sábado, novembro 30, 2024

Durante o Mandato Britânico da Palestina começou uma guerra civil há 77 anos

  
A guerra civil durante o Mandato da Palestina (também chamada de guerra palestino-sionista) ocorreu entre 30 de novembro de 1947 (um dia depois da aprovação, pelas Nações Unidas, do Plano de Partilha da Palestina, que marcou o fim do Mandato Britânico na região) e 14 de maio de 1948.

Este período é o primeira fase da Guerra da Palestina de 1948, durante a qual os judeus e os árabes da Palestina se confrontaram, enquanto os britânicos, que supostamente tinham a obrigação de manter a ordem e garantir a segurança da região, organizaram a sua retirada, intervindo apenas ocasionalmente.

A fase seguinte, a Guerra árabe-israelita de 1948, iniciou-se em 15 de maio de 1948, com o fim do Mandato Britânico e a criação do Estado de Israel, quando o conflito na Palestina se tornou uma guerra total entre o novo Estado judeu e os seus vizinhos árabes. 

A fase seguinte, a Guerra árabe-israelita de 1948, iniciou-se em 15 de maio de 1948, com o fim do Mandato Britânico e a criação do Estado de Israel, quando o conflito na Palestina tornou-se uma guerra total entre o novo Estado judeu e seus vizinhos árabes.

A guerra da Palestina de 1948 teve início em 30 de novembro de 1947 e perdurou até meados de 1949 na Palestina Mandatária.

A guerra é dividida em duas fases principais :

Os protagonistas e comentadores denominam esses eventos de maneiras diferentes: os palestiniana referem-se à Guerra Civil de 1947-1948 como Al-Naqba ou Al Nakba ("a catástrofe"), aludindo principalmente ao primeiro período, durante o qual os árabes foram vencidos pelas forças judaicas, e grande parte da população árabe da Palestina viveu um êxodo. Já do ponto de vista israelita, trata-se da Guerra da Independência ou Guerra da Libertação, expressão que concerne sobretudo ao segundo período, iniciado com a declaração de independência do Estado de Israel e seguida de confronto entre Israel e os Estados Árabes vizinhos.

A partir dos anos 80, após a abertura dos arquivos israelitas sobre a guerra da Palestina, o conflito foi objeto de novos estudos, realizados sobretudo pelos chamados Novos Historiadores, que reescreveram (ou, segundo os seus detratores, fabricaram) a história do conflito.

O último armistício assinado foi entre Israel e a Síria, em 20 de abril de 1949, porém nenhum acordo foi feito entre Israel e o Iraque, nem entre Israel e o Alto Comité Árabe.

A população árabe palestiniana incluía uma importante comunidade cristã, estabelecida principalmente em Haifa, Nazaré e no norte da Galileia.

 

O Zé Pedro, fundador e líder dos Xutos & Pontapés, morreu há sete anos...

(imagem daqui

 

 José Pedro Amaro dos Santos Reis, conhecido como Zé Pedro (Lisboa, 14 de setembro de 1956 – Lisboa, 30 de novembro de 2017), foi um músico português, guitarrista e fundador da banda de rock portuguesa Xutos & Pontapés.

  
Biografia
Filho de um militar, José Pedro Amaro dos Santos Reis, o seu nome completo, nasceu na noite do dia 14 de setembro de 1956, na ala do exército do Hospital da Estrela, em Lisboa.
Zé Pedro fundou os Xutos ao colocar um anúncio no jornal: "Baterista e baixista precisam-se para grupo punk". Zé Pedro é conhecido pela sua enorme alegria em cima do palco e fora dele.
Apesar de ser o guitarrista ritmo da banda, ele é considerado um ícone para o rock português e é compositor de alguns clássicos dos Xutos como "Submissão" (onde participa como vocalista) e "Não Sou o Único".
Em meados dos anos 90, durante uma pausa dos Xutos, participou em conjunto com o colega de banda, Kalú, na banda de Jorge Palma, Palma’s Gang.
Zé Pedro chegou a ser consumidor de drogas. Assumiu abertamente esse facto e orgulhava-se de estar completamente recuperado. Teve hepatite C desde 2001, doença que quase lhe custou a vida e o obrigou a um transplante de fígado (em 2011).
Em 2004, teve uma participação especial no filme Sorte Nula, de Fernando Fragata, tendo interpretado um recluso evadido. Foi a sua banda, Xutos & Pontapés, que fez a banda sonora desse mesmo filme.
Em 2007, uma das suas irmãs, Helena Reis lançou um livro com o nome "Não Sou o Único" que contava toda a vida do guitarrista.
Em 2011 forma o supergrupo Ladrões do Tempo, com Tó Trips (Dead Combo), Pedro Gonçalves (Dead Combo), Samuel Palitos (ex-Censurados) e Paulo Franco (Os Dias De Raiva e Dapunksportif). Esta banda iria surgir no álbum Convidado: Zé Pedro, editado em 2011 por Zé Pedro, com o tema "Mora Na Filosofia".
A 19 de janeiro de 2013 casou-se com Cristina Avides Moreira.
Faleceu no dia 30 de novembro de 2017, aos 61 anos de idade, em sua casa, vítima de doença prolongada de carácter hepático.
A TAP Air Portugal, companhia aérea de bandeira Portuguesa, renomeou de Zé Pedro um avião Airbus A321neo, em sua homenagem.
    
 

Billy Idol - 69 anos

 
William Albert Michael Broad
(Middlesex, 30 de novembro de 1955), mais conhecido pelo seu nome artístico de Billy Idol, é um músico britânico.
   
(...)
 

Iniciou a sua carreira musical como integrante do Bromley Contingent, um grupo de seguidores dos Sex Pistols, que incluía membros dos The Clash e Siouxsie and the Banshees. Billy uniu-se a Tony James (que depois foi para o Sigue Sigue Sputnik e Sisters of Mercy), ambos faziam parte da primeira formação da lendária e famosa banda punk Chelsea, logo depois deixaram os Chelsea e formaram a banda Generation X, cujo nome veio de um livro sobre a Cultura Rock da Juventude dos Anos 60. O Generation X que, além do próprio Idol na guitarra e voz, trazia Tony James no baixo e John Towe na bateria, faz sucesso em Londres em 1979.

Após três discos lançados, o grupo acaba em 1980 e já no ano seguinte, Billy Idol resolve investir numa carreira a solo. Mudou-se em definitivo para os Estados Unidos e ao lado do respeitadíssimo guitarrista Steve Stevens, lançou grandes hits como "Dancing With Myself", "Mony Mony", "White Wedding", "Rebel Yell", "Eyes Without a Face", "Flesh For Fantasy", "Sweet Sixteen", "Don't Need a Gun" e "Cradle Of Love".

Em 19 de janeiro de 1991, Billy Idol fez a sua primeira apresentação no Brasil, na segunda edição do Rock In Rio. No dia seguinte, ele fez outra apresentação no Festival, que foi decidida em cima da hora pela produção, para substituir Robert Plant (ex-Led Zeppelin), que tinha cancelado, na véspera, a sua apresentação. A justificativa: a Guerra do Golfo. Idol não deixou a desejar e protagonizou, novamente, uma das melhores apresentações daquele festival.

O cantor permaneceu um longo tempo em silêncio na década de 90, onde lançou apenas o álbum "Cyberpunk". Em 2002, ele gravou o acústico “Storytellers” para o canal de televisão norte-americano VH-1 e em 2005 volta aos tops com o álbum Devil's Playground.

Em 2008 lançou o CD e DVD "The Very Best Of Billy Idol: Idolize Yourself", uma coletânea dos principais sucessos e duas faixas novas, John Wayne e New Future Weapon.

   

 

Charles-Valentin Alkan nasceu há duzentos e onze anos...

  
Charles-Valentin Alkan (Paris, 30 de novembro de 1813 – Paris, 29 de março de 1888) foi um compositor francês judeu do período romântico e um dos maiores pianistas de seu tempo. As suas composições para piano são algumas das mais difíceis já escritas, desafiando virtuosi até aos dias de hoje.
       
 

Saudades de Fernando Assis Pacheco...


(imagem daqui)

 

A MISSÃO DOS SETENTA E DOIS


(1)

E depois disto designou o comandante
ainda outros setenta e dois e mandou-os
em fila adiante de si
por todos os matos e morros
aonde ele devera ter ido.
E dizia-lhes: grande é na verdade
a guerra, poucos os homens.
Rogai pois ao dono da guerra
que mande homens
para a sua (dele dono) guerra.
Ide, e olhai, que eu vos mando
como lobos entre cordeiros.

Levai bornal, cantil, calçado
de lona e a ninguém saudeis
senão com fogo pelo caminho.
Na cabana aonde entrardes
dizei primeiro do que tudo:
guerra seja nesta casa;
e se ali houver algum
filho da guerra descerá
sobre ele a vossa guerra;
porque senão a guerra, a guerra, a guerra
vos enganará.


(2)

Voltaram mais tarde os setenta e dois
muito alegres
dizendo: senhor, até mesmo
os demónios se nos submetem
em virtude do teu nome.
E o comandante lhes volveu:
eu via cair do céu
a Satanás, como um relâmpago.
Dei-vos então o poder
de pisardes serpentes, e escorpiões,
e toda a força do inimigo;
e nada vos fará dano.


(3)

Digo-vos que naquele dia
haverá menos rigor para Sodoma
do que para tal povo.
E tu, Quinguengo, que te elevaste
até ao alto da mata
- serás submergida até ao inferno.
Pois eu vos afirmo que foram
muitos os profetas e reis
que desejaram ver o que vós vedes, e não o viram;
e que desejaram ouvir o que vós ouvis
e não o ouviram.
Os PV-2 acertam sempre.



in
Katalabanza, Kilolo e Volta (1976) - Fernando Assis Pacheco

 

Tomás Leal da Câmara nasceu há 148 anos


Tomás Júlio Leal da Câmara (Pangim, Índia Portuguesa, 30 de novembro de 1876 - Rinchoa, 21 de julho de 1948) foi um pintor e caricaturista português. 

 

'Emile Chautemps' - desenho original publicado em "L'Assiette au beurre" - 1903

 

Oscar Wilde morreu há 124 anos

   
Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde, ou simplesmente Oscar Wilde (Dublin, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda, atual República da Irlanda, 16 de outubro de 1854 - Paris, França, 30 de novembro de 1900) foi um influente escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa. Depois de escrever de diferentes formas ao longo da década de 1880, ele tornou-se um dos dramaturgos mais populares de Londres, em 1890. Hoje é lembrado pelos seus epigramas e peças e pelas circunstâncias da sua prisão, que precedeu a sua morte precoce.

 

Requiescat

 

Tread lightly, she is near
    Under the snow,
Speak gently, she can hear
    The daisies grow.

All her bright golden hair
    Tarnished with rust,
She that was young and fair
    Fallen to dust.

Lily-like, white as snow,
    She hardly knew
She was a woman, so
    Sweetly she grew.

Coffin-board, heavy stone,
    Lie on her breast,
I vex my heart alone
    She is at rest.

Peace, Peace, she cannot hear
    Lyre or sonnet,
All my life’s buried here,
    Heap earth upon it.

 

Oscar Wilde

Jorge Negrete nasceu há 113 anos


Jorge Alberto Negrete Moreno (Guanajuato, 30 de noviembre de 1911 - Los Ángeles, California, 5 de diciembre de 1953), conocido como El Charro Cantor, fue un actor y cantante mexicano. Fundó el Sindicato de Trabajadores de la Producción Cinematográfica de la República Mexicana​ y reorganizó, junto con un grupo selecto de actores, la Asociación Nacional de Actores (ANDA).

 

in Wikipédia

 

Hoje não é dia de Fiesta...

O álbum The Wall foi lançado há quarenta e cinco anos...!

      
The Wall é o décimo primeiro álbum de estúdio da banda britânica de rock Pink Floyd. Lançado como álbum duplo em 30 de novembro de 1979 (e a 8 de dezembro de 1979 nos Estados Unidos) foi, posteriormente, tocado ao vivo, com efeitos teatrais, além de ter sido adaptado para o cinema.
Seguindo a tendência dos últimos três álbuns de estúdio da banda, The Wall é um álbum conceptual, tratando de temas como abandono e isolamento pessoal. Foi concebido, inicialmente, durante a turnê In the Flesh, em 1977, quando a frustração do baixista e letrista Roger Waters para com os seus espetadores tornou-se tão aguda que ele se imaginou construindo um muro entre o palco e o público.
The Wall é uma ópera rock centrada em Pink, um personagem fictício baseado em Waters. As experiências de vida de Pink começam com a perda do seu pai durante a Segunda Guerra Mundial, e continuam com a ridicularização e abusos por parte dos seus professores, com a sua mãe superprotetora e, finalmente, com o fim do seu casamento. Tudo isso contribui para um auto-imposto isolamento da sociedade, representada por uma parede metafórica.
O álbum contém um estilo mais duro e teatral do que os lançamentos anteriores dos Pink Floyd. O teclista Richard Wright deixou a banda durante a produção do álbum, continuando no processo como um músico pago, apresentando-se com o grupo na turnê The Wall. Comercialmente bem-sucedido desde o seu lançamento, o álbum foi um dos mais vendidos de 1980, vendendo mais de 11.5 milhões de unidades nos Estados Unidos, atingindo a primeira posição da Billboard. A revista Rolling Stone colocou The Wall na 87ª posição na sua lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos.
   

 

Cartola morreu há quarenta e quatro anos...

 
Angenor de Oliveira
, mais conhecido como Cartola (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 - Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980), foi um cantor, compositor, poeta e guitarrista brasileiro. Tendo como maiores sucessos, as músicas As Rosas Não Falam e O Mundo É um Moinho, é considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira.

Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro de Laranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda menino e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e viola. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.

Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça - seis anos mais velho - e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boémia, da malandragem e do samba. Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos - tendo terminado apenas o ensino primário. Arranjou emprego de servente de obra e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido "Cartola". Junto com um grupo de amigos sambistas do morro, Cartola criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira. Ele compôs também o primeiro samba para a escola de samba, "Chega de Demanda". Os sambas de Cartola popularizaram-se na década de 30, em vozes ilustres como Araci de Almeida, Carmen Miranda, Francisco Alves, Mário Reis e Sílvio Caldas.

Em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo e a sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como "As Rosas não Falam", "O Mundo É um Moinho", "Acontece", "O Sol Nascerá" (com Elton Medeiros), "Quem Me Vê Sorrindo" (com Carlos Cachaça), "Cordas de Aço", "Alvorada" e "Alegria". No final da década de 70, mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até à morte, em 1980.
 
 

O álbum Thriller foi lançado há quarenta e dois anos...!

  
Thriller
foi o sexto álbum de estúdio na carreira a solo de Michael Jackson, lançado a 30 de novembro de 1982, através da Epic Records. Assim como o álbum anterior do cantor, Off the Wall (1979), que foi aclamado e bem sucedido comercialmente, Thriller foi inteiramente produzido por Quincy Jones e co-produzido por Jackson. As gravações do projeto ocorreram entre 14 de abril a 8 de novembro de 1982 nos estúdios Westlake Recording. O orçamento total para a produção do disco foi de 750 mil dólares, financiados por Jones. Jackson compôs e co-produziu quatro das nove faixas do disco. Musicalmente, Thriller explora géneros semelhantes aos usados em Off the Wall, incluindo o pop, o pop rock, o pós-disco e o funk, além de estilos suaves, como a música contemporânea e o R&B.
O álbum foi aclamado por fãs e pelos media especializados, que frequentemente o citam como "um dos melhores álbuns da história". Consequentemente, venceu (um record) oito Grammy Awards em 1984, incluindo o de Album of the Year. Thriller foi bem sucedido comercialmente, liderando as tabelas do Canadá, dos Estados Unidos, do Reino Unido e de outras sete nações, tendo ficado entre as dez melhores posições em todas as tabelas em que entrou. Num ano tornou-se - e continua a ser - o álbum mais vendido de todos os tempos, com vendas de 65 milhões de cópias em todo o mundo. Adicionalmente, converteu-se no álbum mais vendido de todos os tempos nos Estados Unidos, vendendo 29 milhões de cópias no país. Todos os cinco singles do disco ficaram entre as dez melhores posições nos Estados Unidos, entre os quais "Billie Jean" e "Beat It", que lideraram a tabela musical Billboard Hot 100.
Com Thriller, o cantor quebrou preconceitos e barreiras raciais na música pop com as suas apresentações na MTV, além de seu encontro na Casa Branca com Ronald Reagan, então presidente dos Estados Unidos. O disco foi o primeiro a ter vídeos musicais como materiais de divulgação bem sucedidos; os vídeos de "Billie Jean", "Beat It" e "Thriller" eram constantemente transmitidos na MTV, sendo que o vídeo musical da última citada tem sido frequentemente citado como o "melhor vídeo musical de todos os tempos". Em 2001, Thriller foi relançado, com entrevistas audíveis, uma gravação demonstrativa, a faixa "Someone in the Dark", contida na banda sonora do filme E.T. the Extra-Terrestrial e vencedora de um Grammy Award, e "Carousel", retirada da lista final de faixas do álbum. O disco foi novamente relançado em 2008 intitulado de Thriller 25 com duas novas capas, remisturas com artistas contemporâneos, uma canção inédita e um DVD que inclui curtas-metragens do álbum e a apresentação de "Billie Jean" durante o evento Motown 25.
O álbum ficou colocado na 20ª posição entre os 500 melhores álbuns de todos os tempos, publicado em 2003 pela revista Rolling Stone; a National Association of Recording Merchandisers colocou Thriller no terceiro lugar na lista dos 200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame. O disco foi incluído no National Recording Registry da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que lista gravações significativas, e o vídeo musical da faixa homónima foi colocado pelo National Film Registry na Preservation Board, que compila os "filmes historicamente, culturalmente ou esteticamente significativos". Em 2012, a revista Slant Magazine colocou Thriller na primeira posição entre os "melhores álbuns dos anos 80".
 

 


Dougie Poynter, baixista dos McFly, nasceu há 37 anos


Dougie Lee Poynter (Essex, 30 de novembro de 1987) é o baixista da banda britânica McFly, ao lado de Danny Jones, Tom Fletcher e Harry Judd. Ele foi escolhido para entrar no McFly aos 15 anos, após audições feitas por Tom Fletcher e Danny Jones, ao lado de Harry Judd, que entrou como baterista. Ele toca baixo, viola, guitarra e faz o vocal de apoio nos McFLY, ocasionalmente fazendo solos vocais e instrumentais. Ele também escreveu o single "Transylvania", com Tom Fletcher, entre outras canções, como "Silence is a Scary Sound" e "Ignorance".
 
 

Magnus Carlsen, ex-campeão de Xadrez, faz hoje 34 anos

    

Sven Magnus Øen Carlsen (Tønsberg, 30 November 1990) is a Norwegian chess grandmaster. He is a five-time World Chess Champion, the reigning four-time World Rapid Chess Champion, the reigning six-time World Blitz Chess Champion, and the reigning Chess World Cup Champion. He has held the No. 1 position in the FIDE world chess rankings since 1 July 2011 and trails only Garry Kasparov in time spent as the highest-rated player in the world. His peak rating of 2882 is the highest in history. He also holds the record for the longest unbeaten streak at the elite level in classical chess.

A chess prodigy, Carlsen finished first in the C group of the Corus chess tournament shortly after he turned 13 and earned the title of grandmaster a few months later. At 15, he won the Norwegian Chess Championship, and at 17 he finished joint first in the top group of Corus. He surpassed a rating of 2800 at 18, the youngest at the time to do so. In 2010, at 19, he reached No. 1 in the FIDE world rankings, the youngest person ever to do so.

Carlsen became World Chess Champion in 2013 by defeating Viswanathan Anand. He retained his title against Anand the following year and won both the 2014 World Rapid Championship and World Blitz Championship, becoming the first player to hold all three titles simultaneously, a feat which he repeated in 2019 and 2022. He defended his classical world title against Sergey Karjakin in 2016, Fabiano Caruana in 2018, and Ian Nepomniachtchi in 2021. He declined to defend his title against Nepomniachtchi in 2023, citing a lack of motivation.

Known for his attacking style as a teenager, Carlsen has since developed into a universal player. He uses a variety of openings to make it harder for opponents to prepare against him and reduce the utility of pre-game computer analysis.
   

Fernando Assis Pacheco morreu há vinte e nove anos...

(imagem daqui)
        
Fernando Santiago Mendes de Assis Pacheco (Coimbra, 1 de fevereiro de 1937 - Lisboa, 30 de novembro de 1995) foi um jornalista, crítico, tradutor e escritor português.
Licenciado em Filologia Germânica pela Universidade de Coimbra, viveu nesta cidade até iniciar o serviço militar, em 1961. Filho de pai médico e de mãe doméstica, o seu avô materno era galego (e casado com uma lavradeira da Bairrada) e o seu avô paterno era roceiro em São Tomé.
Enquanto jovem, foi ator amador de teatro (no TEUC e CITAC) e redator da revista Vértice, o que lhe permitiu privar de perto com o poeta neo-realista Joaquim Namorado e com poetas da sua geração, como Manuel Alegre e José Carlos de Vasconcelos.
Cumpriu parte do serviço militar em Portugal entre 1961 e 1963, tendo seguido como expedicionário para Angola, onde esteve até 1965. Inicialmente integrado num batalhão de cavalaria, viria a ser recolocado nos serviços auxiliares e colocado no Quartel-General da Região Militar de Angola.
Publicou a primeira obra em Coimbra, com o patrocínio paterno, não obstante se encontrar, na altura, em África. Cuidar dos Vivos é o título do livro de estreia - poemas de protesto político e cívico, com afloramento dos temas da morte e do amor. Em apêndice, dois poemas sobre a guerra em Angola, que terão sido dos primeiros publicados sobre este conflito. O tema da guerra em África voltaria a impor-se em Câu Kiên: Um Resumo (1972), ainda que sob "camuflagem vietnamita", livro que em 1976 conheceria a sua versão definitiva: Katalabanza, Kilolo e Volta.
Memória do Contencioso (1980) reúne "folhetos" publicados entre 1972 e 1980, e Variações em Sousa (1987) constitui um regresso aos temas da infância e da adolescência, com Coimbra como cenário, e refinando uma veia jocosa e satírica já visível nos poemas inaugurais. A novela Walt (1978) comprova-o exuberantemente. Era notável em Assis Pacheco a sua larga cultura galega, aliás sobejamente explanada em alguns dos seus textos jornalísticos e no seu livro Trabalhos e Paixões de Benito Prada. Em A Musa Irregular (1991) reuniu toda a sua produção poética.
Nunca conheceu outra profissão que não fosse o jornalismo: deixou a sua marca de grande repórter no Diário de Lisboa, na República, no JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias, no Musicalíssimo e no Se7e, onde foi diretor-adjunto. Foi também redator e chefe de Redação de O Jornal, semanário onde durante dez anos exerceu crítica literária, e colaborador da RTP.
Traduziu para português obras de Pablo Neruda e Gabriel García Márquez.
Casou a 4 de fevereiro de 1963 com Maria do Rosário Pinto de Ruella Ramos (nascida a 27 de julho de 1941), filha de João Pedro de Ruella de Almeida Ramos e de sua mulher, Germana Marques Vieira Pinto, e de quem teve cinco filhas e um filho.
   
  
Um Campo Batido pela Brisa

A tua nudez inquieta-me.

Há dias em que a tua nudez
é como um barco subitamente entrado pela barra.
Como um temporal. Ou como
certas palavras ainda não inventadas,
certas posições na guitarra
que o tocador não conhecia.

A tua nudez inquieta-me. Abre o meu corpo
para um lado misterioso e frágil.
Distende o meu corpo. Depois encurta-o e tira-lhe
contorno, peso. Destrói o meu corpo.
A tua nudez é uma violência
suave, um campo batido pela brisa
no mês de Janeiro quando sobem as flores
pelo ventre da terra fecundada.

Eu desgraço-me, escrevo, faço coisas
com o vocabulário da tua nudez.
Tenho «um pensamento despido»;
maturação; altas combustões.
De mão dada contigo entro por mim dentro
como em outros tempos na piscina
os leprosos cheios de esperança.
E às vezes sucede que a tua nudez é um foguete
que lanço com mão tremente desastrada
para rebentar e encher a minha carne
de transparência.

Sete dias ao longo da semana,
trinta dias enquanto dura um mês
eu ando corajoso e sem disfarce,
ilumindo, certo, harmonioso.
E outras vezes sucede que estou: inquieto.
Frágil.
Violentado.

Para que eu me construa de novo
a tua nudez bascula-me os alicerces.


in A Musa Irregular (1991) - Fernando Assis Pacheco

Jesus Correia, o último dos Cinco Violinos, morreu há vinte e um anos...

(imagem daqui)
   
António Jesus Correia, nascido a 3 de abril de 1924, em Paço de Arcos, foi um desportista de eleição, como houve poucos na história de Portugal. Versátil, jogou em simultâneo futebol e hóquei em patins. Era sem dúvida um desportista de dois amores, praticando ambas as modalidades ao mais alto nível.
No futebol, onde jogava a extremo-direito, fez parte dos famosos Cinco Violinos, conquistando para o Sporting Clube de Portugal cinco campeonatos nacionais e três taças de Portugal. No início de 1947 alcançou a estreia na Seleção Portuguesa de Futebol, onde jogou até 1952, com um total de 13 internacionalizações.
No hóquei, jogou no Paço de Arcos, onde foi oito vezes campeão nacional, entre 1942 e 1955. Para além de ser campeão nacional, somou ainda seis títulos mundiais.
Na época de 1952/53, quando tinha 28 anos, o Sporting quis ter o seu passe em exclusivo, pelo que Jesus Correia foi obrigado a optar entre o futebol e o hóquei em patins. Optou pelo hóquei, o seu primeiro amor, dizendo então adeus ao futebol de alta competição.
Foi um marco no desporto nacional, que ainda hoje inspira gerações. Morreu a 30 de novembro de 2003, quando era o último dos Cinco Violinos ainda com vida.
     
   
in Wikipédia

Porque um Poeta nunca morre, enquanto é lido e recordado...

 Fernando Pessoa e Brasília - Blog do Severino Francisco

 

GLÁDIO

   

                 A Alberto Da Cunha Dias

   

Deu-me Deus o Seu Gládio, porque eu faça

        A Sua santa guerra.

Sagrou-me Seu em génio e em desgraça

As horas em que um frio vento passa

        Por sobre a fria terra.

  

Pôs-me as mãos sobre os ombros e dourou‑me

        A fronte com o olhar:

E esta febre de Além, que me consome,

E este querer-justiça são Seu Nome

        Dentro em mim a vibrar.

  

E eu vou, e a luz do Gládio erguido dá

        Em minha face calma.

Cheio de Deus, não temo o que virá,

Pois, venha o que vier, nunca será

        Maior do que a minha Alma!

 

in Orpheu, nº 3 - Fernando Pessoa

Saudades do Zé Pedro...

Há setenta nos o meteorito Sylacauga caiu na Terra - e em cima de um humano...!

A slice of the meteorite, the National Museum of Natural History, the Smithsonian, DC
   
The Sylacauga meteorite fell on November 30, 1954, at 14:46 local time (18:46 UT) in Oak Grove, Alabama, near Sylacauga. It is commonly called the Hodges meteorite because a fragment of it struck Ann Elizabeth Hodges (1920–1972).

Importance
The Sylacauga meteorite is the first documented extraterrestrial object to have injured a human being in the USA. The grapefruit-sized fragment crashed through the roof of a frame house, bounced off a large wooden console radio, and hit Hodges while she napped on a couch. The 34-year-old woman was badly bruised on one side of her body but able to walk. The event received worldwide publicity.
The Sylacauga meteorite is not the only extraterrestrial object to have struck a human. A manuscript published at Tortona, Italy, in 1677 tells of a Milanese friar who was killed by a meteorite. In 1992 a small meteorite fragment (3 g) hit a young Ugandan boy in Mbale, but it had been slowed down by a tree and did not cause any injury.

Fireball
The meteor made a fireball visible from three states as it streaked through the atmosphere, even though it fell early in the afternoon. There were also indications of an air blast, as witnesses described hearing "explosions or loud booms".

Following events
The United States Air Force sent a helicopter to take the meteorite. Eugene Hodges, the husband of the woman who was struck, hired a lawyer to get it back. The Hodges' landlord, Bertie Guy, also claimed it, wanting to sell it to cover the damage to the house. There were offers of up to $5,000 for the meteorite. By the time it was returned to the Hodgeses, over a year later, public attention had diminished, and they were unable to find a buyer willing to pay.
Ann Hodges was uncomfortable with the public attention and the stress of the dispute over ownership of the meteorite. She donated it to the Alabama Museum of Natural History in 1956.
The day after the fall, local African-American farmer Julius McKinney came upon the second-largest fragment from the same meteorite. An Indianapolis-based lawyer purchased it for the Smithsonian Institution. The McKinney family was able to use the money to purchase a car, new house, and land.

Fragments
Upon the entry within the atmosphere the Sylacauga meteorite fragmented in at least 3 pieces:
  • The Hodges fragment (3.86 kilograms - 33°11′18.1″N 86°17′40.2″W) struck Ann Elizabeth Hodges.
  • The McKinney fragment (1.68 kilograms - 33°13′08.4″N 86°17′20.7″W) was found the next day December 1, 1954 by Julius Kempis McKinney, an African-American farmer, who sold the meteorite fragment he found to purchase a house and more land.
  • A third fragment is believed to have impacted somewhere near Childersburg (a few km north-west of Oak Grove).

Classification
The Sylacauga meteorite is classified as an ordinary chondrite of H4 group.

Orbit
The meteoroid came in on the sunward side of the Earth, so when it hit it had passed the perihelion and was travelling outward from the Sun. Considering the orbit estimations, the best candidate as parent body is 1685 Toro.




Moody Jacobs shows a giant bruise on the side and hip of his patient, Ann Hodges, in 1954, after she was struck by a meteorite


Interior view of a hole in the ceiling of the rental home where Ann Elizabeth Hodges and her husband lived, through which she was struck by a falling meteorite, Sylacauga, Alabama

Christine McVie, uma das vocalistas dos Fleetwood Mac, morreu há dois anos...


Christine Anne McVienée Perfect (Greenodd, 12 July 1943 – London, 30 November 2022) was an English musician, singer and songwriter. She was best known as keyboardist and one of the vocalists of Fleetwood Mac.

McVie was a member of several bands, notably Chicken Shack, in the mid-1960s British Blues scene. She began working with Fleetwood Mac in 1968, initially as a session player, before joining the band in 1970. Her first compositions with Fleetwood Mac appeared on their fifth album, Future Games. She remained with the band through many changes of line-up, writing songs and performing lead vocals before partially retiring in 1998. McVie was described as "the prime mover behind some of Fleetwood Mac's biggest hits" and eight songs she wrote or co-wrote, including "Don't Stop", "Everywhere" and "Little Lies", appeared on Fleetwood Mac's 1988 Greatest Hits album. She appeared as a session musician on the band's last studio album, Say You Will. She also released three solo studio albums.

As a member of Fleetwood Mac, McVie was inducted into the Rock and Roll Hall of Fame and in 1998 received the Brit Award for Outstanding Contribution to Music. In the same year, after almost 30 years with Fleetwood Mac, she left the band and lived in semi-retirement, releasing a solo album in 2004. She appeared on stage with Fleetwood Mac at the O2 Arena in London in September 2013 and rejoined the band in 2014 prior to their On with the Show tour.

McVie received a Gold Badge of Merit Award from BASCA, now The Ivors Academy, in 2006. She received the Ivor Novello Award for Lifetime Achievement from the British Academy of Songwriters, Composers and Authors in 2014 and was honoured with the Trailblazer Award at the UK Americana Awards in 2021. She was also the recipient of two Grammy Awards.

     

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McVie married John McVie in 1968, with Peter Green as best man. Instead of a honeymoon, they celebrated at a hotel in Birmingham with Joe Cocker, who happened to be staying there, before going on the road with their own bands. The couple divorced in 1976, but remained friends and maintained a professional partnership. During the production of Rumours, Christine had an affair with Fleetwood Mac's lighting engineer, Curry Grant, which inspired the song "You Make Loving Fun". From 1979 to 1982, she dated Dennis Wilson of the Beach Boys. McVie married Portuguese keyboardist and songwriter Eddy Quintela on 18 October 1986. Quintela and McVie collaborated on a number of songs together, including "Little Lies". They divorced in 2003, and Quintela died in 2020.

During the height of Fleetwood Mac's success in the 1970s, McVie resided in Los Angeles in a house that had previously been owned by Joan Collins and by Elton John. In 1990, she moved to a Grade II-listed Tudor manor house in Wickhambreaux, near Canterbury in Kent, to which she retired after leaving Fleetwood Mac in 1998, and worked on her solo material. For years McVie found inspiration in the home's country setting, not only writing songs there, but also restoring the house. After rejoining Fleetwood Mac in 2014, she began spending more time in London, and put the house on the market in 2015.

   

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McVie died in hospital on 30 November 2022, at the age of 79. Her death was announced by her family through social media. In a statement following her death, Fleetwood Mac said that she was "the best musician anyone could have in their band and the best friend anyone could have in their life". Fellow band member Stevie Nicks said McVie had been her "best friend in the whole world". According to her death certificate revealed in April 2023, McVie died of a stroke and suffered from metastatic cancer of unknown primary origin.

 

in Wikipédia

 

Shane MacGowan, o vocalista dos The Pogues morreu há um ano...

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Shane Patrick Lysaght MacGowan (Pembury, 25 December 1957 – Dublin, 30 November 2023) was an Irish singer and songwriter who was best known as the lead singer and songwriter of Celtic punk band the Pogues. Many of his songs were influenced by Irish nationalism, Irish history, the experiences of the Irish diaspora (particularly in England and the United States), and London life in general. He often cited the 19th-century Irish poet James Clarence Mangan and playwright Brendan Behan as influences.

Born in Kent, England, to Irish parents, MacGowan joined the punk band The Nipple Erectors before founding the Pogues in 1982. He drew upon his Irish heritage when founding The Pogues and changed his early punk style for a more traditional sound with tutoring from his extended family. Between 1985 and 1987, he co-wrote the Christmas hit singles "Fairytale of New York", which he performed with Kirsty MacColl. Other notable songs he performed with The Pogues include "Dirty Old Town", "Sally MacLennane" and "The Irish Rover". In the following years MacGowan and The Pogues released several albums including their most critically acclaimed album, If I Should Fall from Grace with God (1988), which also marked the high point of the band's commercial success.

After The Pogues fired MacGowan for unprofessional behaviour mid-tour, he formed a new band, Shane MacGowan and The Popes, with whom he recorded two studio albums. In 2001, MacGowan rejoined The Pogues for reunion shows and remained with the group until 2014. MacGowan produced his own solo material and collaborated with artists such as The Dubliners, Joe Strummer, Nick Cave, Steve Earle, Sinéad O'Connor and Ronnie Drew. Throughout his life MacGowan suffered physically from years of binge drinking. In 2001, MacGowan coauthored the autobiographical book A Drink with Shane MacGowan with his then partner, later wife, Victoria Mary Clarke.



MacGowan depicted in the painting Boy from the County Hell by Brian Whelan
 
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It was reported in July 2023 that MacGowan was hospitalised in the intensive care unit (ICU). Following treatment for an infection, he was discharged in November. He made his last public statement on November 16, 2023, complimenting Travis Kelce's cover of "Fairytale of New York". MacGowan died, at home with his wife by his side, on 30 November 2023.

Following MacGowan's death, Michael D. Higgins, President of Ireland, said: "Shane will be remembered as one of music’s greatest lyricists. So many of his songs would be perfectly crafted poems, if that would not have deprived us of the opportunity to hear him sing them. The genius of Shane’s contribution includes the fact that his songs capture within them, as Shane would put it, the measure of our dreams - of so many worlds, and particularly those of love, of the emigrant experience and of facing the challenges of that experience with authenticity and courage, and of living and seeing the sides of life that so many turn away from."