O Curso de Geologia de 85/90 da Universidade de Coimbra escolheu o nome de Geopedrados quando participou na Queima das Fitas.
Ficou a designação, ficaram muitas pessoas com e sobre a capa intemporal deste nome, agora com oportunidade de partilhar as suas ideias, informações e materiais sobre Geologia, Paleontologia, Mineralogia, Vulcanologia/Sismologia, Ambiente, Energia, Biologia, Astronomia, Ensino, Fotografia, Humor, Música, Cultura, Coimbra e AAC, para fins de ensino e educação.
Foi casado com a modelo alemã Heidi Klum. Em janeiro de 2012 foi anunciada a separação, após sete anos de casamento.
O casal tem três filhos biológicos (dois rapazes e uma menina) e Seal
adotou ainda a primeira filha de Heidi, nascida de uma relação prévia. O
processo de divórcio foi iniciado a 6 de abril de 2012, mas
mantiveram-se próximos e amigos. O divórcio ficou finalizado a 14 de
outubro de 2014.
Estudou no Conservatório de Música de Viena e, antes de obter sucesso internacional, tocava baixo na banda de hard rock austríaca Drahdiwaberl. Como artista a solo, Falco interessava-se pelos sons e ritmos da música rap, tornando-se um dos primeiros na Europa a incorporar tal estilo nas músicas pop e rock. Ele é mais conhecido internacionalmente pela canção "Rock Me Amadeus" (inspirada pelo filme Amadeus) de seu álbum Falco 3, que se tornou um "hit" mundial em 1986, atingindo o número 1 na lista dos singles mais vendidos nos Estados Unidos da Revista Billboard.
Outros hits conhecidos internacionalmente incluem: "Der Kommissar", do seu álbum de 1982Einzelhaft e "Vienna Calling", de Falco 3. Uma versão em inglês de "Der Kommissar" foi feita pela banda After the Fire, que acabou se tornando um hit ao atingir o top 5 da Revista Billboard em 1983. A canção de Falco "Jeanny" causou controvérsia ao ser lançada como um single na Alemanha, já que contava a história de um violador. Várias estações de rádios e DJs recusaram a tocar a canção em toda a Europa, mas nem isso se deixou de tornar um grande sucesso em vários países europeus.
Falco morreu, com várias fraturas na cabeça, após o seu carro colidir com um autocarro, perto do hotel onde estava, em Puerto Plata, na República Dominicana, aos 40 anos de idade. Antes de morrer estava a considerar um regresso ao mundo da música. Foi sepultado no Cemitério Central de Viena.
A sua teoria do Heliocentrismo, que colocou o Sol como o centro do Sistema Solar, contrariando a então vigente Teoria Geocêntrica (que considerava a Terra
como o centro do universo), é considerada como uma das mais importantes hipóteses
científicas de todos os tempos, tendo constituído o ponto de partida da astronomia moderna.
(...)
A teoria do modelo heliocêntrico, a maior teoria de Copérnico, foi publicada em seu livro, De revolutionibus orbium coelestium
("Da revolução de esferas celestes"), durante o ano da sua morte,
1543. Apesar disso, ele já havia desenvolvido sua teoria algumas
décadas antes.
O livro marcou o começo de uma mudança de um universo geocêntrico, ou antropocêntrico, com a Terra em seu centro. Copérnico acreditava que a Terra era apenas mais um planeta que concluía uma órbita
em torno de um sol fixo todo ano e que girava em torno de seu eixo
todo dia. Ele chegou a essa correta explicação do conhecimento de
outros planetas e explicou a origem dos equinócios
corretamente, através da vagarosa mudança da posição do eixo
rotacional da Terra. Ele também deu uma clara explicação da causa das estações: o eixo de rotação da Terra não é perpendicular ao plano de sua órbita.
Em sua teoria, Copérnico descrevia mais círculos, os quais tinham os
mesmos centros, do que a teoria de Ptolomeu (modelo geocêntrico). Apesar
de Copérnico colocar o Sol como centro das esferas celestiais, ele não fez do Sol o centro do universo, mas perto dele.
(...)
Copérnico morreu em 24 de maio de 1543, em Frauenburgo, no mesmo dia da
publicação da sua obra "Da revolução de esferas celestes".
Daubigny nasceu numa família de pintores e foi introduzido na arte
pelo seu pai, Edmond François Daubgny, e também por um tio, o
miniaturista Pierre Daubigny.
Foi fortemente influenciado pelo movimento realista entre 1830 e 1870, na vila de Barbizon (perto da Floresta de Fontainebleau, na França) - a "escola de Barbizon" - tornando a natureza o assunto principal de suas obras.
Os seus melhores quadros foram pintados entre 1864 e 1874, e consistiam em sua maioria de cenários cuidadosamente definidos com árvores, rios e alguns patos.
Na França corria a lenda que a quantidade de patos colocados pelo
pintor no quadro indicava a qualidade que ele atribuía a obra: um pato,
trabalho regular, dois bom, três muito bom. Porém a história parece não
ter fundamento, seria apenas uma brincadeira de seus amigos. Isto porque
os melhores e mais apreciados quadros do artista, considerados obras
primas, que hoje fazem parte do espólio do Museu do Louvre, não têm patos. Encontra-se sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, Paris, em França.
De 1864 a 1867 foi professor de matemática em Graz. Depois (1867-1895) lecionou Física na Universidade de Praga,
onde se opôs à introdução da língua checa como idioma oficial na mesma
universidade, alinhando com os partidários do domínio alemão na
região. De 1895 a 1901 foi o titular da cadeira de história e teoria da
ciência indutiva na Universidade de Viena. Em 1901, após abandonar o ensino, foi nomeado membro da Câmara dos Pares pelo Imperador da Áustria.
As suas obras filosóficas e científicas exerceram profunda influência no pensamento do século XX. Os seus primeiros livros contêm os fundamentos de uma nova teoria filosófica, o empirocriticismo.
Defendeu uma conceção positivista: nenhuma proposição das ciências
naturais é admissível se não for possível verificá-la empiricamente.
Em Os Corruptos, de 1953, ele protagonizou uma sequência que marcou época quando o seu personagem joga café fervendo na personagem da atriz Gloria Grahame, desfigurando-lhe o rosto.
Ao interpretar personagens militares, e foram vários, Lee valia-se de sua experiência na Segunda Guerra Mundial, onde foi ferido na coluna e ficou hospitalizado por vários meses. Começou a ganhar papéis de maior destaque com o sucesso obtido pelos westerns que fez com John Wayne no início da década de 60, O Homem Que Matou O Facínora e Comancheros. O seu último papel inclusive foi o de um militar, o
coronel norte-americano Nick Alexander no filme The Delta
Force, em 1986, onde atuou ao lado de Chuck Norris.
Recebeu das mãos de Julie Andrews o Óscar de melhor ator em 1965, por Dívida de Sangue, que fez ao lado de Jane Fonda.
Nesse filme ele faz duplo papel: o do pistoleiro bom, eternamente
bêbado e que ajuda a personagem de Fonda, e o pistoleiro mau.
Ganhou o prémio de interpretação masculina, no Festival de Cannes, e o Goya 2009, para o melhor ator principal, pelo seu papel de Ernesto Guevara, no filme Che.
Em 2006, a revista Hit Parader considerou Scott como o melhor vocalista de heavy metal de todos os tempos.
Iniciou a sua carreira com a banda The Spektors, logo depois formando The Valentines, onde conheceu o seu amigo Vince Lovergrove, que trabalharia no seu próximo projeto, os Fraternity;
logo após a separação do grupo, integrou os AC/DC, onde lançou sete
discos, vindo a falecer logo após o lançamento do álbum Highway to Hell, que os levou à fama mundial. Depois da sua morte foi substituído por Brian Johnson.
Biografia
As suas bandas anteriores incluíram The Spektors e The Valentines, e as duas tinham um estilo diferente do que ficou conhecido no período dos AC/DC. Outro grupo do qual participou foi o Mount Lofty Rangers.
Bon estava trabalhando como motorista da banda AC/DC, quando foi
chamado para fazer de baterista. Mas logo Bon decidiu ser o vocalista
da banda, pois dizia que o cantor era o que mais arranjava namoradas na
época.
A sua influência musical inicial veio do pai, que era músico na sua cidade natal, na Escócia. Bon tocava bateria, gaita de fole e flauta doce. Scott tocou gaita de fole em "It's a Long Way to the Top". Já na música "Seasons of Change" do Fraternity, ele foi responsável pela flauta.
As suas letras abordavam principalmente temas como mulheres, carros, bebida e curtição.
Morte
A sua morte até hoje não foi bem explicada. Após a turnê de divulgação do álbum Highway to Hell pela Europa, Bon resolveu passar uns dias em Londres,
para rever amigos. A tragédia teve início numa tradicional noite de
bebedeira, coisa a que Bon estava realmente acostumado. Bon e um amigo
seu, chamado Alistar Kinnear, foram tomar algumas bebidas no Music
Machine, um clube noturno localizado em Camden Town.
Depois de muitas rodadas, a dupla foi para Ashby Court, onde Bon
vivia naquela época. No caminho, Bon desmaiou no banco de trás do
veículo. Kinnear não deu muita importância e seguiu adiante. Quando
chegou à casa do vocalista do AC/DC, Kinnear tentou acordar Bon e
levá-lo para a cama, porém não conseguiu acordar o seu companheiro,
que estava num avançado estado de embriaguez. Kinnear desistiu da
ideia e seguiu dirigindo para seu próprio apartamento. Chegando lá,
nova tentativa frustrada de tirar o amigo bêbado do veículo. Decidiu
então deixar Bon a ‘dormir’ no banco de trás do automóvel, um Renault
5, em Overhill Road, uma estrada em Dulwich. Quando Kinnear
voltou, na manhã seguinte, para ver o seu amigo, já era tarde demais.
Bon estava morto, praticamente congelado dentro do pequeno automóvel.
Ele ainda o levou à pressa para o Kings College Hospital, de
Londres, que declarou que o músico já chegou sem vida às Urgências. O
atestado de óbito informou que Bon Scott havia falecido no decorrer de
overdose
e ‘death by misadventure’ (morte por desventura, ou por desgraça).
Nos jornais da época foi também noticiado que o músico teria sufocado
com o próprio vómito e que a baixa temperatura da madrugada e
as suas constantes crises de asma colaboraram para a tragédia,
daquela
fria manhã de 19 de fevereiro de 1980, um dos dias mais tristes do rock n’ roll. O corpo de Bon Scott foi cremado e as suas cinzas foram levadas pela sua família para o Cemitério de Fremantle, Fremantle, no estado da Austrália Ocidental.
Após a entrada de Brian Johnson
o som do AC/DC mudou, mas sem perder as suas características, perdendo
um pouco do balanço e da influência dos blues que emanavam de Bon, mas
ganhando outras que, com Bon, talvez nunca seriam exploradas. Bon
também é considerado por várias pesquisas um dos melhores cantores de
rock. Numa lista divulgada pela revista Kerrang, Bon Scott está na 5ª posição dos maiores ícones do rock.
Álvaro Gois,
Rui Mamede,
filhos de António Brandão,
naturais de Cantanhede,
pedreiros de profissão,
de sombrias cataduras
como bisontes lendários,
modelam ternas figuras
na lentidão dos calcários.
Ali, no esconso recanto,
só o túmulo, e mais nada,
suspenso no roxo pranto
de uma fresta geminada.
Mas no silêncio da nave,
como um cinzel que batuca,
soa sempre um trucatruca
lento, pausado, suave,
truca, truca, truca, truca,
sob a abóbada romântica,
como um cinzel que batuca
numa insistência satânica:
truca, truca, truca, truca,
truca, truca, truca, truca.
Álvaro Gois,
Rui Mamede,
filhos de António Brandão,
naturais de Cantanhede,
ambos vivos ali estão,
truca, truca, truca, truca,
vestidos de sunobeco
e acocorados no chão,
truca, truca, truca, truca.
No friso, largo de um palmo,
que dá volta a toda a arca,
um cristo, de gesto calmo,
assiste ao chegar da barca.
Homens de vária feição,
barrigudos e contentes,
mostram, no riso dos dentes
o gozo da salvação.
Anjinhos de longas vestes,
e cabelo aos caracóis,
tocam pífaro celestes,
entre cometas e sóis.
Mulheres e homens, sem paz,
esgaseados de remorsos,
desistem de fazer esforços,
entregam-se a Satanás.
Fixando a pedra, mirando-a,
quanto mais o olhar se educa,
mais se estende o trucatruca
que enche a nave, transbordando-a,
truca, truca, truca, truca
truca, truca, truca, truca.
No desmedido caixão,
grande senhor ali jaz.
Pupilo de Satanás?
Alma pura, de eleição?
Dom Afonso ou Dom João?
Para o caso tanto faz.
"Quem veio ao meu show está dispensado de ir ao meu enterro", disse
Charles Trenet, pouco antes de morrer, na sua última apresentação na sala
Pleyel (Paris, abril de 2000).
Vítima de preconceito, por assumir abertamente a sua homossexualidade, e
obrigado a provar que não era judeu, na França ocupada pelos alemães,
Trenet produziu uma série de sucessos. Um deles - Douce France - tornou-se um hino da Resistência, durante a ocupação nazi.
Cantor, compositor, letrista de cerca de mil canções, artista plástico,
poeta e escritor, revolucionou a música francesa nos anos 40 com
versos inspirados e estética semelhante aos poemas de Paul Éluard e
Jacques Prévert. Por sua vez, influenciou compositores e intérpretes que
lhe sucederam, como Charles Aznavour, Jacques Brel e Georges Brassens.
Kelly Groucutt (born Michael William Groucutt; Coseley, 8 September 1945 – Worcester, 19 February 2009) was an English musician, and bassist and occasional vocalist for the English rock band Electric Light Orchestra (ELO), between 1974 and 1983. He was born in Coseley, West Midlands.
Early career
Groucutt
began his musical career at 15 as Rikki Storm of Rikki Storm and the
Falcons. He sang with multiple outfits during the 1960s, picking up the
guitar as he went along. Groucutt was also a member of a band called "Sight and Sound", and later with a band called "Barefoot".
Electric Light Orchestra
While playing with Barefoot in Birmingham, he was spotted by ELO's Jeff Lynne; and after Lynne, Bev Bevan and Richard Tandy had watched him play, he was invited to join ELO, to replace Mike de Albuquerque, who had recently left the band.
Upon joining, he was asked to adopt a stage name because ELO had
already had several members named Michael, Mike or Mik; he chose Kelly
as being a school nickname. ELO then set off on their Eldorado tour. The first Electric Light Orchestra album to feature Kelly on bass guitar and as a backing vocalist was Face the Music
(1975). He assumed lead vocal duties on one or two album tracks
typically, and his vocals can be heard on later ELO songs, most
prominently on songs such as "Nightrider"
(1975), "Poker" (1975), "Above the Clouds" (1976), "Across the Border"
(1977), "Night in the City" (1977), "Sweet is the Night" (1977) and "The Diary of Horace Wimp" (1979). Groucutt often displayed his operatic vocal talents during live performances of "Rockaria!" (1976), though these were not performed in the studio.
Groucutt continued contributing on the albums A New World Record (1976), Out of the Blue (1977), Discovery (1979), Xanadu (1980), Time (1981), and the early sessions for Secret Messages (1983). By Discovery,
Groucutt's role in the band was reduced by Lynne from co-lead vocals to
backing vocals exclusively, as well as his duties on bass.
In 1982, he released his self-titled, debut solo album, Kelly. This album featured fellow ELO members Bev Bevan, Richard Tandy, Mik Kaminski and their orchestral co-arranger and conductor Louis Clark.[8] In 2001, the album was remastered for CD.
Groucutt remained with ELO until the onset of the recording sessions for the album Secret Messages
in 1982. It was at this juncture that he left the band, unhappy with
royalty payments during his tenure, and made the decision to sue
management and band leader Jeff Lynne.
A settlement for the sum of £300,000 (equivalent to £1,019,700 in 2019)
was reached out of court prior to proceedings. He is credited with
playing bass on Secret Messages, although the 2018 album liner notes state that he only played on four songs ("Train of Gold" and "Rock n Roll is King" from the single disc release and "No Way Out" and "Beatles Forever") from the original double album.
During the mid-to-late 1980s, Groucutt worked further on his solo career, including the We Love Animals EP in 1985 to benefit the RSPCA.
OrKestra
In the late 1980s, he and former band mate Mik Kaminski
formed the group OrKestra. The pair quickly became dissatisfied with
the poor promotion and record label the band received, especially as
their first album, Beyond The Dream was delayed. Though at least one song was ready for use in the 1989 film Summer Job,
the album itself was not released until 1991. By that point, Kaminski
and Groucutt, joined by fellow ELO member Hugh McDowell, had guest
starred in a tour with ELO Part II. In 1992, Groucutt and Kaminski both joined ELO Part II.
In 1993, the group's second album, Roll Over Beethoven was
released under the OrKestra name, though by that point the band was
seemingly defunct. It included more material from Groucutt and
Kaminski's tenure in the band. It is unknown if OrKestra continued on
after the two left.
ELO Part II and The Orchestra
During
his time in ELO Part II, Groucutt frequently shared lead vocal duties
with Neil Lockwood, Phil Bates, Peter Haycock, and Eric Troyer. However,
Haycock and Lockwood both left the band shortly after Groucutt's
arrival. When the group released Moment of Truth,
Groucutt contributed the song "The Fox", and co-wrote "Blue Violin" and
"Twist of the Knife". Groucutt also appeared on the live albums Performing ELO's Greatest Hits Live and One Night - Live in Australia.
While Groucutt was primarily the group's bassist, during some songs he would play guitar instead.
When Bev Bevan sold his half of the rights to ELO back to Jeff
Lynne in 1999, Groucutt chose to remain with the group. It was renamed The Orchestra,
in an attempt to get past Lynne's refusal to allow this group to bank
on the past reputation of Groucutt, Kaminski, and Clark. He again made
writing contributions to the group's next album, No Rewind, by co-writing the closing track, "Before We Go".
Personal life
Kelly
Groucutt was married twice. His first marriage produced three sons
(Christopher, Steven, and Robin) and a daughter (Jenny). The birth of
his fourth child was around the same time he began to depart from ELO.
In 2006, Groucutt wed Anna-Maria Bialaga. They remained married until his death.
Death
On 18
February 2009, Groucutt returned from a sell-out show with The Orchestra
in Berlin. He suffered a heart attack shortly after, and died on the
19th at the Royal Worcester Hospital in Worcester. His family held a
small, exclusive concert with members from The Orchestra in his memory.
After a successful crowdfunding campaign was held by his family, a
plaque commemorating Groucutt was placed at his childhood home, where
his family lived from 1937 to 1992.
Filha mais nova de quatro filhos, Lee passou a sua infância e adolescência em Monroeville, mudando-se para Nova York em 1949. Em 11 de julho de 1960 publicou To Kill a Mockingbird, tornando-se sucesso de público e crítica, e desde então nunca mais lançou um livro até que fosse descoberto Go Set a Watchman, escondido numa caixa, e lançado em 2015.
Em 2007 foi premiada com a "Medalha Presidencial da Liberdade dos Estados Unidos" pelas suas contribuições para a literatura.
Muito reservada, não dava entrevistas há anos. Morreu de causas naturais, numa clínica para idosos, em Monroeville, em 19 de fevereiro de 2016.
O combate foi intenso, em parte devido à preparação japonesa, e as
tropas norte-americanas capturaram o ponto mais elevado da ilha, o Monte Suribachi,
perdendo 6.812 homens. O motivo para a invasão de Iwo Jima era capturar
as suas pistas de aviação, de modo a fornecer um local de aterragem e
de
reabastecimento para os bombardeiros norte-americanos no avanço para o Japão, enquanto também tornava possível a escolta dos bombardeiros por caças.
Anthony Frank "Tony" Iommi (Birmingham, 19 de fevereiro de 1948) é um músicobritânico. Ele é conhecido mundialmente por ser guitarrista e membro fundador da banda pioneira do metal Black Sabbath e do projeto Heaven & Hell, com o vocalista Dio. Foi considerado o 25º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. É amplamente considerado o principal contribuidor na criação do Heavy Metal. A Rolling Stone descreveu Iommi como o "Rei dos Riffs", com as faixas de Iron Man, Paranoid e War Pigs.
História do Quadrilheiro Manuel Domingos Louzeiro - Adriano Correia de Oliveira José Niza - António Aleixo
Já lá vai preso o ladrão Que em toda a parte aparecia Contam-se mais de um milhão De roubos que ele fazia. Contam-se mais de um milhão De roubos que ele fazia. Meus senhores vão ouvir A história do quadrilheiro Manuel Domingos Louzeiro, Que foi a pena cumprir, Enquanto alguém de Salir, Num primor de descrição, Lhe chama até “Lampeão”; Mas, salirenses honrados, Podeis dormir descansados, Que lá foi preso o ladrão. Já lá vai preso o ladrão Que em toda a parte aparecia Contam-se mais de um milhão De roubos que ele fazia. Contam-se mais de um milhão De roubos que ele fazia. Pelas coisas que o povo diz, Para uns, terrível bandido Para outros, grande infeliz. Mas eu, sem querer ser juiz, Vi que ele se despedia Da mulher com quem vivia Numa amizade sincera E não vi nele a tal fera Que em toda a parte aparecia. Já lá vai preso o ladrão Que em toda a parte aparecia Contam-se mais de um milhão De roubos que ele fazia. Contam-se mais de um milhão De roubos que ele fazia. Desse rei dos criminosos Direi aos que o conheceram, Poucos crimes apareceram E poucos são os queixosos; Apenas alguns medrosos Terrível fama lhe dão; Para a justiça só são Os seus crimes dois ou três, Mas coisas que ele não fez Contam-se mais de um milhão. Já lá vai preso o ladrão Que em toda a parte aparecia Contam-se mais de um milhão De roubos que ele fazia. Contam-se mais de um milhão De roubos que ele fazia. Por alguns sítios passava, Onde há só gente honradinha, Que roubava à vontadinha E que ninguém acusava; Tudo Domingos pagava, E ele às vezes nem sabia Que à sua sombra vivia Gente que passa por justa, Fazendo crimes à custa Dos roubos que ele fazia. Gente que passa por justa, Fazendo crimes à custa Dos roubos que ele fazia.
A Batalha de Almoster (por vezes também referida como Batalha de Santa Maria ou da Ponte de Santa Maria) foi travada em 18 de fevereiro de 1834, saldando-se por uma vitória das tropas liberais, comandadas pelo Marechal Saldanha, sobre as chamadas tropas absolutistas, ou legitimistas, comandadas pelo General Lemos.
Santarém era o fulcro da guerra civil, mas o domínio da fação miguelista não existia apenas nesta cidade. Com efeito, apesar de várias vitórias liberais, no Norte as províncias de Trás-os-Montes, Minho e Beira Alta estavam ainda em poder de D. Miguel, que contava além disso com um vasto número de milícias que lhe eram fiéis no sul do País.
Foi então que Saldanha,
comandante das forças liberais, estabeleceu o plano de, sem deixar de
manter o cerco a Santarém, atacar com uma parte das suas tropas as
cidades de Leiria e Coimbra,
o que teria por efeito isolar os miguelistas que resistiam na capital
ribatejana. As tropas de Saldanha fizeram a sua junção, em Rio Maior, com as que ele mandara ir de Lisboa e, em 16 de Janeiro de 1834,
foi lançado, por dois lados, o ataque a Leiria. Vendo-se na iminência
de ficar com a retirada cortada, os miguelistas abandonaram sem demora o
Castelo de Leiria e tentaram refugiar-se em Coimbra. Seguidamente, nos primeiros dias de fevereiro, o General Póvoas, comandante das tropas miguelistas, pôs em execução um plano para atacar os liberais que ocupavam Pernes e os que cercavam Santarém.
Prevendo a possibilidade de tal tentativa, Saldanha tomou as
precauções necessárias, fazendo com que o plano segurasse. Póvoas
estabeleceu então novo projeto, que se baseava num ataque a Ponte de Asseca
- em poder dos liberais - a fim de abrir caminho para Lisboa, onde
deveria eclodir uma revolução miguelista. Dividindo-se em dois, no dia 18 de fevereiro
os miguelistas fizeram marchar as cerca de 4.000 soldados do general
Póvoas sobre Ponte de Asseca, embora sem efetuarem um ataque em larga
escala que lhes permitisse conquistar posições. O seu objetivo era
fazer uma manobra de diversão, para que fosse o General Lemos, que
enquanto isso avançava com entre 4.500 e 5.000 homens em direção a
Almoster e Santa Maria, a romper as linhas dos liberais. Estes viam-se
assim obrigados a estender a sua cortina defensiva, enfraquecendo-a.
Contudo, os comandados de Saldanha tinham a seu favor o facto de o
terreno por si ocupado ser extremamente difícil de conquistar, pois
formava um desfiladeiro estreito, entre colinas cobertas de mato denso.
Embora Saldanha viesse mais tarde a ficar com a fama de ter
compreendido desde logo os intuitos de Lemos, armando por isso uma
cilada aos miguelistas ao alegadamente permitir de forma deliberada que
estes subissem o desfiladeiro uma vez passada a ponte de Santa Maria,
tal teoria carece de qualquer fundamento tendo em conta os relatos da
batalha de Luz Soriano e de outras crónicas coevas, tais como a do Barão de Saint Pardoux (A Guerra Civil em Portugal 1833-1834). Segundo se depreende claramente da leitura de Luz Soriano
(op. cit., tomo V, pp. 219–23), os liberais limitaram-se a seguir os
movimentos dos miguelistas, respondendo-lhes apressadamente quando estes
decidiram avançar, tendo Saldanha, mesmo nessa altura, dado mostras de
grande indecisão.
Atacando então primeiro em campo aberto e, uma vez passada a
ponte, pelo desfiladeiro acima (sempre debaixo de fogo inimigo), a
infantaria miguelista foi conquistando terreno com grande bravura, mas à
custa de pesadas baixas. Assim perderam a vida o General Santa Clara, quando carregava o inimigo à frente das suas tropas, e o Brigadeiro Brassaget,
que prontamente o substituiu na vanguarda ao vê-lo cair. A sorte das
armas manteve-se indecisa até ao momento em que, "por iniciativa
própria", segundo Luz Soriano (op. cit., tomo V, p. 221), o coronel Queirós
vislumbrou a hipótese de atacar os miguelistas de flanco e, à frente
dos batalhões de caçadores nº 2 e nº 12, cortou-lhes a retirada para a
ponte de Santa Maria, ao passo que, com os regimentos de infantaria nº 3
e nº 6, ficando o nº 1 de reserva, o brigadeiro Brito lançava uma impetuosa carga à baioneta. Quanto a Saldanha, comandava pessoalmente Infantaria nº 1 - o mesmo regimento com que detivera com notável mestria, mais de 20 anos antes, a célebre carga do Buçaco - e manteve-se sempre na retaguarda.
Só nessa altura os soldados de D. Miguel compreenderam a terrível
situação em que se encontravam. Vendo a sua infantaria em riscos de ser
dizimada, o General Lemos ainda fez avançar a cavalaria, mas o Brigadeiro Bacon,
à cabeça dos experientes Lanceiros da Rainha (que, à semelhança do que
acontecia em todo o exército liberal, contavam com um assinalável número
de mercenários estrangeiros, veteranos de outras guerras), fez gorar
mais esse intento dos miguelistas. A derrota destes foi pesada, e as
suas perdas excederam um milhar de homens. No entanto, a forma como
retiraram foi, do ponto de vista militar, irrepreensível, o que evitou
um número de baixas ainda maior. Do lado liberal houve também baixas de
vulto a lamentar, tendo sido particularmente sentida a morte do Coronel
Miranda (Luz Soriano, op. cit., tomo V, p. 223).
Esta Batalha de Almoster significou, na opinião de muitos, o desmoronar das esperanças do irmão de D. Pedro IV de reconquistar Lisboa e, possivelmente, de vencer a guerra.