quarta-feira, fevereiro 08, 2023
Maria I, Rainha da Escócia, foi executada há 436 anos
Postado por Fernando Martins às 04:36 0 comentários
Marcadores: Escócia, pena de morte, Rainha Maria I da Escócia
A batalha nipo-russa de Port Arthur começou há 119 anos
Antecedentes
A Guerra Russo-Japonesa começou com um ataque preventivo pela Marinha Imperial Japonesa contra a frota do Pacífico russa baseada em Port Arthur e em Chemulpo. O plano inicial do Almirante Togo era atacar Port Arthur com a 1ª Divisão da Frota Combinada, que consistia de seis pré-encouraçados, liderados pela capitânia Mikasa e a 2ª Divisão, que consistia de cruzadores blidados. Esses navios estavam acompanhados por 15 contratorpedeiros e 20 navios menores. Na reserva, estavam os cruzadores. Com essa força grande, bem treinada e bem armada, e com o fator surpresa ao seu lado, o Almirante Togo esperava causar um grande dano para a frota russa logo após o rompimento das relações diplomáticas entre os governos japonês e russo.
Do lado russo, o Almirante Stark tinha os pré-encouraçados, auxiliados pelos cruzadores leves ou cruzadores protegidos, todos baseados sob a proteção da base naval fortificada de Port Arthur. No entanto, as defesas de Port Arthur não eram tão fortes quanto se esperava, com poucas baterias de artilharia de costa operacionais, fundos para melhorar as defesas foram desviados para as proximidades de Dalian, e a maioria dos oficias estavam celebrando numa festa organizada pelo Almirante Stark na noite de 9 de fevereiro de 1904.
Como o Almirante Togo recebeu informações falsas de espiões locais de Port Arthur de que as guarnições dos fortes que protegiam o porto estavam em alerta máximo, ele não estava disposto a arriscar os seus preciosos navios frente à artilharia russa e, por isso, reteve a sua frota principal da batalha. Ao invés disso, as forças de destroyers foi dividida em dois esquadrões de ataque, um para atacar Port Arthur e outro para atacar a base russa em Dalian.
O ataque noturno de 8-9 de fevereiro de 1904
Por volta das 22.30 horas de 8 de fevereiro de 1904, o esquadrão de ataque a Port Arthur de dez navios encontrou uma frota russa de patrulhamento. Os russos receberam ordem para não iniciar combate, e reportaram o contacto para o quartel-general. No entanto, como resultado do encontro, dois destroyers japoneses colidiram e recuaram, com os restantes a dispersar. Por volta de 00.28 horas de 9 fevereiro de 1904, os primeiros quatro destroyers japoneses aproximaram-se de Port Arthur sem serem observados e lançaram um ataque de torpedo contra um cruzador russo (que foi atingido, começou a arder e afundou) e o Retvizan (que teve o seu casco furado). Os outros navios japoneses tiveram menos sucesso, muitos dos torpedos caíram nas redes de torpedos, que efetivamente preveniram que a maioria dos torpedos atingissem os pontos vitais dos navios russos. Outros destroyers chegaram muito tarde para beneficiar do fator surpresa, fazendo os seus ataques individualmente, ao invés de fazer em grupo. No entanto, eles foram capazes de danificar o mais poderoso navio da frota russa, o Tsesarevich. O destroyer japonês Oboro fez o último ataque, por volta das 02.00 horas da madrugada, quando os russos estavam completamente acordados, e os seus holofotes e artilharia fizeram qualquer ataque de torpedo impossível.
Apesar das condições ideais de um ataque surpresa, os resultados foram relativamente fracos. Dos dezasseis torpedos atirados, todos, exceto três, perderam-se ou não explodiram. Mas a sorte também estava contra os russos pois dois dos três torpedos atingiram os seus melhores navios, o Retvizan e o Tsesarevich foram colocados fora de ação durante semanas, assim como o cruzeiro protegido Pallada.
Combate de superfície de 9 de fevereiro de 1904
Após o ataque noturno, o Almirante Togo enviou o seu subordinado, o Vice-Almirante Shigeto Dewa, com quatro cruzadores em uma missão de reconhecimento às 08.00 horas da manhã para observar a ancoragem de Port Arthur e para avaliar os danos. Às 09.00 horas, o Almirante Dewa estava perto o suficiente para ver a frota russa, através da névoa da manhã. Ele observou 12 navios de guerra e cruzadores, três ou quatro danificados. Os navios menores fora da entrada do porto pareciam estar em desordem. Dewa aproximou-se até cerca de 7 km do porto, mas, como ninguém se apercebeu da presença dos navios japoneses, ele convenceu-se que o ataque noturno paralisou com sucesso a frota russa, e enviou o relatório para o Almirante Togo.
Não sabendo que a frota russa estava pronto para a batalha, Dewa avisou o Almirante Togo que o momento era de extrema vantagem para a frota principal para um ataque rápido. Embora Togo preferisse atrair a frota russa para longe da proteção das baterias em terra, as conclusões otimistas de Dewa fizeram-no acreditar que o risco era justificado. O Almirante Togo ordenou que a Primeira Divisão atacasse o porto, com a Terceira Divisão em reserva na retaguarda.
Ao aproximarem-se de Port Arthur, os japoneses vieram ao encontro do cruzador russo Boyarin, que estava em patrulha. O Boyarin atacou o Mikasa de uma grande distância, depois virou e fugiu. Por volta de meio-dia, numa faixa de 5 milhas, o combate começou entre as frotas japonesas e russas. Os japoneses concentraram o fogo de seus canhões 12" nas baterias terrestres, enquanto usavam os seus 8" e 6" contra os navios russos. A mira era má dos dois lados, mas os japoneses danificaram severamente o Novik, Petropavlovsk, Poltava, Diana e Askold. Entretanto, logo se tornou evidente que o Almirante Dewa cometeu um erro crítico, os russos recuperaram do ataque inicial e os seus navios de batalha moveram-se. Nos primeiros cinco minutos da batalha, o Mikasa foi atingido por um escudo ricocheteador, que se queimou sobre ele, ferindo o engenheiro chefe, o tenente e cinco outros oficiais e homens.
Às 12.00 horas, o Almirante Togo decidiu dar meia volta e escapar da armadilha. Era uma manobra de alto risco, que expôs a frota às baterias terrestres russas. Apesar da artilharia pesada, os navios de guerra japoneses completaram a manobra e rapidamente retiraram-se. O Shikishima, Mikasa, Fuji e Hatsuse foram danificados, recebendo 7 tiros. Alguns tiros também foram feitos nos cruzadores do Almirante Hikonojo Kamimura, quando eles atingiam o ponto de viragem. Os russos, por sua vez, receberam cerca de 5 tiros, distribuídos entre os navios Petropavlavsk, Pobeda, Poltava, e Sevastopol. Ao mesmo tempo, o cruzador Novik chegou a 3 mil metros de distância dos cruzadores japoneses e lançou uma salva de torpedos. Todos se perderam, embora o Novik tenha recebido um tiro grave no casco, abaixo do nível da água.
Era óbvio que o Almirante Dewa não tinha conseguido realizar a sua missão de reconhecimento perto o suficiente, e uma vez que a má situação terrestre russa era aparente, a objeção do Almirante Togo para atacar o inimigo sob o fogo das baterias terrestres era justificado.
A declaração de guerra entre Japão e Rússia foi emitida a 10 de fevereiro de 1904, um dia depois da batalha. O ataque, realizado contra um inimigo despretensioso e não preparado em tempos de paz, foi muito comparado com a Batalha de Pearl Harbor
Postado por Fernando Martins às 01:19 0 comentários
Marcadores: batalha de Port Arthur, China, Coreia, Guerra Russo-Japonesa, Japão, Manchúria, Port Arthur, Rússia
O Nascimento de uma Nação, o famoso e controverso filme, foi lançado há 108 anos
Postado por Fernando Martins às 01:08 0 comentários
Marcadores: cinema, cinema mudo, D. W. Griffith, Ku Klux Klan, O Nascimento de uma Nação, racismo, The Birth of a Nation, USA
O poeta Augusto Frederico Schmidt morreu há 58 anos
Noites, estranhas noites, doces noites!
A grande rua, lampiões distantes,
Cães latindo bem longe, muito longe.
O andar de um vulto tardo, raramente.
Noites, estranhas noites, doces noites!
Vozes falando, velhas vozes conhecidas.
A grande casa; o tanque em que uma cobra,
Enrolada na bica, um dia apareceu.
A jaqueira de doces frutos, moles, grandes.
As grades do jardim. Os canteiros, as flores.
A felicidade inconsciente, a inconsciência feliz.
Tudo passou. Estão mudas as vozes para sempre.
A casa é outra já, são outros os canteiros e as flores
Só eu sou o mesmo, ainda: não mudei!
Augusto Frederico Schmidt
Postado por Fernando Martins às 00:58 0 comentários
Marcadores: Augusto Frederico Schmidt, editores, Modernismo brasileiro, poesia
O meteorito de Allende caiu, no México, há 54 anos
Postado por Fernando Martins às 00:54 0 comentários
Marcadores: Allende, impactes meteoríticos, meteorito, meteorito Allende, México, Panguite, Sistema Solar
Guy-Manuel de Homem-Christo, músico francês de ascendência portuguesa, faz hoje 49 anos
Postado por Fernando Martins às 00:49 0 comentários
Marcadores: Daft Punk, dance music, disco, França, French house, funk, Guy-Manuel de Homem-Christo, House, música, Música electrónica, nu-disco, Something About Us
Phoenix, baixista dos Linkin Park, faz hoje 46 anos
Postado por Fernando Martins às 00:46 0 comentários
Marcadores: Leave Out All The Rest, Linkin Park, música, nu metal, Phoenix, rapcore
Jeremy Davis, baixo dos Paramore, faz hoje 38 anos
Jeremy Clayton Davis, (North Little Rock, Arkansas, 8 de fevereiro de 1985) é um baixista norte-americano, famoso por tocar na banda de rock alternativo Paramore.
Postado por Fernando Martins às 00:38 0 comentários
Marcadores: baixo, Jeremy Davis, Misery Business, Paramore, pop punk, pop rock, Power pop, Rock, Rock alternativo
Del Shannon suicidou-se há trinta e três anos...
Del Shannon (Grand Rapids, Michigan, 30 de dezembro de 1934 - Santa Clarita, Califórnia, 8 de fevereiro de 1990) foi um famoso cantor e compositor norte-americano. O seu nome completo de batismo era Charles Weedon Westover.
Postado por Fernando Martins às 00:33 0 comentários
Marcadores: country rock, Del Shannon, hard rock, música, Rock, Runaway, suicídio
O Czar Pedro I da Rússia morreu há 298 anos
Postado por Fernando Martins às 00:29 0 comentários
Marcadores: Czar, dinastia dos Romanov, Monarquia, Pedro o Grande, Rússia
Pena Branca morreu há treze anos...
Postado por Fernando Martins às 00:13 0 comentários
Marcadores: Brasil, música, música sertaneja, Pena Branca, Pena Branca e Xavantinho, Poeira, reisado, Santos Reis, world music
terça-feira, fevereiro 07, 2023
Hoje é dia de recordar com uma canção um Poeta...
Cantilena
Cortaram as asas
ao rouxinol
Rouxinol sem asas
não pode voar.
Quebraram-te o bico,
rouxinol!
Rouxinol sem bico
não pode cantar.
Que ao menos a Noite
ninguém, rouxinol!,
ta queira roubar.
Rouxinol sem Noite
não pode viver.
Sebastião da Gama
Postado por Pedro Luna às 11:11 0 comentários
Marcadores: Cantilena, Francisco Fanhais, poesia, Sebastião da Gama
Juliette Gréco nasceu há 96 anos...
Marie-Juliette Gréco, conhecida por Juliette Gréco (Montpellier, França, 7 de fevereiro de 1927 - Ramatuelle, 23 de setembro de 2020) foi uma cantora e atriz francesa.
(...)
Morreu em 23 de setembro de 2020 em Ramatuelle, aos 93 anos.
Postado por Fernando Martins às 09:06 2 comentários
Marcadores: Chanson française, Juliette Gréco, música, Parlez-moi d`Amour
Earl King nasceu há 89 anos
Postado por Fernando Martins às 08:09 0 comentários
Marcadores: blues, Earl King, guitarra, música, Nova Orleans, rythm and blues, The Things I used to do
João Bénard da Costa nasceu há 88 anos
(imagem daqui)
João Pedro Bénard da Costa (Lisboa, 7 de fevereiro de 1935 - Lisboa, 21 de maio de 2009) foi um professor, gestor cultural, crítico de cinema e ensaísta português.
Biografia
Após os estudos secundários, que realizou no Liceu Camões, Bénard da Costa matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Em vão, pois depressa se mudou para Letras, onde viria a licenciar-se em Ciências Histórico-Filosóficas, em 1959. Para conclusão do curso apresentou uma monografia intitulada Do tema do outro no personalismo de Emmanuel Mounier.
Convidado a ingressar como assistente naquela Faculdade, um parecer desfavorável da PIDE afastou-o do ensino universitário, o que o levou a procurar no ensino particular a sua subsistência; foi professor no Seminário Menor de Almada e no Externato Frei Luís de Sousa, na mesma cidade, até 1965. Mais tarde seria admitido como professor no Liceu Camões, até ser novamente afastado por motivos políticos, mudando-se para o Colégio Moderno, a escola fundada por João Lopes Soares na década de 40.
Intelectual ativo e militante católico, João Bénard da Costa presidiu à Juventude Universitária Católica, entre 1957 e 1958, e ajudou a fundar a revista de filosofia, literatura e artes O Tempo e o Modo, em 1963. Essa revista — uma espécie de símbolo dos chamados «católicos progressistas»; designação atribuída aos católicos que se opunham ao Estado Novo — contou com Bénard da Costa como chefe de redação e, posteriormente, como diretor, até ao ano de 1970.
Seria contudo à paixão pelo cinema que Bénard da Costa se dedicaria de forma mais profunda — a sua ligação a esta arte começa com a participação no movimento cineclubista, que irradiou no meio universitário lisboeta no final dos anos 50. Já na década de 1960 assumirá a função de coordenador do Setor de Cinema do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, de 1969 até 1971; antes disso, já colaborara no Centro de Investigação Pedagógica da mesma Fundação, entre 1964 e 1966.
Entretanto, em 1973, é contratado para lecionar a disciplina de História do Cinema, na então Escola de Cinema do Conservatório Nacional, posteriormente transformada em escola superior. Lecionou nessa escola, onde se formaria a maioria dos cineastas portugueses surgidos de final dos anos 70 em diante, até ao ano de 1980.
Precisamente no ano de 1980, o governo chefiado por Francisco Sá Carneiro nomeou Bénard da Costa para subdiretor da Cinemateca Portuguesa. 11 anos volvidos, em 1991, passaria a diretor da mesma instituição, por nomeação do governo de Aníbal Cavaco Silva. Manteve-se neste cargo durante 18 anos consecutivos, até 2009. A passagem de Bénard da Costa pela Cinemateca deixou uma marca decisiva na programação de obras relevantes da história do cinema, além da renovação das instalações e, enquanto museu do cinema, na criação de condições para boa conservação e restauro dos filmes em arquivo.
Ao longo dos mesmos anos em que dirigiu a Cinemateca, Bénard da Costa publicou diversos ensaios e críticas cinematográficas, a que se juntam as monografias sobre as obras dos realizadores Alfred Hitchcock (1982), Luis Buñuel (1982), Fritz Lang (1983), John Ford (1983), Josef Von Sternberg (1984), Nicholas Ray (1984) e Howard Hawks (1988). Também assinou o artigo sobre cinema português na Enciclopédia Einaudi, incluído na História do Cinema Mundial (2000), coordenada por Gian Piero Brunetta. Publicou, ainda O Musical (1987), Os Filmes da Minha Vida (1990), Histórias do Cinema Português (1991), Muito Lá de Casa (1993) e O Cinema Português Nunca Existiu (1996).
Entre as demais atividades de gestão cultural que desempenhou, Bénard da Costa foi, de 1966 a 1974, igualmente secretário executivo da Comissão Portuguesa da Associação Internacional para a Liberdade da Cultura; e, entre 1997 e 2001, por designação do Presidente da República Jorge Sampaio, presidente da Comissão do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Recebeu o Prémio de Estudos Fílmicos da Universidade de Coimbra em 1995 e o Prémio Pessoa em 2001.
Filmografia como ator
Desde a década de 1970, sob o pseudónimo de Duarte de Almeida, Bénard da Costa apareceu como ator em mais de uma dezena de longas-metragens de Manoel de Oliveira — 2007 - Rencontre Unique, 2005 - Espelho Mágico, 2002 - O Princípio da Incerteza, 2001 - Porto da Minha Infância, 2000 - Palavra e Utopia, 1995 - O Convento, 1994 - A Caixa, 1990 - Non, ou a Vã Glória de Mandar, 1985 - Le Soulier de Satin, 1981 - Francisca, 1979 - Amor de Perdição; 1972 - O Passado e o Presente. Participou igualmente, na década de 1980, no filme de João César Monteiro Recordações da Casa Amarela (1989), galardoado com o Leão de Prata do Festival de Veneza de 1989. Participou em Viagem a Portugal, de Sérgio Tréfaut, filme lançado em 2011.
in Wikipédia
Postado por Fernando Martins às 08:08 0 comentários
Marcadores: cinema, Cinemateca, João Bénard da Costa
Pelo sonho é que vamos...
Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria
ao que desconhecemos
e ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
-Partimos. Vamos. Somos.
in Pelo sonho é que vamos (1953) - Sebastião da Gama
Postado por Pedro Luna às 07:10 0 comentários
Marcadores: Ecologia, Pelo sonho é que vamos, poesia, professores, Sebastião da Gama, Serra da Arrábida
David Bryan, o teclista dos Bon Jovi, faz hoje sessenta e um anos
Postado por Fernando Martins às 06:10 0 comentários
Marcadores: Bon Jovi, David Bryan, hard rock, judeus, teclas, The Chanukah Song
Dieter Bohlen, dos Modern Talking, faz hoje 69 anos
Postado por Fernando Martins às 06:09 0 comentários
Marcadores: Alemanha, anos 80, Cheri Cheri Lady, Dieter Bohlen, Euro disco, Eurodance, Europop, Modern Talking, música, pop, produtor, Synth-pop
Thomas More nasceu há 545 anos
Postado por Fernando Martins às 05:45 0 comentários
Marcadores: dignidade, Henrique VIII, Igreja Católica, Inglaterra, pena de morte, Renascimento, santo, Thomas More








_Jeremy.jpg)





