O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Filho de Francisco de Bulhão Pato, poeta e fidalgo português, e da espanhola María de la Piedad Brandy, o poeta nasceu em Bilbau, no País Basco, e passou os seus primeiros anos no distrito de Deusto, na época dos dois primeiros cercos de Bilbau (em 1835 e 1836), durante a Primeira Guerra Carlista. Em 1837, depois de sofrer grandes transtornos, a sua família decide retirar-se para Portugal.
Em 1845, o jovem Raimundo António matricula-se na Escola Politécnica,
mas não completaria o curso. Ganhou a vida como 2º oficial da 1ª
repartição da Direcção-Geral do Comércio e Indústria. Bon vivant, era apreciador de caçadas, viagens, da gastronomia e dos saraus literários, na companhia de intelectuais, como Alexandre Herculano, Almeida Garrett, Andrade Corvo, Latino Coelho, Mendes Leal, Rebelo da Silva e Gomes de Amorim. Com outras personalidades importantes da sociedade portuguesa da época, forneceu receitas para a obra O cozinheiro dos cozinheiros, editada em 1870 por Paul Plantier.
Aderiu à literatura ultrarromântica
então em voga, acrescentando elementos folclóricos e descrições de
cenas e tipos populares, em linguagem viva e coloquial. O poema narrativoPaquita, sucessivamente reeditado de 1866 a 1894 e que o tornou célebre, parece já prenunciar um certo realismo, enquanto a sua poesia satírica reflete uma certa preocupação social.
Em 1850, publica o seu primeiro livro, Poesias de Raimundo António de Bulhão Pato; em 1862 aparece o segundo, Versos de Bulhão Pato, e, em 1866, o poema Paquita. Publicaram-se depois, em 1867 as Canções da Tarde; em 1870 as Flôres agrestes; em 1871 as Paizagens, em prosa; em 1873 os Canticos e satyras; em 1881 o Mercador de Veneza; em 1879 Hamlet, traduções das tragédias de William Shakespeare e do Ruy Blas de Victor Hugo. Em 1881 seguindo-se outras publicações: Satyras, Canções e Idyllios; o Livro do Monte, em 1896.
Para o teatro, escreveu apenas uma comédia em um acto, Amor virgem n'uma peccadora, encenada no Teatro D. Maria II em 1858 e publicada nesse mesmo ano.
Foi colaborador em diferentes jornais: Pamphletos (1858), a Semana, Revista Peninsular, Revista Contemporanea e Revista Universal, entre outros.
Pelo seu ultrarromantismo, influenciado por Lamartine e Byron, e os seus dotes culinários, Bulhão Pato acreditou ter servido de inspiração a Eça de Queirós na composição do personagem - algo caricatural - do poeta "Tomás de Alencar", que aparece em Os Maias (1888). Ao se crer retratado no romance - o que Eça negou, numa deliciosa carta ao jornalista Carlos Lobo d'Ávila -, Bulhão Pato parece ter ficado furioso e, em resposta, escreveu as sátiras "O Grande Maia" (1888) e "Lázaro Cônsul" (1889).
Amêijoas à Bulhão Pato é um prato típico da culinária portuguesa, de origem da região de Estremadura. Alega-se que o nome deste petisco é um tributo ao poeta português Raimundo António de Bulhão Pato após este ter mencionado um cozinheiro nos seus escritos.
Revelando talento musical desde cedo, foi recebido pelo príncipe Alfonso dal Pozzo della Cisterna em Turim para estudar, aperfeiçoando-se mais tarde com Gaetano Pugnani. Serviu na corte de Saboia e deu concertos itinerantes como virtuoso do violino pela Itália até se mudar para Paris. Ali sua primeira aparição pública foi nos Concerts Spirituels de 1782, conhecendo sucesso imediato, sendo contratado pela corte de Versalhes. Depois entrou no serviço do conde de Artois, irmão do rei, para quem trabalhou como diretor do teatro de ópera, onde montou várias obras de Luigi Cherubini.
Com a Revolução Francesa suas ligações com a realeza tornaram perigosa sua permanência na França, e ele foi para a Inglaterra
em 1792, onde o seu sucesso foi ainda maior, dando concertos e recitais
como solista e atuando como empresário de óperas. Quando as relações
entre a Inglaterra e a França se deterioraram, foi acusado de
jacobinismo e expulso do país. Mais tarde foi-lhe permitido voltar, mas
então abandonou a carreira de solista para se dedicar aos negócios. Foi
um dos fundadores da Royal Philharmonic Society, mas os seus negócios faliram, e ele voltou para Paris, trabalhando ente 1819 e 1821 como diretor musical da Académie Royale de Musique. Voltando a Londres para visitar amigos, ali faleceu.
A gloriosa adaga de ferro de Tutankhamon foi feita a partir de um meteorito
Tutankhamon, o príncipe egípcio que subiu ao trono ainda
muito jovem, é mais conhecido pelos artefactos encontrados no seu túmulo
do que pelas suas capacidades administrativas. A mais recente
descoberta está relacionada com a sua adaga de ferro dourada, que foi
feita a partir de um meteorito.
O Rei Tutankhamon foi o último governante da 18.ª
dinastia do Egito. O seu túmulo foi encontrado há quase um século, mas
os mais de 5.000 artefactos recuperados ainda estão a ser analisados.
A adaga de ferro dourada é um dos poucos pertences feito de ferro. Os
arqueólogos acreditam que, naquela época, o ferro era um símbolo de
alto estatuto na sociedade.
Em 2016, uma investigação analisou a composição do material e encontrou vestígios elevados de níquel
no componente principal do ferro. Enquanto os vestígios de níquel no
ferro terrestre não excedem 4%, o teor de 11% de níquel na lâmina
apontava para a origem extraterrestre, muito provavelmente um meteorito.
Uma equipa de cientistas do Chiba Institute of Technology, no Japão,
obteve uma imagem ótica de alta resolução da adaga e, além dos vestígios
de níquel e cobalto encontrados em 2016, foram descobertos vestígios de
enxofre, cloro, cálcio e zinco sob a forma de manchas negras na lâmina.
Segundo o Ars Technica, a distribuição destes elementos segue um padrão conhecido como padrão Widmanstatten, visto regularmente em meteoritos de ferro.
Adaga encontrada no túmulo do Rei Tutankhamon
A partir das baixas quantidades de enxofre nos pontos escurecidos, os
investigadores concluíram que o punham foi forjado a uma temperatura
relativamente baixa de 950 graus Celsius.
O artigo científico com os resultados foi publicado, em fevereiro, na Meteorites and Planetary Science.
Irmã de António Manuel Couto Viana, Maria Viana muito cedo começou a interessar-se pelas letras. Aos treze anos de idade já colaborava na imprensa de Viana do Castelo. Aos dezasseis anos de idade estreou-se no cinema.
Rimance do rapaz de veludo O mar de Afife levou-o E trouxe-o de volta à praia. Foram três dias de argaço, Três noites de verde raiva. Quando o vulto da Estadeia Se ergueu das bandas de Espanha, O vento espalhou a angústia E a lua escondeu a cara. Em sudário de crespelho (Cor de sangue e viva brasa) Jaz o rapaz de veludo À espera da madrugada. Sobre o olhar ambarino Cortinas de longa franja; Sua boca é uma ferida, Amarga flor de genciana - Flor da Senhora das Neves A da Sagrada Montanha; Sobre o seu peito redondo Fio e coração de prata; O cabelo é palha milho, Folhelho na desfolhada. A onda que o embalou Aconchegado nas algas Deu-lhe ao corpo de veludo Um movimento de dança: A gota de Gondarém Ou Verde-Gaio da Armada. Todo o seu corpo macio Rebrilha como uma chama Ou espelho de aço fino Frente ao Sol que se alevanta. Quem vela e chora esse corpo? Quem o beija? Quem o canta? Quem é que o acaricia, Quem sofregamente o enlaça? Que vulto o círculo mágico Silenciosamente traça? Poetas do mar de Afife E fandangueiros das Argas, Boieiras da verde veiga, Resineiros da Estorranha, De meio-lenço amarelo, Cochiné cor de laranja E o avental vermelho Com saia de vergastada. Por isso grito: - Presente! Como poeta e amada, Poeta dos mares de Afife, Amante das noites claras, A sombra da sua sombra, A alma da sua alma, O eco do seu gemido, O lençol da sua cama. Viva-morta em mortos-vivos A responder à chamada Com o grito da Pieira De lobos na noite trágica. Frementes, meus pés desnudos Pedem terreiro de dança. Abraçado à concertina, O Marco Rocha comanda. Cantava a encomendação Deolinda da Castelhana, Enquanto com seus cabelos Enxugava as minhas lágrimas E vi que o Nelson de Covas Já tinha a madeixa branca E que o bailador perdera A sua estranha arrogância; Que era de velhos e mortos Essa velada macabra. Só o rapaz de veludo Tinha sua face intacta Brilhando no amanhecer Como concha nacarada. Fugi gritando nas brumas, Nas dunas de areia branca. Em leito de camarinhas Acordei na manhã alta. Ai, o rapaz de veludo Minha noite de ameaça O meu punhal de ciúme, Minha constante lembrança! Só não sei se foi o mar, Se fui eu que o matara.
Mário João de Oliveira Ruivo (Campo Maior, 3 de março de 1927 – Lisboa, 25 de janeiro de 2017), mais conhecido por Mário Ruivo, foi um cientista e político português, pioneiro na defesa do oceano
e no lançamento das temáticas ambientais em Portugal. Deixa como legado
o compromisso com uma relação mais harmoniosa entre a sociedade e o
oceano, através das ciências oceânicas.
Vida
Mário Ruivo foi um cientista e humanista português, precursor na defesa dos oceanos, das questões ambientais e de cidadania.
Foi dirigente da Direção Universitária de Lisboa, do MUD Juvenil,
na década de 40, tendo estado preso em 1947 por atividades contra a
ditadura. Formado em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa no ano de 1950, especializou-se em oceanografia biológica e gestão de recursos vivos na Universidade Paris-Sorbonne
(1951-54), tendo desenvolvido a sua investigação em Portugal e em
diversos países europeus. Regressado a Portugal, integrou o conselho
editorial da Revista Seara Nova.
Entre 1975 e 1979 foi Diretor-Geral dos Recursos Aquáticos e Ambiente do Ministério da Agricultura e Pescas
e Chefe da Delegação Portuguesa à Conferência das Nações Unidas sobre o
Direito do Mar (1974-78). Foi Secretário da Comissão Oceanográfica
Intergovernamental da UNESCO
(1980-88), membro do Conselho Consultivo da Junta Nacional de
Investigação Científica e Tecnológica - SFCT (1986-95) e presidente da
Comissão de Avaliação e Controle Independente - Projeto COMBO, MEPAT
(1996-97). Foi também coordenador da Comissão Mundial Independente para
os Oceanos (1995-98) e membro da Comissão Estratégica dos Oceanos
(2003-2004), bem como conselheiro científico da Expo 98, dedicada ao tema “Os Oceanos, um Património para o Futuro”.
Foi membro do Board of Trustees do International Ocean
Institute e vice-presidente da Associação Europeia da Ciência e
Tecnologia do Mar.
Esteve na criação e presidiu à Eurocean – European Centre for
information on Marine Science and Technology, em 2002, organização que
procura promover a troca de informação na área das ciências e
tecnologias do mar, com sede em Lisboa.
Foi membro da Direção do Centro Nacional de Cultura, membro da Sociedade de Geografia de Lisboa e membro vitalício do Conselho Geral da Fundação Mário Soares, entre outros cargos relevantes.
Foi, até ao seu falecimento em 2017, presidente da Comissão Oceanográfica Intersetorial do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,
presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento
Sustentável e presidente do Fórum Permanente para os Assuntos do Mar.
Morreu a 25 de janeiro de 2017, em Lisboa, aos 89 anos de idade.
Em 2012, a Eurocean lançou o Prémio Mário Ruivo com o objetivo de
chamar a atenção para a importância do oceano e dos serviços que presta
à humanidade.
Em 2018, o Ministério do Mar lançou o prémio “Mário Ruivo –
Gerações Oceânicas”, para promover o conhecimento sobre o oceano entre
os jovens, alertando para a sua importância no quotidiano e no futuro da
humanidade.
O cantor nasceu na cidade de Rolante, no Rio Grande do Sul, a 3 de março de 1927, filho de Saturnino Teixeira e Ledurina Mateus Teixeira, e
teve um irmão e duas irmãs. Com seis anos perdeu o pai, e com nove anos
perdeu a mãe, ficando órfão, indo morar com parentes, mas estes não
tinham condições de sustentá-lo e saiu da sua terra ainda menino,
seguindo a sua caminhada pelo mundo. Aprendeu a ler, nos poucos meses que
frequentou a escola, fez sua morada nas muitas cidades por onde passou (Taquara, Santa Cruz do Sul, Soledade, Passo Fundo, Porto Alegre), para sobreviver trabalhou em quintas no interior. O seu primeiro emprego foi em Porto Alegre, na pensão de Dona Aide,
carregando malas, vendendo doces como ambulante, entregador de viandas,
vendedor de jornais, enfim fazia qualquer atividade para poder
sobreviver. Aos dezoito anos se alistou no exército, mas não chegou a
servir. Nesta ocasião foi trabalhar no DAER (Departamento Estadual de
Estradas e Rodagem) como operador de máquinas durante seis anos. Dali
saiu para tentar a carreira artística, cantando nas rádios do interior
nas cidades: Lajeado, Estrela, Rio Pardo, Santa Cruz do Sul.
Com o coração voltado para a música, nas horas vagas já era
solicitado para animar festas, iniciando assim a sua carreira com shows.
Sem estudar canto nem música, pois sua voz era um dom natural que trouxe de
berço, possuía muita capacidade de improvisação e repentismo. A beleza
simples de suas letras e a melodia comunicativa das suas músicas são
frutos de inspiração espontânea, geradas por sua vivência, o seu amor à
vida e aos seus semelhantes. Teixeirinha e Mazzaropi
foram os maiores fenómenos populares do cinema sul-americano regional.
No caso do cantor gaúcho, os seus filmes chegaram a superar 1,5 milhões de
espetadores, obtidos apenas nos três estados do sul do país. Eram
co-produzidos por distribuidores e exibidores locais, que lhes
asseguravam a permanência em cartaz. A sua última produção, "A Filha de
Iemanjá" foi distribuída pela Embrafilme
com fracos resultados. Uma análise mais detalhada dos resultados de
exibição pode conduzir a uma melhor compreensão da relação regional da
distribuição e da exibição. Teixeirinha teve um recorde de venda de
discos sendo que até 1983, lançou 70 LPS e vendeu 88 milhões de cópias.
Estima-se que até aos dias atuais tenha ultrapassado a marca de 120
milhões de cópias em todo o mundo. Teixeirinha teve 7 filhas e 2 filhos:
Sirley, Liria Luisa, Victor Filho, Margareth, Elizabeth, Fátima, Márcia
Bernadeth, Alexandre e Liane Ledurina.
Snowy White (Devon, 3 de março de 1948) é um guitarrista de blues, mais conhecido por ter tocado com os Thin Lizzy (1979 a 1981) e como músico convidado nos Pink Floyd. A sua colaboração com ambas as bandas foi complicada; o convite para ensaiar para os shows de The Wall veio na mesma época que ele foi chamado para ser integrante oficial dos Thin Lizzy, com o quais compôs os álbuns Chinatown e Renegade.
A conexão com os Pink Floyd permaneceria com o passar dos anos e chegou até a ser convidado por Roger Waters para tocar outra versão de The Wall em 1990, nas ruínas do Muro de Berlim. Em 1978, gravaria com o teclista da banda, Richard Wright.
É um dos quatro brasileiros a figurar no Hall da fama da FIFA (os outros são Pelé, Garrincha e Didi). Foi eleito pela própria Federação Internacional de Futebol (FIFA), o oitavo maior jogador do século, o nono maior jogador do século XX pela revista France Football, o nono Brasileiro do Século no desporto, segundo pesquisa realizada pela revista IstoÉ, e o décimo maior jogador de todos os tempos pela revista inglesa World Soccer. Em julho de 2012, foi eleito um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos" em concurso realizado pelo SBT com a BBC de Londres.
(...)
ico descende de portugueses tanto pelo lado materno como pelo lado paterno. O seu avô materno, Arthur Ferreira da Costa Silva era de Oliveira de Azeméis e emigrou para o Rio de Janeiro nos últimos anos do século XIX. Estabeleceu-se com uma fábrica de cerâmica no bairro de Quintino.
A mãe de Zico, Matilde Ferreira da Costa Silva (19 de janeiro de 1919 —
17 de novembro de 2002), nasceu já no Brasil. O avô paterno, Fernando
Antunes Coimbra, nasceu e viveu a maior parte da sua vida em Tondela.
É aí que nasce José Antunes Coimbra (10 de junho de 1901 — 12 de
novembro de 1986), que viria ser o pai do jogador. José Antunes Coimbra,
aos 10 anos de idade, juntamente com a sua família, emigra para o Brasil.
Ainda que tenha saído de Portugal muito jovem, José sempre guardou uma
grande ligação ao seu país de origem. Era, aliás, adepto do Sporting Clube de Portugal, portanto seguiu durante grande parte de sua vida os relatos dos jogos do seu clube através da rádio.
His adult life comprised three distinct periods: as a scientific
inquirer lacking money; achieving great wealth and standing through his
reputation for hard work and scrupulous honesty following the great fire of 1666,
and eventually becoming ill and party to jealous intellectual disputes
(the latter may have contributed to his relative historical obscurity).
At one time he was simultaneously the curator of experiments of the Royal Society, a member of its council, Gresham Professor of Geometry, and Surveyor to the City of London after the Great Fire of London
(in which capacity he appears to have performed more than half of all
the surveys after the fire). He was also an important architect of his
time – though few of his buildings now survive and some of those are
generally misattributed – and was instrumental in devising a set of
planning controls for London whose influence remains today. Allan Chapman has characterised him as "England's Leonardo".
Robert Gunther's Early Science in Oxford,
a history of science in Oxford during the Protectorate, Restoration and
Age of Enlightenment, devotes five of its fourteen volumes to Hooke.
Hooke studied at Wadham College, Oxford during the Protectorate where he became one of a tightly knit group of ardent Royalists led by John Wilkins. Here he was employed as an assistant to Thomas Willis and to Robert Boyle, for whom he built the vacuum pumps used in Boyle's gas law experiments. He built some of the earliest Gregorian telescopes
and observed the rotations of Mars and Jupiter. In 1665 he inspired the
use of microscopes for scientific exploration with his book, Micrographia. Based on his microscopic observations of fossils, Hooke was an early proponent of biological evolution. He investigated the phenomenon of refraction, deducing the wave theory of light,
and was the first to suggest that matter expands when heated and that
air is made of small particles separated by relatively large distances.
He performed pioneering work in the field of surveying and map-making
and was involved in the work that led to the first modern plan-form map,
though his plan for London on a grid system was rejected in favour of
rebuilding along the existing routes. He also came near to an
experimental proof that gravity follows an inverse square law, and hypothesised that such a relation governs the motions of the planets, an idea which was independently developed by Isaac Newton. Much of Hooke's scientific work was conducted in his capacity as curator of experiments of the Royal Society, a post he held from 1662, or as part of the household of Robert Boyle.
Pachelbel escreveu outras peças e trabalhos livres como tocatas, fantasias e fugas, bem como peças para corais. A sua música para órgão inclui 70 corais e 95 fugas para o Magnificat. Compôs considerável número de cantatas para a igreja Luterana e sonatas para vários instrumentos, especialmente o violino.
Túmulo de Pachelbel no Cemitério de São Roque, em Nuremberga
A fraude por ele inventada, o "esquema Ponzi", continua a ser aplicada em versões ligeiramente alteradas, como, por exemplo, o esquema Telexfree, o "ganhe dinheiro rápido na Internet", "ganhe dinheiro com imóveis na planta", "ganhe dinheiro lendo e-mails", etc.
Em Portugal, o caso Dona Branca foi o mais famoso exemplo deste esquema, com múltiplas vítimas.
A Floresta Nacional de Shoshone (em inglês: Shoshone National Forest) tem uma superfície de cerca de 2,4 milhões de acres (9.700 km²) no estado norte-americano de Wyoming e foi a primeira floresta protegida a nível federal nos Estados Unidos. Originalmente parte da reserva da Área Florestal de Yellowstone, a floresta foi criada por um ato do Congresso dos Estados Unidos da América e assinada como lei pelo então presidente dos Estados Unidos, Benjamin Harrison, em
3 de março de 1891. Um total de quatro áreas de selva são localizadas dentro da floresta, protegendo mais da metade da área de terra dirigida ao desenvolvimento. De planícies de artemísia cobertas de densas florestas de abetos a picos de montanhas, a Floresta Nacional de Shoshone tem uma biodiversidade bastante elevada, raramente combinada em qualquer área protegida.
Três cadeias de montanhas principais são parcialmente localizadas na
floresta, as montanhas Absaroka, as Beartooth e as Wind River Range. O Parque Nacional de Yellowstone
é parte do limite florestal ao oeste, enquanto ao sul de Yellowstone, a
Divisão Continental separa a floresta da sua vizinha, a Floresta
Nacional Bridger-Teton. O limite oriental inclui propriedades privadas,
terras dirigidas pelo Escritório de Gestão de Terras dos Estados
Unidos (U.S Bureau of Land Management) e a Reserva Indígena Wind River (Wind River Indian Reservation), que pertence aos Índios Shoshone e aos Índios Arapahoe. A Floresta Nacional de Custer ao longo da fronteira de Montana é o limite ao norte.
Toda a floresta é parte do Grande Ecossistema de Yellowstone, uma expansão de terras protegidas a nível federal que abrangem aproximadamente 20 milhões de acres (80.937 km²).
A retirada da Rússia da guerra foi um dos principais objetivos da Revolução Russa de 1917
e uma das prioridades do recém-criado governo bolchevique. A guerra
tornara-se impopular entre o povo russo, devido às imensas perdas
humanas (cerca de quatro milhões de mortos). Leon Trotsky,
no exercício das relações exteriores do governo bolchevique,
pressionou França e Reino Unido para que iniciassem em conjunto o
processo de paz, encerrando a Primeira Guerra Mundial. Porém, sem obter
resposta, ameaçou iniciar esse processo de forma solitária, o que de
facto ocorreu.
Os termos do Tratado de Brest-Litovski eram humilhantes, mesmo Lenine,
defendendo a paz, chamou-a de "paz vergonhosa". Através deste, a Rússia
desistia do controle da Finlândia, Países Bálticos (Estónia, Letónia e Lituânia), Polónia, Bielorrússia e Ucrânia, bem como dos distritos turcos de Ardaham e Kars, e do distrito georgiano
de Batumi, antes sob o seu domínio. Estes territórios continham um
terço da população da Rússia, 50% da sua indústria e 90% das suas minas
de carvão.
A maior parte desses territórios tornar-se-iam, na prática, partes do
Império Alemão, sob a tutela de reis e duques. Entretanto, a derrota da
Alemanha na guerra, marcada pelo armistício com os países aliados em 11 de novembro, em Compiègne,
permitiu que Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia e Polónia se
tornassem estados verdadeiramente independentes e os monarcas indicados
tiveram que renunciar aos seus tronos. Por outro lado, a Bielorrússia e
a Ucrânia envolveram-se na Guerra Civil Russa, e acabaram por ser novamente anexadas, agora sob o nome de União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
Delegação bolchevique em Brest-Litovsk. Sentados, desde a esquerda: Lev V. Kamenev, Adolff.A.Ioffe e Anastasia A.Bitzenko. De pé: V. V. Lipskiy, P. Stučka, Lev D. Trotsky e Lev M.Karakhan
O papel de engenheiro-chefe da nave estelarEnterprise coube-lhe na série original e em seis longa-metragens para o cinema. Apresentou-se para disputar um papel na série em 1966
e um dos principais motivos por ter sido escolhido para interpretar o
engenheiro-chefe Scotty, foi a sua capacidade de imitar diversos
sotaques.
Era um veterano do Dia D, em que foi atingido por seis tiros de metralhadora no desembarque dos aliados na Normandia, durante a Segunda Guerra Mundial.
Casou-se três vezes, teve sete filhos e atuou em 80 filmes ao longo dos seus 50 anos de carreira.
Muitos apreciadores de Star Trek disseram a Doohan que os havia inspirado a escolher a engenharia como profissão. O astronautaNeil Armstrong, um engenheiro que participou do Projeto Apollo da NASA,
também mencionou este facto, ao dizer a Doohan, na sua última aparição
pública, "de um velho engenheiro para outro, obrigado, colega".
A sua autobiografia foi intitulada de Beam Me Up, Scotty ("Leve-me para cima, Scotty") - a ordem que o engenheiro mais ouviu do capitão James T. Kirk ao longo de todo o seriado.
Mónica é uma personagem fictícia de histórias em quadradinhos brasileira, criada por Mauricio de Sousa em 1963 nas tiras de jornais de Cebolinha. Originalmente como personagem secundária, Mónica logo se tornou a principal personagem de Maurício juntamente com Cebolinha e passou a ter a sua própria revista em 1970 publicada primeiro pela Editora Abril e atualmente pela Editora Panini. Os personagens de Mauricio de Sousa passaram a ser chamados de Turma da Mónica, tendo-lhe como protagonista na maioria das obras dos Estúdios Mauricio de Sousa.
Mónica apareceu pela primeira vez numa tira do Cebolinha publicada no jornal Folha de S. Paulo em 3 de março de 1963.
Antes da publicação da sua primeira tira, a primeira aparição da
personagem foi publicada na primeira página do mesmo jornal em 11 de fevereiro de mesmo ano. Um coelho de peluche também apareceu naquelas datas antes de ser chamado Sansão.
Mauricio de Sousa baseou-se na sua filha homónima para criá-la,
facto que se repetiu com outras personagens surgidas posteriormente. O seu
papel original era como coadjuvante para Cebolinha, o protagonista
original entre os primeiros personagens de Mauricio. Porém, o seu público,
como o próprio relata, "passou a coroa" para ela. Mauricio atribui
parte do sucesso de Mónica ao facto de ela ser a primeira personagem
feminina com papel de destaque de entre as suas criações, que eram em maioria
meninos. Mónica ganhou tanto espaço que acabou tendo a sua própria
revista em 1970, a primeira publicação infantil colorida em terras
brasileiras.
É apresentador de diversos programas da BBC
sobre ciência, onde durante algum tempo foi membro de uma banda de
rock. Ele é filho de bancários e neto de trabalhadores de fábricas de
algodão em Lancashire. Era um bom aluno no colégio, mas nada
surpreendente, formando-se em Física pela Universidade de Manchester.
Ainda estudante, entrou na banda D:Ream, que tinha vários hits nas paradas britânicas. Antes, na década de 80, ele já teve experiência como teclista na banda Dare.
Brian obteve um doutoramento em Física em Manchester, com um trabalho sobre física de partículas. Em 1997, a banda D:Ream desfez-se. Nos anos 2000, ele apresentou vários programas de TV da BBC
sobre Física e Astronomia. Além disso, mantém desde 2009 um programa de
rádio pela BBC, que mistura comédia com ciência e possui grande público.
Também dá palestras sobre o LHC e física das partículas, além de aparecer na lista dos homens vivos mais sexies do mundo da revista People em 2009.
É autor de vários livros populares de ciência e foi consultor científico do filme Sunshine.
Recebeu diversos prémios na Inglaterra pelo seu esforço de divulgação
da ciência. Ele considera-se um humanista, tem uma filha nascida em 2009
e é padrasto de um menino. O seu interesse por astronomia começou quando
leu o livro Cosmos, de Carl Sagan. Atualmente trabalha no experiência Atlas do LHC, na Suíça.
De
origens humildes, começou a trabalhar cedo, como marçano. Chegou,
também, a ser bombeiro, atingindo o posto de comandante. Concluiu o
Curso Geral do Comércio.
Tem a sua formação teatral nos grupos amadores, estreando-se profissionalmente em 1910, no palco do Teatro da Rua dos Condes, em O Novo Cristo de Tolstoi. Contratado pela companhia Alves da Silva, aí participa em peças como O Conde de Monte Cristo ou O Rei Maldito. Vai para o Brasil em 1913, onde permanece até 1921, em digressão com a companhia teatral de António de Sousa. Casa-se com Josefina Silva em 1920. De volta a Portugal, trabalha vários anos consecutivos na Companhia de Teatro Santanella-Amarante, em peças de teatro ligeiro e de revista. Integra ainda as companhias de Lopo Lauer, António de Macedo, Comediantes de Lisboa e Vasco Morgado. É A Canção de Lisboa, de Cottinelli Telmo (1933)
que o projecta no cinema e firma a sua popularidade e engenho como
actor. Assegura personagens cómicas e dramáticas em mais de trinta
películas — As Pupilas do Senhor Reitor (1935), O Pátio das Cantigas (1942), O Costa do Castelo (1943), Amor de Perdição (1943), Camões (1946), O Leão da Estrela (1947), Fado (1948), entre outras.
Foi distinguido, no dia 4 de novembro de 1966, como Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada,
uma das Antigas Ordens Militares que tem por fim distinguir o mérito
literário, científico e artístico, pela Presidência da República
Portuguesa.
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