segunda-feira, abril 13, 2026
Há 51 anos houve um atentado, seguido de massacre, que deu início à Guerra Civil Libanesa...
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Marcadores: Falanges Libanesas, FPLP, Guerra Civil Libanesa, Líbano, massacre de Ayin-el-Remmaneh, Massacre do Autocarro, OLP
O álbum Black Rose foi lançado pela banda Thin Lizzy há 47 anos
Black Rose: A Rock Legend is the ninth studio album by Irish rock band Thin Lizzy. Released in 13 April 1979, it has been described as one of the band's "greatest, most successful albums". It was the first time that blues rock guitarist Gary Moore remained in Thin Lizzy long enough to record an album - after previous brief stints in 1974 and 1977 with the band. The album peaked at No. 2 on the UK charts - making it the band's highest-charting album in the UK. It was their fourth consecutive album to be certified Gold by the BPI.
in Wikipédia
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Marcadores: Black Rose, blues rock, folk, hard rock, heavy metal, Irlanda, Phil Lynott, pop, Rock, Thin Lizzy, Waiting for an Alibi
Portugal desistiu de Macau há 39 anos...
Postado por Fernando Martins às 00:39 0 comentários
D. António Ferreira Gomes, o histórico Bispo do Porto, morreu há 37 anos...

Começou a circular, devido a inconfidências de um amigo de D. António e de um ministro de Salazar. Causou grande polémica nos jornais, às vezes bem reveladora do fanatismo vulgar de alguns espíritos. Certo é que, saindo do país a 24 de julho de 1959, por ser aconselhado a retirar-se uns tempos para férias, é depois proibido de entrar. Vê-se forçado a um exílio de dez anos, iniciado em Vigo e depois continuado em Santiago de Compostela, Valência, onde colabora na ação pastoral, Lourdes, Ciudad Rodrigo e Salamanca. Neste locais recebe frequentes visitas de amigos e apoio da diocese do Porto, que soube ser fiel e digna, no exílio do seu bispo.
Durante o Concilio está em Roma, é membro da Comissão dos Seminários e Estudos, e participa na aula conciliar com intervenções de interesse, relativas ao esquema dos bispos, do ecumenismo, da Igreja no mundo e da liberdade religiosa (1963-1965), talvez esta a mais pertinente. Juntamente com o portuense D. Sebastião Soares de Resende, tem as intervenções mais relevantes da débil presença portuguesa no II Concilio do Vaticano.
Começa o reconhecimento público e oficial. É agraciado em 7 de agosto de 1980, com a Grã-cruz da Ordem da Liberdade e a 20 de maio de 1982 é homenageado na Assembleia da República. Escolhe mais uma vez, o dia 2 de maio de 1982 – passados trinta e quatro anos da sua ordenação sacerdotal – para se despedir do seu rebanho do Porto e ir viver para a Quinta da Mão Poderosa, casa da diocese em Ermesinde. Aí viveu discretamente e morreu serenamente. Aí escreveu as Cartas ao Papa e previa escrever um volume de Provas, mas a falta progressiva da visão e a morte do Secretário, o cónego Rebelo, fizeram-no desistir. Em 1986 esteve presente na RTP, onde afirmou em longa entrevista: «eu professo que Deus é o Senhor da História e que a História tem sentido».
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Marcadores: Bispo do Porto, Concílio Vaticano II, D. António Ferreira Gomes, Exílio, Igreja Católica, Salazar
A URSS reconheceu, finalmente, a autoria do Massacre de Katyn há 36 anos...
Entre os que morreram na floresta de Katyn, estavam um almirante, dois generais, 24 coronéis, 79 tenente-coronéis, 258 majores, 654 capitães, 17 capitães de marinha, 3.420 suboficiais, sete capelães, três proprietários rurais, um príncipe, 43 oficiais de forças diversas, 85 soldados, 131 refugiados, 20 professores universitários, 300 médicos, várias centenas de advogados, engenheiros e mais de 100 jornalistas e escritores, assim como 200 pilotos de combate da Força Aérea. No total, a NKVD executou mais da metade do corpo de oficiais das forças armadas polacas. Contando com os massacres nas outras áreas, foram executados catorze generais, entre eles Leon Billewicz. Nem todos os mortos eram de etnia polaca, uma vez que a Segunda República Polaca era um estado multiétnico e vários de seus oficiais eram ucranianos, bielorrussos e judeus. Estima-se que cerca de 8% dos militares assassinados em Katyn eram judeus polacos.
Mais de 99% dos prisioneiros restantes foram executados posteriormente. Prisioneiros do campo de Kozelsk foram executados no local dos assassinatos em massa, em Katyn, na área de Smolensk. Prisioneiros de Starobelsk foram assassinados dentro da prisão da NKVD em Kharkov e os corpos enterrados em Piatykhatky e oficiais de polícia de Ostashkov mortos na prisão da NKVD, em Kalinin, e enterrados em Mednoye.
Informações detalhadas sobre as execuções foram prestadas por Dmitrii Tokarev, ex-chefe da NKVD em Kalinin, durante uma audiência. De acordo com ele, os fuzilamentos começavam no início da noite e terminavam ao amanhecer. O primeiro transporte de prisioneiros trazia 390 pessoas e os executores tiveram um árduo trabalho para matar tantas pessoas durante uma noite. As levas seguintes de homens traziam no máximo 250 presos. As execuções eram normalmente feitas com uma arma automática alemã, a Walther PPK, calibre 7,65 mm, fornecidas por Moscovo, mas foram também usados revólveres Nagant M1895 russos. Os assassinos usaram armas alemães ao invés do revólver-padrão das forças soviéticas, em virtude do coice dessas armas ser muito forte, o que provocava dores no braço após as primeiras dúzias de tiros. Vasili Blokhin, um oficial soviético conhecido por ser o principal carrasco de Estaline, matou pessoalmente mais de 7.000 prisioneiros do campo de Ostashkov, alguns deles com apenas 18 anos, na prisão da NKVD em Kalinin, num período de 28 dias, em abril de 1940.
Os assassinatos eram metódicos. Após a verificação das suas informações pessoais, o prisioneiro era algemado e levado para uma cela isolada com pilhas de sacos de areia e encerrada por uma porta pesada. A vítima recebia ordens de se ajoelhar no meio da cela, o executor se aproximava por trás e lhe dava um tiro na nuca ou na parte de trás da cabeça. O corpo era então carregado por uma porta de saída, do outro lado da cela, e atirado para dentro de um dos camiões que esperavam para recolher os corpos, enquanto o próximo condenado era introduzido na cela pela porta de entrada. Além do amortecimento do barulho dos tiros causados pelo isolamento da cela, máquinas - talvez grandes ventiladores - passavam a noite toda operando fazendo grande barulho. Este procedimento foi seguido todas as noites, à exceção do feriado de Primeiro de Maio.
Foram enterrados em Bykivnia e Kurapaty, nos arredores de Minsk, entre 3 e 4 mil polacos mortos em prisões na Ucrânia e na Bielorrússia. A tenente Janina Lewandowska, filha do general Józef Dowbor-Muśnicki, comandante-militar da Revolta da Grande Polónia, no final da I Guerra Mundial, foi a única mulher assassinada nos massacres de Katyn.(...)
A União Soviética alegou que o genocídio havia sido praticado pelos
nazis e continuou a negar responsabilidade sobre os massacres até
13 de abril de 1990, quando o governo de Mikhail Gorbachev
reconheceu oficialmente o massacre e condenou os crimes levados a cabo
pela NKVD em 1940, assim como o seu subsequente encobrimento. No ano seguinte, Boris Yeltsin trouxe a público os documentos, datados de meio século antes, que autorizavam o genocídio.
(...)
Em 13 de abril de 1990, no 47º aniversário da descoberta das valas
comuns em Katyn, a União Soviética formalmente expressou o seu
"profundo pesar" e admitiu a responsabilidade da polícia secreta
soviética pelos crimes. O dia 13 de abril foi declarado mundialmente
como o Dia da Memória de Katyn.
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Marcadores: comunismo, Dia da Memória de Katyn, Estaline, genocídio, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, Massacre de Katyn, Polónia, URSS
O Messias, de Handel, foi tocado pela primeira vez há 283 anos
Em 1741, Händel recebeu um convite do Lord Lieutenant da Irlanda para ajudar a angariar dinheiro para três instituições de caridade de Dublin através de apresentações musicais. Embora doente nessa época, Händel estava determinado a compor um novo oratório sacro para a ocasião, pedindo a Charles Jennens (libretista de Saul e Israel in Egypt) um tema apropriado. Jennens respondeu com uma criteriosa recolha de versículos e escrituras do Velho e Novo Testamentos arranjados num "argumento" em três partes (como ele o descreveu). O resultado foi o mais conhecido e amado oratório de Händel. A obra estreou-se em Dublin, no período da Páscoa, em 13 de abril de 1742.
À época, o texto suscitou controvérsia com jornais ponderando sobre sua natureza "blasfema". A obra acabada, contudo, teve outra recetividade, sendo elogiada em Berlim e depois em Londres. Händel fez várias revisões subsequentes, incluindo uma versão criada em 1754 para o "Thomas Coram's Foudling Hospital" (fundação para a educação de crianças abandonadas à qual Händel passa a dedicar mais tempo a partir de 1749). Atualmente ainda é um obra muito apreciada e requisitada para os eventos natalícios, embora frequentemente apenas a 1ª Parte e o "Aleluia" (com que encerra a 2ª Parte) sejam interpretados, não respeitando a integridade do oratório.
O costume de o público colocar-se de pé para ouvir o coro "Aleluia" se origina da crença de que, na estreia de Londres, o rei George II o fez, o que obrigaria a todos a permanecerem de pé. Não há evidências convincentes de que o rei estivesse presente ou que ele tenha assistido a qualquer performance subsequente de O Messias; a primeira referência da prática de permanecer em pé aparece numa carta datada de 1756, três anos antes da morte de Handel.
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Marcadores: barroco, Hallelujah, Handel, Messias, música
Johann Gottlieb Goldberg morreu há 270 anos...
(imagem daqui)
Postado por Fernando Martins às 00:27 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Bach's Goldberg Variations, barroco, cravo, Johann Gottlieb Goldberg, música, órgão
O Teatro Nacional D. Maria II foi inaugurado há cento e oitenta anos
O Teatro Nacional D. Maria II é um teatro de Portugal com capacidade para 948 pessoas sentadas, localizado na Praça de D. Pedro IV, em Lisboa. Foi inaugurado a 13 de abril de 1846, durante as comemorações do 27º aniversário de D. Maria II, com a peça O magriço, ou os doze de Inglaterra, um drama histórico de Jacinto Heliodoro de Loureiro.
O teatro é gerido pela Teatro Nacional D. Maria II, E.P.E. (TNDM II, E.P.E.), uma entidade pública empresarial responsável pela administração, programação e produção das suas atividades culturais e educativas, garantindo a promoção da dramaturgia portuguesa e internacional sob supervisão de um conselho de administração nomeado pelo Governo.
História
O Teatro Nacional abriu as suas portas a 13 de abril de 1846, durante as comemorações do 27.º aniversário de D. Maria II (1819-1853), passando por isso a exibir o seu nome na designação oficial. Na inauguração, foi apresentado o drama histórico em cinco atos O Magriço ou os Doze de Inglaterra, original de Jacinto Heliodoro de Aguiar Loureiro.
Mas a história do Teatro Nacional D. Maria II, começou dez anos antes da sua inauguração. Na sequência da revolução de 9 de Setembro de 1836, Passos Manuel assume a direção do Governo e uma das medidas que tomou nesse mesmo ano foi encarregar, por portaria régia, o escritor e político Almeida Garrett de pensar o teatro português em termos globais e incumbi-lo de apresentar "sem perda de tempo, um plano para a fundação e organização de um teatro nacional, o qual, sendo uma escola de bom gosto, contribua para a civilização e aperfeiçoamento moral da nação portuguesa". Por esse mesmo decreto, Almeida Garrett ficou encarregue de criar a Inspeção-Geral dos Teatros e Espetáculos Nacionais e o Conservatório Geral de Arte Dramática, instituir prémios de dramaturgia, regular direitos autorais e edificar um Teatro Nacional "em que decentemente se pudessem representar os dramas nacionais".
O ambiente Romântico que se vive nesta altura em toda a Europa determina a urgência em encontrar um modelo e um repertório dramatúrgicos nacionais, assumido que era que da afirmação de uma “arte nacional” dependia uma melhor e mais exata definição da própria nação. Ou seja, o aparecimento de um teatro (e de um repertório) nacional era uma questão não só cultural como, sobretudo, política e assumida como um assunto estreitamente ligado à própria independência da nação.
Entre 1836, data da criação legal do teatro, à sua inauguração, em 1846, funcionou um provisório teatro nacional no Teatro da Rua dos Condes (mais tarde transformado no Cinema Condes).
O local escolhido para instalar o definitivo Teatro Nacional foram os escombros do Palácio dos Estaus, antiga sede da Inquisição e que, também em 1836, tinha sido destruído por um incêndio.
A escolha de um arquiteto italiano, Fortunato Lodi, para projetar e executar o Teatro Nacional não foi isenta de críticas e só em 1842, Almeida Garrett consegue dar início às obras.
Em 17 de dezembro de 1928 foi classificado como imóvel de interesse público pelo Decreto n.º 15.962 com a designação de Teatro Nacional de Almeida Garrett.
No ano de 1939 regressa ao nome original: Teatro Nacional D. Maria II.
Durante um largo período de tempo o Teatro Nacional foi gerido por sociedades de artistas que, por concurso, se habilitavam à sua gestão. A companhia Rosas e Brasão esteve neste espaço entre 1881 e 1898. A gestão mais duradoura foi a de Amélia Rey Colaço / Robles Monteiro que permaneceu no teatro de 1929 a 1964.
Em dezembro de 1964, o Teatro Nacional foi “palco” de um brutal incêndio que apenas poupou as paredes exteriores. O edifício que hoje conhecemos, e que respeita o original estilo neoclássico, foi totalmente reconstruido e só em 1978 reabriu as suas portas.
Diretores do TNDM II desde 1978: Ribeirinho, Lima de Freitas, Braz Teixeira, Afonso Botelho, Ricardo Pais, Agustina Bessa-Luís, António Xavier, Carlos Avilez, José Amaral Lopes, João Grosso, António Lagarto.
Em Março de 2004, o TNDM II foi transformado em sociedade anónima de capitais públicos - passando a denominar-se formalmente Teatro Nacional D. Maria II, S. A. – gerida por um Conselho de Administração de nomeação da tutela dos Ministros das Finanças e da Cultura, tendo sido nomeado António Lagarto para seu Presidente e Director Artístico (2004 e 2005).
Em abril de 2007, o TNDM II foi transformado em entidade pública empresarial, passando a ter a designação formal de Teatro Nacional D. Maria II, E.P.E..
De janeiro de 2006 a julho de 2008, o Presidente do Conselho de Administração foi Carlos Fragateiro.
Desde julho de 2008, foi Presidente do Conselho de Administração a Professora Maria João Brilhante e Diretor Artístico o ator Diogo Infante, os quais saíram em desacordo com o Secretário de Estado da Cultura Francisco José Viegas, que lhe negara mais subsídios, tendo-lhes sucedido, respetivamente, Carlos Vargas e João Mota. Em outubro de 2014 o ator Tiago Rodrigues foi nomeado pela Secretaria de Estado da Cultura como o novo Diretor Artístico do Teatro Nacional D. Maria II. Em novembro 2021, Pedro Penim ficou o novo Diretor Artístico, substituindo Tiago Rodrigues. Para a Presidência do Conselho de Administração foi nomeado Miguel Honrado, sucedido em 2016 por Cláudia Belchior.
Em 2012, o teatro foi reclassificado como monumento nacional. A reclassificação, aprovada em Conselho de Ministros, a 24 de Maio, foi publicada em Diário da República no dia 10 de julho de 2012.
Postado por Fernando Martins às 00:18 0 comentários
Marcadores: Lisboa, Teatro Nacional D. Maria II
O Aeroporto Internacional de Beja foi inaugurado há quinze anos...
Em 2000, o XIV Governo, dirigido por António Guterres, reconheceu o interesse na promoção da Base para fins civis, iniciou o estudo de viabilidade do aeroporto de Beja e criou a EDAB. O estudo, que determinou a viabilidade do aeroporto, terminou em 2003 e, após a conclusão do plano diretor, dos projetos de execução e do estudo de impacto ambiental favorável, as obras de construção da infraestrutura começaram em 2007 e terminaram em 2009, sob o auspício do governo de José Sócrates. O aeroporto começou a operar a 13 de abril de 2011, quando se realizou o voo inaugural, mas, desde então, apesar de aberto, tem estado praticamente vazio e sem voos e passageiros na maioria dos dias.
O voo inaugural aconteceu no dia 13 de abril de 2011 promovido pelo município de Ferreira do Alentejo. As obras da primeira fase de construção foram atribuídas à empresa construtora Sopol pela empresa de desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB). O aeroporto representa um investimento de cerca de 33 milhões de euros e estava previsto estar operacional em julho de 2009 (Bastos, 2009). O governo português pretendia focalizar este aeroporto para a laboração de companhias aéreas de baixo custo, visto que este aeroporto vai beneficiar de taxas aeroportuárias significativamente baixas. É também de importante relevância o facto de o aeroporto se localizar a pouco tempo do Algarve e dos empreendimentos hoteleiros já projetados para a Costa Vicentina e a Barragem de Alqueva, este também se encontra a pouco mais de duas horas de Lisboa.
Para uma melhor rentabilização do Aeroporto de Beja foi adjudicado o novo troço da auto-estrada (Autoestrada do Baixo Alentejo) que une o Porto de Sines a este novo aeroporto, de forma a torná-lo mais competitivo, unir a cidade do Baixo Alentejo, Beja, ao litoral e, desta forma, criar uma intermodalidade de serviços e transportes. Também com esta nova auto-estrada, o aeroporto de Beja, destinado a companhias aéreas de baixo custo, terá ligação não só com a capital, Lisboa, mas também com o Algarve.
A viagem inaugural aconteceu no dia 13 de abril de 2011, promovido pelo município de Ferreira do Alentejo, com destino a Cabo Verde.
No dia 23 de julho de 2018, às 16:57, um Airbus A380 da Hi Fly aterrou no aeroporto. É o primeiro avião deste modelo que aterra em Portugal.
Postado por Fernando Martins às 00:15 0 comentários
Marcadores: Aeroporto, aldrabões, Alentejo, amigos, bancarrota, Beja, corrupção, elefantes brancos, Humor, José Sócrates
O Nobel de Literatura Gunter Grass morreu há onze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:11 0 comentários
Marcadores: Alemanha, Gunter Grass, literatura, Nobel
Let's Stay Together...!
Postado por Pedro Luna às 00:08 0 comentários
Marcadores: Al Green, gospel, Let's Stay Together, música, rythm and blues, soul
domingo, abril 12, 2026
A Guerra da Secessão, entre Norte e Sul dos Estados Unidos, começou há 165 anos
A Batalha do Fort Sumter é o termo utilizado para se referir ao bombardeamento realizado entre 12 e a 13 de abril de 1861, pelo exército dos Estados Confederados da América, com a intenção de expulsar as tropas federais que ocupavam a fortificação do Fort Sumter, situada na entrada da baía de Charleston, na Carolina do Sul. A importância desta batalha, que não causou muitas baixas, provem do facto de ter sido o rastilho que desencadeou a Guerra da Secessão ou Guerra Civil Americana (1861-1865), o conflito mais sangrento ocorrido no território dos Estados Unidos.
Postado por Fernando Martins às 16:50 0 comentários
Marcadores: Batalha do Fort Sumter, Confederados, guerra civil, Guerra Civil Americana, Guerra da Secessão, USA
O escultor Mario Cravo nasceu há 103 anos...
Postado por Fernando Martins às 10:30 0 comentários
Marcadores: Brasil, escultura, Mario Cravo, modernismo, pintura
Música adequada à data...
Postado por Pedro Luna às 09:30 0 comentários
Marcadores: Barcelona, Catalunha, Espanha, Freddie Mercury, Montserrat Caballé, Ópera
O Massacre de Xangai foi há 99 anos...

Postado por Fernando Martins às 09:09 0 comentários
Marcadores: China, Guerra Civil Chinesa, Kuomintang, Massacre de Xangai, Partido Comunista Chinês
Franklin Delano Roosevelt morreu há oitenta e um anos...
Postado por Fernando Martins às 08:10 0 comentários
Marcadores: FDR, Franklin Delano Roosevelt, Grande Depressão, II Grande Guerra, II Guerra Mundial, New Deal, Presidente dos EUA



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