quinta-feira, abril 13, 2023
Aaron Lewis, vocalista e guitarrista dos Staind, faz hoje 51 anos
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Marcadores: Aaron Lewis, hard rock, música, Something To Remind You, Staind
O álbum Catch a Fire foi lançado há cinquenta anos!
Catch a Fire is the fifth studio album by the reggae band The Wailers (aka Bob Marley and the Wailers), released in 13 April 1973. It was their first album released by Island Records. After finishing a UK tour with Johnny Nash, they had started laying down tracks for JAD Records when a disputed CBS contract with Danny Sims created tensions. The band did not have enough money to return to Jamaica, so their road manager Brent Clarke approached producer Chris Blackwell, who agreed to advance The Wailers money for an album. They instead used this money to pay their fares back home, where they completed the recordings that constitute Catch a Fire. The album has nine songs, two of which were written and composed by Peter Tosh; the remaining seven were by Bob Marley. While Bunny Wailer is not credited as a writer, the group's writing style was a collective process. For the immediate follow-up album, Burnin', also released in 1973, he contributed four songs. After Marley returned with the tapes to London, Blackwell reworked the tracks at Island Studios, with contributions by Muscle Shoals session musician Wayne Perkins, who played guitar on three overdubbed tracks. The album had a limited original release under the name The Wailers in a sleeve depicting a Zippo lighter, designed by graphic artists Rod Dyer and Bob Weiner; subsequent releases had an alternative cover designed by John Bonis, featuring an Esther Anderson portrait of Marley smoking a "spliff", and crediting the band as Bob Marley and the Wailers.
The Catch a Fire Tour, which covered England and the United States, helped generate international interest in the band. Catch a Fire peaked at number 171 on the Billboard 200 and number 51 on the Billboard Black Albums charts. Critical acclaim has included the album being listed at number 126 on Rolling Stone's 500 Greatest Albums of All Time, second only to Legend among five Bob Marley albums on the list. It is regarded as one of the top reggae albums of all time.
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Marcadores: Bob Marley, Bob Marley and the Wailers, Catch a Fire, reggae
A URSS reconheceu a autoria do Massacre de Katyn há 33 anos...
Entre os que morreram na floresta de Katyn, estavam um almirante, dois generais, 24 coronéis, 79 tenente-coronéis, 258 majores, 654 capitães, 17 capitães de marinha, 3.420 suboficiais, sete capelães, três proprietários rurais, um príncipe, 43 oficiais de forças diversas, 85 soldados, 131 refugiados, 20 professores universitários, 300 médicos, várias centenas de advogados, engenheiros e mais de 100 jornalistas e escritores, assim como 200 pilotos de combate da Força Aérea. No total, a NKVD executou mais da metade do corpo de oficiais das forças armadas polacas. Contando com os massacres nas outras áreas, foram executados catorze generais entre eles Leon Billewicz. Nem todos os mortos eram de etnia polaca, uma vez que a Segunda República Polaca era um estado multiétnico e vários de seus oficiais eram ucranianos, bielorrussos e judeus. Estima-se que cerca de 8% dos militares assassinados em Katyn eram judeus polacos.
Mais de 99% dos prisioneiros restantes foram executados posteriormente. Prisioneiros do campo de Kozelsk foram executados no local dos assassinatos em massa, em Katyn, na área de Smolensk. Prisioneiros de Starobelsk foram assassinados dentro da prisão da NKVD em Kharkov e os corpos enterrados em Piatykhatky e oficiais de polícia de Ostashkov mortos na prisão da NKVD em Kalinin e enterrados em Mednoye.
Informações detalhadas sobre as execuções foram prestadas por Dmitrii Tokarev, ex-chefe da NKVD em Kalinin, durante uma audiência. De acordo com ele, os fuzilamentos começavam no início da noite e terminavam ao amanhecer. O primeiro transporte de prisioneiros trazia 390 pessoas e os executores tiveram um árduo trabalho para matar tantas pessoas durante uma noite. As levas seguintes de homens traziam no máximo 250 presos. As execuções eram normalmente feitas com uma arma automática alemã, a Walther PPK, calibre 7,65 mm, fornecidas por Moscovo, mas foram também usados revólveres Nagant M1895 russos. Os assassinos usaram armas alemães ao invés do revólver-padrão das forças soviéticas, em virtude do coice dessas armas ser muito forte, o que provocava dores no braço após as primeiras dúzias de tiros. Vasili Blokhin, um oficial soviético conhecido por ser o principal carrasco de Estaline, matou pessoalmente mais de 7.000 prisioneiros do campo de Ostashkov, alguns deles com apenas 18 anos, na prisão da NKVD em Kalinin, num período de 28 dias, em abril de 1940.
Os assassinatos eram metódicos. Após a verificação das suas informações pessoais, o prisioneiro era algemado e levado para uma cela isolada com pilhas de sacos de areia e encerrada por uma porta pesada. A vítima recebia ordens de se ajoelhar no meio da cela, o executor se aproximava por trás e lhe dava um tiro na nuca ou na parte de trás da cabeça. O corpo era então carregado por uma porta de saída, do outro lado da cela, e atirado para dentro de um dos camiões que esperavam para recolher os corpos, enquanto o próximo condenado era introduzido na cela pela porta de entrada. Além do amortecimento do barulho dos tiros causados pelo isolamento da cela, máquinas - talvez grandes ventiladores - passavam a noite toda operando fazendo grande barulho. Este procedimento foi seguido todas as noites, à exceção do feriado de Primeiro de Maio.
Foram enterrados em Bykivnia eKurapaty, nos arredores de Minsk, entre 3 e 4 mil internos polacos mortos em prisões na Ucrânia e na Bielorrússia. A tenente Janina Lewandowska, filha do general Józef Dowbor-Muśnicki, comandante-militar da Revolta da Grande Polónia, no final da Primeira Guerra Mundial, foi a única mulher assassinada nos massacres de Katyn.(...)
A União Soviética alegou que o genocídio havia sido praticado pelos nazis e continuou a negar responsabilidade sobre os massacres até 13 de abril de 1990, quando o governo de Mikhail Gorbachev reconheceu oficialmente o massacre e condenou os crimes levados a cabo pela NKVD em 1940, assim como o seu subsequente encobrimento. No ano seguinte, Boris Yeltsin trouxe a público os documentos, datados de meio século antes, que autorizavam o genocídio.
(...)
Em 13 de abril de 1990, no 47º aniversário da descoberta das valas comuns em Katyn, a União Soviética formalmente expressou o seu "profundo pesar" e admitiu a responsabilidade da polícia secreta soviética pelos crimes. O dia 13 de abril foi declarado mundialmente como o Dia da Memória de Katyn.
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Um atentado, seguido de massacre, deu início à Guerra Civil Libanesa há 48 anos
Postado por Fernando Martins às 00:48 0 comentários
Marcadores: Falanges Libanesas, FPLP, Guerra Civil Libanesa, Líbano, massacre de Ayin-el-Remmaneh, Massacre do Autocarro, OLP
Portugal desistiu de Macau há 36 anos...
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O Bispo do Porto D. António Ferreira Gomes morreu há 34 anos
Começou a circular, devido a inconfidências de um amigo de D. António e de um ministro de Salazar. Causou grande polémica nos jornais, às vezes bem reveladora do fanatismo vulgar de alguns espíritos. Certo é que, saindo do país a 24 de julho de 1959, por ser aconselhado a retirar-se uns tempos para férias, é depois proibido de entrar. Vê-se forçado a um exílio de dez anos, iniciado em Vigo e depois continuado em Santiago de Compostela, Valência, onde colabora na ação pastoral, Lourdes, Ciudad Rodrigo e Salamanca. Neste locais recebe frequentes visitas de amigos e apoio da diocese do Porto, que soube ser fiel e digna, no exílio do seu bispo.
Durante o Concilio está em Roma, é membro da Comissão dos Seminários e Estudos, e participa na aula conciliar com intervenções de interesse, relativas ao esquema dos bispos, do ecumenismo, da Igreja no mundo e da liberdade religiosa (1963-1965), talvez esta a mais pertinente. Juntamente com o portuense D. Sebastião Soares de Resende, tem as intervenções mais relevantes da débil presença portuguesa no II Concilio do Vaticano.
Começa o reconhecimento público e oficial. É agraciado em 7 de agosto de 1980, com a Grã-cruz da Ordem da Liberdade e a 20 de maio de 1982 é homenageado na Assembleia da República. Escolhe mais uma vez, o dia 2 de maio de 1982 – passados trinta e quatro anos da sua ordenação sacerdotal – para se despedir do seu rebanho do Porto e ir viver para a Quinta da Mão Poderosa, casa da diocese em Ermesinde. Aí viveu discretamente e morreu serenamente. Aí escreveu as Cartas ao Papa e previa escrever um volume de Provas, mas a falta progressiva da visão e a morte do Secretário, o cónego Rebelo, fizeram-no desistir. Em 1986 esteve presente na RTP, onde afirmou em longa entrevista: «eu professo que Deus é o Senhor da História e que a História tem sentido».
Postado por Fernando Martins às 00:34 0 comentários
Marcadores: Bispo do Porto, Concílio Vaticano II, D. António Ferreira Gomes, Exílio, Igreja Católica, Salazar
O Messias de Handel foi tocado pela primeira vez há 281 anos
Em 1741, Händel recebeu um convite do Lord Lieutenant da Irlanda para ajudar a angariar dinheiro para três instituições de caridade de Dublin através de apresentações musicais. Embora doente nessa época, Händel estava determinado a compor um novo oratório sacro para a ocasião, pedindo a Charles Jennens (libretista de Saul e Israel in Egypt) um tema apropriado. Jennens respondeu com uma criteriosa recolha de versículos e escrituras do Velho e Novo Testamentos arranjados num "argumento" em três partes (como ele o descreveu). O resultado foi o mais conhecido e amado oratório de Händel. A obra estreou-se em Dublin, no período da Páscoa, em 13 de abril de 1742.
À época, o texto suscitou controvérsia com jornais ponderando sobre sua natureza "blasfema". A obra acabada, contudo, teve outra recetividade, sendo elogiada em Berlim e depois em Londres. Händel fez várias revisões subsequentes, incluindo uma versão criada em 1754 para o "Thomas Coram's Foudling Hospital" (fundação para a educação de crianças abandonadas à qual Händel passa a dedicar mais tempo a partir de 1749). Atualmente ainda é um obra muito apreciada e requisitada para os eventos natalícios, embora frequentemente apenas a 1ª Parte e o "Aleluia" (com que encerra a 2ª Parte) sejam interpretados, não respeitando a integridade do oratório.
O costume de o público colocar-se de pé para ouvir o coro "Aleluia" se origina da crença de que, na estreia de Londres, o rei George II o fez, o que obrigaria a todos a permanecerem de pé. Não há evidências convincentes de que o rei estivesse presente ou que ele tenha assistido a qualquer performance subsequente de O Messias; a primeira referência da prática de permanecer em pé aparece numa carta datada de 1756, três anos antes da morte de Handel.
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Marcadores: barroco, Hallelujah, Handel, Messias, música
Johann Gottlieb Goldberg morreu há 267 anos
Postado por Fernando Martins às 00:26 0 comentários
Marcadores: Alemanha, barroco, cravo, Johann Gottlieb Goldberg, música, órgão
Gunter Grass morreu há oito anos...
Postado por Fernando Martins às 00:08 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Gunter Grass, literatura, Nobel
quarta-feira, abril 12, 2023
A Guerra da Secessão, entre o Norte e o Sul dos Estados Unidos, começou há 162 anos
A Batalha do Fort Sumter é o termo utilizado para se referir ao bombardeamento realizado entre 12 e a 13 de abril de 1861 pelo exército dos Estados Confederados da América com a intenção de expulsar as tropas federais que ocupavam a fortificação do Fort Sumter, situada na entrada da baía de Charleston, na Carolina do Sul. A importância desta batalha, que não causou muitas baixas, provem do facto de ter sido o rastilho que desencadeou a Guerra da Secessão ou Guerra Civil Americana (1861-1865), o conflito mais sangrento ocorrido no território dos Estados Unidos.
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Marcadores: Batalha do Fort Sumter, Confederados, guerra civil, Guerra Civil Americana, Guerra da Secessão, USA
Genocídios nunca mais - o Massacre de Xangai foi há 96 anos...
Postado por Fernando Martins às 09:06 0 comentários
Marcadores: China, Guerra Civil Chinesa, Massacre de Xangai, Partido Comunista Chinês
Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 09:00 0 comentários
Marcadores: Giacomo Puccini, Madame Butterfly, Montserrat Caballé, Ópera, Un bel di vedremo
Herbie Hancock faz hoje 83 anos
Uma década adiante, emergindo do universo de Miles Davis, Herbie Hancock monta um grupo com maiores aproximações à tradição popular afro-americana, de uma sonoridade bem mais acessível ao grande público e de grande sucesso. No álbum de título homónimo deste grupo, Head Hunters (1973), Hancock alterna bem sucedidas experimentações pelo eletrofunk com pitadas daquele espírito do quinteto de Miles.
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: Electro funk, funk, hard bop, Herbie Hancock, jazz, jazz fusion, Jazz-funk, música, música clássica, piano, Post Bop, Rockit, rythm and blues
FDR morreu há 78 anos...
Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
Marcadores: FDR, Franklin Delano Roosevelt, Grande Depressão, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, New Deal, Presidente dos EUA
Yuri Gagarin tornou-se o primeiro cosmonauta há sessenta e dois anos
| A Terra é azul. Como é maravilhosa. Ela é incrível! | - Iuri Gagarin |
Esteve em órbita durante 108 minutos, a uma altura de 315 Km, num voo totalmente automatizado, com uma velocidade aproximada de 28.000 km/h. Pela proeza, recebeu a medalha da Ordem de Lenine.
A Viagem
A nave espacial entrou em órbita, e o foguete se separou, a gravidade deixou de se sentir.. No início, a sensação era de algo incomum, mas eu adaptei-me logo ... Eu tive em contacto com a Terra com diferentes canais: por telefone e telégrafo. | — Iuri Gagarin |
| “ | A Terra é azul | ” |
| “ | Olhei para todos os lados, mas não vi Deus. | ” |
A União Soviética negou esse facto durante anos, com medo de o voo não ser reconhecido pelas entidades internacionais, já que o piloto não acompanhou a nave até ao final.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 06:20 0 comentários
Marcadores: astronauta, cosmonauta, URSS, Vostok 1, Yuri Gagarin
Vince Gill - 66 anos
Postado por Fernando Martins às 06:06 0 comentários
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Pietro Nardini nasceu há 301 anos
Pietro Nardini (Fibiana, 12 de abril de 1722 - Florença, 7 de maio de 1793) foi um compositor e violinista italiano.
Nardini nasceu em Livorno e estudou música em Livorno, tornando-se mais tarde aluno de Giuseppe Tartini. Ele mudou-se para a Alemanha, onde se juntou à capela da corte em Stuttgart, tornando-se regente em 1762. No entanto, ele abandonou suas funções lá em 1765 para se tornar Kapellmeister, em 1770, para o Grão-Duque da Toscana em Florença.
Nardini é mencionada nas Observações e reflexões feitas no curso de uma viagem pela França, Itália e Alemanha
(1789), do escritor inglês Hester Lynch Piozzi, como tocando um solo
num concerto que a Senhora Piozzi e o seu marido, Gabriele Piozzi, deram
em
Florença em julho de 1785.
Como amigo de Leopold Mozart, ele testemunhou a chegada de Wolfgang Amadeus Mozart na sua primeira visita à Itália e suas tentativas de encontrar uma posição sustentável em 1770-1771. Também conheceu o compositor boémio Václav Pichl, Kapellmeister do arquiduque Ferdinand d'Este, governador austríaco da Lombardia. Foi professor de Bartolomeo Campagnoli, Giovanni Francesco Giuliani e provavelmente também de Gaetano Brunetti. Morreu em Florença, a 7 de maio de 1793, aos 71 anos.
in Wikipédia
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Marcadores: Itália, música, Pietro Nardini, violino
Robert Delaunay nasceu há 138 anos
Robert Delaunay est un peintre français né le à Paris et mort le à Montpellier. Avec sa femme Sonia Delaunay et quelques autres, il est le fondateur et le principal artisan du mouvement orphiste, branche du cubisme et important mouvement d'avant-garde du début du XXe siècle. Ses travaux sur la couleur prennent pour origine plusieurs théories de la loi du contraste simultané des couleurs, formulées par Michel-Eugène Chevreul. Par un travail concentré sur l'agencement des couleurs sur la toile, il cherche l'harmonie picturale.
Delaunay fait partie d'une génération d'avant-garde, particulièrement prolifique sur le plan artistique entre 1912 et 1914. Il est très lié (en correspondance, en art, voire en amitié) avec les poètes Guillaume Apollinaire et Blaise Cendrars, les peintres russes Vassily Kandinsky et Michel Larionov, les peintres allemands August Macke ou Franz Marc, le peintre slovaque Geza Szobel.
Après la guerre, il se lie d'amitié avec les artistes du mouvement surréaliste, dont il réalise plusieurs portraits, sans pour autant adopter leurs points de vue et leurs visions artistiques. Il aura notamment une amitié forte et durable avec le poète Tristan Tzara.
Son nom est également associé à la tour Eiffel,
dont il a vu la construction alors qu'il avait quatre ans, et qu'il a
peinte de nombreuses fois dans sa carrière, en utilisant des méthodes
différentes, d'abord néo-impressionniste puis cubiste, et ensuite avec
sa méthode simultanéiste.
Postado por Fernando Martins às 01:38 0 comentários
Marcadores: França, orfismo, Paris, pintura, Robert Delaunay



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