os seus sócios não poderiam
promover os seus interesses comerciais. Eventualmente, Melvin Jones
abandonou a sua agência de seguros e dedicou-se totalmente aos Lions na
sede internacional, em Chicago. Foi sob a sua liderança dinâmica que os
Lions Clubs conseguiram o prestígio necessário para atrair homens com
mentalidade cívica. Em julho de 1950, a Diretoria Internacional
concedeu a Melvin Jones o título de Secretário-Geral Perpétuo e, em
julho de 1958, o de Secretário-Geral e Fundador do Leonismo.
Melvin Jones, cujo lema pessoal era "Você não pode ir muito longe
enquanto não começar a fazer algo pelo próximo", e que se tornou no princípio
condutor de pessoas com espírito de serviço humanitário em todas as
partes do mundo, faleceu aos 82 anos de idade.
Este artigo é publicado três dias após Esterhazy
ter sido declarado inocente pelo Conselho de Guerra (10 de janeiro), o
que parecia acabar com toda esperança dos que contavam com uma revisão
do processo que condenara Dreyfus. Neste artigo, Zola ataca nominalmente os generais e outros oficiais responsáveis do erro judicial
que levou ao processo e à condenação, os especialistas em grafologia
culpados de «relatórios mentirosos e fraudulentos». Ainda acusava o
exército, culpado de uma campanha de imprensa mentirosa, bem como os
dois Conselhos de Guerra: um tendo condenado Dreyfus baseado numa prova
mantida em segredo, enquanto o segundo inocentou o reconhecidamente
culpado. Mas, acima de tudo, proclama desde o início a inocência de
Dreyfus :
"O meu dever é de falar, não quero ser cúmplice. As minhas noites seriam
atormentadas pelo espectro do inocente que paga, na mais horrível das
torturas, por um crime que ele não cometeu."
A publicação
O artigo faz a manchete do diário, cujos 300.000 exemplares se esgotam
em poucas horas. A emoção é forte, ocasionando um movimento da opinião
pública. Vários intelectuais assinam uma petição em favor da revisão do
processo, publicada também pelo L'Aurore. Entre eles, Anatole France, Georges Courteline, Octave Mirbeau ou Claude Monet, as assinaturas tendo sido recolhidas por estudantes ou jovens escritores como Marcel Proust. Zola recebe diversas mensagens de apoio, mas também cartas injuriosas e ameaças de carácter anti-semita ou xenófobo (o pai de Zola era italiano). O verdadeiro caso Dreyfus, aquele que vai inflamar as multidões durante vários anos, acaba de nascer.
Sanções e exílio
Na conclusão do artigo, Zola esperava um processo num tribunal criminal a
fim de fazer surgir a verdade. Ele será julgado diversas vezes, sendo
que o resultado final será uma condenação a 1 ano de prisão e 3.000
francos de multa pelos seus ataques contra o Estado-Maior (Octave Mirbeau
paga a multa) e uma condenação a 1 mês de prisão e 1.000 francos de
multa pelos seus ataques contra os três especialistas (cada um recebendo
100.000 francos por prejuízos). Para escapar à prisão, Zola exila-se
na Inglaterra,
onde passará onze meses à espera duma revisão do processo Dreyfus. O
comunicado da revisão enviando Dreyfus para um novo Conselho de Guerra é
publicado a 3 de junho de 1899. Zola pode então retornar à França, onde
ele publica no L'Aurore o artigo Justice, no qual ele se felicita pela decisão. Mas o processo de Rennes será dececionante para os dreyfusards e Zola continuará a lutar até à sua morte pela reabilitação de Alfred Dreyfus.
A acusação
A título de precisão, o artigo de 13 de janeiro deve seu nome ao facto
que, na sua conclusão, todas as frases comecem pela expressão J'accuse (Eu acuso):
Eu acuso o tenente-coronel du Paty de Clam
de ter sido o artífice diabólico do erro judiciário,
inconscientemente, quero crer, e de ter em seguida defendido a sua obra
nefasta, durante três anos, através de tramas absurdas e culpáveis.
Eu acuso o general Mercier de ter-se mostrado cúmplice, ao menos por fraqueza de espírito, de uma das maiores injustiças do século.
Eu acusoo general
Billot de ter tido nas suas mãos as provas certas da inocência de
Dreyfus e de tê-las abafado, de se tornar culpado deste crime de
lesa-humanidade com um objetivo político e para salvar o Estado-Maior
comprometido.
Eu acuso o general de
Boisdeffre e o general Gonse de serem cúmplices do mesmo crime, um sem
dúvida por razão clerical, o outro talvez devido a esse espírito
corporativista que torna os gabinetes de guerra em arcas santas,
inatacáveis.
Eu acusoo general de
Pellieux e o comandante Ravary de terem feito uma sindicância rápida, e
quero com isso dizer uma sindicância da mais monstruosa parcialidade,
onde temos, no relatório do segundo, um monumento indestrutível de
audácia ingénua.
Eu acuso os três
especialistas em grafologia, os senhores Belhomme, Varinard e Couard,
de terem redigido relatórios mentirosos e fraudulentos, a menos que um
exame médico os declare doentes de algum mal da visão e de julgamento.
Eu acusoos gabinetes de guerra de terem liderado na imprensa, particularmente no L'Éclair e no L'Écho de Paris, uma campanha abominável para distrair a opinião e cobrir seu erro.
Eu acusofinalmente o
primeiro Conselho de Guerra de ter violado a lei, ao condenar um
acusado apoiado numa prova de acusação mantida secreta, e acuso o
segundo Conselho de Guerra de ter encoberto esta ilegalidade, sob
ordem, cometendo também o crime jurídico de inocentar um
reconhecidamente culpado.
Na época, a atmosfera política na Itália era tensa, com muita agitação revolucionária, de caráter socialista e anarquista. A Rainha e o Primeiro Ministro assistiriam à estreia de Tosca, e temia-se que o teatro fosse alvo de um ataque terrorista, o que não aconteceu. Seis meses mais tarde, o rei Humberto I de Itália (tio de el-rei D. Carlos I de Portugal) seria assassinado, pelo militante anarquista Gaetano Bresci, em Monza.
Juan Diego Flórez Salom (Lima, 13 de enero de 1973) es un tenor ligero peruano, mayormente reconocido por sus interpretaciones en óperas belcantistas. Es considerado como uno de los mejores tenores del panorama actual.
No final de 1978, Zé Pedro, Kalú, Tim e Zé Leonel, formam os Xutos e Pontapés, dando o primeiro concerto a 13 de janeiro de 1979, com Zé Leonel na voz, Tim no baixo, Zé Pedro na guitarra e Kalú na bateria, na sala Alunos de Apolo, para a comemoração dos 25 anos do Rock & Roll.
Em 1981 entra para a banda o guitarrista Francis e sai Zé Leonel, assumindo Tim as funções de vocalista. Em 1982 sai o compacto 1978-1982, com músicas marcantes como "Sémen" e "Mãe". Em 1983 Francis sai da banda, que passa a actuar com músicos convidados, entre os quais o saxofonista Gui, e no mesmo ano entra para a banda o guitarrista João Cabeleira.
O primeiro álbum gravado por João Cabeleira, em 1985, foi Cerco, com as músicas "Barcos gregos" e "Homem do leme", que sairiam também em single.
A explosão mediática começou em 1987 com o álbum Circo de Feras e os seus mega sucessos "Contentores", "Não sou o único" e "N'América". Continuou com o single "7º Single" e o seu estrondoso hit "A minha casinha". O álbum 88
foi um dos pontos mais altos da carreira dos Xutos e Pontapés com os
mega êxitos "À Minha Maneira", "Para Ti Maria" e "Enquanto a noite
cai", entre outros, dando início a uma das maiores turnés da banda que
ficou retratada no álbum "Xutos - Ao vivo".
Em 1990 o álbum Gritos Mudos é mal recebido e o sucesso da banda sofre o seu primeiro revés, embora a música "Gritos Mudos" seja também um grande sucesso.
Na década de 90, o grupo entra em crise interna, com os seus elementos a iniciarem outros projetos. Tim integra os Resistência, Zé Pedro e Kalu abrem o bar Johnny Guitar e integram a banda de Jorge Palma, Palma's Gang, com Flak e Alex, ambos dos Rádio Macau.
Em 1999, com novo fôlego, fazem a turné XX Anos Ao Vivo,
onde fazem cerca de oitenta concertos. Em ano de comemoração dos
vinte anos de carreira é também editada uma compilação de homenagem, XX Anos XX Bandas,
com a participação de várias das bandas e artistas. Nesse ano, gravam
ainda o tema "Inferno" para o filme do mesmo nome, de Joaquim Leitão.
No ano seguinte, gravam uma versão da canção "Chico Fininho" de Rui Veloso, para o álbum de homenagem aos vinte anos de estreia de Veloso com "Ar de rock".
Os membros dos Xutos & Pontapés em 2004, foram agraciados pelo Presidente da RepúblicaJorge Sampaio com o grau de Comendador da Ordem do Mérito. Nesse mesmo ano, os Xutos deram dois concertos no Pavilhão Atlântico,
em Lisboa, nos dias 8 e 9 de outubro, para celebrar os seus 25 anos
de carreira. A canção "O Mundo ao Contrário", do álbum homónimo, foi
escolhida para música oficial do filme Sorte Nula, que conta com uma breve participação de Zé Pedro como ator.
Em 2005, os Xutos & Pontapés realizaram uma turné intitulada A turné dos 3 desejos,
na qual deram três séries de concertos, cada um com um alinhamento
diferente. Em 2006 não só deram um concerto acústico, em celebração dos
seus vinte e oito anos, como também lançaram um DVD triplo com toda a
sua história desde o início (1978) até 2005 (turné 3 desejos).
Em 2006, António Feio encenou um musical, Sexta Feira 13, apenas com músicas dos Xutos, tendo estes concebido um tema especialmente para o musical com mesmo nome da peça.
Em 2008 foram convidados pela Associação Encontrar-se a integrarem o Movimento UPA – Unidos Para Ajudar, em conjunto com os Oioai, para interpretarem o tema de solidariedade "Pertencer".
Ao longo do ano de 2009, foi reeditada toda a discografia da banda,
sendo editadas em vinil e limitadas a 500 unidades, o que se tornará
numa peça de colecionador.
Já em setembro desse ano, os Xutos & Pontapés atuam perante 40
mil espetadores, num Estádio do Restelo quase cheio para ver o
derradeiro concerto de comemoração dos trinta anos de carreira da
banda. Os Pontos Negros e Tara Perdida asseguraram as primeiras partes e nomes como Camané, Pacman, Manuel Paulo e Pedro Gonçalves foram os convidados da noite.
Depois de terem completado 30 anos, os Xutos têm mais uma prenda dos
fãs, em setembro de 2009, são nomeados para os EMAs na categoria de
"Best Portuguese Act", ganhando o prémio em novembro do mesmo ano.
Mais recentemente, apenas o cantor Tim, lançou uma música com Rui
Veloso, acerca de um rapaz portador de Trissomia 21, que se encontra
preso no quarto, denomina-se "Voar".
Em 2012 sai o disco "O Cerco Continua" com músicas do disco "Cerco" mas noutra versão.
Em 2014 é lançado o disco "Puro", que comemora os 35 anos da banda.
A 30 de novembro de 2017 morre o guitarrista e fundador, Zé Pedro, aos 61 anos, vítima de doença hepática.
Em 2019 foi lançado o disco ''Duro'', que comemora os 40 anos da banda.
A aeronave atingiu a ponte, por onde passa a Interestadual 395, entre Washington, D.C. e o Condado de Arlington, Virgínia. Bateu contra vários veículos na ponte e despedaçou 30 metros do parapeito antes de mergulhar no gelo do rio Potomac.
O avião levava 74 passageiros e 5 tripulantes. Quatro passageiros e uma
comissária de bordo foram resgatados e sobreviveram. Outro passageiro,
Arland D. Williams, Jr., ajudou no resgate dos sobreviventes, mas afogou-se
antes de ser resgatado. Quatro motoristas na ponte também morreram. Os
sobreviventes foram resgatados do rio congelado por civis e
profissionais. O presidente Ronald Reagan elogiou estes atos durante o seu discurso do Estado da União, poucos dias depois.
O NTSB
determinou que a causa do acidente foi um erro dos pilotos, que não
ativaram os sistemas de proteção contra o gelo interno dos motores,
usaram o empuxo reverso numa tempestade de neve antes da descolagem,
tentaram usar a saída de gases de um avião à frente deles para derreter o
gelo no Boeing 737 e falharam em abortar a descolagem, depois de
detetar um problema de potência enquanto avançavam na pista do aeroporto,
vendo o gelo e neve acumulado nas asas.