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| 1,924,186 | 68.73% | |||
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| Invalid or blank votes | 5,142 | 0.18% | ||
| Total votes | 2,804,947 | 100.00% | ||
| Voter turnout | 85.08% | |||
| Electorate | 3,296,800 | |||
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
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Postado por Fernando Martins às 00:31 0 comentários
Marcadores: África do Sul, ANC, apartheid, F.W. de Klerk, Liberdade, Nelson Mandela, referendo, referendo de 12 de março de 1992 da África do Sul
Postado por Fernando Martins às 00:30 0 comentários
Marcadores: António José Saraiva, História, José Hermano Saraiva, literatura
Postado por Fernando Martins às 00:17 0 comentários
Marcadores: astronomia, Áustria, Doppler, efeito Doppler, expansão do Universo, Física
Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 – São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma intérprete brasileira. Conhecida por sua presença de palco histriónica sua voz e sua personalidade, Elis Regina é considerada por muitos críticos, comentadores e outros músicos a melhor cantora brasileira de todos os tempos. Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.
Postado por Fernando Martins às 00:07 0 comentários
Marcadores: Águas de Março, Bossa-nova, Brasil, Elis Regina, MPB, música, pop, samba, saudades, Tom Jobim
NOTA: uma equipa portuguesa, no jogo de ontem em Londres, enganou-se na data e começou as comemorações antes do dia - acho lamentável...
Postado por Fernando Martins às 00:00 0 comentários
Marcadores: Apóstolo da Irlanda, celtas, Dia de São Patrício, Irlanda, Lá Fhéile Pádraig, São Patrício
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
Marcadores: Açores, deputada, Natália Correia, poesia
Postado por Fernando Martins às 21:12 0 comentários
Marcadores: Académica, Coimbra, Estudantina, Estudantina Universitária de Coimbra, música, Numa Noite de Luar, Secção de fado, Vidraça
Robert Hutchings Goddard (Worcester, 5 de outubro de 1882 - Baltimore, 10 de agosto de 1945) foi um físico experimental norte-americano.
Considerado pai dos modernos foguetes, tendo antevisto o posterior desenvolvimento da tecnologia espacial.
(...)
Goddard estudou no Worcester Polytechnic Institute e na Clark University, onde se especializou em física. Entre 1909 e 1943 deu aulas em diversos estabelecimentos de ensino, nomeadamente nestes dois onde estudou.
O interesse pelos foguetes levou-o a provar, em 1915, que estes aparelhos poderiam progredir no vácuo, recorrendo às leis de ação e reação. Em 1919 publicou um pequeno livro chamado "A Method of Reaching Extreme Altitudes" ("Um Método para Alcançar Altitudes Extremas") onde propunha um foguete capaz de atingir a Lua.
Passados quatro anos, testou os primeiros motores de foguete a usar combustíveis líquidos. Em 16 de março de 1926 lançou o primeiro foguete com combustível líquido, que utilizava uma mistura de petróleo e oxigénio líquido. O aparelho atingiu uma altura de 12,5 metros, depois de ter sido lançado perto do quintal de uma tia de Robert. No total, o voo durou 2,5 segundos e o foguete percorreu 56 metros até cair em cima de uma barraca abandonada.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 09:07 0 comentários
Marcadores: astronáutica, Centro de Voos Espaciais Goddard, Física, foguetões, GSFC, Robert Goddard
Pintor e ceramista português, é oriundo da Beira Baixa, onde nasceu em 1927. O seu pai, Manuel, era gestor agrícola, e a mãe, Ermelinda, uma especialista em mantas de retalhos coloridas com formas geométricas variadas (patchwork).
Inscreveu-se na Faculdade de Ciências de Lisboa e chegou a trabalhar num banco, mas frequentava as aulas livres da Academia de Belas-Artes e o atelier de olaria de José Trindade.
Em 1945, inicia as primeiras experiências de modelação de barro, na olaria de José Trindade, no Monte de Caparica.
Em 1946, inscreve-se na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que vem a abandonar para se dedicar às artes plásticas, iniciando-se como ceramista na Fábrica Sant'Anna, em Lisboa.
Em 1949, participa na Primeira Exposição de Cerâmica Moderna organizado por António Ferro, na Sala de Exposições do Secretariado Nacional da Informação. Cultura Popular e Turismo (SNI), no Palácio Foz, em Lisboa.
Em 1950, organiza, com a Comissão Municipal de Turismo do Concelho de Almada, o I Salão de Artes Plásticas da Caparica, em Almada.
Em 1951, participa na Segunda Exposição de Cerâmica Moderna, onde obtém uma menção honrosa.
Em 1952, tem a sua primeira exposição individual, realizada na Sala de Exposições do SNI. Nesse mesmo ano participa na Terceira Exposição de Cerâmica Moderna, onde obtém uma menção honrosa, e na exposição coletiva Mostruário da Arte e da Vida Metropolitana, no âmbito das Comemorações do IV Centenário da Morte de São Francisco Xavier, organizado pela Agência Geral do Ultramar, em Goa.
Em 1953, expõe pintura pela primeira vez no Salão da Jovem Pintura, na Galeria de Março, em Lisboa.
Em 1954, apresenta a exposição individual Cerâmicas de Manuel Cargaleiro, na 24.ª exposição da Galeria de Março, em Lisboa. Nesse mesmo, ano recebe o prémio de artes plásticas Sebastião de Almeida, para ceramistas, atribuído pelo SNI. É ainda em 1954 que inicia a sua atividade como professor de Cerâmica na Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa. É igualmente neste ano conhece Maria Helena Vieira da Silva, Árpád Szenes e Roger Bissière.
Em 1955, dirige os trabalhos de passagem para cerâmica das estações da Via Sacra do Santuário de Fátima, da autoria de Lino António. Nesse mesmo ano, participa na exposição coletiva Fifth International Exhibition of Ceramic Art, no Kiln Club of Washington, em Washington, D.C., e recebe o Diplôme d’Honnneur de l’Académie Internationale de la Céramique (AIC), aquando da sua participação no I Festival International de Céramique, em Cannes. Participa igualmente numa exposição coletiva com Fernando Lemos e Marcelino Vespeira, na Galeria Pórtico, em Lisboa.
Em 1956, participa no Primeiro Salão dos Artistas de Hoje, na Sociedade Nacional de Belas Artes (SNBA), em Lisboa. Nesse mesmo ano:
Em 1957, recebe uma bolsa do Governo Italiano, por intermédio do Instituto de Alta Cultura, que lhe permite visitar Itália e estudar a arte da cerâmica em Faença, com Giuseppe Liverani, Roma e Florença. Nesse mesmo ano, instala-se em Paris.
Em 1958, recebe uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para a realização de um estágio na Faiencerie de Gien, sob a orientação de Roger Bernard. Nesse mesmo ano:
Em 1959, adquire um atelier na Rue des Grands-Augustins 19, em Paris, onde passa a residir. Nesse mesmo ano:
Em 1960 participa na I Exposição de Poesia Ilustrada, no Café Dragão Vermelho, Almada. Participa na exposição coletiva Arte Moderna, no Café Dragão Vermelho, Almada. Participa na IV Exposição de Artes Plásticas, no Convento dos Capuchos, em Almada. Participa na exposição da AIC, no Musée Ariana, Genebra, Suíça. Exposição coletiva na Galerie Edouard Loeb, Paris.
Postado por Fernando Martins às 09:07 0 comentários
Marcadores: cerâmica, Manuel Cargaleiro, pintura, Portugal
Estudió piano y canto en el Conservatorio de Madrid, donde obtuvo el primer premio de canto en 1954. Debutó en esa ciudad en 1955.
Dos años después hizo su debut internacional en el Festival Aix-en-Provence, como Dorabella. Durante los diez años siguientes debutó en otros importantes teatros y festivales de ópera: La Scala (1957), festival de Glyndebourne (1958), Royal Opera House (1959) como Rosina, Metropolitan Opera House (1967) como Cherubino y también actuó en la versión cinematográfica de Don Giovanni dirigida por Joseph Losey, actuando como Zerlina y trabajando en conjunto con José van Dam, Ruggero Raimondi y Kiri Te Kanawa.
Otro hito importante en su carrera fue su estreno como recitalista, en el Carnegie Hall en 1964. Su repertorio de concierto incluyó canciones españolas, francesas, alemanas y rusas. De 1957 a 1977 estuvo casada con el pianista Félix Lavilla (1928-2013), con quien grabó y actuó con regularidad en el ámbito profesional y con quien tuvo descendencia: Teresa, Javier y Cecilia, soprano lírica.
En 1991, ella y otros cantantes españoles fueron reconocidos con el Premio Príncipe de Asturias de las Artes. Participó en la ceremonia inaugural de la Exposición Universal de Sevilla de 1992 y los Juegos Olímpicos de Barcelona 1992. En 1994 fue elegida miembro de la Real Academia de Bellas Artes de San Fernando, primera mujer en obtener esta distinción, coincidiendo con el 250 aniversario de la institución. En abril de 1995 dictó su conferencia de ingreso sobre su universo musical.
En 1995 celebró su 70 aniversario y sus 50 años de carrera profesional con la publicación de cuatro discos editados por Deutsche Grammophon. En 1999 se dio su nombre a un palco, el 10 de la platea, del Teatro de la Zarzuela de Madrid en homenaje a su contribución a este género operístico.
En 2008 se retiró de los escenarios, aunque esporádicamente participa en alguna representación. A petición de Paloma O'Shea, fue profesora titular de la Cátedra de Canto en la Escuela Superior de Música Reina Sofía, sucediendo a su amigo íntimo Alfredo Kraus. Asimismo, dictó clases magistrales en varias partes del mundo. Además le han dedicado un conservatorio en Madrid, el conservatorio Teresa Berganza.
En el año 2013 se retiró definitivamente de los escenarios y como profesora de Canto.
En 2013, en su 80 cumpleaños (entonces se supo que había nacido en 1933 y no en 1935 como se pensaba por estar así recogido en el Grove Dictionary of Music and Musicians), recibió el homenaje del Teatro Real de Madrid y fue condecorada con la Gran Cruz de la Orden de Alfonso X el Sabio. En 2018 recibió en Londres el Premio Internacional de la Ópera por su trayectoria (el equivalente en música de los Oscar en cine).
Postado por Fernando Martins às 09:00 0 comentários
Marcadores: Barbeiro de Sevilha, Espanha, Madrid, música, Ópera, Rossini, Teresa Berganza, Una voce poco fa
Postado por Fernando Martins às 06:10 0 comentários
Marcadores: Branco Mello, Brasil, Isso, MPB, punk, Rock, Titãs
Anda, Vem
Anda, vem… por que te negas,
Carne morena, toda perfume?
Por que te calas,
Por que esmoreces
Boca vermelha,- rosa de lume!
Se a luz do dia
Te cobre de pejo,
Esperemos a noite presos n'um beijo.
Dá-me o infinito gozo
De contigo adormecer,
Devagarinho, sentindo
O aroma e o calor
Da tua carne, - meu amor!
E ouve, mancebo alado,
Não entristeças, não penses,
— Sê contente,
Porque nem todo o prazer
Tem pecado…
Anda, vem… dá-me o teu corpo
Em troca dos meus desejos;
Tenho Saudades da vida!
Tenho sede dos teus beijos!
in Canções (1932) - António Botto
Postado por Fernando Martins às 06:04 0 comentários
Marcadores: António Botto, homossexuais, modernismo, poesia
Dick Dale (Boston, 4 de maio de 1937 - Loma Linda, 16 de março de 2019), nome artístico de Richard Anthony Monsour, foi um guitarrista de surf rock, sendo aclamado como o criador deste género musical. Ele foi o pioneiro no uso de efeitos de reverberação portáteis, criando uma assinatura de textura sonora para instrumentais de surf, dando a nítida sensação de que a música flui em ondas, como se estivesse a surfar pelo ar.
Foi considerado o 74º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.
O seu maior sucesso é a versão que fez da canção Misirlou", presente na banda sonora do filme Pulp Fiction e também na do jogo Guitar Hero II. O grupo Black Eyed Peas usou samples na música no hit Pump It. Ele atende por "The King of Surf Guitar". É considerado o "pai do surf rock". Além do acima citado, Dick Dale, é também o indireto responsável pela existência dos cabeçotes de 100 Watts RMS e pela presença de uma unidade de reverb neles. E nada disso seria possível sem a fúria do que se conhece por "The Beast", a one-of-a-kind Stratocaster dourada de Dick Dale.
in Wikipédia
Queixa das almas jovens censuradas
Dão-nos um lírio e um canivete
E uma alma para ir à escola
E um letreiro que promete
Raízes, hastes e corola.
Dão-nos um mapa imaginário
Que tem a forma duma cidade
Mais um relógio e um calendário
Onde não vem a nossa idade.
Dão-nos a honra de manequim
Para dar corda à nossa ausência.
Dão-nos o prémio de ser assim
Sem pecado e sem inocência.
Dão-nos um barco e um chapéu
Para tirarmos o retrato.
Dão-nos bilhetes para o céu
Levado à cena num teatro.
Penteiam-nos os crânios ermos
Com as cabeleiras dos avós
Para jamais nos parecermos
Connosco quando estamos sós.
Dão-nos um bolo que é a história
Da nossa história sem enredo
E não nos soa na memória
Outra palavra para o medo.
Temos fantasmas tão educados
Que adormecemos no seu ombro
Sonos vazios, despovoados
De personagens do assombro.
Dão-nos a capa do evangelho
E um pacote de tabaco.
Dão-nos um pente e um espelho
Para pentearmos um macaco.
Dão-nos um cravo preso à cabeça
E uma cabeça presa à cintura
Para que o corpo não pareça
A forma da alma que o procura.
Dão-nos um esquife feito de ferro
Com embutidos de diamante
Para organizar já o enterro
Do nosso corpo mais adiante.
Dão-nos um nome e um jornal,
Um avião e um violino.
Mas não nos dão o animal
Que espeta os cornos no destino.
Dão-nos marujos de papelão
Com carimbo no passaporte.
Por isso a nossa dimensão
Não é a vida. Nem é a morte.
Postado por Pedro Luna às 03:00 0 comentários
Marcadores: José Mário Branco, música, Natália Correia, poesia, saudades
Postado por Fernando Martins às 01:05 0 comentários
Marcadores: Física, Frederick Reines, neutrino, Prémio Nobel
Postado por Fernando Martins às 00:55 0 comentários
Marcadores: crimes contra a humanidade, crimes de guerra, genocídio, guerra do Vietname, My Lai, USA
Postado por Fernando Martins às 00:49 0 comentários
Marcadores: 25 de Abril, Caldas da Rainha, Guerra Colonial, Levantamento das Caldas, MFA, Movimento das Forças Armadas
Postado por Fernando Martins às 00:45 0 comentários
Marcadores: Amoco, Amoco Cadiz, França, maré negra, petroleiros, Petróleo
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