O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Trata-se de uma torre quadrangular de cantaria, com edifício anexo revestido a azulejos cor castanho avermelhado e farolim vermelho, com 32 metros de altura.
Entrou em funcionamento a 15 de fevereiro de 1912.
Elemento da Tuna Académica, foi intérprete do canto e da guitarra de Coimbra, devendo-se-lhe umas conhecidas Variações em ré menor, bem como a gravação de vários temas tradicionais, como Nossas mágoas são o fruto ou Balada do entardecer, que registou em EP 45 RPM.
Estabeleceu-se como advogado em Lourenço Marques (atual Maputo) em 1953,
onde viveu durante mais de 20 anos. Nesta província ultramarina, foi um
dos mais importantes defensores dos presos políticos, juntando-se
também à defesa da autodeterminação a partir do contacto com o ativista
nacionalista Filipe Mussongui Tembe Júnior, mais conhecido por Filipana.
Pertenceu ainda ao Grupo dos Democratas de Moçambique e foi candidato, por duas vezes, às eleições para a Assembleia Nacional, em listas da Oposição Democrática. Viu, em ambos os casos, anulada a sua candidatura por ato da Administração Colonial.
É autor de mais de uma dezena de livros, incluindo ensaios jurídicos. Em 2006, publicou Quase Memórias, uma autobiografia em dois volumes, grande parte da qual dedicada ao processo de descolonização entre 1974 e 1975. Neste livro, avança uma explicação para a mudança de atitude de Samora Machel
(que conheceu de perto) em relação aos portugueses. Com efeito, é quase
consensualmente admitido que uma das principais razões do colapso da
economia moçambicana após a independência foi a partida precipitada da
maioria dos cerca de 200 000 portugueses residentes em Moçambique até ao
25 de Abril de 1974, e que esse êxodo terá sido provocado por uma
mudança brusca de atitude por parte de Samora Machel. O governo de
transição que iria dirigir Moçambique entre o acordo de cessar-fogo
(assinado a 7 de setembro de 1974 em Lusaca pelo governo provisório português e pela Frelimo)
e a independência (prevista para 25 de junho do ano seguinte) tinha-se
mostrado bastante conciliador. O primeiro-ministro, Joaquim Chissano
(que se tornaria presidente da República depois da morte de Machel, doze
anos mais tarde), conseguiu convencer a maior parte dos brancos de que
somente os que tivessem graves responsabilidades nas páginas mais
sombrias da época colonial poderiam recear o governo da Frelimo. Ora, um
mês antes da independência, ou seja, em meados de maio de 1975, Samora
Machel entrou em Moçambique pela fronteira norte, vindo da Tanzânia,
e encetou um périplo com destino à capital, situada no extremo sul,
aonde deveria chegar na véspera da independência. Ao longo dessa viagem,
inflamava literalmente as massas com os seus discursos, nos quais não
cessava de repisar os aspetos mais odiosos e humilhantes do colonialismo
(na perspetiva dos colonizados). O mal-estar instalou-se
progressivamente entre a comunidade portuguesa, numerosos membros da
qual decidiram ir refazer a vida noutras paragens.
Almeida Santos dá a seguinte explicação para esta aparentemente
inusitada hostilidade: o presidente da Frelimo teria sido muito afetado
por dois episódios de violência, o primeiro dos quais causado por um
levantamento na capital, com tomada das instalações do Rádio Clube de
Moçambique, na sequência da assinatura do acordo de Lusaca de 7 de
setembro de 1974, que previa a concessão exclusiva do poder ao movimento
nacionalista: este levantamento foi dirigido pela FICO (Frente
Integracionista de Continuidade Ocidental), um movimento
maioritariamente branco ao qual se tinham aliado dissidentes da Frelimo e
outros membros da comunidade negra que não viam com bons olhos a
instauração de um regime de partido único em nome da Frelimo. Como
represália, eclodiram então motins sangrentos nos bairros negros da
cidade e, durante vários dias, milhares de habitantes, sobretudo
portugueses, foram barbaramente massacrados por apoiantes da Frelimo. O
segundo episódio de violência ocorreu poucas semanas mais tarde, a 21 de
outubro de 1974, na sequência de uma querela entre comandos portugueses
e guerrilheiros da Frelimo, provocando também motins sangrentos nos
bairros de maioria negra, com o assassinato de dezenas de brancos.
Segundo Almeida Santos, Machel ter-se-ia possivelmente convencido de que
a presença de uma numerosa comunidade portuguesa em Moçambique
constituiria sempre uma fonte de instabilidade e uma ameaça potencial
contra o poder da Frelimo. A isso ter-se-iam juntado as pressões da União Soviética,
para com quem a Frelimo tinha contraído uma pesada dívida, sobretudo
política, e que teria interesse em se desembaraçar dos portugueses a fim
de melhor exercer a sua influência a todos os níveis.
Ora, se os episódios de violência tinham ocorrido no início do
período de transição (o primeiro eclodira mesmo antes da entrada em
funções do governo presidido por Joaquim Chissano), a Frelimo teria,
portanto, tomado a decisão de expulsar os portugueses no próprio momento
em que o primeiro-ministro Chissano, por ela nomeado, parecia
encorajá-los a ficarem.
No livro Que Nova Ordem Mundial?, de 2009, defendeu convictamente a nova ordem mundial e a globalização e propôs soluções que envolvem a globalização da política, não só do comércio.
Em maio de 2007, defendeu a Ota
como localização preferencial do novo aeroporto de Lisboa, argumentando
que se o mesmo fosse construído na margem sul do Tejo, terroristas
poderiam dinamitar as diversas pontes sobre o Tejo, cortando o acesso ao
Aeroporto. Foi bastante criticado na altura.
Em maio de 2011, defendeu que José Sócrates deveria demitir-se no caso de perder as eleições.
Foi Presidente da Assembleia Geral da GEO Capital - Investimentos estratégicos S.A., com sede em Macau, cujos acionistas de referência são Jorge Ferro Ribeiro, Stanley Ho e Ambrose So.
Foi também membro da Maçonaria Portuguesa, com o grau máximo, o Grau 33 do Grande Oriente Lusitano.
Morte
Faleceu a 18
de janeiro de 2016, pouco antes da meia-noite, aos 89 anos de idade, na
sua casa de Oeiras, após uma indisposição sentida a seguir ao jantar, à
qual não resistiu. A sua morte ocorreu pouco depois de ter manifestado apoio à candidatura de Maria de Belém Roseira nas eleições presidenciais de 2016; já se encontrava afetado com uma gripe durante esta campanha.
Em 1972 foi-lhe diagnosticado cancro no cérebro,
vindo a falecer a 15 de fevereiro do ano seguinte, em Shawnee,
Oklahoma. Holt foi casado três vezes. As suas esposas foram: Virgina Mae
Ashcroft (1938-1944), Alice Harrison (1944-1951) e Birdee Stephens, de 1957 até à sua morte. Foi pai de três filhos: Jack, Bryanna e Jay.
O físico desenvolveu ainda vários instrumentos como a balança hidrostática, um tipo de compasso geométrico que permitia medir ângulos e áreas, o termómetro de Galileu e o precursor do relógio de pêndulo. O método empírico,
defendido por Galileu, constitui um corte com o método aristotélico
mais abstrato utilizado nessa época, devido a este Galileu é considerado
como o "pai da ciência moderna".
Na graduação, em colaboração com Vallarta, publicou um artigo sobre os raios cósmicos. Outro artigo foi publicado no mesmo ano, assinado somente por Feynman, sobre forças moleculares.
Adicionalmente a seus trabalhos sobre Física teórica, Feynman foi pioneiro na área de computação quântica, introduzindo o conceito de nanotecnologia, no encontro anual da Sociedade Americana de Física, em 29 de dezembro de 1959,
em sua palestra sobre o controle e manipulação da matéria em escala
atómica. Defendeu a hipótese de que não existe qualquer obstáculo
teórico à construção de pequenos dispositivos compostos por elementos
muito pequenos, no limite atómico, nem mesmo o princípio da incerteza.
Torna-se professor da Universidade de Cornell e em seguida do Caltech
(Califórnia, USA) onde atuou como professor por 35 anos e ministrou 34
cursos, sendo 25 deles cursos de pós graduação avançados, os demais
cursos eram, basicamente, introdutórios de pós graduação, salvo o curso
de iniciação à física ministrado para alunos dos 1° e 2° anos durante
os anos de 1961-1962 e 1962-1963, cursos que originaram uma de suas mais conceituadas obras, o Feynman Lectures on Physics publicado, originalmente, em 1963. Dois anos depois, em 1965, Feynman recebeu o Nobel de Física por seu trabalho na eletrodinâmica quântica. Concebeu, ainda, a ideia da computação quântica, e chefiou a comissão que estudou o acidente do vaivém espacialChallenger em 1986.
Uma coluna de BTR-80 soviéticos durante a retirada
A Retirada das forças de combate soviéticas do Afeganistão começou a 15 de maio de 1988, sob a liderança do Coronel-General
Boris Gromov, que também foi o último oficial soviético a retirar-se do
Afeganistão para o território soviético, através da Ponte de Amizade
Afeganistão-Uzbequistão. Nos Acordos de Genebra, assinados a 15 de abril de 1988, o Afeganistão e Paquistão subscreveram três acordos com princípios de relações mútuas, em
particular a não-interferência, sobre o regresso voluntário de
refugiados afegãos e inter-relações para o estabelecimento da retirada
gradual das tropas estrangeiras, a partir de 15 de maio do mesmo ano.
Os Estados Unidos e a União Soviética
também assinaram uma declaração sobre as garantias internacionais,
afirmando a sua intenção de se abster de qualquer forma de intervenção.
No período de três meses, em primeiro lugar, foi relatado que 50.183
soldados soviéticos retiraram do Afeganistão. Outros 50.100 retiraram
entre 15 de
agosto de 1988 e 15 de fevereiro de 1989.
Durante a retirada, ao longo da fronteira, os comboios de tropas foram sendo alvo de constantes ataques de combatentes afegãos, tendo sido mortos 523 soldados soviéticos, só durante a sua fuga do país.
A retirada total das tropas soviéticas do Afeganistão ficou concluída
em 15 de fevereiro de 1989, em conformidade com os termos dos Acordos de
Genebra, assinados 10 meses antes.
Num gesto simbólico, o Coronel-General Boris Gromov foi o último soldado soviético a retirar-se do Afeganistão e a regressar à URSS.
NOTA: convém distinguir a justa luta dos curdos, para
poderem falar a sua língua (e, porque não, a terem direito a um estado
e/ou uma região autónoma...) da guerrilha do PKK e do seu sanguinário líder,
embora, neste caso, como em muitos outros, o atual estado turco e o seu ditador não se distingam
muito dos que perseguem (ou seja ainda pior...). De recordar ainda que o PKK promoveu a dissolução da sua estrutura organizacional e o fim de mais de 40 anos de luta armada.
Cruz de luz (o Camilo Torres) Donde cayó Camilo nació una cruz, pero no de madera sino de luz. Lo mataron cuando iba por su fusil, Camilo Torres muere para vivir. Cuentan que tras la bala se oyó una voz. Era Dios que gritaba: ¡Revolución! A revisar la sotana, mi general, que en la guerrilla cabe un sacristán. Lo clavaron con balas en una cruz, lo llamaron bandido como a Jesús. Y cuando ellos bajaron por su fusil, se encontraron que el pueblo tiene cien mil. Cien mil Camilos prontos a combatir, Camilo Torres muere para vivir.
Natural de Alcaide, Fundão, era formado em direito pela Universidade de Coimbra.
Ocupou vários cargos na magistratura judicial (delegado do procurador
régio), nas alfândegas e no Tribunal Fiscal e Aduaneiro. Eleito
deputado para as Cortes em 1884 (pelo círculo eleitoral de Guimarães),
rapidamente subiu na vida política, ocupando vários postos
ministeriais e a presidência do conselho de ministros. Entrando em
dissidência com Hintze Ribeiro, abandonou o Partido Regenerador e formou o Partido Regenerador Liberal.
Foi o autor, enquanto Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do
Reino, no gabinete regenerador "Hintze-Franco", do Decreto, de 2 de março
de 1895, que concedeu autonomia administrativa aos ex-distritos dos Açores.
A minha vida estava sem sentido Eu precisava de uma revolução O que eu não tinha percebido É que um espectro rondava o meu coração Depois que eu te vi pensei que nada mais valia Não ter você é a minha alienação
Minha gatinha comunista eu preciso te dizer Que eu acho que o vermelho fica tão bem em você Espero que você abra uma exceção Eu quero a propriedade privada do seu coração
Eu não quero ser só mais um camarada Eu quero ficar com você até a morte E se algum outro homem estiver na jogada Eu boto ele pra correr igual o traidor do Trotski Nem o materialismo dialético é tão certo Quanto o que eu sinto quando você está por perto
Minha gatinha comunista eu preciso te dizer Que eu acho que o vermelho fica tão bem em você Espero que você abra uma exceção Eu quero a propriedade privada do seu coração
Não deixe que a revolução tome tanto tempo assim Nos seus planos quinquenais guarde espaço para mim Porque quem ama não vive só de memória Como já dizia Fukuyama: "Esse seria o fim da nossa história"
Minha gatinha comunista eu preciso te dizer Que eu acho que o vermelho fica tão bem em você Espero que você abra uma exceção Eu quero a propriedade privada do seu coração
Agora em russo! Моя кошечка-комунистка, я хочу тебе сказать Что тебе так идет красный цвет Надеюсь, ты сделаешь мне исключение Я хочу быть частным собственником твоего сердца
Minha gatinha comunista eu preciso te dizer Que eu acho que o vermelho fica tão bem em você Espero que você abra uma exceção Eu quero a propriedade privada do seu coração
O Massacre do Dia de São Valentim ou Massacre do Dia dos Namorados é o nome que ficou conhecido o assassinato de sete pessoas ocorrido a 14 de fevereiro de 1929, durante o período da Lei Seca nos Estados Unidos da América, causado por um conflito entre duas poderosas quadrilhas de Chicago, Illinois. As quadrilhas eram o Gang do Lado Sul, liderada pelo ítalo-americano Al Capone e o Gang do Lado Norte, cujo chefe era o polaco-irlandês Bugs Moran. Membros da Egan's Rats também eram suspeitos de terem participado do massacre, ao lado de Capone.
O Massacre
Na manhã de 14 de fevereiro de 1929,
Dia dos Namorados (Dia de São Valentim), os corpos de seis membros da
quadrilha de "Bugs" Moran e mais Reinhardt H. Schwimmer foram
encontrados caídos ao lado de um muro da garagem da SMC Cartage Company (Rua North Clark, 2122) no Lincoln Park, Chicago,
no Norte da cidade. Eles tinham sido assassinados com vários tiros,
provavelmente por criminosos comandados por Al Capone, tanto locais
como provavelmente por pistoleiros de fora da cidade. Dois homens que
estavam com uniforme de polícias de Chicago foram vistos na garagem na
hora do crime, conforme testemunhas. Uma das vítimas, encontrada
agonizante, Frank Gusenberg,
quando lhe perguntaram sobre quem o havia baleado, respondera: "I'm
not gonna talk - nobody shot me" ("Eu não vou falar - ninguém me
baleou"). Foram contado 14 ferimentos de bala em seu corpo. Capone
tinha saído de férias para a Florida.
A hipótese mais aceita é a de que o massacre foi o resultado do plano da quadrilha de Capone para eliminar Bugs Moran, que se tornara o líder do Gang Norte, após substituir Dion O'Banion, assassinado cinco anos antes. Jack McGurn
foi o principal suspeito de ter chefiado o crime. O massacre teria
sido planeado por Capone por várias razões: como retaliação por uma
tentativa mal-sucedida de Frank Gusenberg e do seu irmão Peter de matarem Jack McGurn no começo do ano, a cumplicidade do Gang Norte no assassinato de Pasqualino "Patsy" Lolordo e Antonio "The Scourge" Lombardo, e a concorrência de Bugs Moran, no contrabando de bebidas, nos subúrbios da cidade.
Foi aceite que os homens do Gang Norte foram à garagem com a promessa
da divisão das cargas de uísque de Detroit, fornecidas pela Purple Gang.
Contudo, mais recentemente foram aventadas outras hipóteses:
observou-se que todas as sete vítimas (exceto o mecânico John May)
estavam vestidas com as suas melhores roupas, o que sugeriu que
pretendiam viajar com os camiões para buscarem as bebidas. O motivo
verdadeiro para o crime, nunca foi conhecido.
Quatro homens que estavam na entrada do prédio, dois vestidos como
policiais, foram quem atiraram em Moran e seus comparsas. Antes da
chegada de Moran, Capone usara dois pistoleiros não identificados em
salas alugadas no armazém do outro lado da rua, para fazerem a
vigilância.
Por volta das dez e meia da manhã, quatro homens chegaram ao armazém em dois carros: um Cadillac sedan e
um Peerless, ambos com aparência de carros de detetives, donde saíram
dois homens vestidos de polícias e dois com roupas civis. O gang de
Moran foi ao armazém, mas Moran não teria entrado. Foi dito que Moram
se aproximara do local, mas parara ao avistar os carros e saiu dali.
Outros diriam que Moran chegara atrasado e por isso não foi morto.
Os assassinos teriam confundido alguns dos homens da garagem como sendo
Moran e outros da quadrilha (principalmente Albert Weinshank, que
tinha a mesma altura e lembrava Moran). Foi dado o sinal para que os
assassinos entrassem no armazém. Os dois falsos polícias, carregando
metralhadoras, saíram de Peerless e entraram no prédio por duas portas.
Lá dentro eles encontraram os comparsas de Moran, um sexto homem
chamado Reinhart Schwimmer, que não era reconhecido como um membro da
quadrilha, e John May, mecânico de carros que provavelmente prestava
serviço aos bandidos. Os assassinos ordenaram que os homens ficassem em
linha junto à parede. Aparentemente não houve resistência, pois devem
ter acreditado tratar-se da polícia, fazendo uma exibição para saírem
bem nos jornais do dia seguinte.
Então os dois policias abriram a porta que dava para a Rua Clark e os
outros dois do Cadillac entraram. As rajadas começaram, vindas de
sub-metralhadoras Thompson. Foram contadas setenta cápsulas das armas.
Alertados pelo ladrar de um cão, os moradores chamaram a polícia. O cão de John May, Highball, além de Frank Gusenberg, eram os únicos sobreviventes. As fotos do crime foram tiradas por Jun Fujita e publicadas no Chicago Daily News.
Nasceu num ambiente totalmente musical: a sua mãe e o seu pai cantaram numa igreja e os seus irmãos eram músicos, tocavam tambor e trombone.
Maceo e o seu irmão Melvin entraram para a banda de James Brown em 1964, com várias dificuldades, Maceo saiu da banda e regressou em 1973. Em 1975 alguns membros sairam da banda como Maceo Parker e Fred Wesley, entrando para banda funkGeorge Clinton's Parliament.
Maceo, mais uma vez com dificuldades em se manter na banda, saiu dos Parliament e voltou para a banda de James Brown, de 1984 a 1988. Em 1990, finalmente, começou uma carreira a solo, produzindo mais de sete discos.
No dia 9 de dezembro de 2013, Rossi passou por um procedimento chamado toracocentese,
que retirou dois litros de líquido, acumulados entre a pleura e o
pulmão. O resultado da biopsia, divulgado dois dias depois, confirmou o
diagnóstico de cancro de pulmão.
Reginaldo Rossi morreu na manhã do dia 20 de dezembro de 2013, aos 70 anos, de falência múltipla de órgãos, em decorrência do cancro do pulmão que foi detetado dias antes. O seu corpo foi sepultado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, Região Metropolitana do Recife, ao som de Recife, Minha Cidade, música que compôs em homenagem à sua terra natal.
"Baby" Dodds foi o irmãomais novo do clarinetistaJohnny Dodds. Ele é considerado um dos melhores bateristas de jazz da época pré-big band,
e um dos mais importantes bateristas precoces de jazz. Dodds foi um
dos primeiros bateristas a improvisar durante as gravações.
James Cook entrou na marinha mercante britânica enquanto adolescente e ingressou na Marinha Real em 1755. Participou da Guerra dos Sete Anos, e posteriormente estudou e mapeou grande parte da entrada do Rio São Lourenço durante o cerco de Quebec. Isso permitiu que o General Wolfe fizesse o seu famoso ataque nas Planícies de Abraão, e ajudou a ter a atenção do Almirantado Britânico e da Royal Society.
Esta notícia veio num momento crucial, tanto na sua carreira pessoal e
na direção das explorações ultramarinas britânicas, e levou-o ao seu
cargo de comandante da HM Bark Endeavour para a primeira das três viagens do Pacífico.
Cook cartografou muitas áreas e registou várias ilhas e zonas costeiras
nos mapas europeus pela primeira vez. Os seus resultados podem ser
atribuídos a uma combinação de navegação,
superior levantamento cartográfico e competências, a coragem em
explorar locais perigosos para confirmar os factos (por exemplo, a
imersão no Círculo Polar Antártico repetidamente e explorar ao redor da Grande Barreira de Coral),
uma capacidade de conduzir os homens em condições adversas, e ousadia,
tanto em relação à medida da sua exploração e sua vontade de
ultrapassar as instruções dadas a ele pelo Almirantado.
No seu livro "Colapso" (2005),
o biólogo e biogeógrafo Jared Diamond (E.U.A) cita um registo feito
por Cook em que o capitão descreve uma breve visita à ilha de Páscoa, em
1744. "Pequenos, magros, tímidos e miseráveis", foi como Cook
descreveu os insulares, que já enfrentavam um forte problema ambiental.
Cook morreu na baíahavaiana deKealakekua em 1779,
numa luta com os nativos, durante a sua terceira viagem exploratória na
região do Pacífico. A casa de Cook na Inglaterra é hoje um memorial. Cook é considerado o pai da Oceânia.
As viagens de Cook - a primeira a vermelho, a segunda a verde e a terceira a azul