terça-feira, março 31, 2026
Os otomanos perpetraram o Massacre de Quios há 204 anos...
Postado por Fernando Martins às 02:04 0 comentários
Marcadores: Chios, genocídio, Grécia, massacre, pena de morte, Turquia
segunda-feira, março 16, 2026
O massacre de My Lai foi há 58 anos...
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in Wikipédia
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Marcadores: crimes contra a humanidade, crimes de guerra, genocídio, guerra do Vietname, My Lai, USA
O Massacre de Halabja foi há 38 anos...
Oficial norte-americano patrulhando, em 2005, um cemitério com os túmulos de 1.500 das vítimas do ataque
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
Marcadores: Curdistão, genocídio, guerra Irão-Iraque, guerra química, massacre de Halabja, Saddam Hussein
quinta-feira, março 12, 2026
O general genocida Ratko Mladic faz hoje 83 anos - na prisão...!
Em 24 de abril de 1992 foi promovido a coronel-general e poucos dias depois, um mês após a declaração de independência da República da Bósnia, Mladić e seus homens bloquearam a cidade de Saravejo, fechando seu espaço aéreo e cortando toda a água e eletricidade da cidade. Este ato deu início aos quatro anos do cerco de Sarajevo, o mais longo cerco a uma cidade na história da guerra moderna. Neste período a cidade foi bombardeada por fogo de artilharia e tiros de franco-atiradores das forças de Mladić espalhados a seu redor.
Em 12 de maio de 1992, em resposta à auto-secessão dos bósnios à Jugoslávia, o parlamento separatista sérvio-bósnio criou o VRS, o Exército da República Srpska e Mladić foi nomeado comandante de staff deste exército, posto que manteve até dezembro de 1996. Em junho de 1994 ele assumiu o comando de uma força militar de 80 mil homens estacionados na área.
Em julho de 1995, tropas sob seu comando, atormentadas pelos ataques aéreos de forças da ONU que tentavam fazer com que o ultimato de remover armas pesadas da área de Sarajevo fosse cumprido, ocuparam áreas declaradas como de "segurança da ONU" em Srebrenica e Žepa. Na primeira, cerca de 40 mil bósnios-muçulmanos que lá se encontravam foram expulsos e cerca de 8.300 deles assassinados por ordens de Mladić. Em novembro de 1995, ele foi indiciado por genocídio em Srebrenica. O juiz Fouad Riad, do Tribunal Penal Internacional em Haia, declarou que os eventos ali ocorridos foram "verdadeiras cenas do inferno, escritas nas páginas mais negras da história humana", em referência às execuções sumárias de milhares de homens enterrados em covas coletivas, mulheres violadas, mutiladas e assassinadas, crianças mortas na frente de seus pais e um avô que foi obrigado a comer o fígado de seu próprio neto morto.
Em 4 de agosto de 1995, com uma grande força militar croata posicionada para atacar a região de Krajina na Croácia central, Radovan Karadžić, então presidente da República Srpska, retirou Mladić do comando do VRS e assumiu o posto ele próprio. Karadzic usou a perda de duas cidades na Sérvia ocidental que haviam caído recentemente em mão dos croatas como desculpa para culpar Mladic e justificar as mudanças no comando da guerra.
Mladić foi rebaixado ao posto de "conselheiro", mas recusou-se a aceitar a ordem pacificamente, pedindo o apoio do povo e dos militares sérvio-bósnios. O presidente tentou desqualificá-lo classificando-o como "louco", mas a óbvia popularidade do general entre o povo e as forças armadas o obrigou a rescindir a ordem uma semana depois.
Em 8 de novembro de 1996 o novo presidente da República sérvio-bósnia, Biljana Plavšić, demitiu Mladić do posto. O general, porém, continuou a receber pensão militar até novembro de 2005.
Criminoso de guerra
Em 24 de julho de 1995 Mladić foi indiciado por crimes contra a Humanidade, crimes de guerra e genocídio pelo Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia, incluindo o uso de franco-atiradores contra os civis de Sarajevo. Em 16 de novembro de 1995 as acusações foram ampliadas para comportar as ações do general nas áreas de segurança da ONU em Srebrenica, onde ele também foi responsabilizado por fazer reféns entre o pessoal da ONU na área.
Após o fim da guerra, mesmo com seu pedido de captura feito pelo TPI, o general viveu livremente até 2001, quando da prisão de Slobodan Milošević, ex-presidente da Sérvia e da República Federal da Iugoslávia. Desaparecendo então dos olhos do público, Mladić tornou-se um fugitivo do Tribunal e suspeitou-se por muito tempo que ele se escondia em alguma região entre a Sérvia e a república Bósnia de Srpska. Entre os vários lugares onde teria sido visto estavam um jogo de futebol ocorrido em 2000 entre a China e a Jugoslávia em Belgrado, cercado de guarda-costas, num subúrbio de Moscovo, em Atenas ou num bunker dos tempos da guerra, em Han Pijesak, perto de Sarajevo.
Em novembro de 2004, oficiais de departamento de defesa britânico admitiram que o uso da força militar não era o mais apropriado para capturar o fugitivo e outros suspeitos para levá-los a julgamento. Um mês depois disso, em dezembro de 2004, veio a público a notícia que o exército sérvio, apesar de proclamar publicamente repetidas que tentava colaborar com o Tribunal em localizar e entregar acusados de crimes de guerra, escondeu e protegeu Ratko Mladić até ao verão de 2004.
Em junho de 2006, começaram a aparecer notícias de que o general havia sofrido um ataque do coração e teria poucas possibilidades de sobreviver. Ao mesmo tempo, o presidente do Partido Democrata da Sérvia, Andrija Mladenović, levantava a questão de quem seria o responsável pela suspensão das negociações com a União Europeia - que recusava a entrada da Sérvia na organização enquanto Mladić não fosse preso - se o general morresse. Algumas fontes informavam que a sua aparência tinha mudado completamente devido à idade e a uma saúde frágil.
Em 16 de junho de 2010 a família de Ratko Mladić entrou com um pedido ao governo sérvio para que ele fosse declarado morto, em virtude do seu desaparecimento por sete anos. Se a petição fosse aprovada, a esposa de Mlatic poderia vender a propriedade em que morava e receber uma pensão vitalícia do Estado. O pedido, entretanto, foi rejeitado pelas autoridades sérvias.
Finalmente, quinze anos após seu indiciamento pelo TPI e dez anos após seu desaparecimento público, Ratko Mladić foi preso em 26 de maio de 2011, no lugar de Lazarevo, na província de Vojvodina, no norte da Sérvia, onde vivia sob o nome de 'Milorad Komadic'. Apesar de usar um nome falso, o fugitivo não foi preso usando alguma barba ou disfarce, apenas sua aparência tinha envelhecido bastante e um de seus braços era vítima de paralisia.
O anúncio de sua prisão foi feito, em Belgrado, pelo presidente do país, Boris Tadić, que declarou que a prisão do ex-general "removia um fardo pesado dos ombros da Sérvia e fechava uma página infeliz da história do país".
Em 22 de novembro de 2017, Ratko Mladic foi condenado pelo Tribunal Penal Internacional para a Antiga Jugoslávia à prisão perpétua ,por crimes de guerra. Entre as acusações estavam a sua participação no massacre de Srebrenica e no cerco de Sarajevo, durante a Guerra da Bósnia.
Postado por Fernando Martins às 08:30 0 comentários
Marcadores: assassino, Bósnia e Herzegovina, genocídio, Jugoslávia, Massacre de Srebrenica, Ratko Mladić, Sérvia
quarta-feira, março 11, 2026
O ditador genocida Slobodan Milosevic morreu na prisão há vinte anos...
Postado por Fernando Martins às 00:20 0 comentários
Marcadores: direitos humanos, ditadores, genocídio, Jugoslávia, Sérvia, Slobodan Milosevic
quinta-feira, março 05, 2026
A URSS e Estaline ordenaram o Massacre de Katyn há 86 anos...

Postado por Fernando Martins às 08:06 0 comentários
Marcadores: comunismo, Estaline, estalinismo, genocídio, Massacre de Katyn, pena de morte, Polónia, Putin
terça-feira, janeiro 27, 2026
O ditador e genocida indonésio Suharto morreu há dezoito anos...
Morte
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: assassinos, ditadores, genocídio, Indonésia, Suharto, Timor-Leste
domingo, janeiro 25, 2026
O genocida Ali Químico foi executado há dezasseis anos

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The Iraqi Cabinet put pressure on the Presidential council on 17 March 2009 for Al-Majid's execution.
The situation was similar on 17 January 2010 prior to 9 am (GMT); a fourth death penalty was issued against him in response to his acts of genocide against Kurds in the 1980s. He was also convicted of killing Shia Muslims in 1991 and 1999. Alongside him in the trial was former defense minister Sultan Hashem, who was also found guilty by The Iraqi High Tribunal for the Halabja attack and sentenced to 15 years' imprisonment. Al-Majid was executed by hanging on 25 January 2010. He was buried in Saddam's family cemetery in al-Awja the next day; near Saddam's sons, half-brother and the former vice president, but outside the mosque housing the tomb of Saddam. While he was sentenced to death on four separate occasions, the original 2007 verdict sentenced him to five death sentences, and so the combined tally of death sentences handed out was eight.
Amnesty International's Middle East and North Africa Director Malcolm Smart later criticized the execution as "only the latest of a mounting number of executions, some of whom did not receive fair trials, in gross violation of human rights..."Postado por Fernando Martins às 00:16 0 comentários
Marcadores: curdos, forca, genocídio, Invasão do Iraque, Iraque, Partido Baath, pena de morte, Saddam Hussein
quinta-feira, dezembro 18, 2025
O ditador genocida Estaline nasceu há 146 anos...
Josef Vissarionovitch Stalin (Gori, 18 de dezembro de 1879 - Moscovo, 5 de março de 1953), nascido Iossif Vissarionovitch Djugashvili e conhecido como Estaline em língua portuguesa, foi secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética e do Comité Central a partir de 1922 até à sua morte, em 1953, sendo assim o líder da União Soviética neste período.
| Quantidade de pessoas | Razão da morte |
|---|---|
| 1,5 milhão | Execução |
| 5 milhões | Gulags |
| 1,7 milhão | Deportados¹ |
| 1 milhão | Países ocupados² |
Postado por Fernando Martins às 01:46 0 comentários
Marcadores: assassinos, comunistas, ditadores, Estaline, estalinismo, genocídio, Holodomor, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, purgas, URSS
domingo, dezembro 07, 2025
Suharto, o ditador da Indonésia, iniciou um genocídio em Timor-Leste há cinquenta anos...
A invasão indonésia de Timor-Leste, conhecida na Indonésia como Operação Lotus (em indonésio: Operasi Seroja), começou em 7 de dezembro de 1975, quando os militares indonésios, com o apoio político e militar dos EUA, invadiram Timor-Leste sob o pretexto de anticolonialismo e anticomunismo. O derrube de um breve governo popular, liderado pela Fretilin, provocou uma ocupação violenta durante um quarto de século em que entre aproximadamente 80.000 a 200.000 soldados e civis se estima terem sido mortos, tendo sido exterminado um quinto da população. A maioria das fontes considera que a invasão Indonésia em Timor -Leste constituiu um genocídio.
Durante os primeiros anos da ocupação, os militares indonésios enfrentaram forte resistência no interior montanhoso da ilha, mas a partir de 1977-1978, os militares adquiriram armamento moderno dos Estados Unidos, Austrália e outros países, para destruir o grupo rebelde. No entanto, nas duas últimas décadas do século XX viu-se contínuos embates entre grupos indonésios e timorenses sobre o estatuto de Timor- Leste; até que, os violentos confrontos em 1999, levariam à intervenção da ONU pela Missão das Nações Unidas em Timor-Leste e a realização de um referendo em que os timorenses votaram pela independência, ocorrida em 2002.
Postado por Fernando Martins às 00:50 0 comentários
Marcadores: genocídio, Indonésia, invasão, Portugal, Suharto, Timor-Leste
quarta-feira, novembro 12, 2025
O Massacre de Santa Cruz foi há 34 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:34 0 comentários
Marcadores: genocídio, Indonésia, Massacre de Santa Cruz, Max Stahl, Timor-Leste, vergonha





