| “ | Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. | ” |
| “ | Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo. | ” |
O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas. Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
| “ | Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. | ” |
| “ | Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo. | ” |
Postado por Fernando Martins às 00:28 0 comentários
Marcadores: França, guilhotina, Lavoisier, pena de morte, Química, Revolução Francesa, terror
Postado por Fernando Martins às 01:59 0 comentários
Marcadores: eletroquímica, Faraday, Física, gaiola de Faraday, Michael Faraday, Química
Postado por Fernando Martins às 00:32 0 comentários
Marcadores: cristalografia, Linus Pauling, paz, Prémio Nobel, Química

Primo Levi (Turim, 31 de julho de 1919 - Turim, 11 de abril de 1987) foi um químico e escritor italiano. Escreveu memórias, contos, poemas e novelas. É mais conhecido por seu trabalho sobre o Holocausto, em particular, por ter sido um prisioneiro em Buna-Monowitz (Auschwitz III). O seu livro Se questo è un uomo (Brasil: É isso um Homem / Portugal: Se Isto É um Homem) é considerado um dos mais importantes trabalhos memorialísticos do século XX. O seu livro Il sistema periodico (A Tabela Periódica), por sua vez, foi considerado o melhor livro de ciência já escrito pela Royal Institution.
in Wikipédia
Canto dos mortos em vão
Primo Levi
Postado por Fernando Martins às 01:07 0 comentários
Marcadores: Holocausto, Itália, judeus, literatura, poesia, Química
Postado por Fernando Martins às 01:05 0 comentários
Marcadores: ADN, cristalografia, difração, difracção de raios-X, DNA, Física, judeus, Química
Postado por Fernando Martins às 09:20 0 comentários
Marcadores: Física, França, Marie Curie, Polónia, Prémio Nobel, Química, radioactividade
Postado por Fernando Martins às 01:16 0 comentários
Marcadores: bioquímica, cristalografia, Dorothy Crowfoot Hodgkin, Insulina, Prémio Nobel, Química
Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo.
Postado por Fernando Martins às 02:32 0 comentários
Marcadores: Academia de Ciências, guilhotina, Lavoisier, lei de Lavoisier, mesmerismo, pena de morte, pseudociência, Química, República, Revolução Francesa, terror
Postado por Fernando Martins às 06:08 0 comentários
Marcadores: ADN, cristalografia, difração, difracção de raios-X, DNA, Física, judeus, Química

Primo Levi (Turim, 31 de julho de 1919 - Turim, 11 de abril de 1987) foi um químico e escritor italiano. Escreveu memórias, contos, poemas e novelas. É mais conhecido por seu trabalho sobre o Holocausto, em particular, por ter sido um prisioneiro em Buna-Monowitz (Auschwitz III). O seu livro Se questo è un uomo (Brasil: É isso um Homem / Portugal: Se Isto É um Homem) é considerado um dos mais importantes trabalhos memorialísticos do século XX. O seu livro Il sistema periodico (A Tabela Periódica), por sua vez, foi considerado o melhor livro de ciência já escrito pela Royal Institution.
(...)
Levi morreu em 11 de abril de 1987, na sequência de uma queda no vão da escada interna do prédio de três andares onde vivia. Especula-se, até hoje, que se tenha suicidado, tese defendida pela perícia técnica da polícia de Turim. À época, Elie Wiesel disse que "Primo Levi morreu em Auschwitz há quarenta anos". Embora muitos parentes argumentem que a queda foi acidental, os biógrafos tendem, na sua maioria, a acatar a ideia de suicídio, embora alguns discordem.
O biógrafo inglês Ian Thomson, baseando-se em documentos diversos de Levi, publicou um livro em 2002 onde defende a tese do suicídio, sob alegação de que forte depressão assolava o italiano na época da morte, e sobre frases que ele teria dito antes da queda, como por exemplo sobre a falta de crença no restabelecimento de sua saúde mental.
in Wikipédia
Aportar
Feliz o homem que chega a bom porto,
Que deixa atrás de si mares e tempestades,
Cujos sonhos estão mortos ou jamais nascidos;
E que se senta e bebe na taberna de Bremen,
Junto da lareira com uma paz serena.
Feliz o homem que é como uma chama extinta,
Feliz o homem que é como a areia do estuário,
que depôs o seu fardo e limpou a testa
e descansa no bordo do caminho.
Não teme, nem deseja, nem espera,
mas olha fixamente o sol que se põe.
Primo Levi
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
Marcadores: Holocausto, Itália, judeus, literatura, poesia, Química
Bunsen foi o mais novo de quatro filhos. Após ter terminado os estudos escolares em Holzminden, estudou química na Universidade de Göttingen. Obteve o doutoramento com 19 anos de idade. Em seguida, entre 1830 e 1833, viajou através da Europa Ocidental. Durante este tempo encontrou-se com Carl Runge, o descobridor da anilina, Justus von Liebig em Giessen, e Mitscherlich em Bonn.
Retornando à Alemanha, Bunsen passou a lecionar em Göttingen, iniciando seus estudos experimentais sobre a (in)solubilidade dos sais metálicos do ácido arsenioso. Atualmente sua descoberta do uso do óxido de ferro hidratado como um agente precipitante é, ainda, o melhor antídoto conhecido para combater o envenenamento por arsénico.
Em 1836 sucedeu Friedrich Woehler em Kassel. Após dois anos aceitou um cargo na Universidade de Marburg, onde estudou derivados da arsina. Embora o trabalho de Bunsen ser aclamado, quase morreu de envenenamento por arsénico. Custou-lhe também a perda da visão de um olho, quando uma explosão projetou um fragmento de vidro num olho. Em 1841 Bunsen criou o elétrodo de carbono que poderia substituir o caríssimo elétrodo de platina, utilizado na bateria de William Robert Grove.
Bunsen foi um dos cientistas da sua geração mais admirados universalmente. Foi um mestre, dedicado aos seus alunos, e eles foram igualmente dedicados a ele. Em momentos de fortes e muitas vezes cáusticos debates científicos, Bunsen sempre se comportou como um perfeito cavalheiro, mantendo distância das disputas teóricas. Preferia muito mais trabalhar em silêncio em seu laboratório, enriquecendo a ciência com as descobertas úteis. Por uma questão de princípio, nunca registrou uma patente, apesar do facto de suas descobertas terem lhe rendido uma grande riqueza. Bunsen nunca se casou.
Quando Bunsen se reformou, com 78 anos de idade, mudou o foco de seu trabalho exclusivamente para a geologia e mineralogia, um interesse que tinha levado a cabo ao longo de sua carreira. Morreu em Heidelberg, aos 88 anos de idade. Está sepultado no Bergfriedhof em Heidelberg.
Postado por Fernando Martins às 02:15 0 comentários
Marcadores: bico de Bunsen, Bunsen, Química

Postado por Fernando Martins às 09:06 0 comentários
Marcadores: bioquímica, experiência de Urey-Miller, Origem da Vida, Química, sopa primordial, Stanley Miller
Postado por Fernando Martins às 03:23 0 comentários
Marcadores: célula, evolução, Física, Lei de Hooke, Paleontologia, polimata, Química, Robert Hooke
Postado por Fernando Martins às 01:25 0 comentários
Marcadores: ADN, Anestesiologia, cristalografia, Imunologia, Linus Pauling, Metalurgia, paz, Prémio Nobel, Psicologia, Química, Química Inorgânica, Química Orgânica, radioactividade
| O facto capital para se notar é que o petróleo nasceu nas profundezas da Terra, e é somente lá é que devemos procurar sua origem. |
- Dmitri Mendeleiev
|
Postado por Fernando Martins às 00:19 0 comentários
Marcadores: Mendeleiev, Química, Rússia, Tabela Periódica
Textos, músicas, fotos e outros materiais aqui publicados, parte sem prévia autorização, são propriedade de seus autores, que são, sempre que possível, identificados e creditados. O seu uso deve-se a razões culturais, científicas e didáticas, sem objetivo comercial ou usurpação de autoria. Pretendemos apenas expressar admiração pelos autores, contribuindo para a sua divulgação, respeitando inteiramente pedidos de retirar os seus materiais.